Projeto do MCTIC pretende integrar sistemas de monitoramento ao Plano Nacional de IoT

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O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) prepara um projeto para integrar os sistemas de identificação e rastreamento por radiofrequência (RFID) em operação no país. A ideia é juntar essas iniciativas ao Plano Nacional de Internet das Coisas.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) prepara um projeto para integrar os sistemas de identificação e rastreamento por radiofrequência (RFID) em operação no país. A ideia é juntar essas iniciativas ao Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e usar a tecnologia para criar soluções em áreas como mobilidade urbana, segurança e transporte de cargas.
Nesta quarta-feira (4), o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, abriu a primeira reunião do grupo de trabalho que se debruça sobre o tema. Além do MCTIC, outros 12 ministérios integram o projeto.
“Todos nós no MCTIC consideramos ser muito importante a implantação desse sistema. Nossa disposição é de apoio total. Tenho certeza de que, em pouco tempo, esse projeto terá uma visibilidade muito grande”, disse.
Na primeira fase, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações vai reunir demandas e exemplos das tecnologias usadas atualmente pelas outras pastas. Em uma etapa seguinte, a implantação do sistema integrado será testada pelo Departamento de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) e pela prefeitura de Santo André (SP), como explica o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital, José Gontijo.
“Nossa ideia é pegar todas as experiências que esses órgãos têm e tentar integrá-las ao Plano de Internet das Coisas, para que a gente possa implementar no país uma eficiência no transporte de cargas e passageiros, por exemplo. Hoje, existem iniciativas isoladas de monitoramento que não se interconectam. A ideia é ter um projeto único e usar o Detran de Pernambuco e a cidade de Santo André para testar a viabilidade do projeto”, detalhou.
A iniciativa também conta com participação de duas entidades vinculadas ao MCTIC, a Ceitec S.A, empresa pública que atua no segmento de chips de identificação automática, e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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