Carreira à prova de futuro: como não perder seu emprego para a tecnologia?

Como se preparar para um futuro onde mesmo as habilidades digitais serão questionadas? Separamos conselhos de especialistas para você não se perder Da Redação, com CIO.com Ontem às 7h30 Com a tecnologia se proliferando em todos as indústrias, não é surpresa nenhuma que o número de empregos em TI aumentem significativamente na próxima década. No Brasil, segundo a Brasscom, entidade que reúne as empresas de tecnologia, o setor abriu cerca de 28 mil vagas em 2018. Para os próximos seis anos, a expectativa é de 420 mil novos empregos – uma média de 70 mil ao ano, entre 2019 e 2024. Mas como se preparar para um futuro onde mesmo as habilidades digitais serão questionadas? Os líderes de TI, recrutadores e pesquisadores do setor dizem que a maioria das habilidades que os profissionais de TI têm hoje ainda será necessária no futuro, mas algumas habilidades específicas terão maior demanda do que outras, e os papéis e posições de TI terão que se ajustar a uma tecnologia emergente, assim como a paisagem dos negócios. “O crescimento é projetado para quase todas as ocupações de TI que vemos agora até 2024, mas as funções estão mudando e evoluindo”, destacou Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA. Veja aqui o que os especialistas esperam que sejam as habilidades mais interessantes daqui a três a cinco anos. Desenvolvedores ainda serão reis Apesar do aumento das ferramentas de arrastar e soltar low-code, as habilidades de desenvolvimento continuarão a estar entre as mais quentes na próxima década, com a BLS prevendo um crescimento de 24% em empregos de desenvolvedores de software de 2016 a 2026. O Vale do Silício vai impulsionar muito dessa demanda, diz Herbert, mas empresas de todos os setores estão procurando por talentos de desenvolvimento de aplicativos à medida que avançam com as transformações digitais. Os departamentos de TI das empresas terão uma necessidade crescente de idiomas específicos. Herbert e outros esperam que as linguagens de codificação orientada a objetos e scripts estejam no topo da lista nos próximos anos, com C ++, Django, JavaScript, Python, R, Ruby e Ruby on Rails entre as habilidades mais requisitadas no futuro. Eles também esperam que a capacidade de construir e integrar usando interfaces de programa de aplicativo (APIs) seja uma habilidade de alta demanda. Além disso, os CIOs precisarão cada vez mais de desenvolvedores que possam trabalhar com metodologias ágeis e de DevOps, então os desenvolvedores mais empregáveis agora e no futuro serão aqueles que têm mais a oferecer do que apenas escrever código, destaca Jason Hayman, gerente de pesquisa de TI da TEKsystems. “Você tem que ser capaz de entender o que uma equipe está tendo para poder quebrar esses problemas e resolver esses problemas”, diz Hayman, observando que os desenvolvedores terão que ter habilidades de teste e conhecimento das diferentes ferramentas de DevOps, como Chef, Docker, Git e Puppet. Novas tecnologias impulsionarão novos papéis e combinações de habilidades Em seu relatório IT Industry Outlook de 2018, a CompTIA lista 14 trabalhos emergentes, muitos dos quais são necessários para alavancar tecnologias que estão em seus estágios iniciais de implantação corporativa. Esses cargos incluem instrutor/cientista de aprendizado de máquina, desenvolvedor de AI, engenheiro de IoT industrial, desenvolvedor/engenheiro de blockchain e engenheiro de robótica. Da mesma forma, o relatório da TEKsystems diz que IoT, AI, aprendizado de máquina, automação e marketing digital/iniciativas de clientes “estão no radar como investimentos críticos para continuar a transformar o negócio”. Hayman diz que essas tecnologias exigem uma gama de habilidades, desde a capacidade de escrever algoritmos até a experiência de trabalhar com o Hadoop e sistemas orientados a dados. Essas tecnologias emergentes criarão novas posições que exigem uma convergência de habilidades de TI, concorda Ray Trygstad, professor de TI e diretor de consultoria de graduação no Departamento de Tecnologia da Informação e Gestão da Illinois Institute of Technology. Uma necessidade cada vez maior de habilidades de segurança cibernética Os profissionais de segurança cibernética já estão entre os especialistas em TI mais requisitados, e espera-se que a demanda cresça significativamente à medida que o volume e a complexidade dos sistemas aumentem – e como os atores ruins se tornam cada vez mais qualificados, diz Tom Bakker, diretor da empresa de recursos humanos LaSalle Network. A demanda já supera a oferta, diz Bakker, e essa lacuna só se expandirá nos próximos anos. As principais competências em segurança cibernética centram-se na gestão de identidade e acesso, nos testes de penetração, na análise de riscos e na avaliação de segurança. Bakker também antecipa que mais organizações de TI que inserem segurança em suas ofertas de DevOps passem para a estrutura DevSecOps mais abrangente, pressionando os profissionais de segurança cibernética para entender mais partes de desenvolvimento e operações (e também exigindo que outros profissionais de TI adquiram habilidades de segurança). Demanda por habilidades relacionadas a dados O relatório de 2017, The Quant Crunch, prevê um crescimento significativo nas funções relacionadas a dados, estimando que o número de empregos relacionados a dados nos Estados Unidos aumente para 2,7 milhões em 2020, em comparação a 2,3 milhões em 2015. Como outros empregos de TI de alta demanda, essas posições de dados exigem uma combinação de habilidades. “A demanda por uma nova geração de profissionais qualificados em dados, análise, aprendizado de máquina e inteligência artificial requer uma resposta necessária tanto do ensino superior quanto do desenvolvimento da força de trabalho”, afirma o relatório da Burning Glass Technologies em parceria com a IBM. Procure não apenas um número crescente de posições de cientistas de dados, mas também trabalhos para engenheiros de big data, gerentes de bancos de dados, desenvolvedores de bancos de dados e arquitetos de dados, dizem especialistas. “O hype agora é a IA e o aumento da automação e isso significa que agora e no futuro há necessidade de cientistas de dados, analistas de dados e pessoas realmente capazes de manter o motor em movimento e processar todos esses dados”, acrescenta Stephen Zafarino, diretor de recrutamento na Mondo, empresa nacional especializada

CCT vai debater segurança cibernética e telefonia 5G

Senado Notícias – Da Redação | 03/07/2019, 17h41 Requerimento para promoção de audiência pública sobre a segurança cibernética, com foco na segurança nacional e na proteção de dados estratégicos foi aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) nesta quarta-feira (3). A data do debate será definida em breve. De autoria dos senadores Jean Paul Prates (PT-RN) e Paulo Rocha (PT-PA), o requerimento sugere como debatedores representantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República; do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC); da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); da empresa chinesa Huawei; e da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Os senadores lembram no requerimento que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, baniu a empresa Huawei por suspeita de espionagem. Huawei é uma das empresas que saíram na frente em relação à tecnologia 5G, nova rede de comunicação móvel mais rápida. “O tema é de fundamental importância, por remeter a questões de segurança nacional e a ações governamentais voltadas à proteção de informações sensíveis, de caráter estratégico, que podem ser alvo de monitoramento por outros países. Mais ainda no momento em que a Agência Nacional de Telecomunicações estuda o lançamento de editais de licitação para faixas de frequência destinadas à quinta geração de comunicações móveis”, afirmam os senadores no requerimento. Projeto rejeitado Os senadores da CCT também aprovaram o relatório do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) contrário à aprovação do PLC 52/2015 (PL 3.699/2012 na Câmara), que dispõe sobre a atualização periódica dos mapas dos sistemas de navegação para dispositivos de GPS. A proposta, de autoria do então deputado federal Paulo Feijó, obriga os fornecedores de mapas para aparelhos de GPS a atualizar a cada dois anos, no mínimo, os dados fornecidos aos usuários. O projeto deve ser arquivado, a não ser que haja recurso de pelo menos nove senadores para que o PLC seja votado pelo Plenário. Styvenson votou pela rejeição do PLC por entender que a evolução tecnológica desde 2012, data da apresentação do projeto na Câmara, esvaziou os objetivos pretendidos pelo autor. O relator afirma que, naquele ano, os dispositivos de navegação por GPS eram populares, mas atualmente foram substituídos em grande escala por aplicativos de smartphones e tablets, muitos deles gratuitos. O senador também afirma que o Brasil é um país muito grande, e exigir atualização de mapas em municípios pequenos não seria razoável, já que as mudanças seriam mínimas ou nenhuma. Styvenson acrescenta que a obrigação poderia gerar custos extras aos fornecedores, que repassariam esse gasto aos consumidores. Rádios comunitárias A CCT também aprovou autorizações para serviços de radiodifusão comunitária nos municípios de Panamá (GO), Formosa (GO), Itabaiana (SE), Lagarto (SE), Japaratuba (SE), Miraíma (CE) e São João do Paraíso (MG). O presidente da CCT, senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), informou que, na próxima quarta-feira (10), haverá uma audiência pública para debater a contribuição da tecnologia para a agricultura, com representantes da Embrapa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre outros. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Fonte: Senado Federal https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/07/03/cct-vai-debater-seguranca-cibernetica-e-telefonia-5g

Santa Catarina tem pelo menos 700 vagas em tecnologia

FolhaPress CÉSAR ROSATI FLORIANÓPOLIS, SC (FOLHAPRESS) – Há um setor da economia em que o desemprego ainda não bateu na porta. Pelo contrário. No ramo de tecnologia da informação e comunicação (TIC), sobram vagas pelo país. Faltam programadores, desenvolvedores, cientistas de dados… Segundo relatório recente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor abriu 43 mil novas vagas no país em 2018. Desse total, mais da metade era voltada para profissionais dedicados a desenvolver softwares. De acordo com a pesquisa, esse é justamente o subsetor que apresenta maior potencial de crescimento para os próximos cinco anos. Não há estudos que apontem o número atualmente de oportunidades de emprego nas empresas de tecnologia no Brasil. Existem estimativas regionais. O presidente da Acate (Associação Catarinense de Tecnologia), Daniel Leipnitz, afirma que há pelo menos 700 vagas no estado. Em Pernambuco, existem aproximadamente 900 vagas, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Empresa de Tecnologia da Informação (Assespro), Italo Nogueira. “A indústria da tecnologia espera dobrar de tamanho até 2024. Para isso, serão demandados 70 mil profissionais a cada ano”, afirma Nogueira. Em Santa Catarina, há mais de 12 mil empresas voltadas para a tecnologia, número 13,9% maior do que o registrado em 2015, segundo os dados da Acate. Leipnitz afirma que há muita dificuldade para preencher as vagas abertas. De acordo com ele, os profissionais habilitados para os empregos de ponta são escassos. “O setor de tecnologia já representa uma parcela significativa do PIB de Santa Catarina [5,6%, segundo números de 2015]. Isso é resultado de políticas públicas que incentivam o nascimento de empresas de ponta”, diz Leipnitz. “No entanto, há um descompasso com a qualificação e formação. Faltam profissionais capacitados para assumir essas vagas abertas.” Leipnitz aponta este como um dos principais gargalos para a expansão do setor no Brasil. Há demanda, mas não profissionais em número suficiente. Dados apresentados pela Associação Brasileira de Estágios, com base no Censo do Ensino Superior de 2017, do Ministério da Educação, ilustram esse problema. Apesar de estar em alta, o mercado de tecnologia ainda não cativa os jovens do país como carreiras que já atingiram um ponto de saturação, como direito. Diretor de produtos da Involves, empresa voltada para soluções para o trade marketing (vendas externas), com sede em Florianópolis, Pedro Galoppini também se queixa da falta de mão de obra. Segundo ele, essa escassez de profissionais de tecnologia leva a um troca-troca entre as empresas. “O profissional que está na minha empresa vai para uma outra e, para suprir esta demanda, tenho que contratar alguém que também já está no mercado”, afirma Galoppini. De olho em um mercado aquecido e com provável abundância de oportunidades ao longo dos próximos anos, Jennifer Takagi decidiu entrar para o mundo da tecnologia. A jovem de 25 anos deixou o Mato Grosso do Sul para se aventurar no mundo dos códigos na capital catarinense. Ela concilia o curso de gestão da tecnologia da informação no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) com o trabalho na Linx, especializada em tecnologia para o varejo. “Parece um clichê, mas hoje trabalho com algo que me anima a levantar todos os dias”, afirma Jennifer. Fonte: FolhaPress SNG https://www.jb.com.br/economia/2019/07/1007580-santa-catarina-tem-pelo-menos-700-vagas-em-tecnologia.html

Programa de capacitação gratuito em programação está com inscrições abertas até domingo

Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apontou que 420 mil novos empregos devem surgir no setor de tecnologia nos próximos seis anos, uma média de 70 mil ao ano entre 2019 e 2024. Para preencher estas vagas é necessário investir cada vez mais na qualificação de profissionais. A capacitação exclusiva para mulheres — cis e trans — AceleraDev Python Women, desenvolvida pela Codenation e realizada com apoio da Escale, segunda colocada no ranking de empresas “As Mais Amadas” no Love Mondays, irá treinar desenvolvedoras na linguagem de programação que dá nome ao programa. A apoiadora irá oferecer bolsas de estudos integrais para todas as participantes do curso, que será presencial e será realizado na sua sede, em São Paulo (SP). As inscrições estão abertasaté o dia 30 de junho e podem ser feitas pelo site da startup. A primeira etapa do programa é composta por um desafio de seleção. É necessário alcançar um bom desempenho no teste proposto para garantir a participação na etapa de entrevistas. Nesse segundo momento, a equipe da Codenation realiza uma entrevista individual com as candidatas. A próxima rodada da aceleração é o treinamento alinhado à realidade do mercado de trabalho. Os encontros do programa são semanais e ocorrerão todos os sábados ao longo de sete semanas — entre 13 de julho e 31 de agosto, das 08h30min às 18h, com intervalo para o almoço. As participantes que se destacarem poderão ser contratadas para o time de tecnologia da Escale. “A capacitação de novos talentos incentiva a diversidade de contratação e ajuda a suprir a carência de profissionais qualificados no mercado de tecnologia. É uma oportunidade de aproximar pessoas com alto potencial das empresas do setor que estão em busca de novos talentos”, explica o CEO da Codenation, Eduardo Varela. Além dos exercícios práticos de programação, as participantes recebem orientações exclusivas de mentores que já atuam no segmento e podem trocar experiências com as demais alunas para desenvolver um projeto prático em grupo a ser apresentado no final do programa. Outras acelerações Além do AceleraDev Python Women, a Codenation está com inscrições abertas até o dia 30 de junho para o AceleraDev Frontend React — também em parceria com a Escale, que irá oferecer bolsas de estudos para todos os participantes. A startup abriu recentemente outro programa de aceleração com o apoio da Conta Azul, de Joinville (SC). O AceleraDev Java será online e terá duração de 10 semanas. Os interessados podem se inscrever até o dia 07 de julho. A empresa apoiadora irá fornecer bolsas de estudos integrais para todos os participantes. Fonte: Startupi https://startupi.com.br/2019/06/programa-de-capacitacao-gratuito-em-programacao-esta-com-inscricoes-abertas-ate-domingo/

Decreto do Plano Nacional de IoT é visto como positivo pelo setor

Henrique Medeiros | 26/06/19 22:07 O decreto presidencial que aprovou o Plano Nacional de Internet das Coisas (PNIoT) foi visto como positivo pelos representantes da indústria, mas demanda discussão em temas espinhosos, como a tributação via Fistel. Mobile Time ouviu seis representantes de diferentes segmentos do mercado, como provedores de rede, dispositivos conectados, analista de mercado e representantes de associações empresariais, sobre o texto que foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 26. Para o presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), Flávio Maeda, a publicação do Plano de IoT cria um “momento positivo”, pois habilita o crescimento do setor e de suas soluções, como as redes LoRa e Sigfox, além de dar um arcabouço jurídico. Maeda vê também como um “avanço” a entrada do Plano Nacional de Internet das Coisas na agenda de Transformação Digital do governo: “Era algo que ninguém estava esperando, mas faz sentido, pois essas coisas precisam estar conectadas. Ainda mais pelo PNIoT ser uma iniciativa interministerial”. Olhando pela ótica de alguém fora do mercado brasileiro, o diretor da Cámara Argentina de Internet (Cabase), Anthony Harris, explica que, em sua visão “qualquer coisa do governo que promova inovação é algo positivo”. Frisou também que o Plano de IoT é algo que ainda não existe na Argentina, mas que desejam implementar algo similar em 2020, após as eleições presidenciais. SVA Sobre a IoT ser classificado como serviço de valor agregado (SVA), o coordenador do Comitê de IoT da Abes e representante da entidade na Câmara de IoT do MCTIC, Werter Padilha, acredita que essa classificação faz sentido para o formato de negócios pelo qual as empresas caminham. “Eu sempre vi a IoT como um serviço pelo seguinte contexto: tudo caminha para Opex e para serviço. É uma tendência do mercado, ninguém quer ter nada comprado, todos querem usar mais serviço”, disse Padilha. “Mesmo eu, como empresário [Padilha também é CEO e fundador da Taggen], escuto do mercado que ele não quer comprar nada e ofereço soluções de acordo com os interesses das companhias”. O ponto do representante da Abes também é defendido por Harris, da Cabase. O especialista argentino disse que um dos poucos projetos com IoT na Argentina, a instalação de 100 mil luminárias inteligentes em Buenos Aires, foi feito no formato de ‘as a service’. Para ele, o fato de a IoT ser vendido como serviço torna mais acessível o desenvolvimento de ações no setor. Em especial nos países que passam por sérios problemas financeiros e restrições de orçamento, como Argentina e Brasil. Fistel e tributação Por outro lado, o gerente geral da Frost & Sullivan no Brasil, Renato Pasquini, vê com ressalvas o fato de haver cobrança reduzida do Fistel. O executivo acredita que isso pode causar entrave no desenvolvimento da IoT no Brasil, em especial com projetos de empresas multinacionais. “A aprovação do plano mostra que o governo tenta fazer uma promoção do setor. Mas me preocupa a tributação. Pode incidir Fistel em todas as comunicações, ainda que reduzido”, disse Pasquini. “Isso pode virar um problema depois, como, por exemplo, em projetos globais de IoT. Fica difícil para o provedor de solução explicar para o seu cliente a tributação habitual e mais o Fistel”. Vale frisar: mesmo sendo uma infraestrutura de SVA que não é obrigado a pagar Fistel por não ser um serviço de Telecom, o fato de um dispositivo IoT ter conectividade paga, como um sensor com SIMCard, exige a cobrança do fundo. Desse modo, a IoT pode ganhar mais espaço em operadoras alternativas, com redes não licenciadas, ante operadoras com o espectro licenciado. Pasquini acredita ser essencial para o PNIoT a pluralidade na Câmara e no Observatório de IoT. Não apenas com os representantes dos ministérios, mas também com os parceiros da indústria por meio de associações como Abes, Brasscom, Abinc, Abinee e Auriside. Anatel Sobre a regulação da IoT ficar a cargo da Anatel, Padilha vê com naturalidade que a agência seja responsável por acompanhar o setor de perto, uma vez que já acompanhavam com consultas públicas e mesmo a homologação e certificação de dispositivos. Contudo, o coordenador do Comitê de IoT da Abes pede mais atenção ao formato de aprovação dos dispositivos de IoT: “A questão é como a Anatel suportará os padrões para diversos tipos de devices, e como será o processo de homologação. Será lento? Isso não pode ocorrer, pois esse setor é muito acelerado. Um dispositivo pode virar obsoleto (se não for aprovado em tempo hábil)”. Por sua vez, Pasquini lembrou que há outros desafios para a agência reguladora que não ficaram claros no decreto desta quarta, como as atribuições em leis de antenas, radiofrequência e espectro não licenciado e financiamento dos projetos, por exemplo. Em sua visão, o PNIoT é um bom começo, mas precisa de outros regulamentos para fomentar o mercado. “Muitas dessas atribuições, o setor privado vai definir. Mas tem muita coisa que o governo pode ajudar a viabilizar”, completou o executivo da Frost & Sullivan, em conversa com Mobile Time. “É preciso um plano estratégico mais detalhado para o setor”. Investimentos Embora o plano seja visto como ponto primordial para o desenvolvimento da IoT no Brasil, os executivos do setor afirmam que não estavam parados. Eduardo Iha, diretor de novos negócios da WND Brasil, vê a aprovação da IoT como uma “chancela” de um desenvolvimento do setor. Além de ser uma pauta perene, que sobreviveu a três governos. Mas recordou que a Internet das Coisas já era uma demanda constante das empresas, principalmente para redução de custos. Cita como exemplo, o crescimento de 1 para 7 milhões a quantidade de mensagens transacionadas na rede de sua operadora, dedicada a IoT. Daniel Laper, gerente de desenvolvimento de novos negócios na American Tower, vê o Plano Nacional de IoT na “direção correta” e como uma “ampla abertura de oportunidades” para firmas do setor. Contudo, o executivo disse que existia iniciativas de Internet das Coisas no Brasil, inclusive vindas do governo, como investimento do Finep e BNDES. Para ele, o

TransformaçãoDigital.com promove pelo segundo ano a Semana da Transformação Digital nas Micro e Pequenas Empresas

Em parceria com o Sebrae/SC e NSC (Globo Santa Catarina), seminários gratuitos serão realizados para integrar empresas a tecnologia de maneira eficaz O TransformaçãoDigital.com, ecossistema que conecta pessoas e empresas à transformação digital, realiza em conjunto com o Sebrae/SC e a NSC (Globo Santa Catarina), a segunda edição da Semana da Transformação Digital nas Micro e Pequenas Empresas. O evento ocorrerá entre os dias 08 a 12 de julho, todas as noites, a partir das 19h e tem como assunto principal a inovação disruptiva nos pequenos negócios. Segundo dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) cerca de um milhão de empregos foram gerados no setor de TI em 2018. Esse número corresponde a 7% do PIB na área de TI e Comunicação e está diretamente ligado a transformação digital que ocorre globalmente. Hoje, as companhias estão cada vez mais próximas de integrar esse modelo de inteligência e transformar os seus negócios. “A transformação digital visa desempenhar de forma estratégica os negócios empresariais. Colocar à frente as companhias por meio da tecnologia é criar relacionamento solidificado entre marca e consumidor. Portanto, estar sensível a essas adaptações tecnológicas ajudará na tomada de decisões para melhorar o seu modelo de negócios”, comenta Tiago Magnus, CEO & Founder do TransformaçãoDigital.com. A Semana da Transformação Digital nas Micro e Pequenas Empresas é um evento online e totalmente gratuito. Os participantes inscritos receberão uma série de materiais (infográficos, artigos, ebooks, etc.) sobre a inclusão da tecnologia na transformação digital para MPEs e terão acesso a um diferente webinar todos os dias sobre conteúdos diversificados sobre o assunto. As pessoas interessadas devem efetuar a inscrição no site: https://promo.sebrae-sc.com.br/obrigado-semana-da-transformacao-digital-viral O evento é organizado pelo Transformação Digital, Sebrae/SC e a NSC, e conta com o apoio da ContaAzul, ExactSales, HiPlatform, Hiper, HostGator, Resultados Digitais, Shopify, Zygo e TransformacaoDigital.com. Confira a programação da Semana da Transformação Digital nas Micro e Pequenas Empresas Dia 08/07 – Presença digital: saiba como atrair mais clientes e fechar negócios Convidados: Luiz D\’elboux – Diretor de Marketing da HostGator / Robinson Friede – Head de Geração de Demanda na Resultados Digitais Dia 09/07 – Tudo sobre redes sociais: o que você precisa saber para montar a estratégia da sua marca Convidados: Leo Bonoli – Head de Marketing de Pequenas e Médias Empresas do Facebook Dia 10/07 – Solidificando o relacionamento com clientes: como engajar e fidelizar o seu público Convidados: Lucas Prim – Cofundador e CEO da Zygo / Ricardo Heidorn – Cofundador e CSO da HiPlatfom Dia 11/07 – O que muda na gestão das empresas com a transformação digital Convidados: Andrei Marques – Gerente de Novos Negócios da ContaAzul / Tiago Vailati Cofundador e CEO da Hiper Dia 12/07 – Novas formas de vender o seu produto: como a transformação digital mudou o mercado Convidados: Théo Orosco – Cofundador e CEO da ExactSales / Cristiano Mendes Country Manager da Shopify Serviço Semana da Transformação Digital nas Micro e Pequenas Empresas Quando: 08 a 12 de julho Horário: das 19h às 20h Onde: Online Inscrições gratuitas e mais informações: https://promo.sebrae-sc.com.br/semana-da-transformacao-digital-2019   Fonte: JorNow http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1057&num_release=225844

Governo estuda reduzir impostos para produtos de tecnologia, diz Bolsonaro

Folhapress BRASÍLIA Alíquota para importados cairia de 16% para 4% O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou neste domingo (16) que o governo estuda uma redução nos impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares. Os impostos poderiam cair de 16% para 4%. Em publicação nas redes sociais, Bolsonaro disse que o tema é objeto de estudo no Ministério da Economia para estimular competitividade e inovação. O governo também vai avaliar, de acordo com o presidente, a possibilidade de redução de impostos para jogos eletrônicos “Para estimular a competitividade e inovação tecnológica, o governo estuda, via secretaria do Ministério da Economia, a possibilidade de reduzir de 16% para 4% os impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares”, escreveu no Twitter neste domingo. “Avaliaremos também a possibilidade de reduzir impostos para jogos eletrônicos”. O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, havia comentado o assunto na semana passada no Rio, no Congresso Mundial das Câmaras de Comércio. Essa redução tributária ocorreria até o fim do mandato de Bolsonaro, em 2022. O setor movimentou R$ 195,7 bilhões em 2018, valor 12,7% maior do que o ano anterior, segundo a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação). Os dados se referem a empresas que trabalham com hardware, software, serviços, nuvem, estatais e exportações.   Fonte: Folha de São Paulo https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/governo-estudar-reduzir-impostos-para-produtos-de-tecnologia-diz-bolsonaro.shtml

Governo quer reduzir impostos de importação para produtos de TI

Medida anunciada pelo Ministério da Economia prevê uma diminuição tarifária de 16% para 4% Por Rodrigo Loureiroaccess São Paulo – O preço de produtos tecnológicos é um dos grandes entraves para a inovação e o aumento da produtividade no Brasil. Essa é a conclusão feita por especialistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e que está descrita no livro Innovation in Brazil. A boa notícia é que o governo brasileiro também parece ter percebido isso e está estudando uma redução na carga de impostos sobre a importação de produtos de tecnologia da informação. De acordo com o Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, a medida prevê um abatimento tributário de 16% para 4% durante o mandato do presidente Jair Bolsonaro. Se for aprovada, a diminuição tarifária poderia trazer um aumento na competitividade e uma maior produtividade não apenas para as empresas de tecnologia, mas para todos os setores da economia. “Quando você dá um choque não apenas de qualidade e preço, mas também mexe no acesso àquilo de mais avançado que está acontecendo, automaticamente multiplica por várias vezes sua produtividade interna”, afirmou Troyjo à Agência Estado durante o Congresso Mundial das Câmaras de Comércio, no Rio de Janeiro. Ao que o secretário indicou, o plano para baixar os impostos ainda está em fase inicial e não há previsão para que a prática entre em vigor. De certo, é que a redução dos impostos poderia acelerar a indústria brasileira. Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia da Informação (Brasscom), o setor movimentou R$ 195,7 bilhões em 2018, 12,7% a mais do que em 2017. O crescimento supera a média global. Segundo a consultoria Gartner, os resultados do ano passado no mundo cresceram 4,3% e somaram 3,7 trilhões de dólares. Tecnologia da Informação: setor movimentou R$ 195,7 bilhões no Brasil em 2018 (Thinkstock/Ingram Publishing/Thinkstock) Fonte: Exame https://exame.abril.com.br/tecnologia/governo-quer-reduzir-impostos-de-importacao-para-produtos-de-ti/

Transformação digital: como a tecnologia impacta negócios?

Por Dino (Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa Dino) Com poder de revolucionar mercados, a transformação digital soma a estratégias bem definidas rumo ao sucesso   De acordo com os dados do relatório Yearbook Digital 2017, do We Are Social, 139 milhões de brasileiros estão conectados na internet. Além disso, 87% dos internautas está presente em pelo menos uma rede social. É fato que o mundo está cada vez mais digital. Todos os processos e serviços podem – e devem – ser feitos pelo mundo virtual, criando novos métodos e facilidades que, até então, não existiam. Inclusive, esse pode ser um dos motivos para que mais de 7% do PIB estivesse relacionado com TI e Comunicações, segundo dados divulgados pela Brasscom, em março de 2018. Além disso, o levantamento realizado pela Brasscom também mostrou que o investimento em tecnologia não ficará para trás, prometendo uma movimentação de  R$ 250 bilhões até 2021. Entre as inteligências estudadas estão IoT, Big Data, IA, Machine Learning e Segurança da Informação.Entrando em um novo mercado As empresas precisam acompanhar a modernização de processos – muito acima de adentrar novos projetos, é preciso reinventar e seguir os passos da tecnologia. “Independentemente do setor que uma empresa ocupa, ela precisa de um momento de imersão e aproximação para se transformar digitalmente”, diz Pedro Henrique Nhimi, fundador do evento Imobiliária Digital Summit. O evento online, direcionado para corretores de imóveis e imobiliárias, busca conectar empreendedores e especialistas em transformações digitais – tudo de maneira gratuita. “Nós queremos construir um ecossistema de imobiliárias digitais. Vamos desenvolver uma nova geração de empreendedores e profissionais do mercado imobiliário”, complementa o especialista. Preenchendo lacunas Em busca de especializar profissionais e trazer ideias disruptivas e conhecimento, o Imobiliária Digital Summit traz um panorama de novas profissões do segmento, benchmarking com outros mercados e, ainda, mostra como a tecnologia pode ser uma grande aliada no momento de derrubar processos burocráticos. Tudo isso sem deixar de lado a gestão de vendas e importância do marketing. O evento, que contará com as maiores referências nacionais e mais de 10 mil participantes, acontecerá de 10 a 14 de junho nas plataformas digitais. Inscreva-se: http://imobiliariadigitalsummit.com/#INSCREVER   Fonte: Dino http://noticias.dino.com.br/noticia/?url=Transforma%C3%A7%C3%A3o+digital%3A+como+a+tecnologia+impacta+neg%C3%B3cios%3F&releaseId=208902

Analista de experiência do consumidor: nova profissão tem curso de capacitação itinerante em Belo Horizonte

Profissionais com interesse em ingressar ou que já atuam na área de atendimento têm a chance de conhecer o mercado no curso de Customer care: Desenvolvendo uma cultura de clientes, em 5 de junho André Souza, de 27 anos, ocupa uma função um tanto curiosa em uma empresa de telecomunicação brasileira. Ele se esforça diariamente para descobrir o que pensa, o que precisa e como suprir a necessidade de quem está por detrás do chat on-line, ou de qualquer outro canal de atendimento, quando há uma interação com a empresa. André faz parte de uma parcela crescente de brasileiros que está ocupando um cargo que até pouco tempo não existia no mercado e está se capacitando para crescer na posição: a de analista de experiência do consumidor. A função é uma das mais novas ofertadas por empresas brasileiras e, junto com estrategista de inteligência artificial e gestor de robô, vem revolucionando o mercado de trabalho. Profissionais com interesse em ingressar na profissão – que já atuam ou desejam atuar na área de atendimento – têm a chance de conhecer o mercado no curso de Customer care – Desenvolvendo uma cultura de clientes, que ocorre nas cidades de Belo Horizonte (5 de junho), Rio de Janeiro (7 de junho), Curitiba (18 de junho) e Recife (3 de julho) no projeto itinerante da Hi Academy, escola de capacitação para relacionamento com o consumidor. Com valores acessíveis de R$ 50, as aulas serão realizadas das 9h às 18h, com a emissão de certificado ao final da programação. As inscrições estão abertas em https://conteudo.hiplatform.com/hiacademybrasil. Segundo Leonardo Pallotta, diretor da Hi Academy, o descompasso entre capacitação e oportunidade no mercado de trabalho ocorre principalmente na área de atendimento ao consumidor, uma das mais impactadas pela automação, e na qual está ocorrendo a maior realocação de profissionais para posições mais complexas e estratégicas. “O curso é exclusivo na formação do profissional para esse perfil de atuação.” A grade do curso engloba o conhecimento de questões como o cenário atual do mercado de atendimento ao consumidor e estatísticas sobre o setor, principais canais de atendimento, diferenças entre os conceitos de customer experience, customer experience management e customer service, mudança no comportamento de consumo do brasileiro, além de métricas de satisfação do atendimento, entre outros tópicos. Demanda versus oferta “A especialização em atendimento é o ingresso para estar à frente de um mercado novo, pelo fato de o conceito ainda ser muito incipiente entre as empresas brasileiras. Atender hoje não é suficiente, é preciso que o profissional apresente o domínio de técnicas de engajamento para se conectar, de verdade, com o consumidor, fugindo do script padrão das centrais de atendimento. Não basta saber se o cliente vai comprar ou não o produto. É preciso saber se compra porque gosta ou porque necessita. Se eu vendo achocolatado, por exemplo, é fundamental saber se meu consumidor o consome por não tomar café. E como é sua rotina pela manhã. O que mais ele gosta. O que o motiva. Quero abrir esse leque de atuação, trabalhando com experiência e não apenas com atendimento. É a construção de uma carreira”, completa André Souza. Segundo pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a Brasscom, hoje, no Brasil, formam-se 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano. No entanto, a demanda por profissionais é de 420 mil até 2024, o que representa a necessidade de 70 mil profissionais ao ano. Os números despertam para a necessidade de formação de mão de obra qualificada a curto prazo. O setor de software e serviços, que abrange a área de atendimento ao consumidor, destaca-se pelo potencial de criação de empregos: em 2018 foram gerados 28 mil postos. E a expectativa é que a mão de obra dobre até 2024. Serviço: Curso itinerante Hi Academy Customer care: Desenvolvendo uma cultura de clientes Valor: R$ 50 Inscrições: https://conteudo.hiplatform.com/hiacademybrasil  Local: Belo Horizonte Data: 5 de junhoHorário: das 9h às 18h Local: Dymano Coworking Endereço: Avenida João Pinheiro, 274 – Lourdes Fonte: em.com.br https://www.em.com.br/app/noticia/emprego/2019/06/03/interna_emprego,1058860/analista-de-experiencia-do-consumidor-nova-profissao-tem-curso-em-bh.shtml

Em cinco anos o setor de TI irá demandar mais de 420 mil novos profissionais

Segundo o Relatório Setorial de TIC 2019 da Brasscom sobram vagas e faltam mão de obra na tecnologia, a perspectiva é que até 2024 o setor deve demandar 420 mil novos profissionais. Em 2018 o segmento tech empregou mais de 1 milhão de pessoas e gerou mais de 43 mil novos empregos no Brasil. Do total de empregos gerados, 28 mil são dos subsetores de Software e Serviços, segmento que, segundo o relatório, possui maior potencial de crescimento para os próximos anos. O relatório apurou também que a oferta de profissionais capacitados é de apenas 42 mil por ano. “Atualmente as empresas de tecnologia já estão competindo pelos melhores profissionais, por isso muitas dessas organizações acabam investindo em ferramentas para reterem talentos, engajarem times e até mesmo proporcionar capacitação para aqueles que ainda não estão qualificados. Há muita oportunidade para ser explorada”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa que promove inovação no RH através da saúde corporativa. A falta de mão de obra já é realidade Em Santa Catarina, um dos principais polos de inovação do país, o setor já representa 5,6% do PIB. O estado emprega mais de 47 mil pessoas e conta com mais de 16 mil empreendedores de tecnologia, segundo dados do Observatório ACATE – panorama 2018. Mesmo em Santa catarina, onde o capital humano é destaque no estado — como mostrou o último Índice Cidades Empreendedoras (ICE), da Endeavor — falta mão de obra e sobram vagas. “A causa dessa carência de mão de obra é a falta de profissionais qualificados para assumirem os cargos disponíveis. Para resolver esse problema de maneira eficiente só tem uma saída: investir em qualificação”, comenta Eduardo Varela, CEO da Codenation, startup que desenvolve programas de capacitação para pessoas que já estão na área de tecnologia ou têm interesse em migrar para este segmento, Atualmente as empresas do estado já demandam mais de 250 profissionais. Confira algumas das oportunidades aqui: Hiper A Hiper, empresa da Linx que desenvolve soluções para micro e pequeno varejo está com 6 vagas abertas, contratando profissionais engenheiro de software, coordenador de projetos suporte técnico e estagiário em marketing. A empresa está localizada em Brusque, interior de Santa Catarina e possui selo GPTW. “Atualmente nosso maior desafio é encontrar pessoas qualificadas para os cargos, e além da qualificação, é necessário ter afinidade com a cultura da empresa, avaliamos os dois com o mesmo peso. Em alguns momentos a personalidade é até mais importante do que  a qualificação técnica, se a pessoa quer aprender, se desenvolver, não precisa chegar sabendo tudo”, comenta Jenifer Moritz, gestora de Talentos da Hiper. Para se candidatar basta acessar este link. Effecti A Effecti é uma startup de Rio do Sul especializada em desenvolver soluções para participantes de licitações. Atualmente a empresa está com 3 oportunidades, buscando programadores, vendas internas e representante de desenvolvimento de negócio. A empresa oferece aprendizado constante com ambiente criativo, dinâmico, colaborativo e inteligente. Para visualizar as oportunidades e se inscrever, basta acessar o site da Effecti. HostGator Uma das principais provedoras de hospedagem de sites do mundo, a HostGator busca profissionais para preencher 14 vagas abertas em Florianópolis. O escritório localizado na capital catarinense responde pelas operações da empresa na América Latina. O ambiente tem área de descompressão com jogos diversos, sala de confraternização com churrasqueira e cozinha, cantinho da soneca, salas de treinamento e chuveiros, entre outros espaços. As vagas disponíveis – efetivas e de estágio – abrangem cargos como desenvolvedor(a), designer, analista de suporte, analista de infraestrutura em segurança da informação, entre outros. Os detalhes de cada uma, além de informações sobre como se candidatar, estão disponíveis no site da HostGator. Softplan Uma das maiores empresas de desenvolvimento de software para gestão do Brasil, aSoftplan, de Florianópolis, está em busca de profissionais, especialmente desenvolvedores. Com cerca de 1,9 mil colaboradores e há 29 anos no mercado, a empresa conta com mais de 3 mil clientes em todo o país e segue em um fluxo contínuo de contratações. No momento, são cerca de 130 oportunidades abertas. Para verificar os requisitos para cada uma, basta acessar o site da empresa:www.softplan.com.br/carreira. Confira as vagas por departamento: Dígitro Tecnologia Há mais de 40 anos desenvolvendo hardwares e softwares para comunicação corporativa e inteligência, a Dígitro está com 11 vagas abertas para sua sede, em Florianópolis. Interessasdos devem acessar o site www.digitro.com/carreira/ para conhecer os requisitos de cada vaga e cadastrar currículos. Involves A Involves é responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma para gestão de trade marketing e monitoramento de equipes de promotores de vendas de campo em tempo real. A empresa conta com mais de 190 colaboradores e aplica políticas inovadoras em gestão de pessoas, ocupando lugares de destaque no GPTW. Em 2018, conquistou a primeira posição entre as médias empresas em Santa Catarina. Referência em trade marketing no Brasil, a Involves está com 59 oportunidades abertas para 32 cargos. Paradigma Business Solutions Há 20 anos desenvolvendo soluções de relacionamento e negociação eletrônica nos segmentos de ETRM (Energy and Trade Risk Management), compras públicas e SRM (Supplier Relationship Management), a Paradigma Business Solutions S.A. está com vagas abertas para Florianópolis, principalmente para cargos de desenvolvedores e analistas de sistemas. Maiores informações estão disponíveis no site da empresa, onde também pode ser cadastrado o currículo. DOT digital group O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil, com 300 colaboradores. Com atuação internacional, o grupo já capacitou mais de 5 milhões de pessoas em cursos desenvolvidos para o mercado corporativo e acadêmico. Recentemente, o DOT abriu uma joint venture em Portugal para levar sua tecnologia à Europa. A empresa está com 16 vagas abertas para Florianópolis. Cadastre seu currículo Unifique A Unifique é a primeira no ranking Anatel de satisfação do cliente em SC. A empresa tem sede em Timbó, no Alto Vale, e 46 unidades de negócios espalhadas pelo Estado. Além de serviços de internet, oferece TV por assinatura e telefonia digital para 116 cidades catarinenses. A meta é chegar a  1 milhão de residências até 2025. A Unifique está com 28 vagas abertas em diversas cidades catarinenses. Cadastre seu currículo. Cheesecake Labs A Cheesecake Labs é uma empresa de

Antes tarde do que nunca, Brasil terá órgão para fiscalizar proteção de dados

João Escovar. São Paulo, 30 mai (EFE).- Um dos países mais conectados do mundo, o Brasil finalmente terá um órgão para fiscalizar a implementação da lei de proteção geral de dados, que tem forte inspiração nas normas adotadas pela União Europeia (UE) e entrará em vigor em 2020. Depois de muitos anos de debates e atrasos, o Senado aprovou na noite de quarta-feira a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANDP), uma entidade que será ligada ao Governo Federal. A criação do órgão estava incluída na lei de proteção de dados aprovada pelo Congresso no ano passado, mas os artigos sobre a ANPD foram vetados pelo então presidente Michel Temer. Na ocasião, o emedebista prometeu editar uma medida provisória para corrigir um “vício de iniciativa” do projeto, argumentando que o Legislativo não tinha a prerrogativa de criar autarquias. O texto aprovado ontem e encaminhado para sanção do presidente Jair Bolsonaro, tem como base o projeto enviado por Temer pouco antes de deixar o Palácio do Planalto. Sem a ANDP, a proteção dos dados pessoais no Brasil ficaria incompleta por não haver um órgão para fiscalizar a implementação e a aplicação da lei. A segurança de empresas e usuários também ficaria no limbo. “Da maneira como está, com a autoridade vinculada ao governo, não é o ideal, mas precisávamos da aprovação da autoridade”, disse o presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Ítalo Nogueira. Para Nogueira, é importante que os debates sobre a proteção de dados continuem para que uma lei complexa como essa seja implementada de modo tranquilo para o mercado. Com os problemas de articulação entre Bolsonaro e o Congresso para a aprovação de outros projetos, como a reforma da previdência, havia o medo de que a ANDP não fosse criada antes de a lei de proteção de dados entrar em vigor. “Sem essa autoridade, quem fiscalizaria as empresas que trabalham com dados?”, questionou a advogada Fernanda Tavares. Para o diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Arthur Sabbat, a regulação é essencial para a segurança nacional e para as relações do Brasil com outros países. “Temos que compreender a importância dos dados e tratá-los como tema de segurança, seja interna, seja nas relações do Brasil com o mundo”, afirmou Sabbat em entrevista à Agência Efe. Inspirada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, a legislação brasileira passa a definir quem são os donos dos dados, as condições em que eles podem ser utilizados e as multas para irregularidades. “A lei protege a privacidade dos dados pessoais e vai proporcionar um controle maior sobre eles. As empresas terão que obter a autorização dos usuários antes de utilizar qualquer informação”, explicou o gerente da seguradora Aon no Brasil, Maurício Bandeira. Um dos principais pontos regulamentados pela lei é a diferenciação do que é dado pessoal (nome, endereço, número de documentos), dado sensível (origem, religião, questões de saúde, opiniões políticas) e dado anônimo, além das diferentes ocasiões em que eles podem ser utilizados. A legislação também estabelece quando os dados podem ser captados e utilizados para que eles não sejam manipulados livremente sem o conhecimento de seus donos. Segundo a lei, o titular dos dados tem que autorizar o uso deles na maior parte das situações. “A lei é boa para o setor, pois regula e estabelece ordens de ação e fiscalização. Além disso, põe o Brasil junto dos países que a têm há muito tempo”, explicou Samantha Oliveira, diretora jurídica da Neoway, que utiliza dados abertos para identificar potenciais oportunidades de negócios para seus clientes. Além disso, os usuários poderão questionar empresas e redes sociais sobre dados guardados, pedir que eles sejam apagados e até se negar a fornecê-los. “Empresas como a Uber, por exemplo, podem pedir a localização para que as pessoas possam usufruir do serviço. No entanto, se o dado pedido não for indispensável para a atividade da companhia, o cliente pode não revelá-lo”, explicou o advogado alemão Thomas Schürrle, especialista em proteção de dados na Europa. O setor de tecnologia da informação já é um dos mais importantes do país e é responsável por 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, movimentando cerca de R$ 467,8 bilhões em 2017, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). A multa para as empresas que sofrerem vazamentos de dados pode chegar a 2% do faturamento anual, limitada a R$ 50 milhões por infração. A Aon diz que o Brasil é um dos países mais atacados por hackers e estima que houve 120 milhões de dados roubados apenas no primeiro semestre de 2018. De acordos com a empresa de segurança Gemalto, nos primeiros seis meses do ano passado foram registrados no mundo 945 casos de violação de dados, somando 4,5 bilhões de informações roubadas. Mais de três quartos deste total saíram de redes sociais, com destaque para o polêmico caso do Facebook e da empresa britânica de consultoria política Cambridge Analytica, que teve acesso a informações de mais de 87 milhões de usuários e os utilizou para beneficiar candidatos em diversas campanhas eleitorais em todo o mundo. EFE   Fonte: Uol Economia  https://economia.uol.com.br/noticias/efe/2019/05/30/antes-tarde-do-que-nunca-brasil-tera-orgao-para-fiscalizar-protecao-de-dados.htm  

STJ sedia seminário sobre efetividade da Lei Geral de Proteção de Dados

Mais de 500 pessoas foram ao STJ conferir in loco o seminário internacional Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): a caminho da efetividade, realizado nesta segunda-feira, 27. Coordenado pelo ministro do STJ Ricardo Cueva e pelos professores Danilo Doneda, do IDP, e Laura Schertel Mendes, da UnB, o evento reuniu dezenas de especialistas pátrios para debater os passos necessários para uma implementação efetiva da LGPD. Na abertura, o ministro Cueva alertou sobre a relevância e urgência do tema, diante da emergência do que chamou de “capitalismo de vigilância”, isto é, “um sistema econômico que possui, como um de seus ingredientes, os dados pessoais” – os quais alimentam a nova economia digital. Os primeiros painelistas trataram dos rumos a um direito fundamental à proteção de dados pessoais. O jurista Tercio Sampaio Ferraz Jr abordou a nova era de exercício da liberdade, “uma noção de liberdade que pressupõe o outro” e elencou problemas novos que surgem, como os relativos ao direito de propriedade dos dados. Laura Schertel Mendes, da UnB e do IDP, que participou da redação do anteprojeto da lei, esclareceu que a discussão não se encerra com a LGPD, mas, de fato, está apenas começando. Mencionando precedente pioneiro da Corte Alemã, a professora defendeu a tutela constitucional da proteção de dados no ordenamento jurídico e a tese de que a garantia processual do habeas data seria um lado da moeda, e o outro, a proteção dos dados pessoais. Em seguida, o professor Danilo Doneda, já no painel “A relação entre a LGPD e demais normas”, citou a tendência inerente às normativas em proteção de dados pessoais de se pautarem a partir de standards comuns, de modo que a LGPD se enquadra nesta perspectiva de atualizar o nosso ordenamento, proporcionando comunicação com as normas internacionais. Especialista em CDC, a professora da Faculdade de Direito da UFRGS Claudia Lima Marques afirmou que a LGPD propõe um novo paradigma e, nesse sentido, é preciso pensar novas saídas para a complexidade do tema, especialmente quando há leis em conflito. A expositora defendeu a atualização do CDC diante da nova normativa: Nathalie Gazzaneo, gerente de Políticas Públicas e Privacidade do Facebook Brasil, destacou por sua vez a possibilidade de harmonização da LGPD com outros âmbitos do Direito, e que essa harmonização está ligada à constituição de uma Autoridade que assegure esse diálogo. Veridiana Alimonti, que expôs no painel “Legitimação para o tratamento de dados: dilemas do consentimento e do legítimo interesse”, focou a atenção na questão da  audoterminação informacional para o tratamento de dados: “A noção de controle é fundamental na disciplina da proteção de dados.” O fundador do Data Privacy Brasil, professor Bruno Bioni, defendeu que o consentimento previsto na LGPD é um elemento importante que pode se tornar mais eficiente, e que mesmo diante do volume e a complexidade das informações não devem fazer abandonar a ideia do consentimento: “Precisamos encontrar uma maneira que esse consentimento seja menos contratualizado. O próprio sistema não aposta todas as fichas no consentimento.” Marcel Leonardi, do escritório Pinheiro Neto Advogados, tratou da questão relativa ao legítimo interesse na LGPD – pesquisa revela que em 70% dos casos de tratamento de dados é usado o legítimo interesse como justificativa: “A própria ideia de legítimo interesse precisa ser avaliada no caso a caso, indústria a indústria.” O professor da Faculdade de Direito da USP Otavio Luiz Rodrigues Jr defendeu que, dentro do quadro constitucional brasileiro, não há de maneira explícita um direito fundamental à proteção de dados – mas “a inexistência de um direito constitucional expresso não impede a proteção dos direitos ligados aos direitos personalíssimos”. Para o professor, a LGPD deve prevalecer: “Pelo critério da especialidade, devo buscar respostas na LGPD, e indo buscar no Direito Civil as respostas em caso de lacunas.” O painel “Segurança da informação, privacy by design e relatórios de impacto” contou com as palestras do professor Alexandre Veronese, de Miriam Wimmer (do ministério da Ciência e Tecnologia), Daniel Arbix (diretor Jurídico do Google Brasil) e Andriei Gutierrez(da IBM no Brasil). O último painel, voltado para a economia digital, foi moderado pelo ministro Gurgel de Faria, que em entrevista à TV Migalhas comentou: O painel ofereceu perspectivas diferentes via exposições de Luciano Timm, secretário Nacional de Defesa do Consumidor do MJ; Sérgio Paulo Gallindo, presidente Executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologias da Informação e Comunicação; Antonio Carlos Negrão, diretor Jurídico da Febraban e Andreia Saad, gerente de assuntos regulatórios do Grupo Globo. Sérgio citou um fato interessante no processo legislativo da LGPD: o fato de o empresariado pedir a regulamentação. “Todos sabiam que essa era a lei possível.” Lembrou ainda que a Autoridade Nacional prevista na lei tinha características desejáveis, que incluíam a autonomia decisória, a capacidade de gerir seu próprio orçamento, o poder normativo e com staff especializado e eclético. Entre os desafios, elencou: a confiança social, a estrutura da ANPD e a conformidade das empresas em relação à lei. Antonio Carlos Negrão, da Febraban, esclareceu que os bancos já estão constituindo estruturas internas para as demandas surgidas com a nova lei, mas que há risco de surgimento de uma nova indústria de ações indenizatórias. Por fim, Andreia Saad apontou oportunidades únicas que surgem com a LGPD (como a segurança jurídica e novas possibilidades de tratamento lícito dos dados pessoais, aumento da eficiência e da competividade) e narrou as medidas que estão sendo tomadas pelo Grupo Globo: a conscientização interna e um projeto de adequação que inclui o mapeamento, a identificação de gaps, a criação de um comitê interno e a contratação de consultoria. O evento continua nesta terça-feira, 28, e será transmitido ao vivo no canal do Youtube do STJ.   Fonte: Migalhas https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI303175,81042-STJ+sedia+seminario+sobre+efetividade+da+Lei+Geral+de+Protecao+de  

Congresso aprova novas regras sobre proteção de dados pessoais

A LGPD disciplina como empresas e entes públicos podem coletar e tratar informações de pessoas overno deve sancionar nos próximos dias a Medida Provisória (MP) 869, de 2018, que altera a Lei Geral de Proteção de Dados(13.709/18). A LGPD disciplina como empresas e entes públicos podem coletar e tratar informações de pessoas, estabelecendo direitos, exigências e procedimentos nesses tipos de atividades. Ontem (29) o Senado Federal aprovou a matéria que também cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), ente responsável pela fiscalização da LGPD, além de definir sua estrutura e prerrogativas. Além disso, a MP alterou trechos da lei, como na flexibilização do tratamento de dados pelo Poder Público, na revisão de decisões automatizadas, no compartilhamento de dados de saúde e na diferenciação do alcance da lei para pequenas empresas de tecnologia. A LGPD foi aprovada em julho do ano passado definindo direitos de pessoas e organizações, limites a empresas e governos no momento de coletar e tratar dados, além de formas de fiscalização e punição em caso de violação à Lei, prerrogativas que ficariam a cargo de uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Contudo, o então presidente Michel Temer vetou o artigo que criava a Autoridade Nacional, com a justificativa de que havia um problema legal na sua proposição pelo Congresso, o que seria consertado com uma MP. Esta veio às vésperas do fim do mandato, criando uma autoridade diferente da proposta na redação aprovada pelo Congresso e alterando outros pontos da Lei. Autoridade Nacional A LGPD propunha uma Autoridade Nacional com independência funcional e administrativa, vetada pelo presidente Michel Temer. Para preencher este vácuo, a MP de dezembro trouxe a proposta de uma Autoridade vinculada à Presidência da República e retirou algumas medidas fiscalizatórias previstas na redação original da Lei. A MP restabeleceu poderes à Autoridade Nacional, como para realizar auditorias e requerer informações a órgãos públicos sobre o tratamento de dados que realizam. O texto aprovado ontem pelo Congresso criou uma solução alternativa, quanto à natureza da Autoridade: ela será vinculada à Presidência da República, mas com uma “natureza jurídica transitória”, podendo ser transformada em órgão da administração pública indireta em avaliação a ocorrer nos próximos dois anos. Ou seja, a depender da decisão do Executivo Federal, a ANPD, que deverá ser uma estrutura semelhante a uma secretaria, poderá se tornar uma autarquia, como as agências reguladoras. Na avaliação do professor do Data Privacy Brasil Renato Leite, embora a criação da autoridade seja positiva, o modelo adotado não garantiu autonomia suficiente: “Isso vai dificultar o reconhecimento do Brasil pela União Europeia como país com nível com proteção adequada de dados, o que pode criar obstáculos ao livre fluxo de dados com a Comunidade Europeia”. Outra complicação, na avaliação do professor, é o risco de influência política de autoridades do Executivo nas investigações e sanções que a Autoridade possa vir a conduzir contra uma empresa por uma violação da lei. A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) avaliou positivamente a aprovação da MP, especialmente diante do prazo exíguo e do risco da medida caducar. Segundo o presidente-executivo da entidade, Sérgio Paulo Galindo, os investimentos na transformação digital dependem de segurança jurídica para as empresas que trabalham com tratamento de dados. “Se a gente não tivesse autoridade de dados, não teríamos o órgão regente da aplicação da Lei e teríamos alto grau de insegurança jurídica. A existência da autoridade transfere calma ao setor, pois agora teremos um farol”, argumenta. Poder Público A Lei Geral já trazia menos exigências ao Poder Público no tocante ao tratamento de dados, como o fato das regras não valerem para casos de Segurança Pública. A MP flexibilizou ainda mais as exigências, admitindo, por exemplo, que uma instituição pública compartilhe informações quando tal repasse estiver previsto em convênios ou contratos ou quando o objetivo for a prevenção de fraudes e irregularidades. O advogado do escritório Pereira Neto e Macedo Associados Rafael Zanatta entende que um dos desafios será como a Autoridade conseguirá fiscalizar órgãos públicos do próprio governo federal, um dos maiores tratadores de dados pessoais (como as bases de documentos pessoais ou de dados fiscais). “Com a Autoridade vinculada à Casa Civil [da Presidência da República], a grande questão é o quanto esse tipo de subordinação não impediria uma atuação mais vigorosa sobre atos ilegais cometidos por órgãos do Executivo”, pondera o advogado, especializado em direito digital. Revisão de decisões automatizadas A LGPD previa a possibilidade de que uma pessoa pudesse pedir a revisão de uma decisão automatizada, que é todo tipo de escolha feita por um sistema sem a intervenção de uma pessoa, podendo incluir questões como notas de crédito, concessão de empréstimos, oferta de preços de um produto ou serviço e até mesmo a remoção de uma publicação em uma rede social. A MP editada por Temer retirou essa possibilidade. A redação final aprovada pelo Congresso retomou esse direito, mas submetendo-o a uma regulamentação da Autoridade Nacional. Ou seja, o ente regulatório vai decidir em que tipos de decisão o usuário poderá pedir revisão. Dados de saúde A LGPD proibiu a comunicação ou uso compartilhado de dados pessoais sensíveis referentes à saúde das pessoas (como diagnósticos e resultados de exames) para obter vantagem econômica, a não ser em caso de portabilidade. A MP abriu possibilidades dessa comercialização, na forma de “prestação de serviços de saúde”, “assistência farmacêutica” e “assistência à saúde”. Diante das preocupações de que tais registros fossem usados por planos de saúde para definir preços, foi incluído um trecho vedando a operadoras desses serviços “o tratamento de dados de saúde para a prática de seleção de riscos na contratação de qualquer modalidade, assim como na contratação e exclusão de beneficiários”. Pequenas empresas Uma das novidades da redação aprovada ontem foi a possibilidade de a Autoridade Nacional editar normas e procedimentos simplificados e diferenciados “para que microempresas e empresas de pequeno porte, bem como iniciativas empresariais de caráter incremental ou disruptivo que se autodeclarem startups ou empresas de inovação, possam adequar-se a esta Lei”. Na avaliação da coordenadora do coletivo

Autoridade de Dados não é a ideal, mas é crucial para economia digital

Ana Paula Lobo … 28/05/2019 … Convergência Digital Duas das mais relevantes entidades de TI do Brasil – a Federação Assespro e a Brasscom – comemoraram a aprovação da MP 869/18 no Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 28/05. Havia um risco de a MP caducar, caso não fosse votada haveria um retrocesso significativo no tratamento dos dados pessoais no Brasil. “Seria um desastre se não houvesse a aprovação. A Lei de Dados Pessoais não é a mais ‘redonda’, a Autoridade de Dados não está independente como queríamos, mas era crucial a sua existência. Temos de tratar os dados dos brasileiros de melhor forma na era da economia dos dados”, disse ao Convergência Digital o presidente da Federação Assespro, Ítalo Nogueira. Segundo ele, o trabalho é para, após a votação no Senado – prevista para esta quarta-feira, 29/05 – e da sanção presidencial, fazer a Autoridade de Dados funcionar antes da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, prevista para junho de 2020. “As pequenas e médias empresas vão precisar de orientação e de diretrizes que só a Autoridade de Dados será capaz de dar. Muita gente, infelizmente, ainda não entende a relevância de cuidar dos dados”, observa Nogueira. O presidente da Federação Assespro lembra ainda que, a partir de agora, é preciso disseminar o conceito da proteção de dados, inclusive no segmento empresarial. “O mercado empresarial precisa ser protagonista e, há, sim, empresas que usam os dados do cidadão de forma equivocada. Cabe a nós mostrar o melhor caminho”, acrescenta. Quem também comemorou a aprovação da MP 869 na Câmarda Federal foi o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações (Brasscom), Sergio Paulo Gallindo. Ao Convergência Digital, ele reiterou que essa votação era uma prioridade do Brasil. “Esse é um passo importante para fazer prosperar a economia intensiva em dados, com segurança jurídica”, afirma. Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=50815&sid=4

Com o Mercado em Crescimento, Empresas de TI Vivem Desafio em Manter Talentos no Brasil

*Frederico Queiroz O mundo da TI tem lá as suas peculiaridades, e uma delas está no desafio em manter os talentos engajados dentro das empresas. Mesmo com muitos profissionais à disposição, a alta rotatividade do segmento causa alguns impactos. A maioria dos setores de RH, sofrem com o desenvolvimento de habilidades para que os profissionais continuem nos cargos que ocupam. De acordo com a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia e Comunicação), nos próximos anos ocorrerá o aumento de 30% nas contratações de profissionais de TI, o número chama a atenção nas empresas que buscam colaboradores qualificados. Ao mesmo tempo, os profissionais continuam dinâmicos e em busca de melhores oportunidades no Brasil e no exterior. Para que isso não se torne um hábito é necessário a transformação do cenário. Como forma de engajamento e motivação as empresas precisam reformular o ambiente de trabalho, dando mais autonomia, possibilitando um ambiente mais jovem e dinâmico, além de melhorias nas condições e aperfeiçoamento do real valor da tarefa que vem sendo executada, e não só pelo lucro ao final do mês. Isso se chama propósito. Pensando em reformulação, algumas empresas vêm oferecendo formas de trabalho diferentes para tentar diminuir a rotatividade nas empresas. Dentre elas, permitir mais liberdade na jornada de trabalho, home office ou até mesmo novos modelos de contratação, como freelancers de TI. Possibilitando, que os profissionais de TI executem suas atividades com comprometimento e liberdade, sem prendê-lo em um único local de trabalho. Começar certo é importante, por isso, no ato da contratação, as expectativas de ambos devem estar alinhadas, pois o colaborador precisa estar em sintonia com o formato de trabalho da empresa, os valores oferecidos e o propósito. Por meio da afinidade entre empresa e funcionário, a chance de manter o talento por mais tempo na organização é maior, demonstrando o valor do trabalho realizado, gerando segurança e satisfação para o colaborador. Para seguir as novidades do mercado, as empresas têm como alternativa o incentivo à capacitação, como por exemplo a ajuda remunerada em cursos ou fóruns que possam acrescentar no currículo do colaborador. Ações internas, como feedbacks constantes, destaques do mês ou até almoços em equipe para abordar a satisfação com a empresa são importantes para aproximação. Em um mercado altamente competitivo e com o objetivo de convencer os profissionais do setor que cresce 10% ao ano, as empresas de TI precisam gerar respaldos interessantes para que os talentos se sintam incentivados, apoiados e seguros para realizar suas expertises. O que você tem feito à respeito? *Frederico é CEO da NetSupport, graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Uberlândia, com MBA em Gestão Empresarial pela Faculdade Getúlio Vargas e expertise em ITIL, com ampla experiência em serviços gerenciados de TI (Service Desk, Suporte de Campo e Serviços Profissionais). Com atuação de 20 anos no mercado, fundou em 2014 a NetSupport, plataforma digital para solução de problemas em TI. Sobre a NetSupport Plataforma digital de suporte técnico de TI, com o objetivo de oferecer serviços com qualidade e preço acessível para todo o país. A startup faz a conexão entre técnicos de informática e empresas com necessidade de manutenção e suporte em TI. Dentro da plataforma, existem três pilares importantes, sendo: paixão pela tecnologia, acreditando no quanto ela pode mudar a vida das pessoas; qualidade na prestação de serviços; e inclusão social, feita por meio da união entre quem pretende trabalhar com TI ou para quem precisa dos serviços. Fonte: Segs https://www.segs.com.br/info-ti/173571-com-o-mercado-em-crescimento-empresas-de-ti-vivem-desafio-em-manter-talentos-no-brasil

Empresa de tecnologia oferece capacitação gratuita em tecnologias Microsoft

Em um Brasil com mais de 13 milhões de desempregados, segundo dados do IIBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o setor de tecnologia contrata como se não houvesse crise no país e tem previsão de que mais de 160 mil vagas podem deixar de ser preenchidas, nos próximos cinco anos, por falta de profissionais capacitados. A projeção é Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. De acordo com levantamento divulgado recentemente pela Brasscom, até 2024, deve haver uma demanda por mais de 420 mil profissionais no setor, mas as universidades teriam capacidade para formar pouco mais de 250 mil pessoas em carreiras ligadas à TI. Presidente da Microsoft fala sobre inteligência artificial em Brasília Pensando no futuro e na capacitação de seus profissionais, a 4Results criou o LAB4Results, um laboratório para estudos, contando com acesso as tecnologias da Microsoft, equipamentos e sensores. “Assim será possível desenvolver novos projetos, permitindo melhorar, inovar, criar soluções disruptivas e abrir novas frentes conjuntas com os nossos clientes”, explica Cristiane Werner, CEO da 4Results. O objetivo do LAB4Results é desenvolver projetos com tecnologias Azure, IOT, A.I., Análise de Big Data, Serviços Cognitivos, Assistência Remota e RPA – Automação de Processos Robóticos. Como um parceiro Gold da Microsoft, a 4Results precisa de profissionais qualificados para atender as novas necessidades do mercado. “Nossos clientes buscam soluções inovadoras e disruptivas, utilizando as melhores tecnologias. Logo, investir em capacitação e formar novos talentos é um dos objetivos da empresa. Participamos do Microsoft FastTrack Architect Bootcamps, da Maratona Microsoft para Data Center Migration, Cloud Apps e Data & AI, em março, e, desde janeiro, tivemos 3 turmas realizando as academias em Dynamics 365 Funcional e Desenvolvimento com apoio da Microsoft, conta Cristiane. Neste mês, a 4Results está disponibilizando, para a cidade de Curitiba, um treinamento avançado em desenvolvimento para o Dynamics 365. O objetivo é formar novos talentos em tecnologias Microsoft Cloud para o mercado. A empresa busca novos talentos na área de tecnologia e preparou uma capacitação própria. Os interessados que se inscreverem vão participar de um processo de seleção. No final do treinamento, a 4Results vai avaliar os candidatos e pode convidar os mais qualificados para integrar a equipe. O treinamento vai acontecer na sede da 4Results, em Curitiba, na última semana de maio, no período da noite. Os interessados devem se inscrever acessando https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=P6K5j48N-kG042LZ7LPXyvFxmx_NUshLgBSeKBciaGNUN0pFR0s2Q1RKQVlEQkhVMzYzMFNXSTc2Ri4u   Fonte: IPNews https://ipnews.com.br/empresa-de-tecnologia-oferece-capacitacao-gratuita-em-tecnologias-microsoft/  

Microsoft lança plataforma de cursos gratuitos de inteligência artificial

Saiba quais cursos estão disponíveis e entenda como a inteligência artificial deve impactar a economia brasileira nos próximos anos por Vinícius de Oliveira  21 de maio de 2019 Lidar com um mundo cada vez mais digitalizado, em que sistemas de computador passam a desempenhar tarefas que todos presumiam ser atividades tipicamente humanas demanda o desenvolvimento de novas habilidades. Não que o cenário que temos adiante será o do domínio da máquina sobre humanos, como nos filmes “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Exterminador do Futuro”, mas novos desafios já podem ser vistos no horizonte. O desaparecimento de algumas atividades é inevitável, mas igualmente importante é estar atento às novas oportunidades que vão surgir em áreas ligadas à tecnologia. Neste cenário, esforços estão sendo feitos em diversas frentes. Na última sexta-feira, a Microsoft anunciou o lançamento de uma nova plataforma de ensino, AcademIA, que disponibilizará 12 módulos gratuitos sobre inteligência artificial, que parte da introdução básica à tecnologia, sua linguagem de programação e aplicações. Para ganhar capilaridade, a iniciativa conta com o apoio de instituições que levarão os cursos até profissionais e estudantes, tais como Recode, IOS (Instituto de Oportunidade Social), Instituto Gerando Falcões, The Trust for The Americas, Eidos e ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios). Para que se tenha uma ideia da urgência, um relatório da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) calcula que atualmente no mercado existam mais de 845 mil empregos no setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação). Mesmo em um cenário de crise, é esperado que a demanda profissionais tende a aumentar a tal ponto que, até 2024, são necessários 70 mil na área de TI por ano para uma oferta de apenas 46 mil formandos por ano. “Desde a primeira Revolução Industrial, o trabalho sempre envolveu a manufatura. Habilidades como colaboração e criatividade não eram necessárias e, em muitos casos, sequer permitidas. Em uma economia cada vez mais digital, globalizada e disruptiva em relação a como produzimos e negociamos mercadorias, projetos são apresentados por times com diferentes perspectivas. Isso traz enormes implicações sobre como organizamos os sistemas educacionais e é preciso reconhecer que a educação hoje é mais vital do que nunca para o futuro do Brasil”, disse Anthony Salcito, vice-presidente global de educação da Microsoft. Efeitos da inteligência artificial na economia Para entender a dimensão dessas mudanças em diferentes setores da economia, a Microsoft encomendou uma pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Projetos. De acordo com o levantamento, a população menos qualificada tende a sofrer mais os efeitos da maior utilização de IA. Os dados indicam uma demanda por profissionais mais qualificados que, consequentemente, receberão os maiores salários. Contudo, o levantamento aponta que haverá um aumento da produtividade e maior bem-estar para a sociedade no futuro. A pesquisa investigou o impacto da introdução da inteligência artificial em mercados-chave no Brasil – Agricultura e Pecuária, Transporte e Comunicação, Óleo e Gás e Setor Público (administração pública; defesa; saúde (privada/pública); e educação (privada/pública)) – que, conforme as contas nacionais do IBGE (2016), juntos representam 36,4% do PIB do País. O estudo revelou que a adoção da tecnologia nestes setores pode impulsionar a taxa de crescimento do PIB em até 6,43% no acumulado de 15 anos. Por outro lado, é possível prever que a desigualdade na economia tende a aumentar. Em um país que acaba de atingir o maior patamar já registrado de desigualdade de renda, o estudo prevê maiores diferenças de ganhos entre indivíduos, principalmente, devido aos impactos sobre o mercado de trabalho; entre setores econômicos, devido aos diferentes ganhos de produtividade obtidos; e entre fatores de produção, com o capital respondendo por uma fração maior da renda gerada quando comparado ao trabalho. Sobre o curso de inteligência artificial O curso de Inteligência Artificial contempla 12 módulos, sendo eles: “Introdução à Inteligência Artificial”, “Introdução a Python para Ciência de Dados” – ambos disponíveis em português –, além de “Matemática Essencial para Machine Learning: Edição Python”, “Leis e Ética para Dados e Analytics”, “Métodos de Pesquisa para Ciência de Dados: Edição Python”, “Princípios de Machine Learning: Edição Python”, “Explicações sobre Deep Learning”, “Explicações sobre Reinforcement Learning”, “Processamento de Linguagem Natural (NPL)”, “Sistemas de Reconhecimento de Voz”, “Visão computacional e Análise de Imagens” e “Microsoft Professional Capstone: Inteligência Artificial”.   Fonte: http://porvir.org/microsoft-lanca-plataforma-de-cursos-gratuitos-de-inteligencia-artificial/

4Results oferece capacitação gratuita em tecnologias Microsoft

Empresa também cria laboratório para aperfeiçoamento de profissionais da equipe Em um Brasil com mais de 13 milhões de desempregados, segundo dados do IIBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o setor de tecnologia contrata como se não houvesse crise no país e tem previsão de que mais de 160 mil vagas podem deixar de ser preenchidas, nos próximos cinco anos, por falta de profissionais capacitados.   A projeção é Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. De acordo com levantamento divulgado recentemente pela Brasscom, até 2024, deve haver uma demanda por mais de 420 mil profissionais no setor, mas as universidades teriam capacidade para formar pouco mais de 250 mil pessoas em carreiras ligadas à TI. Essa desproporção entre demanda e oferta de profissionais já é sentida pelas empresas e formar a própria mão de obra passa a ser uma alternativa para garantir crescimento, mesmo em tempos de crise. Pensando no futuro e na capacitação de seus profissionais, a 4Results criou o LAB4Results, um laboratório para estudos, contando com acesso as tecnologias da Microsoft, equipamentos e sensores. “Assim será possível desenvolver novos projetos , permitindo melhorar, inovar, criar soluções disruptivas e abrir novas frentes conjuntas com os nossos clientes”, explica Cristiane Werner, CEO da 4Results. O objetivo do LAB4Results é desenvolver projetos com tecnologias Azure, IOT, A.I., Análise de Big Data, Serviços Cognitivos, Assistência Remota e RPA – Automação de Processos Robóticos. Como um parceiro Gold da Microsoft, a 4Results precisa de profissionais qualificados para atender as novas necessidades do mercado. “Nossos clientes buscam soluções inovadoras e disruptivas, utilizando as melhores tecnologias. Logo, investir em capacitação e formar novos talentos é um dos objetivos da empresa. Participamos do Microsoft FastTrack Architect Bootcamps, da Maratona Microsoft para Data Center Migration, Cloud Apps e Data & AI, em março, e, desde janeiro, tivemos 3 turmas realizando as academias em Dynamics 365 Funcional e Desenvolvimento com apoio da Microsoft”, conta Cristiane. Neste mês, a 4Results está disponibilizando, para a cidade de Curitiba, um treinamento avançado em desenvolvimento para o Dynamics 365. O objetivo é formar novos talentos em tecnologias Microsoft Cloud para o mercado. A empresa busca novos talentos na área de tecnologia e preparou uma capacitação própria. Os interessados que se inscreverem vão participar de um processo de seleção. No final do treinamento, a 4Results vai avaliar os candidatos e pode convidar os mais qualificados para integrar a equipe. O treinamento vai acontecer na sede da 4Results, em Curitiba, na última semana de maio, no período da noite. Os interessados devem se inscrever acessando https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=P6K5j48N-kG042LZ7LPXyvFxmx_NUshLgBSeKBciaGNUN0pFR0s2Q1RKQVlEQkhVMzYzMFNXSTc2Ri4u Website: http://www.4results.com.br Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/4results-oferece-capacitacao-gratuita-em-tecnologias-microsoft,f9f07205b83474dae0cc2297356cdaf490vx74ho.html 

BRASSCOM: Relatório Setorial de TIC 2019

Relatório Setorial da Brasscom é produzido anualmente a partir de dados abertos e de consultorias internacionais, sintetiza os principais indicadores econômicos do setor TIC, destacando sua relevância em termos de geração de receita e empregos Durante coletiva de imprensa dia 8 de maio na sede da Associação em São Paulo, a Brasscom divulgou seu Relatório Setorial, que é produzido anualmente a partir de dados abertos e de consultorias internacionais, sintetiza os principais Indicadores Econômicos do setor TIC, destacando sua relevância em termos de geração de receita e empregos. A Brasscom possui uma área dedicada à Inteligência e Informação que produz, a partir de metodologia própria, relatórios relevantes para entendimento do desempenho e desafios do setor de TIC no Brasil.   ASSISTA A MATÉRIA SOBRE A PESQUISA BRASSCOM FEITA PELO BOM DIA BRASIL – SETOR DE TECNOLOGIA É UM DOS POUCOS ONDE NÃO FALTAM VAGAS   Este estudo foi elaborado pela equipe de Inteligência e Informação da Brasscom com base em informações obtidas a partir das diversas fontes identificadas e de metodologias próprias. O conteúdo dos slides é disponibilizado para uso público, carecendo, tão somente, dos devidos créditos e referências, em conformidade com os padrões aplicáveis. A Brasscom não se responsabiliza por quaisquer usos que venham a ser feitos por terceiros e suas possíveis consequências nas esferas patrimonial, pessoal ou outras de qualquer natureza.   Equipe de Inteligência e Informação Supervisão Geral Sergio Paulo Gallindo | Presidente Executivo sergiopaulo.gallindo@brasscom.org.br Mariana Oliveira | Diretora Executiva mariana.oliveira@brasscom.org.br Equipe Julianne Alves Naporano Archipavas julianne.alves@brasscom.org.br Stephanie Felix Sieber stephanie.sieber@brasscom.org.br Tainá Ferreira de Melo taina.melo@brasscom.org.br Acesse aqui o PDF do Relatório Setorial de TIC 2019   Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, promove o setor de TIC junto aos poderes públicos, clientes públicos e privados e outras entidades representativas, de forma cativante e fundamentada, propagando tendências e inovações, intensificando relações, propondo políticas públicas e promovendo o crescimento do mercado. Representando 66 empresas e 25 instituições, a Brasscom exerce papel de articulação entre os setores público e privado nas esferas federal, estadual e municipal, de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, bem como atua para intensificar as relações com o mercado para fomentar a transformação digital do Brasil. Fonte: Brasscom Fonte da matéria: CryptoID https://cryptoid.com.br/brasscom-2/brasscom-relatorio-setorial-de-tic-2019-ouca/