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Posicionamento Brasscom: Direito Trabalhista para a Economia do Conhecimento

Diversos autores identificam a década de 1970 como o período de mudança da produção industrial, em larga escala, para a produção baseada no conhecimento e na informação. Tal fenômeno, denominado de economia do conhecimento, vem se intensificando e produzindo transformações na diversificação da oferta de bens tangíveis e intangíveis, sejam eles comerciais, financeiros, culturais, educacionais ou de entretenimento, alterando marcadamente a interação econômica e social. Os dispositivos computacionais se tornam as principais ferramentas de produção de conhecimento e a Internet o grande espaço de compartilhamento e troca. Elevou-se, a níveis sem precedentes, a velocidade da criação, transferência, compartilhamento, uso e integração de informações e conhecimento entre indivíduos e empresas.

Neste contexto, vemos surgir um novo trabalhador, com perfil, qualificações, anseios e desafios diferentes do trabalhador da era industrial. Este novo trabalhador orienta-se pela consecução de objetivos mensuráveis, ao invés da execução de rotinas fixas e repetitivas. Sua atividade é centrada na criação de novas ideias ou na resolução problemas, e desempenhada a partir da aplicação do conhecimento sobre a massa de informação disponível. O trabalho deixa de estar adstrito a um ambiente físico determinado. O novo profissional não vê jornadas de trabalho diferenciadas como um problema, mas almeja também flexibilidade e equilíbrio entre profissão e vida pessoal.

 

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