Defesa cibernética: Não há gestor que saiba de onde vão vir os ataques

Compartilhe:

A defesa cibernética é uma extensão da atuação das Forças Armadas no Brasil, pontuou o coronel José Ricardo Souza Camelo, do Centro de Defesa Cibernética, ao participar do Seminário Políticas Publicas & Negócios, realizado pela Brasscom, nos dias 30 e 31 de março, em Brasília.


A defesa cibernética é uma extensão da atuação das Forças Armadas no Brasil, pontuou o coronel José Ricardo Souza Camelo, do Centro de Defesa Cibernética, ao participar do Seminário Políticas Publicas & Negócios, realizado pela Brasscom, nos dias 30 e 31 de março, em Brasília.
“Quando se começou a discutir defesa cibernética havia uma dificuldade o que era segurança cibernética ou defesa cibernética. O mundo mais próximo era o da Segurança da Informação”, afirmou o Coronel Camelo. “Na verdade nunca sabemos de onde vem a pancada, como ela vem. fazer a atribuição de um ataque e o gestor de Segurança precisa tomar conta de todas as portas de segurança”, acrescentou.
O próximo desafio são os Jogos Olímpicos e uma tarefa é de capacitar os profissionais. “Valorizar o capital humano é essencial para a definição de qualquer estratégia de proteção”. Assistam a participação do Coronel José Ricardo Souza Camelo, do Centro de Defesa Cibernética.

 

Convergência Digital

Compartilhe:

Leia também

Apenas 16% rejeitam pagar taxa para ter acesso a serviços digitais ao alugar imóvel, revela pesquisa Datafolha

Estudo da Brasscom projeta até R$ 2 trilhões em investimentos em tecnologias até 2029 

AVISO DE PAUTA: Em TecForum Pocket, Brasscom divulga relatório exclusivo com projeção de até R$ 2 tri em tecnologias até 2029