Nem TI, a profissão do futuro, escapa da crise no mercado de trabalho

Sempre apontada como uma das profissões do futuro, a área de Tecnologia da Informação (TI) não passou ilesa pelo aperto no mercado de trabalho brasileiro vivido no ano passado. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho, foram pelo menos 8.500 vagas com carteira assinada a menos entre os desenvolvedores de software em 2015, resultado das dificuldades financeiras pelas quais as empresas estão passando por causa da crise econômica. O presidente da Associação Brasileira das Empresas de TI de Minas Gerais (Assespro-MG), Marcello Ladeira, afirma que as empresas prestadoras de serviço em TI são fornecedoras de companhias dos diversos setores afetados pelos problemas econômicos.

Brasscom quer ampliação do acesso sem regular a Internet e, principalmente, as OTTs

A prioridade da política pública de telecomunicações deve ser o acesso amplo à Internet, tendo como base a sua transversalidade e seu aspecto transformacional, tanto para usuários, quanto para a coletividade. É o que defende a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações (Brasscom), na consulta pública sobre a revisão do marco regulatório das Telecomunicações. Para a entidade, a massificação do acesso à Internet estimula o desenvolvimento de aplicações que envolvam comunicação máquina-a-maquina (M2M), como é o caso da onda tecnológica da Internet das Coisas. “Ressalve-se, todavia, em que pese serem totalmente bem-vindas as políticas públicas voltadas a ampliar e massificar o acesso à Internet, não há que se falar em regulamentação da Internet”, ressalta.

Setor de TI lança guia para orientar companhias

A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) lançou recentemente um Guia de Boas Práticas Trabalhistas. O material orienta o setor sobre como reduzir o volume de demandas judiciais.

Cobrança de ICMS sobre software vendido pela web amplia disputa da bitributação

Confaz editou no final de dezembro convênio prevendo a cobrança de pelo menos 5% sobre as operações por qualquer meio com software, apps e congêneres. Brasscom aguarda definição dos estados sobre alíquotas, mas teme bitributação. Tributaristas enxergam brechas e anteveem ações na Justiça para evitar a cobrança por parte dos estados.

Mercado de TI oferece novas opções de carreira

“O mercado para profissionais de TI é um rio que fica cada dia mais largo e mais profundo.” A frase é do diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Sgobbi, em referência a um mercado de trabalho que, segundo ele, não para de crescer e trazer novas oportunidades de carreira.

Tributação e regulamentação são os obstáculos para IoT no Brasil, apontam especialistas

O Brasil tem grande oportunidade de se sobressair na evolução da Internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), mas precisa enfrentar enormes desafios para isso. A afirmação é do presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sérgio Paulo Gallindo, que falou nesta quinta-feira, 26, em audiência pública na Câmara dos Deputados sobre o tema. Para ele, o primeiro passo será o engajamento do governo, parlamentares e empresários nesse projeto.

Comissões debaterão os rumos da conectividade no Brasil na quinta-feira

As comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio realizam, nesta quinta-feira (26), uma audiência pública para discutir o potencial da chamada ‘Internet das Coisas’ para o Brasil. O termo se refere à conexão de objetos usados no dia a dia à rede mundial de computadores e entre si, como eletrodomésticos, computadores, smartphones e televisões.

Brasscom participa do IGF 2015!

No dia 12 de Novembro, Sérgio Paulo Gallindo, Presidente da Brasscom, participou como palestrante durante o evento Internet Governance Forum (IGF) 2015 que está acontecendo nesta semana em João Pessoa – PB.

Plano Nacional de IoT tem estudo finalizado e esboço até o final do ano

Em discussão pelo menos desde junho, os estudos para a criação de um Plano Nacional de Comunicação entre Máquinas e Internet das Coisas (M2M e IoT, nas siglas em inglês, respectivamente) do governo brasileiro ainda deve ser apresentado até o final do ano. O diretor do de Banda Larga da secretaria de Telecomunicações, Artur Coimbra, afirma que a intenção é de ter um esboço do plano, mas com a versão final já no início de 2016. “Não é um mercado que precisa de regulamentação, mas de incentivo. O Plano Nacional de IoT é um plano de incentivos, basicamente: destravar questões burocráticas, diminuir custos regulatórios e tributários, e criar incentivo para capacitação de mão obra”, definiu ele nesta terça, 27, após painel no Futurecom.

Cinco dicas para montar um currículo de TI eficiente

A Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) estima que o setor de TI emprega mais de 1,3 milhão de profissionais e apresentará um aumento de 30% até 2016. Em um segmento que cresce vertiginosamente e com tantas oportunidades de trabalho, é difícil acreditar que existem profissionais fora do mercado.

Fabricantes de eletrônicos e de vinho cobram mudanças na MP que elevou tributos

Produtores de eletroeletrônicos e de bebidas quentes, como vinho e cachaça, exigiram mudanças na medida provisória que elevou o tributo desses produtos (MP 690/2015). Em audiência pública nesta quarta-feira (14), fabricantes dos produtos afetados avaliaram que a arrecadação do governo com a MP será baixa e que o impacto será “desastroso” na produção, na geração de emprego e no bolso do consumidor.

Conectividade ruim ainda é obstáculo para usuários

Com serviços baseados na internet, o avanço da computação em nuvem requer boa infraestrutura de telecomunicações. Para dar conta da crescente digitalização dos negócios, é preciso ampliar a velocidade da banda larga fixa e móvel, melhorar a estabilidade e estender o alcance das redes às regiões mais distantes dos centros urbanos. “Por enquanto, a questão está controlada”, avalia Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.