Agro sem tecnologia e gestão não é negócio
Anaías Hafemann* Blumenau, 20 de junho de 2018 – A palavra “agronegócio” vem do inglês agrobusiness. E, como um negócio, engloba todo o conjunto produtivo da cadeia agrícola, desde o plantio até a comercialização, desde as grandes indústrias ao pequeno agricultor – aquele que planta para uso familiar e para vender o excedente na feira-livre da cidade, por exemplo. Todos estão inseridos na cadeia do agronegócio, mesmo que seja em apenas uma de suas muitas etapas. Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade. A redução de custos pode ser considerada uma das mais importantes pois impacta diretamente o fluxo de trabalho do produtor rural. Hoje, por exemplo, um agricultor investe cerca de 15 a 30% do custo total de combustível apenas para deslocar equipamentos – ou seja, se ele paga mil reais de combustível, poderá gastar até R$ 300 só em deslocamento. O agronegócio ainda tem outra particularidade: a sazonalidade. Como um todo, o cenário da agricultura muda a cada sete anos, aumentando ou diminuindo a sua lucratividade. Em alguns anos culturas específicas como o café ou o milho estão muito boas, porém no ano seguinte esse quadro pode mudar completamente. Sem uma gestão adequada, essa oscilação pode ser muito prejudicial ao agricultor, uma vez que ele precisa saber como e quanto poupar durante as safras positivas, para que o período de baixa não traga tanto prejuízo. Quando as boas safras retornam ele consegue se recuperar mais rápido, em um negócio verdadeiramente sustentável. Por isso, os programas de gestão voltados ao campo tem de ser práticos, intuitivos, fáceis e englobar tudo isso, para que o produtor possa reduzir os custos e maximizar o lucro. Para falar de produtividade, precisamos ainda olhar para a evolução da tecnologia no agronegócio. Hoje, o produtor rural investe em drones para fazer leituras de campo, em máquinas que fazem a colheita de forma automática e em uma série de outras inovações, mas muitas vezes ainda lhe falta a gestão e o controle de toda essa produção. Não adianta ter máquinas coletando informações e mandando tudo para a nuvem, se não há quem ou algo que transforme esses dados em subsídios a serem usados no campo. Recentemente, um cliente da Senior nos procurou e pediu uma solução de gestão por metro quadrado. Ouvimos esse conceito pela primeira vez em junho do ano passado e ficamos boquiabertos. Estamos falando de um grande produtor, com 140 mil hectares, que pediu diretamente “uma gestão do espaço por metro quadrado”. Aí você pensa no tamanho de um hectare, que equivale a uma quadra em uma cidade. Então ele tem 140 mil quadras de propriedade e fala em administrar cada metro quadrado. Como isso é possível? Com tecnologia e gestão. É a única forma de conseguir fazê-lo. Um bicho de muitas cabeças chamado agronegócio Nós sabemos que lidar com o agronegócio não é fácil. Além das distâncias serem muito grandes, temos os desafios do dia a dia que fogem ao controle, como fenômenos climáticos, pestes e parasitas que podem comprometer toda uma safra, então tudo tem de estar muito bem controlado, do ponto de vista do negócio, e a administração gerencial deve ser minuciosa em cada etapa da cadeia. Por consequência, a tecnologia deve refletir essa demanda. Hoje, ao utilizar aplicativos e programas de gestão, um produtor consegue visualizar o total de hectares plantados, sua produtividade por fazenda e/ou por área plantada, a média de sacas por hectare e os mapas com as áreas separadas por atividade, entre outras funções, visualizando onde estão os problemas, onde a produtividade está maior ou menor, e o que precisa ser feito. Outro fator muito importante – e que muitas vezes é negligenciado – é a gestão multimoeda. Por exemplo, se o cliente tem muitas compras em dólar e poucas vendas na mesma moeda, o programa de gestão deve avisar a probabilidade de déficit, a fim de que o produtor tenha tempo de rever contratos e atividades, para não ficar exposto e suscetível àquela moeda. Por mais tecnológico que seja seu produto, não se pode esquecer que o agricultor ainda preza muito a parceria, confiança e o aperto de mão com “olho no olho”. Então é necessário conhecer o cenário e o histórico de cada empresa com que se faz negócios – novos ou já existentes. Uma breve história do agro no Brasil O agronegócio evoluiu muito nos últimos 40 anos. Tudo começou quando os imigrantes vieram para o Brasil e trouxeram todo o conhecimento europeu de agricultura. Então ele surgiu no Sul do país e seguiu para outros Estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Se você colocar toda essa trajetória no papel, a evolução do campo deu um salto desde os anos 80. Apenas nos últimos vinte anos, o agronegócio cresceu 37% em área e 176% em produção. Nos próximos dez anos, a projeção de crescimento é de cerca de 15% em área e 30% em produção. Ou seja, o agro consegue usar cada vez menos área e aumentar cada vez mais a produtividade. Isso que ainda temos dezenas de milhões de hectares a serem explorados no Brasil. Em 2050, seremos 9,6 bilhões de pessoas e o Brasil será responsável por 40% do mercado de agronegócio do mundo. Seremos o celeiro do mundo. Então sempre haverá investimento nesse negócio. Não importa qual é a sua linha dentro do agro: pode investir nesse segmento que as oportunidades certamente chegarão. *Anaias Hafemann é especialista de Agronegócios da Senior, uma das maiores empresas especializadas em tecnologia para gestão do País. + senior.com.br Certificada como Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso
Entidades assinam carta em favor de autoridade de proteção de dados pessoais
Pelo menos 30 entidades do terceiro setor e dos setores empresarial, acadêmico e público, incluindo o Ministério Público do Distrito Federal, publicaram nesta quinta-feira, 14, carta em defesa da criação de uma autoridade de proteção de dados pessoais. O manifesto acontece no momento em que o Congresso avança na discussão rumo a uma lei geral que regulamente a matéria, mas há controvérsia sobre a necessidade de se criar ou não uma autoridade como acontece na legislação de outros países. Há controvérsia no assunto porque a proposta do PL 4.060/2012 aprovado na Câmara incluía a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, com poder de regular, emitir normas, fiscalizar e sancionar agentes que pratiquem tratamento de dados, além de propor diretrizes para uma política nacional de proteção de dados, embora devesse estimular a adoção de autorregulamentação e políticas de boas práticas. Porém, é possível que haja entendimento de que a criação dessa autoridade seria inconstitucional. O manifesto aborda isso ao reconhecer a exclusividade constitucional resguardada ao Executivo para propor leis que criem órgãos, cargos, funções ou empregos públicos. “Desse modo, reforçamos a pertinência que o tema exige, avançando na criação de uma Autoridade Brasileira de Proteção de Dados Pessoais”, declara. Benchmark “Aprendemos com a experiência internacional que a grande maioria dos países que possuem leis gerais de proteção de dados pessoais só conseguiram uma aplicação eficiente dessas leis na medida em que estabeleceram uma Autoridade de Proteção de Dados Pessoais ou um Comissariado de Privacidade”, diz o texto. Afirmam que o mecanismo permite alcançar a “tutela efetiva da privacidade dos cidadãos”, enquanto propicia segurança jurídica na aplicação da lei para atores regulados, sejam do setor público ou privado. Por conta disso, consideram “indispensável” a criação desse ente, que teria participação colaborativa. “Dada a importância do tema, é imprescindível que não haja qualquer subordinação do órgão regulador à administração pública direta ou indireta. Aconselhamos ainda que seja criado um conselho multissetorial composto por membros dos setores público e privado, do terceiro setor e da academia para efeito de aconselhamento e acompanhamento das atividades da entidade reguladora.” A sugestão, também considerada indispensável, é que a autoridade seja financeiramente independente, contando com dotação orçamentária própria. Com isso, esperam que tenha autonomia funcional e busque “a formação de quadros competentes e qualificados à altura dos novos desafios colocados pelo avanço das atividades baseadas em dados nos setores público e privado e como parte de atividades offline e online”. Recursos arrecadados por meio de multas seriam destinados a outra finalidade, e não à gestão financeira da entidade reguladora. Um exemplo proposto é destinar os recursos ao desenvolvimento de projetos educacionais, de treinamento, capacitação, conscientização e para ações em defesa da proteção de dados pessoais por organizações sem fins lucrativos. Mais de 30 entidades assinam a carta, que permanece aberta a novas adesões (clique aqui). Confira a relação abaixo: Terceiro Setor Actantes Casa da Cultura Digital Porto Alegre Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé Coding Rights Coletivo Digital Coolab – Laboratório Cooperativista de Tecnologias Comunitárias Instituto Beta: Internet & Democracia Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Instituto Nupef Instituto de Tecnologia e Equidade (IT&E) Internet Sem Fronteiras Intervozes—Coletivo Brasil de Comunicação Social Movimento Mega Não Prioridade Absoluta – Instituto Alana Proteste – Associação de Consumidores Open Knowledge Instituto Alana Instituto Update Labhacker Setor Empresarial Associação Brasileira das Empresas de Software – ABES Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e da Comunicação – BRASSCOM Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações – ABRIN Associação Brasileira Online to Offline – ABO2O Associação Brasileira de Crédito Digital – ABCD Associação Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – Camara-e.net Setor Acadêmico Grupo de Estudos em Direito, Tecnologia e Inovação do Mackenzie Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação/GPoPAI-USP Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro/ITS-Rio Rede latina-americana de estudos sobre vigilância, tecnologia e Sociedade /LAVITS Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC Instituto Igarapé Instituto de Referência em Internet e Sociedade/IRIS Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto Brasiliense de Direito Público/CEDIS IP.Rec – Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife Setor Público Ministério Público do Distrito Federal e Territórios
Rui Palmeira recebe representantes de multinacional espanhola
O prefeito Rui Palmeira recebeu, na tarde desta quinta-feira (07), representantes da Indra, multinacional de tecnologia e consultoria líder na Espanha e América Latina. Eles apresentaram soluções para Maceió dentro do conceito de Cidades Inteligentes (Smart Cities). Prefeito Rui Palmeira recebe representantes da Indra. Foto: Max Monteiro/ Secom Maceió Em novembro de 2017, Palmeira participou do maior evento sobre cidades inteligentes do planeta, o Smart City Expo World Congress, que aconteceu em Barcelona, na Espanha. “Para nós, esse encontro é muito importante e mostra o reconhecimento que a empresa tem pela cidade de Maceió. A Indra tem serviços de tecnologia em grandes cidades do mundo e é uma satisfação recebê-los, na certeza que a capital pode avançar muito em termos das chamadas cidades inteligentes”, disse o prefeito. Na Espanha, o evento reuniu gestores públicos de mais de 600 cidades de todo o mundo, 591 expositores de 126 países, formadores de opinião, instituições acadêmicas, centros de pesquisa, incubadoras, investidores e corporações, para impulsionar cidades inteligentes e capacitar seus cidadãos. O secretario de Economia, Fellipe Mamede, destacou que a Prefeitura vem se empenhando para colocar Maceió na rota das cidades inteligentes. “Esse é um assunto muito pertinente para Maceió, e que tem exigido de nós uma atenção especial, ao ponto de termos constituído um grupo de trabalho multissetorial, com diversas pastas envolvidas, para que possamos colocar, de fato, Maceió no roteiro das cidades inteligente no mundo. Vimos uma apresentação da empresa Indra, que já é parceira da Prefeitura, e que demonstrou ser bastante séria e qualificada tecnicamente e que desenvolve um trabalho de sucesso no tema das smart cities”, detalhou. Com mais de 15 anos trabalhando com o setor de Cidades Inteligentes, segundo os representantes da Indra, o objetivo da empresa é colocar à disposição dos cidadãos os benefícios que a tecnologia pode trazer nos dias atuais. “Na Indra trabalhamos soluções da inteligência voltada ao turismo, serviços urbanos, como iluminação, questão dos resíduos, mobilidade inteligente, segurança, e também dispomos de uma peça muito diferenciada que é uma plataforma de questões urbanas inteligentes com capacidade para analisar todas as informações relativas às cidades”, disse o diretor-global da Indra, Alberto Bernal García. De acordo com o diretor-executivo da Indra Brasil, Antonio Leite, a empresa já observava a gestão atual de Maceió há algum tempo. “Vimos que ela tem uma visão de futuro muito importante. No ano passando, recebemos a visita de representantes da Prefeitura num evento nosso, em Barcelona, e despertou nosso interesse de vir à Maceió e apresentar nossa tecnologia com uma proposta de modernização da cidade e melhoria da vida dos cidadãos”, disse. A Indra oferece soluções e serviços tecnológicos para os setores de Transporte e Tráfego, Energia e Indústria, Administração Pública e Saúde, Serviços Financeiros, Segurança e Defesa e Telecom e Media. “Temos bastante tempo de atuação no Brasil. Estamos presentes nas capitais de 19 estados, inclusive Maceió, onde temos alguns contratos, com cerca de 50 pessoas e potencial de chegar a 150, nesse primeiro momento”, ressaltou Leite. Flávia Farias/Secom Maceió bg azul Fonte: http://www.maceio.al.gov.br/2018/06/rui-palmeira-recebe-representantes-de-multinacional-espanhola/
Prefeitura de São Paulo lança Selo de Acessibilidade Digital com apoio do Web para Todos
Em maio, o Movimento Web para Todos (WPT) participou do evento de lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. A iniciativa é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). O objetivo do Selo é incentivar a consciência e a prática da acessibilidade na web em todo o país. O WPT é o principal apoiador institucional da iniciativa nesta etapa de lançamento. “Nós contribuímos na elaboração da metodologia e dos critérios de avaliação e, a partir de agora, seremos um dos grandes divulgadores do projeto pelo País afora”, disse Simone Freire, idealizadora do Movimento. Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa Com Deficiência, destaca a questão da obrigatoriedade em relação à acessibilidade dos sites. “A Lei Brasileira de Inclusão estabelece a obrigatoriedade de haver acessibilidade nos sites de empresas ou governos, garantindo que as informações cheguem para todas as pessoas. Como não havia um órgão que regulamentasse este direito, a Comissão Permanente de Acessibilidade, autoridade consultiva e deliberativa no assunto, está liderando esta iniciativa inédita no País”, afirma. O WPT terá ainda um papel fundamental na transformação dos sites que desejam obter o Selo de Acessibilidade. “Temos um time incrível de profissionais e parceiros especialistas em acessibilidade digital. Para nós, essa iniciativa chancela o trabalho transformador que já estamos desenvolvendo com diversas empresas e organizações referente à adequação de suas plataformas para este público”, acrescenta Simone. COMO VAI FUNCIONAR A avaliação de cada site vai seguir com os critérios estabelecidos no Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) e as diretrizes de verificação previstas na Portaria nº 08/SMPED-GAB/2018, que regula o Selo de Acessibilidade Digital. Após o requerimento, a Divisão de Acessibilidade Digital e Comunicação Inclusiva (DADCI) emitirá Relatório Técnico de Avaliação da Acessibilidade e submeterá à apreciação, para concessão do Selo, da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à SMPED. A solicitação do Selo poderá ser realizada pelo Portal 156 ou pelo site da SMPED, com encaminhamento de documentos pelo e-mail da Secretaria. As dúvidas sobre o serviço podem ser encaminhadas ao e-mail da iniciativa. O QUE A LEI DIZ SOBRE O ASSUNTO? A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) é destinada a “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. O documento conta com um capítulo dedicado exclusivamente ao acesso à informação e à comunicação e um artigo que aborda a acessibilidade pelos sites da Internet no Brasil. O artigo 63 estabelece que: “É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.” Além da obrigatoriedade, a dúvida muito comum é se existe algum tipo de punição ou multa para empresas e organizações que não têm os sites acessíveis. E, ainda, se isso já está valendo ou precisa de regulamentação. Alexandre Pacheco da Silva, professor e pesquisador da Escola de Direito FGV-SP, respondeu essas perguntas no vídeo que o Web para Todos fez com ele sobre o assunto (o vídeo conta com recursos de acessibilidade: legenda, Libras e audiodescrição). Fonte: Brasscom Fonte: https://cryptoid.com.br/banco-de-noticias/34209-prefeitura-de-sao-paulo-lanca-selo-de-acessibilidade-digital/
TIVIT reforça área de Digital Business com novo diretor de operações
Executivo tem a missão de dar suporte aos clientes na transformação dos negócios por meio de soluções digitais São Paulo, junho de 2018 – A TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais, fortalece sua linha de negócios de Digital Business com a chegada de Frederico Kastrup como Applications & Digital Operations Director. O novo executivo tem como missão auxiliar a impulsionar a transformação nos negócios dos clientes da companhia, por meio da utilização de tecnologias emergentes e a expectativa é que a linha de negócios de Digital Business represente 30% do negócio da companhia até 2022. “É com grande satisfação que assumo esse novo desafio na TIVIT. A contínua evolução do modelo de delivery da empresa com uso de modelos ágeis será o meu grande foco de atuação. Em um mercado cada vez mais exigente por inovações será gratificante entender da necessidade de cada cliente e desenvolver projetos de negócios que contribuam com seus desafios com um portfólio de soluções tão rico como o da TIVIT”, afirma Kastrup. A linha de negócios de Digital Business da TIVIT tem como estratégia compreender os desafios de negócios de seus clientes e integrar diferentes plataformas com aplicação de tecnologias emergentes como IoT, Smart Systems, Blockchain, ECM, Analytics e Inteligência Artificial. “Temos uma gama enorme de soluções que tem o intuito de trazer eficiência e produtividade às operações dos nossos clientes”, destaca o executivo. O executivo conta com mais de 25 anos de atuação em empresas multinacionais de TI e consultoria, além de vasta experiência em projetos de implantação, transição e transformação. Kastrup possui passagens por companhias como Capgemini, Deloitte, BRQ, Unisys, e Oracle e com participação na diretoria executiva na TCS Brasil, Infor e Avanade, além da consultoria Ernst & Young. Sobre a TIVIT A TIVIT é uma multinacional brasileira de soluções digitais com operações em dez países da América Latina. A companhia apoia seus clientes na evolução de seus negócios por meio de soluções digitais divididas em quatro linhas de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, Digital Payments e Infrastructure Management. Presente no mercado há mais de 19 anos, a companhia investe em ofertas de tecnologias emergentes, soluções digitais e serviços baseados em nuvem híbrida para apoiar as empresas em seus desafios de negócios. Com expertise em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo e manufatura, a TIVIT possui independência tecnológica e integra diferentes plataformas para desenvolver soluções inovadoras com o intuito de contribuir com a competitividade das empresas. Oito entre as dez maiores empresas da América Latina e 100 das 500 maiores empresas do Brasil contam com a TIVIT como parceira tecnológica para trazer eficiência e inovação para seus negócios. Informações TIVIT para a Imprensa: Ideal H+K Strategies – http://www.idealhks.com/ Milly Furquim – milly.furquim@idealhks.com – +55 11 4873.7902 | +55 11 98918.2955 Aline Rodrigues – aline.rodrigues@idealhks.com – +55 11 4873.7956 +55 11 97599.3091 Tatiana Americano – tatiana.americano@idealhks.com.br – +55 11 4873.7926 | +55 11 99158.0476
Cognizant apresenta portfólio de soluções no Ciab FEBRABAN 2018
Consultoria de tecnologia aposta em IA, reconhecimento facial e análise preditiva no maior evento da América Latina do setor financeiro São Paulo, maio de 2018 – A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, com mais de 20 anos de atuação, participa do Ciab FEBRABAN 2018, um dos principais congressos de tecnologia do setor financeiro da América Latina, que será realizado de 12 a 14 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Neste ano, o tema do encontro é “Inteligência Exponencial”, com debates sobre tecnologias como inteligência artificial, machine learning, blockchain e internet das coisas, que implicam constantes alterações no comportamento social, e seus impactos nos negócios. Durante o congresso, a Cognizant vai apresentar seu portfólio de soluções disruptivas, que contribuem para a transformação dos modelos de negócios e da arquitetura de processos das organizações. “O Ciab FEBRABAN é o evento mais importante do setor para a América Latina, e nosso objetivo é auxiliar de forma consultiva o segmento financeiro na transformação digital, além de consolidar nossa participação no mercado nacional”, afirma Claudio Martins, diretor de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros da Cognizant Brasil. Entre as soluções, os destaques são: automação de processos com uso de inteligência artificial (AI); tecnologias de análise preditiva; automação; e demonstração de ferramenta de reconhecimento facial. “Nossas soluções são desenvolvidas especialmente para transformar os negócios de forma ágil e eficiente, estimular a inovação e proporcionar eficiência operacional e redução de custos para os bancos”, conclui o executivo. O futuro do trabalho pelo olhar de Ben Pring O especialista Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant, é um dos palestrantes da programação. O futuro do trabalho diante de um cenário de transformação digital e inovações tecnológicas é o tema de sua palestra. O executivo é coautor de livros premiados como: What To Do When Machines Do Everything (2017) e How the Digital Lives of People, Things, and Organizations are Changing the Rules of Business (2014). Pring ingressou na Cognizant, onde por 15 anos pesquisou e assessorou áreas como cloud computing e global sourcing. Anteriormente, trabalhou para várias empresas de consultoria, incluindo a Coopers & Lybrand. Na Cognizant, seu foco é pesquisar e analisar como os clientes podem alavancar as novas e poderosas oportunidades que estão sendo criadas. Pring é formado em Filosofia pela Universidade de Manchester, no Reino Unido. Serviço: Ciab Febraban Data: de 12 a 14 de junho de 2018. Horário: das 10h às 19h. Local: Expo Transamérica. Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo, SP. Para mais informações, acesse: www.ciab.org.br/. A Cognizant (NASDAQ-100: CTSH) é uma das empresas líderes mundiais em serviços profissionais que transporta os modelos de negócios, operacional e de tecnologia de seus clientes para a era digital. Nossa abordagem consultiva única, baseada em profundos conhecimentos das indústrias em que atuamos, auxilia clientes a visualizar, construir e administrar negócios cada vez mais inovadores e eficientes. Com sede nos Estados Unidos, a Cognizant ocupa a 195ª colocação no ranking da Fortune 500 e é consistentemente listada entre as empresas mais admiradas do mundo. Veja como a Cognizant ajuda clientes a ser líderes no mundo digital em www.cognizant.com, ou siga-nos: @Cognizant. Informações para a imprensa – Cognizant Diana Carvalho – dianacarvalho@rp1.com.br Luciana Lima – lucianalima@rp1.com.br Amanda Geroldo – amandageroldo@rp1.com.br RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br
Stefanini recebe prêmio da HDI Brasil
Paulo Maurício Pires da Silva é eleito o melhor gerente de suporte pela operação em uma instituição financeira do Nordeste Fortaleza, 23 de maio — A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, recebeu o prêmio de Melhor Gerente de Suporte Técnico entregue pela HDI Brasil, associação que é referência global no desenvolvimento de atendimento e suporte a clientes e que anualmente consagra os melhores profissionais do país. Em 2018, o eleito foi o gerente operacional da Stefanini Paulo Maurício Pires da Silva, que gerencia equipes multidisciplinares e coordena 209 colaboradores com um volume mensal médio de 44 mil demandas. Um dos principais motivos que o elegeram ao Troféu HDI 2018 foi o fato de ter cumprido ininterruptamente 18 índices diários no projeto de Service Desk de uma instituição financeira do Nordeste. “Foi a primeira vez que um fornecedor conseguiu essa marca”, conta Yasnaia Castro-Bringel, gerente de serviços da Stefanini. Isso foi possível graças ao amadurecimento das ferramentas de monitoração das métricas e à dedicação de Pires da Silva e de sua equipe. “Ele implantou mudanças em processos que culminaram em um melhor gerenciamento do projeto de Service Desk, como o dimensionamento da equipe conforme a curva de demandas, criação de célula de treinamento e implantação do processo responsável pela comunicação com o cliente durante plant&otil de;es”, acrescenta. Para Cirdes de Macedo Neto, gerente executivo da Stefanini, o objetivo de Pires da Silva era se tornar um bom gestor independentemente de qualquer tipo de premiação. “O interesse dele é capacitar a equipe, avaliar constantemente e adequar as competências, quando detecta falhas, tudo em busca de uma entrega de excelência”, diz Macedo Neto. “Além disso, ele usou ferramentas de governança da Stefanini para gerenciar a operação e tomar as melhores decisões.” Antes mesmo de ser agraciado com a premiação, Pires da Silva já havia sido eleito dentro da Stefanini como referência, e agora com o troféu em mãos ele ganha um novo desafio: capacitar gestores de cargos mais sêniores. “Quem sabe um desses profissionais não ganha o prêmio do ano que vem?”, torce Rafael Naoto, HR Business Partner. Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Natália Flach – natalia@dfreire.com.br
Fragmentação Digital ameaça crescimento e inovação globais de empresas, revela estudo da Accenture
Aumento de políticas e leis nacionais relacionadas a fluxos transfronteiriços de produtos, serviços, pessoas e dados já forçam empresas a revisar os planos de expansão internacional SÃO PAULO, 21 de maio de 2018 – Novo estudo da Accenture (NYSE:ACN) sinaliza que o aumento das restrições à livre circulação de dados, produtos, serviços e talentos de TI nas fronteiras entre países – chamado de “fragmentação digital” – está transformando o ambiente empresarial global e pode inibir estratégias e planos de crescimento e inovação das empresas. Diante de uma série de desafios, o estudo destaca como algumas empresas pesquisadas já estão enfrentando os obstáculos crescentes à globalização em seu planejamento estratégico e faz quatro recomendações para ajudar as empresas a recalibrar sua transformação digital. Para o relatório, entitulado “Digital Fragmentation: Adapt to Succeed in a Fragmented World“, a Accenture Research entrevistou mais de 400 Chief Information Officers (CIOs) e Chief Technology Officers (CTOs) em empresas multinacionais de oito países; conduziu entrevistas aprofundadas com especialistas em política, economia e negócios digitais e realizou pesquisas e análises complementares. Ele mostra que 74% dos líderes de negócios entrevistados esperam sair de um mercado geográfico, atrasar e até mesmo abandonar planos de entrada de mercado ao longo dos próximos três anos em decorrência do crescimento das barreiras à globalização. O estudo mostra que a tendência da “globalização digital”, alimentada por dados de fluxo livre, está dando lugar à “fragmentação digital”, impulsionada por barreiras crescentes à globalização. Um desses exemplos é a quadruplicação de medidas comerciais restritivas adotadas pelos membros do G20 desde a crise financeira global, passando de 324 em 2010 para 1.263 em 2016; outro é a triplicação nas últimas duas décadas do número de países com leis de privacidade de dados, de 34 em 1995 para mais de 100 em 2015. Além disso, o impacto da fragmentação digital em empresas multinacionais representa uma ameaça ao crescimento e à inovação. Mais da metade acredita que o aumento das barreiras à globalização irá comprometer suas habilidades para: usar ou oferecer serviços baseados na nuvem (citado por 54% dos entrevistados, contra 14% que discordam); usar ou oferecer serviços de dados e analytics em mercados nacionais (54% contra 15%); e operar efetivamente entre diferentes padrões nacionais de TI (58% contra 18%). “Nosso estudo deixa claro que as empresas estão começando a fazer mudanças fundamentais em seus planos estratégicos e operacionais para várias áreas, incluindo arquiteturas de TI globais, recrutamento de talentos de TI, estratégia física de localização de TI segurança cibernética”, afirma Omar Abbosh, Chief Strategy Officer (CSO) da Accenture. “Essas regras podem fornecer salvaguardas críticas para a nova economia digital. Mas elas deveriam ser desenvolvidas para estimular, em vez de inibir, o crescimento e a inovação. Um diálogo mais intenso entre empresas e governos poderá ajudar.” De acordo com o estudo, mais da metade acredita que esse aumento nas barreiras à globalização irá forçar suas empresas a repensar suas: arquiteturas globais de TI (para 60% dos entrevistados); estratégia física de localização de TI (52%); estratégia e capacidades de segurança cibernética (51%); relacionamento com fornecedores de TI locais e globais (50%) e estratégia geográfica para talentos de TI (50%). A fragmentação digital também irá criar inúmeros desafios operacionais para empresas, aumentando o custo e a complexidade de fazer negócios. Por exemplo, 91% dos entrevistados acredita que o aumento de barreiras à globalização irá aumentar os custos de TI ao longo dos próximos três anos. Os principais fatores esperados para o aumento de custos de TI são o custo de insumos de abastecimento, como o talento informático; requisitos para duplicar ou multiplicar infraestrutura de TI, como data centers; e o cumprimento de diferentes padrões nacionais de TI. “Diferentemente do discurso de vários evangelizadores digitais, as fronteiras nacionais importam, sim”, afirma Armen Ovanessoff, Diretor da Accenture Research. “Os líderes de negócios estão se dando conta de sua responsabilidade na formulação das regras para nosso futuro digital. Quando pensamos nas transformações profundas que ainda estão por vir em áreas como inteligência artificial, biotecnologia e Internet das Coisas, fica claro que este é apenas o início de uma jornada complexa que exige cooperação transfronteiriça e entre setores”. Apesar de todos esses desafios, o estudo destaca que muitas empresas estão começando a planejar suas respostas à crescente fragmentação. Na verdade, quatro em cada cinco (ou 80%) das empresas entrevistadas afirmaram que já estão avaliando os obstáculos crescentes à globalização em seu planejamento estratégico e cerca da metade (51%) já está reorganizando suas arquiteturas e estruturas de governança globais. O estudo faz quatro recomendações gerais para ajudar as empresas a recalibrar sua transformação digital: Olhe para o planejamento estratégico com outros olhos.Os executivos devem rever ou avaliar todas as questões importantes, e os conselhos corporativos devem reconhecer o impacto de um mundo cada vez mais fragmentado, dedicando tempo à discussão dos efeitos no negócio como um todo. Por exemplo, a pegada geográfica da empresa é apropriada para o terreno global em evolução? É necessário realocar investimentos nos mercados e redistribuir as principais funções globais em diferentes jurisdições? Como transformar redundância em planos de infraestrutura? Fluxos de dados geográficos e de redução de risco.As empresas devem proteger os fluxos de informação necessários para as principais decisões e operações de negócios, especialmente quando a oferta do negócio tem como base a tecnologia digital. É necessário avaliar o modo como regulamentações de dados, como as restrições transfronteiriças nacionais, afetarão seu modelo de negócios e planos de crescimento. E elas precisam reavaliar onde e como diferentes tipos de dados são mantidos – o que pode significar a busca por um meio termo entre segurança e facilidade de acesso. Invista na vantagem local.A fragmentação digital dá novo significado à importância das multinacionais se mostrarem “genuinamente locais” em todos seus mercados de atuação. Incluindo a avaliação do grau certo de centralização de estratégias, processos e infraestrutura de TI. Um envolvimento maior com os mercados locais provavelmente exigirá investimentos no desenvolvimento de talentos locais, bem como a construção de relacionamentos com parceiros de tecnologia e decisores políticos locais. Use a tecnologia
Empatia e autocontrole aumentam em jovens que recebem educação socioemocional, diz pesquisa
HYNDARA FREITAS – O ESTADO DE S.PAULO Estudo realizado pela UFRJ mostrou aumento nos níveis de autocontrole, empatia, autoconhecimento e habilidades sociais Foi-se o tempo em que as disciplinas básicas como Português, Matemática, Geografia, História, Ciências e Educação Física eram consideradas suficientes para formação completa de uma criança. Nos últimos anos, especialistas em educação perceberam que as habilidades cognitivas não bastam, e a capacidade dos alunos de lidarem com suas emoções entrou no radar das instituições – até das universidades. E aí entra o ensino das habilidades socioemocionais. Pouco tempo após ser inserido em algumas escolas, os resultados desse aprendizado são otimistas, ao menos de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O estudo analisou os níveis de autocontrole, empatia, autoconhecimento e habilidades sociais de 9.608 alunos de 10 a 17 anos que foram submetidos ao programa Semente de habilidades socioemocionais, que é realizado em diversas escolas brasileiras. No início do ano letivo de 2017, cerca de 9,6 mil estudantes distribuídos em escolas nas cinco regiões do País tiveram acesso a uma plataforma online, na qual responderam a um questionário com 45 perguntas. No final de 2017, o mesmo grupo respondeu ao mesmo questionário, após quase um ano de experiência com o programa em sala de aula. Os dados indicaram impactos positivos em todos os domínios avaliados. Analisando cada item, a magnitude das mudanças em empatia cognitiva emocional variou 2,3%, o autoconhecimento aumentou 13,5%, o autocontrole, 13,9%, e as habilidades sociais, 7,2%. Para verificar se as diferenças eram estatisticamente significativas, foram realizados testes t de Student, que mostraram que todos eram significativos. “O Programa Semente, em nível nacional, foi capaz de ampliar os níveis de habilidades socioemocionais em todas as facetas”, afirma o pesquisador Bruno Damásio, do Departamento de Psicometria da UFRJ e responsável pelo estudo. “O programa tem um material do aluno e materiais em vídeo para o professor. Os vídeos têm cinco minutos cada, e depois vêm a discussão e as atividades práticas. Quem vai ministrar o programa é o gestor da escola que acata a metodologia. O professor recebe uma formação do Programa Semente e tem vídeos-aula que guiam sobre como ele deve proceder em cada uma dos assuntos”, explica Celso Lopes de Souza, psiquiatra e fundador da metodologia, que já é ministrada a cerca de 35 mil alunos em escolas privadas de todo o País. As análises foram realizadas separadamente para meninos e meninas, bem como para alunos do 6º ao 9º ano, e a diferença entre os gêneros não foi relevante. As meninas começaram o estudo em quase todos os critérios, com pontuações levemente superiores aos meninos. Estes, no entanto, obtiveram maior crescimento que as meninas em praticamente todos os critérios, fazendo com que ficassem no mesmo patamar. “Ou seja, o efeito do Programa Semente pode ser considerado equivalente para meninos e meninas do 6º ao 9º ano”, explica Damásio. O único critério com diferença relevante foi a empatia cognitiva-emocional. Antes do Programa Semente, as meninas apresentavam um desenvolvimento 9,65 pontos maior que o dos meninos. A diferença aumentou levemente para 9,76 pontos. Em relação às séries, os desempenhos variaram pouco entre si. Isso significa que a maturidade referente à idade não teve influência, já que mesmo em séries diferentes as pontuações iniciais para todas as habilidades avaliadas eram próximas e a evolução não variou muito de uma série para a outra. O autoconhecimento foi a competência que mais melhorou após a metodologia, e Souza explica que ela é importante pois possibilita aprender a nomear as emoções. “Os alunos precisam aprender, por exemplo, a diferença entre estar desapontado, que é da família da tristeza, e estar frustrado, que é da família da raiva. Isso é alfabetização emocional. Depois, vem a parte da regulação, que é fazer os alunos entenderem que não são os fatos que atormentam os homens, e sim aquilo que pensamos sobre os fatos. A ideia é mostrar que são os pensamentos que determinam as emoções, e assim a gente ganha um instrumento para modulá-las quando elas não estiverem ajudando”. O psiquiatra entende que o aprendizado de habilidades socioemocionais, principalmente no que diz respeito ao autocontrole e empatia, pode ajudar as crianças e adolescentes a lidarem melhor com sua saúde mental e auxiliar as escolas e responsáveis a identificarem possíveis transtornos. “A gente não pode fazer essa correlação de modo direto, mas esperamos que em breve tenhamos dados sobre isso. Cerca de 90% dos suicídios têm relação com alguma doença psiquiátrica [segundo dados da OMS], e, com esse ensino, é possível que haja uma diminuição nos casos de suicídio”, diz. O assunto virou tema recorrente em reuniões de pais e professores nos últimos anos, principalmente após casos de suicídios em tradicionais colégios de São Paulo virem à tona, e ganhou as redes sociais no ano passado, após a estreia da série 13 Reasons Why. Além disso, o ensino de habilidades socioemocionais ainda tem reflexos positivos no desempenho acadêmico. De acordo com pesquisa do departamento de psicologia da Universidade de Chicago, realizada com 270 mil alunos da pré-escola ao ensino médio que foram submetidos ao aprendizado de competências socioemocionais, houve uma melhora de 11% em suas notas. “Os estudantes evoluíram muito e os resultados mostram que estamos no caminho correto. Não adianta apostar em algo que não funciona. Por isso contamos com uma auditoria externa para avaliar nosso trabalho. Educação requer esse tipo de cuidado”, diz Souza. Nos próximos anos, os alunos continuarão sendo avaliados, para que se verifique o impacto longitudinal do programa, estabelecendo comparações entre as séries e segmentos à medida em que avançam para os anos subsequentes.
Prefeitura de São Paulo lança Selo de Acessibilidade Digital com apoio do Web para Todos
Simone Freire, idealizadora do WPT, fala durante lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. Foto: Web para Todos. Nesta quinta-feira (17/05), o Movimento Web para Todos (WPT) participou do evento de lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. A iniciativa é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). O objetivo do Selo é incentivar a consciência e a prática da acessibilidade na web em todo o país. O WPT é o principal apoiador institucional da iniciativa nesta etapa de lançamento. “Nós contribuímos na elaboração da metodologia e dos critérios de avaliação e, a partir de agora, seremos um dos grandes divulgadores do projeto pelo País afora”, disse Simone Freire, idealizadora do Movimento. Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa Com Deficiência, destaca a questão da obrigatoriedade em relação à acessibilidade dos sites. “A Lei Brasileira de Inclusão estabelece a obrigatoriedade de haver acessibilidade nos sites de empresas ou governos, garantindo que as informações cheguem para todas as pessoas. Como não havia um órgão que regulamentasse este direito, a Comissão Permanente de Acessibilidade, autoridade consultiva e deliberativa no assunto, está liderando esta iniciativa inédita no País”, afirma. O WPT terá ainda um papel fundamental na transformação dos sites que desejam obter o Selo de Acessibilidade. “Temos um time incrível de profissionais e parceiros especialistas em acessibilidade digital. Para nós, essa iniciativa chancela o trabalho transformador que já estamos desenvolvendo com diversas empresas e organizações referente à adequação de suas plataformas para este público”, acrescenta Simone. COMO VAI FUNCIONAR A avaliação de cada site vai seguir com os critérios estabelecidos no Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) e as diretrizes de verificação previstas na Portaria nº 08/SMPED-GAB/2018, que regula o Selo de Acessibilidade Digital. Após o requerimento, a Divisão de Acessibilidade Digital e Comunicação Inclusiva (DADCI) emitirá Relatório Técnico de Avaliação da Acessibilidade e submeterá à apreciação, para concessão do Selo, da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à SMPED. A solicitação do Selo poderá ser realizada pelo Portal 156 ou pelo site da SMPED, com encaminhamento de documentos pelo e-mail da Secretaria. As dúvidas sobre o serviço podem ser encaminhadas ao e-mail da iniciativa. O QUE A LEI DIZ SOBRE O ASSUNTO? A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) é destinada a “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. O documento conta com um capítulo dedicado exclusivamente ao acesso à informação e à comunicação e um artigo que aborda a acessibilidade pelos sites da Internet no Brasil. O artigo 63 estabelece que: “É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.” Além da obrigatoriedade, a dúvida muito comum é se existe algum tipo de punição ou multa para empresas e organizações que não têm os sites acessíveis. E, ainda, se isso já está valendo ou precisa de regulamentação. Alexandre Pacheco da Silva, professor e pesquisador da Escola de Direito FGV-SP, respondeu essas perguntas no vídeo que o Web para Todos fez com ele sobre o assunto (o vídeo conta com recursos de acessibilidade: legenda, Libras e audiodescrição).
Pela primeira vez na FBV, Senior leva solução móvel de PDV com venda assistida
Ferramenta inovadora dá visão estratégica sobre produtos e clientes aos varejistas; visitantes também terão acesso a uma demonstração do funcionamento da plataforma Blumenau, 23 de maio de 2018 – Referência nacional em tecnologia para gestão, a Senior, apresenta sua ferramenta Seller UP durante a Feira Brasileira do Varejo (FBV), que acontece entre os dias 28 e 30 de maio, em Porto Alegre (RS). Pela primeira vez no evento, a companhia disponibiliza aos varejistas, por meio desta ferramenta, que se configura em uma solução de PDV móvel com venda assistida, informações dos clientes e produtos com maior agilidade, fornecendo domínio sobre os processos da venda e facilitando formas de pagamento. A feira, considerada uma das mais importantes direcionadas ao setor no país, está na 6°ediçãoe será realizada no Centro de Convenções FIERGS. A cada dia, o varejo físico vem se reinventando, buscando alternativas que se aproximem cada vez mais da experiência de compra on-line. E a tecnologia digital é uma das grandes aliadas para transformar essa experiência. Por isso, ao visitar o estande da Senior, os interessados poderão acompanhar uma demonstração da usabilidade da solução, além conhecer com maior profundidade um dos portfólios mais completos do mercado para a alta performance do varejo, que conta com soluções de Gestão Empresarial (ERP), Pessoas (HCM), Acesso e Segurança, Roteirização e Monitoramento de Entregas, Logística (WMS TMS), entre outros. Ainda no evento, o Especialista em Varejo da Senior, Alvaro Teno Junior, realiza palestra sobre o tema “Experiência Omnichannel: A Jornada do Consumidor do Varejo” e propõe uma reflexão sobre os desafios do setor para o oferecimento de uma nova experiência de compra completa e unificada, além de apresentar soluções por meio da tecnologia para esta transformação. O bate-papo ocorre na 4ª feira (30/5), às 10h05, na sala FBV Talks, localizada em paralelo aos corredores da feira e de acesso livre para todos os visitantes do evento. Atualmente, a Senior conta com cerca de 1,3 mil colaboradores distribuídos entre a sede em Blumenau (Santa Catarina), filiais, escritórios e unidades de negócios e cerca de 100 canais de distribuição em todo Brasil. A companhia oferece tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. Programação da Senior na FVB – 2018 Número da Estande: 63 Data e horário: 28,29 e 30 de maio de 2018, das 9h às 20h Local: Centro de Convenções FIERGS – Av. Assis Brasil, 8.787 – Sarandi, Porto Alegre (RS) http://senior.com.br/fbv/ Palestra 30 de maio (4ª feira) – Sala FBV Talks – das 10h05 às 10h35 Tema: Experiência Omnichannel: A Jornada do Consumidor do Varejo Palestrante: Alvaro Teno Junior Especialista em Varejo, Cloud e ERP PMEs da Senior, possui 10 anos de experiência no mercado TI, atuando na gestão de equipes e vendas consultivas. É graduado em Gestão Empresarial, com MBA executivo na área. Para outras informações: http://feirabrasileiradovarejo.com.br/inscricoes/ + senior.com.br Certificada como Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. São mais de 100 mil contratos ativos em empresas de diversos portes e segmentos. A companhia oferece tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. São aproximadamente 1300 colaboradores distribuídos entre a sede (Blumenau/SC), filiais, escritórios e unidades de negócios, além de mais de 150 consultores e cerca de 100 canais de distribuição em todo Brasil. Fotos institucionais: https://www.flickr.com/photos/seniorsistemas/albums/72157622081563093 Visite nossa sala de imprensa: senior.com.br/imprensa Sobre Facebook Twitter YouTube Linkedin Flickr Google+ RSS Instagram Slideshare Google Maps
Maior congresso brasileiro sobre RPA chega a Curitiba!
Marcado para 15 de Junho, evento promete desvendar os desafios de implantação e as vantagens da Automação Robótica de Processos, com a presença de 10 especialistas no assunto e mais de 100 congressistas Você já ouviu falar sobre RPA? A sigla em inglês para Robotic Process Automation (ou Automação Robótica de Processos) é um conceito relativamente novo, que está sendo disseminado mais fortemente nos últimos dois anos. Sua expectativa de crescimento é de 60,5% no mundo, segundo o GlobeNewswire, agência de notícas da NASDAQ. Nada mais é do que é do que a técnica de automatizar tarefas repetitivas e volumosas que compõem os processos de negócios. Em outras palavras: um tipo de software “robô” que replica ações do usuário interagindo e integrando vários processos e atividades realizados dentro da operação. Segundo especialistas no mercado, há potencial para a robótica em todos os setores, principalmente nos processos complexos que envolvem tomadas de decisões baseadas em regras, reconhecimento de padrões e cálculos. O fato é que a RPA irá mudar a produtividade das empresas drasticamente nas próximas décadas. Com o objetivo de desvendar os desafios de implantação e demonstrar as vantagens desse conceito por meio de cases de sucesso, será realizado na capital paranaense no próximo dia 15 de Junho o RPA CONGRESS CURITIBA 2018 – a maior e mais completa conferência sobre o assunto no Brasil. O evento, que teve repercussão bastante positiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo ao todo mais de 600 profissionais, é uma realização do Instituto Information Management (IIMA) e da Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologias para o Gerenciamento de Informação (ABEINFO). Quem estará no evento: mais de 100 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos. São coordenadores, gerentes e diretores de instituições bancárias, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros. Participe você também! Mais informações: http://rpacongress.com.br/2018/ | (11) 3392-4111 RPA Congress | 2018 rpacongress.com.br A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Segundo pesquisas, 45% das atividades de trabalho atuais realizadas por humanos podem ser automatizadas. RPA Congress 2018 Curitiba 15 de Junho de 2018 FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná Curitiba/PR http://rpacongress.com.br/2018/
BPO: terceirização de serviços para que o cliente tome a melhor solução e transforme seu negócio
Monica Herrero (*) A transformação digital vem cultivando profundas mudanças no modelo de negócios e arquitetura de processos das organizações. Os projetos de Business Process Outsourcing (BPO), ou terceirização de processos, têm sido uma das apostas das empresas para ganhar produtividade, eficiência e automatizar processos, especialmente durante períodos de crise. Segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o mercado de TICs avança no Brasil estimulado, principalmente pela terceirização de serviços de tecnologia. No período de 2010 a 2017, a produção de serviços, nuvem, BPO e TI In House cresceu, em conjunto, 8,4% ao ano, o que demonstra o avanço e potencial do mercado de outsourcing. Em 2017, o setor de TIC voltou a crescer nominalmente acima do PIB, sendo que a área de BPO representou um incremento de 36,9%. Para acompanhar as mudanças do mercado e acelerar a digitalização, companhias de diversos segmentos buscam uma oferta integrada, que combine o BPO com a solução de Robotic Process Automation, mais conhecida como RPA, o que garante alto nível de automação, incluindo soluções de robotização, analytics e inteligência artificial. O RPA se refere a uma inteligência artificial, normalmente em forma de software, aliada a uma máquina que é capaz de realizar tarefas de maneira automática. No caso de automação, os robôs são as máquinas controladas por essa inteligência artificial, que envia informações sobre as tarefas a serem realizadas. O uso de RPA permite que o próprio robô – nesse caso, o software – se adapte às novas necessidades e situações. Uma oferta integrada ajuda os clientes a transformarem seus negócios de forma ágil, eficiente, além de reduzir custos significativos. Normalmente, a solução é desenhada para tornar possível a cultura da inovação no ambiente corporativo, permitindo que as pessoas busquem alternativas fora da caixa, reinventando processos que agreguem valor ao negócio. O RPA pode trazer uma série de benefícios às corporações, tais como rápido desenvolvimento e implementação, eliminação de erro humano, altamente escalável – robôs adicionais podem ser implantados rapidamente, além de funcionar 24 horas, sete dias por semana, ininterruptamente. Em alguns casos, a redução inicial do custo de operação com uma oferta de BPO com RPA pode ser de 15%, ampliando a performance e a padronização dos processos de negócio. Com isso, a melhoria é contínua, uma vez que as atividades que são repetitivas podem ser automatizadas. A solução pode se tornar ainda mais robusta com a implementação de uma plataforma de inteligência cognitiva, que pode aprimorar o desempenho de sistemas que interagem com o consumidor ou usuário. Há ferramentas para os processos corriqueiros da área de compras, recursos humanos, finanças, contact center, gestão de documentos e projetos on demand, que atendem demandas específicas de aplicação total ou parcial para quaisquer áreas que a empresa-cliente desejar. Para as empresas que buscam a transformação mais rápida de seus negócios, especialmente no modelo as a service, o mercado já conta com ofertas que reúnem BPO com ferramentas de inteligência, que permitem disponibilizar informações de alto valor agregado, ao reunir uma série de tecnologias como Analytics, Inteligência Artificial, IoT e Machine Learning. Trata-se de um modelo disruptivo, que mostra que o BPO vai muito além do backoffice de uma corporação, podendo prover inteligência para o dia a das operações. Esta solução pode ser utilizada, por exemplo, no segmento de Logística para monitorar cargas – em todos os modais – e levantar informações de grande utilidade para as empresas, tais como otimização de rotas e locais de vulnerabilidade. O objetivo é atuar de maneira preventiva e proativa, a partir dos insights inteligentes que podem gerar uma economia média para as empresas de até 20%. Nesse sentido, o BPO pode se tornar um aliado importante na análise de comportamento, monitoramento, otimização e inteligência, provocando uma mudança de cultura do cliente para ajudá-lo a crescer de maneira exponencial. Se você é um C-Level, comece a pensar na terceirização com apoio da automação e inteligência como forma mais assertiva de acelerar a transformação de sua empresa e se beneficiar das inúmeras possibilidades apresentadas pelas novas tecnologias. (*) Monica Herrero é CEO da Stefanini Brasil ———————————————————————————— Segs.com.br valoriza o consumidor e o corretor de seguros Fonte: http://www.segs.com.br/seguros/116615-bpo-terceirizacao-de-servicos-para-que-o-cliente-tome-a-melhor-solucao-e-transforme-seu-negocio
Stefanini discutirá interação entre robôs e humanos em palestra nesta sexta-feira
Conferência Rio Futuro vai debater o impacto da tecnologia na transformação digital dos negócios e da sociedade, na capital fluminense Rio de Janeiro, 17 de maio – Alexandre Winetzki, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Stefanini, vai dividir o palco com a plataforma de inteligência artificial Sophie para discutir a interação entre robôs e humanos amanhã, 18 de maio. A palestra será realizada às 16h15, durante o evento Rio Futuro, na capital fluminense. “Será um momento interessante para debatermos o impacto da tecnologia na transformação digital dos negócios e da sociedade”, afirma Winetzki. A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, também vai levar duas experiências para a conferência. A primeira é o mergulho virtual em alto-mar. Em três estágios de profundidade, o visitante poderá identificar o envolvimento de equipes para cocriar soluções, projetos e mindsets de empresas inteiras. A outra experiência é a chance de conversar com a Sophie, que está em sua versão 2.4. A chatbot atende em 40 idiomas e já foi implementada em diversos segmentos da indústria e do varejo, além de seguradoras e órgãos governamentais. O tema do Rio Futuro é como a inovação deve moldar o futuro, e, ao todo, 61 palestrantes de startups, empresas de tecnologia e do universo acadêmico vão se apresentar no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Centro do Rio de Janeiro. Anote na agenda: Palestra “Humanos e robôs: onde estamos?”, por Alexandre Winetzki, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Stefanini, e Sophie, plataforma de inteligência cognitiva Data: 18 de maio Horário: 16h15 Local: Hotel Prodigy Santos Dumont Airport Endereço: Avenida Almirante Silvio de Noronha, 365. Rio de Janeiro. Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Natália Flach – natalia@dfreire.com.br
Projeto de Lei Complementar Nº 441/2017
Altera a Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001, e a Lei nº 12.414, de 9 de junho de 2011, para dispor sobre os cadastros positivos de crédito e regular a responsabilidade civil dos operadores. Por ocasião da votação do Projeto de Lei Complementar nº 441/2017, foram apresentados destaques e emendas pelos nobres Senhores Deputados, sobre os quais convém esclarecer o quanto segue: DESTAQUE 18 SD e DESTAQUE 10 PSOL – A alteração do art. 1º da LC nº 105/2001 tem a finalidade de estabelecer que não constitui violação de sigilo pelas instituições financeiras o compartilhamento de histórico de crédito, o que é essencial para viabilizar o pleno funcionamento do cadastro positivo, que trará como benefícios a redução dos spreads e da inadimplência, com a consequente estabilidade econômica e melhores condições para a população brasileira. Ressalte-se que a referida alteração não implica a violação do sigilo bancário do cadastrado, pois apenas os gestores registrados no Banco Central do Brasil, de acordo com as normas a serem editadas pelo CMN, poderão receber as informações do histórico de crédito das instituições financeiras – as quais abrangerão tão somente as obrigações financeiras contratadas e aquelas pagas, ainda que com atraso, pelos clientes bancários – para uso consolidado nos scores ou pontuações de crédito, a fim de melhorar a análise para a concessão e, com isso, estabelecer taxas de juros que representem o risco efetivo de cada operação. Para que o mercado veja as informações de forma completa, deverá obter a autorização prévia dos consumidores. Importante esclarecer também que a Lei do Sigilo Bancário, editada em um momento em que o mercado brasileiro operava apenas com o cadastro negativo, já reconheceu que a remessa de informações de inadimplência dos clientes bancários ao sistema de proteção ao crédito, inclusive cheques sem fundos, não viola o sigilo. O que se faz, neste momento em que o cadastro positivo se mostra crucial para a sustentabilidade da economia brasileira, é incluir as informações de adimplemento neste rol, com todas as salvaguardas necessárias para assegurar o seu uso e manutenção adequados, em conformidade também com as finalidades específicas já definidas em lei. DESTAQUE 6 PT e DESTAQUE 14 PP – Haja vista que o principal propósito do PLP 441/2017 é alterar o procedimento atual para a formação do cadastro positivo, a fim de que a inclusão seja automática e apenas a consulta aos dados puros requeira autorização do cadastrado, modificar a redação do art. 4º para trazer novamente a autorização para a abertura de cadastro torna ineficaz as demais alterações objeto da proposta, inviabilizando, assim, os benefícios que dela se espera. É evidente, após cerca de 7 anos de edição da Lei do Cadastro Positivo, que a necessidade de autorização específica para abertura do cadastro – na contramão dos demais países desenvolvidos – culminou na baixa adesão de cadastrados e o consequente insucesso da norma atual. DESTAQUE 7 PDT – O PLP 441/2017, a exemplo da atual Lei do Cadastro Positivo, não prevê o envio, pelas fontes aos gestores de bancos de dados, de informações sobre a renda dos cadastrados. Serão enviados tão somente os dados referentes às obrigações contratadas e às pagas pelos cadastrados, conforme o conceito de histórico de crédito previsto na lei e o rol atualmente delimitado no art. 3º do Decreto nº 7.829/2012, que não incluem a renda. Cabe ressaltar, também, que as informações a serem enviadas pelas fontes aos gestores de bancos de dados somente poderão ser utilizadas para os fins específicos de comunicação ao cadastrado sobre a abertura do cadastro, para que este, querendo, exerça seu direito de sair, e o cálculo de sua nota ou pontuação de crédito. Informações detalhadas somente poderão ser disponibilizadas aos consulentes mediante autorização específica do cadastrado, de forma que não resta configurada violação à sua privacidade. DESTAQUE 15 PSB – De acordo com a atual versão do PLP 441/2017, os gestores de bancos de dados estarão sujeitos (i) ao Código de Defesa do Consumidor – o que autoriza a fiscalização e a aplicação de penalidades pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, (ii) à LC nº 105/01, em caso de quebra de sigilo bancário e (iii) ao cancelamento de seu registro no Banco Central do Brasil, sem prejuízo, ainda, da responsabilização civil a ser apurada judicialmente, o que por si só já constitui arcabouço robusto e suficiente para a responsabilização dos gestores de bancos de dados. Não há, portanto, razão para a exclusão do §7º do art. 12 acrescentado pelo substitutivo que, acertadamente, prevê que os gestores de bancos de dados não estão sujeitos à legislação aplicável às instituições financeiras, haja vista, também, a diferença substancial entre as atividades de ambos. DESTAQUE 11 PCdoB e DESTAQUE 16 PTB/PROS – O atual texto do substitutivo ao PLP 441/2017 mantém a responsabilidade objetiva e solidária das partes, na forma do Código de Defesa do Consumidor, arcabouço já consolidado que, inclusive, aplica-se de forma eficiente ao cadastro de informações negativas. Logo, não se verifica a necessidade de alterações adicionais ao art. 16, que trata da responsabilidade civil de fonte, gestor de bancos de dados e consulentes. DESTAQUE 5 PT – Além das obrigações quanto ao recebimento, armazenamento e disponibilização das informações positivas, o art. 13, II, do PLP 441/2017 já determina expressamente que serão regulamentados os procedimentos aplicáveis aos gestores de bancos de dados na hipótese de vazamento de informações, inclusive quanto à comunicação aos órgãos responsáveis por sua fiscalização. Vê-se, portanto, que o legislador já cuidou de endereçar eficientemente o tratamento de questões relacionadas a incidentes de segurança da informação no instrumento normativo mais adequado ao detalhamento da lei, qual seja, o decreto. EMENDA 1 – Deputado Paulo Teixeira PT/SP – Um dos principais benefícios que se espera com a aprovação do PLP 441/2017 é a inclusão, no mercado formal de crédito, de cerca de 22 milhões de brasileiros que hoje não conseguem comprovar a sua capacidade financeira, embora paguem em dia as suas contas de luz, água, gás, esgoto, telefone
A sala de aula é um starup (ou poderia ser)
[gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/05/REVISTA-MAIO-2018-INOVAEDUC-SITEa.pdf”] Fonte: INOVEDUC http://inoveduc.com.br/
Não é só a tecnologia que fará a transformação digital: escolha bem o seu time
*Paulo Marcelo, CEO da Resource Atualmente, a computação em Nuvem é a tecnologia disruptiva que mais transforma processos e a maneira como as empresas organizam suas formas de trabalho. Utilizar Cloud Computing diminui custos operacionais em companhias de todos os tamanhos e setores, além de garantir mais segurança, mobilidade e produtividade às organizações. A nova tecnologia impactou, revolucionou, polemizou e conquistou seu espaço no mercado, tornando-se um caminho sem volta. Durante a Conferência do Gartner sobre Infraestrutura de TI, Gestão Operações e Data Center, foram discutidas as inovações que são esperadas para o setor e como as empresas devem se preparar para atender às próprias demandas e as de seus clientes investindo no ambiente de TI. O Brasil é considerado hoje o maior consumidor na América Latina dessa nova alternativa computacional. O uso de Nuvem cresce na mesma proporção – ou mais – em que ocorre o progresso de outras tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), novas memórias, entre outras. Armazenar dados virtualmente oferece mais agilidade às operações, diminuindo a quantidade de informações que atravessam a rede. O potencial dessa tecnologia é tão grande que, segundo o Gartner, em 2022, aproximadamente 50% das informações corporativas serão criadas e processadas fora dos data centers e servidores Cloud, o que conhecemos como “Edge”. Atualmente, esse indicador representa 10%. Com a velocidade com que a tecnologia evolui, estar sempre atualizado é essencial para a sobrevivência das empresas. Em um mundo conectado, quem não se transformar digitalmente perderá espaço no mercado. De acordo com o Gartner, os departamentos de TI precisarão remodelar e implementar tecnologias diferentes para os próximos cinco anos. Espera-se que, até 2019, as contratações de especialistas técnicos de TI serão reduzidas em mais de 5%. Já para 2021, 40% do time de TI será responsável por papéis múltiplos, sendo a maioria relacionada a negócios, mais do que à própria tecnologia. As novas soluções tecnológicas são transformadoras, mas vale ressaltar que as pessoas são a parte crucial dessa mudança. Para obter sucesso na modernização da Infraestrutura e das Operações, é necessário que o projeto esteja alinhado com a escolha do time. Cada vez mais essas funções vão precisar de pessoas versáteis com habilidades transversais como pensamento crítico, solução de problema, conhecimento de negócios e habilidades de comunicação. Além, é claro, da qualificação técnica. Até 2020, a consultoria prevê que 75% das empresas enfrentarão rupturas visíveis de negócios devido ao déficit de competências em TI. Essa mudança começa primeiramente na área de Infraestrutura, seguida por gestores de TI não técnicos e líderes com perfil mais versátil. Na era dos negócios digitais, investir para ganhar eficiência e saber integrar habilidades de diferentes áreas é fundamental para manter a competitividade no mercado. Além de focar na geração de valor para os clientes, as empresas de tecnologia devem impulsionar a inovação e agilidade. É a junção de tecnologia com um time de profissionais de alta performance que determinará o sucesso dos negócios. *Paulo Marcelo tem 30 anos de vivência no mercado de TIC. Atual CEO da Resource IT Solutions, também foi Presidente da Capgemini no Brasil e sócio da CPMBraxis e Unitech. Ao longo dos últimos anos, tem contribuído para o desenvolvimento do setor de TI no País, atuando como Vice-Presidente do conselho da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) e como membro do Grupo de CEOs da Câmara Americana de Comércio. Fonte: Infor Channel https://inforchannel.com.br/2018/05/10/nao-e-so-a-tecnologia-que-fara-a-transformacao-digital-escolha-bem-o-seu-time/
Stefanini lança Proxxima Dive em parceria a AM&M Consulting, unidade de consultoria do Grupo Meio & Mensagem
São Paulo, Maio de 2018 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, participará do evento PROXXIMA, nos dias 8 e 9 de maio, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, onde lançará o serviço de consultoria Proxxima Dive by Stefanini. O acordo entre Stefanini e Grupo Meio & Mensagem pretende aproveitar as oportunidades do movimento de mercado, intensificado há três anos, que gera uma aproximação maior entre empresas de tecnologia e de marketing, já que cada vez mais os investimentos em tecnologia da informação estão migrando para a área de decisão do marketing. Por meio de uma experiência com óculos de realidade virtual (VR), disponível no estande da empresa, a Stefanini explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a sua solução. Wagner Kojo, Head of Business Industry (Media & Communication) da Stefanini, participará nesta terça-feira, das 9h50 às 10h20, do painel “Digital Transformation:Decoded!”, juntamente com representantes de outras empresas de consultoria e tecnologia. Durante sua apresentação, Kojo terá a oportunidade de falar sobre a ferramenta Dive, desenvolvida pela multinacional brasileira, com o objetivo de ajudar as empresas na definição de novas soluções que atendam seus desafios de negócios. A oferta é uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente, além de garantir melhores experiências para seus clientes finais. De acordo com Wagner Kojo, o Proxxima Dive by Stefanini foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, formada por especialistas da Stefanini e profissionais estratégicos do cliente. “Não há mais tempo para esperar que grandes consultorias realizem diagnósticos e proponham soluções. Time-to-Market é essencial. Tiramos suas “ideias da gaveta”, transformando as incertezas em soluções digitais WOW, gerando encantamento e envolvimento emocional com a marca”, destaca o executivo. Além do Dive, a Stefanini trabalha com mais duas abordagens de Design Thinking: o Deep Dive, que propõe soluções mais complexas e envolve mais áreas da empresa para cocriar, juntas, uma solução que melhor atenda às estratégias da organização; e o Submarine, que consiste numa imersão constante. “Queremos ir até as profundezas e oferecer para o seu negócio equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade”. Para o diretor de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini, Breno Barros, inovar é questão de sobrevivência das empresas. “Precisamos ser ágeis na resolução dos desafios de negócios, pois não há mais tempo para esperar das grandes consultorias diagnósticos lentos para propor soluções”, complementa Barros. ANOTE EM SUA AGENDA Evento ProXXima Dias: 8 e 9 de maio Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel Painel com a participação da Stefanini: Digital Transformation: Decoded! Dia 8 de maio, terça-feira Horário: 9h50 às 10h20 Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Natalia Flach – natalia@dfreire.com.br
Blockchain e as eleições: perspectivas para o cenário brasileiro
Blockchain é uma tecnologia nova e tem sido bastante utilizada nas chamadas criptomoedas, como as Bitcoin, Ethereum e Litecoin por exemplo. André Leon S. Gradvohl No entanto, a tecnologia Blockchain pode ser utilizada em outras aplicações como contratos inteligentes, redes sociais descentralizadas, gerenciamento de transações imobiliárias, rastreamento de títulos de propriedade e até mesmo em eleições. Por André Leon S. Gradvohl A blockchain possui características importantes: é descentralizada, é consensual, os dados das transações são imutáveis e, principalmente, é criptografada. Em linhas gerais, podemos afirmar que a tecnologia blockchain é uma cadeia de blocos ou registros, interligados entre si, e criptografados. Cada bloco ou registro contém um resumo criptografado do bloco anterior (chamado de hash), um registro de tempo e os dados da transação. Assim, se houver uma mudança em um dos registros anteriores, isso “corrompe” toda a cadeia, pois os hashes não serão mais consistentes entre si. A blockchain utiliza uma rede peer-to-peer, isto é, uma rede formada por vários computadores onde não há um servidor principal. Todos os membros dessa rede têm a mesma importância e, por essa razão, essa rede é descentralizada. Além disso, cada participante da rede tem uma cópia do registro de transações. Portanto, quando um novo bloco é adicionado à cadeia, todos os participantes devem atualizar seus registros através de um protocolo de consenso. O processo eleitoral, especialmente a votação e contabilização dos votos, pode se beneficiar bastante dessas características do blockchain. Por princípio, um sistema de eleição eletrônica confiável precisa satisfazer algumas propriedades, além do sigilo e da integridade do voto. Essas propriedades são a elegibilidade, ou seja, apenas eleitores habilitados poderão votar; a equidade ou a não antecipação dos resultados, para evitar a influenciar eleitores que ainda não votaram; a resistência à coação, isto é, o comprovante do voto não deve identificar a escolha do eleitor; e as verificabilidades individual e universal ou, respectivamente, a possibilidade de o eleitor verificar que seu voto foi contabilizado e que o resultado da eleição considerou todos os votos. Essas propriedades podem ser asseguradas pela tecnologia blockchain, e pelas técnicas inerentes à blockchain, como a criptografia, os protocolos de validação consensual e a imutabilidade das transações, entre outras. No entanto, a tecnologia blockchain ainda não está madura o suficiente para ser rapidamente adotada no sistema eleitoral brasileiro. É preciso lembrar que somos mais de 144 milhões de eleitores aptos a votar e que as eleições ocorrem em um único dia, em um período de cerca de 9 horas. Portanto, seria preciso um sistema bastante robusto e computacionalmente potente para encadear tantos registros de votos. Atualmente, o encadeamento de um novo registro na blockchain – o equivalente à inserção de um voto na cadeia de votos – poderá demorar algum tempo, de minutos a horas. Isso porque são necessárias confirmações de cerca de seis componentes da rede peer-to-peer para considerar o registro validado. Esse tempo de processamento dos blocos pode tornar inviável a votação em um único dia. Há exemplos recentes de uso de blockchain para eleições, em menor escala, que foram aplicados na Colômbia e em Serra Leoa. No entanto, foram apenas experimentos e o resultado não substituiu o resultado oficial. Contudo, foi possível observar o potencial do blockchain para eleições. Enfim, pesquisas para adaptar o blockchain para o sistema brasileiro de votação e muitos testes são necessários antes de se implementar essa tecnologia. Porém, é provável que, nos próximos anos, tenhamos mais experiências interessantes explorando o potencial do blockchain nas eleições em larga escala. O futuro é promissor. *André Leon S. Gradvohl Professor na Faculdade de Tecnologia da UNICAMP e Membro Senior no IEEE gradvohl@ieee.org Fonte: Crypto ID. Blockchain e as eleições: perspectivas para o cenário brasileiro
TOTVS lança Inteligência Artificial e Internet das Coisas para Supermercadistas
Aplicação de IA e IoT chega ao setor com funcionalidades para revolucionar a experiência do consumidor, do gestor e para a qualificação e fluxo de visitantes na loja Na ponta da inovação para o segmento supermercadista, a TOTVS apresenta a Carol, a sua plataforma de Inteligência Artificial, com aplicações voltadas a algumas das principais necessidades do varejo alimentar. Agora, toda empresa poderá disponibilizar aos seus consumidores um aplicativo de fidelidade, o TOTVS Market, com um carrossel de ofertas personalizadas, de acordo com os seus hábitos de compras. Essa novidade e o uso do IoT (Internet das Coisas) nas lojas, com a plataforma bemaGo, serão tema da participação da TOTVS na APAS, principal evento do setor, que vai de 07 a 10 de maio, em São Paulo. Veja abaixo como cada uma dessas tecnologias contribui para o avanço da jornada digital das empresas supermercadistas. Aplicativo de Fidelidade – TOTVS Market Voltada à experiência do consumidor, a solução leva o conceito de personalização do atendimento à prática supermercadista. O cliente que instalar o app no seu smartphone passa a contar com ofertas totalmente direcionadas ao seu perfil. Ele visualiza três carrosséis: das promoções gerais da rede, das ofertas dirigidas especificamente ao seu usuário e, ainda, um com sugestões de produtos que possa vir a gostar, com base no seu histórico de consumo e afinidade entre os itens. Basta ativar a oferta que deseja no seu celular, que o desconto será aplicado diretamente no caixa, assim que passar a compra. Por trás de uma forma simples de interação, em um aplicativo totalmente intuitivo, está a Carol, a Inteligência Artificial da TOTVS. Ela é responsável por analisar o histórico de comportamento de cada usuário e, com base em informações preditivas, alimentar o app com campanhas direcionadas para aquele perfil, especificamente, com os produtos do seu interesse e fazer as sugestões do que ele poderia gostar. Depois disso, a IA estuda os resultados de todas essas ações e fornece dashboards para que o gestor possa medir a sua efetividade. Essa forma individualizada de olhar para o cliente eleva a sua satisfação e estreita o seu relacionamento com a marca, além de possibilitar o aumento do ticket médio e o fluxo de clientes na loja. bemaGo – Internet das Coisas para as lojas A oferta bemaGo vem para levar aos supermercadistas os benefícios da Internet das Coisas (IoT), com a qualificação do público e acompanhamento do fluxo de visitação da loja. Em tempo real, ela mostra indicadores de quantas pessoas estão no ambiente, as suas características de sexo, faixa etária, humor e se existe algum estímulo visual, como barba, óculos escuros, cabelo comprido ou chapéu. O gestor passa a ter em mãos uma combinação valiosa de informações sobre o perfil dos seus clientes e, com isso, consegue executar campanhas direcionadas mais assertivas e estratégicas. Com a plataforma de IoT é possível entender, por exemplo, que existem muitas crianças na loja e fazer uma promoção de bolachas, exatamente naquele momento, potencializando as suas vendas. A oferta é comercializada em um kit com sensores e gateways e acesso na nuvem, por assinatura. “Apresentamos aos supermercadistas diferentes formas de praticar a inovação nos seus negócios para solucionar importantes dores do segmento, seja pela aplicação da Inteligência Artificial ou pelos benefícios da Internet das Coisas. O mais importante é que desenvolvemos ofertas acessíveis a qualquer tamanho de empresa, por uma assinatura mensal, e flexíveis para acompanhar o crescimento das empresas”, finaliza Ronan Maia, vice-presidente de Distribuição e Varejo da TOTVS. Fonte: Crypto ID https://cryptoid.com.br/banco-de-noticias/totvs-lanca-inteligencia-artificial-e-internet-das-coisas-para-supermercadistas/
Maior congresso brasileiro sobre RPA chega a Curitiba!
Marcado para 15 de Junho, evento promete desvendar os desafios de implantação e as vantagens da Automação Robótica de Processos, com a presença de 10 especialistas no assunto e mais de 100 congressistas Você já ouviu falar sobre RPA? A sigla em inglês para Robotic Process Automation (ou Automação Robótica de Processos) é um conceito relativamente novo, que está sendo disseminado mais fortemente nos últimos dois anos. Sua expectativa de crescimento é de 60,5% no mundo, segundo o GlobeNewswire, agência de notícas da NASDAQ. Nada mais é do que é do que a técnica de automatizar tarefas repetitivas e volumosas que compõem os processos de negócios. Em outras palavras: um tipo de software “robô” que replica ações do usuário interagindo e integrando vários processos e atividades realizados dentro da operação. Segundo especialistas no mercado, há potencial para a robótica em todos os setores, principalmente nos processos complexos que envolvem tomadas de decisões baseadas em regras, reconhecimento de padrões e cálculos. O fato é que a RPA irá mudar a produtividade das empresas drasticamente nas próximas décadas. Com o objetivo de desvendar os desafios de implantação e demonstrar as vantagens desse conceito por meio de cases de sucesso, será realizado na capital paranaense no próximo dia 15 de Junho o RPA CONGRESS CURITIBA 2018 – a maior e mais completa conferência sobre o assunto no Brasil. O evento, que teve repercussão bastante positiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo ao todo mais de 600 profissionais, é uma realização do Instituto Information Management (IIMA) e da Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologias para o Gerenciamento de Informação (ABEINFO). Quem estará no evento: mais de 100 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos. São coordenadores, gerentes e diretores de instituições bancárias, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros. Participe você também! Mais informações: http://rpacongress.com.br/2018/ | (11) 3392-4111 – R 29 ou gicelia@iima.com.br RPA Congress 2018 Curitiba 15 de Junho de 2018 FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná Curitiba/PR