Empresas de tecnologia defendem adesão do Brasil à Convenção de Budapeste

País foi convidado há um ano e meio, mas ainda não aderiu ao acordo, que contempla estratégias para tipificação, combate e prevenção de crimes cibernéticos Em 2019, o Brasil foi convidado a aderir à Convenção do Conselho da Europa contra o Crime Cibernético, mais conhecida como Convenção de Budapeste. Com validade de três anos, o convite tramita agora no Congresso Nacional, através do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 255/2021, que conta com o forte apoio das empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Representante das principais empresas do setor no Brasil, a Brasscom tem atuado junto aos parlamentares a fim de reforçar a necessidade de aprovação célere do projeto. Trata-se da oportunidade de o Brasil ampliar sua participação na Convenção, passando do status de observador para Estado-membro – assim como mais de 60 países, incluindo Estados Unidos e grande parte da União Europeia. Na prática, a assinatura orientará as proposições legislativas acerca dos crimes cibernéticos no país, que deverá alterar ou criar lei próprias relacionadas ao tema de acordo com o que a Convenção estabelece. Entre as ações a serem tomadas, está a tipificação dos crimes cibernéticos, como infrações contra a confidencialidade, integridade e disponibilidade de sistemas e dados informáticos. Essa padronização promete facilitar e dar segurança jurídica à atuação das empresas multinacionais, garantindo ao Brasil um quadro jurídico mais qualificado para recepcionar inovações da economia digital como 5G, Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial. Também possibilitará às autoridades brasileiras acesso mais ágil às provas eletrônicas que estejam nos demais países que integram a Convenção. Atualmente, o PDL 255 está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, sob a relatoria do deputado Victor Hugo (PSL-GO). De acordo com a Brasscom, sua aprovação e ratificação permitirá que ações estabelecidas na Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber) sejam concretizadas. Instituída pelo Decreto 10.222/2020, ela prevê que o Brasil amplie a cooperação internacional, por meio de acordos para segurança cibernética e mecanismos de combate aos crimes cibernéticos. Em apoio ao projeto, a Brasscom publicou uma nota no último dia 29 de junho. Também são signatários do manifesto a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), a Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), a Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação (Asserti), a Associação das Startups e Empresas Brasileiras de TIC (Assespro), a Associação Brasileira de Tecnologia e Identificação Digital (Atid) e a Associação Brasileira das Empresas de Infraestrutura de Hospedagem na Internet (AbraHosting). Sobre a Brasscom A Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – é uma entidade sem fins lucrativos de representatividade nacional que congrega dezenas das maiores, mais dinâmicas e inovadoras empresas de TIC alinhadas com a Era Digital. A entidade atua para defender e promover o desenvolvimento do Macrossetor de TIC e de tecnologias digitais, em prol de um País Digital, Conectado e Inovador. Assessoria de Imprensa Iuri Max Silva (11) 99162-5347 (61) 99926-2990 iuri.silva@brasscom.org.br

É preciso investir em educação para preencher as vagas disponíveis com qualidade

Kelly Lopes*, O Estado de S.Paulo 30 de junho de 2021 | 04h00 Talentos não nascem prontos como ‘enlatados’ nos supermercados. Prepará-los passou a fazer parte da estratégia das empresas A convivência involuntária do mundo com a pandemia, entre todas as transformações ainda em curso, inegavelmente impulsionou nossa vida digital, ainda que nesse cenário tão trágico. As empresas, que antes já se sentiam obrigadas a investir em transformação digital, foram forçadas a adiantar seus projetos e com o desafio extra de incluir uma parte fundamental dos negócios: as pessoas. Veja a matéria completa aqui Fonte: Estadão https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,e-preciso-investir-em-educacao-para-preencher-as-vagas-disponiveis-com-qualidade,70003763791

LIVE – A centralidade da ANPD para a segurança jurídica da LGPD

Por: CryptoID A Live realizada pela Brasscom teve como moderador, o Presidente Executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, e como participantes a Dra. Ana Paula Bialer, sócia fundadora da BFA e indicada da Brasscom para o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD) e a Miriam Wimmer, Diretora do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Por Sergio Paulo Gallindo A Brasscom promoveu, em 10/06, uma live que trouxe “A centralidade da ANPD para a segurança jurídica da LGPD” como tema. Foi um bate-papo profundo e, sobretudo, muito informativo para os que estão trilhando a jornada de conformidade com a lei. Tive satisfação de receber duas debatedoras de primeira grandeza, que deram um show de profundidade e tecnicidade, trazendo uma visão abalizada e consistente com um país que tem vocação para Era Digital e que está construindo o seu arcabouço institucional e normativo. Miriam Wimmer, membro do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, discorreu sobre o papel do órgão, do ritmo de trabalho envolvendo tomadas de subsídios e consultas públicas, bem como, as orientações para os agentes envolvidos com tratamento de dados, visando dirimir dúvidas quanto ao significado de certas previsões legais. Comentou também o desenvolvimento do processo administrativo sancionatório, requisito importante antes da entrada em vigor das sanções previstas na lei. Já a advogada Ana Paula Bialer, sócia-fundadora do escritório jurídico BFA e líder do GTT de Regulação e Internet da Brasscom, contribuiu expondo o desafio da implementação, os obstáculos e dificuldades de coordenação da LGPD com o nosso arcabouço legal. Pontuou as diferenças da legislação brasileira em relação à europeia e destacou a importância de a ANPD ter um papel central na função de traduzir a lei para a nossa realidade. Para quem não pôde estar, ao vivo, que assista no canal do YouTube. Sergio Paulo Gallindo fala sobre o ingresso da BRASSCOM no CGICP-Brasil   Fonte: CryptoID https://cryptoid.com.br/banco-de-noticias/a-centralidade-da-anpd-para-a-seguranca-juridica-da-lgpd/

CONTRATAÇÕES EM TICS CRESCEM 300%, APONTA ESTUDO DA BRASSCOM

Por: TI Inside DA REDAÇÃO No primeiro trimestre de 2021, foram gerados 52 mil novos postos de trabalho em Tecnologia da Informação e Comunicação – contra 17 mil no mesmo período de 2020 Com 52.743 novos empregos gerados nos primeiros três meses de 2021, o Macrossetor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) já se aproxima do saldo de todo o ano de 2020, que fechou com um acréscimo de 59.153 postos de trabalho. É o que aponta o “Monitor de Empregos e Salários” – relatório de acompanhamento mensal do mercado de trabalho produzido pela Brasscom. A edição mais recente do estudo mostra que o setor empregou três vezes mais profissionais no primeiro trimestre deste ano do que no mesmo período do ano passado, que teve 17.067 novas vagas. Ao comparar o total de empregados no Macrossetor de TIC ao fim de 2020 – cerca de 1,6 milhões de pessoas – com o registrado em março de 2021, houve uma variação positiva de 3,3%. O avanço é especialmente significativo quando comparado ao restante da economia brasileira, que teve um crescimento de vagas ocupadas mais tímido: 1,8%. Os números do relatório apontam a resiliência do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, que continua crescendo e gerando empregos apesar da pandemia do novo coronavírus. Esses dados também estão alinhados aos registrados no ano passado, que mostraram, quando comparado a outros setores do mercado de trabalho nacional, uma recuperação mais rápida do Macrossetor de TIC. Houve recuo apenas nos meses de março, abril e maio e crescimento no restante do ano. De acordo com o Relatório Setorial 2020 – também elaborado pela Brasscom – apesar de finalizar o ano com um saldo positivo de mais de 50 mil vagas, as empresas de TIC ainda enfrentam um grande déficit. O documento estima que, para suprir a necessidade do setor, seria necessária a contratação média de 70 mil profissionais por ano entre 2019 e 2024. A demanda reprimida é resultado da falta de talentos qualificados, mesmo com as altas remunerações na área. Enquanto a média nacional de salários é de R$ 1.945, a remuneração média do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação é de R$ 4.792. Em serviços de alto valor agregado e software, ela chega a ser quase três vezes maior que a média nacional: R$ 5.628. (Com assessoria de imprensa)   Fonte: TI Inside Contratações do macrossetor de TIC crescem 300%, aponta estudo da Brasscom

Carreiras de tecnologia estão em alta durante a pandemia

Repórter Brasil Um mercado em alta: as carreiras de tecnologia estão entre as que remuneram melhor os trabalhadores. E com a pandemia, as chances de emprego aumentaram. Só que a formação de profissionais nesta área caminha a passos lentos. Acesse o link abaixo para assistir a matéria. https://tvbrasil.ebc.com.br/reporter-brasil/2021/04/carreiras-de-tecnologia-estao-em-alta-durante-pandemia   Fonte: TV Brasil

Ministro Marcos Pontes anuncia novo programa nacional de tecnologia

O MCTI Futuro pretende capacitar profissionais e programadores com experiência prática em todo o país e será lançado no mês de maio. O ministro Marcos Pontes, durante seu tradicional “Bate-Papo Ciência & Tecnologia” no canal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações(MCTI) no YouTube, anunciou no dia 06 de abril (terça-feira), o lançamento no próximo mês de maio de um novo programa nacional de tecnologia: o MCTI Futuro. O programa, que visa promover a capacitação tecnológica em larga escala de pesquisadores e estudantes em tecnologias emergentes, será coordenado pela Softex. Para a sua realização – em modelo de parceria público privada – já foram firmadas parcerias com mais de 40 empresas beneficiárias da Lei de TICs (Lei n? 8.248/191) e mais de 30 ICTs credenciadas ao CATI. — O futuro pertence ao conhecimento e aos jovens. Milhares deles terão a oportunidade de trabalhar no setor de TICs graças a esse esforço conjunto entre governo, empresas e ICTs. Esta é mais uma forma de transformarmos o conhecimento em produtos e geração de divisas para o país — disse o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. Segundo dados de um levantamento realizado pela unidade de inteligência, estudos e pesquisas da Softex, o déficit de profissionais de TI no país deverá superar 408 mil em 2022. E o processo de transformação digital, acelerado pela pandemia, tende a reforçar ainda mais a demanda por especialistas em tecnologias emergentes, justamente o foco do MCTI Futuro. Para o presidente da Softex, Ruben Delgado, —trata-se de um modelo inovador e escalável de capacitação, focada tanto no trabalho do futuro como no futuro do trabalho—. Participaram do bate-papo o presidente da Assespro, Italo Nogueira; o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo; o presidente da Datacom e do Conselho Superior da Associação P&D Brasil, Antonio Carlos Porto; o diretor da Inatel, Carlos Nazareth Marins; e o diretor de Planejamento e Relações Institucionais— Embrapii/MCTI, José Luis Gordon.   Fonte: Portal Fator Brasil – Online http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=406141

Câmara de BH aprova PL que deve facilitar instalação de antenas 5G na cidade

Texto foi aprovado em primeiro turno pelos vereadores e agora volta para análise de comissões temáticas. A Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) votou em primeiro turno, na última sexta-feira, 16, o Projeto de Lei (PL) 851/2019 apresentado em 2019 que trata sobre a criação de normas para a implantação e compartilhamento de infraestrutura de suporte e telecomunicações. A expectativa é de que a aprovação dessa medida seja o primeiro passo para a instalação de antenas de rede 5G na capital mineira. Nessa primeira votação o PL teve 32 votos favoráveis, sendo que 28 já seriam suficientes para a aprovação. No entanto, os vereadores rejeitaram o texto substitutivo apresentado pelo autor da proposta e líder do governo na Câmara, Léo Burguês (PSL). De acordo com os parlamentares, a nova versão atrapalha o texto original que foi construído por diversas entidades e que já foi tema de discussões em setembro do ano passado e neste mês, mas que acabou sendo retirado de pauta. Em algumas oportunidades em que a medida pôde ser discutida na Casa, algumas entidades chegaram a demonstrar preocupação com o impacto que as novas antenas poderiam ter na saúde da população. O autor da proposta afirma que todos estão preocupados com a saúde das pessoas, no entanto explica que essa questão das ondas não ionizantes que são emitidas pelas antenas já está superada no resto no mundo. Para Burguês, o objetivo do PL é fazer com que Belo Horizonte tenha acesso a a novas possibilidades de avanço na área de tecnologia da telecomunicação, o que é essencial para os cidadãos e empreendimentos modernos. Vale destacar que antes da aprovação, o texto recebeu parecer favorável das comissões em que foi analisado, como as de Legislação e Justiça, Meio Ambiente e Política Urbana, Educação, Cultura e Administração Pública. Segundo o diretor de Relações Institucionais da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom), Sergio Sgobbi, que a aprovação do texto vai fazer com que a legislação de Belo Horizonte se adeque à Lei Geral de Antenas, regulamentada no final do ano passado. Além disso, ele destaca que isso pode atrair mais investimentos para a cidade, principalmente em infraestrutura, que vai desde a construção de torres até a questão das antenas. Agora, o texto volta para as comissões temáticas, antes de retornar para votação em segundo turno no plenário da Casa.   Fonte: Minha Operadora Câmara de BH aprova PL que deve facilitar instalação de antenas 5G na cidade

BRASSCOM DESTAQUES NOTÍCIAS PROTEÇÃO DE DADOS Coalizão no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade

Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade será formado por 23 conselheiros. Porém já recebeu mais de 100 indicações. O expressivo número de candidaturas reforça a inegável importância da proteção de dados pessoais e da privacidade para todos os setores da sociedade brasileira. Pensando nisso, um grupo de entidades representativas e de confederações sindicais passaram a discutir uma forma de aglutinar forças e promover a institucionalização da participação de todas, independentemente da escolha final por parte da ANPD, por meio dá entidade representativa escolhida pela ANPD, e mediante a atuação o correspondente profissional designado. A partir da constatação da tecnicidade dos profissionais indicados por cada uma das entidades representativas e das confederações sindicais, estabeleceu-se uma prática de apoio recíproco entre as postulantes à cadeira no CNPD, e, também, apoio de outras entidades não postulantes. A Brasscom entende que, desta forma, construiu-se uma Coalizão da qual decorre o adensamento da representatividade coletiva, fruto da aglutinação de forças e competências, visando o melhor interesse de colaborar com a ANPD no desempenho das suas atribuições legalmente constituídas. Este é um exemplo emblemático do exercício de diálogo institucional, compreendendo entidades representativas do setor produtivo dos mais variados segmentos econômicos, evidenciando a complexidade do debate em torno do tema de proteção de dados pessoais. O diálogo cooperativo é forma sofisticada de exercício democrático, típico da tendência de amadurecimento das democracias representativas no século XXI. A Coalizão se insere em 3 contextos complementares: 1 – Adensamento da representatividade coletiva 2 – Tecnicidade dos candidatos 3 – Cooperação entre as entidades 1 – Adensamento da representatividade coletiva As entidades que integram a coalizão, o fazem em prol da representatividade das entidades que pleiteiam assento, e a institucionalização da participação por meio da formalização de um modus operandi colaborativo. 2 – Tecnicidade dos candidatos DA QUALIFICAÇÃO DA INDICADA DA BRASSCOM dados Ana Paula Bialer, Sócia-Fundadora da Bialer Falsetti Associados e Líder do GTT de Regulação e Internet da Brasscom Ana Paula Bialer é líder do GTT de Regulação e Internet da Brasscom, sócia fundadora da BFA, advogada com reconhecida experiência nas áreas de Tecnologia, Internet, Telecomunicações e Audiovisual, fornecendo consultoria jurídica, regulatória e de políticas públicas nesses segmentos. Atuou ativamente na confecção da Lei Geral da Proteção de Dados representando diversas empresas e associações representativas do setor de tecnologia. Possui o certificado do IAPP de expertise em Proteção de Dados (CCPI-E). A indicada é graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre em Direito pela Queen Mary & Westfield College, da Universidade de Londres, e autora do livro “Regulation of Audiovisual Media in Convergent Environment”. Possui artigos publicados sobre regulação nos setores de audiovisual e de telecomunicações, bem como sobre proteção de dados pessoais. 3 – Cooperação entre as entidades DOS COMPROMISSOS DA BRASSCOM COM OS APOIADORES  Na hipótese em que a Indicada venha a ser efetivada em uma das duas referidas vagas, a Brasscom, desde já, se compromete junto às Apoiadoras a: (i) receber as demandas da ANPD ou do CNPDP e encaminhá-las, tanto para apreciação por parte da Brasscom, como para as Apoiadoras; (ii) apresentar opiniões, sugestões, pareceres ou propostas de encaminhamento ou de políticas públicas previamente autorizadas ou consensuadas com Apoiadoras; e (iii) endereçar quaisquer outras demandas, sempre sujeitas à ciência e anuência da Brasscom. A Brasscom entende que o apoio conferido tem como base: (i) a tecnicidade do indicado; (ii) a afinidade da Brasscom com a entidade apoiada, a saber, a valorização da economia intensiva em dados e da proteção de dados pessoais; e (iii) a representatividade da entidade apoiada, tendo em vista o histórico de envolvimento e contribuição para a matéria. Acesse o site da Brasscom para ler os termos e inscrever sua organização para participar Coalizão no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade   Apoio à Candidatura da Brasscom através da Candidatura da Ana Paula Bialer ao Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade Brasscom Apoia às Candidaturas ao Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade Termo de Cooperação de Atuação Conjunta em Face ao Conselho Nacional de Proteção de Dados e Privacidade – CNPDP Participe você também! https://brasscom.org.br/coalizao-no-cnpd/ A Brasscom construiu a Coalizão visando o melhor interesse de colaborar com a ANPD no desempenho das suas atribuições legais.     Fonte: CryptoID https://cryptoid.com.br/banco-de-noticias/coalizao-no-conselho-nacional-de-protecao-de-dados-pessoais-e-privacidade-brasscom/    

Coalizão no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade

[vc_row css=”.vc_custom_1618526228975{margin-top: 50px !important;margin-bottom: 20px !important;border-top-width: 50px !important;border-bottom-width: 20px !important;padding-top: 30px !important;padding-bottom: 20px !important;}”][vc_column][vc_column_text] Nota atualizada sobre as eleições do  Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD) [/vc_column_text][vc_column_text] Como adensamento da representatividade coletiva e fruto da aglutinação de forças e competências, a Brasscom e outras 33 entidades de diferentes setores fazem parte de uma Coalizão. No dia 5 de março, foi publicada lista tríplice para preenchimento de vagas dos membros titulares e suplentes a comporem o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (CNPD). Os nomes foram avaliados e selecionados de forma consensual pelos Diretores da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) em reuniões técnicas e encaminhadas ao Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República para nomeação pelo Presidente da República, nos termos do disposto no § 6º do artigo 15 do Decreto 10.474/2020. A Brasscom, com a indicação da Dra. Ana Paula Bialer, é uma das entidades que configura na lista tríplice no edital 4, reservado para entidades representativas do setor empresarial. Na Brasscom, a Dra. Ana Paula Bialer é líder dos Grupos de Trabalho Temáticos que tratam de temas relativos à governança de dados e regulação e internet, e é uma das maiores especialistas em Proteção de Dados. Como adensamento da representatividade coletiva e fruto da aglutinação de forças e competências, a Brasscom e outras 32 entidades de diferentes setores fazem parte de uma Coalizão, que tem como objetivo atuar em prol da representatividade e fortalecimento de diversos setores para debate e colaborar com a ANPD no desempenho das suas atribuições legalmente constituídas. Entre os setores da coalizão, constam entidades da área da Saúde, Tecnologia da Informação, Telecomunicação, Indústria, Transporte, Serviços, entre outras. [/vc_column_text][vc_separator][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text] O Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade será formado por 23 conselheiros. Porém já recebeu mais de 100 indicações. O expressivo número de candidaturas reforça a inegável importância da proteção de dados pessoais e da privacidade para todos os setores da sociedade brasileira. Pensando nisso, um grupo de entidades representativas e de confederações sindicais passaram a discutir uma forma de aglutinar forças e promover a institucionalização da participação de todas, independentemente da escolha final por parte da ANPD, por meio dá entidade representativa escolhida pela ANPD, e mediante a atuação o correspondente profissional designado. A partir da constatação da tecnicidade dos profissionais indicados por cada uma das entidades representativas e das confederações sindicais, estabeleceu-se uma prática de apoio recíproco entre as postulantes à cadeira no CNPD, e, também, apoio de outras entidades não postulantes. A Brasscom entende que, desta forma, construiu-se uma Coalizão da qual decorre o adensamento da representatividade coletiva, fruto da aglutinação de forças e competências, visando o melhor interesse de colaborar com a ANPD no desempenho das suas atribuições legalmente constituídas. 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width=”1/4″][vc_column_text] Interactive Advertising Bureau [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_column_text] Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico Nacional e Inovação [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_column_text] Sociedade Brasileira de Computação [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_column_text] Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1618526261401{margin-top: 10px !important;margin-bottom: 50px !important;border-top-width: 10px !important;border-bottom-width: 50px !important;padding-top: 10px !important;padding-bottom: 30px !important;}”][vc_column width=”1/4″][vc_column_text] Sindicado Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite [/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][vc_column_text] Associação Brasileira das Prestadoras

Competitividade: o mantra do Brasil no jogo da economia digital

Ana Paula Lobo e Pedro Costa … 25/03/2021 … Convergência Digital O Brasil tem vocação para a tecnologia, mas ainda não fez o dever de casa, afirmou o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, após a realizado do Brasscom TecFórum 2021. A entidade definiu três objetivos estratégico para o ano, definidos como pouco diferentes dos anos passados, mas absolutamente críticos para a era digital. “O Brasil precisa trabalhar a sua competitividade para ter o desenvolvimento exigido pela sociedade. Sem competitividade, o Brasil perde o jogo da transformação digital”, observou Gallindo. Nessa área, a reforma tributária ganha prioridade. Para a Brasscom, é preciso modernizar e simplificar o sistema tributário, retirando o excesso de ‘casos particulares’ para viabilizar a desoneração do emprego. “Digo que não é um pleito setorial de TIC. A desoneração do emprego será boa para toda a economia”, adiciona Gallindo. O segundo ponto passa pela formação de talento. Gallindo diz que é imprescindível investir e qualificar os profissionais no Brasil. Ele lembra que TIC vive uma crise pelo excesso de empregos não concretizados. “É uma realidade bem dura. Há vagas, mas faltam pessoas qualificadas o suficiente. Chegou a hora de fazermos o dever de casa. O Brasil tem vocação para tecnologia. Mas se não agir vamos ter de contratar mão de obra fora do país”, reforçou o executivo da Brasscom. Em igualdade de prioridade desponta o terceiro ponto: o uso intensivo de dados para todas as aplicações. Gallindo lembra que a pandemia de Covid-19 fez a era digital chegar para valer e só haverá vida e cidadania digital se houver cuidado com esses dados com a Lei de Proteção de Dados e a segurança da informação. Com relação à LGPD, Gallindo lembra que ela foi a legislação possível e é um patrimônio brasileiro por ter sido elaborada a partir da participação de diferentes e distintos setores. “Mas ela precisa funcionar, tem muita coisa por fazer, muita coisa por regularizar. Precisamos de ter as boas práticas, mas estamos fazendo”, observa. Respondendo por 6,8% do Produto Interno Bruto do Brasil, TICs ainda trabalha para convencer as autoridades e os legisladores da sua relevância para o desenvolvimento do Brasil. “Mas avançamos muito. Exige um melhor entendimento. A desoneração da Internet das Coisas foi um grande ganho; a nova regra do FUST também e o leilão 5G priorizar investimento e não a arrecadação para os cofres públicos também. Amadurecemos. A verdade é que a sociedade brasileira hoje não se olha pelo espelho, mas se olha pela videoconferência.”. Assistam a entrevista exclusiva com o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=56491&sid=5

Brasscom: Encerrar benefícios fiscais é um desserviço ao Brasil

Convergência Digital … 08/03/2021 … Em carta aberta ao mercado, divulgada nesta segunda-feira, 08/02, a Brasscom – Associação que representa 90 Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – sustenta que 2020 foi um ano desafiador para todo país e obrigou a reinvenção para a continuidade as atividades e “manter o Brasil rodando” durante o cenário inimaginável causado pela pandemia que nos assola. A entidade sustenta que a aprovação da PEC 186/2019 no Senado Federal na última quinta-feira, 04, foi recebida com bastante preocupação visto que determinados dispositivos constantes na PEC vão na contramão do que a economia necessita. Ao longo do ano passado, reporta a Brasscom, todos os setores sofreram com as consequências da pandemia. No caso de TIC, não foi diferente. O setor iniciou o primeiro semestre em queda, mas rapidamente se reformulou para atender aos novos desafios e ainda foi a base de adaptação para que os demais setores conseguissem sobreviver. Mesmo com os profissionais atuando na modalidade de teletrabalho, o setor de TIC se mostrou resiliente com um crescimento de 4,99%, segundo dados da Brasscom, superando a previsão de contratações anteriores à pandemia e atingindo o marco de mais 57mil novos profissionais. A Brasscom alerta que com as recentes vitórias para o pleno desenvolvimento econômico, como a aprovação da LGPD, a manutenção da desoneração da folha e o fim da bitributação de software, além das discussões em torno de reforma tributária inteligente, nota-se uma jornada positiva para melhoria no ambiente competitivo brasileiro. Assim, o Brasil se torna mais atrativo aos investimentos, ampliando a presença de empresas nacionais e estrangeiras. Mas a entidade adverte: as conquistas alcançadas até aqui com esforço conjunto da sociedade, da academia, do setor produtivo e do governo podem ser invalidadas com decisões inadequadas como a aprovação da PEC em questão. Encerrar os benefícios e incentivos fiscais, como proposto pela PEC 186/19, é um desserviço ao país, à economia, aos empresários e ao cidadão. Fonte:  Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=56313&sid=5

Dia da Mulher: por que grandes empresas querem mais mulheres liderando na tecnologia

Quase 40% das vagas em negócios de tecnologia no Brasil já são ocupadas por mulheres. Grandes empresas como Google e Microsoft querem agora ampliar a presença delas em cargos de liderança Por Luísa Granato Publicado em: 08/03/2021 às 07h00  A desenvolvedora Dynnah Max Silva e a analista de dados Simone Piwowarczyk Araujo: uma nova geração de mulheres na tecnologia (Montagem/Exame/Divulgação) Nascida em 1815, a matemática inglesa Ada Lovelace foi a primeira programadora da história. Nos anos 1950, a cientista americana Margaret Hamilton foi uma das primeiras pessoas usar o termo “engenharia de software” para nomear a área de estudo e escreveu o código que permitiu que o homem pousasse na Lua. Em 1999, Marissa Mayer se tornou a primeira engenheira a ser contratada pelo Google.  De uns anos para cá, tornaram-se comuns as reportagens sobre o aumento da presença de mulheres em empresas de tecnologia. É, de fato, uma boa notícia. Ao mesmo tempo, para muitas lideranças femininas em empresas do setor, soa estranha essa narrativa. Afinal, o esforço de mulheres pioneiras como Lovelace vêm construindo tecnologia há mais de 200 anos – e, de lá para cá, esse universo segue predominantemente masculino. No Brasil, o setor de tecnologia da informação e comunicação possui 37% de mulheres em sua mão de obra, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), um avanço importante em relação ao comum até poucos, quando a presença feminina no setor mal passava de 10%. As grandes querem dar o exemplo O desafio, agora, é expandir a participação das mulheres em cargos de liderança nas empresas de tecnologia. Só 35% da mão de obra feminina no setor ocupa essa fatia de cargos e salários mais altos. Em posições cobiçadas pelo mercado, como a de programadores, elas seguem muito escassas – só 14% dos programadores do Brasil são mulheres, diz a agência de recrutamento e seleção Catho. A grande maioria das mulheres estão em posições menos remuneradas, como atendentes de help desk. As grandes empresas de tecnologia querem dar o exemplo de que é possível mudar essa realidade. No Google, quase 27% das funcionárias mulheres exercem algum cargo de liderança, de acordo com dados obtidos com exclusividade por EXAME. No Brasil, a representatividade é um pouco maior – elas já representam um terço da liderança da gigante de tecnologia por aqui. E, em 2020, o número de posições ocupadas por candidatas mulheres cresceu 25%. O avanço foi possível por causa da busca intencional por mulheres na hora de contratar novas lideranças, diz Flavia Garcia, gerente de diversidade do Google para América Latina e Canadá, para quem programas dedicados a promover diversidade nas empresas são um dos principais fatores para avançar com o tema nas empresas. “A nossa missão é representar os usuários dentro da força de trabalho do Google. Acompanhamos as contratações por gênero e temos a aspiração de chegar a números que representem os talentos disponíveis no mercado. A questão é que temos um déficit histórico de representação feminina na área. As carreiras em ciência não têm 50% de mulheres graduadas, então também precisamos de ações nessa frente”, diz Flavia. A gerente cita pontos cruciais na jornada da empresa: ter toda a liderança engajada no tema, definir métricas claras para acompanhar a efetividade de ações, além de preparar os recrutadores para lidar com vieses inconscientes ao escolher candidatos para uma vaga – seja ela de liderança ou não. “Seria muito mais rápido preencher uma vaga se só olharmos para homens brancos e engenheiros. Então, todos os elos da cadeia de contratação precisam se sentir responsáveis por olhar para a diversidade e aumentar a presença de grupos sub-representados”, diz.  (Patricia Lima/Exame) Com metade dos cargos de liderança ocupados por mulheres, a Microsoft segue uma abordagem semelhante ao Google para ampliar a presença feminina no time. A regra por ali é clara: os recrutadores precisam garantir que ao menos uma mulher chegue à etapa final das vagas. Sem isso, o processo seletivo todo corre o risco de voltar à estaca zero. Na gigante de tecnologia o debate sobre questões de gênero no ambiente corporativo remonta aos anos 1990, e veio na esteira de discussões internas para ampliar o quadro de funcionários negros. Na operação brasileira, as questões de diversidade vêm sendo debatidas com mais intensidade há pelo menos nove anos. A vice-presidente da Microsoft do Brasil dedicada ao tema, Alessandra Karine, usa uma parábola para explicar a importância de mulheres exercerem cargos de liderança por ali: “Se convida para a festa, tem que chamar para dançar”, diz ela, para quem tão importante quanto a contratação de mão de obra feminina é a retenção de talentos. “Vejo a questão da mesma forma como a empresa vê os clientes: não vale a pena contratar uma [mulher] e perder duas.” Para Alessandra, o primeiro passo para uma maior diversidade no topo já foi dado a medida que mulheres executivas estão passando o bastão para outras mulheres em empresas brasileiras. Como exemplo, ela cita trocas recentes na própria Microsoft (Tânia Cosentino assumiu a cadeira de Paula Bellizia no início de 2019) e na desenvolvedora de softwares SAP (Adriana Aroulho sucedeu Cristina Palmaka na metade do ano passado). No Nubank, banco digital cofundado por Cristina Junqueira, a nova meta é se tornar a empresa de tecnologia mais igualitária. A empresa divulgou que quer metade dos cargos de liderança ocupados por mulheres em menos de cinco anos . Para isso, serão abertas 3.300 vagas apenas para as profissionais. “Queremos ser a empresa mais igualitária do setor de tecnologia da América Latina, quem sabe do mundo todo. Temos um percentual alto de mulheres quando comparamos com outras empresas, mas queremos melhorar ainda mais. Traçamos essa meta para os próximos cinco anos e o nosso objetivo é alcançá-la antes”, afirma Cristina Junqueira. Uma mulher puxa a outra pra cima A vice-presidente da Microsoft do Brasil acredita muito que uma mulher pode ajudar e puxar as outras. “Sou apaixonada pelo tema da mentoria. Não somente na empresa, mas com mulheres de fora. Quando vou falar de carreira na escola dos meus filhos, os meninos se interessam mais, mas faço o pedido para conversar com uma turma de meninas também”, diz. Para muitas mulheres que hoje estão em cargos de liderança

Dia da Mulher: 81% já sofreram preconceito de gênero no universo da tecnologia

  A cada ano, o número de mulheres dentro do universo da tecnologia cresce. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), a participação feminina na área aumentou entre 2015 e 2019, saltando de 27,9 mil no primeiro ano da análise para 44,5 mil. Esse crescimento de quase 60% é um grande avanço em um setor que sempre foi majoritariamente ocupado por homens. Ainda assim, a diferença entre gêneros é grande e ter uma cultura com foco em diminuir essa lacuna é apenas uma das facetas da luta dentro da TI, que é marcada principalmente pelo preconceito: no ano passado, 81% das mulheres do setor afirmaram ter passado por algum tipo de discriminação de gênero. Isso é o que aponta o estudo “Mulheres em TI”, realizado pela consultoria em recrutamento e seleção Yoctoo. Ainda de acordo com o levantamento, 63% das respondentes afirmam que no ambiente de trabalho é onde o preconceito mais acontece. Para 82% dessas entrevistadas, o maior impasse é ter de provar, a todo momento, a própria competência técnica. Esse número é 40% acima do registrado em 2019, quando 42% das respondentes acreditavam que este era o maior desafio enfrentado no ambiente de trabalho. Serem respeitadas por pares, sejam superiores ou subordinados do gênero masculino, também aparece no ranking de principais reclamações, ocupando a segunda posição (51%). É preciso, cada dia mais, “trabalhar para mudar essa realidade, afinal, existe uma grande demanda reprimida por profissionais dessa área”, diz o diretor da Yoctoo, Paulo Exel. Diferença começa na educação O mercado de trabalho na TI pode ser inóspito para mulheres, mas a discriminação começa em etapas anteriores a essa. Mais de 40% delas afirmam sofrer preconceito de gênero já nas universidades, mostra o estudo da Yoctoo. Isso se deve também à maioria dos cursos relacionados ser composta por homens. E, depois desse período, os entraves não diminuem. Mesmo já inseridas dentro do universo da TI, muitas mulheres chegam a abandonar a carreira. A principal motivação para 37% delas é a cultura corporativa, segundo o levantamento “Resetting Tech Culture”, divulgada em 2020 pela Accenture em parceria com a Girls Who Code, uma organização internacional sem fins lucrativos que trabalha em prol da equidade de gênero na TI. A mesma pesquisa mostra que se as empresas desenvolvessem uma cultura mais inclusiva nesse sentido, a taxa anual de turnover de mulheres na TI cairia em 70%. Falha na representatividade Toda essa escassez feminina no mercado da TI reflete em outro ciclo nocivo: a falta de representatividade. Sem isso, menos mulheres enxergam que aquele lugar pode ser ocupado por elas e, assim, o círculo vicioso de falta de incentivo se perpetua. Essa, aliás, foi uma das principais preocupações apontadas por 48% das entrevistadas pela Yoctoo: não ter em quem se inspirar. Agregado a isso, a falta de oportunidade em processos seletivos é outra falha apontada por 39% das entrevistadas. Corrobora com esse dado outro número mostrado na pesquisa da Accenture com a Girls Who Code, onde 45% dos líderes de Recursos Humanos acreditam que está mais fácil para as mulheres se darem bem no ramo da tecnologia, mas apenas 21% das mulheres entrevistadas concordam com isso. Quando o recorte é racial, o número é ainda menor: apenas 8% das mulheres negras, por exemplo, acreditam no mesmo. Vale citar que o estudo da Accenture foi realizado com uma base de entrevistados dos Estados Unidos. No Brasil, há poucos dados de mulheres na TI que endereçam detalhamento com outros recortes. O levantamento “#QUEMCODABR” de 2019, realizado pela PretaLab em parceria com a ThoughtWorks, trouxe luz a alguns números sobre diversidade de profissionais no setor de tecnologia no País. Em 95,9% dos casos analisados pela pesquisa, não há qualquer pessoa indígena nas equipes de TI; e em 32,7% dos casos, não há qualquer pessoa negra. Se considerando que, em 64,9% dos casos, as mulheres compõem no máximo 20% das equipes de trabalho, dá para se ter uma ideia do tamanho da questão quando a análise é minuciosa. Profissionais de RH, portanto, possuem papel crucial para fazer esse universo mais diverso e equilibrado. “É nosso papel proporcionar processos seletivos mais justos, inclusivos e, principalmente, sem nenhum tipo de viés”, afirma Exel. Para ele, iniciativas como a de incentivar os responsáveis pelas seleções de profissionais, para promover um processo neutro e focado em habilidades, possibilitam reverter esse cenário. Resolução e benefícios Para 52% das entrevistadas, o incentivo dos pais desde a infância é imperativo quando o assunto é a inserção de mulheres dentro da TI. Equiparação salarial também entra no ranking, com 48% das entrevistadas afirmando acreditar que esse é fator essencial para mudar o cenário de preconceitos. Para 31% das entrevistadas pela Yoctoo, criar políticas empresariais mais claras em relação ao incentivo à diversidade também aparecem no ranking de iniciativas que devem ser feitas para ter mais mulheres seguindo carreiras na TI. Vale ressaltar que diminuir essa lacuna não é apenas interessante do ponto de vista da diversidade em locais de trabalho, mas também da perspectiva técnica. Até 2024, o segmento de tecnologia terá de lidar com uma defasagem de mais de 370 mil profissionais. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o mercado irá demandar cerca de 420 mil profissionais de TI especializados para preencher vagas disponíveis em empresas anualmente, enquanto que apenas 46 mil deles sairão de cursos superiores com formação na área. Atualmente, existem 580 mil profissionais de TI no País e apenas 20% deles são mulheres, segundo números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ou seja, espaço há. Falta incentivos à mudança. Veja abaixo mais detalhes sobre o estudo feito pela Yoctoo. A pesquisa da Yoctoo entrevistou mais de 125 mulheres, dos mais variados cargos: de especialista em TI a líderes de equipe técnica, executivas C-Level, empreendedoras, freelancers e estudantes. Os questionários foram aplicados entre 22 e 28 de fevereiro de 2021.   Fonte: Olhar Digital  https://olhardigital.com.br/2021/03/08/pro/dia-da-mulher-81-ja-sofreram-preconceito-de-genero-no-universo-da-tecnologia/

Brasscom TecFórum Acontece nos dias 23 e 24 de Março

A Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, realizará a 5ª edição do seu principal evento anual em formato totalmente online.   São Paulo, 1 de março de 2021 –O Brasscom TecFórum é o mais aguardado evento de políticas públicas para a Transformação Digital do Brasil. O evento marca o lançamento da agenda institucional da Brasscom, com as pautas prioritárias do Setor de TIC em 2021, através de diálogos entre os principais tomadores de decisão dos setores público e privado, unidos por um Brasil Digital, Conectado e Inovador. O evento acontecerá em duas manhãs com formato de painéis com os principais interlocutores do governo, as maiores lideranças do setor e especialistas das temáticas. Os convidados irão expor suas visões sobre políticas públicas e tecnologias essenciais para a transformação digital do Brasil, bem como ressaltar as medidas necessárias para a competitividade econômica e a inclusão social do país. Confira a programação com os participantes confirmados em: https://brasscomtecforum.com.br/   Contamos com a sua participação: Brasscom TecFórum 2021 Data: 23 e 24 de março Horário: 08h30 às 12h00 Local: Online Contato: comunicacao@brasscom.org.br Inscrições gratuitas: https://brasscomtecforum.com.br/inscreva-se/

STF retomará casos sobre tributação de software e diferencial de alíquota de ICMS

Julgamentos de quinta-feira (4/2) demonstrarão a posição do ministro Nunes Marques em assuntos tributário FLÁVIA MAIA BÁRBARA MENGARDO O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nesta quinta-feira (4/2) o julgamento de dois relevantes temas tributários que foram iniciados em 2020: a tributação de softwares e a cobrança do diferencial de alíquota de ICMS em operações interestaduais. Os dois julgamentos foram interrompidos no fim do ano passado por… Leia a matéria completa no site do Jota   Fonte: Jota https://www.jota.info/paywall?redirect_to=//www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/stf-retomara-casos-sobre-tributacao-de-software-e-diferencial-de-aliquota-de-icms-03022021

ANPD abre consulta pública para ter regra especial de multas e sanções às PMEs

Convergência Digital … 29/01/2021 … Convergência Digital A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) iniciou a tomada de subsídios sobre a regulamentação da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, para microempresas e empresas de pequeno porte. As contribuições devem seguir o modelo divulgado no site e podem ser enviadas até o dia 1º de março de 2021. A medida faz parte da agenda regulatória 2021/2022, divulgada nesta quinta-feira, 28/01. Nela, a ANPD sustenta que as decisões sobre as PMEs serão conhecidas até julho – “no caso da proteção de dados e da privacidade para pequenas e médias empresas, startups e pessoas físicas que tratam dados pessoais com fins econômicos”, trata-se de atender à Lei Geral de Proteção de Dados (13.709/18) quando “prevê regulamentação diferenciada para microempresas e empresas de pequeno porte, com a edição de normativo sobre o assunto, conforme estabelece o art. 55-J da referida lei”. determina a agenda regulatória. A diferenciação entre as PMEs e as grandes empresas é um pedido das Entidades de TI. “Nos parece óbvio que o tratamento tem que ser diferente. E essa diferenciação entre pequenas, médias e grandes empresas precisa estar entre as prioridades, até porque alguns mecanismos, como os relatórios de impacto, precisam ser modelados dentro da capacidade das empresas. E também deve haver um reconhecimento que se as empresas grandes estão de alguma forma se saindo bem nessa pandemia, o setor está sendo resiliente, as pequenas e médias empresas estão em modo de sobrevivência. Então esse é um reconhecimento que precisa ser feito”, afirmou o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, ao falar com o Convergência Digital, em novembro do ano passado, quando houve a nomeação dos nomes do conselho diretor da ANPD. Pesquisa feita pela ICTS Protiviti, consultoria de gestão de riscos e compliance, no começo de dezembro com 296 empresas, aponta que mesmo após a sanção da LGPD, 82% das empresas ainda estavam atrasadas com as ações de adequação. Confrontando-se o nível de adequação das grandes empresas, que representam 22,1% das organizações pesquisadas, versus as micro e pequenas empresas, que somam 45,1%, o estudo destaca que as grandes empresas estão em média 50,2% mais preparadas do que as micro e pequenas.     Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=55996&sid=16

Tecnologia ganha mais voz em Brasília

Por: Maurício Renner – Editor at Baguete Diário Entidades do segmento entraram em um comitê do Ministério de Ciência e Tecnologia. As empresas de tecnologia ampliaram sua influência em Brasília, passando a ocupar um espaço dentro do Comitê da Área de Tecnologia da Informação (Cati), um órgão consultivo do Ministério da Ciência e Tecnologia. A Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico, Nacional e Inovação – P&D Brasil, Brasscom, Assespro e Abinee agora são os integrantes da parte do comitê destinada aos empresários. As entidades substituíram os dois representantes cada um antes indicados pela Softex, associação ligada ao governo para promoção do setor de software, e a Confederação Nacional da Indústria – CNI. O Cati foi criado em 2001 e a nomeação dos integrantes  é prerrogativa do ministro. O órgão não tem duração definida e a sua atribuição é gerir os  recursos destinados a atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação oriundos das contrapartidas aos benefícios fiscais previstos na Lei de Informática de 1991. “O Cati é estratégico para o setor de TI. Ele valida as políticas de inovação do país. Para nós, da Assespro, é de extrema importância estarmos participando desse colegiado”, explica Ítalo Nogueira, presidente da Federação Assepro. Como costuma acontecer nesse tipo de conselho, a grande maioria dos integrantes é oriundo de outras partes do governo, incluindo dois representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, dois do Ministério da Economia, dois do Ministério das Comunicações, dois do CNPq, dois do Finep e dois do BNDES. Também há representantes da chamada comunidade científica, incluindo a Sociedade Brasileira de Computação e a Sociedade Brasileira de Microeletrônica. Além do empresariado, o conselho é formado por representantes do Ministério da Economia (ME), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da comunidade científica. A influência dos representantes do empresariado, por tanto, é limitada. Mas a nova composição não deixa de ser uma vitória para o setor de software, uma vez que a representação anterior era composta por delegados da CNI, uma entidade que tem em mente os interesses da indústria, e da Softex, que não é controlada por empresas. Para a Assespro, em particular, a nomeação é uma vitória adicional, visto que o conselho também tem a participação da Brasscom, uma entidade que representa as grandes empresas de TI brasileiras e multinacionais, com muito mais capital do que a Assespro, cujo foco são empresas brasileiras pequenas e médias.   Fonte: Baguete https://www.baguete.com.br/noticias/28/01/2021/tecnologia-ganha-mais-voz-em-brasilia

Brasscom pede veto integral a Projeto de Lei

A Associação endereçou carta ao Governador de São Paulo pedindo que vete integralmente o Projeto de Lei 581/2016 aprovado pela Alesp  No final do ano passado, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Alesp aprovou o Projeto de Lei nº 581/2016, que trata da Comercialização de Produtos não Disponíveis em Estoque.  A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Brasscom, encaminhou ao Governador do Estado de São Paulo, carta clamando pelo veto integral deste PL, visto que o texto vai na contramão da Transformação Digital do Varejo e do próprio consumidor, que necessita de regulação mais flexível. A entidade avalia que o presente projeto, além de economicamente inviável, ao proibir a comercialização de produtos que não estejam disponíveis no estoque do fornecedor, viola o princípio da livre iniciativa, previsto na Constituição federal. Um exemplo prático para ilustrar o impacto do PL é a compra de um automóvel. Se o carro não estiver disponível na concessionária naquele momento, você não poderia comprar o automóvel. Além de dificultar a vida do Consumidor, o Projeto impede a venda de produto de origem diversa daquela divulgada no momento da compra. A proposta impede a Transformação Digital do Varejo. A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Brasscom, representa 90 empresas de tecnologia e reúne 33 instituições que proveem insumos enriquecedores ao setor de TIC. A entidade exerce papel de articulação entre os setores público e privado, propondo e participando da construção de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital, conectado e inovador. Além disso, a entidade tem como missão trabalhar em prol do desenvolvimento do setor, disseminando seu alcance, potencializando seus efeitos sobre a economia e o bem-estar social na Era Digital e atua na conscientização da importância da transformação digital e inovação, na busca pela inclusão de computação no ensino médio e na valorização das diversidades   Fonte: Infor Channel https://inforchannel.com.br/brasscom-pede-veto-integral-a-projeto-de-lei/

Entrevistas Brasscom – Janeiro 2021

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Área está em expansão, durante a pandemia, com empresas que precisam investir mais na internet.      Fonte: Globo Play – Bom Dia SP Assista a matéria:  https://globoplay.globo.com/v/9210575/[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator][vc_column_text] A Brasscom concedeu uma entrevista e apresentou a alta do setor de tecnologia na serie  “Semana de emprego” no SPTV 1. Abordamos os seguintes pontos: Crescimento da tecnologia Dicas de formação, o que estudar pra quem tá começando ou pensa em trocar de área e ir para tec Grades Curriculares Expectativas de contratação para 2021   Fonte: Globo – Globoplay – SP1 – Edição de quarta-feira, 20/01/2021 Veja a matéria completa no link: https://globoplay.globo.com/v/9194703/programa/     [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]