Banco do Brasil: a jornada para a transformação digital não acaba nunca

Convergência Digital – Ana Paula Lobo e Pedro Costa – 21/03/2018   A jornada para a transformação digital não vai acabar nunca, adverte o diretor de Tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse. “O avanço da tecnologia é tão grande que é preciso um movimento constante e diário”, observa. Fosse, que participou do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado em Brasília, nos dias 14 e 15 de março. Fosse admite que a voz do cliente, com as redes sociais, está mais forte e é missão das empresas encantarem ao seu consumidor. “O jogo agora não é mais automação. Ela é básica. O jogo a ser jogado é saber interpretar os dados. Não há mais venda de produtos. É serviço”. O diretor de TI do BB também admite que faltam profissionais especializados para atuar com os dados, como os cientistas de dados. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47562&sid=97  

Pagar imposto tem de ser menos complicado no Brasil

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 21/03/2018 … Convergência Digital O governo digital é medida estratética de desburocratização do governo, afirmou o secretário executivo da Casa Civil, Daniel Siegelmann, ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. “Pagar tributo tem de ser menos complicado no Brasil. Essa é uma agenda de desburocratização e de governo digital”, reforçou Siegelmann. A desburocratização por meio dos serviços digitais é a orientação do Poder Executivo. “Só assim serão prestados melhores serviços ao cidadão”. Daniel Siegelmann destacou ainda que o setor de TIC é crucial para o sucesso da iniciativa. Assistam a apresentação do especialista.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47561&sid=16

Setor de TIC precisa mostrar aos jovens que não é ‘um bicho-papão’

Convergência Digital – Carreira  Ana Paula Lobo e Pedro Costa – 20/03/2018   Ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, sustentou que a tecnologia é a melhor forma de o Brasil se livrar de equívocos do passado, entre eles, o de ter apostado na divisão das pessoas. “O Brasil precisa ser plural. O mundo digital, conectado, precisa ser inclusivo e acabar com as divisões por raça, por classe, por gênero”, observou.A baixa procura por parte dos jovens para os cursos de Tecnologia, mesmo estando esses jovens 100% conectados, determina que o setor de TIC se apresente e mostre que não é um ‘bicho-papão’. ” O setor precisa chegar no jovem e dizer o que é e o que faz”, pontua. Assistam a entrevista com o Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47547&sid=46#.WrFUGqjwZPY

Tecnologia é o coração da reforma tributária

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 15/03/2018 … Convergência Digital Militante pelo fim do ‘frankestein tributário’ nacional, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) peregrina o país em defesa do projeto de reforma e destaca que metade da reengenharia proposta é calcada na tecnologia, com uma plataforma tecnológica para cobrança do novo IVA, que vai unificar a maioria dos tributos, do imposto seletivo e até mesmo da Previdência. Mas como ressaltou durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, é preciso pressão para essa agenda caminhar ainda em 2018. “Ano que vem teremos novos governadores, novos secretários, novo presidente da República e vamos ter que começar da estaca zero algo que já avançamos demais. Estamos com o foco errado, o presidente está mal assessorado. O governo não tinha força para votar a reforma da Previdência, mas tem pronta uma reforma tributária que resolve em grande medida a questão previdenciária”, destacou ao participar do seminário nesta quarta, 14/3.  Segundo ele, “o coração é a parte tecnológica”. “Na hora da transação, compra e venda, cada etapa debita e credita. Esse modelo pressupõe um cadastro nacional único jurídico e físico e uma nota fiscal eletrônica única. Aí entra a tecnologia. Uma plataforma tecnológica para a cobrança do IVA e do imposto seletivo, e que também vai servir para a Previdência. Os impostos serão cobrados online, no ato de cada etapa da cadeia produtiva. O dinheiro do imposto já ficará retido e vai diretamente para a União, estados e municípios, de acordo com o percentual que cada um vai ter”.  Falta, porém, convencer o governo. “A mãe de todas as reformas é a tributária. Está faltando a decisão do presidente da República. Ele disse, primeiro a Previdência, depois a tributária. A previdência foi engavetada porque realmente não tinha apoio. A tributária tem apoio. Mas estão optando por fazer uma simplificação do PIS/Cofins que não levará o Brasil a lugar nenhum. Nossa proposta está pronta, discutida no país inteiro está bem mastigada, bem discutida. Tem apoio da Câmara, do Senado, das entidades empresariais, de trabalhadores e agora precisa da decisão maior. Com apoio das entidades, patronas, de trabalhadores, de profissionais liberais, da academia, e dos partidos políticos da esquerda à direita.” Assistam  a entrevista com o Deputado Luiz Carlos Hauly. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47512&sid=9

Computação em nuvem exige uma mudança imediata na lei de compras governamentais

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos – 27/02/2018 – Convergência Digital    A legislação de compras governamentais no Brasil é, atualmente, o maior entrave para a aceleração da oferta de serviços digitais por parte do poder público, afirma o diretor de vendas da Amazon Web Services, Paulo Cunha. “A legislação é muito anterior à inovação digital”, observa o executivo. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Paulo Cunha, lamenta o fato de a atual legislação não permitir, por exemplo, pagar menos pelo uso da tecnologia. “É uma antítese. A escalabilidade até é permitida, mas não se pode pagar menos. Esse é um dado a ser modificado o quanto antes”, observa. Paulo Cunha vai participar do painel Governo Digital e Desburocratização para um Brasil eficiente, que será realizado no dia 15 de março, no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontecerá em Brasília. O executivo se mostra otimista. “Há muito sendo feito no poder público para a inovação digital”, diz. Um exemplo é o do Governo do Ceará. “Os projetos lá estão tendo um ciclo inferior a 30 dias”, acrescenta.  Com relação a adoção de computação em nuvem no meio empresarial, Paulo Cunha, diz que a cloud computing caminha para se tornar uma grande nuvem pública. “A GE é um bom exemplo e já levou 70% das suas aplicações para a nuvem”. O executivo destacou ainda a necessidade de se priorizar cloud. “O Chile é o primeiro país na América Latina que exige que os projetos de cloud venham à frente da TI tradicional”, conta. Assistam a entrevista com o diretor de Vendas da AWS, Paulo Cunha.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47362&sid=97

Economia digital: Governo tem de impedir a digitalização da burocracia

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 19/03/2018 … Convergência Digital   O levantamento do governo federal de que 85 instituições públicas oferecem 1.740 serviços deve ser visto como oportunidade de que sejam descartados vários. É o que alerta o consultor Antonio Marcos Umbelino Lôbo, do instituto Desburocratizar. “Temos que pensar em desburocratização antes de digitalização. Não podemos confundir os dois conceitos. Antes de digitalizar qualquer serviço tem que perguntar que beneficio traz para a nossa sociedade. Se ele não traz benefício, não serve para nada, a gente elimina e não digitaliza. Tem um risco enorme de a gente digitalizar a burocracia.” Ao participar do debate sobre a digitalização dos serviços públicos durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, o consultor lembrou que o número grande traz exigências de documentos que o próprio Estado já possui, coisa já desnecessária e dispensada pela legislação. “Tem que pegar um a um e avaliar se serve para alguma coisa. Tenho receio de que 1740 serviços sejam muita coisa. Acho que aí tem serviços e fornecimento de documentos que são exigidos pela própria administração. Então já é uma oportunidade de resolver.” Assistam a entrevista com o consultor Antonio Umbelino Lôbo.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47533&sid=16  

Embrapa descarta se tornar uma provedora de TI

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 19/03/2018 … Convergência Digital A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa – não vai virar uma empresa de TI como muitos do setor questionam, mas precisa incorporar a economia digital em favor do desenvolvimento, pontua o presidente da instituição pública de pesquisa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Cléber Soares. Segundo ele, a tecnologia que permite a aplicativos monitorarem e gerenciarem à distancia máquinas e rebanhos ainda não está disponível para todos no agronegócio nacional. “Temos de alface a zebu, então esse é um desafio de todos os atores da agropecuária. Muitos elementos da agricultura moderna já usam a tecnologia digital. Aplicativos à distancia conseguem gerenciar o desempenho do rebanho, de uma máquina agrícola. Mas isso não está ainda no Brasil inteiro. O que também representa uma oportunidade”, destacou durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. “Não vamos virar uma empresa de TI, apesar do desenvolvimento de tecnologias ligadas a ativos de TI, como software, hardware, sensores, aplicativos móveis. Mas é fundamental trazer a economia digital para dentro de seus processos produtivos, para que isso otimize desde um simples insumo até levar sensores para o campo”, diz Soares. Acompanhe a entrevista com o presidente da Embrapa.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47534&sid=3  

Transformação digital não acontece na velocidade desejada no Brasil

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos … 13/03/2018 … Convergência Digital   As políticas públicas para a transformação digital até estão acontecendo no Brasil, mas não na velocidade adequada para inserir o País na jornada global, adverte o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. “Temos ainda muitas reformas e medidas para acontecer. Entre elas, a reforma da Lei do Bem e a Lei de privacidade de dados pessoais”, aponta Gallindo. Também é crucial rever o modelo de compras governamentais. “Não se pode mais pensar apenas no menor preço. É preciso pensar no valor agregado”, acrescenta. A transformação digital e seus impactos no Brasil é tema do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece em Brasília, nos dias 14 e 15 de março. Assistam a entrevista com o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47488&sid=11||

O governo precisa fazer acontecer a transformação digital

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos … 01/03/2018 … Convergência Digital   O mundo vive um momento único com a transformação imposta pela 4ª Revolução Industrial e o Brasil não pode perder essa jornada, observa a vice-presidente Jurídica da Microsoft Brasil, Alessandra Del Debbio. A executiva observa que o momento é a de fusão de tecnologias e há um potencial enorme para a oferta de melhores serviços públicos ao cidadão.  “O Brasil precisa se recolocar no cenário geopolítico a partir do melhor uso da tecnologia. Essa pauta de transformação digital é prioritária para o País. Precisamos fazer essa virada”, adverte a executiva da Microsoft. Alessandra Del Debbio observa que as ações existem e é preciso ter vontade para colocá-las em prática. A Transformação Digital do Governo e o uso das novas tecnologias é tema do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. O encontro reunirá um público estimado de 300 participantes, sendo estes os principais líderes do Governo, nos âmbitos da Administração Federal, Congresso Nacional e Judiciário, envolvidos e interessados na pauta de TIC, bem como empresários, pesquisadores, formadores de opinião e outras entidades do setor. Assistam a entrevista com a vice-presidente Jurídica da Microsoft Brasil, Alessandra Del Debbio. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47383&sid=5

Brasil precisa correr para capacitar os 800 mil funcionários de call center

Convergência Digital – Carreira  Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos – 05/03/2018   O Brasil precisa correr para capacitar os 800 mil funcionários de call center por conta da migração do modelo de emprego da era digital, adverte o presidente do conselho de Administração da Brasscom e presidente da BRQ, Benjamim Quadros. Segundo ele, esses profissionais precisam ser capacitados o quanto antes porque o call center será robotizado pela evolução da tecnologia. “Esse é papel das empresas, do Estado e dos próprios profissionais. Há uma migração clara de empregos mais qualificados com o uso da Inteligência Artificial. Os empregos de hoje nessa área vão acabar”, observa o executivo. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Quadros comenta que a aprovação da lei de terceirização encerrou uma discussão sobre atividade fim e meio. Já a aprovação da nova lei trabalhista determinou uma redução nas ações trabalhistas, mas ainda há insegurança jurídica. “Temos que tratar de pontos ainda pendentes como a relação com os sindicatos e outras questões. Esperamos que todas essas arestas sejam aparadas até o fim deste ano”. Sobre o perfil do profissional da era do emprego digital, Quadros diz que, hoje, quando se pensa em Tecnologia, sem pensa em performance de time. “Não há mais espaço para o especialista sozinho. Ele precisa fazer parte de uma equipe e entenda que tem de gerar valor ao negócio”, define. O executivo observa: a empresa dele tem, hoje, 256 vagas em aberto. “Não há abundância de especialistas de TI no mercado”.  Os desafios do emprego na Era Digital e Modernização das Leis Trabalhistas é tema de painel no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. Assistam a entrevista com Benjamim Quadros, conselheiro da Brasscom e presidente da BRQ. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47406&sid=46#.Wq65j6jwZPY

TOTVS: Governo usa modelo analógico para tributar o setor de TIC

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital   O governo atua de forma analógica no processo de cobrança de impostos para o setor de TI e gera uma insegurança tributária que afasta a previsibilidade dos investimentos, observa o CEO da TOTVS, Laércio Cosentino. “Não sabemos, hoje, se em abril, vamos pagar ISS ou ICMS no software. Tem a reoneração da folha, tem a questão do PIS/Cofins”, lamenta. Com relação à transformação digital, Cosentino diz que é crucial que os governos federal, estadual e municipal enfrentem a jornada o quanto antes. “Tudo começa no cidadão conectado e isso tem de ser prioridade”, observa. Para o CEO da TOTVS, é preciso que o Brasil pense diferente. “Defendo que o próximo presidente da República seja, ele próprio pessoalmente, o condutor da transformação digital”. Laércio Cosentino participou do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado nesta quarta-feira, 14/03, em Brasília. Assistam a entrevista com o CEO da TOTVS. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47510&sid=11

Tecnologias de transformação digital vão receber R$ 249,5 bilhões até 2021

Ana Paula Lobo … 14/03/2018 … Convergência Digital   Durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece em Brasília, nesta quarta-feira, 14/03, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação -Brasscom – divulgou os dados setoriais de Tecnologia da Informação e Comunicações em 2017. Os números mostram que o setor respondeu por 7,1% do Produto Interno Bruto nacional no ano passado.  As empresas de TICs, que incluem os provedores de TI e Comunicações e a produção in house, como as dos grandes bancos e centros de serviços, hardware, software e nuvem, produziram R$ 467,5 bilhões. O crescimento do segmento chegou a 9,9% – em 2016, o setor cresceu apenas 0,4%, com a geração de 1,4 milhão de empregos. Os números mostram que TI e Comunicações, reunidas, produziram R$ 195,7 bilhões. Já a soma de TI com TI in house chegou a R$ R$ 238,9 bilhões.  O levantamento mostrou ainda que os investimentos em transformação digital, como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Inteligência Artificial e Segurança da Informação, para o período 2018 a 2021, são projetados em R$ 249,5 bilhões, com Internet das coisas liderando os aportes com R$ 169,7 bilhões, um impulso de 27%. Big data & Analytics respondem por R$ 56 bilhões, um avanço de 8,8% ao ano. Segurança da Informação terá um crescimento de 12% ao ano e chegará a R$ 22,8 bilhões. A Inteligência Artificial terá o maior crescimento das novas tecnologias nos próximos quatro anos, com projeção de 39% ao ano, com aportes de R$ 1,1 bilhão. O estudo setorial da Brasscom mostrou ainda que a recuperação do mercado de hardware, que apresentou, em 2017, um crescimento de 16,7% depois de dois anos de decréscimo, muito em função, do consumo de dispositivos, com o smartphone como protagonista. O mercado de hardware chegou a R$ 82,5 bilhões, ficando com 46,4% dos investimentos. O mercado de software cresceu menos que o de hardware, com 11,6%, chegando a R$ 95,9 bilhões, e 53,6% dos aportes. O levantamento também aponta que o mercado de conectividade investiu R$ 399,8 bilhões em voz, serviços de dados e banda larga. Assistam a apresentação dos dados setoriais da Brasscom.     Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47502&sid=5

Dataprev diz que seu maior ativo são os mais de 26 bilhões de dados civis

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 15/03/2018 … Convergência Digital   A Dataprev já tem 7,5 milhões de registros ativos em sua plataforma de autenticação para acesso a serviços digitais, revelou nesta quinta, 15/3, o diretor de tecnologia e operações da estatal, Matheus Belin, ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, em Brasília, nesta quarta-feira, 15/03. “A Dataprev é detentora de mais de 26 bilhões de dados civis, esse é o nosso maior ativo. E está se posicionando como agente ativa do processo de transformação e entrega de serviços digitais. Já temos plataformas como Meu INSS e a Carteira de Trabalho digital, além de uma a plataforma de identificação, o Cidadão BR, com 7,5 milhões de registros”, afirmou Belin.  Segundo ele, esse reposicionamento da estatal na oferta de serviços digitais tem um cronograma para a oferta de novos serviços. “Isso melhora o acesso a informação e a serviços que gradualmente a Dataprev está implementando. Já temos o acesso ao seguro desemprego online, em que o cidadão não precisa mais ir a uma agência. No Meu INSS teremos o auxílio maternidade implementado em 2018, assim como o acesso à aposentadoria por tempo de serviço.Assistam a entrevista com o diretor de Tecnologia e Operações da Dataprev, Matheus Belin.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47521&sid=16  

Maior parte dos serviços prestados pelo Governo ao cidadão é analógico

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 16/03/2018 … Convergência Digital   Um Censo sobre a oferta de Serviços Públicos, realizado pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), sob a coordenação do Ministério do Planejamento e apoio da Casa Civil, apresentou um resultado alarmante: a maior parte dos serviços prestados pelo governo ainda é analógico. O estudo foi apresentado em primeira mão no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado em Brasília. Das informações obtidas das 85 instituições que responderam ao questionário, foi possível catalogar a existência de 1.740 serviços. Sobre o percentual de digitalização até o momento, apenas 31% dos serviços estão totalmente digitalizados. Dos 69% restantes, 25% não têm nenhum tipo de digitalização. Os demais 44% -são híbridos, mas estão mais para analógico do que para digital. O estudo contém um dado muito preocupante: enquanto a pesquisa TIC IBGE mostra que 92% dos brasileiros têm um smartphone, apenas 1,2% é prestado por aplicativo móvel. “Serviços eletrônicos precisam ser vistos como um ativo do Estado sob a guarda da Presidência da República. Foi assim em países como Uruguai, aqui, infelizmente, não aconteceu dessa forma”, revelou o secretário da STI, do Planejamento, Gleisson Cardoso Rubin, em entrevista exclusiva à CDTV, do portal Convergência Digital. O resultado dessa baixa digitalização é que, hoje, a cada 100 serviços públicos, 30,2% são prestados pessoalmente no balcão exigindo a interação pessoal. “Há um campo enorme a ser explorado e para se avançar. Fato é que serviço digital economiza dinheiro. Ele custa 1/3 do serviço físico”, acrescenta Rubin.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47526&sid=11

Por uma indústria 4.0, Governo zera alíquota para os robôs

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O Secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Douglas Finardi, adiantou ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que para incentivar a Indústria 4.0 no Brasil, que a alíquota de exportação dos robôs será zerada. Também estão previstos, de acordo com o Jornal Valor Econômico, financiamentos de R$ 8.6 bilhões. A política para indústria 4.0 será conhecida nesta quinta-feira, 15/03, pelo Ministro do Desenvolvimento, Marcos Jorge. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Finardi antecipa que para o setor de TI haverá ações de capacitação, de financiamento e de exportação. “Serviços de TICs mais fortes permitem que outras áreas também se fortaleçam”, reporta. Com relação a aliquota zero para os robôs, Finardi, diz que o país não detém a tecnologia para a fabricação local desses equipamentos e é necessário que eles estejam em ação na economia nacional.  Dados do governo dão conta que menos de 5% das indústrias brasileiras estão preparadas para a indústria 4.0, que têm como principais tecnologias,a internet das coisas, robótica avançada, impressão 3D, manufatura híbrida, big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual. Assistam a entrevista com Douglas Finardi, do MDIC. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47506&sid=3

Congresso não consegue mudar Lei de Informática em 2018

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 15/03/2018 … Convergência Digital Pressionado pela Organização Mundial do Comércio para mudar a dinâmica dos incentivos fiscais da Lei de Informática, o Brasil dificilmente terá condições de aprovar ajustes ainda no ano eleitoral de 2018. Como destacou o deputado e ex-ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (PT-RJ) no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, estratégia é deixar pronto um relatório final para ser aprovado na próxima legislatura.  “Não temos condições de acreditar em plenário uma lei complexa como essa. Mas existe ambiente para uma comissão especial, estabelecer um cronograma de debates, andar pelo Brasil e construir um bom relatório final do que seria uma lei de informática brasileira. E legar para o próximo parlamento um processo elaborado, trabalhado, pensado, de estratégia brasileira de lei de informática, sem esperar que o governo seja o protagonista.” Segundo ele, as mudanças devem contemplar ainda os ajustes nas métricas de prestação de contas dos incentivos, tema da Medida Provisória 810/17. Assistam a entrevista com o deputado Celso Pansera.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47513&sid=9

Indústria financeira contesta decisão do Banco Central de exigir dados no Brasil

Convergência Digital Ana Paula Lobo e Pedro Costa – 16/03/2018 A minuta da consulta pública do Banco Central, realizada no ano passado, proibia a contratação de um serviço de nuvem no exterior e foi um item bastante debatido pelas instituições financeiras no País, revelou a chefe adjunta do departamento de Regulamentação do Banco Central, Paula de Leitão. A executiva, que participou do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado em Brasília, revelou em entrevista à CDTV, que a área técnica do BC tem a intenção de entregar o relatório sobre computação em nuvem até o final de abril. “Estamos trabalhando para isso, mas há outros trâmites a serem seguidos”, reforça Paula De Leitão.  A consulta pública também tratou de um tema relevante: a proteção do segmento financeiro aos ataques cibernéticos. Assistam a entrevista com a chefe adjunta de Regulação do Banco Central, Paula De Leitão. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47528&sid=97

Serviços na nuvem crescem 51.7% em 2017 no Brasil

Convergência Digital  Ana Paula Lobo – 14/03/2018 Dados setoriais de 2017, divulgados pela Brasscom, nesta quarta-feira, 14/03, no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas&Negócios, em Brasília, mostra que, no ano passado, o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país, com 51,7%, e chegou a uma receita de R$ 4,4 bilhões. Nos próximos quatro anos – 2018 a 2021 – a nuvem pública tem um impulso projetado em 27% ao ano, com infraestrutura como serviço chegando a R$ 12,4 bilhões, software como serviço a R$ 12,3 bilhões e Plataforma como serviço, a R$ 4,3 bilhões. As empresas de TICs, que incluem os provedores de TI e Comunicações e a produção in house, como as dos grandes bancos e centros de serviços, hardware, software e nuvem, produziram no ano passado R$ 467,5 bilhões. O crescimento do segmento chegou a 9,9% – em 2016, o setor cresceu apenas 0,4%, com a geração de 1,4 milhão de empregos. Os números mostram que TI e Comunicações, reunidas, produziram R$ 195,7 bilhões. Já a soma de TI com TI in house chegou a R$ R$ 238,9 bilhões.  O levantamento mostrou ainda que os investimentos em transformação digital, como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Inteligência Artificial e Segurança da Informação, para o período 2018 a 2021, são projetados em R$ 249,5 bilhões, com Internet das coisas liderando os aportes com R$ 169,7 bilhões, um impulso de 27%. Big data &Analytics respondem por R$ 56 bilhões, um avanço de 8,8% ao ano. Segurança da Informação terá um crescimento de 12% ao ano e chegará a R$ 22,8 bilhões. A Inteligência Artificial terá o maior crescimento das novas tecnologias nos próximos quatro anos, com projeção de 39% ao ano, com aportes de R$ 1,1 bilhão.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47504&sid=97

Governo reforça ordem para órgãos públicos armazenarem dados no Brasil

Convergência Digital Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa – 16/03/2018 O governo vai reforçar limitações ao uso da computação em nuvem pelos órgãos públicos. Uma nova versão da Norma Complementar 14, do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), já pronta, impede o uso da ‘nuvem’ para informações classificadas. E exige que fiquem em território nacional dados gerados e geridos pelo governo.  “Temos duas novidades essenciais. Primeiro a parte de classificação de dados. Nenhum dado que possui classificação, consoante à LAI, de ultrassecreto, secreto ou reservado pode ir para nuvem. Os outros dados ficam na decisão do gestor mais alto na sua esfera. O segundo pilar é que os dados produzidos pelo Estado, sob gestão do Estado, devem ficar armazenados em território nacional”, explica o diretor do DSIC, coronel Arthur Pereira Sabbat, que participou de debate sobre o tema durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios. O governo federal já vem adotando limites como esses na orientação de compras de serviços de nuvem pela administração pública. A própria versão original da NC 14, ainda de 2012, já indicava ser obrigatório que “a legislação brasileira prevaleça sobre qualquer outra, de modo a ter todas as garantias legais enquanto tomadora do serviço e proprietária das informações hospedadas na nuvem”.  Em 2016, essa lógica foi incorporada pelo Ministério do Planejamento em seu Manual de Boas Práticas, Orientações e Vedações para a Contratação de Serviço de Computação em Nuvem, que indicava a necessidade de armazenamento local dos dados. A atualização da norma do DSIC, segundo seu diretor, leva em conta deixar ainda mais clara a exigência, visto o aumento do uso dos recursos de ‘nuvem’ pelos órgãos federais. “Nossa expectativa é que ela seja publicada no Diário Oficial da União já na próxima semana”, completa Sabbat. Assistsam a entrevista com o diretor do DSIC, coronel Arthur Pereira Sabbat Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47517&sid=97  

Estratégia Digital vira Decreto em 21 de março

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O governo promete apresentar em uma semana, na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a conclusão da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, um documento que lista uma centena de ações e metas políticas para usar as tecnologias em prol do desenvolvimento econômico.   “É a ponta do iceberg. O lançamento da Estratégia Digital vai começar a girar engrenagens para articular a sociedade, governo e setor empresarial para fazer acontecer, no médio e longo prazo, para que o Brasil até 2050 possa superar patamares de crescimento de 4%, 5%”, diz o diretor de tecnologia e inovação do MCTIC, José Gontijo.  Ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios nesta quarta, 14/3, Gontijo ressaltou que a Estratégia dá previsibilidade de onde o país quer estar em 30 anos.  “O fato de a estratégia existir é o ponto principal. Existiam várias ações isoladas nas esferas governamentais. Agora temos um norte para que o setor privado e a sociedade tenham previsibilidade de onde o Estado brasileiro quer chegar com a transformação digital da economia. Temos questões endereçando cidadania e educação digital, de como o Brasil pode fazer parte dos elos globais, como se atrela aos eixos de dados transnacionais.” Segundo ele, o Decreto com a Estratégia Digital deverá ser publicado em 21 de março, data da próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que foi de onde surgiu a demanda ao governo federal para o desenvolvimento desse plano de longo prazo. Assistam a entrevista com  José Gontijo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47511&sid=11

Brasil corre risco de ficar para trás em incentivos para data centers

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações voltou a defender a criação de um regime especial de tributação que favoreça a implantação de datacenters no país. Como ressaltou o secretário de telecomunicações André Borges ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, nesta quarta-feira, 14/03, o atraso em avançar nessa agenda já vai deixando o Brasil para trás.  “O Brasil até hoje não conta com uma política eficaz de atração e fomento a datacenter. Se não aprovarmos um programa como esse, os vizinhos o farão. A Argentina, que começou depois de nós, já está na frente. Não só não teremos mais essa atividade econômica no Brasil como vamos perder esse investimento para os vizinhos, como a própria Argentina e o Chile, porque não teremos condições de competir”, afirmou Borges.  O MCTIC, pontuou, tem alinhado um regime especial que ainda espera ver materializado em política. “Esse regime contempla incentivo tributário, mas não é renúncia porque estamos falando de uma atividade que ainda não existe. O grande desafio nosso é efetivamente corrigir o problema fiscal do país, mas ter em conta a necessidade de planejamento para o futuro. Não podemos apenas ficar fazendo economia, mas temos que fazer investimentos no país”, completou. Assistam a participação do Secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges.  Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47501&sid=8