Jornal da Band – Desoneração da folha de pagamento

12/05/2023 Entidades defendem permanência. Fonte: Jornal da Band https://www.band.uol.com.br/noticias/jornal-da-band/videos/desoneracao-da-folha-de-pagamento-17162677
17 setores que empregam 8,9 milhões lançam manifesto em prol da desoneração da folha até 2027

Texto defende a aprovação de projeto de lei do senador Efraim Filho que prorroga benefício fiscal iniciado em 2011 Entidades que representam 17 setores da economia lançaram nesta quinta-feira (11) um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento até 2027. O grupo se chama Desonera Brasil. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga o benefício fiscal iniciado em 2011. “A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto. Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto. “Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados em relação ao grupo não contemplado pela política e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto. Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração, o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de vagas de emprego. “Precisamos que seja votada essa lei. Precisamos de apoio do governo. Essa indefinição pela qual estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma. ‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’ O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”. “Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um crescimento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, dizem os representantes. Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em projeto de lei fora da reforma tributária. “Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocarem o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar. Sobre a desoneração Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei nº 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre as folhas de pagamento. Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Fonte: R7 https://noticias.r7.com/brasilia/17-setores-que-empregam-89-milhoes-lancam-manifesto-em-prol-da-desoneracao-da-folha-ate-2027-11052023
Entidades de TICs se unem para manter desoneração da folha até 2027

Convergência Digital … 11/05/2023 … Convergência Digital Representantes dos 17 setores econômicos do Brasil publicaram nesta quarta-feira (10) um manifesto que expressa o apoio à aprovação do PL 334/23, de autoria do Senador Efraim Filho (União/PB), que defende a manutenção da política da desoneração da folha até 31 de dezembro de 2027. Entre as entidades, encontram-se a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) e a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom). A proposta mantém a substituição tributária da contribuição previdenciária convencional, 20% sobre o valor das remunerações de cada funcionário, por um tributo único sobre a receita bruta da empresa. Iniciada em 2011, a política de desoneração da folha contempla 17 setores econômicos que empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores, entre os quais os setores de tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/Governo/Legislacao/Entidades-de-TICs-se-unem-para-manter-desoneracao-da-folha-ate-2027-63185.html
Desonera Brasil: 17 setores lançam manifesto pela desoneração da folha de pagamento

Fonte: Jornal da Record | R7, em Brasília Documento defende a aprovação de projeto de lei do senador Efraim Filho que prorroga o benefício fiscal até 2027 Representantes de 17 setores da economia lançam, nesta quinta-feira (11), um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga até 2027 o benefício fiscal, iniciado em 2011. O grupo se chama Desonera Brasil. “A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto. Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto. “Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados, em relação ao grupo não contemplado pela política, e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto. Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de novas vagas de emprego. “Nós precisamos que seja votada essa lei. Nós precisamos de apoio do governo. Essa indefinição que nós estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Nós vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma. ‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’ O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”. “Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um aumento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, defendem os representantes. Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em um projeto de lei fora da reforma tributária. “Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocar o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar. Sobre a desoneração Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e a manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagar alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre as folhas de pagamento. Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Fonte: R7 https://noticias.r7.com/brasilia/desonera-brasil-17-setores-lancam-manifesto-pela-desoneracao-da-folha-de-pagamento-10052023
Pela continuidade da política de desoneração da folha com o PL 334/23

Proposta no Senado pede prorrogação da desoneração da folha até 2027

A medida vai ser importante para a geração e manutenção de postos de trabalho no país Atualmente, os 17 setores que mais empregam no país são atingidos pela desoneração na folha de pagamento, que termina no fim deste ano. Uma proposta no Senado quer prorrogar o benefício até 2027. A medida vai ser importante para a geração e manutenção de postos de trabalho no país. Fonte: R7 https://noticias.r7.com/jr-na-tv/videos/proposta-no-senado-pede-prorrogacao-da-desoneracao-da-folha-ate-2027-01052023
Governo, empresas e terceiro setor investem na formação de jovens para a tecnologia da informação

O motivo do investimento é a falta mão de obra qualificada. Até 2025 serão necessários mais de 500 mil novos profissionais no país. Fonte: G1 https://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2023/05/01/governo-empresas-e-terceiro-setor-investem-na-formacao-de-jovens-para-a-tecnologia-da-informacao.ghtml
Proposta no Senado pede prorrogação da desoneração da folha até 2027

A medida vai ser importante para a geração e manutenção de postos de trabalho no país. Fonte: JR NA TV https://noticias.r7.com/jr-na-tv/videos/proposta-no-senado-pede-prorrogacao-da-desoneracao-da-folha-ate-2027-01052023
Fake News: Brasscom, Abinee e ABES saem em defesa da ANPD como autoridade autônoma da Internet

As entidades setoriais de TIC – ABES, Abinee e Brasscom – assinaram um posicionamento, divulgado neste domingo, dia 30 de abril, sobre o PL 2630, que tem votação prevista para a próxima semana. E o recado foi claro: elas querem a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, ANPD, como responsável pela proteção dos dados pessoais, como define a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/Internet/Fake-News%3A-Brasscom%2C-Abinee-e-ABES-saem-em-defesa-da-ANPD-como-autoridade-autonoma-da-Internet-63098.html
Instituições ampliam oferta de cursos com foco em nuvem e 5G

Setor de TI vai demandar, até 2025, 797 mil currículos, mas país forma apenas 53 mil por ano Fonte: Valor Econômico https://valor.globo.com/publicacoes/suplementos/noticia/2023/04/27/instituicoes-ampliam-oferta-de-cursos-com-foco-em-nuvem-e-5g.ghtml
Profissionais 40+ estão no alvo do setor de tecnologia

Mercado & Consumo – Redação Força de trabalho é um dos grandes gargalos da área de TI no Brasil e no mundo A área de Tecnologia da Informação (TI) é vista como um celeiro de criatividade e inovação, mas curiosamente está em constante movimentação em empresas de todos os portes, apresentando um grande déficit de profissionais. Uma pesquisa da Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais) projetou que em 5 anos a demanda por profissionais da área chegará a 797 mil novos talentos. Porém, o Brasil forma pouco mais de 50 mil pessoas na área, deixando claro que universidades não irão suprir tal demanda. E os profissionais 40+ podem ser a saída para equilibrar esse cálculo. “Restringir esse mercado de trabalho apenas para jovens recém-formados é subestimar o potencial que profissionais mais maduros já possuem, em vários aspectos. Além disso, é contribuir para o agravamento de uma crise do mercado de TI, que a cada ano avança e não vê o contingente de trabalhadores caminhar de forma equitativa. É preciso investir em mão de obra qualificada, e isso profissionais 40+ tiram de letra”, afirma Christina Curcio, que depois de 25 anos como gestora de TI abriu a Icon Talent, empresa de recrutamento especializada na contratação de profissionais de tecnologia. E qualificação está entre uma das características que vem trazendo mais possibilidades aos profissionais com perfis sênior, apesar de na prática, segundo Christina, a maioria das empresas flertar com jovens de 20 a 35 anos. “Infelizmente a gente ainda vê nos processos de seleção e recrutamento empresas dando preferência para pessoas mais novas”, revela. No entanto, outra pesquisa revelou que o cenário para pessoas 40+ é positivo em diversos setores de TI, sobretudo na área de gestão. Isso porque o estudo Diagnóstico Comportamental dos Profissionais de TI, realizado pela IT Mídia, mostrou que 55% dos líderes da área de tecnologia possuem mais de 50 anos, além de revelar que profissionais nessa faixa etária são mais engajados e satisfeitos com seus trabalhos. “Um profissional mais maduro é autogerenciável, possui experiência de vida e profissional e maior resiliência. Na maioria das vezes são pessoas que não estão em busca de um cargo, mas sim de fazer a diferença e buscar resultados”, reforça Christina. Assumindo responsabilidades O levantamento da IT Mídia revelou ainda que o principal motivador do jovem é o salário (31%) e que apenas 23% preferem ter grandes responsabilidades, enquanto os profissionais de nível sênior veem a responsabilidade como um dos fatores principais de motivação (32%). Essa busca de profissionais jovens por apenas cargos ou salários é outro ponto que vem trazendo obstáculos ao setor de tecnologia, uma vez que a mão de obra acaba sendo mais volúvel, aumentando assim o alto turnover do setor, que enfrenta não só a dificuldade de contratação, mas sobretudo, de manutenção do quadro de colaboradores. “É um setor que definitivamente precisa de trabalhadores engajados”, reforça Christina. Os dados são uma forma de levar reflexão para um setor que vê suas vagas ficarem abertas por mais tempo que o normal e que não conseguem avançar em projetos por falta de profissionais. Para aqueles que já trabalham na área, parece ser o cenário perfeito. Mas, e para quem não é da área e quer arriscar começar algo novo depois dos 40, é possível? “Claro que é possível. O mercado de tecnologia parece algo muito complicado, inatingível quase, mas é preciso desmistificar isso. É claro que tem seus desafios e o maior deles, com certeza, são as atualizações constantes de programas, softwares, ferramentas. Mas isso os jovens também precisam enfrentar. O que o mercado mais precisa na verdade são de pessoas com olhares estratégicos, capacidade de gerenciamento de projetos e, sobretudo, que tenham disponibilidade para aprendizagem constante. A técnica se aprende. Agora, as skills comportamentais fazem parte de uma maturidade que somente quem já tem mais vivência consegue desenvolver”, finaliza Christina. Fonte: Mercado & Consumo https://mercadoeconsumo.com.br/10/04/2023/noticias/profissionais-40-estao-no-alvo-do-setor-de-tecnologia/?cn-reloaded=1
Empresas investem na formação de profissionais para o mercado de TI

Em crescimento, TIC abriu mais de quatro mil postos de trabalho em janeiro de 2023

Macrossetor de TIC mostra crescimento, com mais de 4 mil novos postos de trabalho em janeiro de 2023

Segundo relatório da Brasscom, a demanda de talentos na área tem crescido no país, apresentando crescimento em relação ao fechamento de 2022 Somente em janeiro de 2023, o Macrossetor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) registrou cerca de 4,3 mil novos postos de trabalho. Os dados foram levantados pela Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, e revelam um avanço no país com relação a demanda de novos talentos. Destaca-se que o Macrossetor também engloba o TI In House, empregos em empresas com objetos sociais distintos da Tecnologia da Informação. O setor de TI In House apresentou o maior crescimento entre os setores analisados, responsável por um crescimento de 0,7% em relação ao fechamento de 2022, gerando 3.392 empregos. Vale ressaltar que, no geral, o setor de tecnologia no Brasil tem crescido nos últimos anos. Em 2021, o Macrossetor de TIC criou 199,7 mil empregos e em 2022 foram gerados mais de 117 mil, com um crescimento de 6,1% no número de vagas. Somente no setor de TIC, foram gerados 73 mil novos postos de trabalho no ano passado. O cenário tecnológico no Brasil acaba sendo positivo, com novas perspectivas para o futuro incluindo a chegada da rede 5G, que permitirá a interconexão de equipamentos e dispositivos com o desenvolvimento da chamada Internet das Coisas (IoT), a digitalização crescente, a disseminação de inteligências artificiais e inovações consideráveis. São caminhos que requerem mão de obra especializada e que confirmam um real desenvolvimento tecnológico. Acesse o relatório completo do Monitor de Empregos e Salários com os dados referentes a janeiro de 2023. Sobre a Brasscom A Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – é uma entidade sem fins lucrativos de representatividade nacional que congrega dezenas das maiores, mais dinâmicas e inovadoras empresas de TIC alinhadas com a Era Digital. A entidade atua para defender e promover o desenvolvimento do Macrossetor de TIC e de tecnologias digitais, em prol de um País Digital, Conectado e Inovador. Assessoria de Imprensa: Michael Rios michael.rios@brasscom.org.br
Até 2025 devem surgir quase 800 mil vagas de emprego para área de tecnologia

O estudo também revela que vão faltar profissionais na área de tecnologia, mesmo com a grande quantidade de vagas abertas no país VICTORIA BATALHA REDACAO@JCCONCURSOS.COM.BR PUBLICADO EM 20/03/2023, ÀS 08H18 – ATUALIZADO ÀS 08H24 A área de tecnologia é uma das mais promissoras, e vem ganhando cada vez mais destaques dentro do mercado de trabalho. E pelo que indica o estudo realizado pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), até o ano de 2025, o mercado vai gerar 797 mil vagas na área de tecnologia. E se engana quem acredita que a área de tecnologia vão criar apenas oportunidades para a área de TI. O levantamento aponta que também vão surgir vagas no setor de Marketing, em uma nova área que vem crescendo nos últimos anos e chamada de Marketing Data Driven. O Data Driven usa informações que foram coletadas através das interações com o público e busca entender os clientes de uma empresa. Assim, a empresa consegue determinar os perfis da sua clientela e entender melhor as tendências do mercado. Assim, a companhia que utiliza o Data Driven vai poder melhorar os dados e entender os hábitos do consumidor, comportamento, motivações e preferências. Falta de mão de obra qualificada Porém, a Brasscom acredita que vão profissionais qualificados para ocupar em média 532 mil vagas. Mesmo com 50 mil profissionais formados em 2025 na área, terá a falta de um quarto de pessoas necessárias para ocupar 206.940 mil vagas que vão surgir nesse ano. Ainda segundo a associação, a busca pelos cursos na área de tecnologia são baixas. Há pelo menos 2,4 candidatos por vagas nos cursos de Tecnologia da Informação. E apenas 24,85% são aprovados. Além disso, conforme o levantamento, nas instituições privadas, 39% dos estudantes acabam desistindo dos cursos e 26,6% desistem no ensino público. Outro estudo realizado pela consultora Mckinsey revelou que no Brasil se formam um profissional de tecnologia para cada 11 advogados ou administradores. Esse número cai nos Estados Unidos, onde é um para cinco. Na Índia, esse número é ainda menor no país asiático, sendo um profissional de tecnologia para três. Mostrando que a falta de profissionais na área de tecnologia não é um problema apenas no Brasil.
Empresas da área de tecnologia devem criar 420 mil vagas de trabalho no Brasil até 2025

Veja a matéria completa no link abaixo. Jornal Hoje https://globoplay.globo.com/v/11444123/
Quantas mulheres vêm à sua mente quando você ouve falar em tecnologia?

No Dia Internacional da Mulher, Sofia Esteves escreve sobre a importância de aumentar a representatividade feminina na área tech Quero propor um exercício de imaginação — você pode fazer essa atividade pensando na realidade da sua empresa ou até propor a dinâmica na sua equipe. Vamos lá: feche os olhos e pense em alguém especialista em Inteligência Artificial (IA). Uma pessoa que seja referência no assunto! Qual rosto apareceu na sua mente? Essa pessoa tem cabelo longo ou curto? O que ela veste? É bem jovem ou acumula anos de estrada? Tem a voz mais fina ou mais grossa? Onde ela nasceu? Agora, como fica esse retrato se eu disser que tal especialista se graduou em Engenharia Mecânica em uma instituição nos Estados Unidos? E se eu der outras pistas e contar que esse talento ocupa o cargo de Chief Technology Officer (CTO) em uma empresa de tecnologia e está por trás de uma das inovações mais comentadas nos últimos tempos? No que você pensaria se soubesse que essa pessoa tem a Tesla no currículo e que dá entrevistas para explicar conceitos complexos de IA? Com todas essas informações em mãos, pare e pense mais uma vez. Qual imagem apareceu na sua cabeça: a de um homem ou a de uma mulher? Se foi a de um homem, sinto informar que você pintou o retrato errado. É que as características que eu descrevi são da profissional Mira Murati, CTO da OpenIA e uma das mentes por trás do tão comentado ChatGPT. Apesar da fama de sua criação, nem todo mundo conhece o nome ou o rosto da “criadora”. Isso, por si só, não seria um problema, afinal muitas personalidades do mundo dos negócios ficaram famosas depois do lançamento de um produto ou serviço. A questão é o quanto a descrição de Mira parece ser mais uma exceção do que uma regra, principalmente no meio da tecnologia. Afinal, quantas mulheres vêm a sua mente quando você ouve falar em tecnologia? Quantas CTOs você conhece? Não é de hoje que os talentos femininos aparecem em menor número neste mercado, situação que só piorou com as demissões recentes no setor de tecnologia. Segundo um relatório do Layoffs Brasil, movimento que tem acompanhado as demissões em massa nas empresas de tecnologia por aqui, as mulheres foram as mais afetadas. Antes dessa onda mais forte de demissão, em 2021, as profissionais representavam apenas 32,6% do total de quem trabalha no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), segundo um relatório da Brasscom. Considerando o recorte de raça, o resultado era ainda pior: só 11,6% das pessoas que atuavam na área eram mulheres negras. Isso acontece não pela falta de competência dessas pessoas em seguir uma carreira STEM (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática), mas por inúmeros fatores que a minha e a sua empresa podem ajudar a combater. Uma das formas de fazer isso tem a ver com o exercício no começo deste artigo: precisamos imaginar novos rostos quando falamos em tecnologia. Na verdade, mais do que imaginar, precisamos ter mais referências no mercado, mulheres que ocupam a liderança em empresas do setor. E não é só ter essas pessoas dentro da sua organização. Estou falando de contratar tais profissionais e de colocá-las como porta-vozes de assuntos sobre tecnologia — outra prática que a sua empresa pode adotar para reverter o quadro de desigualdade de gênero. A ideia é, por meio de entrevistas, eventos e palestras, dar espaço para que essas especialistas compartilhem seus conhecimentos técnicos sobre determinada inovação, em vez de limitar a participação delas em debates sobre “mulheres na tecnologia”. Nada contra o tema, claro, a questão é que os talentos femininos têm muito mais a dizer sobre vários outros assuntos, elas só precisam de oportunidades para isso. Quando isso acontece, ou seja, quando enxergamos mais rostos, percebemos também um impacto importante na base da empresa. As profissionais que estão no começo de carreira olham para cima, veem outras pessoas como elas e, finalmente, conseguem se enxergar naquela posição. Existe uma mensagem inconsciente de que aquele caminho é possível. Mensagem que pode extrapolar os portões (físicos ou virtuais) das empresas e chegar até as estudantes. Jovens que vão começar a ver nas Ciências, Engenharias, Matemática e Tecnologia uma carreira possível, que vão se interessar por áreas até então tidas como “masculinas”. Quando talentos femininos enxergam outras como ela em lugares diferentes, novas possibilidades se abrem para a carreira delas e para o negócio das empresas. Aquela figura padrão associada ao mundo da tecnologia é substituída por outra imagem: a que as próprias mulheres enxergam no espelho. E a sua organização pode desempenhar um papel importante para mudar esse reflexo! Fonte: https://exame.com/colunistas/sofia-esteves/quantas-mulheres-vem-a-sua-mente-quando-voce-ouve-falar-em-tecnologia/
Mulheres seguem em desvantagem no mercado de trabalho, mas mercados promissores podem ser aliados no combate à desigualdade de gênero

Um chamado da área de tecnologia às mulheres

Mulheres se destacam na liderança de empresa produtora de tecnologia
