Entidades apresentam proposta de Plano Brasil Digital 2030+

Por  Redação  25 de abril de 2024 Na manhã desta quarta-feira, 24, a Comissão de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital (CTITD) do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”, realizou um Workshop de lançamento da proposta do Plano Brasil Digital 2030+. O plano proposto possui 6 pilares: Infraestrutura para a Transformação Digital; Tecnologias Estratégicas; Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação; Educação & Capacitação Digital; Inclusão Social & Digital; e Ambiente de Negócios. Para Laércio Cosentino, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TOTVS, Presidente do Conselho da Brasscom e membro do CDESS, “essas iniciativas devem transpassar o setor de TI e colaborar como um plano de governo e da sociedade civil”. A confecção do Plano Brasil Digital 2030+ foi liderada pelo “Conselhão” e organizada pela Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais, contando com o apoio da ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software. A Oliver Wyman, consultoria internacional com expertise na elaboração de planos semelhantes para outros países, foi contratada pela Brasscom para sistematizar e materializar as contribuições recebidas de diversas entidades setoriais e do governo, que também colaboraram com a iniciativa. Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom, entende que o Brasil perdeu, nas últimas décadas e por diversas vezes, as oportunidades de se estruturar para ser um país líder no mercado global das Tecnologias Digitais, e que “uma visão de longo prazo, com um plano bem articulado por todos os atores, é a solução para permitir que os desenvolvimentos tecnológicos no Brasil sejam referências globais de inovação e excelência.” Fonte: TIinside https://tiinside.com.br/25/04/2024/476385/

Conselhão lança Plano Brasil Digital 2030+ com nova secretaria ligada a Lula

Plano apresenta o diagnóstico e o conjunto de 27 ações para que o Brasil avance no processo de transformação digital e se torne referência mundial. Por Rafael Bitencourt, Valor — Brasília O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, lançará na manhã desta quarta-feira (24) o “Plano Brasil Digital 2030+”. A iniciativa mostra um quadro alarmante da situação do país nas áreas de educação e inovação. Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/04/24/conselho-lana-plano-brasil-digital-2030-com-nova-secretaria-ligada-a-lula.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo…   Leia a matéria completa no site: Valor Econômico Brasil https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/04/24/conselho-lana-plano-brasil-digital-2030-com-nova-secretaria-ligada-a-lula.ghtml

“Conselhão” realiza Wokshop de lançamento do Plano Brasil Digital 2030+

Com apoio da Brasscom, Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS) apresenta proposta para uma Estratégia de Brasil Digital Na manhã desta quarta-feira, 24/04, a Comissão de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital (CTITD) do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”, realizou um Workshop de lançamento da proposta do Plano Brasil Digital 2030+. Durante o encontro, Laércio Cosentino, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TOTVS, Presidente do Conselho da Brasscom e membro do CDESS, juntamente com Gloria Guimarães, membro do CDESS, conduziram a apresentação e a discussão do plano, que está centrado no impulsionamento do desenvolvimento uso das tecnologias digitais no Brasil, visando reduzir a desigualdade social, fortalecer o crescimento do PIB com sustentabilidade e aumentar a relevância do país no cenário internacional. O Secretário-Executivo do CDESS, Paulo Pereira, esteve presente e destacou que o Brasil precisa de um plano de transformação digital e que este é o caminho correto a seguir. O plano proposto possui 6 pilares: Infraestrutura para a Transformação Digital; Tecnologias Estratégicas; Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação; Educação & Capacitação Digital; Inclusão Social & Digital; e Ambiente de Negócios. A confecção do Plano Brasil Digital 2030+ foi liderada pelo “Conselhão” e organizada pela Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais, contando com o apoio da ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software. A Oliver Wyman, consultoria internacional com expertise na elaboração de planos semelhantes para outros países, foi contratada pela Brasscom para sistematizar e materializar as contribuições recebidas de diversas entidades setoriais e do governo, que também colaboraram com a iniciativa. Para Laércio Cosentino, “Essas iniciativas devem transpassar o setor de TI e colaborar como um plano de governo e da sociedade civil. Afinal, o Brasil tem características únicas, como uma população interna ampla e diversificada, propulsora de soluções digitais em grande escala; estabilidade política, democracia sólida e localização estratégica para parcerias globais”, lembrou. Um dos destaques do Workshop foi o consenso dos participantes sobre a necessidade de se estabelecer esse plano estratégico para o país com uma liderança nacional e coordenação forte e intensiva, o que corrobora com a premissa fundamental da proposta de que o desenho e o acompanhamento da execução da estratégia sejam feitos de forma articulada entre governo, setor privado, academia, instituições de ensino e de pesquisa e terceiro setor, entre outros. Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom, entende que o Brasil perdeu, nas últimas décadas e por diversas vezes, as oportunidades de se estruturar para ser um país líder no mercado global das Tecnologias Digitais, e que “uma visão de longo prazo, com um plano bem articulado por todos os atores, é a solução para permitir que os desenvolvimentos tecnológicos no Brasil sejam referências globais de inovação e excelência.” No workshop, estiveram presentes: Paulo Henrique Rodrigues Pereira, Secretário Executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável do CDES/SRI/PR; Verena Hitner, Secretária Executiva do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI); Laércio Cosentino, Fundador e Presidente do Conselho de Administração da TOTVS, Presidente do Conselho da Brasscom e membro do CDESS; Atilio Rulli, Vice Presidente de Relações Públicas da Huawei Brasil, membro do Conselho Fiscal da Brasscom e membro do CDESS; Gloria Guimarães, membro do CDESS; Affonso Nina, Presidente Executivo da Brasscom e Conselheiro do CNDI; Paulo Milliet Roque, Presidente da ABES, além de diversos membros do CDESS, representantes de diversas empresas associadas à Brasscom e à ABES, e representantes de entidades governamentais e empresariais envolvidas no processo de discussão que levou à elaboração da proposta. Como parte dos próximos passos, o Plano Brasil Digital 2030+ deverá ser encaminhado pelo “Conselhão” ao Presidente da República, para apreciação. Clique no link e acesse o material do workshop na íntegra.   Sobre a Brasscom   A Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – é uma entidade sem fins lucrativos de representatividade nacional que congrega dezenas das maiores, mais dinâmicas e inovadoras empresas de TIC e de Tecnologias Digitais. A Brasscom atua para defender e promover o crescimento e desenvolvimento do mercado interno e externo das empresas do setor de TIC.

Governo precisa reagir, e logo, pela transformação digital

25Luís Osvaldo Grossmann … 24/04/2024 … Convergência Digital Conselheiros que tratam dos temas de TICs no Conselhão começaram a bater bumbo para tentar convencer o governo federal a avançar com a proposta de criação de uma estrutura centralizada para tocar a governança de uma agenda digital para o Brasil. Essa agenda começou a ser costurada pela comissão de tecnologia, inovação e transformação digital do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, instância não originalmente prevista na recriação do CDESS, criada a partir dos próprio integrantes. Materializada no Plano 2030+, essa agenda aborda linhas de ação, metas, indicadores e políticas focadas no estimulo à educação digital, crescimento sustentável do PIB, estímulo à inovação e no aumento significativo da relevância internacional do Brasil. “O Brasil precisa de um plano de médio prazo para a transformação digital. Tem muito acúmulo na sociedade e se o governo tiver ouvidos abertos, certamente vai ganhar novos parâmetros de administração. Mas tudo isso é letra morta se a gente não conseguir convencer os decisores do governo, as estruturas burocráticas, de que este é o caminho para avançar”, explica o secretário executivo do Conselhão, Paulo Pereira. Não é por outro motivo que o plano foi apresentado nesta quarta, 24/4, em um workshop com representantes da Casa Civil, ministérios do Desenvolvimento, da Gestão, da Saúde, de Ciência e Tecnologia e Comunicações. “A primeira grande abordagem é termos uma governança central dessa coisas todas, organizadas a partir do plano”, reconhece Pereira. Um dos diagnósticos é de que existem atualmente 14 ministérios ou órgãos federais envolvidos com projetos de digitalização. “Essa governança centralizada é quase um pré-requisito para esse plano ter o sucesso desejado. É preciso fazer com que todas as partes façam parte de um todo”, resume o vice presidente de relações públicas da Huawei, Atilio Rulli, um dos coordenadores do plano no CDESS. Como apontado pelo vice presidente de relações públicas da Telefônica/Vivo, Renato Gasparetto, a ideia é que seja uma instância com capacidade de articulação sobre os demais órgãos. “A ideia de uma governança centralizada amadureceu antes mesmo do plano, uma secretaria especial ou extraordinária para transformação digital, vinculada a uma alta instancia de gestão dentro do governo federal, no Palácio do Planalto, com capacidade e orçamento próprio.” Se o desenho será esse, ainda não se sabe. Há fortes sinais de que um gabinete de governança centralizada conta com apoio não só no CDESS, mas na própria Casa Civil. O formato – se de fato uma secretaria – ainda não tem consenso. Mas a expectativa é que ele exista até a última semana de julho, quando será realizada a próxima reunião plenária do Conselhão, com a presença do presidente Lula.   Integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, CDESS, apresentaram o Plano 2030+ para turbinar políticas públicas em TICs. “A sociedade se apresentou, agora o governo precisa de governança central”, diz o secretário execurtivo do Conselhão, Paulo Pereira. Veja mais do Portal Convergência Digital: https://www.convergenciadigital.com.br Fonte: Luís Osvaldo Grossmann … 24/04/2024 … Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/Governo/Governo-precisa-reagir%2C-e-logo%2C-pela-transformacao-digital-65826.html?UserActiveTemplate=mobile

Desoneração da Folha contribuiu para 9,3 milhões de empregos até fevereiro, afirma Brasscom

A Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, lançou novos dados que reforçam a efetividade da política da Desoneração da Folha de Pagamento para o desenvolvimento do país. Foram registraram 9,3 milhões de empregos formais nos 17 Setores desonerados até fevereiro deste ano. Apenas nos dois primeiros meses de 2024, houve a geração de 151 mil novos postos de trabalho. Com isso, os setores desonerados obtiveram 19,6% de crescimento no número de empregos formais, com um salário médio 12,7% maior que os setores sem desoneração — que cresceram apenas 14,3% no mesmo período. Em suma, 873.816 empregos não teriam sido criados sem a Desoneração da Folha, no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2024.   Fonte: TI Inside https://tiinside.com.br/15/04/2024/desoneracao-da-folha-contribuiu-para-930-milhoes-de-empregos-ate-fevereiro-afirma-brasscom/

Mulheres periféricas: uma soma importante ao trabalho em tecnologia

Inovação, Mudança e Resiliência. Essas habilidades, tão fundamentais em diversas áreas, tanto no mundo do trabalho como na vida pessoal. São características capazes de conectar mulheres de realidades aparentemente distintas da sociedade e, principalmente, inspirá-las frente às desigualdades de gênero. Nesse caso, em especial, ressalto as mulheres periféricas e o seu poder de inspiração para mulheres em outros setores, como o da tecnologia. Confira a matéria completa no site do IG. Link da matéria: https://delas.ig.com.br/2024-04-16/rosane-luciane-chene–artigo–mulheres–tecnologia.html

Brasscom apoia a “Cartilha de Cibersegurança – Um guia rápido para Micro e Pequenas Empresas (MPEs)”

Associação atuou do lançamento do novo material junto às entidades ABES e VDMA  Apenas 37% das pequenas empresas brasileiras possuem políticas de segurança da informação. Esse dado é apresentado na “Cartilha de Cibersegurança – Um guia rápido para Micro e Pequenas Empresas (MPEs)”. Elaborada no âmbito do Diálogo Digital Brasil-Alemanha, a cartilha é uma iniciativa para conscientizar e orientar as MPEs sobre a importância da segurança cibernética e da proteção de dados. Além disso, o material contou com o apoio de entidades como a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) e a Associação Alemã de Fabricação de Máquinas e Instalações Industriais (VDMA).  A publicação está dividida em três seções. A primeira envolve uma autoavaliação de vulnerabilidade, permitindo aos leitores avaliar rapidamente o seu nível de exposição a ataques cibernéticos. A segunda parte contém medidas de mitigação de riscos que as MPEs podem adotar para melhorar os seus níveis de segurança. A seção final mostra como reagir após descobrir um incidente de segurança cibernética.  Focada na importância de um ambiente digital seguro para as empresas e a sociedade, a Brasscom também faz parte do Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber), que visa orientar as ações do governo na temática da segurança cibernética do Brasil.  A representação é feita pela Suplente Ana Paula Bialer, que atua em parceria com a titular Natasha Nunes, da Conexis.  No âmbito do CNCiber, três grupos de trabalho foram criados. O primeiro é destinado a atualizar a Estratégia Nacional de Cibersegurança (e-Ciber). Já o segundo, se propõe a discutir a criação de um órgão de governança, e o terceiro à coordenação internacional. Iniciativas como essa fazem parte de um dos pilares da Brasscom, visando sensibilizar a sociedade sobre a importância de ações para mitigar riscos cibernéticos e fomentar políticas públicas para uma maior segurança virtual.  Clique aqui e acesse a Cartilha de Cibersegurança na íntegra

Desoneração da Folha contribuiu para 9,30 milhões de empregos até fevereiro de 2024

Segundo dados da Brasscom, de janeiro de 2019 a fevereiro deste ano, os 17 setores tiveram um crescimento de 19,6% na geração de empregos, 5,3% a mais que os demais setores    A Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, lançou novos dados que reforçam a efetividade da política da Desoneração da Folha de Pagamento para o desenvolvimento do país. Foram registraram 9,30 milhões de empregos formais nos 17 Setores desonerados até fevereiro deste ano. Apenas nos dois primeiros meses de 2024, houve a geração de 151 mil novos postos de trabalho.  Com isso, os setores desonerados obtiveram 19,6% de crescimento no número de empregos formais, com um salário médio 12,7% maior que os setores sem desoneração — que cresceram apenas 14,3% no mesmo período. Em suma, 873.816 empregos não teriam sido criados sem a Desoneração da Folha, no período de janeiro de 2019 a fevereiro de 2024.  Vale lembrar que a Desoneração da Folha de Pagamentos é a substituição tributária da contribuição previdenciária convencional, 20% sobre o valor das remunerações de cada funcionário, por um tributo único sobre a receita bruta da empresa. Saiba mais clicando no link.   

As tecnologias digitais avançam no Brasil – e podem avançar ainda mais e melhor

Colunista Espaço Brasscom, com Affonso Nina A Brasscom é a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais. Este artigo foi escrito por seu presidente, Affonso Nina, que tem mais de 30 anos de atuação como executivo de empresas do setor de TIC. O Brasil já é o 10º maior produtor mundial de tecnologias da informação e comunicação. Entidade que reúne os principais players do setor, a Brasscom faz um raio X de seu impacto no presente e projeta seu potencial de crescimento É fato inegável que o setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) tem desempenhado um papel cada vez mais significativo na economia nacional, impulsionando o crescimento, a inovação e a criação de empregos. Hoje as tecnologias digitais estão presentes em praticamente todos os setores de atividade econômica do País e, literalmente, na palma da mão de grande parte da população. Vejamos alguns dados. O setor de TIC engloba empresas produtoras e provedoras de hardware, software, serviços de tecnologia, incluindo computação em nuvem. Já o chamado “macrossetor de TIC” também engloba, de maneira mais ampla, o setor de telecomunicações e a produção “in-house” de tecnologia por empresas de outros setores da atividade econômica. Ou seja, empresas cuja atividade fim não é a TIC, mas que utilizam e produzem soluções de tecnologias digitais e colaboram, portanto, para os números de produção do macrossetor. Em 2023, o macrossetor de TIC alcançou números impressionantes, evidenciando sua importância estratégica para o Brasil: movimentou R$ 707,7 bilhões (US$ 141,7 bi), representando 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Esse valor refletiu um crescimento de 5,9% em relação a 2022, destacando a robustez e a resiliência do setor mesmo em cenários desafiadores. Distribuição da receita e segmentos em destaque No setor de TIC especificamente, a receita formada pelo mercado interno movimentou R$ 302 bi, enquanto a receita das exportações foi de R$ 46,2 bi, o que demonstra um potencial, ainda pouco explorado, de que o Brasil seja uma nação mais exportadora de soluções de TIC. É importante destacar algumas informações. No mercado interno, a produção de hardware foi influenciada pela receita da infraestrutura, que engloba servidores, armazenamento e equipamentos de redes. Essa infraestrutura experimentou um aumento significativo de 23,6%, à medida que as empresas ampliaram seus serviços digitais nessa área para melhorar a conexão com os clientes. Enquanto isso, a venda de dispositivos como smartphones, computadores, wearables, impressoras e tablets registrou uma redução de 19,6% na receita. Os varejistas de dispositivos enfrentam desafios consideráveis devido ao novo comportamento dos consumidores, que estão atualizando e substituindo seus dispositivos com menor frequência. Ao mesmo tempo, o segmento de software, serviços e nuvem cresceu 28,3% em 2023. Analisaremos a seguir cada um desses três itens, que cresceram impulsionados principalmente pelo aumento da disponibilidade de dados de diversas naturezas e pela crescente necessidade de uso, análise e tomadas de decisão a partir deles. O subsegmento de software teve um crescimento de 21,6%, alcançando uma produção de R$ 43,8 bilhões. Para 2024, espera-se que as empresas invistam cada vez mais em soluções de gestão capazes de automatizar processos e utilizar dados de forma mais eficiente. Em 2023, soluções como ERM (gestão de recursos empresariais, na sigla em inglês) e software de gerenciamento de dados movimentaram R$ 12,8 bilhões. Os serviços registraram um aumento significativo de 25,1% em 2023, alcançando uma produção total de R$ 104,3 bilhões. E, finalmente, é importante destacar o crescimento da computação em nuvem, que apresentou um aumento de 25,1%, totalizando R$ 46,5 bilhões em 2023. Esse cenário reflete a forte demanda das empresas por recursos que suportem decisões baseadas em uma análise abrangente de dados. O avanço na ciência dos dados está impulsionando as empresas a buscar novas soluções, o que, por sua vez, está movimentando o mercado de serviços de TI. Isso inclui uma maior demanda por softwares especializados, consultorias, integração e suporte de projetos relacionados a dados. As empresas estão repensando suas estratégias de processamento e armazenamento de informações. As áreas de negócios esperam respostas mais rápidas e insights mais profundos, o que torna a integração e interoperabilidade em ambientes híbridos e multicloud essenciais para garantir que os dados estejam disponíveis e utilizáveis. Em resumo, os números mostram, de forma quantitativa, o que já temos acompanhado no dia-a-dia das pessoas e das empresas: um crescimento conjunto da infraestrutura que armazena e disponibiliza volumes crescentes de dados e informações e também dos softwares e serviços que permitem às empresas fazerem o melhor uso desses dados em seus negócios. Obviamente não podemos deixar de considerar nesse cenário o uso de tecnologias como inteligência artificial (IA), incluindo IA generativa, para criar produtos e serviços mais atraentes e inovadores, aumentar a capacidade de personalização, gerar novas fontes de receita e mesmo novos modelos de negócio não possíveis anteriormente. Embora a IA não seja nenhuma novidade no mundo da TIC, o acesso às soluções de IA para empresas e indivíduos aumentou, e seguirá aumentando, a uma enorme velocidade. E a IA generativa traz, sim, novas oportunidades e paradigmas que as empresas ainda estão buscando entender e aproveitar, mas que já demandam novas capacidades de processamento: infraestrutura, software e serviços. Ao mesmo tempo, esse novo ambiente demanda um investimento maior nas soluções de segurança para reduzir as ameaças cibernéticas. Nesse sentido, a perspectiva para os próximos anos é de um aumento no uso de IA em conjunto com soluções de segurança para assegurar uma maior agilidade das empresas na detecção de riscos e rápida resposta aos possíveis ataques ao ambiente digital. Em relação às exportações, hardware, software e serviços cresceram nominalmente 9,1%, atingindo R$ 46,2 bilhões. Separadamente, as exportações de Software e Serviços tiveram um crescimento nominal de 21,4%, atingindo R$ 29,1 bilhões, enquanto as exportações de Hardware apresentaram uma redução de 6,8%, atingindo R$ 17,1 bilhões. Não custa repetir: o Brasil pode exportar muito mais soluções de TIC. Voltaremos a esse ponto mais adiante. Empregabilidade e impacto social O macrossetor de TIC também tem sido um grande gerador de empregos

“Precisamos de soluções em escala para requalificar profissionais de TIC”

Postado por Conjuntura Econômica Affonso Nina, presidente-executivo da Brasscom Por Solange Monteiro, do Rio de Janeiro Como tem evoluído a atividade no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) desde o impulso provocado pela pandemia, em 2020? O macrossetor de TIC (que inclui TI in house e telecom) continua crescendo a um ritmo importante, ainda que menos intenso. Nos últimos 3 anos, o crescimento médio foi de 11,9% ao ano. No ano passado, a produção setorial somou R$ 707,7 bilhões, com alta de 8,5% em relação a 2022. Um destaque importante é o crescimento do setor de TI in house, com empresas usuárias de TI aumentando suas áreas internas. É um movimento que se intensificou nos últimos cinco anos e veio para ficar. Se não olhamos para ele, deixamos de lado uma parcela importante do desenvolvimento de soluções tecnológicas. As perspectivas continuam positivas, basicamente pelo movimento inexorável das tecnologias digitais, que permeiam cada vez mais a atividade das empresas e a vida do cidadão. Muitas empresas hoje já nascem em cima de um modelo de negócio apoiado em tecnologias, enquanto a economia tradicional vai agregando novas em sua atividade. Para ilustrar, enquanto no período 2023-26 a projeção de investimentos em TIC era de R$ 666,3 bilhões, para 2024-27 esse montante subiu para R$ 729,4 bilhões, impulsionado por essa transformação digital. Em 2021, levantamento da Brasscom indicava um déficit importante de mão de obra qualificada, de meio milhão de profissionais até 2025 (leia aqui). Como essa projeção evoluiu? Continuamos a ter déficit. Faremos um novo estudo agora para dimensioná-lo, mas a percepção é de um gap que cresce na velocidade da evolução tecnológica e sua adoção. De 2021 para cá, vimos a oferta em algumas ocupações ficarem mais perto da demanda, como para certos tipos de desenvolvimento, mas a dificuldade ainda é geral. Como sempre haverá tecnologias novas,  é preciso se preparar. Hoje falamos muito de inteligência artificial (IA) generativa, que envolve skills diferentes tanto para desenvolver quanto para usar. O que temos chamado a atenção é para a necessidade de requalificação de pessoas. Temos que entender quais são os novos perfis demandados e fazer a adaptação. Na posição de desenvolvedores de código de programação, essa é uma demanda forte não apenas na formação de jovens, como para aqueles que estão em outros setores e aos 40 anos querem iniciar uma carreira em tecnologia. Alguém, por exemplo, que venha de uma indústria passando por um processo de automação. Ou que venha do varejo, em um segmento que passou a ter menos vendas em lojas físicas e mais virtuais. Há várias frentes. Um ponto positivo é que, para quem já tem alguma experiência, o setor de tecnologia permite ter treinamentos rápidos em termos de certificações e qualificações. E é bom, para as empresas, ter tanto jovens profissionais quanto alguém com experiência de ambiente de trabalho. Em 2023, o macrossetor TIC continuou com saldo líquido positivo de contratações, de 29,2 mil empregos em relação a 2022 (o saldo em 2022 foi de 116,9 mil). Registramos desaceleração, mas não redução. Houve muitas notícias nos meios de demissões em massa, mas foram casos pontuais de empresas inchadas, assim como problemas no campo das start ups, por conta do enxugamento de capital disponível para esses negócios. Mas os dados consolidados foram positivos, e iniciamos 2024 mantendo essa tendência. A Brasscom apoia alguma iniciativa privada ou política pública para incentivar essa requalificação? Estamos preparando algumas propostas, conversando com instituições públicas, privadas e do terceiro setor que tenham capilaridade para esse treinamento. O fato é que não há segredo quanto às trilhas formativas para um jovem ou um profissional de mais de 40 anos que quer reaprender, à exceção de alguma adaptação na metodologia de aprendizado. O desafio está em dar escala, pois não adianta formar 10 mil se precisamos de 200 mil. E é sobre isso que estamos discutindo, para se chegar a esse alcance, tanto do ponto de vista geográfico quanto socioeconômico. O setor trabalhou fortemente na defesa de prorrogação da desoneração da folha, que permite a 17 setores substituir a contribuição sobre a folha de pagamentos pela aplicação de uma alíquota sobre a receita bruta mensal de 1% a 4,5% de acordo com o setor. O que defendem no debate da reforma tributária? Nosso setor é intensivo em mão de obra qualificada, com uma média de salário que é mais que o dobro da média nacional. A discussão mais ampla que queremos levar é sobre o custo de empregar formalmente no Brasil, que é alto e inibe a formalidade – algo que defendemos, com o Movimento Trabalho Ético. Exportaríamos mais serviços de TIC se houvesse uma carga menor. Sempre defendemos a atual desoneração da folha apresentando números sobre os ganhos de arrecadação para o país que ela implica, incluindo ganhos em contratação, em retenção de funcionários nos momentos de crise, contribuição de FGTS e IR, menos gastos com assistência social. Quem argumenta que há redução de arrecadação não olha o impacto como um todo. Também advogamos um debate nacional mais amplo, que achamos que deve acontecer agora, que identifique que cada setor tem necessidades diferentes. Setores intensivos em mão de obra qualificada devem ter mecanismos para incentivar a contratação formal, da mesma forma que os intensivos em máquinas e equipamentos precisam de seus próprios incentivos para investir. Qual a agenda da Brasscom para 2024? O ponto que temos trazido ao debate é que o Brasil tem uma oportunidade de ouro de se posicionar no mundo das TI digitais, dede que tenhamos visão estratégica a longo prazo como país digital. Temos conversado tanto com o setor público quanto privado para desenvolver essa estratégica. Outros países o fizeram, ficamos para trás, mas ainda é tempo para se criar essa visão unificada de quais são as prioridades do Brasil em termos de desenvolvimento tecnológico, e fazer movimento tanto público quanto privado em termos de investimento. Isso envolve políticas públicas, formação de pessoas, P&D. Precisamos trabalhar na mesma direção. O programa federal Nova Indústria Brasil não contempla essas demandas? Essa política fala de inovação de forma transversal, pegando

Brasscom: macrossetor de TIC acelera em fevereiro e ultrapassa 2,06 mi de trabalhadores

por Redação IT Forum Novos dados publicados pela Brasscom indicam que, no início do ano, foram contratados 13.504 profissionais em fevereiro Em fevereiro de 2024, o macrossetor de TIC (TIC, TI In House e telecom) cresceu 0,7% no Brasil, com 13.504 profissionais contratados. O total de trabalhadores chegou a 2.064.059. É o que aponta novo relatório publicado na terça-feira (9) pela Brasscom. O Monitor de Empregos e Salários tem como objetivo acompanhar mensalmente o mercado de trabalho em tecnologia brasileiro. No Setor de TIC (Software, Serviços, Indústria e Comércio), foi registrado aumento de 0,6%, com 7.682 novos empregos. Segundo a entidade, isso mostra aceleração nas contratações no início do ano em comparação a 2023, elevando o total de profissionais empregados para 1.191.767. Veja também: Saldo de vagas geradas em TI cai 75% em 2023 Os setores intensivos em mão-de-obra (serviços de TIC, software e TI In House), em conjunto, apresentaram crescimento de 0,7%, com 9.732 novos postos de trabalho e 1.403.318 profissionais empregados. Até fevereiro de 2024, os subsetores de serviços de TIC, comércio, software e indústria apresentaram crescimento nas contratações com aumentos de 4.268, 1.321, 1.109 e 984 empregos, respectivamente, totalizando 7.682 vagas.   Fonte: IT Forum https://itforum.com.br/carreira/brasscom-tic-206-mi-trabalhadores/  

Mulheres ocupam 39% do mercado de trabalho em TIC

Por: Redação Foram contratados 5.071 mulheres e homens negros no Setor TIC em 2023, enquanto houve uma redução de – 0,5% de brancos, A informação faz parte do relatório setorial divulgado pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. O Macrossetor TIC emprega 2,05 milhões de profissionais, correspondendo a 4% dos empregos nacionais, com incremento de 29 mil novos postos de trabalho em 2023. Apesar de ter um crescimento de 1,4% na geração de empregos em 2023, isso representou 29,2 mil novos postos de trabalho gerados no ano. Homens negros apresentaram um crescimento de 1,5%, pouco acima das mulheres negras, com 1,4%.   Mesmo o número de mulheres no Brasil sendo superior ao de homens, chegando a 51,5% da população, elas ainda ocupam apenas 39% dos empregos no setor de TIC. Nos últimos 3 anos, a presença feminina cresceu a uma taxa anual de 7,7%. Em 2023 foram contratadas 3.518 mulheres no setor. O salário das mulheres no setor TIC cresceu 4,7% em 2023, 3,8 pontos percentuais a mais em relação aos homens, mostrando que o setor tem caminhado pela igualdade salarial. Segundo Affonso Nina, presidente executivo da Brasscom, a entidade tem iniciativas de inclusão de seus associados para incentivar participação das minorais, mas que a entidade está articulando um plano de crescimento para levar ao Governo buscando uma iniciava de mais impacto para o setor. Os números fazem parte do relatório setorial divulgado pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e podem ser acessados nesse link   Fonte: ESG Inside https://esginside.com.br/2024/04/08/mulheres-ocupam-39-do-mercado-de-trabalho-em-tic/    

Setor de tecnologia brasileiro cresce e chega a R$ 707,7 bi em 2023

por Redação Segundo a Brasscom, setor de TIC chegou a 6,5% do PIB no período, com 2,05 milhões de profissionais empregados Revelado na quarta-feira (3) pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), a última edição anual do Relatório Setorial 2023 do macrossetor de TIC mostra um crescimento do setor de tecnologia brasileiro, assim como uma representatividade maior dele no PIB brasileiro. Nos últimos três anos, o crescimento médio foi de 11,9%, alcançando um total 707,7 bilhões somente em 2023. Esse “macrossetor” de TIC inclui, segundo a metodologia da Brasscom, as empresas de tecnologia (TI), telecom (o C da sigla) e TI In House (profissionais de tecnologia que atuam em empresas de outros setores). Ele representa 6,5% do PIB nacional, com crescimento de 5,9% em relação a 2022. EXCLUSIVA: Compass UOL lança fábrica de PoCs para soluções de IA generativa O Brasil segue como o 10° maior em produção de TIC no mundo, representando 30% do mercado de TIC na América Latina (crescimento de 8,5%). O macrossetor empregou 2,05 milhões de profissionais, ou 4% das vagas nacionais. Também gerou 29 mil postos de trabalho em 2023, com média salarial 2,1 vezes maior que a nacional. A expectativa da entidade é que os investimentos feitos em transformação digital no Brasil até 2027 sejam de R$ 729 bilhões – o que deve aumentar ainda mais o tamanho desse mercado. Os principais números do relatório podem ser lidos nesse link.   Fonte: It Fórum https://itforum.com.br/noticias/setor-tecnologia-cresce-707-bi-2023/

Brasscom: Setor tecnológico movimenta R$ 707,7 bilhões e registra crescimento em 2023

Dados da Brasscom mostram que o Macrossetor de TIC representou 6,5% do PIB no período, com 2,05 milhões de profissionais empregados Na última quarta-feira (3), a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais – Brasscom , apresentou o Relatório Setorial 2023 do Macrossetor de TIC — grupo formado pelo setor de TIC (empresas de tecnologia), Telecom (operadoras de telecomunicações) e TI In House (contingente de profissionais de tecnologia que atuam em empresas de outros setores). O conteúdo é produzido anualmente e foi apresentado durante Coletiva de Imprensa, em São Paulo. Segundo a Brasscom, entre os destaques do ano, o Macrossetor movimentou R$707,7 bilhões, representando 6,5% do PIB brasileiro e crescimento de 5,9% em relação a 2022. Assim, o Brasil segue como o 10° maior em produção de TIC no mundo, representando 30% do mercado de TIC na América Latina (crescimento de 8,5%). Vale destacar, também, que Macrossetor empregou 2,05 milhões de profissionais, equivalente a 4% dos empregos nacionais, com incremento de 29 mil novos postos de trabalho, com uma média salarial 2,1 vezes maior que a média nacional. A Brasscom é uma entidade sem fins lucrativos de representatividade nacional que congrega dezenas das maiores, mais dinâmicas e inovadoras empresas de TIC e de Tecnologias Digitais. Ela atua para defender e promover o crescimento e desenvolvimento do mercado interno e externo das empresas do setor de TIC.  

Telecom movimentou R$ 285 bilhões em 2023, calcula Brasscom

Por:  Fernando Barbosa Com movimentação de R$ 285,2 bilhões, o segmento de telecom representou 40% do faturamento do macrossetor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) em 2023, segundo dados recentes da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom). No ano, a indústria de telecomunicações teve crescimento nominal de 2,7%, calcula a entidade. No geral, o macrossetor de TICs movimentou R$ 707,7 bilhões no País no ano passado, em crescimento nominal de 5,9%. De acordo com os dados da Brasscom, o principal setor em termos de faturamento foi Tecnologia da Informação (TIC), com R$ 348,2 bilhões, avanço de 8,5%. Além disso, a vertical de TI in House (tecnologias digitais em empresas) teve uma receita de R$ 74,3 bilhões, alta de 6,4% Exportações e Importações No ano passado, as exportações de produtos e serviços de TICs foram de R$ 46,2 bilhões (US$ 9,2 bilhões), aumento de 9,1%. Neste caso, os valores são divididos entre exportação de serviços (R$ 29 bi, alta de 21%) e de hardware (R$ 17 bi, queda de 7%). Especificamente na vertical de telecom, os serviços representaram R$ 2,7 bilhões em exportações, crescimento de 1,9%. Na parte de hardware, o segmento foi o que apresentou a maior retração, de 36,5%, para R$ 1,2 bilhão exportados. Na soma seriam cerca de R$ 4 bilhões em exportações da indústria de telecom Por outro lado, as importações foram bem superiores na cadeia total de TICs, ainda que em queda. A indústria como um todo fez importações da ordem de R$ 182,5 bilhões (cerca de US$ 36,5 bilhões), recuo de 2,8%. O segmento de telecom teve uma perda de 2,3% na importação de hardware, a R$ 13,8 bilhões. Já a importação de serviços cresceu 14%, para R$ 3,8 bilhões. Assim, foram quase R$ 18 bilhões em importações no ano.  Trabalho A Brasscom também informa que foram gerados mais 29,2 mil empregos na cadeia de TICs no ano, para o total de 2,05 milhões. Em telecomunicações, houve acréscimo de 1,7 mil empregos gerados, totalizando 332,9 mil postos. Na divisão por setores, telecom ainda apresentou uma média de salário de R$ 3.913, 1,9 vez maior do que o salário médio nacional. Vale frisar que os salários em telecom tiveram uma variação positiva de 13,8%, patamar bem acima do IPCA nacional, que foi de 4,62%.  No total, o macrossetor de TIC tem uma média salarial de R$ 4.269, ou 2,1 vezes a média nacional.  O segmento com maiores salários é o de serviços de alto valor e software. Nele, os profissionais recebem, em média, R$ 5.186, o que equivale a 2,5 vezes a média nacional. Em seguida, surge o segmento de TIC, com salário médio de R$ 4.299, cerca de 2,1 vezes a média nacional.  Já o setor de serviços registrou média salarial de R$ 2.120 (1 vez a média nacional), nacional teve média de R$ 2.040 (1 vez a média nacional), e comércio fechou o ano com média de R$ 1.762 (abaixo da média nacional).    Fonte: Teletime https://teletime.com.br/05/04/2024/telecom-movimentou-r-285-bilhoes-em-2023-calcula-brasscom/?amp

Brasscom: Brasil tem vocação para exportar serviços de TIC

Roberta Prescott … 04/04/2024 … Convergência Digital Ao analisar a balança comercial referente às exportações e importações, o presidente-executivo da Brasscom, Affonso Nina, ressaltou que o Brasil registra mais exportações de serviços e menos de hardware, o que, segundo ele, corrobora a vocação do País para ocupar um papel de fornecedor de serviços para o mercado global. Em 2023, as exportações de TIC somaram R$ 46,2 bilhões, uma alta de 9,1% em comparação a 2022, mas ainda um montante cerca de quatro vezes inferior ao volume importado, que caiu 2,8% na comparação anual para R$ 182,5 bilhões. Os dados são do Relatório Setorial 2023, apresentado pela Brasscom na última quarta-feira, 3/4, e que apontou que macrossetor de tecnologia da informação e comunicações (TIC) registrou, no ano passado, produção setorial de R$ 707,7 bilhões (ou US$ 141,7 bilhões), o que representou 6,5% do produto interno bruto (PIB) do Brasil. O destaque de Affonso Nina para serviços está embasado no fato de que as exportações de software e serviços cresceram 21,4% para R$ 29,1 bilhões, enquanto a exportação de hardware registrou uma queda de 7,4% para R$ 17 bilhões. “O Brasil não é, hoje, um grande fabricante de hardware. De modo geral, a infraestrutura de equipamentos vêm de fora e, mesmo quando tem fabricação aqui, os chips são importados. Há este desequilíbrio”, disse Nina. No entanto, a importação de software e serviços também teve alta: de 27,7% para R$ 58,4 bilhões. O Brasil importou R$ 124,1 bilhões em hardware em 2023, 12,6% a menos que 2022. “Um trabalho que a Brasscom tem trazido é que o Brasil deve investir mais em datacenters locais e a inteligência artificial abre uma janela de oportunidade para isso. Vemos que é uma oportunidade para atrair mais investimentos para termos no País datacenter e infraestrutura de processamento de modo a dependermos menos de importação”, assinalou Nina. Mercado interno de TIC Ao analisar a atuação das companhias do setor de tecnologia da informação e comunicação, a Brasscom registrou que o mercado interno de TIC cresceu 8,4% para R$ 302 bilhões (US$ 51,1bilhões), registrando aumento, em relação a 2022, de 32,9% em serviços (R$ 104,3 bilhões); de 25,1% em nuvem (R$ 46,5 bilhões) e de 21,6% em software (R$ 43,8 bilhões). O mercado de hardware caiu 15,4% para R$ 107,4 bilhões, sendo que a retração ocorreu no segmento de dispositivos com queda de 19,6%, já que a parte de infraestrutura aumentou 23,6%. “A vocação do Brasil é de serviço e software, mais do que de hardware e equipamentos. E vemos claramente isso pelo grande crescimento, quando você fala de software, nuvem e serviço. Mas óbvio que tudo precisa de infraestrutura para rodar, por isso que vemos infraestrutura crescendo em hardware”, apontou.   Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/Negocios/Brasscom:-Brasil-tem-vocacao-para-exportar-servicos-de-TIC-65670.html

Macro setor de TIC fatura R$ 707,7 bilhões em 2023

Por:  Claudiney Santos O macrosetor de TIC (reúne TI e Telecom) em 2023 atingiu a cifra de R$ 707, 7 bilhões de reais, crescimento de 5,9% em relação ao ano de 2022, o que representa 6,5% do PIB brasileiro. Os números fazem parte do relatório setorial divulgado nessa quarta-feira, 3, pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. Quando se considera apenas o setor de TI, o valor da receita foi de R$ 348,2 bilhões, crescimento de 8,5% em relação a 2022. Ele inclui TI, Software, Serviços, Nuvem, BPO, Business Consulting, Estatais, Hardware e Exportações.  Quando se considera os números de Tecnologias Digitais nas empresas usuárias, o valor chega a 74,3 bilhões, valor 6,4% superior ao ano de 2022. O segmento de Telecom isoladamente gerou receitas de R$ 285,2 em 2023, 2,7% de crescimento em relação a 2022. A empresas associadas à Brasscom pretende investir R$ 729 bilhões até 2027 para acelera o crescimento do setor, para chegar a pelo menos 8% do PIB Nacional. O Macrossetor TIC emprega 2,05 milhões de profissionais, correspondendo a 4% dos empregos nacionais, com incremento de 29 mil novos postos de trabalho em 2023. Apesar de ter um crescimento de 1,4% na geração de empregos em 2023, isso representou 29,2 mil novos postos de trabalho gerados no ano. Fazendo um recorte da receita de R$ 348,2 bilhões geradas por TIC, o segmento de Hardware representou R$ 107,4 bilhões; o de Software R$ 43,8 bilhões; Serviços R$ 104,3 bilhões; serviços de Nuvem, R$ 46,5 bilhões e Exportações, R$ 46,2 bilhões. Segundo Affonso Nina, presidente executivo da Brasscom, a entidade está articulando um plano para alavancar o crescimento da TI nacional, para levar ao “conselhão” do presidente Lula, onde 3 executivos da Brasscom têm acento. Nina disse que o setor enfrenta hoje a volta da “pejotização”  no mercado de trabalho com a Reforma Tributária que favorece essa prática; a contratação de profissionais brasileiros por empresas estrangeiras que não tem base no Brasil; e pela ameaça da não aprovação legal da desoneração fiscal  que pode gerar mais custos para empresas que empregam grande número de mão de obra. O relatório do Macrosetor de TIC, com mais informações, estão disponível para download no site da entidade.   Fonte: TI Inside https://tiinside.com.br/03/04/2024/macro-setor-de-tic-fatura-r-7077-bilhoes-em-2023/

Brasscom TecFórum Pocket (SP, 03/04/2024)

Assista o evento na integra.   Veja aqui as fotos   📆 Data: 03/04, das 18h às 22h 📍 São Paulo (SP), Local: BLUE TREE PREMIUM – FARIA LIMA Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989 • Itaim Bibi • São Paulo • CEP: 04538-133 Junte-se a nós para uma nova edição do Brasscom TecFórum Pocket, dessa vez trazendo o tema “Impactos da IA no Brasil”. Será um evento para promover o networking, apresentar as atuações da Brasscom para o Macrossetor de TIC e proporcionar um espaço de debate e trocas ideias a respeito do uso de IAs. O evento também contará com a presença de executivos C-Levels convidados pela MIT SMR Brasil, parceira do TecFórum Pocket SP. Programação Palestra: Como a IA generativa está transformando os negócios e a sociedade? Palestrante: MIGUEL MATEUS, Oliver Wyman Painel: Impactos da IA no Brasil Moderador: AFFONSO NINA, Presidente Executivo da Brasscom Painelistas: CHRIS FAIG, Vice-Presidente de Tecnologia e Soluções da Microsoft FERNANDA SPINARDI, Líder de Soluções para Clientes da AWS Brazil MIGUEL MATEUS, Oliver Wyman 20h – Coquetel   Realização Apoiador

Publicação: Guia rápido sobre segurança cibernética para pequenas empresas

A Secretaria do Diálogo Digital Brasil-Alemanha desenvolveu um guia rápido sobre segurança cibernética para micro e pequenas empresas (no Brasil: Micro e Pequenas Empresas , MPEs). A publicação tem como objetivo conscientizar as MPEs brasileiras sobre sua própria vulnerabilidade no ecossistema digital. Está escrito em português e já está disponível para download abaixo! A digitalização contínua do setor produtivo pode otimizar processos e aumentar a transparência. Além dos inúmeros benefícios, as empresas transformadas digitalmente também enfrentam riscos. O número de ataques cibernéticos está aumentando e os cibercriminosos estão se tornando cada vez mais profissionais. Os especialistas prevêem que todas as empresas serão atacadas em algum momento. A questão crucial não é “se”, mas “quando” estes ataques ocorrerão. Ao contrário das grandes corporações com departamentos de segurança de TI dedicados, as MPEs estão mais expostas. Eles têm menos recursos e precisam de mais apoio e orientação sobre como proteger sua empresa. Para apoiar as MPEs no aprimoramento da segurança cibernética, a Secretaria para o Diálogo Digital Brasil-Alemanha desenvolveu este guia rápido. O seu principal objetivo é demonstrar às MPEs como podem estar melhor preparadas para ataques cibernéticos. Fornece informações e medidas concretas que não requerem investimentos financeiros ou de pessoal significativos. O desenvolvimento do guia rápido foi um esforço conjunto O guia rápido é inspirado na brochura ” Cyber-Sicherheit für KMU “, desenvolvida pelo Escritório Federal Alemão para Segurança da Informação (BSI). A publicação original em alemão está acessível aqui . A Associação Alemã da Indústria de Engenharia Mecânica (VDMA), a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) e a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) forneceram informações essenciais para a adaptação do documento ao contexto brasileiro. A publicação está dividida em três seções. A primeira envolve uma autoavaliação de vulnerabilidade, permitindo aos leitores avaliar rapidamente o seu nível de exposição a ataques cibernéticos. A segunda parte contém medidas de mitigação de riscos que as MPEs podem adotar para melhorar os seus níveis de segurança. A seção final mostra como reagir após descobrir um incidente de segurança cibernética. Você pode baixar o guia rápido aqui: Download da Cartilha de Cibersegurança Fonte: Diálogos Digitais Internacionais https://digital-dialogues.net/en/news-details/publication-quick-guide-on-cybersecurity-for-small-businesses Capa da publicação. © Diálogos Digitais-GIZ   Fonte: Diálogos Digitais Internacionais https://digital-dialogues.net/en/news-details/publication-quick-guide-on-cybersecurity-for-small-businesses

O futuro do trabalho: O impacto da tecnologia no trabalho rural e urbano

Globo – Jornal Hoje Na segunda reportagem da série especial “O Futuro do Trabalho”, o #JH mostra o impacto da tecnologia nas profissões, no agronegócio e nos centros urbanos, provando que o uso não diminui a importância dos humanos no trabalho. Fonte: Globo – Jornal Hoje https://globoplay.globo.com/v/12436618/