Para atender eSocial, HCM da Senior agora se integra ao SOC
Maior software de gestão ocupacional do Brasil, SOC é utilizado por cerca de 70% do mercado dos prestadores de serviço de Segurança e Saúde no Trabalho. Integração facilita implantação do eSocial em empresas do segmento Referência em tecnologia para gestão do País e responsável pelo processamento 6 milhões de folhas de pagamento em um universo de 40 a 45 milhões de brasileiros CLT – o que representa entre 15 e 20% de toda a folha de pagamento do Brasil – a Senior anuncia a integração da sua solução Gestão de Pessoas | HCM com o SOC, maior software de gestão ocupacional do Brasil. A iniciativa facilita a implantação do eSocial em empresas das áreas de Segurança e Saúde no Trabalho. Com mais de 200 mil empresas gerenciadas em seu portfólio, a Age Technology, empresa que desenvolve o SOC, estima que cerca de 70% do mercado dos prestadores de serviço de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) utilizam o sistema. “Entre os clientes da Senior, aproximadamente o mesmo percentual ou fazem uso do sistema ou mantém relacionamento com prestadores de serviços que o utilizam”, afirma Ricardo Kremer, Gerente de Produto HCM da Senior. De acordo com o executivo, eventos de SST do eSocial estão relacionados à movimentação dos trabalhadores em termos trabalhistas e previdenciários – desde a admissão até o desligamento – e envolve milhares ou até milhões de registros de dados do empregador e trabalhadores. “Com as duas soluções integradas, os clientes ganham agilidade, produtividade, gestão da informação sobre SST pelos prestadores e compliance sobre exigências legais trabalhistas e previdenciárias”, detalha Kremer. Oferecidas em nuvem, ambas as soluções fazem uso dos mais modernos conceitos de desenvolvimento de softwares, fazendo uso de metodologias ágeis, design thinking e inteligência artificial para apoiar as empresas em seus processos de transformação digital, potencializando pessoas e impulsionando negócios. “A recepção dos eventos de SST do eSocial está prevista para janeiro de 2019 e as empresas que se prepararem com antecedência certamente enfrentarão menos dificuldades na hora de adequar seus processos”, alerta Ricardo Kremer. “Esta parceria combina as forças do SOC, que possui a maior rede credenciada de serviços ocupacionais do Brasil, e da Senior, empresa referência nacional no desenvolvimento de softwares para gestão alinhados às melhores práticas do mercado há mais de 30 anos, contribuindo para que as empresas do segmento de Segurança e Saúde no Trabalho executem com mais eficiência seus processos, gestão e obrigações legais”, conclui. Apesar de vir para facilitar, até que todas as empresas estejam adequadas, o caminho para o entendimento do eSocial é longo e um tanto quanto sinuoso. As mudanças são grandes e é preciso compreender todos os impactos para ficar em dia com a legislação, de multas até alterações no dia a dia do profissional de RH. Para tornar essa jornada mais simples, a Senior resolveu elaborar um Guia completo. No material, termos como DAE, consulta de qualificação cadastral, RET e CGE são conceituados de forma objetiva, facilitando a compreensão e servindo como fonte de consulta para os que ainda precisam de informações. Para acessar o Guia, clique neste link. + senior.com.br Certificada Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia potencializa pessoas e impulsiona negócios com um dos mais completos portfólios para alta performance. A Senior oferece soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança para empresas de diversos portes e segmentos. São mais de 100 mil contratos ativos em todo o Brasil em consultorias e sistemas integrados apoiando clientes em seus processos de transformação digital, otimizando processos e modelos de negócios com inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e acelerando a gestão. A Senior conta com aproximadamente 1300 colaboradores distribuídos entre 20 operações próprias, considerando a sede (Blumenau/SC), filiais, escritórios e unidades de negócios, além de mais de 150 consultores e cerca de 100 canais de distribuição em todo o País. Fotos institucionais: http://bit.ly/Senior-fotos Sala de imprensa: senior.com.br/imprensa Sobre Facebook Twitter YouTube Linkedin Flickr Google+ RSS Instagram Slideshare Google Maps Chaian Raiad Silva Assistente de Comunicação – Assistant 55 11 5090.8919 Ketchum Most-Awarded PR Firm at Cannes 2017 & 2018 Six-Time Winner PRWeek Campaign of the Year A proud partner of Room to Read. World Change Starts with Educated Children®
Expositores e palestrantes da IoT Latin America falam sobre as possibilidades de crescimento econômico com uso das novas tecnologias
Visitantes profissionais do setor já podem se credenciar, garantindo lugar na terceira edição da IoTLatinAmerica, que acontecerá em São Paulo de 29 a 30 de agosto. A IoT Latin América, feira internacional da Internet das Coisas, mostrará, entre os dias 29 e30 de agosto, no Transamerica Expo Center, como cada vez mais a internet está presente no nosso dia a dia, em praticamente todos os tipos de negócios e empresas, com apresentação de debates sobre o que impactará a IoT (Internet ofThings) nos próximos anos. A feira é o mais importante evento B2B exclusivamente voltado ao setor e com foco na geração de negócios na América Latina e terá, simultaneamente, a realização do3° Congresso Brasileiro e Latino- Americano de Internet das Coisas (IoT), organizado pelo Fórum Brasileiro de Internet das Coisas. Além da exposição, a IoT LatinAmerica apresentará ainda discussões sobre casos abrangendo todo o ecossistema de Internet das Coisas em diversas verticais. Já estão confirmadas sete palestras. A IoT (Internet ofThings ou Internet das Coisas) promete ser a resposta para executar tarefas do cotidiano de maneira mais fácil e em menor tempo. O conceito IoT diz respeito a toda infraestrutura tecnológica conectada à internet. A IoT já é considerada a mais promissora plataforma de tecnologia do mundo e deve movimentar US$ 19 trilhões até a próxima década, segundo previsões da Cisco, líder mundial em TI e redes. Deste montante, a América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, sendo o Brasil o detentor de US$ 352 bi. De acordo com Fernando Merida, project manager da IoT LatinAmerica, a edição 2018 da feira da internet das coisas já entra para a história como um dos maiores eventos do setor no mundo, por reunir grandes empresas, que representam mercados em franco crescimento, e por reunir os maiores especialistas na área. “Não só traremos produtos para mostrar, mas teremos muito conteúdo no Palco Verticais e no Congresso, e não temos dúvida de que tudo isso resultará em muitos negócios e colocará o Brasil no centro das discussões sobre o assunto durante a realização da feira. A IoTLatin América já é uma referência para o setor e este ano teremos muito para mostrar, debater e também comemorar os bons negócios”, frisa. Veja o que dizem expositores e palestrantessobre a IoTLatinAmerica: George Wootton, diretor técnico da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial). “A IoTLatinAmerica tem sido um evento importante para divulgação de assuntos relacionados aos provedores e desenvolvedores de IoT no Brasil. Agora, com a definição do Plano Nacional de IoT, vejo neste evento uma ótima oportunidade para se integrar aos esforços mais ‘governamentais´ e colaborar com o desenvolvimento das infraestruturas e também do mercado de uso/consumo”. RüdigerLeutz, diretor geral da Porche Consulting Brasil. “Como muitas empresas possuem atuação global, percebemos um movimento grande em pesquisa e desenvolvimento/fomento à inovação de maneira “top-down”, ou seja, quando a matriz implementa algo as subsidiárias replicam esse movimento internamente. Nós acreditamos que as empresas brasileiras podem sim estar à frente desta ação e propor novas formas de agir, criando e inovando de maneira consistente e, por isso, acreditamos que a feira e o congresso continuem para que a discussão seja feita por decisores brasileiros e que podemos antever movimentos e tendências. Nada melhor do que um espaço para compartilhar expertise, conhecimento, soluções e plataformas (hardware e software)”. Ricardo Adullis – diretor da Smart Core – fornecedora de chips e módulos para comunicação wireless, biometria, conectividade, rastreamento e automação. “Estamos ainda vivendo um momento de “febre” sobre o IoT, com várias ideias surgindo, algumas que trarão efetivamente benefício ao usuário e outras que serão identificadas como supérfluas. Esperamos neste ano um movimento ainda maior no evento onde conseguiremos diferenciar visitantes em estágios diferentes de maturação do seu businessplan e a SmartCore estará presente naIoTLatinAmerica para uma discussão personalizada sobre os projetos, compartilhando nossa visão e potenciais soluções”. Luís Leão – desenvolvedor de conteúdo da Udacity (Universidade do Vale do Silício) que ministrará a palestra “AndroidThings 1.0: o que você precisa saber ao criar um dispositivo conectado utilizando plataforma Android”. “Uma vez que a Udacity tem como missão democratizar a educação, acreditamos que é cada vez mais importante disseminar conhecimentos e conteúdos referentes ao tema Internet ofThings. Isso porque a IoT tem ganhado alta relevância no mercado devido a seu imenso potencial e pode gerar soluções para as mais variadas verticais, como residencial, indústria, agronegócio e varejo. Nossa expectativa durante o IoTLatinAmerica é colocar esse assunto em pauta, dando o devido destaque para sua aplicação prática e principais vantagens”. Wagner Sanchez, especialista em Biohacking e diretor acadêmico da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Pública). “Na IoTLatinAmerica teremos a junção de fornecedores de tecnologias, especialistas em áreas de negócios e empresas que buscam criar valor a partir de soluções em IoT. A feira já é considerada o mais importante evento de geração de negócios B2B em IoT, com apresentação de diversas possibilidades de negócios para variadas verticais”. Thiago Sakamoto – diretor comercial do Inova HC (Hospital das Clínicas). “Existem diversos projetos desenvolvidos dentro do HC que podem ser caracterizados como projetos em IoT, por isso é muito importante ter em mente que o desenvolvimento de IoT ainda ocorre de forma gradual. Ainda não se pode dizer que IoT afeta diretamente a relação médico-paciente, mas sem dúvida a relação Instituição-paciente já é afetada positivamente, num momento em que a aplicação de IoT ocorre em níveis administrativos e de infraestrutura. Para a IoTLatinAmerica vamos levar a experiência vivenciada pelo HC no tema nos permite trazer exemplos de mecanismos de parcerias para desenvolvimento de projetos, bem como as problemáticas e as tecnologias mais adequadas. Confira as presenças no Palco Verticais: – O professor doutor em Engenharia Elétrica e Eletrônica, José Carlos de Souza Júnior, do Instituto Mauá de Tecnologia, fala sobre Smart Campus; – O case da prefeitura de Barueri, será o tema da vertical Smart City; – O pesquisador Yan Lopes, vai conduzir a vertical Transporte e Logística, com o tema “Impacto da IoT na Gestão Estratégica da Logística”; – Alessandro Thomaz Jorge, da empresa Oliver Wyman, vai debater o tema “O impacto de IoT no setor do Varejo”;
Stefanini apresenta armário inteligente no evento LATAM Retail 2018
Ideal para grandes redes varejistas, a solução Smart Locker permite que o cliente retire sua compra no local de preferência, a partir da utilização de um aplicativo específico São Paulo, agosto de 2018 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará no LATAM Retail Show, evento para fomentar o crescimento do varejo, que acontece de 28 a 30 de agosto, no Expo Center Norte (SP). Na ocasião, a multinacional brasileira fará uma série de demonstrações de soluções avançadas para o segmento. O tema central do evento será ‘A Transformação do Ecossistema de Negócios com Resultados’, e tem como finalidade abordar todas as variações pelas quais a cadeia de negócios vem passando, alterações no perfil do consumidor e a necessidade de um equilíbrio nas relações, tanto no varejo, como na indústria, shopping centers, e-commerce, food service e franquias. No estande será apresentado o Smart Locker, “armário inteligente” da Stefanini, que pode ser incorporado por grandes varejistas. Por meio de um aplicativo específico, o cliente final poderá, após fazer sua compra via e-commerce ou aplicativo, retirar os produtos em um lugar e momento de sua preferência, por exemplo, uma padaria, posto de gasolina, entre outros. “É uma tecnologia de fácil aplicação. O cliente utiliza a solução, comanda a abertura da porta e retira sua encomenda, de forma segura, rápida e prática”, explica Nelson Duarte Soares, Head of Digital Retail and Logistics da Stefanini. Os visitantes também serão recepcionados por um robô, que foi treinado com a tecnologia de inteligência cognitiva da Stefanini. Ele poderá interagir com as pessoas e oferecer, por comando de voz, opções diferenciadas de café. Cada pedido será enviado, de maneira personalizada, para o barista. No estande da Stefanini, os visitantes poderão também conferir soluções de aferição remota de planogramas (desenho gráfico que orienta o posicionamento de um produto na gôndula, no ponto de venda) e de aprendizado virtual, baseadas em realidade virtual e realidade aumentada. Utilizando os óculos de realidade virtual (VR), disponíveis no estande da empresa, a Stefanini também explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a solução Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente. “A transformação digital está impactando o varejo, com o consumidor no centro das decisões. Temos como finalidade oferecer aos nossos clientes equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade, que permita modernizar os processos e promover uma experiência diferenciada ao consumidor final”, complementa Soares. Além das novas soluções direcionadas ao varejo, a Stefanini levará para o estande outras ofertas que poderão compor toda a cadeia de negócios: backoffice digital, processo automático de digitalização de documentos para originação de crédito, automação dos centros de distribuição com soluções do portfólio de Indústria 4.0, performance de marca, entre outras. “O segmento varejista é um mercado potencial, pois tende a ampliar investimentos em inovação para manter a competitividade. A digitalização assume um papel de relevância para atender consumidores cada vez mais exigentes e será, com certeza, uma tendência inevitável”, finaliza. Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. ANOTE EM SUA AGENDA Stefanini no LATAM Retail 2018 Estande: F11 Dias: 28 a 30 de agosto Horário: 12h às 20h Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br
Investimentos no setor de insurtech cresceram significativamente, com Europa como principal polo, afirmam analistas da Accenture
Consumidores não terão acesso a esses benefícios até que as seguradoras repensem suas estratégias de inovação São Paulo, 13 de agosto de 2018 – Os investimentos globais no setor de tecnologia de seguros (insurtech) tiveram um crescimento significativo em 2017, com a Europa se firmando como novo polo fora dos EUA, revela estudo da Accenture. De acordo com o relatório, o número de negociações em insurtech aumentou 39% no mundo todo em 2017, com valor total de contratos 32% maior, chegando a US$ 2,3 bilhões. A pesquisa, que inclui análises de dados das negociações na área de insurtech ao longo do último ano pela CB Insights, faz parte do estudo da Accenture chamado “Inovação destemida: Insurtechs como catalisadores da mudança no setor de Seguros”. A América do Norte ainda lidera o setor quando se trata de valor total e número de contratos – responsável por US$ 1,24 bilhões ou 46% das negociações do ano passado – mas esse número cresceu apenas 6% em 2017. Por outro lado, o número de contratos aumentou 118% na Europa, o que corresponde a um terço de todos os contratos em insurtech do mundo, e o valor total aumentou impressionantes 385%, chegando a US$ 679 milhões. A região Ásia-Pacífico viu um aumento significativo em financiamentos, com crescimento de 169% no valor dos contratos, que chegou a USD 385 milhões, e crescimento de 27% no número de negócios. Número de transações insurtech por região Apesar das incertezas em relação à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, a nação segue crescendo como a capital europeia de insurtech, com 41 acordos em 2017, o que representa um crescimento total de 117% ao longo dos últimos dois anos. O valor das transações cresceu enormemente em 2017, com US$ 364 milhões investidos nas insurtechs baseadas no Reino Unido, comparado a US$ 19 milhões no ano anterior. O principal argumento do estudo é que insurtech deveria servir como catalisador da inovação no setor de seguros, mas seguradoras tradicionais precisam reconhecer que a colaboração com as start-ups em insurtech é apenas uma parte desse processo. Por fim, a inovação precisa se tornar intrínseca a todas as empresas. “O rápido crescimento do setor de insurtech reflete a resposta do investidor ao desejo dos consumidores por mudanças em uma área que tem muito valor retido”, diz Roy Jubraj, líder de Insurance Strategy and Innovation da Accenture para Reino Unido e Irlanda. “Ao mesmo tempo, as seguradoras precisam reconhecer que os investimentos em insurtech sozinhos não poderão entregar os níveis de mudança e inovação que o setor exige ou que o consumidor espera. A chave é contar com uma estratégia de inovação que abranja a empresa como um todo, transforme seu negócio principal e faça com que a empresa impulsione o crescimento”. O estudo revela que os segmentos patrimoniais e de acidentes foram os mais populares para investimentos em insurtech ao longo de 2017, respondendo a 42% dos investimentos globais, seguidos por seguros multilinha (26%) e saúde (18%). Os seguros pessoais foram responsáveis por mais de dois terços (68%) dos investimentos insurtech, com linhas comerciais e de aplicação mista respondendo por 26% e 6%, respectivamente. Do ponto de vista da cadeia de valor, marketing e distribuição lideraram em todas as áreas em termos de investimento insurtech, chegando a mais da metade (53%) dos negócios globais. Isso fica ainda mais claro com o número de start-ups mirando experiências de vendas e distribuição concisas e baseadas em aplicativos, bem como as que melhoraram a jornada de pedidos de clientes por meio do envio de fotos de evidências e informações de perda via chatbot. A pesquisa também mostra que as seguradoras tradicionais estão correndo atrás de empresas de tecnologia emergentes, com um aumento de 63% na participação dessas seguradoras em investimentos de venture capital ao longo dos últimos cinco anos. Os setores mais comuns para esse tipo de investimento foram os de saúde e saúde digital (14%), IoT (13%) e big data e analytics (9%). “Insurtech não é mais um simples alvo para capitais privados e de risco – é um fenômeno global”, diz Michael Costonis, líder global da prática de Insurance na Accenture. “As seguradoras desempenham um papel importante na reformulação do cenário de tecnologia em todo o setor, com investimentos além dos wearables e serviços telemáticos que buscam oportunidades na distribuição para fortalecer as experiências dos consumidores. O próximo passo para as seguradoras é usar insurtech como trampolim para inovar nas empresas como um todo. Afinal, US$ 2,3 bilhões são uma fatia pequena quando se pensa que o valor total do setor de seguros chega a US$ 4,2 trilhões”. Metodologia A Accenture analisou dados sobre investimentos em insurtech cedidos pela CB Insights, empresa global especializada em dados sobre investimentos financeiros e analytics. A análise incluiu as atividades globais de financiamento de empresas de capital de risco e capital privado, corporações e divisões corporativas de capital de risco, fundos hedge, aceleradoras e fundos do governo. Os dados de investimentos abrangem o período de 2010 a 2017, incluindo financiamentos com capital próprio ou externo. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 449 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Informações para a imprensa: Accenture Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com Burson-Marsteller Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Mônica Baldani – (11) 3040-2390 | monica.baldani@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bm.com
Comitê de estudos avançados sobre o Futuro do Trabalho
Publicado em: 07/08/2018 | Edição: 151 | Seção: 2 | Página: 52 Órgão: Ministério do Trabalho/Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 621, DE 6 DE AGOSTO DE 2018 O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e o Decreto nº 8.894, de 3 de novembro de 2016, e Considerando o art. 7º, inciso XXVII da Constituição Federal, o qual dispõe que são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, inclusive a proteção em face da automação, na forma da lei. Considerando, ainda, a sugestão apontada pela Organização Internacional do Trabalho de discussão planetária acerca do tema, resolve: Art. 1º Instituir no âmbito do Ministério do Trabalho o COMITÊ DE ESTUDOS AVANÇADOS SOBRE O FUTURO DO TRABALHO. Art. 2º O Comitê será composto por: I – Representante do Ministério do Trabalho: Mario Magalhães; II – Representante da Casa Civil: Bruno Dalcomo; III – Representante do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços: Rafael H. R. Moreira; IV – Representante do Ministério Público do Trabalho; V – Representante da Ordem de Advogados do Brasil; VI – Representante da CNI: Silvia Lorena; VII – Representante do IPEA: Carlos H. Corseuil; VIII – Paulo Roberto Brito Pereira – Sindicalista; IX – José Eduardo Rezende Chaves – Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região; X – Helio Zilbertajn – Professor. Art. 3° A participação no comitê será de relevante interesse público, sem contrapartida ou remuneração. Art. 4º Poderão ser convidados pessoas e instituições para colaborar com os trabalhos. Art. 5º O comitê apresentará relatório final em 45 dias, o qual receberá ampla divulgação. Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. CAIO VIEIRA DE MELLO Fonte: http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/35715282 Segue abaixo o relatório final sobre Futuro do Trabalho a qual a Brasscom contribuiu para elaboração. As contribuições da Brasscom foram incorporadas no eixo de qualificação e produtividade e redução de custos regulatórios e financeiros de contratação de mão de obra. [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Relatorio-final_versao-para-edicao.pdf”]
Brasil sem peso em TI
Uol entrevista Marco Stefanini Tecnologia a construir Ser brasileira não dá vantagem nenhuma para a marca da gigante de TI Stefanini, presente em 40 países, com mais de 24 mil funcionários pelo mundo. “O Brasil ainda, infelizmente, não é conhecido como um país de tecnologia. Temos orgulho de ser brasileiros. O Brasil é um país muito querido, mas não muito associado a business”, diz Marco Stefanini, fundador e CEO global da empresa. Ele deu entrevista exclusiva na série UOL Líderes, falou que aqui é um dos lugares mais difíceis do mundo para fazer negócios, avaliou as mudanças no mercado de trabalho, impactado por tecnologia, crise e transformação digital. Ser brasileiro, do ponto de vista de marca, não agrega nada UOL – Como é para uma empresa brasileira firmar o nome em um país reconhecido pela sua importância na tecnologia, como os Estados Unidos? Marco Stefanini – Nós nos posicionamos com uma marca, que é a empresa Stefanini. “Temos uma origem, que é brasileira, e obviamente temos orgulho de ser brasileiros, mas na verdade o destaque que temos que dar é ser uma empresa global, com deliveries [entregas] distribuídos no mundo inteiro. Temos quase 2.000 funcionários na Romênia; 1.200 nas Filipinas; 1.100 na Colômbia; 2.500 nos EUA; quer dizer, somos uma empresa global e nos posicionamos como um delivery global. Qual a vantagem de ter uma empresa brasileira de tecnologia, com atuação global? “Ser uma empresa latina de tecnologia não há grandes vantagens. O Brasil ainda, infelizmente, não é conhecido como um país de tecnologia mundialmente. Do ponto de vista de marca, não agrega nada. Pelo menos o Brasil é um país neutro. É um país muito querido, do ponto de vista pessoa física, mas do ponto de vista pessoa jurídica é bem ignorado, ainda não é muito associado a business (negócios). A grande vantagem é o DNA de competitividade, de resiliência. Como a gente vem de um país de muita turbulência econômica, um ambiente difícil de fazer negócios, você acaba desenvolvendo uma capacidade de fazer gestão, de crescer em um ambiente mais hostil. Isso é um ativo nosso. Então, eu diria que a grande oportunidade nossa é justamente quando aparecem esses momentos de crise, ou mesmo de grandes transformações digitais que vivemos hoje, é o ativo da Stefanini que foi criado no Brasil. Nós temos 30 anos, já passamos por todo tipo de crise, isso é um ativo, é uma grande vantagem competitiva. País não é ligado a business Tecnologia nacional: país está ficando para trás UOL – Quais são os investimentos previstos para este ano no Brasil? Marco Stefanini – Nós somos bastante flexíveis quando falamos em investimento. Há uma parte que é mais interna, envolve produto, pesquisa e desenvolvimento (P&D), treinamento e novas ofertas. Para isso, temos um orçamento que está na faixa de R$ 40 milhões. Agora, se somarmos toda a parte de aquisição, o total de investimentos para este ano seria uma média de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões, entre aquisição e investimento nas áreas internas. Mas pode chegar facilmente até R$ 300 milhões, dependendo do valor da aquisição. Para adquirir empresas, nós temos, normalmente, dois focos. Empresas que fazem exatamente o que nós fazemos, serviços de TI, que, em geral, compramos mais no exterior, e empresas que agregam ao nosso portfólio, com novas soluções. Ultimamente temos investido mais nesse segundo perfil. Quais são as características das empresas brasileiras que contratam os produtos da Stefanini? O nosso perfil de clientes é mais ou menos igual no Brasil e fora. Em geral, nós somos uma empresa B2B (business to business), ou seja, trabalhamos com o mercado corporativo. A maioria são grandes e médias empresas. Porém, agora com toda essa movimentação de transformação digital, vemos pequenas empresas precisando investir onde a tecnologia é o diferencial. Um grupo de empresas menores, mas muito interessantes, muito dinâmicas, que também dá gosto de trabalhar e são boas oportunidades de negócio. Como é fazer negócios no Brasil, quando comparado a outros países? Existem necessidades específicas? “Na verdade, o Brasil hoje, até pelo resultado das crises, é muito mais difícil de trabalhar do que o global. O questionamento de preço, de concorrência, o poder da área de compras é muito maior aqui no Brasil do que fora. Hoje, eu diria que o nível de pressão que sofremos por custos é muito maior aqui no Brasil. Isso representa uma rotatividade maior de contratos. Hoje, dos 40 países em que a Stefanini opera, [o Brasil] certamente é um dos países mais difíceis de operar. Há o segundo ponto, que é o ambiente econômico não muito favorável. Como avalia o setor de tecnologia no Brasil? “O Brasil ainda não enxerga como sociedade, como país, as grandes oportunidades e ameaças que a movimentação tecnológica está trazendo. Se analisar a liderança da maioria dos países, o discurso está muito mais atualizado. O Brasil não só não apoia as transformações, como o discurso é fraco. E não é só do governo atual, o anterior também, e a gente percebe nos próprios candidatos [à próxima eleição]. Até pelo movimento político, há uma certa distração, não está se percebendo a grande movimentação. Na verdade, é o contrário [de outras nações]. Aqui se aumentam impostos, por exemplo, inclusive no setor de tecnologia. O direcionamento está muito aquém dos outros países. Estamos ficando para trás. Brasil não apoia tecnologia Tecnologia sofre crise há mais tempo UOL – A empresa tem 30 anos. Como avalia a evolução digital pela qual o Brasil e o mundo passaram durante todo esse tempo? Marco Stefanini – Em 30 anos, passamos por muitas crises e momentos difíceis na economia brasileira e, um ponto que às vezes as pessoas esquecem, que foram as grandes transformações tecnológicas. Nós já passamos por várias. Quando a empresa começou, nós éramos focados naqueles grandes computadores, os mainframes. Depois veio o que se chamava arquitetura cliente/servidor, que eram as estações de trabalho, os microcomputadores, houve uma democratização da área de TI. Depois, veio o mundo da internet, também houve um novo movimento muito forte de sistema de gestão, que
Para 85% dos profissionais, reuniões remotas já oferecem experiência tão positiva quanto presenciais, revela pesquisa
Estudo encomendado pela Microsoft ao IBOPE Conecta mostra que 90% dos profissionais consideram que um ambiente de trabalho moderno influenciaria decisão ao analisar uma proposta de emprego Flexibilidade de horário, áreas de trabalho compartilhadas e possibilidade de home office estão entre os principais elementos que definem um ambiente de trabalho moderno São Paulo, 27 de julho de 2018 – Um estudo inédito encomendado pela Microsoft ao IBOPE Conecta revela que para 85% dos profissionais brasileiros a experiência de realizar uma reunião remotamente já não deixa nada a desejar em relação a encontros presenciais. Segundo a pesquisa, realizada com internautas, profissionais que têm entre 25 e 34 anos são os que mais fazem reuniões à distância (52%). Na análise geral, 47% dos respondentes dizem participar de reuniões de trabalho remotamente. Com o objetivo de analisar a percepção do brasileiro em relação à transformação do ambiente de trabalho a partir do uso de novas tecnologias, o estudo ouviu durante os meses de maio e junho 1.500 profissionais de diferentes níveis hierárquicos, mercados e profissões. Foram entrevistados homens e mulheres, de 18 a 55 anos, das classes ABC, que trabalham no setor público e privado, em todas as regiões do país. Os dados foram divulgados hoje, em evento realizado em um dos escritórios da WeWork em São Paulo. De acordo com a pesquisa da Microsoft, a flexibilidade de horário e a possibilidade de fazer home office e/ou trabalhar a partir de outros ambientes que não necessariamente o escritório figuram no topo da lista de elementos que mais caracterizam um ambiente de trabalho moderno para os profissionais brasileiros. O primeiro item é mencionado por 68% dos entrevistados, enquanto o segundo aparece em 62% das respostas. O estudo ainda indica que 41% dos profissionais acreditam que suas empresas poderiam melhorar o uso da tecnologia para trazer mais flexibilidade à rotina de trabalho e permitir a prática de home office. Apesar de enxergarem espaço para melhorias nesses aspectos, praticamente metade das pessoas entrevistadas diz trabalhar remotamente pelo menos uma vez por semana, sendo que os homens (50%) são mais adeptos da prática do que as mulheres (44%). “Um ambiente de trabalho moderno é aquele que de fato permite que cada colaborador possa ter o melhor desempenho em seu trabalho, sendo mais produtivo e interagindo de forma mais rápida e eficiente no seu time e com outras equipes na empresa. É o que temos em mente ao desenvolver nossas soluções e a tecnologia hoje já é capaz de remover uma série de barreiras, permitindo não apenas que cada profissional possa trabalhar independentemente de onde estiver, como também compartilhando informações em tempo real com sua equipe ou como parte de um time multifuncional em projetos com toda segurança”, diz Loredane Feltrin, diretora de produtividade da Microsoft Brasil. Diante dessa nova realidade possibilitada pelo uso de tecnologia, o estudo indica que 90% dos profissionais entrevistados consideram que um ambiente de trabalho moderno influenciaria a sua decisão ao analisar uma proposta de emprego. A maior facilidade na comunicação com colegas e gestores é o benefício mais citado pelos entrevistados no que diz respeito ao impacto da tecnologia na rotina profissional (70%). Já o acesso e compartilhamento de informações importantes, que possibilitem a tomada de decisão de forma mais assertiva, é citado por 62% das pessoas. Para 67% dos profissionais ouvidos pelo IBOPE Conecta, a forma de obter informações para realizar bem o seu trabalho está ficando mais fácil graças ao uso de recursos tecnológicos. No dia a dia de trabalho, a sala de reunião ainda se mostra como o local onde mais ocorre trabalho em equipe, especialmente entre entrevistados de 25 a 34 anos (65%). A pesquisa evidencia, entretanto, que novos espaços começam a ser utilizados pelos profissionais para essas interações: 16% dizem que o local onde o trabalho em equipe e a colaboração mais acontecem é na cozinha/copa das empresas. Os diretores são os que mais acreditam que a colaboração ocorre em trânsito (no carro, a caminho do aeroporto, por exemplo), com esse local tendo sido citado por 18% dos profissionais que ocupam o cargo. “Assim como o modelo de negócios das empresas, a forma de trabalhar também passa por uma grande transformação, criando novas formas de interação entre pessoas e equipes, sobretudo considerando o convívio cada vez mais intenso entre diferentes gerações que preferem se comunicar de formas distintas, com recursos que vão desde um e-mail até o Teams (hub de colaboração entre times), por exemplo. Outro ponto fundamental é como a tecnologia permite que as pessoas tenham mais flexibilidade, podendo trabalhar remotamente”, diz Loredane. Inteligência Artificial no escritório A pesquisa também verificou como os profissionais interagem com recursos de Inteligência Artificial (IA) no dia a dia de trabalho. Segundo o estudo, 25% afirmam usar IA ao trabalhar, enquanto aproximadamente 40% dos profissionais dizem não ter certeza se utilizam. A faixa etária que mais afirma adotar a tecnologia é a de profissionais de 25 a 34 anos (30%), bem como profissionais de Tecnologia da Informação (45%), seguido por entrevistados que atuam na área financeira (39%). O levantamento aponta que o uso de IA aparece de forma mais latente para os cargos de alto escalão, como CEOs, VPs e diretores. Recursos de tradução automática de texto/áudio em outros idiomas, transcrição de áudio para texto, assistentes virtuais, ferramentas para priorizar seus e-mails mais importantes e outras que ajudam, por exemplo, a criar o design de uma apresentação a partir de ideias iniciais são alguns casos de uso de Inteligência Artificial que hoje já estão disponíveis para muitos profissionais que utilizam um computador para executar suas atividades, mas muitas vezes não têm total clareza em relação à conexão entre esses recursos e a IA. Público versus Privado De um modo geral, a pesquisa mostra que profissionais do setor público têm sido menos impactados pelo uso de tecnologia para a criação de um ambiente de trabalho mais moderno. Entre os profissionais do serviço público ouvidos, 68% afirmam nunca fazer home office. Somente 13% dizem usar algum recurso de Inteligência Artificial no dia a
Há vício de iniciativa na criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados?
Proposta do Executivo já previa a designação de um órgão competente para fiscalizar o setor A aprovação do projeto de lei de proteção de dados pessoais merece comemoração. Se sancionado, finalmente inserirá o Brasil no rol de mais de 100 países com tratamento legislativo específico sobre o assunto. Artigos e entrevistas recentescuidaram de progressos, desafios e impactos da nova lei.1 Contudo, um tópico ainda chama atenção: haveria vício de iniciativa e, portanto, inconstitucionalidade, na criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)? Um passo atrás: no mérito, uma autoridade forte, específica e independente está em consonância com boas práticas internacionais. Não se trata de modelo necessário,visto haver diferentes arranjos possíveis2, mas sua instituição aliada à adoção de políticas regulatórias contemporâneas salvaguarda e qualifica atividades típicas de fiscalização, enforcement e normatização. Mais: sua autonomia pode garantir que o próprio Estado seja visto sob o prisma de monitorado / fiscalizado, não de beneficiário / controlador. +JOTA PRO: Entenda o cenário institucional com o JOTA Poder. Seguimos de perto tribunais superiores, agências reguladoras, Congresso, Poder Executivo e legislativos estaduais e municipais para reportar informações públicas de impacto. Experimente o serviço que tem ajudado empresas e atores do mercado financeiro! Ainda, como bem se sabe, eventual veto à criação da ANPD pode pautar-se por motivos outros que não a sua (falta de) base constitucional. A grave crise financeiro-orçamentária pode derrubar a medida. O debate político sobre a alocação das competências recém-aprovadas, desejada por diferentes órgãos no governo, também. Quanto ao lastro jurídico, tem-se uma autoridade desenhada, ao fim e ao cabo, por projeto de lei de iniciativa parlamentar.3 Em resumo, alega-se que a criação da autarquia de regime especial e as normas daí decorrentes – composição, vinculação, fontes orçamentárias – atingem o art. 2º e, especialmente, o art. 61, §1º, II, da Constituição Federal, alíneas ‘a’ e ‘e’. De acordo com a CF/88, são de iniciativa privativa do Presidente da República leis que criem ou extingam Ministérios e outros órgãos da Administração Pública, ou que criem cargos na Administração direta ou autárquica. A previsão é usualmentecompreendida em sentido lato, envolvendo toda a Administração (abrange, pois, órgãos e entidades administrativas). O texto também serve, frequentemente, à derrubada da imposição de novas competências a órgãos de governo e de políticas públicas criadas diretamente pelo Poder Legislativo. Fora de moda, convém relembrar o básico: a Constituição Federal tem força normativa e deve ser, portanto, observada. Por mais meritório e relevante, ou por mais amplo apoio que congregue, nenhum PL está desobrigado de observar o crivo constitucional. No mais, a reserva de lei ao Presidente da República tem razão de ser. Baseia-se na separação de poderes e indica duas chaves: garante ao Executivo (i) a prerrogativa de controlar a forma e o modo do funcionamento básico da Administração e, em linha frequentemente esquecida, (ii) o juízo de oportunidade, a escolha do momentoda alteração. Nesse sentido, fora de dúvida que, em tese, e à luz do texto da Constituição, projeto de lei de iniciativa parlamentar que cria órgão (ou entidade) da Administração Pública atinge o desenho de competências legislativas posto. Haveria, pois, inconstitucionalidade insuperável e insanável, a justificar eventual veto. A jurisprudência do STF aponta nesse sentido. Primeiro, há o tradicional entendimento de que sanção presidencial não convalida vício de iniciativa.4 Leis específicas que dão prazo ou obrigam o Executivo a legislar em temas de sua própria competência também têm sido majoritariamente derrubadas, por motivos similares.5 O Executivo não poderia ser compelido a tomar decisão que lhe é reservada; o juízo de oportunidade integra a competência privativa. Em debates parlamentares e nos vetos da Presidência da República, a alegação devício de iniciativa aparece com ainda mais frequência e vigor. No Legislativo, aimpossibilidade de impor obrigações ao Executivo ou de criar órgãos e entidades é mobilizada às dezenas. Nos vetos, referências à afronta à separação de poderes e à invasão da competência legislativa privativa do Presidente são recorrentes. Não obstante, o debate ganha contornos menos seguros quando o processo legislativo é visto de perto. Não é – ou não deveria ser – segredo que, frequentemente, Executivo e Legislativo legislam conjuntamente. Na prática há evidente simbiose, e debates centrados nas regras constitucionais do processo legislativo estão longe de captar tal dinâmica. De um lado, parlamentares levam sugestões legislativas ao Executivo, que por vezes as acata; de outro, o Executivo, no legítimo anseio de realizar seu projeto político, sugere, altera e remenda, direta ou indiretamente, iniciativas parlamentares. Não raro, textos de diferentes atores são aglutinados e tramitam em conjunto, aproveitando o caminho adiantado de um deles. Ainda, projetos elaborados formal ou informalmente pelo Executivo pegam carona em projetos de iniciativa parlamentar (e vice-versa). Embora imperfeito, o caso atual é em alguma medida ilustrativo. Mostra como a dinâmica real se afasta de desenhos normativos pré-definidos. Formalmente de iniciativa legislativa, a redação aprovada valeu-se fortemente do projeto de lei apresentado pelo Poder Executivo, em 2016, e dos debates e consultas ali realizados, ao menos desde 2010.6 Valeu-se, inclusive, de prioridades de tramitação e do amplo apoio obtido ao longo do processo. O PL do Executivo não criou explicitamente a autoridade nos moldes aprovados. No entanto, em opção heterodoxa, trouxe atribuições “ao órgão competente designado para zelar pela implementação e pela fiscalização desta lei”. Estavam lá, no original, competências agora aprovadas, embora ausente sua composição e vinculação. Ajustificativa do PL é , paradoxalmente, lacunosa e explícita: “a proposta prevê um órgão competente para a proteção de dados pessoais no país”. Segundo o parecer da Comissão Especial da Câmara, do deputado Orlando Silva, havia consenso técnico sobre a necessidade de um órgão centralizado, independente e autônomo para gerir o tema – o que, sim, corresponde à realidade. No mais, como traz o parecer: “a proposta do Executivo já previa a designação de um órgão competente para fiscalizar o setor, o que autoriza a apresentação de emendas parlamentares nesta área”. É esse o argumento que tenta embasar a constitucionalidade da proposta: “o texto foi amplamente discutido e se baseia [no mérito e em parte da tramitação] em um projeto de origem do Executivo [por isso não haveria vício]”.7 No Senado, o desejo de não devolver o PL à Câmara e de já o enviar à sanção, decorrente do senso de urgência e do amplo apoio público que não recomendava empecilhos, fez com que a questão não fosse avaliada a fundo. Em suma, desenho aprovado. Inescapável que, na letra fria, e especialmente a partir da definição da composição da autarquia e de seu regime, o PL invade a previsão constitucional da iniciativa privativa do Presidente da República (art. 61, §1°, II). Formalmente há vício e, pois, inconstitucionalidade. Contudo, não se deve fechar os olhos para a dinâmica real do processo legislativo, frequentemente ausente das avaliações jurídicas tradicionais. Nada apaga tratar-se de texto explicitamente baseado em projeto formalmente apresentado pelo Executivo que, de forma voluntária, e quiçá como produto do acordo interno possível, eximiu-se da decisão final: criou
Innovation Awards Latam premia as startups mais promissoras de vários países
Evento reúne finalistas e acontece dia 30 de julho, em São Paulo São Paulo, Julho de 2018 – A busca por novos e rentáveis modelos de negócios tem crescido nos últimos anos. Um exemplo disso é a aposta de empreendedores em ideias e soluções mais inovadoras e práticas. E setores como segurança, educação, saúde, mobilidade urbana, entre outros, ganham cada vez mais destaque no desenvolvimento de produtos e serviços. Nesse cenário, as startups saem na frente e viram um grande celeiro de inovação. É o que comprova o Innovation Awards Latam, competição para Startups da América Latina, organizada pela Cantarino Brasileiro. Este ano, a cerimônia de premiação e reconhecimento das melhores startups da América Latina acontece no dia 30 de julho, em São Paulo. O prêmio teve mais de 800 startups inscritas entre 8 de fevereiro e 4 de maio deste ano, com 326 cases válidos, incluindo especialistas em inovação do mundo inteiro e grandes empresas focadas no desenvolvimento de startups empreendedores de 11 países. A avaliação foi realizada por mais de 60 jurados de 13 diferentes países, entre eles, Don Tapscott, maior referência em blockchain no mundo; Guga Stocco, responsável pela inovação do Banco Digital; e Lisa Besserman, eleita uma das 100 mulheres mais influentes em Tecnologia pela revista Business Insider. Ao todo, foram escolhidas 27 startups finalistas, com 180 melhores cases, sendo 35% do Brasil, 13,5% do México e 11,2% da Argentina, divididos em seis categorias: Big Data, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial, APIs e Cyber Security. “O prêmio consagra as melhores startups e gera oportunidades para parcerias internacionais e comerciais entre as muitas empresas que vislumbram negócios com bons resultados em inúmeros setores da economia”, destaca Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro. O Innovation Awards Latam conta com o apoio de 32 entidades de diferentes países. Entre eles, Crunchbase, principal base de dados de startups e investimentos do Vale do Silício; Latam Startups, entidade canadense de fomento de negócios, F10, incubadora e aceleradora da Suíça; e Invest Hong-Kong. Como próximas ações do projeto, estão programados Innovation Day em São Paulo, dia 1º de agosto, e em Guadalara (México), dia 15 de agosto. Confira abaixo os finalistas por categoria: Inteligência Artificial: Emotion Research Lab (México) Entelai (Argentina) Kiwi Campus (Colômbia) TNH Health (Brasil) Thermy (México) APIs Clinch Logistics (México) Digibee (Brasil) Doopla (México) Rombus Global (Argentina) Übank (México) Big Data Biva (Brasil) Feedz (Brasil) Ibbi (Argentina) Save Sarah (Chile) Schoolastic (Brasil) Blockchain Artis International (Argentina) CoinWise (Brasil) DreamJobs (Colômbia) Moeda (Uruguai) PrestaGente (Colômbia) CyberSecurity guardSI Cybersecurity (Brasil) Hack&Secure (Colômbia) IoT Byond (Brasil) Nearbee (Brasil) Phygitall (Brasil) Sii Smart Buildings (Brasil) Unicorn Games (Uruguai) Sobre a Cantarino Brasileiro Com 14 anos de experiência no mercado, a Cantarino Brasileiro é uma tradicional empresa de marketing e comunicação focada nos mercados financeiro e de meios de pagamento. Seu objetivo é promover a aproximação entre empresas e manter o mercado atualizado sobre as tendências que regem o setor por meio de eventos, treinamentos, seminários, publicações, consultoria e relatórios setoriais. Informações para a Imprensa: DFreire Comunicação e Negócios Vera Aranha – vera@dfreire.com.br Debora Freire – debora@dfreire.com.br Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br
Projeto de proteção de dados pessoais aguarda sanção de Temer
Jornal Nacional Edição do dia 19/07/2018 Associações temem que criação de agência reguladora para fiscalizar a lei seja vetada ou fique subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional. O projeto aprovado pelo Congresso que define regras para a proteção de dados pessoais aguarda a sanção do presidente Michel Temer. Associações que defendem a medida temem que a criação de uma agência reguladora para fiscalizar a lei seja vetada ou fique subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional. Nome, endereço, idade, estado civil, e-mail, hábitos, preferência, dados que qualquer pessoa fornece ao se cadastrar em sites, navegar em redes sociais, consumir produtos e serviços, e que hoje não são protegidos por uma lei geral, uma lei que defina o que as empresas podem fazer com estas informações. Um projeto de lei aprovado no Congresso cria regras específicas para proteger esses dados. Quando a lei estiver em vigor, para comercializar essas informações, cedê-las ou usá-las para qualquer finalidade, as empresas vão precisar de autorização legal do cidadão. E todos poderão ver, corrigir e excluir as informações que já tenham passado. Empresas e órgãos públicos deverão preservar a privacidade das pessoas, inclusive na internet. Dados de crianças só poderão ser usados com o consentimento dos pais. Os de saúde, apenas para pesquisas. As empresas que vazarem as informações serão multadas em até 2% do faturamento com um limite de R$ 50 milhões por infração. A lei também prevê exceções fundamentais, por exemplo, no tratamento de dados pessoais para fins de segurança pública. Um policial não vai precisar pedir autorização para comparar digitais encontradas no lugar de um crime com um banco de dados de digitais. Vão ficar de fora também os dados usados para fins jornalísticos e artísticos. A proposta recebeu o apoio de mais de 80 organizações e entidades ligadas a vários setores como comércio, imprensa, internet e consumidores. Mas um ponto preocupa. As associações que defendem o projeto temem que a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, uma espécie de agência reguladora responsável pelo controle e fiscalização da lei, seja vetada pelo presidente Michel Temer, sob a alegação de que ela não poderia ter sido criada por iniciativa do Congresso, mas apenas do Executivo, e que essa estrutura seja instituída por medida provisória subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. O advogado Danilo Doneda, especialista em temas de proteção de dados e privacidade, diz que isso acabaria com a lei; que a autonomia e a independência da Autoridade Nacional de Proteção de Dados são fundamentais. “Você não pode ter uma autoridade que proteja direitos dos cidadãos sobre seus dados junto com uma autoridade de inteligência que tem como função fornecer dados para o governo. Isso seria, realmente, algo muito parecido a formar um exército de raposas para cuidar de um galinheiro. Isso seria completamente pouco prático e inviabilizaria tanto a proteção de dados no Brasil, quanto a inserção do Brasil na comunidade internacional de países que trataram com segurança e modernidade do direito e regulação da sociedade da informação”, disse. A lei só vai entrar em vigor 18 meses após a sanção presidencial. O advogado Thiago Luís Sombra, também da área de proteção de dados, diz que é o tempo necessário para que, se alguma mudança for feita, seja para confirmar a independência da agência, sem deixá-la subordinada a qualquer órgão do governo. “Nenhum país democrático, nem aqueles que foram vítimas de terrorismo em algum momento, cogitou colocar uma autoridade de proteção de dados vinculada à sua atuação militar ou de cyber segurança, ou de segurança nacional. Quase todos os países europeus têm a autoridade como órgão independente”. O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) diz que a lei não precisa de nenhuma mudança ou ajuste, que o presidente Temer deve aprová-la como está. No projeto, a autoridade, a agência, é vinculada ao Ministério da Justiça. “Essa lei dá segurança para mim, para você, para todos nós, segurança jurídica de que a nossa privacidade vai estar sendo protegida. É isso que nós, 80 entidades representativas da sociedade civil, da academia e do setor empresarial, estamos defendendo”, afirmou Sérgio Paulo Gallindo. Fonte: Jornal Nacional http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/07/projeto-de-protecao-de-dados-pessoais-aguarda-sancao-de-temer.html
Para Associação de Internet das Coisas, Lei de Dados Pessoais termina com a ‘terra sem lei’ no Brasil
17Da redação … 17/07/2018 … Convergência Digital Para Márcio Cots, Diretor Jurídico da Associação Brasileira de Internet das Coisas e Sócio do Cots Advogados, a Lei de Proteção de Dados Pessoais, à espera da sanção presidencial,exigirá que as empresas invistam em ferramentas tecnológicas e serviços especializados. As companhias também terão de revisar contratos com prestadores de serviço, fornecedores, empregados, etc., mas ela é crucial para acabar com a ‘terra sem lei’, que era o tratamento de dados no Brasil. “Quem achava que podia fazer o que bem entendesse com dados de terceiros, certamente terá prejuízos”, observou o advogado. Se sancionada pelo Presidente Michel, a lei vai aliar dois aspectos relevantes para a ABINC: ela não cria apenas regras pontuais que poderiam, no futuro, se tornar inadequadas ou ultrapassadas; e o projeto estabelece princípios e fundamentos do tratamento de dados no Brasil que a tornará atual, mesmo diante de maiores avanços tecnológicos. Cots observa ainda que há duas formas de avaliar uma legislação nova que regula um tema que até então não havia sido regulamento. Existe a visão de que aquilo é uma barreira e a visão de que aquilo é uma segurança para o seu negócio. “Não gostamos muito de tratar a questão como se fosse uma barreira e tentamos olhar sempre o lado mais positivo, ou seja, havendo regras claras sobre o tratamento de dados no Brasil, esse tratamento acontecerá de uma forma mais segura. Então tanto startups, e-commerces, quanto as empresas em geral vão poder coletar e tratar dados com muito mais segurança ao saber o que pode e não pode fazer”, conclui o executivo. Fonte: Convergência Digital http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=48467&sid=9
A Associação Brasileira de Internet das Coisas comenta a a nova Lei de Proteção de Dados
Empresas precisam começar a se mover desde já para se adaptar a nova Lei de Proteção de Dados A Associação Brasileira de Internet das Coisas comenta a lei, fala sobre os seus benefícios e a importância de se adaptar para não perder mercado O Projeto de Lei 53/2018, que disciplina a proteção dos dados pessoais e define as situações em que estes podem ser coletados e tratados por empresas e pelo Poder Público, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal na última terça-feira, 10 de julho. No aguardo da sanção do Presidente Michel Temer, que deve acontecer nos próximos dias, empresários e representantes de entidades que colhem dados pessoais e dependem deles para operar e expandir os seus negócios começam a se movimentar para entender as novas regras e adaptar o seu negócio à esta nova realidade. Márcio Cots Para Márcio Cots, Diretor Jurídico da ABINC e Sócio do Cots Advogados, é imprescindível que o Brasil entre nesta tendência mundial de garantir a segurança dos dados. Caso contrário empresas nacionais podem perder oportunidades de negócios com o exterior, sobretudo com a União Europeia, que já está bem à frente do assunto, com a GDPR. Confira abaixo uma entrevista com Cots para entender a visão da ABINC sobre o assunto. Crypto ID: O que você acha da Lei e do texto aprovado pelo Senado? Márcio Cots: A criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados é essencial para manter o Brasil em harmonia com uma tendência mundial. Não fazia sentido empresas brasileiras perderem oportunidades de negócios por conta de o Brasil constar no mapa de risco da UE e de outros países que já possuem legislação específica. Se sancionada pelo Presidente Michel Temer, como esperamos que seja, a lei vai aliar dois aspectos que vemos com muito bons olhos: ela não cria apenas regras pontuais que poderiam, no futuro, se tornar inadequadas ou ultrapassadas; e o projeto estabelece princípios e fundamentos do tratamento de dados no Brasil que a tornará atual, mesmo diante de maiores avanços tecnológicos. Dessa forma, entendemos que a nova lei está bastante adequada ao fim a que se destina, mesmo que sofra, como é natural, adaptações legislativas futuras, de acordo com as dificuldades que surgirão. Crypto ID: Como a Internet das Coisas precisa de dados pessoais para inovar e crescer? Márcio Cots: É importante, primeiro, entender que dado pessoal é toda informação que identifique uma pessoa natural ou a torne identificável por meios razoáveis. A alma da IoT é a comunicação entre dispositivos, com processamento de dados dos mais variáveis, incluindo os pessoais. Ela é vista pelo mercado como um personagem importante na captação de dados, mas para se manter regular, a empresa precisará observar a nova legislação. Só assim poderá crescer. Ainda que uma determinada empresa tente evitar de manter consigo dados flagrantemente pessoais, como nome e CPF, para não precisar se preocupar em se adaptar à lei, ainda assim poderá estar a ela submetida se os dados processados puderem, com aplicação razoável de técnica, identificar uma pessoa. O endereço IP, por exemplo, pode identificar uma pessoa quando aliado a outras informações, como idade, sexo, características físicas, etc. Outro exemplo são os dados biométricos, que além de serem dados pessoais, ainda são destacados como dados sensíveis, ou seja, precisam de maior cuidado ao serem tratados. A IoT é vista pelo mercado como um personagem importante na captação de dados, mas para se manter regular, a empresa precisará observar a nova legislação. Só assim poderá crescer. Crypto ID: O quinto Índice Anual de Confiança na Segurança de Dados, feito pela Gemalto, concluiu que duas em cada três empresas (65%) não estão preparadas para analisar todos os dados que coletam e apenas metade (54%) das empresas sabem onde todos seus dados sensíveis estão armazenados, o que aumenta as chances de invasão. Na sua opinião, onde as empresas devem investir para otimizar o uso de dados coletados e garantir a segurança das informações de forma mais efetiva? Márcio Cots: As empresas deverão agir em duas frentes: regularizar, quando possível, o banco de dados existentes, e passar a tratar os novos dados e acordo com a legislação. Entendemos que a primeira frente é a mais problemática, tendo em vista que há empresas com dados pessoais que não conhecem a origem ou tenham origem irregular do ponto de vista da nova legislação. Se a empresa passar a coletar dados pessoais de forma correta, mas incluí-lo no banco de dados “viciado”, todo o banco pode ser perdido. Por isso, investir nas duas frentes é essencial para manter a regularidade do tratamento de dados. Crypto ID: Ainda segundo esse mesmo estudo, mais de dois terços das organizações (68%) admitem que não estão realizando todos os procedimentos necessários para estar em conformidade com as leis de proteção de dados, como o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados). Qual orientação você daria para as empresas brasileiras sobre esta nova lei? A proteção de dados pessoais é uma tendência mundial irreversível e as empresas que resistirem a se adaptar poderão ser colocadas de lado pelo mercado. A PLC 53 não é o fim do mundo para as empresas, pelo contrário. Fazendo um paralelo com o Código de Defesa do Consumidor, por exemplo, quando o ele foi criado o comércio em geral pensou que seria o caos e que a legislação iria acabar com muitas empresas. Ocorre que, agora, o CDC não é um empecilho que impede a livre iniciativa, mas uma forma de praticar uma atividade com segurança jurídica quanto ao que se pode e não se pode fazer. O mesmo ocorrerá, a nosso ver, com a lei de proteção de dados. Crypto ID: Qual a vantagem que as empresas podem aproveitar com esta lei? Márcio Cots: Há duas formas de ver uma legislação nova que regula um tema que até então não havia sido regulamento. Existe a visão de que aquilo é uma barreira e a visão de que aquilo é uma segurança para o seu negócio. Não gostamos muito de tratar a questão como se
CONARH 2018 conta com palestras de executivos das maiores empresas do Brasil
Gerdau, Santander e Dr. Consulta, são algumas das companhias que estarão representadas no evento De 14 a 16 de agosto acontece a 44ª edição do CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), um dos maiores eventos sobre gestão de pessoas do mundo. Com o tema “Protagonista da Transformação”, o evento tem o objetivo de mostrar que todos são responsáveis por influenciar as pessoas de forma positiva e que para ter um mundo mais justo, diverso e igualitário, é necessário colocar em prática as ações, ser o protagonista da verdade. Com mais de 30 palestras e painéis o CONARH 2018 já conta com grandes nomes em sua grade. Confira: “A grande revolução: seja uma marca” – Leo Chaves, cantor, palestrante, presidente fundador do Instituto Hortense e autor do livro “No colo dos Anjos” Irá dividir experiências relacionadas a carreira profissional e pessoal, quedas, frustrações, dificuldade, obstáculos, tudo o que enfrentou e superou na vida. Com base em seus estudos sobre inteligência emocional e gestão da emoção, também utiliza um pouco de filosofia, modelo educacional escolar e familiar. “Como desenvolver Líderes Exponenciais” – Gustavo Werneck, CEO da Gerdau Gustavo é o primeiro CEO que não pertence à família Gerdau em 116 anos. Há 13 anos na companhia, é conhecido por um estilo enérgico e a capacidade de bater metas. Irá compartilhar como o RH foi importante no desenvolvimento do seu potencial e como viveu o programa de sucessão. “As 5 novas competências para desenvolver carreiras e empresas de sucesso” – Mauricio Benvenutti, Sócio da StarSe e autor do livro “Incansáveis” As novas tecnologias e como ela está impulsionando a mudança nas pessoas, organizações e sociedade. Estamos mesmo promovendo a mudança ou ela está nos impulsionando a mudar? O que vem pela frente? Como me preparar? “A startup que reinventou o sistema de saúde no Brasil” – Thomaz Srougi, Fundador do Dr. Consulta A história dos empreendedores que querem protagonizar uma das maiores ondas de impacto já vistas no mercado de saúde brasileiro. O Dr.Consulta realiza cerca de 55 mil atendimentos por mês, com uma rede de 600 médicos. Criada em 2011, só este ano, em plena crise financeira do país, abriu oito novas unidades, totalizando 20 na capital e na região do ABC. “A diversidade na perspectiva dos CEO´s” – Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil e Sérgio Rial, Presidente Executivo do Santander Brasil Moderador: Milton Jung, Jornalista, âncora do Jornal da CBN e do programa Mundo Corporativo, co-autor do livro “Comunicar para Liderar” e autor de “Jornalismo de Rádio” Debate sobre como os CEO’s veem a diversidade nas empresas. Seus respectivos programas funcionam? Quais as lições aprendidas? Que mensagem gostariam de passar para os RH’s, para que efetivamente tragam a diversidade de mindset para as organizações? Os conteúdos serão divididos entre palestras Magnas e Simultâneas, todas ministradas por profissionais renomados do mercado brasileiro e internacional. As inscrições já estão abertas, e podem ser feitas no site http://www.conarh.com.br, pelo e-mail congressista@conarh.com.br ou pela nossa central de atendimento (11) 3138-3420. 44º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas Data: 14, 15 e 16 de agosto de 2018 Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda Sobre a ABRH-Brasil A ABRH-Brasil, presidida por Elaine Saad, está presente em 21 Estados e no Distrito Federal. As seccionais são desvinculadas juridicamente e independentes, integradas na missão de promover o desenvolvimento dos profissionais de RH e gestores de pessoas por meio de eventos, pesquisas e troca de experiências, além de colaborar com os poderes públicos e demais entidades nos assuntos referentes à sua área de atuação. Filiada à WFPMA (World Federation of People Management Associations) e à FIDAGH (Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana), a ABRH-Brasil é cofundadora e integra a CRHLP (Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa), fundada em 2010. Contatos Printer Press Comunicação Corporativa Lori Moscatelli – lori.moscatelli@printerpress.com.br (11) 5582-1624 – (11) 98444-4866 Fernando Planca – fernando.planca@printerpress.com.br (11) 5582-1601 – (11) 98674-2743 Março/2018
Novo paradigma para a proteção de dados no Brasil
Tatiana Campello e Matheus Bastos Oliveira* 18 Julho 2018 | 11h00 O projeto da nova lei geral brasileira de proteção de dados pessoais foi aprovado pelo Senado Federal e segue para a sanção presidencial. O PLC 53/2018 promete grande impacto aos mais diversos agentes econômicos brasileiros por atingir a todos que atuam com o processamento de dados pessoais, como a coleta, tratamento e armazenamento. A edição da lei geral de proteção de dados pessoais insere o Brasil no atual cenário internacional de transferência e proteção de dados, capitaneado pela União Europeia. O velho continente saiu na frente com a entrada em vigor do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), em 25 de maio de 2018, pressionando o avanço dos projetos de lei sobre o tema em outros países, como no Brasil. O GDPR fixou rígidas regras para a transferência internacional de dados pessoais entre a União Europeia e países que não possuíssem legislação compatível para a proteção de dados pessoais. Entretanto, a repentina inserção da lei geral de proteção de dados na congestionada agenda legislativa brasileira não culminou com a aprovação de um projeto de lei prematuro. Muito pelo contrário. Apesar de seu expedito trâmite no Senado Federal, onde permaneceu por cerca de 45 dias, a aprovação do PLC 53/2018 é amplamente festejada por seu amadurecimento. A versão do texto legal que chegou ao Senado Federal foi o resultado de amplo debate durante o longo tempo de tramitação dos projetos que lhe deram origem na Câmara dos Deputados. Na reta final de sua aprovação pela Casa revisora, o projeto recebeu o apoio de cerca de 67 entidades do setor produtivo e da sociedade civil, que se manifestaram expressamente a favor da sua aprovação e destacaram a potencial atração de investimentos na ordem de R$ 250 bilhões ao país em tecnologias de transformação digital at& eacute; 2021, segundo dados divulgados pela Brasscom e Frost & Sullivam. Além disso, o PLC 53/2018 cria a autarquia destinada a atuar na proteção de dados pessoais – a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – e remove uma relevante barreira à aspiração brasileira para integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE. Dentre as diversas medidas a serem adotadas por entidades do setor público e privado, algumas merecem destaque por sua relevância ou potencial discussão. Nesse contexto, pode-se enumerar (i) a inserção da dinâmica de obtenção de consentimento do titular de dados pessoais por aqueles interessados em coletá-los e trata-los, até então estipulada somente no ambiente da Internet pela Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet); (ii) os limites à definição (e, consequentemente, da coleta e tratamento) de dados anominizados; (iii) o conceito casuístico de interesse legítimo e finalidades legítimas, a estabelecer as balizas para a coleta e tratamento de dados do indivíduo; (iv) a possibilidade de revogação do consentimento pelo titular e exclusão dos dados pessoais cedidos; (v) o tratamento de dados pessoais pelo poder público; (vi) a distinção entre as figuras do controlador (responsável pelas decisões referentes ao tratamento de dados) e do operador (pessoa que realiza o tratamento de dados em nome do controlador) , delimitando-se as suas respectivas responsabilidades; (vii) a criação do encarregado (Data Protection Officer), pessoa natural nomeada pelo controlador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados pessoais e a ANPD; entre outras. Embora o GDPR já venha causando a mobilização de agentes econômicos brasileiros que atuam na União Europeia (mediante a oferta de produtos, serviços ou coleta de dados), o verdadeiro impacto fica a cargo da lei brasileira por demandar grande transformação e investimento aos mais diversos prestadores de serviços que deverão se adaptar às suas regras. As grandes corporações já vêm se adequando ao GDPR e possuem vantagem sinérgica e financeira para suportar a implementação de práticas de conformidade com a lei brasileira, mas outros agentes econômicos de menor porte (como as startups) deverão adicionar a verificação de conformidade a esses elementos no seu radar, a fim de tomar as medidas necessárias o quanto antes. O prazo de 18 (dezoito) meses para a vigência da lei é inferior ao conferido pelo GDPR, de 24 (vinte e quatro) meses, e demonstra que as medidas de adequação d evem ser iniciadas imediatamente. Aqueles que não conseguirem se adaptar à norma a tempo ficarão sujeitos a aplicação das sanções pela ANPD, que podem variar desde a aplicação de advertência, passando por multa de até R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) e até a proibição total do exercício da atividade relacionada ao tratamento de dados. Além de potencializar o avanço econômico externo e interno, a lei geral de proteção de dados também representa o aperfeiçoamento jurídico da matéria no Brasil. A lacuna legislativa trazia interrogações aos agentes econômicos que coletam e tratam dados pessoais no Brasil, fomentando a insegurança jurídica no setor. A aprovação e sanção do PLC 53/2018 é apenas o primeiro – e grande – passo brasileiro na busca pela sua inserção no rol de países que possuem adequada proteção aos dados pessoais. É fundamental que se continue a avançar nesse sentido, notadamente com a criação da ANPD e a efetiva utilização dos instrumentos preventivos, fiscalizatórios e sancionatórios dispostos no PLC 53/2018, promovendo-se o desenvolvimento tecnológico que se espera do Brasil. *Tatiana Campello, sócia do Demarest, e Matheus Bastos Oliveira, advogado do Demarest Fonte: Estadão https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/novo-paradigma-para-a-protecao-de-dados-no-brasil/
Estudo da Accenture alerta marcas sobre aumento da lacuna entre as expectativas do consumidor e a realidade da personalização
Levantamento revela que empresas precisam migrar da comunicação para a conversação, a fim de oferecer experiências mais personalizadas aos clientes São Paulo, 12 de julho de 2018 – Consumidores consideram as experiências digitais aquém do esperado e preferem consumir marcas que lançam mão da personalização. Esse é um dos resultados do estudo 2018 Personalization Pulse Check, realizado pela Accenture Interactive. Segundo o levantamento, 91% dos consumidores têm maior propensão a consumir marcas que os reconheçam e se lembrem deles, oferecendo propostas e indicações relevantes. A versão 2017 do Personalization Pulse Check havia concluído que o maior desafio das empresas era o “peso da escolha” – ou seja, aprender como atender cada cliente de forma única. Os dados deste ano mostram que não houve alívio no peso da escolha – a verdade é que as experiências estão piores. O relatório afirma que quase metade (48%) dos consumidores já saiu de um site e decidiu comprar de outro fornecedor por conta da baixa qualidade da experiência de compra, comparado a 40% ano passado. O estudo indica soluções práticas que ajudam a melhorar o desempenho das marcas quando se trata de personalização, incluindo uma comunicação aberta e de duas vias, confiança e transparência na gestão de dados pessoais e uma abordagem mais descolada e menos intimidadora quando se trata de experiências. Marcas devem possibilitar um diálogo aberto O estudo conclui que os consumidores não estão atrás de marcas que definam suas jornadas; eles querem marcas que desenvolvam experiências que os ajudem a criar suas próprias jornadas. A mudança fundamental dos meios tradicionais de comunicação para conversas interativas possibilitará aos profissionais da área atingir novos níveis de personalização, confiança e experiências significativas. A maioria das marcas tenta prever a jornada do cliente para então criar experiências personalizadas, quando esse tipo de abordagem é difícil de escalonar. O estudo também descobriu que 75% dos consumidores gostariam de criar e gerir um “perfil de estilo” ou um perfil de vida e que esses dados poderiam ser usados pelas marcas para uma curadoria melhor de experiências e recomendações. “Muitas vezes os clientes se sentem sobrecarregados de escolhas, para depois se desiludirem com a oferta de experiências pouco personalizadas em suas interações com as marcas. Mas existe uma solução simples, que é a criação de um diálogo digital contínuo e aberto”, informa Jeriad Zoghby, líder global de Personalização da Accenture Interactive. “Assim, o controle da experiência passa para as mãos do consumidor, possibilitando às marcas uma escuta mais efetiva e possibilitando aos clientes o acesso ao que eles querem, seguindo suas próprias condições. Isto não resulta apenas numa experiência significativamente melhor para o indivíduo, mas é a forma mais efetiva para as marcas que desejam multiplicar experiências individuais cada vez mais personalizadas”. Quando se trata de dados, transparência e confiança são essenciais O estudo também mostra que os consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados e raramente têm a sensação de que a abordagem das empresas seja invasiva – mas eles perdem a confiança assim que as marcas ultrapassam os limites desse relacionamento. Entre os pesquisados, 73% dos consumidores afirmam que nunca foram abordados por nenhum varejista ou prestador de serviço de forma excessivamente personalizada. E entre os 27% que afirmam ter passado por experiências invasivas, 64% se sentiram desconfortáveis porque não estavam cientes do uso que as marcas fariam de suas informações. A conclusão? Transparência é essencial. “É natural que as marcas exagerem na obtenção de dados e, mesmo que eles sejam essenciais para a personalização das experiências, seria melhor se focassem o desenvolvimento de experiências incríveis e a alavancagem dos dados fornecidos diretamente pelo consumidor”, explica Zoghby. Seja descolado, não seja estranho O estudo perguntou aos consumidores se eles acham certas abordagens estranhas ou descoladas, como e-mails com pedidos de desculpas por conta de uma experiência on-line negativa ou vendedores munidos de todo o histórico das suas compras recentes. Os dados revelam que o uso dos dados de localização do consumidor para ofertas personalizadas é considerado invasivo. Entre os consumidores, 41% acham estranho receber uma mensagem de uma marca ou varejista quando estão passando em frente à loja física. 40% dos consumidores acham estranho receber uma mensagem ao passar em frente a uma loja E 35% se incomodam ao receber anúncios de itens pesquisados no site de alguma marca em suas redes sociais. Os entrevistados gostam de receber e-mails das marcas pedindo desculpas por uma experiência ruim em uma de suas lojas físicas ou online (45%) ou de ver mensagens de desculpas publicadas no site da marca (41%). Metodologia A Accenture Interactive entrevistou 8 mil consumidores na Alemanha, Canadá, Espanha, EUA, França, Itália, Suécia e Reino Unidos sobre suas preferências e expectativas em relação à interação com marcas, varejistas e prestadores de serviços. A pesquisa foi aplicada em novembro de 2017. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 449 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Informações para a imprensa: Accenture Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com Burson-Marsteller Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Mônica Baldani – (11) 3040-2390 | monica.baldani@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bm.com
Cognizant inaugura Delivery Center em São Paulo
Novo espaço vai impulsionar a geração de empregos, visto que há oportunidade para 400 vagas São Paulo, julho de 2018 – A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, anuncia a expansão de suas operações na América Latina com a abertura de um novo Delivery Center em São Paulo. Com espaço para mais 400 novas posições de trabalho, o Delivery Center será responsável pela entrega de projetos no Brasil e na América Latina das três grandes linhas de serviços que a Cognizant possui: Digital Business, Digital Operations e Digital Systems and Technologies. O objetivo desse investimento é oferecer o suporte adequado à crescente demanda por negócios digitais da empresa, provenientes da expertise da Cognizant em prover serviços tecnológicos e consultoria de alto valor agregado para diversos setores da economia. “O investimento no novo centro de entregas, um espaço moderno, com arquitetura despojada, reafirma o compromisso da Cognizant com nossos clientes, colaboradores e com o País, no que diz respeito à geração de empregos”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil. A Cognizant Brazil oferece soluções para clientes dos setores financeiro, de seguros, saúde, farmacêutico, manufatura, varejo, bens de consumo e tecnologia, ajudando a transformar os negócios, os modelos operacionais e de tecnologia desses clientes na era digital. Sobre a Cognizant A Cognizant (NASDAQ-100: CTSH) é uma das empresas líderes mundiais em serviços profissionais que transporta os modelos de negócios, operacional e de tecnologia de seus clientes para a era digital. Nossa abordagem consultiva única, baseada em profundos conhecimentos das indústrias em que atuamos, auxilia clientes a visualizar, construir e administrar negócios cada vez mais inovadores e eficientes. Com sede nos Estados Unidos, a Cognizant ocupa a 195ª colocação no ranking da Fortune 200 e é consistentemente listada entre as empresas mais admiradas do mundo. Veja como a Cognizant ajuda clientes a ser líderes no mundo digital em www.cognizant.com, ou siga-nos: @Cognizant. Informações para a imprensa – Cognizant Diana Carvalho – dianacarvalho@rp1.com.br Luciana Lima – lucianalima@rp1.com.br Amanda Geroldo – amandageroldo@rp1.com.br RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br
LEI DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS: SEGURANÇA JURÍDICA E INDUÇÃO DA ECONOMIA DIGITAL
Após aprovação Projeto de Lei da Câmara-PLC 53/2018 o projeto agora vai à sanção da Presidência da República. São Paulo, 11 de Julho de 2018 A Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, é signatária do manifesto para aprovação da lei de dados pessoais juntamente com mais de 75 entidades representativas da Sociedade Civil, Setores Empresariais além de Professores Acadêmicos. O Brasil está muito próximo de fazer parte dos mais de 100 países que já contam com uma lei de proteção de dados pessoais, endereçando os desafios da transformação social e econômica decorrente do avanço da tecnologia digital, em reconhecimento ao enorme potencial de desenvolvimento e bem-estar derivado da geração, coleta e tratamento de expressiva quantidade de dados. Após aprovação na Câmara do Deputados em maio, o Projeto de Lei da Câmara, PLC nº 53/2018 tramitou Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, e foi aprovado em Plenário por unanimidade no dia 10/07. Fruto de um processo democrático com ampla participação de entidades representativas da sociedade civil, da academia e entidades empresariais, a Lei recém aprovada tem a virtude do equilíbrio ao conferir segurança jurídica para cidadãos e empresas, induzindo investimento, crescimento econômico e benefício-social. Este importante e necessário marco legal legitima o tratamento de dados com garantias adequadas aos seus titulares, com transparência sobre os processos, disciplina a responsabilidade civil entre os diversos agentes econôminco envolvidos, valoriza selos, certificados e códigos de conduta, boas práticas e governança, bem como, prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, independente funcional e financeiramente, e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, órgãos essenciais para operacionalização da proposta. Aprovação pelo Congresso Nacional, além de representar o reconhecimento do grau de maturidade do texto, mercê de um processo de democracia participativa sem precedentes, confere confiança ao ecossistema envolvido, um ambiente de negócios seguro, balaceando a garantia dos direitos individuais com a indução de novos modelos de negócios intensivos em dados. Está, portanto, em sintonia com a modernidade e é um passo fundamental para a inserção do País em foros internacionais. O projeto vai à da Presidência da República sendo merecedor de sanção na sua integralidade. “A Brasscom defendeu a aprovação célere do PLC nº 53/2018 e agora, a sua sanção, entendendo ser fundamental que a atividade de tratamento de dados se dê com segurança jurídica. Estudos de mercado apontam um potencial de R$ 250 bilhões de investimento em tecnologias de transformação digital, tais como, Internet das Coisas, Big Data e Inteligência Artificial. Neste sentido, a nova lei é um importante instrumento para potencializar o protagonismo do Brasil na economia digital.” diz o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Sobre a Brasscom: A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa 62 grupos empresariais presentes em todos as unidades federativas do Brasil, e reúne 20 instituições que proveem insumos enriquecedores ao setor de TIC. A Brasscom exerce papel de articulação entre os setores público e privado, nas esferas federal, estadual e municipal, propondo e participando da construção de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital e conectado. Além disso, a entidade atua na conscientização da importância da transformação digital e inovação, na busca pela inclusão de computação no ensino médio e na valorização das diversidades.
Accenture Interactive leva para casa o Grand Prix de Cannes na categoria Creative Data por “JFK Unsilenced”
Rothco ganhou sete Leões por sua campanha de inteligência artificial que deu voz a John Kennedy São Paulo, 25 de junho de 2018 – Durante a cerimônia do Festival Internacional de Criatividade de Cannes do último dia 21, a Accenture Interactive conquistou o Creative Data Grand Prix por sua campanha baseada em inteligência artificial ‘JFK Unsilenced’, criada para o The Times / News Reino Unido & Irlanda. Trata-se do sétimo Leão da semana, em quatro categorias. Criada pela Rothco, pertencente à Accenture Interactive, a campanha lançou mão de tecnologia especial de IA para criar o discurso que o 35º presidente dos EUA deveria ter feito em Dallas no dia de seu assassinato – o discurso do Trade Mart de Dallas. O Leão em Creative Data celebra a interação de ideias e informações – mostrando como a execução de uma campanha foi melhorada ou impulsionada pelo uso, interpretação, análise ou aplicação criativa de dados. “Receber o Grand Prix por ‘JFK Unsilenced’ reforça a influência crescente da IA na produção de grandes experiências hoje, não apenas no futuro”, afirma Brian Whipple, CEO da Accenture Interactive. “Ele representa uma nova era para os criativos, na medida em que eles buscam a melhor forma de trabalhar lado a lado com a tecnologia, dando vida a histórias e redefinindo o significado da criatividade”. “’JFK Unsilenced’ celebra a agregação de dados como uma forma de arte e ciência”, completa Patrick Hickey, CEO da Rothco. “Na maioria dos casos, dados aprimoram as histórias; aqui, eles tornaram a história possível. Com o uso de tecnologia avançada de áudio, o discurso nunca feito por JFK cativa uma nova geração, 55 anos depois. Esse trabalho combinou dados, criatividade e tecnologia com grande impacto humano, e estamos felizes com o reconhecimento desse trabalho pelo Grand Prix”. Ao todo, a campanha ganhou sete Leões ao longo da semana, nas seguintes categorias: Grand Prix: categoria Creative Data Ouro, categoria Radio & Audio: Innovation – Use of Audio Technology Prata, categoria Radio & Audio: Área: Media/Entertainment Prata: categoria Digital Craft – Technological Achievement Prata: categoria Film Craft – Sound Design Bronze: categoria Radio & Audio – Sound Design Bronze: categoria Digital Craft — Music / Sound Design A equipe da Rothco sobe ao palco durante a cerimônia de Creative Data do Festival de Cannes em reconhecimento à campanha ‘JFK Unsilenced’ Lançada em março passado, a peça ‘JFK Unsilenced’ gerou mais de 4.500 inscrições nos veículos The Times & The Sunday Times, além de alcançar 51 milhões de usuários do Twitter e um bilhão em impressões de mídia globais. Muitos concorrentes do The Times cobriram a campanha, incluindo os veículos The Guardian, Daily Mail, The Sun, The Daily Mirror, The Washington Post, The Independent, The Evening Standard, e muitos outros. A técnica de áudio inovadora da campanha foi adotada por empresas do mundo todo, ajudando portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA) a redescobrirem suas vozes. Ao longo de oito semanas, a Rothco (com apoio de seus parceiros no The Times / News Reino Unido & Irlanda e CereProc), analisou 831 discursos e entrevistas de John F. Kennedy e, por meio de um processo complexo de engenharia de som, o mundo pode ouvir o discurso que seria proferido no Trade Mart de Dallas – na voz do ex-presidente, pela primeira vez Os prestigiados Leões de Cannes marcam os primeiros prêmios da Accenture Interactive nas categorias Grand Prix, Ouro e Prata, reforçando estrategicamente suas capacidades criativas como parte de sua oferta de experiências do cliente de ponta a ponta. “Estamos muito felizes por esse novo reconhecimento das nossas contribuições pelo júri de Cannes como parte de um novo momento da indústria”, afirma Anatoly Roytman, diretor executivo da Accenture Interactive. “Os prêmios conquistados na última semana comprovam que nosso novo modelo de agência – que combina criatividade com consultoria de negócios e tecnologia – já chegou ao mercado entregando experiências de clientes inovadoras. Esperamos comemorar muitas outras conquistas em toda a família Accenture Interactive”. Os Leões conquistados em Cannes são os últimos em uma lista de reconhecimentos por ‘JFK Unsilenced’. Em maio, a Rothco ganhou dois Lápis de Ouro no One Show em Nova York e, em abril, a campanha levou três Lápis no D&AD em Londres. Celebrando a criatividade desde 1954, o Festival Internacional de Criatividade de Cannes é considerado a vitrine mais importante para as áreas de publicidade e criatividade do mundo. A 65a edição anual recebeu mais de 32 mil inscrições do mundo todo. Nota à Imprensa: Assista ao vídeo: https://youtu.be/PvbdnTIzM4Q Para baixar arquivos de vídeo e imagens, acesse: https://wetransfer.com/downloads/2facecee478e051af7e1c8ece4d796f920180620083848/b78268 Sobre a Rothco Ao longo dos últimos 23 anos, a Rothco tornou-se a agência criativa líder na Irlanda, mas ela sempre teve o desejo de conquistar o mundo. Prova disso são as campanhas produzidas para 23 mercados, para marcas como Heineken, Aon, Unilever, AIB, Hailo/MyTaxi, Rory McIlroy Inc., Kodak e Tesco. O trabalho da agência foi reconhecido mundialmente por prêmios como Cannes Lions, D&AD, Clio Sports, New York Festivals, EPICA, The Marketing Society (Reino Unido), The Webbies, The Mashies, MIDAS, ICAD, The FAB Awards, IMC’s, Sharks Awards e o cobiçado AdFx Grand Prix. No início de 2018, a agência foi adquirida pela Accenture Interactive e seus planos ganharam horizontes mais amplos. Para mais informações, acesse www.rothco.ie ou siga @rothco. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com mais de 442 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Sobre a Accenture Interactive A Accenture Interactive ajuda as principais marcas mundiais a transformar suas
Assistente Virtual Inteligente para Vendas: sua empresa precisa adotar essa estratégia!
Por Marildo Matta, Diretor de Inteligência Artificial da Plusoft Você já imaginou se seus clientes não precisassem mais enfrentar filas para comprar algo? Ou, melhor, já cogitou a ideia do atendimento do e-commerce de sua empresa ser totalmente automatizado por meio de um Assistente Virtual Inteligente (AVI) para Vendas? Embora ainda pouco adotado pelas corporações, a tecnologia está sendo muito usado no comércio online. Diante da rotina atribulada e da falta de tempo, os consumidores optam a cada dia mais por realizar suas compras via internet. Segundo dados do relatório da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018, comparado ao ano passado. Com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões, a ABComm estima que podem ser registrados mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais neste ano, com um tíquete médio de R$ 310. Aumentando em três vezes a taxa de conversão das vendas em comparação com o atendimento realizado por humanos, o AVI direcionado para o e-commerce tem inteligência para realizar desde uma venda direta até a finalização de uma negociação, ao analisar que o score de crédito do consumidor é positivo. Além disso, a tecnologia também faz cross selling e up selling, oferecendo opções personalizadas aos clientes, baseadas nas informações de consumo e preferências de cada consumidor. O Assistente Virtual Inteligente ainda é capaz de atender um grande volume de solicitações, interagir com os clientes de forma ativa e receptiva e ainda realizar diversas funções ao mesmo tempo. E as vantagens vão além, ao identificar que o cliente está com histórico de crédito negativo, o AVI está apto para negociar a dívida ou, se for necessário, transferir para um operador humano dar continuidade ao atendimento. A automação de processos tem trazido mais agilidade e assertividade para as empresas na hora da venda, além de estar sempre à disposição dos consumidores, não tendo mais a questão do horário comercial como entrave na comunicação empresa-público. De acordo com um estudo da Forrester Research, 65% dos consumidores preferem ser atendidos por um Assistente Virtual Inteligente, também chamado de chatbot avançado, ao invés de ter que aguardar em uma fila de espera. A pesquisa também aponta que 23% dos clientes desistem de efetuar uma compra se o canal estiver ocupado. Em termos de relacionamento com o público, com o programa implementado, as companhias têm uma redução de custos na operação estimada em até 80% e diminuem em até 15% o Tempo Médio de Atendimento (TMA). Então, os operadores de atendimento passam a ser acionados somente em casos estratégicos, complexos ou imprevistos. Diante dessas vantagens, é notório que as empresas que implementam o software tanto na área de vendas quanto na de atendimento melhoraram sua imagem perante os consumidores, principalmente pelo fato de reduzirem o tempo de andamento das demandas – seja para concluir uma venda ou para esclarecer uma dúvida. Quem aproveitar o início dessa tendência terá grande vantagem competitiva e se destacará no mercado. Afinal, a possibilidade de ter o seu melhor vendedor disponível 24 x7 já é uma realidade. PLANIN – Assessoria de Imprensa da Plusoft Angélica Consiglio, Beatriz Imenes e equipe – www.planin.com Contato: Caroline Belleze – (11) 2138-8920 E-mail: plusoft@planin.com
Agro sem tecnologia e gestão não é negócio
Anaías Hafemann* Blumenau, 20 de junho de 2018 – A palavra “agronegócio” vem do inglês agrobusiness. E, como um negócio, engloba todo o conjunto produtivo da cadeia agrícola, desde o plantio até a comercialização, desde as grandes indústrias ao pequeno agricultor – aquele que planta para uso familiar e para vender o excedente na feira-livre da cidade, por exemplo. Todos estão inseridos na cadeia do agronegócio, mesmo que seja em apenas uma de suas muitas etapas. Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade. A redução de custos pode ser considerada uma das mais importantes pois impacta diretamente o fluxo de trabalho do produtor rural. Hoje, por exemplo, um agricultor investe cerca de 15 a 30% do custo total de combustível apenas para deslocar equipamentos – ou seja, se ele paga mil reais de combustível, poderá gastar até R$ 300 só em deslocamento. O agronegócio ainda tem outra particularidade: a sazonalidade. Como um todo, o cenário da agricultura muda a cada sete anos, aumentando ou diminuindo a sua lucratividade. Em alguns anos culturas específicas como o café ou o milho estão muito boas, porém no ano seguinte esse quadro pode mudar completamente. Sem uma gestão adequada, essa oscilação pode ser muito prejudicial ao agricultor, uma vez que ele precisa saber como e quanto poupar durante as safras positivas, para que o período de baixa não traga tanto prejuízo. Quando as boas safras retornam ele consegue se recuperar mais rápido, em um negócio verdadeiramente sustentável. Por isso, os programas de gestão voltados ao campo tem de ser práticos, intuitivos, fáceis e englobar tudo isso, para que o produtor possa reduzir os custos e maximizar o lucro. Para falar de produtividade, precisamos ainda olhar para a evolução da tecnologia no agronegócio. Hoje, o produtor rural investe em drones para fazer leituras de campo, em máquinas que fazem a colheita de forma automática e em uma série de outras inovações, mas muitas vezes ainda lhe falta a gestão e o controle de toda essa produção. Não adianta ter máquinas coletando informações e mandando tudo para a nuvem, se não há quem ou algo que transforme esses dados em subsídios a serem usados no campo. Recentemente, um cliente da Senior nos procurou e pediu uma solução de gestão por metro quadrado. Ouvimos esse conceito pela primeira vez em junho do ano passado e ficamos boquiabertos. Estamos falando de um grande produtor, com 140 mil hectares, que pediu diretamente “uma gestão do espaço por metro quadrado”. Aí você pensa no tamanho de um hectare, que equivale a uma quadra em uma cidade. Então ele tem 140 mil quadras de propriedade e fala em administrar cada metro quadrado. Como isso é possível? Com tecnologia e gestão. É a única forma de conseguir fazê-lo. Um bicho de muitas cabeças chamado agronegócio Nós sabemos que lidar com o agronegócio não é fácil. Além das distâncias serem muito grandes, temos os desafios do dia a dia que fogem ao controle, como fenômenos climáticos, pestes e parasitas que podem comprometer toda uma safra, então tudo tem de estar muito bem controlado, do ponto de vista do negócio, e a administração gerencial deve ser minuciosa em cada etapa da cadeia. Por consequência, a tecnologia deve refletir essa demanda. Hoje, ao utilizar aplicativos e programas de gestão, um produtor consegue visualizar o total de hectares plantados, sua produtividade por fazenda e/ou por área plantada, a média de sacas por hectare e os mapas com as áreas separadas por atividade, entre outras funções, visualizando onde estão os problemas, onde a produtividade está maior ou menor, e o que precisa ser feito. Outro fator muito importante – e que muitas vezes é negligenciado – é a gestão multimoeda. Por exemplo, se o cliente tem muitas compras em dólar e poucas vendas na mesma moeda, o programa de gestão deve avisar a probabilidade de déficit, a fim de que o produtor tenha tempo de rever contratos e atividades, para não ficar exposto e suscetível àquela moeda. Por mais tecnológico que seja seu produto, não se pode esquecer que o agricultor ainda preza muito a parceria, confiança e o aperto de mão com “olho no olho”. Então é necessário conhecer o cenário e o histórico de cada empresa com que se faz negócios – novos ou já existentes. Uma breve história do agro no Brasil O agronegócio evoluiu muito nos últimos 40 anos. Tudo começou quando os imigrantes vieram para o Brasil e trouxeram todo o conhecimento europeu de agricultura. Então ele surgiu no Sul do país e seguiu para outros Estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Se você colocar toda essa trajetória no papel, a evolução do campo deu um salto desde os anos 80. Apenas nos últimos vinte anos, o agronegócio cresceu 37% em área e 176% em produção. Nos próximos dez anos, a projeção de crescimento é de cerca de 15% em área e 30% em produção. Ou seja, o agro consegue usar cada vez menos área e aumentar cada vez mais a produtividade. Isso que ainda temos dezenas de milhões de hectares a serem explorados no Brasil. Em 2050, seremos 9,6 bilhões de pessoas e o Brasil será responsável por 40% do mercado de agronegócio do mundo. Seremos o celeiro do mundo. Então sempre haverá investimento nesse negócio. Não importa qual é a sua linha dentro do agro: pode investir nesse segmento que as oportunidades certamente chegarão. *Anaias Hafemann é especialista de Agronegócios da Senior, uma das maiores empresas especializadas em tecnologia para gestão do País. + senior.com.br Certificada como Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso
SAP e Accenture vão desenvolver soluções de planejamento para manufatura baseadas em SAP S/4HANA
Empresas querem ajudar a viabilizar cadeias digitais de suprimentos e reduzir custos São Paulo, 20 junho de 2018 – A SAP e a Accenture anunciaram que vão coinovar, desenvolver e comercializar em conjunto soluções ampliadas de planejamento baseadas no SAP S/4HANA para o setor de manufatura. Essa cooperação vai expandir os recursos do SAP S/4HANA e ajudar as empresas a otimizar o retorno sobre o investimento (ROI) por meio de cadeias digitais de suprimentos em tempo real mais ágeis. Jaime Muller, COO da SAP Brasil, destaca que essa parceria vai expandir o portfólio de soluções cooperadas desenvolvidas sobre SAP S/4HANA. “Trabalhando com a Accenture, pretendemos oferecer aos clientes novas capacidades de planejamento interessantes, com capacidade para dar respostas e garantir a visibilidade sobre cadeia de suprimentos em tempo real, de ponta a ponta”. Os softwares desenvolvidos em conjunto vão aumentar a oferta da SAP para cadeias digitais de suprimentos e planejamento. Eles estenderão os recursos de planejamento Demand Driven MRP com funcionalidades de planejamento de requisitos de materiais (Materials Requirements Planning – MRP) no SAP S/4HANA. Isso ajudará a gerar simulações MRP rápidas e simples para análises e previsões, incluindo questões relacionadas à capacidade, demandas de componentes para negociações com fornecedores, gestão de mudanças e avaliação do impacto de alterações na demanda ou interrupções de fornecimento. A equipe de especialistas da Accenture fornecerá as melhores práticas, análises de casos de negócios e recursos de suporte para implantação para acelerar a adoção do Demand Driven MRP no espaço de gestão de cadeias de suprimentos. “Como os consumidores de hoje esperam contar com prazos de espera cada vez mais curtos e maior flexibilidade ao encomendar produtos, é hora de as empresas mudarem o status quo”, afirma Eric Schaeffer, diretor administrativo sênior e chefe da prática Industrial da Accenture. “Trabalhando com a SAP em iniciativas de desenvolvimento e combinando o poder do SAP S4/HANA com o conhecimento de mercado e as melhores práticas da Accenture, podemos ajudar os clientes a se transformarem em empresas inteligentes, enxutas e ágeis que terão mais controle e clareza sobre suas operações”. Para Carlos Eduardo Zeidler, diretor executivo da Accenture Technology para a América Latina, “a iniciativa ajuda as empresas a atenderem às novas e complexas expectativas dos clientes, que se tornam cada vez mais exigentes”. Segundo ele, a combinação de tecnologia de ponta com visão estratégica diminuirá a pressão que os principais executivos enfrentam hoje, permitindo que as ações sejam voltadas para o aprimoramento dos negócios e a geração de valor. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com mais de 442 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Sobre a SAP Como líder do mercado mundial de aplicações de software empresarial, a SAP (NYSE: SAP) ajuda organizações de todos os tamanhos e setores do mercado a funcionar melhor. Ao abranger desde a operação à análise executiva e desde desktops até dispositivos móveis, a SAP capacita pessoas e empresas a trabalharem juntas e a explorarem negócios com mais eficiência para se manterem à frente da concorrência. Os serviços e aplicações da SAP dão a mais de 388 mil clientes no mundo condições para operar, decidir, adaptar-se continuamente e crescer de forma sustentável. Para obter mais informações, acesse www.sap.com. Visite a Central de Notícias da SAP. Siga a SAP no Twitter usando @sapnews.