Brasscom lança primeiro Censo de Diversidade do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação

A primeira edição do Censo de Diversidade do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) foi lançada pela Brasscom. O estudo é pioneiro no mapeamento do panorama das empresas do setor, estimulando discussões aprofundadas sobre o tema. Além disso, o censo fornece uma nova perspectiva para que as empresas consigam fortalecer seus programas de diversidade, inclusão e pertencimento. Entre os dados que chamam a atenção está a presença dos profissionais LGBTQIAP+, que representam 10,9% da força de trabalho do setor. O levantamento indica também que 57,5% dos profissionais desse grupo consideram o ambiente de trabalho inclusivo. Outra informação de destaque é a representatividade racial, onde 15,5% dos respondentes se identificam como pretas e 19,5% como pardas. Mulheres pretas representam 16,3% dos cargos de diretoria, gerência e coordenadoria, enquanto brancas correspondem a 72,7%. Entre os homens, 24,5% se identificam como pretos, 4,9% como pardos e 69,0% como brancos nesses mesmos cargos. Em outra publicação da Brasscom, Relatório de Diversidade no Setor de TIC, aponta para um avanço da participação de profissionais negros no período de dezembro de 2023 a junho de 2024, com um crescimento de 7,3% entre mulheres negras e 6,0% entre homens negros, reforçando a importância das ações voltadas para a diversidade e inclusão no setor. Já com o recorte de gênero, a pesquisa identificou que 34,2% dos participantes são mulheres. Nos cargos de diretoria e gerência, a representatividade feminina é de 34,1%. Os dados do Relatório de Diversidade mostram que a contratação de mulheres teve um crescimento de 1 ponto percentual e um aumento de 1,6 p.p. de mulheres nos cargos de liderança entre 2019 e 2024. Os dados têm indicado uma tendência positiva e o Censo de Diversidade vêm com o intuito de intensificar iniciativas e fortalecer a igualdade de gênero. O documento ainda indica que o setor é jovem. Segundo o levantamento, a maior parte dos profissionais no setor TIC tem entre 26 e 35 anos (35,9%). Na faixa etária de 18 a 25 anos, 55,3% dos respondentes possuem ensino fundamental, médio e técnico. Entre os profissionais de 26 a 35 anos, 44,8% deles têm ensino superior. Por outro lado, 49,1% dos profissionais que responderam à pesquisa têm pós-graduação, mestrado e doutorado. A pesquisa foi realizada entre abril e outubro de 2024 e contou com a participação de mais de 20 mil respondentes, tendo como empresas colaboradoras a A5 Solutions, Assesso, BRQ Digital Solution, Capgemini, Cervello, CESAR, CI&T, Cognizant, Globant, Ília, K2 Partnering, NTT Data, Senior Tecnologia para Gestão, Stefanini Group, Tivit, Totvs e Unisys. A pesquisa mostra que, apesar do avanço, ainda há desafios a serem enfrentados, como o aumento de profissionais PCDs, que atualmente representam apenas 3,7% da força de trabalho. A maior concentração é em deficiência física, com 44,2%, seguida de deficiência visual, com 25,8%. A maioria das pessoas com deficiência (PCDs) ocupa cargos de assistente e auxiliar, seguida de cargos de analista. “A diversidade é uma das bandeiras da Brasscom, e para fortalecer o Macrossetor de TIC, trabalhamos ativamente com o Grupo de Trabalho Técnico (GTT) e conduzimos pesquisas de mercado. As informações obtidas por meio do Relatório de Diversidade do Setor de TIC – Primeiro Semestre de 2024 e do Censo de Diversidade revelam que estamos no caminho certo, com resultados que demonstram avanços significativos, mas também destacam que ainda há muito a ser feito. Esses dados são fundamentais para apoiar a criação de programas de diversidade dentro das empresas, além de impulsionar ações no setor, promovendo um ambiente mais inclusivo e representativo para as empresas associadas.”, afirma Mariana Rolim, diretora executiva da Brasscom. Fonte TI Inside: Brasscom lança primeiro Censo de Diversidade do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação | TI INSIDE Online
TIC pode gerar até 147 mil empregos formais no Brasil em 2025
O macrossetor de Tecnologia, Informação e Comunicação (TIC) no Brasil está projetando gerar de 30 mil a 147 mil empregos formais até dezembro de 2025, de acordo com o Relatório de Perspectivas do Mercado de Trabalho do Macrossetor TIC, produzido pela Brasscom. Mais da metade (57%) correspondem a funções diretamente ligadas à área de Tecnologia. De acordo com o estudo, a previsão base é criar 88 mil novos empregos até o final do ano, enquanto no cenário otimista o número pode chegar a 147 mil, já no ponto de vista conservador, a estimativa é de 30 mil novas ocupações. A Brasscom explica que há um movimento positivo do mercado e que, nos últimos dois anos, houve o crescimento de empregos informais e empresários individuais (MEIs) que superou o de empregos formais. Entre 2022 e 2024, a taxa de crescimento acumulada de empregos formais no setor foi de 4,5%, enquanto o crescimento dos empregos informais chegou a 13% e o dos MEIs e empresários individuais registrou alta de 18%. A quantidade de empregos gerados pode ser influenciada por fatores de políticas públicas e mercado que afetam diretamente o setor, como: investimentos, crescimento do trabalho informal, reoneração da folha de pagamento, reforma tributária, qualificação da mão de obra, PEC 6×1 (que debate a jornada de trabalho) e propostas legislativas, como o Projeto de Lei 2338, que trata do uso de Inteligência Artificial, entre outros. Grade curricular vira desafio O número de graduados no ensino superior tem aumentado, mas a falta de revisão nas grades curriculares de faculdades acaba sendo um desafio para o setor. A Brasscom, que representa as empresas do setor de TIC, diz que é necessário requalificar os cursos para atender às novas demandas do mercado. Mesmo com uma projeção positiva, o mercado de TIC tem enfrentado dificuldades para suprir a crescente demanda por profissionais qualificados. Durante 2019 e 2024, a necessidade do mercado foi de 665.403 profissionais, entretanto, o setor viu se formarem apenas 464.569 profissionais entre 2018 e 2023, levando em consideração que o estudante formado em um ano entrará no mercado de trabalho no ano seguinte. Ou seja, o acréscimo da demanda ainda é superior ao aumento da oferta por profissionais de tecnologia em 30,2%. Quais são as principais demandas? Conforme o estudo, os profissionais que serão mais demandados pelo mercado em 2025 são Gerente de TI, Desenvolvedor Back-end, Coordenador de Segurança da Informação e Gerente de Projetos. Já as profissões consideradas mais importantes para o setor de tecnologia nos próximos anos são Analista e Cientista de Dados, Especialista em AI e Machine Learning e Analista de Segurança da Informação. Entre as competências mais demandadas, destacam-se Inteligência Artificial (IA), Big Data, Redes e Cibersegurança, que devem ser fundamentais para a evolução do macrossetor TIC. Publicado no IP News: https://ipnews.com.br/tic-pode-gerar-ate-147-mil-empregos-formais-no-brasil-em-2025/
Perspectivas do setor TIC para 2025
Publicado no : Perspectivas do setor TIC para 2025 | TI INSIDE Online O setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) no Brasil está em crescimento acelerado, se consolidando como um dos motores da transformação digital do país. A expectativa é de que o setor B2B de TI cresça 13 % em 2025, de acordo com a pesquisa IDC Predictions Brazil 2025. A dinâmica é um reflexo aos movimentos do mercado, que tem demandado mais infraestrutura, mais produtividade, cibersegurança e melhor controle e otimização de custos. Um outro estudo recente do IDC apontou que 73,8% dos líderes da indústria de TI e Telecomunicação irão executar como previsto em orçamento ou até mesmo acelerar os gastos com TI esse ano. Sendo os temas mais estratégicos Gen AI, AI Cibersegurança, IaaS e PaaS e Big Data & Analytics. O Brasil está se consolidando como um dos polos tecnológicos da América Latina é o aumento na instalação de data centers, impulsionado pelo crescimento da computação em nuvem, implantação do 5G e a utilização de inteligência artificial (IA), que é uma tendência central com aplicações, abrangendo desde automação de tarefas até análises avançadas. Empresas estão aumentando o consumo de recursos de infraestrutura para a criação de modelos LLM/SLM ou para inferência, além do aumento de modelos digitais de negócios, visando melhorar produtos e serviços e ampliar as receitas do digital. A relação entre IA e data centers é simbiótica. Modelos de IA, especialmente os de Machine Learning e IA Generativa, exigem um poder computacional intenso para treinamento e inferência. E são os data centers que hospedam os recursos de computação para suportar serviços como reconhecimento de voz, análise preditiva, processamento de imagem e sistemas de recomendação. Plataformas baseadas em nuvem) são sustentadas por eles, reduzindo os custos e complexidades de implementar a tecnologia internamente. Para o Brasil, a ampla disponibilidade de energia limpa e renovável é uma vantagem competitiva única para os data centers. O país conta com uma matriz energética baseada em fontes hidrelétricas e tem observado as energias solar e eólica crescerem como suporte. Esse cenário atrai empresas globais interessadas em reduzir sua pegada de carbono e operar de forma mais eficiente, especialmente em um momento em que a sustentabilidade se torna um fator determinante para investimentos, alinhados às exigências ambientais globais. O momento é decisório para o país, que não pode perder a oportunidade de se tornar relevante no cenário global do setor de TIC. Empresas multinacionais estão buscando novos hubs tecnológicos desconcentrando dos EUA, Europa e Ásia. Se o Brasil expandir sua infraestrutura digital e investir em inovação tecnológica, ele poderá se um importante polo estratégico na região, atraindo empresas do mundo todo e fomentando exportações de serviços de tecnologia. Para isso, medidas como a Lei das TICs e incentivos fiscais, como a Lei do Bem, precisam ter estabilidade para atrair ainda mais investimentos em inovação e fomentar o desenvolvimento local e regional. O Brasil precisa aproveitar o momento para investir fortemente em educação e capacitação em áreas-chave como desenvolvimento de software e cibersegurança. Isso não só impulsiona o setor como também cria empregos qualificados, sustenta o crescimento da economia, reduz custos para os usuários finais, melhorando a produtividade da economia. Se aproveitar a oportunidade, o país se tornará protagonista em tecnologias emergentes, capaz de competir no cenário global, além de ser um gerador de riqueza interna por meio de empregos qualificados, capacidade de produção local exportadora e difusão tecnológica e científica. Por outro lado, se perder, será ultrapassado pelos competidores globais e continuará dependente de tecnologias e serviços importadas, com perda de competitividade no cenário global. * Sérgio Sgobbi é diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais
Expansão de Data Centers no Brasil sustenta inovação, crescimento econômico e competitividade global, afirma Presidente Executivo da Brasscom
A Brasscom intensifica agenda para debater expansão de Data Centers, contribuindo ativamente para avanço da transformação digital no país A Brasscom realizou uma série de reuniões em Brasília com representantes públicos federais para discutir a expansão de Data Centers no Brasil e outras pautas relevantes para a Transformação Digital do Brasil. Entre os temas abordados, destacaram-se a possibilidade de protagonismo do país no cenário global diante da ampliação dos Hubs de processamento de dados, que visam gerar novas oportunidades de mercado, estimular a inovação e aumentar a competitividade internacional. “A expansão de Data Centers no Brasil é estratégica para o desenvolvimento do país, sustentando a inovação tecnológica, o crescimento econômico e a competitividade global”, destacou Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom. A equipe, liderada por Nina, contou com a presença de Sergio Sgobbi, diretor de Relações Institucionais e Governamentais; e Sylvia Sanchez, diretora de Projetos de Tecnologia. Entre as agendas, um dos destaques foi a reunião com o ministro Eugênio Vargas, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), na qual foi abordado o Plano Brasil Digital 2030+, resultando em um convite para a Brasscom participar do Seminário Internacional “Inteligência Artificial e Mudança do Clima”, evento preparatório para a COP 30, em novembro. Ainda dentro do escopo da COP 30, foi discutido o quanto as Tecnologias Digitais geram e viabilizam soluções de mitigação, reversão e minimização dos efeitos das mudanças climáticas. A associação também se reuniu com o secretário executivo Márcio Elias Rosa, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, para debater a expansão de Data Centers no Brasil. Mostrando o quanto essas discussões reforçam o papel estratégico dos Data Centers para o Brasil, não apenas como alicerces para a transformação digital, mas também como motores para o crescimento econômico e ambiental – uma vez que o território nacional tem vantagens comparativas por sua localização geográfica e sua matriz energética diversificada. Além disso, o encontro com Rodrigo Fonseca, da Casa Civil, abordou a Lei do Bem e seus efeitos, bem como a CIT Digital (Comitê Interministerial de Transformação Digital) e o interesse da Brasscom em seguir colaborando com a proposta do Plano Brasil Digital 2030+. A agenda com Bruno Portela, procurador federal da Advocacia-Geral da União (AGU), por sua vez, teve como pauta a modernização tecnológica no setor público e a aproximação da instituição com as ações da AGU. Reuniões com Henrique Miguel, secretário de Transformação Digital; e com Hideraldo Luiz de Almeida, coordenador-geral, ambos do MCTI, destacaram a importância das infraestruturas de Data Centers para a PBIA e a Lei do Bem como instrumento de desenvolvimento de PD&I no país. Com Uallace Moreira, secretário do MDIC, foram debatidos os caminhos para fortalecer a inovação industrial e a competitividade tecnológica por meio da atração de Data Centers. E, por fim, Igor Marchesini, assessor especial do ministro da Fazenda, também deu destaque para uma política de Data Centers no Brasil. As agendas fazem parte do compromisso da Brasscom em promover o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais e colaborar para o avanço da transformação digital no país. Em todas as ocasiões, também foi discutido o Plano Brasil Digital 2030+, um projeto estratégico que visa posicionar o Brasil como protagonista nas cadeias de valor digitais globais. “Isso evidencia o compromisso da Brasscom com a inovação e o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do Brasil, atuando ativamente para levar as demandas do setor de TIC ao governo e fomentar um diálogo constante em busca de soluções efetivas”, finalizou Nina. Publicação realizada por Crypto ID: https://cryptoid.com.br/infraestrutura/expansao-de-data-centers-no-brasil-sustenta-inovacao-crescimento-economico-e-competitividade-global-afirma-presidente-executivo-da-brasscom/
Sgobbi e Conceição: A relevância dos Data Centers para a transformação digital no Brasil

Tele.Síntese Colaborador As infraestruturas de armazenamento e processamento de dados se colocam como a espinha dorsal da transformação digital em curso no País, permitindo a criação de um ambiente estimulador e propício ao recebimento de novas tecnologias. Sérgio Sgobbi (esq.) e Alexandre Conceição (dir.). Especialistas falam sobre a relevância dos Data Centers para a transformação digital | Foto: Divulgação Por: Sergio Sgobbi e Alexandre Conceição * Também conhecidos como centros de processamento de dados, os Data Centers representam hoje um dos principais pilares para a viabilização e ampliação da transformação digital no País. Os espaços físicos abarcam dispositivos computacionais e equipamentos de hardware e são essas as infraestruturas que possibilitam o processamento e o armazenamento de volumes gigantescos de informações. Isso se mostra como algo essencial em um contexto nacional e internacional de crescimento e difusão de tecnologias como a inteligência artificial, a internet das coisas (IoT) e o uso de nuvem. Para além do armazenamento, processamento e transmissão dos dados, os Data Centers garantem também a segurança e a disponibilidade deles, possibilitando o avanço de diversos setores e impulsionando a digitalização de empresas e governos. Em meio aos termos técnicos e especificações sobre o funcionamento das infraestruturas, acredito que as aplicações cotidianas desses centros de processamento, por vezes não são completamente compreendidas no debate público. É importante lembrar que toda vez que um e-mail é enviado ou recebido, que mensagens são distribuídas entre aplicativos de mensagens, ou quando se escuta música por meio de uma plataforma, um Data Center esteve em operação para garantir que atividades corriqueiras aconteçam. Buscas na internet, assistir filmes ou séries em streamings, transações e compras online ou até mesmo postar fotos em redes sociais configuram exemplos práticos da empregabilidade de um Data Center. Considerando esse contexto, o cenário para a instalação de Data Centers em território nacional é extremamente propício. O Brasil está localizado em um ponto estratégico, próximo dos principais centros comerciais da América do Norte e da Europa. A nossa matriz energética diversificada se mostra como referência internacional no contexto tecnológico, sendo compatível com as diversas demandas de sustentabilidade e disponibilidade necessárias buscadas por investidores. O País também se qualifica com um mercado digital em expansão acelerada, abrangendo uma das maiores bases de usuários conectados à internet e uma massa crítica conhecida historicamente pelo desenvolvimento de soluções digitais em grande escala. Essa ideia é reforçada por dados da Brasscom que mostram que em 2023 os setores de TIC, TI In House e Telecom foram responsáveis por 6,5% do PIB, com uma produção setorial de R$ 710,9 bilhões. Essas estatísticas reforçam o crescimento, relevância e notoriedade dos Data Centers. Atualmente, de acordo com as consultorias DC Byte e Altman Solon, o Brasil representa 50% do mercado da América Latina, concentrando 481 Megawatt de potência, que é a unidade de medida das infraestruturas. A projeção é que até 2029, a parcela aumente para 60,4% do mercado latino, ampliando para 1.6 Gigawatt. Considerando apenas o segmento de colocation, que significa o aluguel de Data Centers, o mercado interno estima em 2024 o investimento de US$ 2,07 bilhões, montante que deve crescer para US$ 3,50 bilhões até 2029. Adentrando nos benefícios possibilitados pelas infraestruturas, estudos americanos da organização global iMasons divulgados nesse ano apontam que para cada dólar utilizado por Data Centers em serviços governamentais, são retornados até US$ 17 para a comunidade beneficiada pela estrutura. Em suma, todos os números mencionados ressaltam o impacto induzido de Data Centers nos mais diversos setores econômicos, com estímulos observados nas áreas de serviços, comércio, logística, imobiliário e diversas outras, impactando avanços de até 59% em 5 anos, de acordo com a PwC. Isso é reflexo do aumento exponencial de serviços digitais e, no País, o crescimento segue a mesma tendência. Temos uma oportunidade de atender à demanda interna e ainda nos consolidar como um hub estratégico de dados para outros países. Os números apresentados destacam a necessidade e relevância das infraestruturas de Data Centers para todas as áreas da sociedade e as tendências estão sendo reconhecidas nos mais altos escalões públicos e governamentais. Recentemente, o Governo Federal promoveu um evento para apresentar as metas, prioridades e investimentos iniciais da Missão 4 da Nova Indústria Brasil, que tem como tema “Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade”. Na ocasião, foram anunciados R$ 186,6 bilhões de investimentos, abrangendo recursos públicos e privados. O BNDES também lançou uma linha de crédito específica para investimentos em Data Centers em território nacional, com um orçamento de R$ 2 bilhões, inclusive com taxas diferenciadas para as regiões centro-oeste e nordeste. Tais anúncios destacam o Brasil como um destino promissor para empresas nacionais e globais que buscam expandir suas operações de tecnologia. Para além das tendências, os Data Centers são essencialmente estratégicos para a sociedade brasileira, pois representam a base necessária para a inovação tecnológica, o crescimento econômico, a competitividade internacional de todos os setores econômicos e ainda uma inclusão digital mais ampla. A criação de um ambiente que seja favorável à novos negócios e investimentos é um fator chave para que o País aproveite plenamente das oportunidades apresentadas. Com essas ideias em mente, a Brasscom se reuniu com seu corpo de empresas associadas para elaborar uma proposta. A pedido do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a proposta de uma política para atração de investimentos em Data Center foi construída de forma a incentivar a instalação das estruturas no território brasileiro. O material contém avaliações do cenário, apresenta dados sobre os benefícios relacionados, discorre sobre as vantagens nacionais e apresenta sugestões das melhores ações a serem adotadas pelos atores, bem como seus respectivos retornos esperados. A janela é curta, e esforços conjuntos deverão ser empenhados pelos poderes públicos e pelo setor produtivo, a fim de possibilitar a atração de novas empresas, empregos e infraestruturas. É importante deixar claro, Data Centers representam a entrada do Brasil no caminho certo para uma transformação digital efetiva e abrangente, possibilitando um futuro verdadeiramente promissor para todos. * Alexandre Conceição, Analista de Relações Institucionais e Governamentais
Atração de Investimentos em Data Centers no Brasil

Brasscom participa de Audiência Pública sobre a Tecnologia e Inovação na Reforma Tributária

Nesta quarta-feira (28/08), a Brasscom participou de uma audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para discutir o tema “Tecnologia e Inovação na Reforma Tributária”. Na ocasião, o Diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Brasscom, Sergio Sgobbi, esteve presente e discorreu sobre a relevância da Reforma para o setor de TI, se aprofundando nos temas: exportação de serviços, tributação de cibersegurança e responsabilidade solidária das plataformas digitais. Ele ainda reforçou a importância da participação e colaboração das empresas com o Estado para ajustes dos sistemas e consequente aceleração da implantação da Reforma Tributária a fim de promover um Brasil cada vez mais inovador e conectado. Saiba mais sobre as atualizações da Reforma Tributária e seu impacto para o setor de TIC acessando o link: https://brasscom.org.br/tributacao-e-emprego/reforma-tributaria/ Acesse aqui o material apresentado
Conselhão apresenta proposta do Plano Brasil Digital 2030+ ao Presidente Lula

O Presidente Lula, o Vice-Presidente Geraldo Alckmin e diversos Ministros se reuniram nesta terça-feira (27/06) com o Conselhão (CDESS – Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), durante a 3ª Reunião Plenária do colegiado. Estiveram presentes Laércio Cosentino, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TOTVS, Presidente do Conselho da Brasscom e membro do CDESS; Atilio Rulli, VP de Relações Públicas da Huawei Brasil, membro do Conselho Fiscal da Brasscom e membro do CDESS; Nayana Rizzo Sampaio, Diretora de Políticas Públicas da Amazon Web Services (AWS), Associada da Brasscom e membro do CDESS; e Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom e Conselheiro do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial). Participaram os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente) e Mauro Vieira (Relações Exteriores). Na ocasião, Laércio Cosentino, representando o Comitê de Tecnologia, Inovação e a transformação Digital do Conselhão, apresentou a proposta do Plano Brasil Digital 2030+. O plano foi desenvolvido sob a liderança do Conselhão, organizado pela Brasscom, com apoio da ABES e da Oliver Wyman. Trata-se de uma proposta para que o Brasil desenvolva uma estratégia de longo prazo, com visão de Estado, para o desenvolvimento e uso das Tecnologias Digitais. A iniciativa já foi discutida em mais de 80 reuniões com diversos ministérios, órgãos públicos, entidades e empresas do setor produtivo, para apontar os principais entraves e propor ações de curto, médio e longo prazo para um maior crescimento da economia através da Transformação Digital, com maior sustentabilidade e inclusão social. “O Plano tem que ter como objetivo maior a Transformação Digital do Brasil, impulsionando o crescimento econômico, inclusão social e inovação, posicionando estrategicamente o país nas cadeias de valor digitais globais”, disse Laércio Cosentino em sua fala. Saiba mais sobre o Plano Brasil Digital 2030+
Novo Conselho de Administração da Brasscom é eleito

Associados nomearam novo Conselho de Administração e Conselho Fiscal da Associação para o biênio de 2024-2026 Ontem (17/06), os membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal da Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, eleitos pela Assembleia Geral, assumiram mandato para o Biênio 2024-2026. Entre as novidades, o Conselho de Administração passa a ser compostos por novos membros, com duas novas cadeiras para as Associadas Efetivas e Colaboradoras. A presidência segue com Laércio Cosentino, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TOTVS. “Neste novo mandato iremos ampliar a nossa atuação na conscientização dos governantes sobre a importância do investimento financeiro e da definição de políticas e metas duradouras, tanto para induzir a inovação, como a educação com o objetivo de permitir ao nosso país enfrentar, de forma competitiva, o novo momento de transformação digital que a sociedade humana está vivendo. Uma maior distribuição de renda virá com o letramento digital de nossa força de trabalho. Como plataforma, estamos trabalhando arduamente para que o Plano Brasil Digital 2030+ seja um sucesso!”, destacou Laércio Cosentino. Nova composição do Conselho de Administração O Conselho de Administração da Brasscom é composto por executivos que ocupem o cargo de presidente ou que sejam responsáveis pela operação e pelos resultados da empresa no Brasil. Laércio Cosentino foi eleito à recondução como Presidente do Conselho, enquanto o quadro de Vice-Presidentes passa a ser formado por: Benjamin Quadros, Executive Chairman da BRQ Digital Solutions; José Formoso, Presidente da Embratel; Luiz Mattar, Cofundador e Presidente do Conselho de Administração da TIVIT; e Ricardo Neves, CEO da NTT Data Brasil. As demais posições a membros do Conselho de Administração foram ocupadas por: Adriano Contrera, CEO da Capgemini South Latam; Alex Salgado, Vice-Presidente de Negócios da Vivo Telefônica Brasil; Charles Krieck, Presidente da KPMG Brasil e América do Sul; Cleber Morais, Diretor-Geral da AWS Brasil; Marcelo Braga, Presidente da IBM Brasil; Nelson Campelo, CEO da Atos South America; Paulo Marcelo, CEO da Solutis Tecnologias; Ricardo Scheffer, CEO do Grupo Sonda Brasil; Rodolfo Eschenbach, Presidente da Accenture para Brasil e América Latina; e Tânia Cosentino, Presidente da Microsoft Brasil. Como suplentes para os assentos de Fundadoras e Plenas, foram eleitas, por ordem: 1º Suplente – Marcel Valverde, General Manager BR e VP Gestão de clientes da Unisys Latam; 2º Suplente – Javier do Porto, Country Head da Globant Brasil; e 3º Suplente – Ricardo Ferreira, VP & General Manager da DXC Brasil e para a América Latina. Também foram eleitos como suplentes, Marcelo Bernardino, CEO da Indra & Minsait do Brasil, para a representação da Cadeira das Associadas Efetivas e Joel Palombo, CEO da Cidade Ágil Consultoria, para a Cadeira das Associadas Colaboradoras. Membros do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal contribui para a melhoria da gestão financeira da Associação e é responsável por revisar as contas do resultado e do balanço, bem como recomendar a aprovação das contas ao Conselho de Administração. A Assembleia reconduziu Atílio Rulli, Vice-Presidente de Relações Públicas América Latina e Caribe da Huawei; Flávio Fernandes, Diretor Legal e Compliance da A5 Solutions; e Paulo Freitas, CEO da TIVIT, ao cargo de membros do Conselho Fiscal para um novo mandato de dois anos. Confira o Conselho de Administração da Brasscom Confira o Conselho Fiscal da Brasscom Sobre a Brasscom A Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – é uma entidade sem fins lucrativos de representatividade nacional que congrega dezenas das maiores, mais dinâmicas e inovadoras empresas de TIC e de Tecnologias Digitais. A Brasscom atua para defender e promover o crescimento e desenvolvimento do mercado interno e externo das empresas do setor de TIC. Assessoria de Imprensa Michael Rios | michael.rios@brasscom.org.br | (11) 99162-5347
Indústria projeta falta de 532 mil profissionais para atender à transição energética

Setor automotivo do Brasil precisa de profissionais que saibam lidar com carro elétrico e inteligência artificial. Em 2025, o Brasil terá um déficit de 532 mil profissionais em diferentes áreas tecnológicas. Esse número é influenciado pela transição energética, que requer habilidades para lidar com a descarbonização da indústria e a mobilidade eletrificada, por exemplo. A projeção, que faz parte de uma pesquisa da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais), tem sido usada pela Ford para explicar seus investimentos em formação de mão de obra local. Confira a matéria completa no site da Folha de S.Paulo. Link da matéria: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/05/industria-projeta-falta-de-532-mil-profissionais-para-atender-a-transicao-energetica.shtml
Déficit: Indústria brasileira estima falta de 532 mil profissionais na transição energética
Estudo aponta falta de mão de obra qualificada para atender demandas da indústria de energia limpa Déficit: Indústria brasileira estima falta de 532 mil profissionais na transição energética – Divulgação BNDES No horizonte próximo, o Brasil se vê diante de um desafio significativo: um déficit previsto de 532 mil profissionais em diversas áreas tecnológicas até o ano de 2025. Essa projeção, parte de um estudo realizado pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais), destaca a influência da transição energética nesse cenário, que demanda habilidades específicas para lidar com a descarbonização da indústria e a expansão da mobilidade eletrificada. Investimentos na Formação de Mão de Obra: Uma Resposta Necessária Empresas como a Ford têm encontrado na capacitação de profissionais locais uma resposta a esse desafio iminente. Utilizando os dados da pesquisa da Brasscom para embasar seus investimentos, a gigante norte-americana tem se engajado em programas de formação de mão de obra, reconhecendo a importância estratégica de suprir essa lacuna no mercado. Colaboração da Indústria: Montadoras, Fornecedores e Startups se Unem pela Capacitação A iniciativa da Ford não é solitária. Montadoras, fornecedores e startups têm se unido no desenvolvimento de programas de treinamento, não apenas para capacitar jovens profissionais, mas também para atrair talentos em um mercado altamente competitivo. Competências em Alta Demanda: Resultados da Pesquisa Gi Group Holding Uma pesquisa conduzida pela Gi Group Holding, multinacional especializada em estudos sobre o mercado de trabalho, revela as competências mais procuradas pelas empresas da indústria automotiva. No Brasil, 53% dos profissionais entrevistados destacaram a importância de habilidades relacionadas a tecnologias de veículos elétricos, enquanto 40% mencionaram conhecimentos em inteligência artificial e aprendizado de máquina. A Perspectiva das Empresas: Desafios e Estratégias Para Djansen Alexandre Dias, gerente da divisão de indústria na Gi Group Holding, o déficit de profissionais já era esperado, mas foi potencializado pela modernização dos veículos, que agora contam com sistemas autônomos e avançados itens de segurança. Empresas como a Ford enfrentam o desafio de competir não apenas com outras do setor automotivo, mas também com fintechs e startups, em um mercado globalizado onde a pandemia acelerou a busca por mão de obra especializada. Investimento em Formação: Além das Linhas de Produção Tradicionais Márcio Tonani, vice-presidente sênior dos centros técnicos de engenharia do grupo Stellantis para a América do Sul, ressalta a importância dos programas de formação oferecidos pelas fabricantes. Esses programas não apenas suprimem a demanda por mão de obra técnica, mas também demonstram o papel das empresas como desenvolvedoras de tecnologia. Parcerias Estratégicas e Educação Continuada As montadoras estabelecem parcerias com instituições de ensino superior e técnico em todo o país, promovendo cursos e seminários para despertar o interesse dos jovens pelo setor automotivo e fornecendo oportunidades de desenvolvimento profissional. Impacto dos Programas de Formação no Mercado de Trabalho Programas como o Ford Enter têm se mostrado eficazes na inserção de jovens no mercado de trabalho, direcionando talentos não apenas para a Ford, mas para toda a indústria automotiva. Com 200 vagas oferecidas no primeiro ano e uma taxa significativa de inserção no mercado, esses programas são cruciais para suprir a demanda por profissionais qualificados. Desafios Futuros e Necessidade de Evolução À medida que a transição energética avança, é crucial que a formação e o parque tecnológico da indústria nacional evoluam para acompanhar as demandas do mercado. Investimentos em capacitação, pesquisa e desenvolvimento são fundamentais para garantir a competitividade e a sustentabilidade do setor automotivo brasileiro. Correio do Estado | Com FolhaPress Fonte: https://correiodoestado.com.br/economia/deficit-industria-brasileira-estima-falta-de-532-mil-profissionais-na/430120/
InovEPT Mesa-redonda: A nova Política Industrial do Brasil
Na tarde de hoje (07/05), o Diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Brasscom, Sergio Sgobbi, participou do painel “A Nova Política Industrial do Brasil: contribuições da EPT para a neoindustrialização” durante o II Encontro Nacional de Inovação e Empreendedorismo na Educação Profissional e Tecnológica (InovEPT). Participaram da discussão: Paula Montagner, Subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Rogério da Veiga, Secretário Adjunto de Articulação e Monitoramento de Políticas Sociais na Casa Civil da Presidência da República; Fausto Augusto Junior, Diretor Técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE); e Verena Hitner Barros, Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC); com a moderação de Adalton Ozaki, Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) Durante sua participação, Sgobbi abordou a importância do estímulo à educação e à qualificação profissional, destacando a relevância do aprendizado tecnológico para o futuro tanto dos trabalhadores quanto das empresas. “Há um detalhe que não podemos perder de vista: o talento que foi despertado, que a empresa viu e pode ser empregado, para ele ter ascensão profissional. Para que isso aconteça, é necessário uma base e quem dá essa base é a educação”. O InovEPT tem como objetivo articular com gestores, lideranças e pesquisadores sobre os principais direcionadores para criação de um ecossistema de inovação na EPT. Saiba mais no site: www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/eventos/inovept
Contratação de mulheres nos 17 Setores Desonerados é superior aos Demais Setores

Segundo dados da Brasscom, de janeiro de 2020 a fevereiro de 2024, os 17 setores tiveram um crescimento de 17,5% na geração de empregos para mulheres Com a recente decisão do governo em questionar a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até 2027, por meio de uma ação impetrada junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), torna essencial destacar o avanço dos 17 setores em relação a geração de empregos formais. A Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, lançou novos dados que reforçam a efetividade da Desoneração da Folha de Pagamento ontem (01/05). Os 17 setores empregam 2,50 milhões profissionais com carteira assinada e nos primeiros 2 meses do ano houve a geração de 40 mil novos empregos femininos. Em suma, 234.811 empregos não teriam sido criados para elas sem a Desoneração da Folha, no período de janeiro de 2020 a fevereiro de 2024. No fim, a política possibilitou 17,5% de crescimento no número de mulheres com empregos formais. Vale lembrar que a Desoneração da Folha de Pagamentos é a substituição tributária da contribuição previdenciária convencional, 20% sobre o valor das remunerações de cada funcionário, por um tributo único sobre a receita bruta da empresa. Saiba mais clicando no link.
Sem desoneração, Previdência deixaria de arrecadar 58 bilhões em seis anos

Empresas dos 17 setores econômicos que, em conjunto, mais empregam no país participam do regime fiscal, suspenso por ministro do STF Sem a desoneração da folha de pagamento, a Previdência Social teria deixado de arrecadar R$ 58,4 bilhões nos últimos seis anos. Apenas em 2023, seriam R$ 12,7 bilhões. Os números são de uma estimativa realizada pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom). A entidade explicou que a estimativa foi feita a partir dos dados de quanto as empresas dos 17 setores beneficiados arrecadam para o INSS. De acordo com a Brasscom, houve um crescimento de 9,7% na geração de empregos nesses setores de janeiro de 2011 – quando a medida entrou em vigor – a fevereiro de 2024. LEIA: ‘Já percebemos um movimento de mais precarização’, diz advogada do Sindpd-SP sobre suspensão da desoneração Considerando-se os dados a partir de janeiro de 2019, a associação constatou que em uma análise mais recente, entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2024, esse crescimento nos empregos formais nos mesmos setores foi ainda mais expressivo, atingindo 19,6%, superando em 5,3 pontos percentuais o desempenho dos demais setores econômicos. Estes 17 setores atualmente empregam 9,3 milhões de profissionais, e apenas nos dois primeiros meses de 2024 foram criados 151 mil novos empregos. Além disso, o salário médio nestes setores é 12,7% superior aos setores que não contam com essa desoneração tributária. Uma decisão provisória do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin, sem ouvir os setores econômicos envolvidos nem o Congresso Nacional, suspendeu, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a lei que prorroga até 2027 o regime fiscal para os 17 setores que, juntos, mais empregam no Brasil. Zanin enviou a decisão para análise do plenário virtual da Corte. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Luiz Fux. Nos setores desonerados, houve 1,2 milhão de contratações entre 2018 e 2022, um crescimento de 15,5% na base de trabalhadores. Já nos setores onerados, foram 400 mil contratações no mesmo período, um crescimento de 6,8%, mostrando o efeito que a desoneração causou na geração de empregos nos 17 setores envolvidos. O que prevê a lei A lei da desoneração se aplica a 17 setores econômicos que, juntos, são responsáveis por 9,3 milhões de vagas de emprego no país. No regime, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%. Histórico da medida A prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia até 2027 foi aprovada pelo Legislativo em outubro do ano passado, mas foi vetada integralmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva menos de um mês depois. Em dezembro, o Congresso derrubou o veto de Lula, com votos de 60 senadores (contra 13) e 378 deputados (versus 78). O ato do presidente contrariou 84% dos deputados (430 dos 513 votaram a favor do texto) e a maioria dos senadores ? no Senado, a proposta passou com facilidade, aprovada em votação simbólica, que acontece quando há consenso entre os parlamentares. As entidades representantes dos 17 setores desonerados, dos trabalhadores e de organizações da sociedade civil fizeram coro pela derrubada do veto do presidente. Essas instituições estimam que ao menos 1 milhão de vagas sejam perdidas sem a desoneração. No início deste mês, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, adiantou que a AGU judicializaria a questão. Dias antes, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), excluiu a reoneração da folha de pagamento dos municípios brasileiros, instituída pela MP (Medida Provisória) 1.202/2023. A decisão foi tomada quando o parlamentar prorrogou por mais 60 dias os efeitos do texto. Para cumprir a meta de déficit fiscal zero Editada no fim do ano passado, a medida originalmente pretendia reonerar a folha de pagamento de 17 setores econômicos dos municípios com até 156 mil habitantes e também acabar com os incentivos tributários do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos). O governo defendeu que a medida era necessária para cumprir a meta de déficit fiscal zero prevista para 2024. A edição dessa MP gerou atritos com o Legislativo, já que o Congresso Nacional havia derrubado o veto presidencial que barrou a desoneração desses impostos dos municípios e dos 17 setores econômicos poucos dias antes. Após negociações com os parlamentares, o governo recuou e editou uma nova MP, excluindo a reoneração às empresas, mas mantendo a dos municípios e as mudanças no Perse. De acordo com Pacheco, pela regra da noventena ? prazo de 90 dias para que uma lei de alteração de tributos passe a ter efeito ? as prefeituras passariam a sofrer os efeitos da reoneração de impostos em 2 de abril. Em vez dos atuais 8% de alíquota de contribuição previdenciária sobre as folhas de pagamentos, arcariam com 20%. (Fonte: R7) (Foto: Reprodução) https://sindpd.org.br/sindpd/site/noticia.jsp?Sem-desoneracao,-Previdencia-deixaria-de-arrecadar-58-bilhoes-em-seis-anos&id=1714761655742
Brasscom fala com exclusividade ao Jornal Jovem Pan sobre a desoneração da folha

Affonso Nina, presidente executivo da Brasscom, falou com exclusividade ao Jornal Jovem Pan. Ele analisou os impactos da desoneração da folha de pagamentos na tecnologia. As empresas já deverão começar a sentir os efeitos a partir do dia 20 de maio. Cristiano Vilela participa. Assista ao programa completo: • OS PINGOS NOS IS 01/05/2024 Fonte: Jovem Pan Nesws https://www.youtube.com/watch?v=ot2gqsOU0wI site: http://jovempan.com.br/
Desoneração: representantes dos 17 setores entram em rota de colisão com o governo

Por Redação TIinside A presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, afirmou que é preocupante a declaração do governo federal, em ato neste 1º de maio em São Paulo, sobre a política de desoneração da folha dos salários dos 17 setores que mais geram emprego no País. “A desoneração não é um benefício para ricos, mas a forma que o Brasil encontrou para criar milhões de empregos”, disse a presidente. “Vários postos de trabalho formal só existem porque, na última década, as empresas puderam optar por recolher sobre o faturamento e não sobre a folha. Desoneração não é deixar de pagar tributo, mas pagá-lo conforme a capacidade contributiva da empresa contribuinte”, complementou. Contrária à fala do presidente, Vivien Suruagy ressaltou que reoneracão não vai gerar mais arrecadação para o governo e sim criar desemprego e pedidos de benefícios sociais. “O impacto será negativo para as contas públicas. Muitas empresas irão quebrar e milhões de empregos serão perdidos com o fim dessa política”, destacou. Vivien Suruagy ressaltou ser ainda mais grave que as empresas afetadas, na área da Feninfra, são as que mais empregam mulheres, jovens no primeiro emprego e que geram empregabilidade em áreas pouco desenvolvidas e industrializadas. “É preciso deixar o discurso ideológico de lado e entender que a política da desoneração não é para benefício de ricos, mas para o desenvolvimento econômico e social do Brasil e de toda a sociedade!”, salientou. “Essa vitória aparente do governo no judiciário significará a triste derrota para milhões de trabalhadores”, finalizou. Já a Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais) veio a público com números, divulgando dados de empregabilidade para as mulheres nos 17 setores desonerados pela legilação. Segundo a entidade, os 17 setores empregam 2,50 milhões profissionais com carteira assinada e nos primeiros 2 meses do ano houve a geração de 40 mil novos empregos femininos. Em nota, a entidade resume que “234.811 empregos não teriam sido criados para elas sem a Desoneração da Folha, no período de janeiro de 2020 a fevereiro de 2024. No fim, a política possibilitou 17,5% de crescimento no número de mulheres com empregos formais”. Fonte: TIinside https://tiinside.com.br/02/05/2024/desoneracao-representantes-dos-17-setore-entram-em-rota-de-colisao-com-o-governo/
Desoneração da folha ampliou empregos formais de mulheres em 18,5% em quase cinco anos

Segundo o movimento Desonera Brasil, com base em dados do Caged, mais de 22 mil novas vagas foram geradas com a política ECONOMIA|Do R7, em Brasília Sem a desoneração da folha de pagamento, 173.495 mil empregos formais de mulheres deixariam de ser gerados entre janeiro de 2019 e dezembro de 2023. Segundo o movimento Desonera Brasil, dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que, nos 17 setores que mais empregam na economia brasileira, a ocupação feminina no mercado de trabalho subiu 18,5% no período, contra 13% nos outros segmentos. De acordo com o Caged, 2,46 milhões de profissionais mulheres estavam empregadas nos 17 setores em dezembro do ano passado. Em relação ao mesmo mês de 2022, mais de 22 mil novos empregos de mulheres foram gerados com a desoneração. Uma decisão provisória do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Cristiano Zanin, sem ouvir os setores econômicos envolvidos nem o Congresso Nacional, suspendeu, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei que prorroga até 2027 o regime fiscal para os 17 setores que, juntos, mais empregam no Brasil. Zanin enviou a decisão para análise do plenário virtual da Corte. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Luiz Fux. Segundo o Desonera Brasil, as mulheres ocupam 39% dos empregos no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação. A representação feminina no setor cresceu a uma taxa anual de 7,7% desde 2020, superando em 1,5 pontos percentuais o crescimento da presença masculina no setor. O que prevê a lei A lei da desoneração se aplica a 17 setores econômicos que, juntos, são responsáveis por 9,3 milhões de vagas de emprego no país. No regime, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%. Histórico da medida A prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia até 2027 foi aprovada pelo Legislativo em outubro do ano passado, mas foi vetada integralmente pelo presidente Lula menos de um mês depois. Em dezembro, o Congresso derrubou o veto de Lula, com votos de 60 senadores (contra 13) e 378 deputados (versus 78). O ato do presidente contrariou 84% dos deputados (430 dos 513 votaram a favor do texto) e a maioria dos senadores — no Senado, a proposta passou com facilidade, aprovada em votação simbólica, que acontece quando há consenso entre os parlamentares. As entidades representantes dos 17 setores desonerados, dos trabalhadores e de organizações da sociedade civil fizeram coro pela derrubada do veto do presidente. Essas instituições estimam que ao menos 1 milhão de vagas sejam perdidas sem a desoneração. No início deste mês, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, adiantou que a AGU judicializaria a questão. Dias antes, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), excluiu a reoneração da folha de pagamento dos municípios brasileiros, instituída pela MP (Medida Provisória) 1.202/2023. A decisão foi tomada quando o parlamentar prorrogou por mais 60 dias os efeitos do texto. Para cumprir a meta de déficit fiscal zero Editada no fim do ano passado, a medida originalmente pretendia reonerar a folha de pagamento de 17 setores econômicos dos municípios com até 156 mil habitantes e também acabar com os incentivos tributários do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos). O governo defendeu que a medida era necessária para cumprir a meta de déficit fiscal zero prevista para 2024. A edição dessa MP gerou atritos com o Legislativo, já que o Congresso Nacional havia derrubado o veto presidencial que barrou a desoneração desses impostos dos municípios e dos 17 setores econômicos poucos dias antes. Após negociações com os parlamentares, o governo recuou e editou uma nova MP, excluindo a reoneração às empresas, mas mantendo a dos municípios e as mudanças no Perse. De acordo com Pacheco, pela regra da noventena — prazo de 90 dias para que uma lei de alteração de tributos passe a ter efeito — as prefeituras passariam a sofrer os efeitos da reoneração de impostos em 2 de abril. Em vez dos atuais 8% de alíquota de contribuição previdenciária sobre as folhas de pagamentos, arcariam com 20%. Fonte: R7 https://noticias.r7.com/economia/desoneracao-da-folha-ampliou-empregos-formais-de-mulheres-em-185-em-quase-cinco-anos-01052024/
Entrevista Sergio Sgobbi – Desoneração da Folha – BandNews FM Tarde 29-04-2024

Fonte: BandNews FM Tarde | 29/04/2024 https://www.youtube.com/watch?v=oPB2JqjJ5bs
Desoneração é crucial para manter empregos, diz senador

Efraim Filho, autor da proposta que prorroga o benefício sobre a folha de pagamento, diz que insistência do governo causa insegurança jurídica. Empresas alertam para demissões se decisão de Zanin for mantida Por Renata Agostini e Ana Flávia Pilar Brasília e São Paulo O pedido de vista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux sobre a suspensão da desoneração da folha de pagamento interrompeu o julgamento na Corte, mas a liminar do ministro Cristiano Zanin, concedida na quinta-feira, continua em vigor. Isso preocupa parlamentares e empresários, que alertam para a insegurança jurídica e expressam preocupação com os empregos. Reajuste: Planos de saúde coletivos terão aumento de dois dígitos pelo terceiro ano consecutivo Agronegócio: BNDES anuncia nova linha que pode fazer crédito para setor chegar a R$ 10 bi este ano A desoneração da folha de pagamentos, em vigor desde 2012, substituiu a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de salários por um percentual sobre a receita bruta, que varia de 1% a 4,5%. Os 17 setores incluídos no programa são intensivos em mão de obra e empregam cerca de 9 milhões de pessoas. — A desoneração dialoga com a vida real das pessoas. É um projeto que garante a manutenção dos empregos. A consequência da insistência do governo é a insegurança jurídica e o risco de vermos uma enorme lista de demissões. As empresas não vão conseguir suportar esse aumento de tributos — afirmou ao GLOBO o senador Efraim Filho (União-PB), autor da proposta de prorrogação da desoneração, aprovada em 2023 pelo Congresso. Proibido pela ANS: Alta em cancelamento de planos de saúde coletivos impacta até quem está em tratamento Em nota, o presidente executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, disse que a medida “é um balde de água fria para o setor, que recentemente reportou a criação de mais de 5 mil empregos no primeiro bimestre.” Estudo da Abicalçados aponta que, se ocorrer a reoneração da folha, a produção de calçados deve cair em mais de 20%, ou 150 milhões de pares. A entidade estima que isso resultará na demissão de cerca de 30 mil pessoas nos próximos dois anos. Desoneração da folha: Ação no STF abre crise política entre Executivo e Congresso Já o diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Sgobbi, ressalta que os 17 setores afetados pela liminar geraram 151 mil vagas com carteira somente em janeiro e fevereiro deste ano: — Não estamos falando de informalidade, são pessoas que recolhem INSS. Os setores desonerados cresceram mais que os demais nos últimos anos. Fonte: O Globo https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/04/29/desoneracao-e-crucial-para-manter-empregos-diz-senador.ghtml
Suspensão da desoneração é retrocesso para o setor de tecnologia
Ação impetrada no STF para questionar a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até 2027 coloca em risco impactos socioeconômicos positivos e cria insegurança jurídica SERGIO SGOBBI Autor: Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Brasscom Como um assunto tão debatido politicamente e com aprovação ampla do Congresso Nacional, até se tornar Lei, continua a ter a sua eficácia questionada? Como é possível haver tamanha insensibilidade social com os trabalhadores e as empresas? Ocorre que, a recente decisão do governo em questionar a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até 2027, por meio de uma ação impetrada junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 24 de abril de 2024, é um passo significativo para trás, especialmente para o Macrossetor de TIC (TIC, TI in House e Telecom) no Brasil. A medida, que continua a ser ameaçada mesmo após mostrar a sua eficácia, tem sido um catalisador para o crescimento econômico e a geração de empregos em uma variedade de indústrias, incluindo a tecnológica. Ao longo dos anos, a política da desoneração da folha promoveu empregos formais e impulsionou a economia. De acordo com dados levantados entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2024 pela Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, houve um aumento notável de 9,7% no número de empregos gerados nos 17 setores participantes da política. A tendência de crescimento se acentuou ainda mais entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2024, alcançando 19,6%, superando em 5,3 pontos percentuais o desempenho dos demais setores econômicos. Estes números não são apenas estatísticas abstratas; representam oportunidades de trabalho reais para 9,3 milhões de profissionais, com 151 mil novos empregos criados apenas nos dois primeiros meses de 2024. Além disso, os salários médios nos 17 setores também são 12,7% superiores aos setores que não contam com essa desoneração tributária. Uma discussão recorrente É importante ressaltar que a prorrogação da desoneração foi fruto de um processo legislativo amplo e democrático. O Projeto de Lei 334/2023, de autoria do Senador Efraim Filho (União), passou por um longo trâmite no Congresso Nacional, envolvendo debates e contribuições de diferentes atores políticos, até ser aprovado e promulgado como Lei nº 14.784/2023. Em seguida, o Executivo tentou invalidar essa Lei por meio de manobras políticas, como a utilização indevida de medidas provisórias e a interposição de ação de controle concentrado no STF. Tais ações não apenas criam uma situação de insegurança jurídica, mas também minam a legitimidade do processo democrático e desconsideram os benefícios já comprovados anteriormente. A concessão de liminar pelo STF para afastar os dispositivos legais que prorrogaram a política é mais uma destas medidas preocupantes a manutenção do ambiente de negócio estável e previsível. Alegações de falta de análise de impacto orçamentário foram contestadas, pois tais análises foram realizadas durante o processo legislativo. Os números novamente asseveram a pertinência da política com o crescimento da arrecadação previdenciária em função do crescimento da base do número de trabalhadores empregados formalmente. Espera-se que o tribunal reconsidere essa decisão e reconheça a importância de respeitar o trabalho legislativo já realizado. Os setores afetados estão comprometidos em dialogar com os poderes constituídos para debater as dúvidas e sanar essa situação de insegurança jurídica. No entanto, é fundamental que esse diálogo respeite o processo democrático e reconheça os benefícios econômicos e sociais da desoneração da folha. Sobre Sergio Sgobbi Graduado em Ciências Sociais pela Unesp e Administração pela Uniara, Sergio Sgobbi atuou como consultor em gestão empresarial para micro e pequenas empresas para o SEBRAE/SP e facilitador de cursos nas áreas de RH e Gestão Estratégica de Negócios. Desempenhou a função de Secretário de Desenvolvimento Econômico do Município de Araraquara, sendo responsável pela área de trabalho, emprego e renda, onde fomentou programas de capacitação profissional para os setores aeronáutico (Embraer) e tecnologia da informação, sendo responsável pelo primeiro PLANSEQ – Programa Setorial de Qualificação do Ministério do Trabalho e Emprego. Atualmente, desenvolve a função na Brasscom de diretor de relações institucionais, responde pela expansão de cursos técnicos e de aprendizagem junto ao SENAI e pela elaboração do Pronatec Setorial de TI junto ao MDIC e, também, desenvolveu a primeira e a atual versão do Projeto Brasil Mais TI. LinkedIn – https://www.linkedin.com/in/sergio-sgobbi-951bb41a/ Assessoria de Imprensa Michael Rios | michael.rios@brasscom.org.br | (11) 99162-5347
Nota conjunta dos setores sujeitos à tributação substitutiva da folha
