Transformação digital não acontece na velocidade desejada no Brasil

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos … 13/03/2018 … Convergência Digital   As políticas públicas para a transformação digital até estão acontecendo no Brasil, mas não na velocidade adequada para inserir o País na jornada global, adverte o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. “Temos ainda muitas reformas e medidas para acontecer. Entre elas, a reforma da Lei do Bem e a Lei de privacidade de dados pessoais”, aponta Gallindo. Também é crucial rever o modelo de compras governamentais. “Não se pode mais pensar apenas no menor preço. É preciso pensar no valor agregado”, acrescenta. A transformação digital e seus impactos no Brasil é tema do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece em Brasília, nos dias 14 e 15 de março. Assistam a entrevista com o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47488&sid=11||

O governo precisa fazer acontecer a transformação digital

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos … 01/03/2018 … Convergência Digital   O mundo vive um momento único com a transformação imposta pela 4ª Revolução Industrial e o Brasil não pode perder essa jornada, observa a vice-presidente Jurídica da Microsoft Brasil, Alessandra Del Debbio. A executiva observa que o momento é a de fusão de tecnologias e há um potencial enorme para a oferta de melhores serviços públicos ao cidadão.  “O Brasil precisa se recolocar no cenário geopolítico a partir do melhor uso da tecnologia. Essa pauta de transformação digital é prioritária para o País. Precisamos fazer essa virada”, adverte a executiva da Microsoft. Alessandra Del Debbio observa que as ações existem e é preciso ter vontade para colocá-las em prática. A Transformação Digital do Governo e o uso das novas tecnologias é tema do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. O encontro reunirá um público estimado de 300 participantes, sendo estes os principais líderes do Governo, nos âmbitos da Administração Federal, Congresso Nacional e Judiciário, envolvidos e interessados na pauta de TIC, bem como empresários, pesquisadores, formadores de opinião e outras entidades do setor. Assistam a entrevista com a vice-presidente Jurídica da Microsoft Brasil, Alessandra Del Debbio. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47383&sid=5

Brasil precisa correr para capacitar os 800 mil funcionários de call center

Convergência Digital – Carreira  Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos – 05/03/2018   O Brasil precisa correr para capacitar os 800 mil funcionários de call center por conta da migração do modelo de emprego da era digital, adverte o presidente do conselho de Administração da Brasscom e presidente da BRQ, Benjamim Quadros. Segundo ele, esses profissionais precisam ser capacitados o quanto antes porque o call center será robotizado pela evolução da tecnologia. “Esse é papel das empresas, do Estado e dos próprios profissionais. Há uma migração clara de empregos mais qualificados com o uso da Inteligência Artificial. Os empregos de hoje nessa área vão acabar”, observa o executivo. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Quadros comenta que a aprovação da lei de terceirização encerrou uma discussão sobre atividade fim e meio. Já a aprovação da nova lei trabalhista determinou uma redução nas ações trabalhistas, mas ainda há insegurança jurídica. “Temos que tratar de pontos ainda pendentes como a relação com os sindicatos e outras questões. Esperamos que todas essas arestas sejam aparadas até o fim deste ano”. Sobre o perfil do profissional da era do emprego digital, Quadros diz que, hoje, quando se pensa em Tecnologia, sem pensa em performance de time. “Não há mais espaço para o especialista sozinho. Ele precisa fazer parte de uma equipe e entenda que tem de gerar valor ao negócio”, define. O executivo observa: a empresa dele tem, hoje, 256 vagas em aberto. “Não há abundância de especialistas de TI no mercado”.  Os desafios do emprego na Era Digital e Modernização das Leis Trabalhistas é tema de painel no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília. Assistam a entrevista com Benjamim Quadros, conselheiro da Brasscom e presidente da BRQ. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47406&sid=46#.Wq65j6jwZPY

TOTVS: Governo usa modelo analógico para tributar o setor de TIC

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital   O governo atua de forma analógica no processo de cobrança de impostos para o setor de TI e gera uma insegurança tributária que afasta a previsibilidade dos investimentos, observa o CEO da TOTVS, Laércio Cosentino. “Não sabemos, hoje, se em abril, vamos pagar ISS ou ICMS no software. Tem a reoneração da folha, tem a questão do PIS/Cofins”, lamenta. Com relação à transformação digital, Cosentino diz que é crucial que os governos federal, estadual e municipal enfrentem a jornada o quanto antes. “Tudo começa no cidadão conectado e isso tem de ser prioridade”, observa. Para o CEO da TOTVS, é preciso que o Brasil pense diferente. “Defendo que o próximo presidente da República seja, ele próprio pessoalmente, o condutor da transformação digital”. Laércio Cosentino participou do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado nesta quarta-feira, 14/03, em Brasília. Assistam a entrevista com o CEO da TOTVS. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47510&sid=11

Tecnologias de transformação digital vão receber R$ 249,5 bilhões até 2021

Ana Paula Lobo … 14/03/2018 … Convergência Digital   Durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece em Brasília, nesta quarta-feira, 14/03, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação -Brasscom – divulgou os dados setoriais de Tecnologia da Informação e Comunicações em 2017. Os números mostram que o setor respondeu por 7,1% do Produto Interno Bruto nacional no ano passado.  As empresas de TICs, que incluem os provedores de TI e Comunicações e a produção in house, como as dos grandes bancos e centros de serviços, hardware, software e nuvem, produziram R$ 467,5 bilhões. O crescimento do segmento chegou a 9,9% – em 2016, o setor cresceu apenas 0,4%, com a geração de 1,4 milhão de empregos. Os números mostram que TI e Comunicações, reunidas, produziram R$ 195,7 bilhões. Já a soma de TI com TI in house chegou a R$ R$ 238,9 bilhões.  O levantamento mostrou ainda que os investimentos em transformação digital, como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Inteligência Artificial e Segurança da Informação, para o período 2018 a 2021, são projetados em R$ 249,5 bilhões, com Internet das coisas liderando os aportes com R$ 169,7 bilhões, um impulso de 27%. Big data & Analytics respondem por R$ 56 bilhões, um avanço de 8,8% ao ano. Segurança da Informação terá um crescimento de 12% ao ano e chegará a R$ 22,8 bilhões. A Inteligência Artificial terá o maior crescimento das novas tecnologias nos próximos quatro anos, com projeção de 39% ao ano, com aportes de R$ 1,1 bilhão. O estudo setorial da Brasscom mostrou ainda que a recuperação do mercado de hardware, que apresentou, em 2017, um crescimento de 16,7% depois de dois anos de decréscimo, muito em função, do consumo de dispositivos, com o smartphone como protagonista. O mercado de hardware chegou a R$ 82,5 bilhões, ficando com 46,4% dos investimentos. O mercado de software cresceu menos que o de hardware, com 11,6%, chegando a R$ 95,9 bilhões, e 53,6% dos aportes. O levantamento também aponta que o mercado de conectividade investiu R$ 399,8 bilhões em voz, serviços de dados e banda larga. Assistam a apresentação dos dados setoriais da Brasscom.     Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47502&sid=5

Dataprev diz que seu maior ativo são os mais de 26 bilhões de dados civis

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 15/03/2018 … Convergência Digital   A Dataprev já tem 7,5 milhões de registros ativos em sua plataforma de autenticação para acesso a serviços digitais, revelou nesta quinta, 15/3, o diretor de tecnologia e operações da estatal, Matheus Belin, ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, em Brasília, nesta quarta-feira, 15/03. “A Dataprev é detentora de mais de 26 bilhões de dados civis, esse é o nosso maior ativo. E está se posicionando como agente ativa do processo de transformação e entrega de serviços digitais. Já temos plataformas como Meu INSS e a Carteira de Trabalho digital, além de uma a plataforma de identificação, o Cidadão BR, com 7,5 milhões de registros”, afirmou Belin.  Segundo ele, esse reposicionamento da estatal na oferta de serviços digitais tem um cronograma para a oferta de novos serviços. “Isso melhora o acesso a informação e a serviços que gradualmente a Dataprev está implementando. Já temos o acesso ao seguro desemprego online, em que o cidadão não precisa mais ir a uma agência. No Meu INSS teremos o auxílio maternidade implementado em 2018, assim como o acesso à aposentadoria por tempo de serviço.Assistam a entrevista com o diretor de Tecnologia e Operações da Dataprev, Matheus Belin.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47521&sid=16  

Maior parte dos serviços prestados pelo Governo ao cidadão é analógico

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 16/03/2018 … Convergência Digital   Um Censo sobre a oferta de Serviços Públicos, realizado pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), sob a coordenação do Ministério do Planejamento e apoio da Casa Civil, apresentou um resultado alarmante: a maior parte dos serviços prestados pelo governo ainda é analógico. O estudo foi apresentado em primeira mão no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado em Brasília. Das informações obtidas das 85 instituições que responderam ao questionário, foi possível catalogar a existência de 1.740 serviços. Sobre o percentual de digitalização até o momento, apenas 31% dos serviços estão totalmente digitalizados. Dos 69% restantes, 25% não têm nenhum tipo de digitalização. Os demais 44% -são híbridos, mas estão mais para analógico do que para digital. O estudo contém um dado muito preocupante: enquanto a pesquisa TIC IBGE mostra que 92% dos brasileiros têm um smartphone, apenas 1,2% é prestado por aplicativo móvel. “Serviços eletrônicos precisam ser vistos como um ativo do Estado sob a guarda da Presidência da República. Foi assim em países como Uruguai, aqui, infelizmente, não aconteceu dessa forma”, revelou o secretário da STI, do Planejamento, Gleisson Cardoso Rubin, em entrevista exclusiva à CDTV, do portal Convergência Digital. O resultado dessa baixa digitalização é que, hoje, a cada 100 serviços públicos, 30,2% são prestados pessoalmente no balcão exigindo a interação pessoal. “Há um campo enorme a ser explorado e para se avançar. Fato é que serviço digital economiza dinheiro. Ele custa 1/3 do serviço físico”, acrescenta Rubin.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47526&sid=11

Por uma indústria 4.0, Governo zera alíquota para os robôs

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O Secretário de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Douglas Finardi, adiantou ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que para incentivar a Indústria 4.0 no Brasil, que a alíquota de exportação dos robôs será zerada. Também estão previstos, de acordo com o Jornal Valor Econômico, financiamentos de R$ 8.6 bilhões. A política para indústria 4.0 será conhecida nesta quinta-feira, 15/03, pelo Ministro do Desenvolvimento, Marcos Jorge. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, Finardi antecipa que para o setor de TI haverá ações de capacitação, de financiamento e de exportação. “Serviços de TICs mais fortes permitem que outras áreas também se fortaleçam”, reporta. Com relação a aliquota zero para os robôs, Finardi, diz que o país não detém a tecnologia para a fabricação local desses equipamentos e é necessário que eles estejam em ação na economia nacional.  Dados do governo dão conta que menos de 5% das indústrias brasileiras estão preparadas para a indústria 4.0, que têm como principais tecnologias,a internet das coisas, robótica avançada, impressão 3D, manufatura híbrida, big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual. Assistam a entrevista com Douglas Finardi, do MDIC. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47506&sid=3

Congresso não consegue mudar Lei de Informática em 2018

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 15/03/2018 … Convergência Digital Pressionado pela Organização Mundial do Comércio para mudar a dinâmica dos incentivos fiscais da Lei de Informática, o Brasil dificilmente terá condições de aprovar ajustes ainda no ano eleitoral de 2018. Como destacou o deputado e ex-ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera (PT-RJ) no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, estratégia é deixar pronto um relatório final para ser aprovado na próxima legislatura.  “Não temos condições de acreditar em plenário uma lei complexa como essa. Mas existe ambiente para uma comissão especial, estabelecer um cronograma de debates, andar pelo Brasil e construir um bom relatório final do que seria uma lei de informática brasileira. E legar para o próximo parlamento um processo elaborado, trabalhado, pensado, de estratégia brasileira de lei de informática, sem esperar que o governo seja o protagonista.” Segundo ele, as mudanças devem contemplar ainda os ajustes nas métricas de prestação de contas dos incentivos, tema da Medida Provisória 810/17. Assistam a entrevista com o deputado Celso Pansera.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47513&sid=9

Indústria financeira contesta decisão do Banco Central de exigir dados no Brasil

Convergência Digital Ana Paula Lobo e Pedro Costa – 16/03/2018 A minuta da consulta pública do Banco Central, realizada no ano passado, proibia a contratação de um serviço de nuvem no exterior e foi um item bastante debatido pelas instituições financeiras no País, revelou a chefe adjunta do departamento de Regulamentação do Banco Central, Paula de Leitão. A executiva, que participou do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, realizado em Brasília, revelou em entrevista à CDTV, que a área técnica do BC tem a intenção de entregar o relatório sobre computação em nuvem até o final de abril. “Estamos trabalhando para isso, mas há outros trâmites a serem seguidos”, reforça Paula De Leitão.  A consulta pública também tratou de um tema relevante: a proteção do segmento financeiro aos ataques cibernéticos. Assistam a entrevista com a chefe adjunta de Regulação do Banco Central, Paula De Leitão. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47528&sid=97

Serviços na nuvem crescem 51.7% em 2017 no Brasil

Convergência Digital  Ana Paula Lobo – 14/03/2018 Dados setoriais de 2017, divulgados pela Brasscom, nesta quarta-feira, 14/03, no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas&Negócios, em Brasília, mostra que, no ano passado, o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país, com 51,7%, e chegou a uma receita de R$ 4,4 bilhões. Nos próximos quatro anos – 2018 a 2021 – a nuvem pública tem um impulso projetado em 27% ao ano, com infraestrutura como serviço chegando a R$ 12,4 bilhões, software como serviço a R$ 12,3 bilhões e Plataforma como serviço, a R$ 4,3 bilhões. As empresas de TICs, que incluem os provedores de TI e Comunicações e a produção in house, como as dos grandes bancos e centros de serviços, hardware, software e nuvem, produziram no ano passado R$ 467,5 bilhões. O crescimento do segmento chegou a 9,9% – em 2016, o setor cresceu apenas 0,4%, com a geração de 1,4 milhão de empregos. Os números mostram que TI e Comunicações, reunidas, produziram R$ 195,7 bilhões. Já a soma de TI com TI in house chegou a R$ R$ 238,9 bilhões.  O levantamento mostrou ainda que os investimentos em transformação digital, como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Inteligência Artificial e Segurança da Informação, para o período 2018 a 2021, são projetados em R$ 249,5 bilhões, com Internet das coisas liderando os aportes com R$ 169,7 bilhões, um impulso de 27%. Big data &Analytics respondem por R$ 56 bilhões, um avanço de 8,8% ao ano. Segurança da Informação terá um crescimento de 12% ao ano e chegará a R$ 22,8 bilhões. A Inteligência Artificial terá o maior crescimento das novas tecnologias nos próximos quatro anos, com projeção de 39% ao ano, com aportes de R$ 1,1 bilhão.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47504&sid=97

Governo reforça ordem para órgãos públicos armazenarem dados no Brasil

Convergência Digital Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa – 16/03/2018 O governo vai reforçar limitações ao uso da computação em nuvem pelos órgãos públicos. Uma nova versão da Norma Complementar 14, do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), já pronta, impede o uso da ‘nuvem’ para informações classificadas. E exige que fiquem em território nacional dados gerados e geridos pelo governo.  “Temos duas novidades essenciais. Primeiro a parte de classificação de dados. Nenhum dado que possui classificação, consoante à LAI, de ultrassecreto, secreto ou reservado pode ir para nuvem. Os outros dados ficam na decisão do gestor mais alto na sua esfera. O segundo pilar é que os dados produzidos pelo Estado, sob gestão do Estado, devem ficar armazenados em território nacional”, explica o diretor do DSIC, coronel Arthur Pereira Sabbat, que participou de debate sobre o tema durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios. O governo federal já vem adotando limites como esses na orientação de compras de serviços de nuvem pela administração pública. A própria versão original da NC 14, ainda de 2012, já indicava ser obrigatório que “a legislação brasileira prevaleça sobre qualquer outra, de modo a ter todas as garantias legais enquanto tomadora do serviço e proprietária das informações hospedadas na nuvem”.  Em 2016, essa lógica foi incorporada pelo Ministério do Planejamento em seu Manual de Boas Práticas, Orientações e Vedações para a Contratação de Serviço de Computação em Nuvem, que indicava a necessidade de armazenamento local dos dados. A atualização da norma do DSIC, segundo seu diretor, leva em conta deixar ainda mais clara a exigência, visto o aumento do uso dos recursos de ‘nuvem’ pelos órgãos federais. “Nossa expectativa é que ela seja publicada no Diário Oficial da União já na próxima semana”, completa Sabbat. Assistsam a entrevista com o diretor do DSIC, coronel Arthur Pereira Sabbat Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47517&sid=97  

Estratégia Digital vira Decreto em 21 de março

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O governo promete apresentar em uma semana, na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a conclusão da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, um documento que lista uma centena de ações e metas políticas para usar as tecnologias em prol do desenvolvimento econômico.   “É a ponta do iceberg. O lançamento da Estratégia Digital vai começar a girar engrenagens para articular a sociedade, governo e setor empresarial para fazer acontecer, no médio e longo prazo, para que o Brasil até 2050 possa superar patamares de crescimento de 4%, 5%”, diz o diretor de tecnologia e inovação do MCTIC, José Gontijo.  Ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios nesta quarta, 14/3, Gontijo ressaltou que a Estratégia dá previsibilidade de onde o país quer estar em 30 anos.  “O fato de a estratégia existir é o ponto principal. Existiam várias ações isoladas nas esferas governamentais. Agora temos um norte para que o setor privado e a sociedade tenham previsibilidade de onde o Estado brasileiro quer chegar com a transformação digital da economia. Temos questões endereçando cidadania e educação digital, de como o Brasil pode fazer parte dos elos globais, como se atrela aos eixos de dados transnacionais.” Segundo ele, o Decreto com a Estratégia Digital deverá ser publicado em 21 de março, data da próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que foi de onde surgiu a demanda ao governo federal para o desenvolvimento desse plano de longo prazo. Assistam a entrevista com  José Gontijo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47511&sid=11

Brasil corre risco de ficar para trás em incentivos para data centers

Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações voltou a defender a criação de um regime especial de tributação que favoreça a implantação de datacenters no país. Como ressaltou o secretário de telecomunicações André Borges ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, nesta quarta-feira, 14/03, o atraso em avançar nessa agenda já vai deixando o Brasil para trás.  “O Brasil até hoje não conta com uma política eficaz de atração e fomento a datacenter. Se não aprovarmos um programa como esse, os vizinhos o farão. A Argentina, que começou depois de nós, já está na frente. Não só não teremos mais essa atividade econômica no Brasil como vamos perder esse investimento para os vizinhos, como a própria Argentina e o Chile, porque não teremos condições de competir”, afirmou Borges.  O MCTIC, pontuou, tem alinhado um regime especial que ainda espera ver materializado em política. “Esse regime contempla incentivo tributário, mas não é renúncia porque estamos falando de uma atividade que ainda não existe. O grande desafio nosso é efetivamente corrigir o problema fiscal do país, mas ter em conta a necessidade de planejamento para o futuro. Não podemos apenas ficar fazendo economia, mas temos que fazer investimentos no país”, completou. Assistam a participação do Secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges.  Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47501&sid=8

MP com ajustes na reforma trabalhista deve caducar sem votação

Convergência Digital – Carreira  Luís Osvaldo Grossmann e Pedro Costa – 15/03/2018 Os termos da reforma trabalhista aprovada em novembro do ano passado vão vigorar sem mudanças, prevê o relator do que foi o PL 6787/16, Rogério Marinho (PSDB-RN). Segundo ele, a falta de entendimento na comissão especial que trata da Medida Provisória 808/17 e o prazo muito apertado tendem a fazê-la caducar.  “O prazo está praticamente se exaurindo, em 24 de abril, e a comissão só foi instalada na semana passada. E há um impasse na indicação do relator. Acredito que pelo andar da carruagem, como há necessidade de votar na comissão, na Câmara e no Senado, não haverá tempo hábil, que ela vai se exaurir e perder a validade. Se isso acontecer, volta a lei anterior, aprovada em 11 de novembro”, destacou o parlamentar ao participar do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios.  Ele acredita, porém, que já há benefícios mensuráveis da reforma e que a perda de validade da MP 808 dará tempo para a lei já aprovada maturar antes de sofrer modificações legislativas, inclusive com o posicionamento do Supremo Tribunal Federal sobre pontos que ainda possam trazer dúvidas.  “Há questionamentos, naturais, sobre o direito material, aquilo que diz respeito a questões doutrinarias antigas, como a temporalidade, se os contratos vigentes são afetados ou se há marco temporal de 14 de novembro, se o trabalho intermitente é legal ou não, se a negociação pode se sobrepor a legislação. São questões que em algum momento o STF vai dirimir”, pontuou o parlamentar. Assistam a entrevista.   Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47516&sid=46#.Wq6aLKjwZPY   

Brasscom lança manifesto para construir um Brasil Digital e Conectado

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 14/03/2018 … Convergência Digital   2018 é um ano eleitoral e tecnologia precisa ser uma prioridade no Brasil, observou o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. A entidade lançou durante o 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, nesta quinta-feira, 14/03, um manifesto batizado de Por um Brasil Digital e Conectado. “Precisamos ter clareza do Brasil que queremos aspirar. O manifesto da Brasscom está aberto para novas sugestões, mas precisamos trabalhar para se ter uma economia digital o quanto antes. O tema tem de ser prioridade”, reforça Sérgio Paulo Gallindo. O manifesto abarca governo digital e economia digital. Na parte do governo, há a sugestão de tornar as compras públicas em ações indutoras de transformação digital. A Brasscom sugere, por exemplo, prioridade às compras no modelo de nuvem e para aplicações móveis. O documento também objetiva segurança jurídica e tributária para fomentar a atração de novos investimentos, em especial, em tecnologias como Blockchain, Internet das Coisas, big data e inteligência artificial. O texto, explica Sergio Paulo Gallindo, está ‘aberto’ e pronto a receber colaboração de outras entidades do setor de TI e também de outros segmentos. “Queremos ter um texto para sensibilizar os presidenciáveis. Eles precisam entender a relevância da Tecnologia para o desenvolvimento do Brasil”, reforça o presidente-executivo da Brasscom. Clique aqui e baixe o texto do manifesto Por um Brasil Digital e Conectado. Assistam a entrevista com Sergio Paulo Gallindo. [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/03/P-2018-03-12-Manifesto-Brasil-Digital-Conectado-v30.pdf”] Clique aqui para ver a íntegra do manifesto (Arquivo PDF – 580 KB) Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47507&sid=11

Rediscussão da reoneração da folha perpetua a insegurança jurídica

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos A rediscussão da reoneração da folha de pagamento, que atingiria o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações – colocada na Agenda 15, divulgaa pelo Governo Temer, como prioritária para 2018 nas ações governamentais – perpetua a insegurança jurídica e afeta a confiança nos investimentos, lamenta o presidente-executivo da Brasscom, Sérgio Paulo Gallindo.  “Não deveríamos mais estar discutindo sobre reoneração da folha de pagamentos para TICs. Nós demos resultados com geração de empregos e aumento de arrecadação de impostos”, afirma o executivo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital. Sobre PIS/Cofins, também um item da Agenda 15, Gallindo diz que a unificação não é ruim, mas não pode implicar aumento de tributo, principalmente, para o setor de serviços. “O caminho para o Brasil é uma reforma tributária, com TICs como prioridade nacional”, reforçou. Como 2018 é um ano eleitoral, o setor mais uma vez vai buscar os candidatos para mostrar a relevância da TICs para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. “TICs permite um Governo, um Estado mais eficiente para o cidadão. Pode parecer tecniquês falar em big data, inteligência artificial, impressão 3D, realidade aumentada, mas essas tecnologias estão cada vez mais próximas de nós. O Brasil não pode perder essa onda”.  TICs como prioridade nacional e Reforma Tributária para uma Economia Digital são temas de painéis no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília, e que reunirá autoridades e empresários. Assista a entrevista com o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47373&sid=9    

eSocial entra em operação para grandes empresas

15Sistema do Governo Federal tem como objetivo facilitar a prestação e gestão de dados fiscais e está disponível para organizações com faturamento anual superior a R$ 78 milhões O eSocial. sistema integrado do Governo Federal que facilitará a prestação e administração de dados dos trabalhadores sobre obrigações fiscais e trabalhistas para os órgãos públicos, entrará em operação a partir de hoje (8). De acordo com resolução publicada em novembro pelo Comitê Diretivo, empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016 serão as primeiras que terão a obrigatoriedade de utilização do sistema. As micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs), deverão se cadastrar a partir de 16 de julho de 2018 e os órgãos e entidades públicas apenas em 14 de janeiro de 2019. Segundo levantamento feito pelo Sindicato das Empresas de Contabilidade e de Assessoramento do Estado de São Paulo (Sescon/SP), mais de 70% das organizações de médio e pequeno porte (PMEs) não estão prontas para o eSocial até o momento, e somente 7% concluíram as adaptações necessárias para entrarem no sistema em julho. A entrada do eSocial em etapas é o resultado de uma demanda do setor produtivo, que foi feita desde as primeiras reuniões do GT Confederativo do eSocial, que reúne os órgãos públicos do Comitê Diretivo e Confederações e Associações de diversos setores da economia. A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa o setor no grupo e contribui com propostas estruturantes para uma entrada segura do eSocial, considerando os testes necessários e as possíveis dificuldades de adaptação que empresas de diversos portes e tamanhos no Brasil encontrariam. As empresas de tecnologia desenvolvedoras de sistemas corporativos para o envio de informações no eSocial comemoram o faseamento de entrada do sistema. Segundo Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, trata-se de uma conquista que gera segurança jurídica para as empresas e fortalece o diálogo entre o setor público e produtivo. “Esta é mais uma etapa alcançada, em que a conjunção de esforços foi fundamental para atingirmos este objetivo”. Para José Alberto Maia, Auditor-Fiscal do Trabalho e representante do Ministério do Trabalho no Comitê Diretivo do eSocial, esta articulação entre empresas e Governo é fundamental. Ao enfatizar que a construção coletiva é uma das premissas do eSocial, “o engajamento gerado a partir desta interação entre empresas e Governo elevou o nível do projeto, sobretudo com o engajamento das empresas de TI, através da Brasscom, e de Contabilidade, pela FENACON”, afirma Maia.   Fonte: Desicion Report Link: http://www.decisionreport.com.br/governo/esocial-entra-em-operacao-para-grandes-empresas/#.WnMpjqinHIU  

Modelo de Pós Evento

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A Equipe Brasscom deseja à todos Boas Festas

A Equipe Brasscom deseja a você boas festas e um Ano Novo repleto de grandes realizações! Que em 2018 possamos construir um Brasil mais Digital e Conectado! Att.  Alana Araújo, Ana Paula Domingos, André Echeverria, Daniel Stivelberg, Danielle Leite, Evellin Silva, Jorge Taunay, Juliana Dias, Julianne Alves, Liliana Carnielli, Lucilaine Caetano, Luély Vaz Barbosa, Mariana Oliveira, Salomão Cunha Lima, Sergio Paulo Gallindo, Sergio Sgobbi e Stephanie Felix Sieber

Como sua vida irá mudar com essa decisão do governo

Por: Daniel Scott Professor e Escritor | Treinamento corporativo | Empreendedorismo Você está desempregado e quer voltar para o mercado de trabalho ou, então, está com medo de perder o emprego em 2018? Sem dúvidas temos perspectivas otimistas para a melhoria da situação econômica no próximo ano. Mas uma lei que está em tramitação poderá rapidamente acabar com essa realidade. Entenda de um jeito simples. Está em análise na Câmara dos Deputados o projeto de lei 8456/17, que ditará a reoneração da folha de pagamento. Se aprovado, haverá um aumento de 20% dos tributos sobre a folha de pagamento de empresas de diversos setores, como TI, hoteleiro, comércio varejista, etc. O impacto será imediato: estima-se a perda de 120 mil empregos em curto prazo. Só no setor de TI serão 83 mil pessoas desempregadas (cerca de 15% do total da força de trabalho atual). E, mesmo que você não seja afetado diretamente, certamente sofrerá um efeito indireto. Atualmente, nossa economia ainda está muito fragilizada. Economistas chamam essa situação de “fio da navalha”, pois uma pequena decisão política pode alterar radicalmente o futuro do país. Ou seja, um aumento dos impostos, ao mesmo tempo que pode cobrir uma parcela do rombo orçamentário, também produzirá um choque de custos e, consequentemente, repasse nos preços, trazendo de volta o fantasma da inflação. Mas como chegamos a esse ponto? Em 2011, o então governo lançou um pacote para aquecer a economia. Com ele, mais de 60 mil empresas deixaram de pagar a Contribuição Patronal na folha de pagamentos. Em outras palavras: reduziram sua carga tributária. O objetivo era estimular a geração de empregos e melhorar a competitividade do país. Deu bastante certo e centenas de milhares de empregos foram gerados. Durante alguns anos vivemos um boom econômico. Entretanto, paralelamente, a redução de impostos não foi acompanhada do corte nos gastos públicos e aumento da eficiência. A receita caiu, mas as despesas permaneceram as mesmas. Com os anos, o rombo foi aumentando, e hoje está insustentável. São quase R$ 60 bilhões! Sabe a crise que vivemos? Então, essa é uma das principais causas. Para sair dessa enrascada o governo tem duas opções: 1 – Reduzir os gastos e ser mais eficiente 2 – Aumentar impostos e passar a conta para a população Pois bem, a solução adotada foi a 2. Com o agravo da situação, o Ministério da Fazenda quer que as empresas sejam responsáveis por reequilibrarem o caixa do governo. Portanto, está na Câmara essa lei que obrigará a volta da Contribuição. Claro, ao onerar as empresas, indiretamente o custo cai no colo tanto dos consumidores (pois preços aumentarão) quanto dos trabalhadores (que serão demitidos). Agora você pode estar se perguntando: a medida 2 logicamente é ruim, mas a 1 é muito difícil de ser implementada. Aumentar imposto não seria a única solução viável? Por que aumentar impostos é péssimo para o país Para entender por que não podemos aumentar impostos nesse momento, explicarei rapidamente a famosa teoria econômica da Curva de Laffer, que mostra que aumentar impostos será duplamente ruim. Basicamente, a teoria diz que o aumento tributário traz um retorno em forma de um U invertido. Ou seja, aumentar impostos só traz um aumento de receita até um ponto ótimo (M), a partir do qual aumentar impostos pode acabar gerando MENOS receita! É o caso de um país que se encontra no ponto indicado pela seta. Parece contraditório, mas pense: mais impostos além do ponto ótimo significa que empresas terão mais gastos e precisarão demitir e aumentar preços. Portanto, a atividade econômica reduz, o consumo diminui e, consequentemente, a própria receita de impostos cai. Acontece o oposto do que era pretendido. E, infelizmente, essa é a realidade que vivemos. Um estudo feito pela Brasscom(Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), empresa parceira da ADP (líder global de soluções de gerenciamento de capital humano), mostra que a reoneração poderá gerar uma arrecadação R$ 1,2 bilhão INFERIOR à auferida com a manutenção da desoneração. Afinal, qual deveria ser o papel do governo? A análise mostra ainda que a manutenção da tributação nos moldes atuais impulsionará, até 2019, o crescimento das empresas e a geração de 21 mil postos de trabalho. Com a desoneração, o setor de TI, por exemplo, cresceu 12% ao ano nos últimos 5 anos, criou 95 mil postos de trabalho e proporcionou crescimento da remuneração de seus profissionais a uma taxa de 14,3% ao ano. O estudo indica ainda que, caso seja aprovada, a medida vai diminuir a competitividade e prejudicar a produção e exportação dos softwares e serviços desenvolvidos no Brasil, fazendo o setor retroagir 10 anos. Sabe quando seu amigo sempre fala que o Brasil não produz tecnologia e é por isso que estamos para trás em relação ao resto do mundo? Então, na verdade nós produzimos, e até com excelência. Mas, caso a lei seja aprovada, aí sim que seu amigo poderá estar com a razão. Fica difícil prever o que acontecerá. Entendo que reduzir gastos não é uma tarefa fácil. Mas aumentar impostos certamente é uma solução muito pior no longo prazo. Penaliza os consumidores, gera desemprego e ainda traz insegurança política e jurídica, o que repele investidores externos. Não podemos ter uma solução para um problema pior do que o problema em si. Tomara que a Câmara faça o que seja melhor para a população!   Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/como-sua-vida-ir%C3%A1-mudar-com-essa-decis%C3%A3o-do-governo-daniel-scott/