Cresce a demanda por profissionais e Tecnologia se consolida como centro das atenções do mercado de trabalho
Empresas como a Linx apostam nesses profissionais para atuarem em áreas de negócio O Brasil é um país de proporções continentais, que atravessa diferentes cenários econômicos. Apesar do momento positivo, no qual novas demandas são geradas a cada mês, as taxas de desemprego ainda são altas. Isso impacta diretamente o mundo das profissões, no qual a Tecnologia tem se mostrado protagonista, estimulando a criação de ofícios inimagináveis até pouco tempo atrás. Para se ter uma ideia, atualmente, existem 845 mil vagas em TI no Brasil, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). A cada ano, a entidade projeta uma demanda de 70 mil profissionais, porém menos de 50 mil pessoas se formam em áreas capazes de atender a esta necessidade do mercado. No mundo, o cenário não é diferente. De acordo com a organização Code.org, 1,4 milhão de vagas serão abertas em todo o planeta em 2020, mas apenas 400 mil serão ocupadas. O profissional de TI passou a ser um elemento estratégico para o mundo dos negócios. A necessidade de ter alguém capacitado para exercer essa função é crescente, pois digitalização e automação são termos cada vez mais incorporados no mundo corporativo. Tecnologias como Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Robótica, Big Data e Cloud Computing são a nova realidade, provocada pela transformação digital. Existem carreiras que vêm conquistando uma grande fatia desse mercado, como o cargo de cientista de dados, por exemplo. Como vivemos na era da informação, inúmeros dados e informações valiosas são geradas todos os dias. Interpretar e compreender esses dados, levantar sugestões e tomar decisões rapidamente são algumas das principais tarefas desse profissional, que faz uso da programação para extrair, de maneira estratégica, informações essenciais para o desenvolvimento e potencialização de resultados de qualquer negócio. Tem gente contratando A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, entende a importância e valoriza o profissional deste campo. Atualmente, mais de 32% do quadro de funcionários da empresa é representada por esses profissionais. Ao todo, existem mais de 1.100 funcionários especializados em TI trabalhando nos escritórios espalhados por todo o Brasil, atuando em diversas áreas como Digital, P&D, banco de dados, testes e infraestrutura. E, para impulsionar ainda mais o setor de TI, a companhia conta com 100 vagas abertas para profissionais de tecnologia. . No site de recrutamento da empresa, é possível encontrar vagas abertas para diversos níveis, em cidades como São Paulo (SP), Campinas (SP), Bauru (SP), Bebedouro (SP), Uberlândia (MG), Belo Horizonte (BH), Rio de Janeiro (RJ), Aparecida de Goiânia (GO), Recife (PE), Porto Alegre (RS), Cascavel (PR), Blumenau (SC) e Joinville (SC). “Por meio da tecnologia, nos tornamos especialistas em atender às necessidades do varejista, desde o dono de uma rede gigante de lojas até o microempreendedor. O varejo é um setor altamente dinâmico e exige pessoas com formações e experiências muito distintas do restante do mercado de TI. Por causa disso, sustentamos nossa estratégia de expansão por meio de uma cultura que acolhe novos conhecimentos, identidades, experiências e valores. São mais de 3.500 colaboradores trabalhando incansavelmente para atender os nossos clientes com paixão e excelência”, afirma Flávio Menezes, vice-presidente de Marketing e Pessoas da Linx. O processo seletivo busca pessoas que estejam alinhadas com os valores da empresa, como transparência, comprometimento e trabalho em equipe. Talentos com espírito jovem, motivados, focados e curiosos auxiliam na construção da Linx como referência em Tecnologia para o varejo no Brasil. Para mais informações acesse http://www.linx.com.br/trabalhe-conosco/. Website: http://www.linx.com.br/trabalhe-conosco/ Fonte: Terra https://www.terra.com.br/noticias/dino/cresce-a-demanda-por-profissionais-e-tecnologia-se-consolida-como-centro-das-atencoes-do-mercado-de-trabalho,a798b649f0002deffd9ed2ec72419023hoapt8zk.html
CRISE NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO BRASILEIRA FOMENTA NOVA SOLUÇÃO
Por Diário do Comércio A Tecnologia da Informação brasileira corre riscos. Ainda que vá abrir 70 mil oportunidades na área somente este ano, e outras 320 mil até 240, segundo o Relatório Setorial de TIC 2018 da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o Brasil não está preparado para suprir a demanda de profissionais de TI. Embora formemos cerca de 46 mil novos atuantes da área por ano, também segundo a Brasscom, este volume não é o suficiente, causando um déficit de 29 mil profissionais anualmente. Toda essa demanda é causada pela transformação digital que cerca os modelos de negócio, exigindo que se transportem para os ambientes digitais. Essa necessidade é evidente visto que documentos oficiais como RG e CNH já migraram para suas versões on-line. Segundo as tendências de evolução do trabalho levantadas pela ADP Research Institute, divulgadas pela Brasscom, o uso de dispositivos móveis para trabalhar está previsto como uma prática futura. Além disso, segundo a Gartner, há a expectativa de que US$ 3,9 trilhões sejam gastos com TI em 2020, sobretudo softwares corporativos. Provavelmente, o acesso a esses programas seja a partir de dispositivos móveis, tal como smartphones. Embora exista o déficit de profissionais de TI, é relevante ter em conta que existem outras formas de agregar serviços de tecnologia da informação nos meios corporativos sem precisar contratar um time próprio. O outsourcing de TI vem como uma proposta eficaz e menos custosa, especialmente no que diz respeito aos exaustivos processos seletivos e demais demandas dos recursos humanos, além da compra de equipamentos e outros gastos. Inclusive, o cenário de tecnologia tem se desenvolvido ao passo que empresas do tipo SaaS se estabelecem no País principalmente na região Sudeste, como visto nas estatísticas das startups da Startbase. Ainda que muitas se concentrem no Estado de São Paulo, a tecnologia em Minas Gerais também se destaca. Destaques – 10 cidades mineiras se destacam no ranking das 100 cidades mais inteligentes do País, conforme a Urban Systems. Ouro Preto é uma delas, sendo uma cidade que acolhe empresas no ramo da inteligência artificial e desenvolvimento de softwares. Para as soluções de outsourcing de TI, a ouro pretana Usemobile oferece desenvolvimento de aplicativos, podendo agregar na tendência de softwares corporativos levantados pela Gartner, colocando-os a poucos cliques das mãos dos gestores. Assim, empresas como a Usemobile podem reverter o cenário de crise de TI do País, atendendo as demandas pontuadas pela Brasscom e colaborando para a transformação digital dos meios corporativos. Entregue as responsabilidades nas mãos da Usemobile e fique somente com as vantagens fazendo um orçamento. Ou seja um colaborador do time como um desenvolvedor iOS, Android ou Full-Stack e ajude na transição digital dos ambientes corporativos. (Da Redação Diário do Comércio)
Falta de qualificação dos trabalhadores ainda é desafio para indústrias brasileiras
No setor de tecnologia, por exemplo, muitas empresas enfrentam dificuldades para preencher algumas vagas. [maxbutton id=”1″ url=”https://globoplay.globo.com/v/8315148/” text=”Assista” ] Fonte: Bom Dia Brasil https://globoplay.globo.com/v/8315148/
GARGALO DA MÃO DE OBRA É RISCO PARA IMPLANTAÇÃO DO 5G NO BRASIL
Por: Gustavo Paul 03/02/2020 Mais de 300 mil empregos devem ser gerados até 2024, mas o país não forma pessoal suficiente para atender a demanda O governo quer apressar a licitação das novas frequências para instalação no Brasil da tecnologia 5G da telefonia celular. A meta é tentar realizar ainda em 2020 o leilão para as operadoras, permitindo que a tecnologia esteja disponível aos brasileiros em um par de anos. Mais do que simplesmente um avanço técnico, o 5G é considerado a nova revolução mundial no campo das telecomunicações. Expressivamente mais rápida, essa tecnologia aumentará a competitividade e produtividade, permitindo novos negócios e usos para a internet em casas, empresas e veículos conectados. Mas o que poderia ser um processo relativamente simples de concessão pública está cercado de desafios. Um deles é a disputa entre americanos e chineses em torno do fornecimento da tecnologia. É uma briga global. Apenas no Brasil, o governo brasileiro estima que ocorrerão investimentos diretos de até R$ 10 bilhões até 2025, com a geração potencial de 200 mil postos de trabalho. E, é justamente a formação de pessoal qualificado uma das principais preocupações do Ministério das Comunicações, Ciência e Tecnologia. “Falta mão de obra no Brasil. Na área de Tecnologia da Informação (TI) temos vagas abertas que não conseguem ser preenchidas”, alerta um integrante do primeiro escalão do governo. O país, que terminou 2019 com 11,6 milhões de pessoas procurando emprego, deverá ter, entre 2020 e 2024, 300 mil novas vagas na área de TI, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação (Brasscom). A demanda deve ser ainda maior. Esses números são voltados apenas para programadores de software e sistemas, e não incluem a demanda que virá com o 5G. “Os números que divulgados são uma parte da pizza. O quadro da falta de mão de obra nesse setor é ainda mais preocupante. Vamos fazer este ano um levantamento das demandas de mão de obra para a telefonia móvel”, diz o presidente da Brasscom, Sérgio Paulo Gallindo. A área de tecnologia muda em alta velocidade e a demanda por profissionais atualizados é desafiadora. Com o 5G vem aí também a inteligência artificial e a internet das coisas. “A mudança é o novo normal e em 3 a 5 anos tudo será diferente”, adverte Gallindo. “Há vagas para desenvolvedores de software, suporte técnico, infraestrutura, analista de sistemas, entre muitos outros”. Apenas 46 mil pessoas se formam anualmente em universidades para este mercado. “Se não fizermos o dever de casa, boa parte dos profissionais que o país vai precisar poderão ser gerados no exterior”, lembra o presidente da entidade. Serão necessários especialistas em redes de alta complexidade, para trocar equipamentos e desenvolver tecnologias. Num primeiro momento, as operadoras de telefonia poderão requalificar seus técnicos, mas quando a tecnologia ganhar escala a demanda por pessoal será um gargalo. A solução passa pela ação das empresas junto escolas privadas e públicas e uma avaliação sobre como aumentar o interesse pela área. A Brasscom está conversando com governos estaduais e com instituições de ensino federais. Além de bacharéis, o país precisa de tecnólogos. Uma das propostas é aumentar as vagas não só em universidades, mas também no ensino médio e a concessão de bolsas de estudos. A formação de profissionais técnicos leva pelo menos dois anos. O tempo é curto. Gustavo Paul é coordenador de Economia da sucursal de O GLOBO em Brasília. Trabalhou nas redações de O Estado de Minas, Veja, O Estado de S. Paulo e Exame. Também foi assessor de imprensa do Banco Central e do BNDES.
15 cargos em alta na área de tecnologia com salários de até R$ 45 mil
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Por Luísa Granato Levantamento exclusivo para EXAME mostra as principais tendências de habilidades, linguagem de programação e carreira na área de tecnologia São Paulo – A área de tecnologia e os profissionais com habilidades digitais continuam sendo os mais requisitados no mercado de trabalho em 2020. Com cada vez mais empresas passando pela transformação digital, o vácuo de talentos com as habilidades técnicas para preencher a demanda do mercado está aumentando. Até 2024, a busca por esses profissionais chegará a 70 mil por ano no Brasil, mas o número de formados na área será de 46 mil, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Seja a matéria comple no link https://exame.abril.com.br/carreira/15-cargos-em-alta-na-area-de-tecnologia-com-salarios-de-ate-r-45-mil/ [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Estudo revela que falta mão de obra qualificada no setor de tecnologia
Por Matheus Jatobá Até 2024, a busca por profissionais com habilidades digitais chegará a 70 mil pessoas por ano no País, mas o número de formados na área será de 46 mil ao ano, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação Sergio Gallindo afirma que solução é “olhar para o ensino” – Foto: Divulgação Enquanto 11,9 milhões de pessoas procuram emprego no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área de Tecnologia da Informação (TI) deve ter até o ano de 2024, cerca de 290 mil vagas em aberto. O estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revela que o setor enfrenta um grande problema quanto a grande quantidade de vagas disponíveis e a falta de mão de obra qualificada. Com uma movimentação de R$ 479,1 bilhões da produção setorial, a tecnologia da informação sofre com poucos profissionais formados no mercado. Até 2024 a busca por profissionais com habilidades digitais chegará a 70 mil por ano no País, mas o número de formados na área será de 46 mil, de acordo com a Brasscom. Na visão do presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, apesar de o Brasil ter desenvolvido mais nos últimos anos o setor tecnológico, é preciso ainda que o ensino auxilie na transformação desse cenário. “O país conquistou um espaço de evolução nos últimos anos e é algo para celebrar. O fato da demanda superar a oferta é uma conjuntura nacional, existe um equipamento que deve suprir isso que é o de ensino, a empresa gostaria de ter essas pessoas para contratar e fazer o seu trabalho. O Brasil derrapou e não está conseguindo formar os profissionais qualificados que o setor precisa. É um desafio que pode ser visto como uma boa oportunidade”, explicou. Sergio reforça que a solução não é as empresas que devem buscar a solução na criação de cursos e que quem deve suprir essa demanda são os representantes do governo. “Essas iniciativas pontuais, de empresas se aproximando de treinamentos são paliativas, as empresas não deveriam ser oneradas de formar. A verdadeira solução é olhar para o setor de ensino, ver o que está impedindo dele ser promovido. Os governos tem essa responsabilidade, a gente defende o assunto tecnologia no médio técnico e médio regular”, ressaltou. Até o ano de 2024, o investimento no Brasil por parte do setor será de R$ 346 bilhões por ano, mas para que esse aporte chegue é preciso de grande demanda de profissional. “Esse investimento de R$ 346 bilhões não é um investimento que precisa, é um investimento catalogado a partir de expectativa de investimentos empresarial. Para que ele se materialize, é necessário corrigir o problema da formação. Se não tivermos mão de obra, esse valor vai para outro lugar, assim como os empregos que serão gerados”, analisou o presidente da Brasscom. O levantamento realizado pela Brasscom aponta algumas das habilidades específicas que os profissionais do setor de tecnologia da informação devem ter. As especializações são as mais requisitadas a médio e longo prazo, e são as principais dificuldades encontradas pelas empresas. Entre elas, estão em falta profissionais que desenvolvam mobile, com foco em programação de plataformas; computação na Nuvem, aplicando virtualização nas plataformas; Data Analytics, com conhecimentos em Gestão da Informação, Big Data e Ciência de Dados; segurança cibernética e inteligência artificial. Para o presidente do Porto Digital, Pierre Lucena, esse problema se dá por conta falta de preparação do Brasil para o crescimento do segmento de tecnologia da informação. “Esse é um problema mundial, não só local. Essas vagas que surgem em grande quantidade se dão com base no crescimento das empresas que compõem o setor. Dois países em todo o mundo se prepararam para isso e foram os Estados Unidos e a China, que mandaram gente estudar fora, montaram universidade. Agora todos estão correndo atrás do prejuízo para suprir”, disse. Pierre Lucena pontua ainda que Recife é uma das cidades brasileiras com maior preocupação, por conta da grande quantidade de empresas presentes, apesar de ter grandes formadores de profissionais. “Recife tem mais gente com tecnologia per capita do que outras cidades do Brasil. A gente tem grandes formadores. Se a gente quiser resolver o problema do país, é preciso de um grande programa para solucionar isso, que os governos municipais, estaduais e o federal se articulem para auxiliar. As empresas dependem das universidades”, reforçou o presidente do Porto. Empresas investem em cursos O Porto Digital, parque tecnológico do Recife, com o intuito de incentivar a formação de profissionais e fazer com que os já atuantes se qualifiquem, buscou parcerias com instituições de ensino para criar cursos específicos. De acordo com o presidente do Porto, Pierre Lucena, a ideia foi buscar uma parceira com três instituições para que as pessoas buscassem qualificação profissional. “Nos associamos com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Centro Universitário Tiradentes, Fundação Dom Cabral, além da presença do Cesar School, ofertando cursos de graduação voltados para áreas específicas que as empresas mais apresentam dificuldades. A gente está planejando esse ano expandir a formação e colocar mais gente dentro mercado”, contou. Além da criação dos cursos a gestão do parque tecnológico criou um banco de talentos para poder dar suporte as empresas embarcadas. Para este ano, Pierre Lucena antecipa que serão feitas ações para atrair pessoas de outros estados do Nordeste. “A gente montou uma central de pessoas, o mercado está saturado, estamos buscando gente em outras cidades. Devemos começar por João Pessoa e Aracaju, para buscar pessoas qualificadas e suprir as vagas em aberto. Nós temos também a inclusão de mulheres na área, que é algo também muito necessário”, destacou. Para o diretor acadêmico da Digital House, Edney Souza, uma das soluções para suprir essa necessidade de vagas de imediato, seria o foco em ações específicas para desenvolver habilidades que as empresas precisam. “A lógica no Brasil por muito tempo foi dar foco em dar acesso à universidade em tudo, mas não em demandas que o mercado precisa. podemos
Sobram vagas para quem tem habilidades digitais
Por Marcos de Moura e Souza — De Belo Horizonte Valor Econômico Estudo da Brasscom mostra que, até 2024, a demanda por profissionais de tecnologia será de 70 mil por ano, enquanto o número de formados chegará a 46 mil A jovem gaúcha Débora Góis Torres ainda não havia concluído o curso de programação que estava fazendo em Belo Horizonte quando começou a buscar vagas de emprego na sua área. Dois dias depois de formada, achou o que queria. Foi contratada por uma empresa de tecnologia em ascensão na cidade. Pode ter sido um pouco de sorte, pode ter sido porque ela se empenhou. Mas o que certamente pesou a favor foi o fato de que Débora é de um segmento no qual o desemprego praticamente não existe: o dos profissionais com habilidades para negócios digitais. Veja a matéria completa aqui. Fonte: Valor Econômico https://valor-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/valor.globo.com/google/amp/carreira/noticia/2020/01/16/sobram-vagas-para-quem-tem-habilidades-digitais.ghtml
Profissão TI: corrida contra o tempo
Universidade Positivo diagnostica por que faltam tantos profissionais de Tecnologia da Informação (TI) no mercado de trabalho É um tanto paradoxal: enquanto 11,8 milhões de pessoas procuram emprego no Brasil (IBGE – 3.º trimestre de 2019), a área de Tecnologia da Informação (TI) deverá ter, até o ano de 2024, 290 mil vagas em aberto (estudo da Brasscom), com falta de profissionais qualificados para preenchê-las. O salário médio desses trabalhadores é de R$ 4 mil (um gerente pode ganhar mais que o triplo), além de ser uma área que não sofreu com a crise. Continuou ampliando e contratando. Mas se é uma área tão promissora, por que não há profissionais suficientes para as vagas em aberto? Esse foi um dos temas discutidos no Hackathon de Carreiras da Universidade Positivo (UP) – versão TI, realizado no último dia 30 de novembro, em Curitiba. Adriano Krzyuy, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), explica que a maioria dos profissionais disponíveis acha que está bem qualificada. No entanto, ele adverte que a área de tecnologia vem mudando numa velocidade alta e os profissionais não têm acompanhando as atualizações. “Neste momento, eu estou aqui conversando com você, mas não sei o que os chineses estão inventando ou que software os americanos estão desenvolvendo. O grande desafio é manter-se em constante atualização e se qualificando”, diagnostica. Conforme Krzyuy, há demanda para mais eventos como o Hackathon de Carreiras da UP, especificamente na área de TI, como foi o último, que colocou frente a frente profissionais em busca de recolocação e empresas que necessitam desses especialistas. Com a inteligência artificial, a internet das coisas e a massificação dos aplicativos para celular, ou a transformação digital como um todo, a demanda por profissionais de TI também deu um salto e necessita das mais variadas especializações. “Há vagas para desenvolvedores de software, suporte técnico, infraestrutura, analista de sistemas, entre muitos outros”, analisa Krzyuy. Concorrência Kristian Capeline, coordenador-geral do Centro de Tecnologia da Informação (CTI), da Universidade Positivo, conta que a universidade recebeu perto de 2.200 inscrições para o Hackathon, bem acima da expectativa. Dessas, 600 pessoas foram selecionadas para o evento, a partir de testes que fizeram em casa e pitchs em áudios que mandaram. O material foi analisado e selecionado por psicólogos e profissionais de TI. O estudante universitário Matheus de Lara Raimundo, 23 anos, foi um dos participantes do Hackathon. Ele conta que se inscreveu mais pela curiosidade de ver como funcionava a dinâmica do evento. Mas a participação lhe rendeu vários contatos e o estudante do penúltimo ano de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Paraná (UFPR) saiu de lá com uma oportunidade de emprego. “Foi um dia de muito aprendizado. Valeu muito a pena. Já em seguida ao evento recebi o telefonema de uma empresa, me pedindo mais detalhes do meu currículo. Estou aguardando um posicionamento”, diz ele. Apesar da graduação de Matheus não ser exatamente na área de informática, ele já entendeu que o seu curso tem várias ramificações que levam à Tecnologia da Informação – e as duas áreas serão cada vez mais correlatas no futuro. “Esse gatilho foi o que me fez pensar nesta área e participar do evento”, diz o estudante, que já pensa em fazer alguma pós-graduação ou mestrado na área de TI, assim que se formar na Engenharia. “Em todo o Paraná, contando todos os cursos de TI, cerca de dois mil alunos se formam por ano. Entre os alunos do CTI, a taxa de empregabilidade está em 92%. Atualmente, só o CTI, em Curitiba, possui cerca de 2 mil alunos. Então, não faria sentido fazermos um evento voltado apenas para alunos ou profissionais daqui. Seria chover no molhado. Por isso, priorizamos quem não é da área e quem é de fora do Paraná. E vieram pessoas bem qualificadas. Um terço delas não era da área de TI”, analisou Kristian. A Universidade ainda deu uma ajuda de custo de R$ 150 para pessoas que moram a mais de 150 quilômetros de Curitiba. O número de empresas interessadas em participar do Hackathon também foi alto e não foi possível absorver todas. Qual a formação? O Paraná possui 15 mil vagas de trabalho em aberto na área de TI – somente em Curitiba são cerca de 6 mil. O levantamento é da Assespro. Já o Brasil, até o ano de 2024, terá 420 mil vagas à espera de profissionais qualificados e será difícil encontrá-los. Porém, apenas 46 mil pessoas se formam por ano (ensino superior) com o perfil necessário para atender a demanda. Existem atualmente 845 mil empregos no setor, no Brasil. A maioria (42,9%) está concentrada em São Paulo. O estudo é da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), divulgado na metade do ano. O coordenador do CTI da UP ressalta que, para trabalhar na área, o profissional não precisa ser necessariamente formado em informática – que possui dezenas de cursos diferentes -, mas um curso de pós-graduação na área é importante. Há setores que demandam, por exemplo, engenheiros, jornalistas, advogados, psicólogos etc, mas que entendam de TI. “A pessoa pode ter outra formação e fazer uma pós-graduação em TI. Mas também há áreas de trabalho que estão surgindo, como a Inteligência Artificial e a Ciência de Dados, que daqui dois ou três anos demandarão muita mão de obra. A graduação na área também será fundamental. Já chegamos no momento que, com seis meses de bacharelado, os alunos começam a ser contratados, tamanha a demanda. Sairá na frente quem começar a estudar agora”, analisa Kristian. A demanda por estes profissionais de TI está ficando tão alta que, conforme o coordenador, no Hackathon anterior, já na semana depois do evento, as empresas começaram a entrar em contato com os candidatos. Nesta última edição, que ocorreu num sábado, os recrutadores já começaram a entrar em contato com os candidatos participantes no domingo, com receio de chegar a segunda-feira e perder o candidato para outra empresa. Sobre a Universidade Positivo A Universidade
Constitucionalização da proteção de dados pessoais e competências legislativas à luz de análise comparativa entre Direito Pátrio e da União Europeia
quarta-feira, 20 de novembro de 2019 Sergio Paulo Gomes Gallindo, Daniel T. Stivelberg e Evellin D. Silva É relevante cotejar a forma de organização político-administrativa dos dois sistemas. O envio da PEC 17/19 à Câmara dos Deputados iniciou uma nova rodada de audiências públicas, ao longo das quais vimos florescer certas opiniões divergentes a despeito da eloquente convergência, entre os debatedores, com as visões que esposamos. Expressamo-nos1 sobre a natureza jurídica do direito à proteção de dados pessoais, que entendemos tratar-se de direito fundamental autônomo, merecedor de figurar no rol do art. 5º da CF/88 em inciso específico, haja vista sua ampla significância para os fenômenos sociais e econômicos ínsitos à era gigital. Reconhecemos, também, a aguda relevância social da lei 13.709/18, LGPD, que justifica o dever de observância de seus postulados por parte dos entes federados, conforme dispõe seu art. 1º, parágrafo único. Ressaltamos que tal observância vinculativa se dá em face à qualidade das normas contidas na LGPD que tratam de matérias encetadas no rol do art. 22 da CF/88, dispostas como de competência legislativa privativa da União, tais como, Direitos e Garantias Fundamentais, Direito Civil, Informática e Telecomunicações. Neste mister, propugnamos a “higidez dos espaços de competência legiferante, de modo a garantir uma única lei geral … a fim de afastar inseguranças jurídicas em matéria de tratamento de dados pessoais”1, apoiando a inclusão do inciso XXX no art. 22 da CF/88, nos termos da dicção do Senado. Ocorre que a concessão, em favor da União, de competência privativa para legislar sobre proteção de dados pessoais é, precisamente, a questão na qual se observa certo dissenso. Assim, avaliando as respeitáveis posições que defendem a revisão da inserção do inciso XXX no art. 22 da CF/88, pareceu-nos por bem recorrer a um exercício de direito comparado entre os sistemas jurídicos pátrio e da União Europeia, tido por muitos como inspirador e paradigma da LGPD, com vistas a: (i) investigar a natureza jurídica do direito à proteção de dados pessoais; (ii) conhecer o fundamento de validade da edição dos atos jurídicos da UE; (iii) compreender como se dá a distribuição de competências para edição de atos normativos no âmbito do Sistema Europeu; e (iv) identificar as hipóteses autorizativas conferidas aos Estados-Membros para edição de normas traçando um paralelo com a realidade do ordenamento jurídico pátrio. Inicialmente, é relevante cotejar a forma de organização político-administrativa dos dois sistemas. A Constituição de 1988 dispõe, no art. 1º, que o Brasil é uma República Federativa, formada pela união indissolúvel dos Estados e municípios e do Distrito Federal, constituindo-se em Estado Democrático de Direito. O caput do art. 18, por seu turno, explicita a existência de relação de autonomia entre os entes federativos em sua forma de organização político-administrativa. Tal liberdade, contudo, não é plena sendo limitada naquilo que concerne às competências legiferantes, que podem ser privativas da União, art. 22, ou concorrentes entre os entes federados, art. 24. O conceito de autonomia, portanto, não há que ser confundido com o atributo de soberania, mas sim como a capacidade de autodeterminação dentro dos limites traçados pelo constituinte. A institucionalização da União Europeia, por seu turno, traz em si o conceito de supranacionalidade. Trata-se de união político-econômica constituída por Estados-Membros independentes e soberanos e, portanto, com maior grau de autonomia. As instituições comunitárias fazem surgir aquilo que a doutrina denomina de poder constituinte supranacional que tem como fonte de validade a cidadania universal, o pluralismo de ordenamentos jurídicos, a vontade de integração e a mitigação das soberanias2. Souza Neto e Sarmento reconhecem a existência de um processo de constitucionalização no Direito Europeu, “pelo qual este vem ganhando características sui generis, que se aproximam daquelas tradicionalmente atribuídas às constituições estatais”. Os festejados constitucionalistas são, contudo, céticos em relação a sujeição plena dos Estados-Membros a um poder central europeu soberano quando afirmam que não há como vislumbrar, “pelo menos até o momento, a existência de um verdadeiro poder constituinte europeu, sobretudo no sentido de democrático, de um poder constituinte do povo”3. A União Europeia possui vários instrumentos normativos, dos quais destacamos os Regulamentos e as Diretivas. Um Regulamento é um ato legislativo vinculativo, devendo ser aplicado na sua totalidade em toda a UE. Uma Diretiva é ato legislativo que define metas que todos os países da UE devem alcançar. No entanto, cabe a cada país elaborar suas próprias leis sobre como alcançá-las4. Observamos, assim, que o Regulamento é dotado de grau de sujeição significativamente superior ao da Diretiva, na medida em que delega competência legiferante aos Estados-Membros, ou seja, a forma pela qual atingirá uma certa meta. Ao perscrutarmos a natureza jurídica da proteção de dados pessoais no ordenamento da UE deparamo-nos com a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (CDFUE), que, em seu Artigo 8º, 1, preconiza que “todas as pessoas têm direito à proteção dos dados de caráter pessoal que lhes digam respeito”5. A Carta esclarece, ainda, que os dados pessoais podem ser objeto de tratamento desde que a atividade seja orientada a um “objetivo leal, para fins específicos e com consentimento da pessoa interessada ou com outro fundamento legítimo previsto em lei” (artigo 8º, 2). Para conferir concretude ao instituto, o Parlamento e o Conselho Europeus, exercendo a competência normativa a eles conferida pelo Artigo 16º do Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE), editaram o Regulamento (EU) 2016/679, de 27 de abril de 2016, também conhecido como General Data Protection Regulation (GDPR), que dispõe sobre a “proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados”, revogando a Diretiva 95/46/CE, que houvera introduzido o tema no ordenamento da UE. Com efeito, o GDPR é um ato jurídico de natureza derivada, do tipo regulamento, o qual possui fundamento de validade no mencionado artigo 16º do TFUE, que, por sua vez, é caracterizado como fonte primária do Direito Europeu. Klaus Dieter Borchardt explica que os tratados originários e suas modificações são os fundamentos institucionais e “contêm normas fundamentais relativas aos objetivos, à organização e ao modo de funcionamento da comunidade (…) são, pois, disposições constitucionais (…), que proporcionam às instituições comunitárias um quadro para o exercício das suas competências legislativas
#SemanaDaConsciênciaNegra: Celebração à negritude brasileira
Na semana da Consciência Negra, a Brasscom convida seus Associados a se inspirar em brasileiras e brasileiros negras e negros que tiveram relevante papel na política, na cultura e na ciência do Brasil. Enedina Marques foi a primeira mulher negra engenheira do Brasil e desafiou padrões sociais e acadêmicos no Paraná do início do século XX. Primeira mulher engenheira civil formada no estado e primeira engenheira negra do país, Enedina enfrentou preconceitos de gênero e raça durante as obras na então usina hidrelétrica Capivari-Cachoeira – hoje Usina Governador Pedro Viriato Parigot de Souza, considerada seu maior feito como engenheira, e trabalhou no aproveitamento das águas dos rios Capivari, Cachoeira e Iguaçu. Assim como Enedina, os irmãos Antonio e André Rebouças enfrentaram as dificuldades do século XIX. Como conhecidos até hoje, os irmãos Rebouças foram os primeiros afrodescendentes brasileiros a cursar uma universidade, sendo notória a capacidade de ambos na construção e transformação de cidades. Concluíram os estudos na Europa e assumiram grandes responsabilidades no Paraná. A história de homens e mulheres, negros e negras, que ergueram o Brasil jamais deve ser esquecida! A Brasscom luta diariamente pela liberdade e igualdade no setor empresarial e pretende continuar a fazer a diferença no setor de TIC.
Estudo Formação Profissional em TIC e Políticas Públicas
Brasscom Conexão Academia denota o estimulo e apoio à reflexão acadêmica sobre temas correlatos aos objetivos estabelecidos no Estatuto Social da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. O trabalho apoiado expressa a posição acadêmica ou pessoal do(s) autor(es), não vinculando a Brasscom ou seus Associados. Este material pode ser copiado e redistribuído em qualquer suporte ou formato, adaptado, remixado, transformado para criação de outros materiais, desde que os créditos sejam devidamente informados e o material criado seja distribuído sob a mesma licença que o original. Este material não pode ser usado para fins comerciais.
MAIS DE 70 SUBSCRITORES CLAMAM PELA TECNICIDADE DO CONSELHO DIRETOR DA ANPD E PELA LEGITIMIDADE DE SEU CONSELHO CONSULTIVO
Para garantia da excelência na interpretação e aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), A ANPD aguarda composição de sua Diretoria e de seu Conselho Nacional de Proteção de Dados Brasília, 25 de outubro de 2019 – Após 8 anos de intenso debate e constante participação do setor produtivo, em agosto de 2018, a Brasscom e outras mais de 70 entidades dos diversos setores empresariais, da academia e da sociedade civil formaram uma Coalizão que atuou pela célere aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e imediata criação da Autoridade competente, responsável por interpretar e implementar a lei. A conquista da aprovação de uma regulação de Dados Pessoais permite, finalmente, que o Brasil figure entre as principais nações protagonistas da 4ª Revolução Industrial em sintonia com a Economia baseada em dados. Agora, esta Coalizão se reúne novamente para pedir que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) seja munida de uma Diretoria e um Conselho Consultivo compatíveis com as qualidades necessárias para garantir segurança jurídica e a proteção dos direitos fundamentais do cidadão, a saber: autonomia decisória, pluralidade e tecnicidade de seus membros. Sergio Sgobbi, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Brasscom, acredita que “a ANPD terá o importante papel de regular, fiscalizar, dirimir e garantir o direito à liberdade, privacidade, intimidade e livre desenvolvimento das pessoas, interposta com a grande oportunidade propiciada pela chamada economia baseada em dados.” Para visualizar os manifestos, acesse: Manifesto pela Tecnicidade Dos Membros Do Conselho Diretor Da Autoridade Nacional De Proteção De Dados Manifesto pela Representatividade e Legitimidade do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa 75 grupos empresariais fornecedores de hardware, software, soluções e serviços de TIC, incluindo conectividade em banda larga presentes em todos as unidades federativas do Brasil, e reúne 25 instituições que proveem insumos enriquecedores ao setor de TIC. A Brasscom exerce papel de articulação entre os setores público e privado, nas esferas federal, estadual e municipal, propondo e participando da construção de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital e conectado. Além disso, a entidade tem como missão trabalhar em prol do desenvolvimento do setor, disseminando seu alcance, potencializando seus efeitos sobre a economia e o bem-estar social na Era Digital e atua na conscientização da importância da transformação digital e inovação, na busca pela inclusão de computação no ensino médio e na valorização das diversidades. Contato para Imprensa: Alana Araújo e-mail – alana.araujo@brasscom.org.br Tel. (11) 3524-7901 Cel. (11) 9 6578-3281
Sobram vagas para talentos especializados em tecnologia
Fonte: Estadão
Valor Econômico :https://valor.globo.com/carreira/noticia/2019/10/14/sobram-vagas-para-talentos-especializados-em-tecnologia.ghtml
Saiba quais as qualificações são essenciais no setor de tecnologia
FOLHA DE PERNAMBUCO por Folha de Pernambuco Apesar de representar 7% do PIB Brasileiro, área sofre com a escassez A necessidade por mão de obra qualificada é uma demanda forte das empresas de tecnologia. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o segmento representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, e até 2024 serão demandados cerca de 420 mil novos empregos de acordo com a Associação. Porém, além do conhecimento técnico, o comportamento também pode ser fator fundamental para a conquista de uma vaga. Segundo a da superintendente de negócios e inovação do Porto Digital, Mariana Pincovsky, além do conhecimento técnico, é preciso que as pessoas que desejam ingressar no mercado tenham boa base da língua inglesa e que saibam trabalhar em equipe. “O nosso grande problema no perfil desses profissionais que saem das faculdades são nos soft skills, nas competências comportamentais, ou seja, atributos pessoais que você precisa ter. Muitos deles, principalmente os que saem das universidades públicas eles tem um nível técnico muito bom, mas quando vemos habilidades como trabalhar em equipe, inglês, resiliência, eles tem um pouco de dificuldade, e isso é algo que estamos trabalhando”, aponta a superintendente. Mariana aponta que o Porto Digital em meio as quase mil vagas que estão abertas no Parque, desenvolveu em parceria com instituições de ensino cursos para que as pessoas possam se qualificar, e que para isso as empresas embarcadas no Porto foram procuradas para saber o perfil de profissional que precisam. “A gente espera que os cursos possam suprir uma demanda bem reprimida, e para isso a gente entrevistou alguns dos principais empregadores do Parque, e identificamos o perfil de público que eles precisam. A partir disso, a gente modelou cursos com o perfil que os empresários estão precisando hoje, com a necessidade. Temos também o Cesar School, que trabalham na área da inovação, com metodologia diferente das universidades tradicionais”, disse Mariana. O novo Plano de Formação e Capacitação do Porto Digital são ofertados pelo Centro Universitário Tiradentes (Unit), Fundação Dom Cabral, Cesar School e Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), com graduações e pós-graduações nas áreas de engenharia de software, design, internet das coisas (IOT), programação, gestão e transformação digital, ciência da computação, jogos digitais, desenvolvimento de software, entre outros. De acordo com a Brasscom, as universidades brasileiras conseguem suprir apenas 25% da demanda de empregos para as empresas de tecnologia, e essa é uma queixa da superintendente de negócios e inovação do Porto Digital, onde os currículos das instituições de formação estão atrasados em relação à velocidade de avanço da tecnologia, que se atualiza permanentemente. “Uma grande crítica é que a academia demora um pouco para acompanhar o processo de transformação. A gente opera ensinando a revolução industrial, e no mundo atual estamos passando por um processo de transformação digital. É preciso pensar sobre como que podemos mudar as metodologias de ensino, para deixar cada vez mais esses profissionais preparados para o mercado de trabalho, que é um mercado cada vez mais exigente”, destacou. Segundo o secretário de ciência, tecnologia e inovação de Pernambuco, Aluisio Lessa, a dificuldade por profissionais capacitados se dá em todos os principais polos de tecnologia do Brasil, e destacou que um trabalho será feito para que já no ensino médio os estudantes tenham uma base curricular capaz de atuar no mercado tecnológico. “A gente vê a inovação como uma grande corrente. A dificuldade de formação de pessoas é um tema debatido, criamos um grupo de trabalho aqui com o Porto Digital, universidades, e vamos preparar uma grade curricular específica para acelerar essa formação mais capacitada”, disse Lessa. Como uma alternativa para suprir a falta de profissionais com conhecimento avançado, a Mídias Educativas, passou a capacitar os profissionais na própria empresa, como conta a CEO da empresa, Laís Xavier. “No momento a gente precisa de bons desenvolvedores com conhecimento básico, de algoritmo. A prioridade é ter uma base bem feita. Nós formamos internamente, damos a capacitação, dentro da nossa expertise, com a linguagem que utilizamos na empresa, mas também investimos nessas pessoas para que possam aprender algo que sirva de base para todo o mercado”, destacou a CEO. Fonte: R7 https://noticias.r7.com/pernambuco/folha-de-pernambuco/saiba-quais-as-qualificacoes-sao-essenciais-no-setor-de-tecnologia-21092019
Brasscom defende incluir Fust e Funttel no imposto único a ser criado com a Reforma Tributária
Tele Síntese LÚCIA BERBERT 17 DE SETEMBRO DE 2019 Segundo o presidente da entidade, carga tributária do setor deve subir, mas será compensada pela simplificação e segurança jurídica que virão com a aprovação da PEC 45 As empresas de TICs, de hardware e de telecomunicações ligadas à Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apoiam a Proposta de Emenda Constitucional nº 45, da reforma tributária, mas têm reivindicações. Foi o que afirmou o presidente executivo da entidade, Sérgio Paulo Gallindo, na audiência pública para debater a PEC, nesta terça-feira, 17, na Câmara dos Deputados. Uma das reivindicações é incluir as Cides incidentes sobre vários setores da economia. No caso das teles, são o Fundo de Universalização dos Serviços de telecomunicações (Fust) e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico de Telecomunicações (Funttel) – no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será criado em substituição ao IPI, PIS, Cofins, ICMS, ISS. “Esse conjunto de tributos são causadores de problemas de arrecadação e de segurança jurídica”, disse. Outro ponto é a repactuação dos contratos com a administração pública e a definição de uma alíquota máxima do IBS na lei complementar, que será necessária para implementar a reforma tributária. Além disso, quer uma garantia que a criação de novos tributos seja competência apenas do Congresso Nacional. Segundo Gallindo, o setor tem consciência de que a carga tributária vai aumentar para o setor, mas acredita que isso será compensado com a eficiência econômica que será alcançada com a reforma. “A simplificação e a segurança jurídica que virão com a criação do IBS garantirá investimentos de porte no país”, afirmou. O presidente executivo da Brasscom estima que, até 2022, serão investidos mais de R$ 345 bilhões na transformação digital e R$ 396,8 bilhões em redes de telecomunicações e datacenters, com criação de mais 420 mil empregos. Mas espera que haja uma solução para reduzir o imposto incidente sobre a folha de pagamento, maior agravante à competitividade. Uma das opções apontada pelo executivo é a permissão de crédito presumido para contratos com carteira assinada, nos moldes que é adotado por terceirização, como prevê a emenda 44, que modifica a PEC 45. Gallindo também defendeu a não incidência do imposto seletivo, previsto na PEC, sobre qualquer tipo de insumo. Mesma reivindicação foi apresentada por representantes da indústria, agricultura, comércio e de bens de capital. Essa incidência é prevista na PEC 110, da reforma tributária que tramita no Senado. Para a Brasscom, a reforma tributária proposta vai resolver o que hoje é motivo de polêmica entre estados e municípios, pelo licenciamento de software. Outra vantagem é a redução nos custos de investimentos. O apoio à PEC 45 foi aprovado pelo conselho de administração da Brasscom. Fonte: Tele Síntese http://www.telesintese.com.br/brasscom-defende-incluir-fust-e-funttel-no-imposto-unico-a-ser-criado-com-a-reforma-tributaria/
Empresas e Confederações contribuem para o aprimoramento dos leiautes do eSocial
Representantes de empresas e confederações reuniram-se com representantes do Governo e avaliaram alterações no eSocial com o objetivo de simplificar, racionalizar e desburocratizar as informações prestadas. Representantes da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Secretaria de Trabalho, INSS e Secretaria de Previdência), Serpro e Dataprev reuniram-se em Brasília com entidades que compõem o GT Confederativo no dia 04/09/2019 e com empresas usuárias nos dias 02 e 03/09/2019 para tratarem da simplificação do eSocial. Foram analisadas e discutidas as propostas de alteração apresentadas pela equipe técnica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho – SEPRT, juntamente com as propostas apresentadas pelos representantes das empresas. O principal objetivo dessa reunião foi criar um consenso na nova proposta de leiautes do eSocial, para atender as demandas de simplificação solicitadas pela sociedade civil, além de permitir ao governo a substituição de obrigações atualmente exigidas. Na avaliação do Auditor Fiscal do Trabalho João Paulo Ferreira Machado, Coordenador Geral do eSocial, os encontros foram muito ricos tecnicamente e trouxeram uma visão do que as empresas esperam desse processo de melhoria: “Todas as sugestões serão consideradas na avaliação do novo leiaute do eSocial. O novo eSocial será construído em conjunto pela sociedade e pelo Governo, considerando as dificuldades e experiências encontradas pelas empresas no passado. Além disso, conseguimos mostrar a necessidade de solicitar algumas informações para permitir a substituição de outras obrigações, evitar a duplicidade de obrigações e cumprir a missão legal dos entes partícipes.“ A participação das empresas nesse processo é fundamental para construir um sistema enxuto e objetivo. Dentre as sugestões discutidas nos encontros, destaca-se o pedido para que as informações continuem sendo transmitidas apenas para um ambiente único, de forma que as empresas não percam os investimentos que já foram realizados em seus sistemas. A definição sobre a competência e a forma que cada órgão do eSocial receberá as informações transmitidas pelos empregadores deve ser realizada internamente no governo, sem onerar a sociedade. Também foi solicitada a reavaliação do cronograma de implantação de novas obrigações, para que as empresas tenham tempo para adaptar seus sistemas e se preparar para transmitir os eventos. Segundo Paulo Roberto Silva, representante do Conselho Federal de Contabilidade – CFC, “a simplificação proposta para o eSocial trará fortes benefícios à sociedade e facilitará o desenvolvimento e implementação do novo sistema junto às empresas brasileiras”. Para a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – BRASSCOM, o encontro mostra o interesse do Governo em ouvir a sociedade e atender seus anseios. Para Sérgio Sgobbi, representante da entidade, “a retomada das reuniões do GT Confederativo e das reuniões técnicas com as empresas parceiras foi um passo fundamental. Acredito que a proposta discutida nesse encontro atende a demanda de simplificação, sem perder os investimentos já realizados”. Conforme nota conjunta publicada pelos Secretários Especiais de Previdência e Trabalho e da Receita Federal do Brasil, até 30/09/2019 o governo publicará os detalhes do novo eSocial, bem como seu cronograma final de implementação e de substituição de diversas obrigações, como GFIP, RAIS, CAGED e CTPS Digital. Participaram do encontro os seguintes entes: – BRASSCOM – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – CFC – Conselho Federal de Contabilidade – CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNCOOP – Confederação Nacional das Cooperativas – CNI – Confederação Nacional da Indústria – CNS – Confederação Nacional de Serviços – CNSeg – Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização – CNT – Confederação Nacional do Transporte – CONTAG – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – FENACON – Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – INSS – Instituto Nacional do Seguro Social – STRAB – Secretaria de Trabalho – SPREV – Secretaria de Previdência – SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade – SERPRO – Serviço Federal de Processamento de Dados – DATAPREV – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social Por Portal eSocial Fonte: eSocial http://portal.esocial.gov.br/noticias/empresas-e-confederacoes-contribuem-para-o-aprimoramento-dos-leiautes
Mulheres programadores: iniciativas querem mais representatividade em tecnologia
Yahoo Finanças10 de setembro de 2019 Por Matheus Mans Ariadne Hostins era designer gráfica e não tinha contato algum com a tecnologia até conhecer a Laboratória, iniciativa que busca inserir mulheres no mercado de programação. Ela pesquisou um pouco, consultou o material e se encantou. Acabou ingressando na primeira turma do curso, há um ano, e hoje é engenheira de software na Escale, startup que escala negócios como Nubank. “Descobri que era isso que queria fazer da minha vida”, diz. Ela faz parte de uma onda de alunas que estão sendo formadas por iniciativas particulares, com viés social, que estão se espalhando pelo Brasil para democratizar o acesso ao mercado de programação e desenvolvimento. Afinal, hoje, apenas 20% dos profissionais de tecnologia são mulheres, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Número bem abaixo da realidade brasileira. “Há um desequilíbrio social que causa a exclusão de mulheres na sociedade. Ao mesmo tempo, para 2025, estima-se que haverá mais de 1,2 milhão de empregos para programadores e apenas metade dessa demanda estará preenchida”, afirma Regina Acher, cofundadora da Laboratória no Brasil. “[É preciso] inserir mais mulheres no mercado de tecnologia por meio de uma capacitação com desenvolvimento técnico e socioemocional”. A Laboratória, de Acher, tem presença em grande parte da América Latina com um curso que ensina as principais vertentes da programação em 6 meses e conta com parceiros globais como Google e Microsoft. Além disso, no Brasil, já formou 100 alunas ao longo de um ano e meio. Dessas, cerca de 94% estão trabalhando na área de tecnologia em grandes empresas. “O mercado de tecnologia é predominantemente masculino e, por isso, iniciativas como a Laboratória são importantes. As equipes que trabalham com tech devem ser diversas, visto que a sociedade é diversa”, afirma Acher, da Laboratória. “Não faz sentido um time composto apenas por homens trabalhar em um app focado em mulheres. Certamente o resultado será melhor se o trabalho for feito por pessoas que tenham mindset distintos”. Inspiração Outra iniciativa que se destaca no cenário nacional é a PrograMaria, startup que quer levar ensinamentos de programação para mulheres em todo o Brasil. A empresa surgiu, em 2015, como um clube de programação para mulheres. No entanto, por conta do cenário, a Programaria acabou evoluindo. “É muito difícil se imaginar fazendo algo que não tem mais ninguém como você fazendo”, diz Iana Chan, cofundadora. “Queremos mudar o cenário”. Hoje, a Programaria já ofereceu 16 oficinas e 4 cursos completos sobre programação. Além disso, acaba de promover o PrograMaria Summit, evento em São Paulo para unir mulheres do setor de tecnologia com grandes empresas atuantes no mercado brasileiro, como Vivo, Nubank e Oracle. Segundo Iana, além da necessidade natural de se levar mulheres para o mercado de tecnologia, há a atenção às particularidades do desenvolvimento de softwares. “Aplicativos, tecnologias e ferramentas possuem o viés de quem os cria. E, geralmente, são homens. Já vi aplicativos sobre saúde sem qualquer atenção à saúde da mulher, como ciclo menstrual. Isso mostra como há falta de cuidado e diversidade”, afirma a cofundadora da PrograMaria, sobre outros desafios que enfrenta no setor. “Tecnologia é uma ferramenta para resolver problemas de todos. Quantos problemas as mulheres poderiam resolver?”. Agora, depois de se concretizar como uma startup com cursos presenciais, a PrograMaria quer olhar para outros setores da sociedade. E quer chegar onde cursos de tecnologia não chegam. “Nosso próximo passo é lançar um curso de programação híbrido, sendo parte presencial e parte online. Queremos alcançar o maior número de pessoas, com qualidade”, diz. “E isso ajuda todo mundo. Afinal, a diversidade traz um ambiente mais inovador”. Fonte: Yahoo! Finanças https://br.financas.yahoo.com/noticias/programas-mulheres-tecnologia-070019163.html
Evasão escolar: 69% dos alunos dos cursos de tecnologia não se formam
Globo News, Em Ponto, 09/09/2019 Assista a matéria completa clicando aqui Fonte: Globo News, Jornal em Ponto http://g1.globo.com/globo-news/videos/v/evasao-escolar-69-dos-alunos-dos-cursos-de-tecnologia-nao-se-formam/7907330/
Rumo a 25% do PIB, economia digital bate nos R$ 479 bilhões e tem impulso do neurobusiness
Segs Escrito ou enviado por Dino Neurociência e design thinking fazem parte das estratégias criativas que devem alavancar os faturamentos corporativos nos próximos anos A economia digital deverá ser responsável por 25,1% do PIB brasileiro em 2021, segundo um estudo da Accenture. O impulso deste mercado vem das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que no ano passado movimentaram cerca de R$ 479 bilhões no país, alta de 2,5% sobre 2017, de acordo com a Brasscom. Já no âmbito mundial, a economia digital responde por cerca de 22,5% do mercado geral. E neste segmento, algumas tendências começam a tomar corpo, como os conceitos de neurociência e design aplicados a negócios, especialmente no cenário da inovação. Um destes conceitos, o chamado neurobusiness, que vem galgando espaço na cena brasileira alicerçado em outras práticas, como o design thinking, já que ambos têm sustentação no pensamento criativo, no direcionamento de estratégias a partir de novas formas de exercitar o pensamento, a criatividade e o próprio cérebro humano. A linha do design thinking, por si só, já atrai empresas de renome, como Samsung, Volkswagen, Netflix e Natura, que têm exemplos de aplicação desta ciência divulgados em veículos diversos. O conceito também tem crescido na cena de cursos: conforme o Instituto Echos, só em seu Laboratório de Inovação o aumento por formações abertas nesta área aumentou 31,4% em 2018, enquanto na modalidade in company a alta foi de 30%. E o neurobusiness vai ainda além do design thinking. Conforme a mestre em Neuromarketing pela Florida Christian University e especialista em Gestão de Pessoas, Aline Dotta, esta linha de pensamento e estratégia tem alto impacto sobre a gestão das empresas na era da economia digital. Professora convidada no pós-MBA de Neurobusiness da FGV e fundadora da empresa Aline Dotta Neurobusiness, que atua na área de consultoria de desenvolvimento humano há mais de 15 anos, a especialista será ministrante de uma palestra sobre o tema no evento Mesas TI, em Caxias do Sul, na sexta-feira, 30/08. “A psicologia nos estuda enquanto indivíduos, e a neurociência pode ajudar os líderes a compreenderem diferentes comportamentos. Isso permite ao líder ou profissional ter mais performance e estimular suas equipes a serem mais eficientes também”, explica Aline. O evento, que tem patrocínio de Multiedro, Tivit, Algar Telecom, Locaweb Corp e Cluster2Go, é realizado pelo SEPRORGS, entidade que representa as empresas de informática do Rio Grande do Sul, e ocorre no Personal Royal Hotel, das 11h30 às 14h. Para a diretora de Relacionamento do SEPRORGS, Madeleine Brigidi, levar o Mesas TI para Caxias do Sul faz parte de uma agenda intensiva de atividades que a entidade projeta expandir pelo estado. Nesta linha, a agenda já contou, em junho, com a realização da primeira edição do SEPRORGS+ em Caxias do Sul, reunindo palestras do Grupo de Gestão de Pessoas, Grupo de Gestão Empresarial e Mentorings. “Nosso objetivo é contribuir para agregar cada vez mais valor aos ecossistemas digitais de todas as regiões em que atuamos”, explica Madeleine. Fonte: Segs https://www.segs.com.br/seguros/189758-rumo-a-25-do-pib-economia-digital-bate-nos-r-479-bilhoes-e-tem-impulso-do-neurobusiness
Coreia do Sul busca o mercado Brasileiro de TICs
Por: RAFAEL BUCCO, 4 DE SETEMBRO DE 2019 País busca aproximação e está elaborando, em parceria com o Ministério da Economia, um relatório sobre o que o Brasil pode fazer para acelerar o desenvolvimento do mercado de tecnologia. A Coreia do Sul está trabalhando com o Ministério da Economia em uma série de sugestões para facilitar a abertura do mercado brasileiro. Interessa em especial ao país asiático ter entrada maior em nosso mercado de tecnologias da informação e comunicações. A mensagem foi transmitida no final de agosto, em evento realizado pela Kotra, a Agência de Promoção ao Comércio e Investimento da Coreia, em São Paulo. Participaram executivos de TICs brasileiros, associados da Abranet, Abinee, Brasscom, além de consultorias e startups. O interesse tem razão de ser. A Coreia é grande exportadora de hardware em TICs. Sua empresa mais conhecida é a Samsung, mas há também outras, como LG, especializadas em equipamentos. A economia coreana tem alta complexidade e seu principal produto de exportação são circuitos integrados. Diferente do Brasil, que tem pauta exportadora baseada em produtos primários, capitaneada pela soja. A intenção é trazer ao Brasil software e serviços, produto ainda relativamente pequeno na pauta exportadora coreana, responsável por vendas de US$ 10 bilhões. O mercado brasileiro consome US$ 38 bilhões em software e serviços, segundo estimativa da Kotra. COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO O relatório está sendo criado em parceria com Ministério da Economia brasileiro dentro da iniciativa coreana Knowledge Sharing Program (KSP, Programa de Compartilhamento de Conhecimento na sigla em inglês). O material trará recomendações com base no que deu certo no país asiático. Os representantes gostam de ressaltar que, por lá, priorizou-se o investimento em infraestrutura a fim de garantir acesso universal a internet e computadores. O governo coreano criou um fundo para financiar iniciativas de TICs, elaborou um currículo escolar que deu aos alunos conhecimentos básicos de computação, subsidiou o treinamento e a readequação de profissionais para migrarem ao setor de tecnologia, e elegeu instituições de ensino que deveriam ter como foco a excelência na educação para TICs, distribuindo bolsas de mestrado e doutorado na área. As recomendações para o Brasil irão neste sentido. Vão estar no texto orientações para que busquemos fazer parte da cadeia global de valor, reduzamos barreiras regulatórias, incentivemos a inovação, e treinemos os cidadãos para que adquiram competências digitais. Para facilitar a inovação, a sugestão é criar ambientes desregulados para que empresas possam testar produtos e modelos de negócio por tempo limitado, em número pré-especificado de clientes, e sob a supervisão governamental. A ideia é uma forma de acelerar a realização de projetos-piloto que operem com autorizações temporárias, deixando a regulação existir ex-post, ou seja, após a descoberta do mercado. Não seria a primeira em que o Brasil faz a parceria com os coreanos para elaborar uma avaliação de nossas políticas. Em 2013 já houve o estudo conjunto, dentro do KSP, para promover o desenvolvimento da agricultura familiar, ampliando as exportações de produtos de horticultura para a Coreia do Sul. Em 2011, a parceria produziu um relatório sobre a Sudene, analisando o impacto do investimento estrangeiro no Nordeste brasileiro na criação de zonas de processamento para exportações. Fonte: Tele Síntese http://www.telesintese.com.br/coreia-do-sul-busca-o-mercado-brasileiro-de-tics/
As 6 melhores linguagens de programação para iniciantes
Computerworld Da Redação, 01/09/2019 às 14h00 Separamos uma lista com 14 cursos online gratuitos para você aprender HTML, CSS, JavaScript, Java, Ruby e Python É notória a falta de programadores qualificados no mercado de trabalho que passa por transformações digitais. Segundo relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem atualmente 845 mil empregos no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação no Brasil, sendo que a maioria (42,9%) está concentrada em São Paulo. A demanda anual por novos talentos projetada entre 2019 e 2024 está em 70 mil profissionais. Porém, apenas 46 mil pessoas se formam ao ano no Ensino Superior com o perfil necessário para atender essas vagas. A boa notícia é que muitos profissionais têm encontrado oportunidades para renovar suas habilidades fazendo cursos online em casa. Há uma série de possibilidades no vasto campo da internet para aqueles que estão iniciando suas carreiras em tecnologia. Mas, afinal, por onde começar a aprender? Na lista abaixo, selecionamos 14 opções de cursos online gratuitos para você aprender as linguagens de programação mais indicadas para iniciantes. HTML e CSS Embora não sejam linguagens de programação efetivamente, o conhecimento de HTML e CSS é fundamental para qualquer desenvolvedor. HTML e CSS estão presentes em qualquer página da web moderna e mesmo que um desenvolvedor crie aplicativos, é necessário saber como adicionar as aplicações criadas em um site moderno, inteligente e responsivo. Você não quer publicar seu projeto que se dedicou tanto em um site feio, não é mesmo? HyperText Markup Language (HTML), assim como diz seu nome, é uma linguagem de marcação, usada para definir onde devem estar cada elemento de uma página web, assim como seu conteúdo em texto que também é estabelecido em HTML. Atualmente o HTML está em sua quinta versão (HTML5) que foi desenvolvida pelo coletivo World Wide Web Consortium (W3C), organização responsável pela padronização “www”. Já o Cascade Style Sheet (CSS) é a linguagem responsável por dar cor, estilo e design aos elementos da sua aplicação ou site. Para aprender CSS é necessário que saiba HTML, pois são linguagens interligadas. Os códigos escritos em CSS devem ficar dentro da estrutura criada em HTML. Cursos Introdução ao HTML e CSS Curso de CSS Introdução a HTML e HTML 5 JAVASCRIPT JavaScript, assim como HTML e CSS, é amplamente usado no desenvolvimento de páginas e aplicações web. No entanto, não a subestime. JavaScript é poderoso e até jogos são inteiramente desenvolvidos com a linguagem que permite que páginas e aplicações web sejam interativas, com movimento, efeitos e animações. Criada em 1995, a tecnologia JavaScript foi originalmente desenvolvida para que navegadores pudessem executar scripts que controlam o navegador, automatizando processos. Ela se comunica com Modelo de Objeto de Documentos (DOM) que é uma rede de páginas conectadas, onde as alterações feitas no DOM se aplicam a todas as páginas de um site. Cursos JavaScript para iniciantes JavaScript – curso em português JAVA Java é uma linguagem muito conhecida por rodar em qualquer sistema operacional, desde sistemas mobile como Android e iOS até plataformas desktop como Linux, macOS e Windows. Assim como JavaScript, Java também é uma linguagem que se comunica com DOM. Trata-se de uma linguagem tão versátil que muitos sistemas de calculadoras, rádios de carros e celulares são fundamentalmente programados com a tecnologia, até mesmo dispositivos com Internet das Coisas (IoT) carregam Java em sua construção. Com Java você pode trabalhar com computação em nuvem, programar peças robóticas, desenvolver aplicações mobile e web até criar jogos. Cursos Aprenda Java Java grátis para iniciantes – em português Java para iniciantes RUBY Ruby é a linguagem que mais se assemelha a escrita em inglês, por esse motivo, é muito procurada por iniciantes pois é fácil entender os comandos construídos com a tecnologia. De acordo com a página oficial da linguagem, “Ruby é dinâmica, open source, com foco na simplicidade e na produtividade. Tem uma sintaxe elegante de leitura natural e fácil escrita.” Ruby pode ser frequentemente encontrada no desenvolvimento orientado da web a bancos de dados, incluindo vários sites e serviços conhecidos. No entanto, mesmo que pareça com a língua inglesa, não é só sair escrevendo ordens que a máquina vai te obedecer, é necessário muito estudo para desenvolver aplicações poderosas, como as das startups Good Reads, Airbnb, Fiverr, Ask.fm, SoundCloud e Shopfy que carregam Ruby em sua fonte. Cursos: Aprenda Ruby do zero Aprenda Ruby on rails Ruby on rails do zero PYTHON Você já deve estar cansado de ouvir que dados são o novo petróleo. E para dominar o universo dos dados é necessário aprender Python. Além de amplamente usado por cientistas de dados, Python também está presente no back-end de alguns dos principais serviços, incluindo Instagram e YouTube, além de muito utilizado em jogos. Python funciona como uma calculadora, o usuário estabelece as variáveis e a tecnologia gera os resultados. Por esse motivo, é muito usada na análise de big data. Cursos Aprenda Python do zero Introdução à Ciência da Computação com Python Parte 1 Curso básico de Python Fonte: Computerworld https://computerworld.com.br/2019/09/01/as-6-melhores-linguagens-de-programacao-para-iniciantes/