Menção Honrosa do setor de tecnologia para o Presidente Michel Temer

[vc_row][vc_column][vc_column_text] ABES, Assespro, Brasscom, Fenainfo e P&D Brasil, entidades setoriais de Tecnologia da Informação, Comunicação e Inovação, se reuniram nesta segunda-feira (10/12) para entregar ao Presidente Michel Temer uma placa com menção honrosa em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à nação durante seu governo, bem como, à sua liderança quanto a importantes marcos legais e normativos, dos quais destacam-se: Decreto Presidencial de 07/03/2017, que cria o Conselho Nacional para a Desburocratização – Brasil Eficiente e dá outras providências, bom como a instauração do seu Comitê Executivo com a participação da sociedade civil; Decreto nº 9.094, de 17/07/2017, que estabelece a presunção de boa-fé nas relações entre a Administração Pública Federal e os usuários dos serviços públicos, dispõe sobre a simplificação do atendimento e ratifica a dispensa do reconhecimento de firma e da autenticação em documentos. Lei nº 13.427, de 31/03/2017, que legitimou a terceirização no Brasil, disciplinando as relações de trabalho na empresa de trabalho temporário, na empresa de prestação de serviços e nas respectivas tomadoras e contratante; Lei nº 13.467, de 13/07/2017, que alterou a Consolidação das Leis do Trabalho modernizando as relações laborais entre trabalhador e empresa, atendendo aos anseios dos profissionais do futuro; Criação do Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), que estabelece um plano de ação para o desenvolvimento de IoT no país, com seus objetivos estratégicos e específicos; Decreto nº 9.319, de 21/03/2018, que institui o Sistema Nacional para a Transformação Digital e estabelece a estrutura de governança para a implantação da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, que detalha papel do Estado como habilitador e facilitador da transformação digital no setor produtivo do país, na capacitação da sociedade para a nova economia digital; Decreto nº 9.283, de 07/02/2018, que regulamenta Código de Ciência e Tecnologia com medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e a autonomia tecnológicas, bem como, o desenvolvimento do sistema produtivo; Lei nº 13.670, de 30/04/2018, que garante continuidade da contribuição previdenciária patronal sobre a receita bruta das empresas de tecnologia da informação (TI) e da comunicação (TIC), com alíquota de 4,5%, mantendo a desoneração da folha e impulsionando o emprego no setor; Lei nº 13.709, de 14/08/2018, que dispõe sobre a proteção de dados pessoais, também conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados – LGDP; Aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), na qual foi inserido o ensino de computação no ensino médio. Veja as fotos do encontro.  [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery images=”10986,10987,10988,10989,10990,10991″][/vc_column][/vc_row]

Inovação e Disrupção Digital

A Transformação Digital das organizações e de seus processos de negócios tem um grande impacto na forma como estas são organizadas, lideradas e operadas. Estamos testemunhando mudanças profundas em todas os segmentos de mercado, marcadas pelo surgimento de novos modelos de negócios e pela disrupção da estrutura competitiva tradicional, sejam através de startups ou novos entrantes advindos de segmentos fora do radar competitivo. Estes avanços convergem para uma economia baseada em dados, inteligência e automação e no desenvolvimento de plataformas digitais de negócios – com alto potencial de transformação da experiência de clientes e cidadãos. Este progresso tecnológico global ocorre ao mesmo tempo em que o Brasil precisa ampliar urgentemente sua capacidade de agregação de valor de sua produção e na pauta de exportações do país, como por exemplo em serviços baseados em conhecimento, que geram divisas e empregos com alto grau de qualificação. No caso específico do setor de TI, o Brasil exporta pouco mais de 2% de sua receita total, uma participação relativa dez vezes menor que a da Argentina, mesmo que estejamos entre os 8 maiores mercados globais de TI. Por outro lado, a evolução das expectativas de cidadãos, clientes e consumidores e a dinâmica competitiva impulsionada pelas tecnologias exponenciais têm reduzido os ciclos de vida de produtos e das próprias organizações, e aumentado a pressão sobre governos ao redor do mundo. Alguns chamam este fenômeno de darwinismo digital. Para permanecer competitivo na economia digital, e manter o diálogo e a representatividade democráticos fluindo de forma adequada, tanto as empresas como os países devem explorar a fronteira da inovação e aumentar sua produtividade, grau de transparência e níveis de serviço oferecidos, o que significa que as estratégias que se concentrem unicamente na redução de custos serão cada vez menos efetivas. Com o Brasil não será diferente: as vantagens brasileiras deverão ser aproveitadas para superar desafios e avançar na digitalização da economia. Embora o Brasil possua fortes e significativas vantagens competitivas em determinadas áreas, como o agronegócio, tecnologia aplicada ao sistema financeiro, diversidade cultural e uma economia de porte significativo e diversificada, sabemos que o país ainda tem enormes desafios a enfrentar, em áreas como: infraestrutura, níveis de investimento, serviços públicos (como educação, saúde e segurança) e a nossa competitividade de forma geral. Atualmente nosso país ocupa apenas a 80ª posição do Índice GCI de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial (dentre 137 países e composto por 114 indicadores). Tal posição está bastante aquém das possibilidades do país, impactando o nível de atratividade do Brasil para novos investimentos e seu desenvolvimento. Um contraponto positivo é a pesquisa da PwC Brasil, que indica que as empresas brasileiras planejam aumentar seu portfólio de produtos e serviços digitais em até oito vezes até 2020, apostando em ganhos de até 10% de sua receita através da otimização de eficiência, vendas adicionais e redução de seus custos. Mas o que impede o avanço mais rápido, no Brasil, das iniciativas de Transformação Digital? Em pesquisa exclusiva apresentada em 2017, desenvolvida por mim em parceria com a empresa de recrutamento FESAP junto a altos executivos do segmento de TIC (tecnologia e telecomunicações), pode-se identificar entre as principais barreiras indicadas. baixa predisposição a assumir riscos (inovação rápida, regulação, segurança de dados); pouca agilidade, empreendedorismo e mindset digital da organização; concorrência por prioridades e orçamentos; inflexibilidade da infraestrutura e sistemas de TI. É essencial que a concepção de uma Estratégia Digital seja o primeiro passo para a evolução da organização, analisando seu modelo de negócios e os cenários impactando seu setor de indústria, identificando assim quais oportunidades e riscos decorrentes da digitalização devem ser priorizados. E então desenvolver e recrutar talentos adequados e ter a liderança comprometida a articular essa jornada, com os níveis adequados de Governança e Gestão de Riscos Corporativos.  As organizações mais bem-sucedidas evoluirão de estruturas hierárquicas para modelos colaborativos e distribuídos articulados em rede, com o fluxo contínua de dados ao longo de toda a sua cadeia de valor. Estes são alguns dos atributos descritos por Salim Ismail da Singularity University em sua obra Organizações Exponenciais (ExO): aquelas capazes de crescer e geram valor em ritmo acelerado, com estruturas enxutas, ágeis e eficientes. O Brasil e suas organizações, públicas e privadas, deveriam ter pressa na incorporação desta visão! SOBRE O AUTOR André Echeverria é Diretor de Inovação e Transformação Digital da Brasscom, associação que reúne mais de 60 das principais empresas de TIC operando no Brasil, além de 20 entidades de ensino e pesquisa. Seu foco em desenvolvimento de mercados verticais é integrada à atuação da Brasscom em Políticas Públicas, para a construção de um Brasil Digital e Conectado. Vem de posições de liderança executiva em empresas de tecnologia como a Microsoft, CA América Latina, Sun Microsystems e Sisgraph/Hexagon e é Conselheiro de Administração CCI certificado pelo IBGC, onde é membro da Comissão de Gestão de Riscos Corporativos. Quer saber mais ou entrar em contato com o André? Clique aqui e visite o perfil dele no BoardPlace.   Fonte: http://www.boardplace.com.br/transformacao-digital/inovacao-e-disrupcao-digital/  

Pesquisa sobre Confiança Digital indica que 43% dos executivos de negócios admitem vender dados de seus consumidores

A Pesquisa indica que o índice de Confiança Digital dos consumidores é de 61%, enquanto executivos acreditam que este valor é de 75% De acordo com pesquisa sobre o nível de confiança em serviços digitais, quase metade (48%) dos executivos entrevistados afirmam que suas organizações estiveram envolvidas em violações de dados e 43% dos líderes de negócios admitem que vendem informações pessoalmente identificáveis (PII na sigla em inglês). As informações são do relatório Global State of Digital Trust Survey and Index 2018, encomendado pela CA Technologies e realizado pela Frost & Sullivan,que analisou as opiniões de consumidores, profissionais de cibersegurança e executivos sobre confiança digital. De acordo com o estudo, apenas 15% dos profissionais de cibersegurança pesquisados estavam cientes da venda de dados pessoalmente identificáveis, enquanto 90% das organizações afirmaram que oferecem forte proteção dos dados dos consumidores. Quase metade (48%) dos consumidores afirma ter abandonado serviços de empresas envolvidas em violações divulgadas publicamente Contudo, foi observada uma diferença de 14% entre o Índice de Confiança Digital dos consumidores (61%) e a percepção dos executivos e profissionais de cibersegurança (75%) nesta confiança, demonstrando visões incompatíveis da realidade. “No último ano percebemos um crescimento na consciência do consumidor digital. A nova Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil reforça a importância de melhorar a cibersegurança e impulsiona as empresas a se preocuparem e adaptarem às novas normas, principalmente porque os usuários estão mais exigentes em relação à proteção de suas informações pessoais e confidenciais e querem se associar a produtos e serviços alinhados com seus valores”, comenta Julio Carvalho, Diretor de Cibersegurança para América Latina na CA Technologies. Quase metade dos consumidores (48%) relata ter abandonado os serviços de uma organização envolvida em uma violação de dados divulgada publicamente. De acordo com Carvalho, no mundo digital, os consumidores esperam que uma boa experiência do usuário seja acompanhada por segurança e privacidade. “A confiança é passageira se as organizações não adotarem o processo para evitar que os dados dos consumidores caiam em mãos erradas. O sucesso na economia digital exige a adoção de uma mentalidade de segurança em primeiro lugar e a perda de confiança digital impacta diretamente todos os aspectos de um negócio e na percepção da marca’”, conclui. As respostas da pesquisa mostraram que o Índice de Confiança Digital global de 2018 é de 61 pontos, considerando o total de 100 pontos. Esse índice mede a confiança dos consumidores pesquisados na capacidade ou no desejo das organizações de proteger totalmente os dados dos usuários. O índice foi calculado com base em diferentes sistemas que medem os principais fatores relacionados à confiança digital, incluindo o nível de inclinação dos consumidores para compartilhar dados pessoais com as organizações e o nível de proteção de dados garantida pelas organizações. Este relatório é publicado em um momento crítico, pois os consumidores realizam cada vez mais transações online – seja para trabalho, lazer ou diversão – proporcionando às organizações o acesso a grandes quantidades de dados, desde perfis de consumidores e informações pessoais a hábitos e comportamento dos usuários. Com esse crescente armazenamento de dados, também vem uma responsabilidade maior de protegê-los contra o abuso de fontes internas e externas. “Estamos numa encruzilhada na era da informação, pois mais empresas estão em destaque por não protegerem os dados que armazenam. Com essa pesquisa procuramos entender como os consumidores se sentem com suas informações pessoais nas mãos das organizações e como as organizações veem seu dever de proteger esses dados”, diz Jarad Carleton, Diretor de Cibersegurança da Frost & Sullivan. “O que a pesquisa constatou é que certamente existe um preço a pagar quando se trata de manter a privacidade das pessoas, não importa se você é um consumidor ou gerente de uma empresa que lida com dados de clientes. O respeito pela privacidade do consumidor deve ser um pilar ético para qualquer companhia que coleta dados de usuários.” METODOLOGIA DA PESQUISA A pesquisa global online com 990 consumidores, 336 profissionais de segurança e 324 executivos de 10 países foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela Frost & Sullivan em março e abril de 2018. Os entrevistados da pesquisa exercem posições de alta gerência e TI em empresas públicas e privadas que operam em nove setores da indústria. Para visualizar os detalhes completos da metodologia da pesquisa, consulte o relatório Global State of Digital Trust Survey and Index 2018 (Pesquisa sobre o estado global e o índice de confiança digital de 2018). Contatos Fonte: CryptoID Pesquisa sobre Confiança Digital indica que 43% dos executivos de negócios admitem vender dados de seus consumidores

Edição renovada do Futurecom 2018 debate a maturidade da transformação digital

São Paulo, agosto de 2018 – A edição comemorativa de 20 anos do Futurecom – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina, que será realizado pela Informa Exhibitions entre 15 e 18 de outubro no São Paulo Expo, em São Paulo, SP – é a principal plataforma B2B das TICs para troca de informações e atualização do conhecimento sobre as tendências que vão alterar a rotina dos negócios e como as empresas vão se relacionar com o público. Entre a área de exposição e o congresso, representantes de órgãos do governo, companhias, investidores e empreendedores terão a oportunidade de networking e de debater a influência que as novas aplicações, serviços, soluções, produtos e sistemas terão na sociedade. Futurecom 2018 terá em seu congresso oito auditórios, sendo três exclusivos para congressistas e cinco com conteúdo livre a todos os visitantes. “Procuramos desenvolver um verdadeiro ecossistema de Tecnologia e Telecomunicações que vai mostrar como blockchain, inteligência cognitiva e artificial, realidade virtual e aumentada, cidades inteligentes, segurança de dados, big data e analytics proporcionam novas experiências e estão transformando o mundo”, afirma Hermano Pinto, diretor de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pelo Futurecom. De acordo com Hermano Pinto, apesar da grande diversidade de tecnologias a serem trazidas como hiperconectividade, inteligência artificial, blockchain e virtualização, o grande destaque desta edição será a discussão de novas cadeias de valor, novos formatos de negócio que estas tecnologias permitem viabilizar e quais demandas de recursos humanos e materiais se fazem necessárias para a nova Economia 4.0. Várias personalidades do Brasil e do exterior confirmaram presença ao evento, entre eles Juarez Quadros, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que será keynote speaker; Gladstone Arantes Jr., technical leader of blockchain initiative, do BNDES; Bruno Ramos, diretor regional da UIT para Américas; Gabriel Contreras, presidente do Instituto Federal de Telecomunicaciones do México; Gabriel Lombide, presidente da Unidad Reguladora de Servicios de Comunicaciones do Uruguai; Sandra López, presidente da Junta Reglamentadora de Telecomunicaciones de Porto Rico; Pamela Gidi Masías, da Subsecretaría de Telecomunicaciones do Chile; e Germán Arias, diretor executivo da Comisión de Regulación de Comunicaciones da Colômbia. Entre os representantes do meio corporativo estão Fiamma Zarife, managing diretor do Twitter; Vitor Sena, global information security leader da Gerdau; Claudio Luiz, diretor de mobile e Over The Top (OTT) da Sambatech; Enrique Medina Malo, chief policy officer da Telefónica; Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm Latam; Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson no Brasil; e muitos outros executivos influentes, que têm muito a contribuir em conhecimento. Confira os temas e os profissionais que estarão no congresso pelo link: www.futurecom.com.br. Em uma edição totalmente renovada, Futurecom 2018 terá espaços reservados para temas como Internet das Coisas, que demonstrará soluções e demonstrações imersivas e tangíveis das aplicações de IoT; e o Espaço Redes, uma exposição inédita destinada a empresas com foco em redes, serviços, integração e fornecedores de infraestrutura e equipamentos auxiliares. Haverá também o espaço 4Corp-Digital Disruption for Business, um ambiente desenvolvido o networking entre os participantes do evento que buscam inovação e compartilham experiências profissionais. A quarta área é o Futuretech, um ambiente desenvolvido especialmente para mostrar as tecnologias que impulsionam a disrupção e a forma de fazer negócios como cloud, services, systems, transactions e cybersecurity. As startups, as aceleradoras e o meio acadêmico terão o espaço Inovação, que contará com um conselho especialmente criado para ajudá-los em mentoria, dinâmicas, hackathons e busca de investidores. Por fim, Telco Transformation será onde as operadoras e prestadoras de serviços demonstrarão como a conectividade e as novas tecnologias podem proporcionar benefícios para as pessoas, empresas e sociedade. Para que os visitantes tenham referências do conteúdo que será compartilhado no evento, o Canal Digital do Futurecom traz as principais tendências das TICs. Serviço Futurecom 2018 – 20 anos Quando: 15 a 18 de outubro de 2018 Onde: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP Informações: www.futurecom.com.br  Vendas do 2º lote de ingressos começam no dia 27/08 Sobre o Futurecom O Futurecom, o maior e mais importante evento de Tecnologia e Telecomunicações da América Latina, completa 20 anos nesta edição, de 15 a 18 de outubro, no São Paulo Expo. Ao longo de sua história, o evento teve a presença de mais de mil expositores diferentes e acima de cem mil visitantes. Surgido em 1998, na cidade de Foz do Iguaçu, o Futurecom foi transferido para Florianópolis posteriormente, onde ocorreu entre 2001 e 2007. A partir de sua décima edição, passou a ser realizado em São Paulo, com duas realizações no Rio de Janeiro em 2012 e 2013. No ano passado, o Futurecom contou com a participação de mais de 220 expositores e 15 mil participantes, entre eles 5,3 mil congressistas. Sobre a Informa Exhibitions A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN, FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. DFREIRE Comunicação e Negócios Tel.: (11) 5105-7171 Debora Freire – debora@dfreire.com.br Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Marcelo Danil – marcelodanil@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

2º Encontro de Universidades debaterá tecnologias e as aspirações individuais no mundo do trabalho

Palestra com monja e executiva é um dos destaques do evento O crescente impacto da tecnologia no mercado de trabalho e a importância dos projetos de carreira individuais para a gerência de recursos humanos estão entre os principais assuntos do 2º Encontro de Universidades – A sinergia entre a Educação Acadêmica e Corporativa na 4º Revolução Industrial, que será promovido pelo INFI (Instituto FEBRABAN de Educação) em 23 e 24 de outubro, São Paulo. Para que um jovem recém-chegado ao mercado de trabalho seja bem-sucedido na carreira, universidades e empresas devem priorizar, além da formação técnica, o desenvolvimento pessoal de cada aluno ou funcionário. É preciso cuidar para que ele tenha excelentes relações interpessoais, consciência social e capacidade de alcançar objetivos e metas de vida. Como atingir esse objetivo é o tema da palestra de abertura do evento, intitulada “O propósito e o mundo do trabalho”, que será proferida pela Monja Coen e por Glaucimar Peticov, diretora executiva do Bradesco, o que levou os organizadores do evento a apelidar o encontro, com humor, de “A Monja e a Executiva”. Missionária oficial da tradição Soto Shu do Zen Budismo no Brasil e fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, Monja Coen irá abordar a importância da inteligência espiritual na vida do estudante e do profissional que ingressa no mercado de trabalho. Além de englobar a inteligência emocional – o autoconhecimento e a capacidade de compreender e gerenciar os próprios sentimentos –, a inteligência espiritual seria, também, a aptidão do ser humano em dar sentido à existência e valor aos seus pensamentos e ações nas atividades do dia a dia. “A inteligência espiritual é sair em busca da essência, de saber o que estamos fazendo aqui e como é possível usar minha inteligência, não só para o meu bem-estar, mas também para o bem-estar da minha família e do meu próximo”, explica a monja, para quem a universidade e as empresas são fundamentais no desenvolvimento da inteligência espiritual de alunos ou funcionários, para que criem aptidões verdadeiras e desenvolvam o máximo de seu potencial físico, intelectual, social e profissional durante a vida acadêmica e profissional. “Não se pode olhar apenas a parte técnica, é preciso investir no ser humano, para que ele se sinta completo, alegre, motivado, feliz no seu lugar de trabalho; que seja uma escolha sua estar naquela empresa.” Outro fator importante a ser observado pelas escolas, na opinião da budista, é ensinar o aluno a ter flexibilidade para encarar um mundo em constantes mudanças, devido à revolução tecnológica. “Hoje é necessário ter a visão do todo, do global, e não apenas de uma área específica”, diz. “É preciso ser flexível, para poder mudar de cargos e posições; ter tanto o olhar do trabalhador iniciante, quanto o da chefia.” Glaucimar Peticov, diretora executiva adjunta do Bradesco, que responde pela universidade corporativa da instituição, a Unibrad, e pelas áreas de Recursos Humanos, Compras, Ouvidoria e Compliance, Conduta e Ética do banco, o papel das empresas, atualmente, vai muito além das paredes da corporação e de tratar de temáticas como escolarização ou educação executiva. “Estamos falando de possibilidades de mudar uma condição social de uma cidade e até de um país.” Para a executiva, a educação corporativa deve ser vista como uma alavanca para o desenvolvimento não só profissional, mas também pessoal dos funcionários e dos ambientes onde vivem. Para isso, é preciso saber exatamente qual é o propósito de cada pessoa dentro de uma organização. “É necessário transformar a pessoa, fazer com que ela se sinta diferente, como um agente acelerador de mudanças em seu departamento, na sua área, em sua casa, na sociedade onde vive”, afirma Peticov. “Com isso, também fortalecemos a marca da empresa e colocamos de uma maneira muito clara o nosso compromisso social.” Vocação e perfil O executivo Fábio Barbosa fará a palestra de encerramento do evento, intitulada “O futuro da educação”. Ex-presidente da FEBRABAN e membro dos conselhos do Itaú-Unibanco, da Gávea Investimentos, da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, da Natura Cosméticos, da Hering e do Insper, ele falará da importância dos valores e da vocação profissional, essenciais para que o jovem defina onde o seu perfil se encaixará melhor no mercado de trabalho e dentro de uma empresa. Barbosa também adiantou que falará da necessidade do constante aprendizado e atualização profissional, em um mundo que muda com muita rapidez, devido à revolução tecnológica. “Ninguém está formado: essa expressão, ‘formado’, não existe mais”, diz. “A educação tem que preparar o jovem para que esteja constantemente aprendendo e se adaptando.” Para o executivo, as universidades corporativas sempre desempenharam um papel importante para trazer o jovem mais perto da realidade do mercado de trabalho, mas cada profissional tem de ser responsável por seu próprio desenvolvimento. “O que as organizações, universidades corporativas, faculdades podem fazer é oferecer oportunidades, mas você é o protagonista da sua vida”, diz. “A responsabilidade da carreira é de cada um.” Programação De acordo com Fábio Moraes, diretor de Educação Profissional e Financeira da FEBRABAN, o objetivo do Encontro de Universidades é buscar a sinergia entre os dois tipos de instituições, na construção de currículos, no uso de novas metodologias e na disseminação das tecnologias do aprendizado. “A convergência entre o conhecimento adquirido com a educação acadêmica e as competências exigidas pelas organizações tornou-se, hoje, um dos grandes desafios do profissional que deseja manter sua competitividade em um mercado de trabalho caracterizado pela constante necessidade de inovação”, diz. A programação do evento ainda irá debater assuntos como gamificação (prática de aplicar recursos de jogos em diversas áreas, como na educação e nos negócios), inteligência artificial e neurociência na educação. Os participantes também terão a oportunidade de inscrever trabalhos no Prêmio INFIFEBRABAN – Melhores Projetos em Educação Inovadora. De acordo com a organização, nesta segunda edição, as categorias serão games – projeto e protótipo; aplicativos – projeto e protótipo; e artigos acadêmicos. Os projetos deverão abordar o uso da educação acadêmica ou corporativa na solução de questões ligadas à comunidade, organização ou meio acadêmico.

Internet das Coisas – Riscos e Desafios desta Inovação Disruptiva

Por Paulo Pagliusi Paulo Paglius | Paulo Pagliusi, PhD, CISM Partner, Technology Risk Consulting at KPMG A IoT ou Internet das Coisas é definida pela ISO/IEC como uma conexão de entidades físicas (ou “coisas”) com sistemas de TI através de redes. Segundo estudo realizado pelo Gartner em fevereiro de 2017, até 2020 serão 20,4 bilhões de ‘coisas’ conectadas em todo mundo, e até 2021, de acordo com o IDC, US$ 1,4 trilhão terá sido gasto com investimentos nesse setor. Diante desse cenário, em que diversos dispositivos IoT tornarão nossas vidas mais automatizadas, seguras e convenientes, seria imprudente ignorar a importância da tecnologia na criação de grandes oportunidades de mercado para diferentes setores. De fato, IoT é a tecnologia de ponta que mais impulsionará a transformação dos negócios nos próximos anos, provocando inovações disruptivas na forma como se gera valor na economia e alavancando novos e valiosos mercados emergentes. Neste contexto, vale destacar a frase de Peter Drucker: “toda inovação significa um risco; qualquer atividade econômica é de alto risco e, não inovar, é muito mais arriscado do que construir o futuro [inovando]”. Porém, enquanto as empresas têm aumentado o foco em tecnologias emergentes como IoT para transformar seus negócios, muitas não avaliam os riscos desta adoção. Na pesquisa KPMG & Forbes de fevereiro de 2018, intitulada: “Disruption is the New Norm”, feita com mais de 200 altos executivos, foi constatado que 46% deles não reavaliaram o acréscimo do risco às suas empresas, em face à adoção da tecnologia IoT. Eles deixaram de mensuram o quanto a adoção da IoT aumenta a potencial superfície de ataque aos seus ambientes de TI. Como resultado, a segurança passa a ser um dos principais desafios à efetivação da IoT no dia a dia das empresas. Como a segurança ainda não é o foco da IoT, já que é algo novo até para os fabricantes que ainda estão padronizando técnicas de desenvolvimento seguro, entidades como a ABINC (Associação Brasileira de Internet das Coisas), estão criando um comitê para debater a segurança na IoT e contribuir na elaboração e promoção das melhores práticas de segurança. Junto com outras entidades e especialistas do tema ao redor do mundo, como IOTSF, ISF, ISA/IEC, OWASP, ISO/IEC, IISF e CSA, o desafio do grupo é proteger toda a cadeia física e camadas de software para tratamento massivo de dados produzidos pelos dispositivos da Internet das Coisas, além de ajudar a definir aspectos regulatórios e impactos jurídicos advindos da utilização da IoT, como a privacidade e proteção de dados pessoais. Destaca-se que o Big Data coletado pelos dispositivos IoT abre muitas novas oportunidades de mercado, mas também gera novos riscos, incluindo ataques cibernéticos ou perguntas sobre a propriedade de informações, bem como questões de privacidade. Como resultado, o maior problema enfrentado pela IoT não será a comunicação entre dispositivos ou a coleta e a capacidade de compartilhar dados, mas sim a manutenção segura de dados. A vulnerabilidade global a atos maliciosos no ciberespaço está crescendo à medida que avança a tecnologia IoT e, se nada for feito, a cada vez maior superfície cibernética sujeita a ataques irá tornar o ambiente IoT um verdadeiro “paraíso” para ciberatacantes. A falha em proteger um dispositivo IoT pode ter um impacto direto em muitos outros e, portanto, há uma necessidade crescente de se aplicar técnicas para fortalecimento da segurança, de modo a evitar que os riscos desta exposição sejam passados para sistemas mais importantes. Um fator preocupante é a exploração de vulnerabilidades cibernéticas em sistemas de infraestrutura, que está se tornando cada vez mais frequente, uma ameaça crescente à segurança geral das empresas e da sociedade. Diante do exposto, seguem as cinco principais recomendações de segurança para os que desejam adotar IoT em suas empresas, mitigando os principais riscos: Considerar os requisitos de segurança na seleção de fornecedores de IoT; Homologar soluções de IoT em ambiente controlado de testes, segregado do ambiente de produção; Desabilitar serviços inseguros dos dispositivos IoT e alterar as senhas padrões dos fabricantes; Incluir os equipamentos no processo de gestão de vulnerabilidades da empresa. Atualizá-los constantemente, sempre que possível; Segregar as redes do ambiente IoT, preferencialmente em uma rede de gerência que faça uso de dupla autenticação e criptografia forte. Paulo Pagliusi, Ph.D., CISM Partner, Technology Risk Consulting at KPMG Paulo Pagliusi, Ph.D., CISM, é considerado um dos consultores mais renomados do País em gestão estratégica de riscos tecnológicos, área em que atua há 25 anos, ajudando clientes globais a avaliar, gerenciar e otimizar o risco da tecnologia da informação, auxiliando-os a analisar problemas de tecnologia em seus ambientes e a superar riscos tecnológicos emergentes, para que seus negócios continuem avançando. É um dos palestrantes mais requisitados atualmente, tendo se apresentado em mais de 200 eventos no Brasil e no exterior, e concedido mais de 90 entrevistas às mídia. Fonte: CryptoID  https://cryptoid.com.br/colunistas/paulo-pagliusi/internet-das-coisas-riscos-e-desafios-desta-inovacao-disruptiva/

4ª Comitiva Setorial – Transformação Digital e Inovação: tendências e oportunidades

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Data: 03 de setembro de 2018 Horário: 09h00 as 12h10 Local: Tecnosinos – Parque Tecnológico São Leopoldo (Auditório da Unitec 1) Endereço: Avenida Unisinos, 950, São Leopoldo – RS Público-alvo: Acadêmicos, líderes empresariais e líderes setoriais A  Brasscom, Fenainfo, SEPRORGS, Tecnosinos e Unisinos, juntamente com o Deputado Renato Molling (PP/RS) realizam no Complexo Tecnológico Tecnosinos, na cidade de São Leopoldo, o encontro “Transformação Digital e Inovação: tendências e oportunidades“. O evento reunirá o ecossistema de tecnologia da informação e comunicação (TIC), promovendo o debate entre lideranças locais e nacionais, tanto setoriais, acadêmicas e empresariais, com o objetivo de desenvolver uma agenda estratégica em torno do imenso potencial econômico e social da Revolução Digital para o Rio Grande do Sul, a partir da atração de empregos e investimento, bem como aperfeiçoamento dos serviços ao cidadão por meio da implementação de governo digital.. Programação: 09:00 – 09:30 | Credenciamento & Welcome coffee 09:30 – 10:30 | Solenidade de abertura                         | Sergio Paulo Gallindo, Presidente Executivo da Brasscom                         | Diogo Rossato, Presidente do SEPRORGS                         | Deputado Federal, Renato Delmar Molling 10:30 – 11:30 | Painel Transformação Digital e Inovação: tendências e oportunidades – Apresentações de cases de sucesso de empresas de tecnologia 11:30 – 12:00 | Perguntas e Respostas 12:00 – 12:10 | Encerramento   Realização: Brasscom, Fenainfo, SEPRORGS, Tecnosinos e Unisinos Contato: comunicacao@brasscom.org.br [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery images=”10180,10181,10182,10183,10184,10185,10186,10187,10188,10189,10190,10191,10192,10193,10194,10195,10196″ title=”Fotos da Comitiva”][/vc_column][/vc_row]

Expositores e palestrantes da IoT Latin America falam sobre as possibilidades de crescimento econômico com uso das novas tecnologias

Visitantes profissionais do setor já podem se credenciar, garantindo lugar na terceira edição da IoTLatinAmerica, que acontecerá em São Paulo de 29 a 30 de agosto.  A IoT Latin América, feira internacional da Internet das Coisas, mostrará, entre os dias 29 e30 de agosto, no Transamerica Expo Center, como cada vez mais a internet está presente no nosso dia a dia, em praticamente todos os tipos de negócios e empresas, com apresentação de debates sobre o que impactará a IoT (Internet ofThings) nos próximos anos. A feira é o mais importante evento B2B exclusivamente voltado ao setor e com foco na geração de negócios na América Latina e terá, simultaneamente, a realização do3° Congresso Brasileiro e Latino- Americano de Internet das Coisas (IoT), organizado pelo Fórum Brasileiro de Internet das Coisas. Além da exposição, a IoT LatinAmerica apresentará ainda discussões sobre casos abrangendo todo o ecossistema de Internet das Coisas em diversas verticais. Já estão confirmadas sete palestras. A IoT (Internet ofThings ou Internet das Coisas) promete ser a resposta para executar tarefas do cotidiano de maneira mais fácil e em menor tempo. O conceito IoT diz respeito a toda infraestrutura tecnológica conectada à internet. A IoT já é considerada a mais promissora plataforma de tecnologia do mundo e deve movimentar US$ 19 trilhões até a próxima década, segundo previsões da Cisco, líder mundial em TI e redes. Deste montante, a América Latina será responsável por US$ 860 bilhões, sendo o Brasil o detentor de US$ 352 bi. De acordo com Fernando Merida, project manager da IoT LatinAmerica, a edição 2018 da feira da internet das coisas já entra para a história como um dos maiores eventos do setor no mundo, por reunir grandes empresas, que representam mercados em franco crescimento, e por reunir os maiores especialistas na área. “Não só traremos produtos para mostrar, mas teremos muito conteúdo no Palco Verticais e no Congresso, e não temos dúvida de que tudo isso resultará em muitos negócios e colocará o Brasil no centro das discussões sobre o assunto durante a realização da feira. A IoTLatin América já é uma referência para o setor e este ano teremos muito para mostrar, debater e também comemorar os bons negócios”, frisa. Veja o que dizem expositores e palestrantessobre a IoTLatinAmerica: George Wootton, diretor técnico da Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial). “A IoTLatinAmerica tem sido um evento importante para divulgação de assuntos relacionados aos provedores e desenvolvedores de IoT no Brasil. Agora, com a definição do Plano Nacional de IoT, vejo neste evento uma ótima oportunidade para se integrar aos esforços mais ‘governamentais´ e colaborar com o desenvolvimento das infraestruturas e também do mercado de uso/consumo”. RüdigerLeutz, diretor geral da Porche Consulting Brasil. “Como muitas empresas possuem atuação global, percebemos um movimento grande em pesquisa e desenvolvimento/fomento à inovação de maneira “top-down”, ou seja, quando a matriz implementa algo as subsidiárias replicam esse movimento internamente. Nós acreditamos que as empresas brasileiras podem sim estar à frente desta ação e propor novas formas de agir, criando e inovando de maneira consistente e, por isso, acreditamos que a feira e o congresso continuem para que a discussão seja feita por decisores brasileiros e que podemos antever movimentos e tendências. Nada melhor do que um espaço para compartilhar expertise, conhecimento, soluções e plataformas (hardware e software)”. Ricardo Adullis – diretor da Smart Core – fornecedora de chips e módulos para comunicação wireless, biometria, conectividade, rastreamento e automação. “Estamos ainda vivendo um momento de “febre” sobre o IoT, com várias ideias surgindo, algumas que trarão efetivamente benefício ao usuário e outras que serão identificadas como supérfluas. Esperamos neste ano um movimento ainda maior no evento onde conseguiremos diferenciar visitantes em estágios diferentes de maturação do seu businessplan e a SmartCore estará presente naIoTLatinAmerica para uma discussão personalizada sobre os projetos, compartilhando nossa visão e potenciais soluções”. Luís Leão – desenvolvedor de conteúdo da Udacity (Universidade do Vale do Silício) que ministrará a palestra “AndroidThings 1.0: o que você precisa saber ao criar um dispositivo conectado utilizando plataforma Android”. “Uma vez que a Udacity tem como missão democratizar a educação, acreditamos que é cada vez mais importante disseminar conhecimentos e conteúdos referentes ao tema Internet ofThings. Isso porque a IoT tem ganhado alta relevância no mercado devido a seu imenso potencial e pode gerar soluções para as mais variadas verticais, como residencial, indústria, agronegócio e varejo. Nossa expectativa durante o IoTLatinAmerica é colocar esse assunto em pauta, dando o devido destaque para sua aplicação prática e principais vantagens”. Wagner Sanchez, especialista em Biohacking e diretor acadêmico da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Pública). “Na IoTLatinAmerica teremos a junção de fornecedores de tecnologias, especialistas em áreas de negócios e empresas que buscam criar valor a partir de soluções em IoT. A feira já é considerada o mais importante evento de geração de negócios B2B em IoT, com apresentação de diversas possibilidades de negócios para variadas verticais”. Thiago Sakamoto – diretor comercial do Inova HC (Hospital das Clínicas). “Existem diversos projetos desenvolvidos dentro do HC que podem ser caracterizados como projetos em IoT, por isso é muito importante ter em mente que o desenvolvimento de IoT ainda ocorre de forma gradual. Ainda não se pode dizer que IoT afeta diretamente a relação médico-paciente, mas sem dúvida a relação Instituição-paciente já é afetada positivamente, num momento em que a aplicação de IoT ocorre em níveis administrativos e de infraestrutura. Para a IoTLatinAmerica vamos levar a experiência vivenciada pelo HC no tema nos permite trazer exemplos de mecanismos de parcerias para desenvolvimento de projetos, bem como as problemáticas e as tecnologias mais adequadas. Confira as presenças no Palco Verticais: – O professor doutor em Engenharia Elétrica e Eletrônica, José Carlos de Souza Júnior, do Instituto Mauá de Tecnologia, fala sobre Smart Campus; – O case da prefeitura de Barueri, será o tema da vertical Smart City; – O pesquisador Yan Lopes, vai conduzir a vertical Transporte e Logística, com o tema “Impacto da IoT na Gestão Estratégica da Logística”; – Alessandro Thomaz Jorge, da empresa Oliver Wyman, vai debater o tema “O impacto de IoT no setor do Varejo”;

Há vício de iniciativa na criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados?

Proposta do Executivo já previa a designação de um órgão competente para fiscalizar o setor A aprovação do projeto de lei de proteção de dados pessoais merece comemoração. Se sancionado, finalmente inserirá o Brasil no rol de mais de 100 países com tratamento legislativo específico sobre o assunto. Artigos e entrevistas recentescuidaram de progressos, desafios e impactos da nova lei.1 Contudo, um tópico ainda chama atenção: haveria vício de iniciativa e, portanto, inconstitucionalidade, na criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)? Um passo atrás: no mérito, uma autoridade forte, específica e independente está em consonância com boas práticas internacionais. Não se trata de modelo necessário,visto haver diferentes arranjos possíveis2, mas sua instituição aliada à adoção de políticas regulatórias contemporâneas salvaguarda e qualifica atividades típicas de fiscalização, enforcement e normatização. Mais: sua autonomia pode garantir que o próprio Estado seja visto sob o prisma de monitorado / fiscalizado, não de beneficiário / controlador. +JOTA PRO: Entenda o cenário institucional com o JOTA Poder. Seguimos de perto tribunais superiores, agências reguladoras, Congresso, Poder Executivo e legislativos estaduais e municipais para reportar informações públicas de impacto. Experimente o serviço que tem ajudado empresas e atores do mercado financeiro! Ainda, como bem se sabe, eventual veto à criação da ANPD pode pautar-se por motivos outros que não a sua (falta de) base constitucional. A grave crise financeiro-orçamentária pode derrubar a medida. O debate político sobre a alocação das competências recém-aprovadas, desejada por diferentes órgãos no governo, também. Quanto ao lastro jurídico, tem-se uma autoridade desenhada, ao fim e ao cabo, por projeto de lei de iniciativa parlamentar.3 Em resumo, alega-se que a criação da autarquia de regime especial e as normas daí decorrentes – composição, vinculação, fontes orçamentárias – atingem o art. 2º e, especialmente, o art. 61, §1º, II, da Constituição Federal, alíneas ‘a’ e ‘e’. De acordo com a CF/88, são de iniciativa privativa do Presidente da República leis que criem ou extingam Ministérios e outros órgãos da Administração Pública, ou que criem cargos na Administração direta ou autárquica. A previsão é usualmentecompreendida em sentido lato, envolvendo toda a Administração (abrange, pois, órgãos e entidades administrativas). O texto também serve, frequentemente, à derrubada da imposição de novas competências a órgãos de governo e de políticas públicas criadas diretamente pelo Poder Legislativo. Fora de moda, convém relembrar o básico: a Constituição Federal tem força normativa e deve ser, portanto, observada. Por mais meritório e relevante, ou por mais amplo apoio que congregue, nenhum PL está desobrigado de observar o crivo constitucional. No mais, a reserva de lei ao Presidente da República tem razão de ser. Baseia-se na separação de poderes e indica duas chaves: garante ao Executivo (i) a prerrogativa de controlar a forma e o modo do funcionamento básico da Administração e, em linha frequentemente esquecida, (ii) o juízo de oportunidade, a escolha do momentoda alteração. Nesse sentido, fora de dúvida que, em tese, e à luz do texto da Constituição, projeto de lei de iniciativa parlamentar que cria órgão (ou entidade) da Administração Pública atinge o desenho de competências legislativas posto. Haveria, pois, inconstitucionalidade insuperável e insanável, a justificar eventual veto. A jurisprudência do STF aponta nesse sentido. Primeiro, há o tradicional entendimento de que sanção presidencial não convalida vício de iniciativa.4 Leis específicas que dão prazo ou obrigam o Executivo a legislar em temas de sua própria competência também têm sido majoritariamente derrubadas, por motivos similares.5 O Executivo não poderia ser compelido a tomar decisão que lhe é reservada; o juízo de oportunidade integra a competência privativa. Em debates parlamentares e nos vetos da Presidência da República, a alegação devício de iniciativa aparece com ainda mais frequência e vigor. No Legislativo, aimpossibilidade de impor obrigações ao Executivo ou de criar órgãos e entidades é mobilizada às dezenas. Nos vetos, referências à afronta à separação de poderes e à invasão da competência legislativa privativa do Presidente são recorrentes. Não obstante, o debate ganha contornos menos seguros quando o processo legislativo é visto de perto. Não é – ou não deveria ser – segredo que, frequentemente, Executivo e Legislativo legislam conjuntamente. Na prática há evidente simbiose, e debates centrados nas regras constitucionais do processo legislativo estão longe de captar tal dinâmica. De um lado, parlamentares levam sugestões legislativas ao Executivo, que por vezes as acata; de outro, o Executivo, no legítimo anseio de realizar seu projeto político, sugere, altera e remenda, direta ou indiretamente, iniciativas parlamentares. Não raro, textos de diferentes atores são aglutinados e tramitam em conjunto, aproveitando o caminho adiantado de um deles. Ainda, projetos elaborados formal ou informalmente pelo Executivo pegam carona em projetos de iniciativa parlamentar (e vice-versa). Embora imperfeito, o caso atual é em alguma medida ilustrativo. Mostra como a dinâmica real se afasta de desenhos normativos pré-definidos. Formalmente de iniciativa legislativa, a redação aprovada valeu-se fortemente do projeto de lei apresentado pelo Poder Executivo, em 2016, e dos debates e consultas ali realizados, ao menos desde 2010.6 Valeu-se, inclusive, de prioridades de tramitação e do amplo apoio obtido ao longo do processo. O PL do Executivo não criou explicitamente a autoridade nos moldes aprovados. No entanto, em opção heterodoxa, trouxe atribuições “ao órgão competente designado para zelar pela implementação e pela fiscalização desta lei”. Estavam lá, no original, competências agora aprovadas, embora ausente sua composição e vinculação. Ajustificativa do PL é , paradoxalmente, lacunosa e explícita: “a proposta prevê um órgão competente para a proteção de dados pessoais no país”. Segundo o parecer da Comissão Especial da Câmara, do deputado Orlando Silva, havia consenso técnico sobre a necessidade de um órgão centralizado, independente e autônomo para gerir o tema – o que, sim, corresponde à realidade. No mais, como traz o parecer: “a proposta do Executivo já previa a designação de um órgão competente para fiscalizar o setor, o que autoriza a apresentação de emendas parlamentares nesta área”. É esse o argumento que tenta embasar a constitucionalidade da proposta: “o texto foi amplamente discutido e se baseia [no mérito e em parte da tramitação] em um projeto de origem do Executivo [por isso não haveria vício]”.7 No Senado, o desejo de não devolver o PL à Câmara e de já o enviar à sanção, decorrente do senso de urgência e do amplo apoio público que não recomendava empecilhos, fez com que a questão não fosse avaliada a fundo. Em suma, desenho aprovado. Inescapável que, na letra fria, e especialmente a partir da definição da composição da autarquia e de seu regime, o PL invade a previsão constitucional da iniciativa privativa do Presidente da República (art. 61, §1°, II). Formalmente há vício e, pois, inconstitucionalidade. Contudo, não se deve fechar os olhos para a dinâmica real do processo legislativo, frequentemente ausente das avaliações jurídicas tradicionais. Nada apaga tratar-se de texto explicitamente baseado em projeto formalmente apresentado pelo Executivo que, de forma voluntária, e quiçá como produto do acordo interno possível, eximiu-se da decisão final: criou

Innovation Awards Latam premia as startups mais promissoras de vários países

Evento reúne finalistas e acontece dia 30 de julho, em São Paulo São Paulo, Julho de 2018 – A busca por novos e rentáveis modelos de negócios tem crescido nos últimos anos. Um exemplo disso é a aposta de empreendedores em ideias e soluções mais inovadoras e práticas. E setores como segurança, educação, saúde, mobilidade urbana, entre outros, ganham cada vez mais destaque no desenvolvimento de produtos e serviços. Nesse cenário, as startups saem na frente e viram um grande celeiro de inovação. É o que comprova o Innovation Awards Latam, competição para Startups da América Latina, organizada pela Cantarino Brasileiro. Este ano, a cerimônia de premiação e reconhecimento das melhores startups da América Latina acontece no dia 30 de julho, em São Paulo. O prêmio teve mais de 800 startups inscritas entre 8 de fevereiro e 4 de maio deste ano,  com 326 cases válidos, incluindo especialistas em inovação do mundo inteiro e grandes empresas focadas no desenvolvimento de startups empreendedores de 11 países. A avaliação foi realizada por mais de 60 jurados de 13 diferentes países, entre eles, Don Tapscott, maior referência em blockchain no mundo; Guga Stocco, responsável pela inovação do Banco Digital; e Lisa Besserman, eleita uma das 100 mulheres mais influentes em Tecnologia pela revista Business Insider. Ao todo, foram escolhidas 27 startups finalistas, com 180 melhores cases, sendo 35% do Brasil, 13,5% do México e 11,2% da Argentina, divididos em seis categorias: Big Data, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial, APIs e Cyber Security. “O prêmio consagra as melhores startups e gera oportunidades para parcerias internacionais e comerciais entre as muitas empresas que vislumbram negócios com bons resultados em inúmeros setores da economia”, destaca Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro. O Innovation Awards Latam conta com o apoio de 32 entidades de diferentes países. Entre eles, Crunchbase, principal base de dados de startups e investimentos do Vale do Silício; Latam Startups, entidade canadense de fomento de negócios, F10, incubadora e aceleradora da Suíça; e Invest Hong-Kong. Como próximas ações do projeto, estão programados Innovation Day em São Paulo, dia 1º de agosto, e em Guadalara (México), dia 15 de agosto. Confira abaixo os finalistas por categoria: Inteligência Artificial: Emotion Research Lab (México) Entelai  (Argentina) Kiwi Campus (Colômbia) TNH Health (Brasil) Thermy (México) APIs Clinch Logistics (México) Digibee (Brasil) Doopla (México) Rombus Global (Argentina) Übank (México) Big Data Biva  (Brasil) Feedz  (Brasil) Ibbi  (Argentina) Save Sarah (Chile) Schoolastic (Brasil) Blockchain Artis International (Argentina) CoinWise (Brasil) DreamJobs  (Colômbia) Moeda (Uruguai) PrestaGente (Colômbia) CyberSecurity guardSI Cybersecurity (Brasil) Hack&Secure (Colômbia) IoT Byond (Brasil) Nearbee (Brasil) Phygitall (Brasil) Sii Smart Buildings (Brasil) Unicorn Games (Uruguai)   Sobre a Cantarino Brasileiro Com 14 anos de experiência no mercado, a Cantarino Brasileiro é uma tradicional empresa de marketing e comunicação focada nos mercados financeiro e de meios de pagamento. Seu objetivo é promover a aproximação entre empresas e manter o mercado atualizado sobre as tendências que regem o setor por meio de eventos, treinamentos, seminários, publicações, consultoria e relatórios setoriais. Informações para a Imprensa: DFreire Comunicação e Negócios Vera Aranha – vera@dfreire.com.br Debora Freire – debora@dfreire.com.br Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br

Projeto de proteção de dados pessoais aguarda sanção de Temer

Jornal Nacional Edição do dia 19/07/2018 Associações temem que criação de agência reguladora para fiscalizar a lei seja vetada ou fique subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional. O projeto aprovado pelo Congresso que define regras para a proteção de dados pessoais aguarda a sanção do presidente Michel Temer. Associações que defendem a medida temem que a criação de uma agência reguladora para fiscalizar a lei seja vetada ou fique subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional. Nome, endereço, idade, estado civil, e-mail, hábitos, preferência, dados que qualquer pessoa fornece ao se cadastrar em sites, navegar em redes sociais, consumir produtos e serviços, e que hoje não são protegidos por uma lei geral, uma lei que defina o que as empresas podem fazer com estas informações. Um projeto de lei aprovado no Congresso cria regras específicas para proteger esses dados. Quando a lei estiver em vigor, para comercializar essas informações, cedê-las ou usá-las para qualquer finalidade, as empresas vão precisar de autorização legal do cidadão. E todos poderão ver, corrigir e excluir as informações que já tenham passado. Empresas e órgãos públicos deverão preservar a privacidade das pessoas, inclusive na internet. Dados de crianças só poderão ser usados com o consentimento dos pais. Os de saúde, apenas para pesquisas. As empresas que vazarem as informações serão multadas em até 2% do faturamento com um limite de R$ 50 milhões por infração. A lei também prevê exceções fundamentais, por exemplo, no tratamento de dados pessoais para fins de segurança pública. Um policial não vai precisar pedir autorização para comparar digitais encontradas no lugar de um crime com um banco de dados de digitais. Vão ficar de fora também os dados usados para fins jornalísticos e artísticos. A proposta recebeu o apoio de mais de 80 organizações e entidades ligadas a vários setores como comércio, imprensa, internet e consumidores. Mas um ponto preocupa. As associações que defendem o projeto temem que a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, uma espécie de agência reguladora responsável pelo controle e fiscalização da lei, seja vetada pelo presidente Michel Temer, sob a alegação de que ela não poderia ter sido criada por iniciativa do Congresso, mas apenas do Executivo, e que essa estrutura seja instituída por medida provisória subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. O advogado Danilo Doneda, especialista em temas de proteção de dados e privacidade, diz que isso acabaria com a lei; que a autonomia e a independência da Autoridade Nacional de Proteção de Dados são fundamentais. “Você não pode ter uma autoridade que proteja direitos dos cidadãos sobre seus dados junto com uma autoridade de inteligência que tem como função fornecer dados para o governo. Isso seria, realmente, algo muito parecido a formar um exército de raposas para cuidar de um galinheiro. Isso seria completamente pouco prático e inviabilizaria tanto a proteção de dados no Brasil, quanto a inserção do Brasil na comunidade internacional de países que trataram com segurança e modernidade do direito e regulação da sociedade da informação”, disse. A lei só vai entrar em vigor 18 meses após a sanção presidencial. O advogado Thiago Luís Sombra, também da área de proteção de dados, diz que é o tempo necessário para que, se alguma mudança for feita, seja para confirmar a independência da agência, sem deixá-la subordinada a qualquer órgão do governo. “Nenhum país democrático, nem aqueles que foram vítimas de terrorismo em algum momento, cogitou colocar uma autoridade de proteção de dados vinculada à sua atuação militar ou de cyber segurança, ou de segurança nacional. Quase todos os países europeus têm a autoridade como órgão independente”. O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) diz que a lei não precisa de nenhuma mudança ou ajuste, que o presidente Temer deve aprová-la como está. No projeto, a autoridade, a agência, é vinculada ao Ministério da Justiça. “Essa lei dá segurança para mim, para você, para todos nós, segurança jurídica de que a nossa privacidade vai estar sendo protegida. É isso que nós, 80 entidades representativas da sociedade civil, da academia e do setor empresarial, estamos defendendo”, afirmou Sérgio Paulo Gallindo.   Fonte: Jornal Nacional http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/07/projeto-de-protecao-de-dados-pessoais-aguarda-sancao-de-temer.html  

Para Associação de Internet das Coisas, Lei de Dados Pessoais termina com a ‘terra sem lei’ no Brasil

17Da redação … 17/07/2018 … Convergência Digital Para Márcio Cots, Diretor Jurídico da Associação Brasileira de Internet das Coisas e Sócio do Cots Advogados, a Lei de Proteção de Dados Pessoais, à espera da sanção presidencial,exigirá que as empresas invistam  em ferramentas tecnológicas e serviços especializados. As companhias também terão de revisar contratos com prestadores de serviço, fornecedores, empregados, etc., mas ela é crucial para acabar com a ‘terra sem lei’, que era o tratamento de dados no Brasil. “Quem achava que podia fazer o que bem entendesse com dados de terceiros, certamente terá prejuízos”, observou o advogado. Se sancionada pelo Presidente Michel, a lei vai aliar dois aspectos relevantes para a ABINC: ela não cria apenas regras pontuais que poderiam, no futuro, se tornar inadequadas ou ultrapassadas; e o projeto estabelece princípios e fundamentos do tratamento de dados no Brasil que a tornará atual, mesmo diante de maiores avanços tecnológicos. Cots observa ainda que há duas formas de avaliar uma legislação nova que regula um tema que até então não havia sido regulamento. Existe a visão de que aquilo é uma barreira e a visão de que aquilo é uma segurança para o seu negócio. “Não gostamos muito de tratar a questão como se fosse uma barreira e tentamos olhar sempre o lado mais positivo, ou seja, havendo regras claras sobre o tratamento de dados no Brasil, esse tratamento acontecerá de uma forma mais segura. Então tanto startups, e-commerces, quanto as empresas em geral vão poder coletar e tratar dados com muito mais segurança ao saber o que pode e não pode fazer”, conclui o executivo.   Fonte: Convergência Digital http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=48467&sid=9  

CONARH 2018 conta com palestras de executivos das maiores empresas do Brasil

Gerdau, Santander e Dr. Consulta, são algumas das companhias que estarão representadas no evento  De 14 a 16 de agosto acontece a 44ª edição do CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), um dos maiores eventos sobre gestão de pessoas do mundo. Com o tema “Protagonista da Transformação”, o evento tem o objetivo de mostrar que todos são responsáveis por influenciar as pessoas de forma positiva e que para ter um mundo mais justo, diverso e igualitário, é necessário colocar em prática as ações, ser o protagonista da verdade. Com mais de 30 palestras e painéis o CONARH 2018 já conta com grandes nomes em sua grade. Confira: “A grande revolução: seja uma marca” – Leo Chaves, cantor, palestrante, presidente fundador do Instituto Hortense e autor do livro “No colo dos Anjos”  Irá dividir experiências relacionadas a carreira profissional e pessoal, quedas, frustrações, dificuldade, obstáculos, tudo o que enfrentou e superou na vida. Com base em seus estudos sobre inteligência emocional e gestão da emoção, também utiliza um pouco de filosofia, modelo educacional escolar e familiar. “Como desenvolver Líderes Exponenciais” – Gustavo Werneck, CEO da Gerdau Gustavo é o primeiro CEO que não pertence à família Gerdau em 116 anos. Há 13 anos na companhia, é conhecido por um estilo enérgico e a capacidade de bater metas. Irá compartilhar como o RH foi importante no desenvolvimento do seu potencial e como viveu o programa de sucessão.  “As 5 novas competências para desenvolver carreiras e empresas de sucesso” – Mauricio Benvenutti, Sócio da StarSe e autor do livro “Incansáveis” As novas tecnologias e como ela está impulsionando a mudança nas pessoas, organizações e sociedade. Estamos mesmo promovendo a mudança ou ela está nos impulsionando a mudar? O que vem pela frente? Como me preparar? “A startup que reinventou o sistema de saúde no Brasil” – Thomaz Srougi, Fundador do Dr. Consulta A história dos empreendedores que querem protagonizar uma das maiores ondas de impacto já vistas no mercado de saúde brasileiro. O Dr.Consulta realiza cerca de 55 mil atendimentos por mês, com uma rede de 600 médicos. Criada em 2011, só este ano, em plena crise financeira do país, abriu oito novas unidades, totalizando 20 na capital e na região do ABC.  “A diversidade na perspectiva dos CEO´s” – Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil e Sérgio Rial, Presidente Executivo do Santander Brasil Moderador: Milton Jung, Jornalista, âncora do Jornal da CBN e do programa Mundo Corporativo, co-autor do livro “Comunicar para Liderar” e autor de “Jornalismo de Rádio” Debate sobre como os CEO’s veem a diversidade nas empresas. Seus respectivos programas funcionam? Quais as lições aprendidas? Que mensagem gostariam de passar para os RH’s, para que efetivamente tragam a diversidade de mindset para as organizações? Os conteúdos serão divididos entre palestras Magnas e Simultâneas, todas ministradas por profissionais renomados do mercado brasileiro e internacional. As inscrições já estão abertas, e podem ser feitas no site http://www.conarh.com.br, pelo e-mail congressista@conarh.com.br ou pela nossa central de atendimento (11) 3138-3420. 44º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas Data: 14, 15 e 16 de agosto de 2018 Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda Sobre a ABRH-Brasil  A ABRH-Brasil, presidida por Elaine Saad, está presente em 21 Estados e no Distrito Federal. As seccionais são desvinculadas juridicamente e independentes, integradas na missão de promover o desenvolvimento dos profissionais de RH e gestores de pessoas por meio de eventos, pesquisas e troca de experiências, além de colaborar com os poderes públicos e demais entidades nos assuntos referentes à sua área de atuação.  Filiada à WFPMA (World Federation of People Management Associations) e à FIDAGH (Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana), a ABRH-Brasil é cofundadora e integra a CRHLP (Confederação dos Profissionais de Recursos Humanos dos Países de Língua Portuguesa), fundada em 2010. Contatos Printer Press Comunicação Corporativa Lori Moscatelli – lori.moscatelli@printerpress.com.br (11) 5582-1624 – (11) 98444-4866 Fernando Planca – fernando.planca@printerpress.com.br (11) 5582-1601 – (11) 98674-2743 Março/2018

Novo paradigma para a proteção de dados no Brasil

Tatiana Campello e Matheus Bastos Oliveira* 18 Julho 2018 | 11h00 O projeto da nova lei geral brasileira de proteção de dados pessoais foi aprovado pelo Senado Federal e segue para a sanção presidencial. O PLC 53/2018 promete grande impacto aos mais diversos agentes econômicos brasileiros por atingir a todos que atuam com o processamento de dados pessoais, como a coleta, tratamento e armazenamento. A edição da lei geral de proteção de dados pessoais insere o Brasil no atual cenário internacional de transferência e proteção de dados, capitaneado pela União Europeia. O velho continente saiu na frente com a entrada em vigor do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), em 25 de maio de 2018, pressionando o avanço dos projetos de lei sobre o tema em outros países, como no Brasil. O GDPR fixou rígidas regras para a transferência internacional de dados pessoais entre a União Europeia e países que não possuíssem legislação compatível para a proteção de dados pessoais. Entretanto, a repentina inserção da lei geral de proteção de dados na congestionada agenda legislativa brasileira não culminou com a aprovação de um projeto de lei prematuro. Muito pelo contrário. Apesar de seu expedito trâmite no Senado Federal, onde permaneceu por cerca de 45 dias, a aprovação do PLC 53/2018 é amplamente festejada por seu amadurecimento. A versão do texto legal que chegou ao Senado Federal foi o resultado de amplo debate durante o longo tempo de tramitação dos projetos que lhe deram origem na Câmara dos Deputados. Na reta final de sua aprovação pela Casa revisora, o projeto recebeu o apoio de cerca de 67 entidades do setor produtivo e da sociedade civil, que se manifestaram expressamente a favor da sua aprovação e destacaram a potencial atração de investimentos na ordem de R$ 250 bilhões ao país em tecnologias de transformação digital at& eacute; 2021, segundo dados divulgados pela Brasscom e Frost & Sullivam. Além disso, o PLC 53/2018 cria a autarquia destinada a atuar na proteção de dados pessoais – a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – e remove uma relevante barreira à aspiração brasileira para integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE. Dentre as diversas medidas a serem adotadas por entidades do setor público e privado, algumas merecem destaque por sua relevância ou potencial discussão. Nesse contexto, pode-se enumerar (i) a inserção da dinâmica de obtenção de consentimento do titular de dados pessoais por aqueles interessados em coletá-los e trata-los, até então estipulada somente no ambiente da Internet pela Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet); (ii) os limites à definição (e, consequentemente, da coleta e tratamento) de dados anominizados; (iii) o conceito casuístico de interesse legítimo e finalidades legítimas, a estabelecer as balizas para a coleta e tratamento de dados do indivíduo; (iv) a possibilidade de revogação do consentimento pelo titular e exclusão dos dados pessoais cedidos; (v) o tratamento de dados pessoais pelo poder público; (vi) a distinção entre as figuras do controlador (responsável pelas decisões referentes ao tratamento de dados) e do operador (pessoa que realiza o tratamento de dados em nome do controlador) , delimitando-se as suas respectivas responsabilidades; (vii) a criação do encarregado (Data Protection Officer), pessoa natural nomeada pelo controlador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados pessoais e a ANPD; entre outras. Embora o GDPR já venha causando a mobilização de agentes econômicos brasileiros que atuam na União Europeia (mediante a oferta de produtos, serviços ou coleta de dados), o verdadeiro impacto fica a cargo da lei brasileira por demandar grande transformação e investimento aos mais diversos prestadores de serviços que deverão se adaptar às suas regras. As grandes corporações já vêm se adequando ao GDPR e possuem vantagem sinérgica e financeira para suportar a implementação de práticas de conformidade com a lei brasileira, mas outros agentes econômicos de menor porte (como as startups) deverão adicionar a verificação de conformidade a esses elementos no seu radar, a fim de tomar as medidas necessárias o quanto antes. O prazo de 18 (dezoito) meses para a vigência da lei é inferior ao conferido pelo GDPR, de 24 (vinte e quatro) meses, e demonstra que as medidas de adequação d evem ser iniciadas imediatamente. Aqueles que não conseguirem se adaptar à norma a tempo ficarão sujeitos a aplicação das sanções pela ANPD, que podem variar desde a aplicação de advertência, passando por multa de até R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) e até a proibição total do exercício da atividade relacionada ao tratamento de dados. Além de potencializar o avanço econômico externo e interno, a lei geral de proteção de dados também representa o aperfeiçoamento jurídico da matéria no Brasil. A lacuna legislativa trazia interrogações aos agentes econômicos que coletam e tratam dados pessoais no Brasil, fomentando a insegurança jurídica no setor. A aprovação e sanção do PLC 53/2018 é apenas o primeiro – e grande – passo brasileiro na busca pela sua inserção no rol de países que possuem adequada proteção aos dados pessoais. É fundamental que se continue a avançar nesse sentido, notadamente com a criação da ANPD e a efetiva utilização dos instrumentos preventivos, fiscalizatórios e sancionatórios dispostos no PLC 53/2018, promovendo-se o desenvolvimento tecnológico que se espera do Brasil.   *Tatiana Campello, sócia do Demarest, e Matheus Bastos Oliveira, advogado do Demarest  Fonte: Estadão  https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/novo-paradigma-para-a-protecao-de-dados-no-brasil/

LEI DE PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS: SEGURANÇA JURÍDICA E INDUÇÃO DA ECONOMIA DIGITAL

Após aprovação Projeto de Lei da Câmara-PLC 53/2018 o projeto agora vai à sanção da Presidência da República. São Paulo, 11 de Julho de 2018             A Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, é signatária do manifesto para aprovação da lei de dados pessoais juntamente com mais de 75 entidades representativas da Sociedade Civil, Setores Empresariais além de Professores Acadêmicos. O Brasil está muito próximo de fazer parte dos mais de 100 países que já contam com uma lei de proteção de dados pessoais, endereçando os desafios da transformação social e econômica decorrente do avanço da tecnologia digital, em reconhecimento ao enorme potencial de desenvolvimento e bem-estar derivado da geração, coleta e tratamento de expressiva quantidade de dados. Após aprovação na Câmara do Deputados em maio, o Projeto de Lei da Câmara, PLC nº 53/2018  tramitou Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal,  e foi aprovado em Plenário por unanimidade no dia 10/07. Fruto de um processo democrático com ampla participação de entidades representativas da sociedade civil, da academia e entidades empresariais, a Lei recém aprovada tem a virtude do equilíbrio ao conferir segurança jurídica para cidadãos e empresas, induzindo investimento, crescimento econômico e benefício-social. Este importante e necessário marco legal legitima o tratamento de dados com garantias adequadas aos seus titulares, com transparência sobre os processos, disciplina a responsabilidade civil entre os diversos agentes econôminco envolvidos, valoriza selos, certificados e códigos de conduta, boas práticas e governança, bem como, prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, independente funcional e financeiramente, e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, órgãos essenciais para operacionalização da proposta.   Aprovação pelo Congresso Nacional, além de representar o reconhecimento do grau de maturidade do texto, mercê de um processo de democracia participativa sem precedentes, confere confiança ao ecossistema envolvido,  um ambiente de negócios seguro, balaceando a garantia dos direitos individuais com a indução de novos modelos de negócios intensivos em dados. Está, portanto, em sintonia com a modernidade e é um passo fundamental para a inserção do País em foros internacionais. O projeto vai à da Presidência da República sendo merecedor de sanção na sua integralidade. “A Brasscom defendeu a aprovação célere do PLC nº 53/2018 e agora, a sua sanção, entendendo ser fundamental que a atividade de tratamento de dados se dê com segurança jurídica. Estudos de mercado apontam um potencial de R$ 250 bilhões de investimento em tecnologias de transformação digital, tais como, Internet das Coisas, Big Data e Inteligência Artificial. Neste sentido, a nova lei é um importante instrumento para potencializar o protagonismo do Brasil na economia digital.” diz o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Sobre a Brasscom: A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa 62 grupos empresariais presentes em todos as unidades federativas do Brasil, e reúne 20 instituições que proveem insumos enriquecedores ao setor de TIC. A Brasscom exerce papel de articulação entre os setores público e privado, nas esferas federal, estadual e municipal, propondo e participando da construção de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital e conectado. Além disso, a entidade atua na conscientização da importância da transformação digital e inovação, na busca pela inclusão de computação no ensino médio e na valorização das diversidades.

Entidades assinam carta em favor de autoridade de proteção de dados pessoais

Pelo menos 30 entidades do terceiro setor e dos setores empresarial, acadêmico e público, incluindo o Ministério Público do Distrito Federal, publicaram nesta quinta-feira, 14, carta em defesa da criação de uma autoridade de proteção de dados pessoais. O manifesto acontece no momento em que o Congresso avança na discussão rumo a uma lei geral que regulamente a matéria, mas há controvérsia sobre a necessidade de se criar ou não uma autoridade como acontece na legislação de outros países. Há controvérsia no assunto porque a proposta do PL 4.060/2012 aprovado na Câmara incluía a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, com poder de regular, emitir normas, fiscalizar e sancionar agentes que pratiquem tratamento de dados, além de propor diretrizes para uma política nacional de proteção de dados, embora devesse estimular a adoção de autorregulamentação e políticas de boas práticas. Porém, é possível que haja entendimento de que a criação dessa autoridade seria inconstitucional. O manifesto aborda isso ao reconhecer a exclusividade constitucional resguardada ao Executivo para propor leis que criem órgãos, cargos, funções ou empregos públicos. “Desse modo, reforçamos a pertinência que o tema exige, avançando na criação de uma Autoridade Brasileira de Proteção de Dados Pessoais”, declara. Benchmark “Aprendemos com a experiência internacional que a grande maioria dos países que possuem leis gerais de proteção de dados pessoais só conseguiram uma aplicação eficiente dessas leis na medida em que estabeleceram uma Autoridade de Proteção de Dados Pessoais ou um Comissariado de Privacidade”, diz o texto. Afirmam que o mecanismo permite alcançar a “tutela efetiva da privacidade dos cidadãos”, enquanto propicia segurança jurídica na aplicação da lei para atores regulados, sejam do setor público ou privado. Por conta disso, consideram “indispensável” a criação desse ente, que teria participação colaborativa. “Dada a importância do tema, é imprescindível que não haja qualquer subordinação do órgão regulador à administração pública direta ou indireta. Aconselhamos ainda que seja criado um conselho multissetorial composto por membros dos setores público e privado, do terceiro setor e da academia para efeito de aconselhamento e acompanhamento das atividades da entidade reguladora.” A sugestão, também considerada indispensável, é que a autoridade seja financeiramente independente, contando com dotação orçamentária própria. Com isso, esperam que tenha autonomia funcional e busque “a formação de quadros competentes e qualificados à altura dos novos desafios colocados pelo avanço das atividades baseadas em dados nos setores público e privado e como parte de atividades offline e online”. Recursos arrecadados por meio de multas seriam destinados a outra finalidade, e não à gestão financeira da entidade reguladora. Um exemplo proposto é destinar os recursos ao desenvolvimento de projetos educacionais, de treinamento, capacitação, conscientização e para ações em defesa da proteção de dados pessoais por organizações sem fins lucrativos. Mais de 30 entidades assinam a carta, que permanece aberta a novas adesões (clique aqui). Confira a relação abaixo: Terceiro Setor Actantes Casa da Cultura Digital Porto Alegre Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé Coding Rights Coletivo Digital Coolab – Laboratório Cooperativista de Tecnologias Comunitárias Instituto Beta: Internet & Democracia Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Instituto Nupef Instituto de Tecnologia e Equidade (IT&E) Internet Sem Fronteiras Intervozes—Coletivo Brasil de Comunicação Social Movimento Mega Não Prioridade Absoluta – Instituto Alana Proteste – Associação de Consumidores Open Knowledge Instituto Alana Instituto Update Labhacker Setor Empresarial Associação Brasileira das Empresas de Software – ABES Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e da Comunicação – BRASSCOM Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações – ABRIN Associação Brasileira Online to Offline – ABO2O Associação Brasileira de Crédito Digital – ABCD Associação Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde – ABIIS Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – Camara-e.net Setor Acadêmico Grupo de Estudos em Direito, Tecnologia e Inovação do Mackenzie Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação/GPoPAI-USP Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro/ITS-Rio Rede latina-americana de estudos sobre vigilância, tecnologia e Sociedade /LAVITS Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC Instituto Igarapé Instituto de Referência em Internet e Sociedade/IRIS Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto Brasiliense de Direito Público/CEDIS IP.Rec – Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife Setor Público Ministério Público do Distrito Federal e Territórios

Rui Palmeira recebe representantes de multinacional espanhola

O prefeito Rui Palmeira recebeu, na tarde desta quinta-feira (07), representantes da Indra, multinacional de tecnologia e consultoria líder na Espanha e América Latina. Eles apresentaram soluções para Maceió dentro do conceito de Cidades Inteligentes (Smart Cities). Prefeito Rui Palmeira recebe representantes da Indra. Foto: Max Monteiro/ Secom Maceió Em novembro de 2017, Palmeira participou do maior evento sobre cidades inteligentes do planeta, o Smart City Expo World Congress, que aconteceu em Barcelona, na Espanha. “Para nós, esse encontro é muito importante e mostra o reconhecimento que a empresa tem pela cidade de Maceió. A Indra tem serviços de tecnologia em grandes cidades do mundo e é uma satisfação recebê-los, na certeza que a capital pode avançar muito em termos das chamadas cidades inteligentes”, disse o prefeito. Na Espanha, o evento reuniu gestores públicos de mais de 600 cidades de todo o mundo, 591 expositores de 126 países, formadores de opinião, instituições acadêmicas, centros de pesquisa, incubadoras, investidores e corporações, para impulsionar cidades inteligentes e capacitar seus cidadãos. O secretario de Economia, Fellipe Mamede, destacou que a Prefeitura vem se empenhando para colocar Maceió na rota das cidades inteligentes. “Esse é um assunto muito pertinente para Maceió, e que tem exigido de nós uma atenção especial, ao ponto de termos constituído um grupo de trabalho multissetorial, com diversas pastas envolvidas, para que possamos colocar, de fato, Maceió no roteiro das cidades inteligente no mundo. Vimos uma apresentação da empresa Indra, que já é parceira da Prefeitura, e que demonstrou ser bastante séria e qualificada tecnicamente e que desenvolve um trabalho de sucesso no tema das smart cities”, detalhou. Com mais de 15 anos trabalhando com o setor de Cidades Inteligentes, segundo os representantes da Indra, o objetivo da empresa é colocar à disposição dos cidadãos os benefícios que a tecnologia pode trazer nos dias atuais. “Na Indra trabalhamos soluções da inteligência voltada ao turismo, serviços urbanos, como iluminação, questão dos resíduos, mobilidade inteligente, segurança, e também dispomos de uma peça muito diferenciada que é uma plataforma de questões urbanas inteligentes com capacidade para analisar todas as informações relativas às cidades”, disse o diretor-global da Indra, Alberto Bernal García. De acordo com o diretor-executivo da Indra Brasil, Antonio Leite, a empresa já observava a gestão atual de Maceió há algum tempo. “Vimos que ela tem uma visão de futuro muito importante. No ano passando, recebemos a visita de representantes da Prefeitura num evento nosso, em Barcelona, e despertou nosso interesse de vir à Maceió e apresentar nossa tecnologia com uma proposta de modernização da cidade e melhoria da vida dos cidadãos”, disse. A Indra oferece soluções e serviços tecnológicos para os setores de Transporte e Tráfego, Energia e Indústria, Administração Pública e Saúde, Serviços Financeiros, Segurança e Defesa e Telecom e Media. “Temos bastante tempo de atuação no Brasil. Estamos presentes nas capitais de 19 estados, inclusive Maceió, onde temos alguns contratos, com cerca de 50 pessoas e potencial de chegar a 150, nesse primeiro momento”, ressaltou Leite. Flávia Farias/Secom Maceió bg azul Fonte:  http://www.maceio.al.gov.br/2018/06/rui-palmeira-recebe-representantes-de-multinacional-espanhola/

Prefeitura de São Paulo lança Selo de Acessibilidade Digital com apoio do Web para Todos

Em maio, o Movimento Web para Todos (WPT) participou do evento de lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. A iniciativa é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). O objetivo do Selo é incentivar a consciência e a prática da acessibilidade na web em todo o país. O WPT é o principal apoiador institucional da iniciativa nesta etapa de lançamento. “Nós contribuímos na elaboração da metodologia e dos critérios de avaliação e, a partir de agora, seremos um dos grandes divulgadores do projeto pelo País afora”, disse Simone Freire, idealizadora do Movimento. Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa Com Deficiência, destaca a questão da obrigatoriedade em relação à acessibilidade dos sites. “A Lei Brasileira de Inclusão estabelece a obrigatoriedade de haver acessibilidade nos sites de empresas ou governos, garantindo que as informações cheguem para todas as pessoas. Como não havia um órgão que regulamentasse este direito, a Comissão Permanente de Acessibilidade, autoridade consultiva e deliberativa no assunto, está liderando esta iniciativa inédita no País”, afirma. O WPT terá ainda um papel fundamental na transformação dos sites que desejam obter o Selo de Acessibilidade. “Temos um time incrível de profissionais e parceiros especialistas em acessibilidade digital. Para nós, essa iniciativa chancela o trabalho transformador que já estamos desenvolvendo com diversas empresas e organizações referente à adequação de suas plataformas para este público”, acrescenta Simone. COMO VAI FUNCIONAR A avaliação de cada site vai seguir com os critérios estabelecidos no Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) e as diretrizes de verificação previstas na Portaria nº 08/SMPED-GAB/2018, que regula o Selo de Acessibilidade Digital. Após o requerimento, a Divisão de Acessibilidade Digital e Comunicação Inclusiva (DADCI) emitirá Relatório Técnico de Avaliação da Acessibilidade e submeterá à apreciação, para concessão do Selo, da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à SMPED. A solicitação do Selo poderá ser realizada pelo Portal 156 ou pelo site da SMPED, com encaminhamento de documentos pelo e-mail da Secretaria. As dúvidas sobre o serviço podem ser encaminhadas ao e-mail da iniciativa. O QUE A LEI DIZ SOBRE O ASSUNTO? A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) é destinada a “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. O documento conta com um capítulo dedicado exclusivamente ao acesso à informação e à comunicação e um artigo que aborda a acessibilidade pelos sites da Internet no Brasil. O artigo 63 estabelece que: “É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.” Além da obrigatoriedade, a dúvida muito comum é se existe algum tipo de punição ou multa para empresas e organizações que não têm os sites acessíveis. E, ainda, se isso já está valendo ou precisa de regulamentação. Alexandre Pacheco da Silva, professor e pesquisador da Escola de Direito FGV-SP, respondeu essas perguntas no vídeo que o Web para Todos fez com ele sobre o assunto (o vídeo conta com recursos de acessibilidade: legenda, Libras e audiodescrição). Fonte: Brasscom Fonte: https://cryptoid.com.br/banco-de-noticias/34209-prefeitura-de-sao-paulo-lanca-selo-de-acessibilidade-digital/  

Empatia e autocontrole aumentam em jovens que recebem educação socioemocional, diz pesquisa

HYNDARA FREITAS – O ESTADO DE S.PAULO Estudo realizado pela UFRJ mostrou aumento nos níveis de autocontrole, empatia, autoconhecimento e habilidades sociais Foi-se o tempo em que as disciplinas básicas como Português, Matemática, Geografia, História, Ciências e Educação Física eram consideradas suficientes para formação completa de uma criança. Nos últimos anos, especialistas em educação perceberam que as habilidades cognitivas não bastam, e a capacidade dos alunos de lidarem com suas emoções entrou no radar das instituições – até das universidades. E aí entra o ensino das habilidades socioemocionais. Pouco tempo após ser inserido em algumas escolas, os resultados desse aprendizado são otimistas, ao menos de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O estudo analisou os níveis de autocontrole, empatia, autoconhecimento e habilidades sociais de 9.608 alunos de 10 a 17 anos que foram submetidos ao programa Semente de habilidades socioemocionais, que é realizado em diversas escolas brasileiras. No início do ano letivo de 2017, cerca de 9,6 mil estudantes distribuídos em escolas nas cinco regiões do País tiveram acesso a uma plataforma online, na qual responderam a um questionário com 45 perguntas. No final de 2017, o mesmo grupo respondeu ao mesmo questionário, após quase um ano de experiência com o programa em sala de aula. Os dados indicaram impactos positivos em todos os domínios avaliados. Analisando cada item, a magnitude das mudanças em empatia cognitiva emocional variou 2,3%, o autoconhecimento aumentou 13,5%, o autocontrole, 13,9%, e as habilidades sociais, 7,2%. Para verificar se as diferenças eram estatisticamente significativas, foram realizados testes t de Student, que mostraram que todos eram significativos. “O Programa Semente, em nível nacional, foi capaz de ampliar os níveis de habilidades socioemocionais em todas as facetas”, afirma o pesquisador Bruno Damásio, do Departamento de Psicometria da UFRJ e responsável pelo estudo. “O programa tem um material do aluno e materiais em vídeo para o professor. Os vídeos têm cinco minutos cada, e depois vêm a discussão e as atividades práticas. Quem vai ministrar o programa é o gestor da escola que acata a metodologia. O professor recebe uma formação do Programa Semente e tem vídeos-aula que guiam sobre como ele deve proceder em cada uma dos assuntos”, explica Celso Lopes de Souza, psiquiatra e fundador da metodologia, que já é ministrada a cerca de 35 mil alunos em escolas privadas de todo o País. As análises foram realizadas separadamente para meninos e meninas, bem como para alunos do 6º ao 9º ano, e a diferença entre os gêneros não foi relevante. As meninas começaram o estudo em quase todos os critérios, com pontuações levemente superiores aos meninos. Estes, no entanto, obtiveram maior crescimento que as meninas em praticamente todos os critérios, fazendo com que ficassem no mesmo patamar. “Ou seja, o efeito do Programa Semente pode ser considerado equivalente para meninos e meninas do 6º ao 9º ano”, explica Damásio. O único critério com diferença relevante foi a empatia cognitiva-emocional. Antes do Programa Semente, as meninas apresentavam um desenvolvimento 9,65 pontos maior que o dos meninos. A diferença aumentou levemente para 9,76 pontos. Em relação às séries, os desempenhos variaram pouco entre si. Isso significa que a maturidade referente à idade não teve influência, já que mesmo em séries diferentes as pontuações iniciais para todas as habilidades avaliadas eram próximas e a evolução não variou muito de uma série para a outra. O autoconhecimento foi a competência que mais melhorou após a metodologia, e Souza explica que ela é importante pois possibilita aprender a nomear as emoções. “Os alunos precisam aprender, por exemplo, a diferença entre estar desapontado, que é da família da tristeza, e estar frustrado, que é da família da raiva. Isso é alfabetização emocional. Depois, vem a parte da regulação, que é fazer os alunos entenderem que não são os fatos que atormentam os homens, e sim aquilo que pensamos sobre os fatos. A ideia é mostrar que são os pensamentos que determinam as emoções, e assim a gente ganha um instrumento para modulá-las quando elas não estiverem ajudando”. O psiquiatra entende que o aprendizado de habilidades socioemocionais, principalmente no que diz respeito ao autocontrole e empatia, pode ajudar as crianças e adolescentes a lidarem melhor com sua saúde mental e auxiliar as escolas e responsáveis a identificarem possíveis transtornos. “A gente não pode fazer essa correlação de modo direto, mas esperamos que em breve tenhamos dados sobre isso. Cerca de 90% dos suicídios têm relação com alguma doença psiquiátrica [segundo dados da OMS], e, com esse ensino, é possível que haja uma diminuição nos casos de suicídio”, diz. O assunto virou tema recorrente em reuniões de pais e professores nos últimos anos, principalmente após casos de suicídios em tradicionais colégios de São Paulo virem à tona, e ganhou as redes sociais no ano passado, após a estreia da série 13 Reasons Why. Além disso, o ensino de habilidades socioemocionais ainda tem reflexos positivos no desempenho acadêmico. De acordo com pesquisa do departamento de psicologia da Universidade de Chicago, realizada com 270 mil alunos da pré-escola ao ensino médio que foram submetidos ao aprendizado de competências socioemocionais, houve uma melhora de 11% em suas notas. “Os estudantes evoluíram muito e os resultados mostram que estamos no caminho correto. Não adianta apostar em algo que não funciona. Por isso contamos com uma auditoria externa para avaliar nosso trabalho. Educação requer esse tipo de cuidado”, diz Souza. Nos próximos anos, os alunos continuarão sendo avaliados, para que se verifique o impacto longitudinal do programa, estabelecendo comparações entre as séries e segmentos à medida em que avançam para os anos subsequentes.

Prefeitura de São Paulo lança Selo de Acessibilidade Digital com apoio do Web para Todos

Simone Freire, idealizadora do WPT, fala durante lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. Foto: Web para Todos. Nesta quinta-feira (17/05), o Movimento Web para Todos (WPT) participou do evento de lançamento do Selo de Acessibilidade Digital. A iniciativa é da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). O objetivo do Selo é incentivar a consciência e a prática da acessibilidade na web em todo o país. O WPT é o principal apoiador institucional da iniciativa nesta etapa de lançamento. “Nós contribuímos na elaboração da metodologia e dos critérios de avaliação e, a partir de agora, seremos um dos grandes divulgadores do projeto pelo País afora”, disse Simone Freire, idealizadora do Movimento. Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa Com Deficiência, destaca a questão da obrigatoriedade em relação à acessibilidade dos sites. “A Lei Brasileira de Inclusão estabelece a obrigatoriedade de haver acessibilidade nos sites de empresas ou governos, garantindo que as informações cheguem para todas as pessoas. Como não havia um órgão que regulamentasse este direito, a Comissão Permanente de Acessibilidade, autoridade consultiva e deliberativa no assunto, está liderando esta iniciativa inédita no País”, afirma. O WPT terá ainda um papel fundamental na transformação dos sites que desejam obter o Selo de Acessibilidade. “Temos um time incrível de profissionais e parceiros especialistas em acessibilidade digital. Para nós, essa iniciativa chancela o trabalho transformador que já estamos desenvolvendo com diversas empresas e organizações referente à adequação de suas plataformas para este público”, acrescenta Simone. COMO VAI FUNCIONAR A avaliação de cada site vai seguir com os critérios estabelecidos no Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG) e as diretrizes de verificação previstas na Portaria nº 08/SMPED-GAB/2018, que regula o Selo de Acessibilidade Digital. Após o requerimento, a Divisão de Acessibilidade Digital e Comunicação Inclusiva (DADCI) emitirá Relatório Técnico de Avaliação da Acessibilidade e submeterá à apreciação, para concessão do Selo, da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à SMPED. A solicitação do Selo poderá ser realizada pelo Portal 156 ou pelo site da SMPED, com encaminhamento de documentos pelo e-mail da Secretaria. As dúvidas sobre o serviço podem ser encaminhadas ao e-mail da iniciativa. O QUE A LEI DIZ SOBRE O ASSUNTO? A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) é destinada a “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”. O documento conta com um capítulo dedicado exclusivamente ao acesso à informação e à comunicação e um artigo que aborda a acessibilidade pelos sites da Internet no Brasil. O artigo 63 estabelece que: “É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.” Além da obrigatoriedade, a dúvida muito comum é se existe algum tipo de punição ou multa para empresas e organizações que não têm os sites acessíveis. E, ainda, se isso já está valendo ou precisa de regulamentação. Alexandre Pacheco da Silva, professor e pesquisador da Escola de Direito FGV-SP, respondeu essas perguntas no vídeo que o Web para Todos fez com ele sobre o assunto (o vídeo conta com recursos de acessibilidade: legenda, Libras e audiodescrição).