Compras governamentais: Em TI a melhor proposta é a que faz o melhor gasto

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Compras governamentais na área de Tecnologia não podem levar em conta apenas a questão do preço. A melhor proposta é aquela que faz o melhor gasto e não o mais barato. "É o cumprimento da demanda que deve ser levado em conta', diz o advogado e presidente da OAB/Distrito Federal, Juliano Costa Couto, que participou do Seminário Políticas Públicas & Negócios, realizado pela Brasscom, nos dias 30 e 31 de março, em Brasília. Segundo ele, o trato da TI precisa mudar o quanto antes, especialmente, na relação órgão público/fornecedor. "Na Copa do Mundo, o Governo do Distrito Federal titubeou para definir onde ia colocar o data center. E houve muita pressão. Isso não pode ser assim", frisou. Assistam a participação de Juliano Costa Couto.


Compras governamentais na área de Tecnologia não podem levar em conta apenas a questão do preço. A melhor proposta é aquela que faz o melhor gasto e não o mais barato. “É o cumprimento da demanda que deve ser levado em conta’, diz o advogado e presidente da OAB/Distrito Federal, Juliano Costa Couto, que participou do Seminário Políticas Públicas & Negócios, realizado pela Brasscom, nos dias 30 e 31 de março, em Brasília.
Segundo ele, o trato da TI precisa mudar o quanto antes, especialmente, na relação órgão público/fornecedor. “Na Copa do Mundo, o Governo do Distrito Federal titubeou para definir onde ia colocar o data center. E houve muita pressão. Isso não pode ser assim”, frisou. Assistam a participação de Juliano Costa Couto.

Convergência Digital

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