Maior congresso brasileiro sobre RPA chega a Curitiba!
Marcado para 15 de Junho, evento promete desvendar os desafios de implantação e as vantagens da Automação Robótica de Processos, com a presença de 10 especialistas no assunto e mais de 100 congressistas Você já ouviu falar sobre RPA? A sigla em inglês para Robotic Process Automation (ou Automação Robótica de Processos) é um conceito relativamente novo, que está sendo disseminado mais fortemente nos últimos dois anos. Sua expectativa de crescimento é de 60,5% no mundo, segundo o GlobeNewswire, agência de notícas da NASDAQ. Nada mais é do que é do que a técnica de automatizar tarefas repetitivas e volumosas que compõem os processos de negócios. Em outras palavras: um tipo de software “robô” que replica ações do usuário interagindo e integrando vários processos e atividades realizados dentro da operação. Segundo especialistas no mercado, há potencial para a robótica em todos os setores, principalmente nos processos complexos que envolvem tomadas de decisões baseadas em regras, reconhecimento de padrões e cálculos. O fato é que a RPA irá mudar a produtividade das empresas drasticamente nas próximas décadas. Com o objetivo de desvendar os desafios de implantação e demonstrar as vantagens desse conceito por meio de cases de sucesso, será realizado na capital paranaense no próximo dia 15 de Junho o RPA CONGRESS CURITIBA 2018 – a maior e mais completa conferência sobre o assunto no Brasil. O evento, que teve repercussão bastante positiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo ao todo mais de 600 profissionais, é uma realização do Instituto Information Management (IIMA) e da Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologias para o Gerenciamento de Informação (ABEINFO). Quem estará no evento: mais de 100 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos. São coordenadores, gerentes e diretores de instituições bancárias, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros. Participe você também! Mais informações: http://rpacongress.com.br/2018/ | (11) 3392-4111 RPA Congress | 2018 rpacongress.com.br A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Segundo pesquisas, 45% das atividades de trabalho atuais realizadas por humanos podem ser automatizadas. RPA Congress 2018 Curitiba 15 de Junho de 2018 FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná Curitiba/PR http://rpacongress.com.br/2018/
Projeto de Lei Complementar Nº 441/2017
Altera a Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001, e a Lei nº 12.414, de 9 de junho de 2011, para dispor sobre os cadastros positivos de crédito e regular a responsabilidade civil dos operadores. Por ocasião da votação do Projeto de Lei Complementar nº 441/2017, foram apresentados destaques e emendas pelos nobres Senhores Deputados, sobre os quais convém esclarecer o quanto segue: DESTAQUE 18 SD e DESTAQUE 10 PSOL – A alteração do art. 1º da LC nº 105/2001 tem a finalidade de estabelecer que não constitui violação de sigilo pelas instituições financeiras o compartilhamento de histórico de crédito, o que é essencial para viabilizar o pleno funcionamento do cadastro positivo, que trará como benefícios a redução dos spreads e da inadimplência, com a consequente estabilidade econômica e melhores condições para a população brasileira. Ressalte-se que a referida alteração não implica a violação do sigilo bancário do cadastrado, pois apenas os gestores registrados no Banco Central do Brasil, de acordo com as normas a serem editadas pelo CMN, poderão receber as informações do histórico de crédito das instituições financeiras – as quais abrangerão tão somente as obrigações financeiras contratadas e aquelas pagas, ainda que com atraso, pelos clientes bancários – para uso consolidado nos scores ou pontuações de crédito, a fim de melhorar a análise para a concessão e, com isso, estabelecer taxas de juros que representem o risco efetivo de cada operação. Para que o mercado veja as informações de forma completa, deverá obter a autorização prévia dos consumidores. Importante esclarecer também que a Lei do Sigilo Bancário, editada em um momento em que o mercado brasileiro operava apenas com o cadastro negativo, já reconheceu que a remessa de informações de inadimplência dos clientes bancários ao sistema de proteção ao crédito, inclusive cheques sem fundos, não viola o sigilo. O que se faz, neste momento em que o cadastro positivo se mostra crucial para a sustentabilidade da economia brasileira, é incluir as informações de adimplemento neste rol, com todas as salvaguardas necessárias para assegurar o seu uso e manutenção adequados, em conformidade também com as finalidades específicas já definidas em lei. DESTAQUE 6 PT e DESTAQUE 14 PP – Haja vista que o principal propósito do PLP 441/2017 é alterar o procedimento atual para a formação do cadastro positivo, a fim de que a inclusão seja automática e apenas a consulta aos dados puros requeira autorização do cadastrado, modificar a redação do art. 4º para trazer novamente a autorização para a abertura de cadastro torna ineficaz as demais alterações objeto da proposta, inviabilizando, assim, os benefícios que dela se espera. É evidente, após cerca de 7 anos de edição da Lei do Cadastro Positivo, que a necessidade de autorização específica para abertura do cadastro – na contramão dos demais países desenvolvidos – culminou na baixa adesão de cadastrados e o consequente insucesso da norma atual. DESTAQUE 7 PDT – O PLP 441/2017, a exemplo da atual Lei do Cadastro Positivo, não prevê o envio, pelas fontes aos gestores de bancos de dados, de informações sobre a renda dos cadastrados. Serão enviados tão somente os dados referentes às obrigações contratadas e às pagas pelos cadastrados, conforme o conceito de histórico de crédito previsto na lei e o rol atualmente delimitado no art. 3º do Decreto nº 7.829/2012, que não incluem a renda. Cabe ressaltar, também, que as informações a serem enviadas pelas fontes aos gestores de bancos de dados somente poderão ser utilizadas para os fins específicos de comunicação ao cadastrado sobre a abertura do cadastro, para que este, querendo, exerça seu direito de sair, e o cálculo de sua nota ou pontuação de crédito. Informações detalhadas somente poderão ser disponibilizadas aos consulentes mediante autorização específica do cadastrado, de forma que não resta configurada violação à sua privacidade. DESTAQUE 15 PSB – De acordo com a atual versão do PLP 441/2017, os gestores de bancos de dados estarão sujeitos (i) ao Código de Defesa do Consumidor – o que autoriza a fiscalização e a aplicação de penalidades pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, (ii) à LC nº 105/01, em caso de quebra de sigilo bancário e (iii) ao cancelamento de seu registro no Banco Central do Brasil, sem prejuízo, ainda, da responsabilização civil a ser apurada judicialmente, o que por si só já constitui arcabouço robusto e suficiente para a responsabilização dos gestores de bancos de dados. Não há, portanto, razão para a exclusão do §7º do art. 12 acrescentado pelo substitutivo que, acertadamente, prevê que os gestores de bancos de dados não estão sujeitos à legislação aplicável às instituições financeiras, haja vista, também, a diferença substancial entre as atividades de ambos. DESTAQUE 11 PCdoB e DESTAQUE 16 PTB/PROS – O atual texto do substitutivo ao PLP 441/2017 mantém a responsabilidade objetiva e solidária das partes, na forma do Código de Defesa do Consumidor, arcabouço já consolidado que, inclusive, aplica-se de forma eficiente ao cadastro de informações negativas. Logo, não se verifica a necessidade de alterações adicionais ao art. 16, que trata da responsabilidade civil de fonte, gestor de bancos de dados e consulentes. DESTAQUE 5 PT – Além das obrigações quanto ao recebimento, armazenamento e disponibilização das informações positivas, o art. 13, II, do PLP 441/2017 já determina expressamente que serão regulamentados os procedimentos aplicáveis aos gestores de bancos de dados na hipótese de vazamento de informações, inclusive quanto à comunicação aos órgãos responsáveis por sua fiscalização. Vê-se, portanto, que o legislador já cuidou de endereçar eficientemente o tratamento de questões relacionadas a incidentes de segurança da informação no instrumento normativo mais adequado ao detalhamento da lei, qual seja, o decreto. EMENDA 1 – Deputado Paulo Teixeira PT/SP – Um dos principais benefícios que se espera com a aprovação do PLP 441/2017 é a inclusão, no mercado formal de crédito, de cerca de 22 milhões de brasileiros que hoje não conseguem comprovar a sua capacidade financeira, embora paguem em dia as suas contas de luz, água, gás, esgoto, telefone
A sala de aula é um starup (ou poderia ser)
[gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/05/REVISTA-MAIO-2018-INOVAEDUC-SITEa.pdf”] Fonte: INOVEDUC http://inoveduc.com.br/
Blockchain e as eleições: perspectivas para o cenário brasileiro
Blockchain é uma tecnologia nova e tem sido bastante utilizada nas chamadas criptomoedas, como as Bitcoin, Ethereum e Litecoin por exemplo. André Leon S. Gradvohl No entanto, a tecnologia Blockchain pode ser utilizada em outras aplicações como contratos inteligentes, redes sociais descentralizadas, gerenciamento de transações imobiliárias, rastreamento de títulos de propriedade e até mesmo em eleições. Por André Leon S. Gradvohl A blockchain possui características importantes: é descentralizada, é consensual, os dados das transações são imutáveis e, principalmente, é criptografada. Em linhas gerais, podemos afirmar que a tecnologia blockchain é uma cadeia de blocos ou registros, interligados entre si, e criptografados. Cada bloco ou registro contém um resumo criptografado do bloco anterior (chamado de hash), um registro de tempo e os dados da transação. Assim, se houver uma mudança em um dos registros anteriores, isso “corrompe” toda a cadeia, pois os hashes não serão mais consistentes entre si. A blockchain utiliza uma rede peer-to-peer, isto é, uma rede formada por vários computadores onde não há um servidor principal. Todos os membros dessa rede têm a mesma importância e, por essa razão, essa rede é descentralizada. Além disso, cada participante da rede tem uma cópia do registro de transações. Portanto, quando um novo bloco é adicionado à cadeia, todos os participantes devem atualizar seus registros através de um protocolo de consenso. O processo eleitoral, especialmente a votação e contabilização dos votos, pode se beneficiar bastante dessas características do blockchain. Por princípio, um sistema de eleição eletrônica confiável precisa satisfazer algumas propriedades, além do sigilo e da integridade do voto. Essas propriedades são a elegibilidade, ou seja, apenas eleitores habilitados poderão votar; a equidade ou a não antecipação dos resultados, para evitar a influenciar eleitores que ainda não votaram; a resistência à coação, isto é, o comprovante do voto não deve identificar a escolha do eleitor; e as verificabilidades individual e universal ou, respectivamente, a possibilidade de o eleitor verificar que seu voto foi contabilizado e que o resultado da eleição considerou todos os votos. Essas propriedades podem ser asseguradas pela tecnologia blockchain, e pelas técnicas inerentes à blockchain, como a criptografia, os protocolos de validação consensual e a imutabilidade das transações, entre outras. No entanto, a tecnologia blockchain ainda não está madura o suficiente para ser rapidamente adotada no sistema eleitoral brasileiro. É preciso lembrar que somos mais de 144 milhões de eleitores aptos a votar e que as eleições ocorrem em um único dia, em um período de cerca de 9 horas. Portanto, seria preciso um sistema bastante robusto e computacionalmente potente para encadear tantos registros de votos. Atualmente, o encadeamento de um novo registro na blockchain – o equivalente à inserção de um voto na cadeia de votos – poderá demorar algum tempo, de minutos a horas. Isso porque são necessárias confirmações de cerca de seis componentes da rede peer-to-peer para considerar o registro validado. Esse tempo de processamento dos blocos pode tornar inviável a votação em um único dia. Há exemplos recentes de uso de blockchain para eleições, em menor escala, que foram aplicados na Colômbia e em Serra Leoa. No entanto, foram apenas experimentos e o resultado não substituiu o resultado oficial. Contudo, foi possível observar o potencial do blockchain para eleições. Enfim, pesquisas para adaptar o blockchain para o sistema brasileiro de votação e muitos testes são necessários antes de se implementar essa tecnologia. Porém, é provável que, nos próximos anos, tenhamos mais experiências interessantes explorando o potencial do blockchain nas eleições em larga escala. O futuro é promissor. *André Leon S. Gradvohl Professor na Faculdade de Tecnologia da UNICAMP e Membro Senior no IEEE gradvohl@ieee.org Fonte: Crypto ID. Blockchain e as eleições: perspectivas para o cenário brasileiro
Maior congresso brasileiro sobre RPA chega a Curitiba!
Marcado para 15 de Junho, evento promete desvendar os desafios de implantação e as vantagens da Automação Robótica de Processos, com a presença de 10 especialistas no assunto e mais de 100 congressistas Você já ouviu falar sobre RPA? A sigla em inglês para Robotic Process Automation (ou Automação Robótica de Processos) é um conceito relativamente novo, que está sendo disseminado mais fortemente nos últimos dois anos. Sua expectativa de crescimento é de 60,5% no mundo, segundo o GlobeNewswire, agência de notícas da NASDAQ. Nada mais é do que é do que a técnica de automatizar tarefas repetitivas e volumosas que compõem os processos de negócios. Em outras palavras: um tipo de software “robô” que replica ações do usuário interagindo e integrando vários processos e atividades realizados dentro da operação. Segundo especialistas no mercado, há potencial para a robótica em todos os setores, principalmente nos processos complexos que envolvem tomadas de decisões baseadas em regras, reconhecimento de padrões e cálculos. O fato é que a RPA irá mudar a produtividade das empresas drasticamente nas próximas décadas. Com o objetivo de desvendar os desafios de implantação e demonstrar as vantagens desse conceito por meio de cases de sucesso, será realizado na capital paranaense no próximo dia 15 de Junho o RPA CONGRESS CURITIBA 2018 – a maior e mais completa conferência sobre o assunto no Brasil. O evento, que teve repercussão bastante positiva nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo ao todo mais de 600 profissionais, é uma realização do Instituto Information Management (IIMA) e da Associação Brasileira de Empresas Usuárias e Fornecedoras de Tecnologias para o Gerenciamento de Informação (ABEINFO). Quem estará no evento: mais de 100 profissionais de empresas de médio e grande porte de vários segmentos. São coordenadores, gerentes e diretores de instituições bancárias, seguradoras, TI, indústrias, serviços, utilities, varejo, alimentos e bebidas, farmacêutico, laboratórios, educacional, Governo, entre outros. Participe você também! Mais informações: http://rpacongress.com.br/2018/ | (11) 3392-4111 – R 29 ou gicelia@iima.com.br RPA Congress 2018 Curitiba 15 de Junho de 2018 FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná Curitiba/PR
Bett Educar 2018 vai apresentar A educação do futuro
O evento discutirá a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Reforma do Ensino Médio e, na área de exposições, serão apresentadas novidades tecnológicas para a aplicação em sala de aula e soluções das empresas para os desafios educacionais. Maior evento de educação da América Latina e um dos principais do mundo, a Bett Educar 2018 apresentará em sua 25ª edição diversas novidades para o setor educacional brasileiro, desde conteúdo pedagógico, experiências tecnológicas, até macrotendências para a educação de hoje e do futuro. A Bett Educar 2018 será realizada de 8 a 11 de maio, no Expo São Paulo (Rod. dos Imigrantes, km 1,5, SP), na capital paulista. A Microsoft é parceira Global da Bett. Haverá novidades tanto no Congresso Bett Educar – veja Aqui a programação oficial do evento – quanto na área reservada aos expositores, na Feira Bett Educar, sempre com o olhar para os novos modelos de escola para o século 21. A estimativa é de um público superior a 17.000 participantes, partindo de todos os estados brasileiros. Nas palestras do Congresso Bett Educar, os temas centrais destacam duas principais políticas educacionais: a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Reforma do Ensino Médio. Mantém, assim, seu compromisso em contribuir para a transformação da educação brasileira e, para isso, reunirá educadores e influenciadores de excelência da área de educação do Brasil. Os conteúdos do Congresso foram estruturados em quatro eixos: Aprendizagem, Práticas de Sala de Aula, Formação de Professores e Gestão. Para as instituições de ensino, uma das novidades do evento é o Fórum de Gestores, que reunirá lideranças da educação, mantenedores, reitores, gestores de redes, diretores de escolas para debater o ensino básico e o ensino superior, os impactos da nova legislação trabalhista no dia a dia das escolas e das universidades, a construção de novos currículos a partir da BNCC, experiência de escolas, escolas de alto desempenho e o novo ensino médio e um painel sobre economia. Serão realizadas ainda visitas presenciais a escolas de educação básica (em São Paulo) e virtuais a universidades do exterior. Na área de exposições, participarão mais de 200 empresas nacionais e internacionais e cerca de 20 startups do setor (Edtech) apresentando produtos e serviços para educação e tecnologia. Pela primeira vez, a Bett Educar proporcionará aos visitantes uma integração ainda maior com expositores, através das Sessões de Soluções. A ideia é aproximar o público das experiências práticas, onde expositores apresentarão suas soluções para os mais diversos desafios educacionais. Essas apresentações serão gratuitas. Também estão programados workshops, onde os participantes terão a oportunidade de debater de forma mais prática e intimista temas voltados para a formação do educador. Palestras inspiradoras O Congresso da Bett Educar tem um forte caráter formativo, com palestras e workshops que ajudam os profissionais da educação a aprimorar suas práticas. Mas além das sessões focadas nas práticas e reflexões educativas, ao final de cada dia os congressistas terão a oportunidade de assistir palestras inspiradoras, para pensar sobre sua vida, motivações e o futuro. Nomes como Leandro Karnal e Augusto Cury são alguns dos destaques. Conselho Consultivo A Bett Educar terá em sua edição de 2018 um Conselho Consultivo, formado por 12 profissionais qualificados do segmento que fazem um processo de mentoria e direcionamento dos temas do Congresso, do qual fazem parte: Vera Cabral (curadora da Bett Educar) Ademar Batista Pereira (Presidente da FENEP) Alessio Costa Lima (Presidente da UNDIME/Nacional) Anna Penido (Diretora do Instituto Inspirare) Anne Taffin d’Heursel Baldisseri (Chefe da Escola Primária em The Avenues International School) Antonio Idilvan de Lima Alencar (Presidente do CONSED) Dennis Mizne (Diretor Executivo da Fundação Lemann) Evandro Luis Amaral Ribeiro (Secretário Executivo da ANEC) Luiz Miguel Gargia (Presidente da UNDIME/SP) Miguel Thompson (CEO do Instituto Singularidades) Rossieli Soares da Silva (Secretário de Educação Básica no Ministério da Educação) Sergio Gallindo (Presidente da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) “A Bett Educar sempre esteve atenta e aberta a todos os atores que têm papel essencial e central na transformação da educação brasileira. Somos apaixonados por descobrir, destacar e fortalecer todos estes transformadores, e nos colocamos na posição de ‘catalizadores’ desse processo, em busca de acelerar as oportunidades, que estão aí: na implementação da Base Nacional Comum Curricular, na reforma do ensino médio, no bilinguismo, na inclusão, na inovação. Enfim, na melhoria da qualidade da educação”, diz Vera Cabral, curadora da Bett Educar 2018. Sobre a Bett Educar A Bett Educar é um evento inspirado na Bett Show Londres, referência global do segmento e organizados nos dois países pela Ascential Events, que faz parte da Ascential plc, empresa internacional de mídia Business to Business com um portfólio focado em eventos líderes de mercado, produtos e serviços de informação. BETT EDUCAR – DE 8 A 11 DE MAIO DE 2018 Site oficial: http://www.bettbrasileducar.com.br/home Programação Oficial Congresso Bett Educar 2018: https://www.bettbrasileducar.com.br/agenda-congresso Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo-SP Horários: Terça-feira (8 de maio): 8h30 às 19h Quarta (9 de maio), quinta (10 de maio) e sexta-feira (11 de maio): 9h às 19h Credenciamento Gratuito para Visitantes Informações e Inscrições para o Congresso Bett Educar 2018 Nossos Expositores A Bett Educar possui contas oficiais nas seguintes redes sociais: Informações à Imprensa: Baruco Comunicação Estratégica Fone: (11) 3539-9901 | info@baruco.com.br Atendimento: Bruna Carvalho – Cel: (11) 9.8749-6742 – carvalho.bruna@barucocomunicacao.com.br Taís Cruz – Cel: (11) 9.8754-0203 – tais@barucocomunicacao.com.br Erika Baruco – Cel: (11) 9.9900-7448 – erika@barucocomunicacao.com.br Ricardo Berlitz – Cel: (11) 9.9645-2067 – berlitz@barucocomunicacao.com.br
blogSU: fique por dentro do universo SingularityU – A corrida para um futuro melhor
Eliezer Silveira Filho (*) Na década de 80, Hollywood nos levou a conhecer diversas histórias de como seria o futuro e como a sociedade viveria em um mundo protagonizado pela tecnologia. Robôs e androides, carros voadores, viagens no tempo, equipamentos conectados, diversos itens que habitavam os sonhos da maioria dos jovens naquela época e que estavam presentes na expectativa de um futuro aparentemente utópico e distante. Dois fatos, porém, encurtaram nossa distância até o futuro. O primeiro ponto foi a tecnologia, mais precisamente o avanço da computação. Segundo a lei de Moore, a capacidade de processamento dos computadores dobraria a cada 18 meses, o que trouxe saltos rápidos nas evoluções, principalmente, nas duas últimas décadas. E este ritmo deve acelerar ainda mais com a computação quântica, permitindo supercomputadores ainda mais ágeis, com capacidade de processar problemas de alta complexidade. Já o segundo ponto está ligado às mudanças da sociedade. Hoje, mais da metade da população vive em áreas urbanas e, segundo a ONU, estima-se que este percentual suba para 66% até 2050. Esse futuro urbano é o ápice da transição da população. As metrópoles estão virando megalópoles, a população abandonando os campos e lugares menores para viverem nos grandes centros. Neste mundo urbano, as relações sociais se transformam e a conectividade gera um novo perfil de consumo. No ambiente urbano, todos são omni, envoltos por estímulos a todo o momento. A conjuntura entre esses dois pontos forma o vértice para nossa corrida ao futuro, agora não baseada nas expectativas dos filmes de ficção cientifica, mas na aplicação real da tecnologia transformando as interações da sociedade. Inteligência artificial já é realidade quando vemos diversos atendimentos de empresas serem, se não totalmente, parcialmente substituídos por interfaces conversacionais alimentadas com bases de dados – com capacidade superior à humana. Os sensores estão presentes em nosso dia a dia, coletando nossos dados, locais que frequentamos, hábitos e, com isso, desenvolvendo equipamentos que nos auxiliam de forma preditiva. Novas questões éticas e de segurança de dados têm pautado as discussões e devem desenvolver novas legislações para a sociedade. Já estamos no meio dessa corrida, vivendo esse futuro e, ao mesmo tempo, reinventando nossos negócios para o que mais vêm pela frente. Para isto, precisamos aprender algo que a sociedade já nos trás: a conexão entre as pessoas. Devemos aproveitar para desenvolver redes de inovação, aplicando no mundo corporativo conceitos mais colaborativos e trazendo o conceito de cocriação. Este conceito foi fortalecido em 2004 por C. K. Prahalad e Venkat Ramaswamy no livro “O futuro da Competição”. O ato de cocriar é a somatória das forças e capacidades das empresas, parceiros, clientes e sociedade para promoverem uma experiência que impacta as pessoas. No ano passado, durante uma conversa com o autor americano Kevin Kelly, “guru” do tema inovação e cofundador da revista Wired, referência neste mercado, falávamos sobre o futuro, impacto das transformações na área dos empregos, automatização de processos e o quanto isso impactaria nas vidas das pessoas. Segundo ele, até o final do século, 70% das atuais profissões serão substituídas pela automação. Isso pode trazer inseguranças e receios para a sociedade. Apesar disso, a capacidade humana de criar pode desenvolver novas profissões, da mesma forma que desenvolveu a tecnologia até hoje. Foi a humanidade que imaginou o futuro na década de 80, que desenvolveu a capacidade da computação, e somos nós que podemos construir um futuro melhor. E pessoas, sociedade, empresas, governos, todos somos responsáveis em cocriá-lo. (*) Eliezer Silveira Filho é CMO da Stefanini para América Latina, quinta empresa brasileira mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral 2017. A Stefanini tem como propósito “cocriar soluções para um futuro melhor”.
Quantos “likes” serão necessários para garantir a redenção do Facebook?
Eliezer Silveira Filho (*) Mark Zuckerberg diante de uma nova audiência, sentado de terno e gravata diante de diversos questionamentos de parlamentares americanos. Diferente da imagem tradicional que temos dele, um jovem de calça jeans e camiseta, que virou ícone da geração do Vale do Silício e já teve a história de sua empresa retratada em um filme vencedor de algumas estatuetas do Oscar. Essa grave mudança de cenário é reflexo do grande escândalo revelado no final de semana dos dias 17 e 18 de março, onde os jornais The Guardian, Observer e The New York Times divulgaram que os dados pessoais e atividades on-line de 50&n bsp;milhões de perfis do Facebook foram arquivados e utilizados para fins eleitorais pelo sistema do Cambridge Analytica, sem autorização para tal. Isso revelou um uso danoso e obscuro das redes sociais, algo que fere a liberdade pessoal. Após isso, uma pesquisa feita na Alemanha revela que apenas 33% das pessoas acreditam que as redes sociais têm um efeito positivo com relação à democracia. Entre respostas a questionamentos sobre o uso dos dados dos usuários, junto com pedidos de desculpas por não conseguir garantir a privacidade dos dados das pessoas, o escândalo foi apenas a ponta do iceberg dos problemas da plataforma. Foi descoberto que entre 2015 e 2017, os aplicativos do Facebook coletaram todos os dados de ligações e SMS trocados nos aparelhos com sistema operacional Android, incluindo números de telefones, duração das chamadas, dados de contatos, entre outros. Esses dados só pararam de ser coletados quando o Google bloqueou o acesso a esta API. Diante de tantas polêmicas, podemos estar diante do fim da principal rede social do mundo. Porém, segundo uma reportagem recente da AdAge, entre os 1000 maiores investidores de anúncios no Facebook, apenas sete deixaram de comprar anúncios depois da divulgação do escândalo da Cambridge Analytica e seu impacto nas eleições presidenciais americanas de 2016 e o Brexit, segundo uma análise realizada pela plataforma de inteligência digital Pathmatics. O próprio jornal The New York Times, pioneiro na divulgação do escândalo, continuou a investir na plataforma para conquistar novos assinantes. E se consultarmos os rankings de downloads de aplicativos nas plataformas móveis, ainda vemos o ícone azul em sua posição de destaque entre os primeiros aplicativos mais baixados. Além disso, as ações do Facebook têm maior alta em quase dois anos após o depoimento de Zuckerberg, transformando o reconhecimento do erro num grande propulsor para o fortalecimento da empresa. O Facebook é uma plataforma, e como tal, depende de parceiros, comunidade, usuários, desenvolvedores para fazer o sistema crescer. No livro “Plataforma: A Revolução da Estratégia”, Geoffrey G. Parker estrutura os fatores de sucesso deste modelo de negócios. “Algumas trocas envolvem moedas intangíveis: atenção, popularidade, influência, entre outras. Portanto, um tipo do efeito de rede é a maior atratividade da moeda disponível numa plataforma que vem crescendo de tamanho.” No caso do Facebook, os dados de mais de 2 bilhões de usuários virou uma moeda para atrair anunciantes e desenvolvedores à plataforma. Para gerenciar isso, no melhor estilo plataforma onde os efeitos de rede são importantes em todos os aspectos, a rede anunciou um programa de recompensas para denúncias de abusos de dados dentro da rede social. Chamado de Data Abuse Bounty, segue a mesma estrutura de programas de detecção de bugs realizados por empresas de tecnologia, recompensando usuários a partir da detecção desses problemas. Essa história ainda está longe do final, mas traz uma reflexão importante sobre a responsabilidade das empresas que detêm informações dos usuários. Para defender um mundo mais aberto e conectado, é importante ser mais confiável. Numa releitura da famosa frase de Antoine de Saint-Exupéry, “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que compartilhas”. (*) Eliezer Silveira Filho é CMO da Stefanini, quinta empresa brasileira mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral 2017.
Cadastro Positivo – A Sociedade só tem a Ganhar
Em artigo publicado na edição desta quarta-feira (2) do jornal Folha de São Paulo, João Manoel Pinho de Mello, do Ministério da Fazenda, e Maurício Costa de Moura, diretor do BC, reforçam a importância do cadastro positivo para baixar o custo do crédito. 02/05/2018 14:00 Por João Manoel Pinho de Mello e Maurício Costa de Moura, em 2/5/2018, na Folha de São Paulo. Temos uma chance real de avançar na redução do custo do crédito no Brasil. A aprovação do projeto de lei do novo Cadastro Positivo no Congresso tem tudo para surtir aqui o mesmo efeito que se viu no resto do mundo. A experiência internacional mostra que cadastros positivos amplos e funcionais trazem dois grandes benefícios: crédito mais barato e mais abundante. O novo Cadastro Positivo permitirá que milhões de bons pagadores possam usar seus históricos para ter uma nota que reduza o custo dos seus empréstimos. Hoje existem no Brasil cadastros de negativados. Muitos brasileiros já possuem nota negativa de crédito, às vezes por uma única conta não paga. Precisamos de cadastros que positivem o cidadão, para que ele possa ter uma nota que o beneficie, usando os dados a seu favor. Para os negativados, o novo cadastro positivo possibilitará uma análise mais ampla de suas contas, especialmente das que foram pagas. A nota positiva permitirá a esse cidadão ter acesso novamente a pequenos empréstimos no sistema financeiro, levando à melhora de sua nota com a adimplência. Quem hoje não tem acesso a nada passará a ter crédito e a consumir com segurança. Com a nota positiva, instituições financeiras e comércio oferecerão crédito mais barato para quem paga suas contas. A razão para isso é simples: uma boa nota representa um tipo de garantia pessoal de pagamento. O custo do crédito sempre cai quando há alguma garantia. Foi assim no custo do crédito consignado, que caiu à metade das taxas cobradas do crédito pessoal sem garantia. O cidadão que atrasou uma conta terá a oportunidade de recuperar seu bom nome na praça, sem os custos operacionais e financeiros que hoje existem para sair da negativação. Com isso, o custo de crédito poderá ser reduzido para todos, já que, além da recuperação dos negativados, os bons pagadores não precisarão mais compensar os outros. O compartilhamento das notas —e apenas das notas, como prevê o projeto— permitirá que mais instituições ofereçam crédito ao consumidor, não somente aquelas que já estão no mercado, mas também novos entrantes, como as chamadas fintechs. Essa democratização da informação aumentará a competição no sistema financeiro, pois todos terão a mesma informação sobre a probabilidade de pagamento do tomador. No passado, foi aprovada uma lei de cadastro positivo que não trouxe esses benefícios por uma razão muito simples: menos de 5% dos tomadores de crédito estão inscritos. Isso impede os efeitos de escala que levam à redução do custo e ao aumento da oferta de crédito. A grande inovação do novo cadastro é a adesão automática. Isso aumentará a conveniência para o cadastrado e a base de dados, sem custos financeiros ou operacionais para o cidadão. O novo cadastro positivo funcionará como no restante do mundo, onde o crédito é mais barato e a oferta mais ampla. Mas a permanência no cadastro não é compulsória. Pelo contrário, o projeto prevê formas fáceis e gratuitas para que o cidadão possa sair a qualquer momento. Basta solicitar uma vez a qualquer birô de crédito para que a saída seja ampla e definitiva. Daí, seus dados não poderão ser armazenados, tratados ou usados por nenhum birô, sob pena de punição, nos termos do Código de Defesa do Consumidor. Vale lembrar que hoje não há autorização prévia para que brasileiros sejam inscritos nos cadastros de negativados, o que pode ser feito a qualquer tempo, bastando o cidadão atrasar o pagamento de suas contas. Para evitar vazamento de dados, o projeto prevê fiscalização e penas pesadas, inclusive com base na Lei do Sigilo Bancário. Um indicador do quanto essa lei é rigorosa é o baixo nível de reclamações sobre quebra desse sigilo. Nos últimos 16 meses, apenas 0,003% das reclamações de cidadãos ao Banco Central foram sobre esse tema, o equivalente a menos de 1 para cada 32.500. O Projeto de Lei Complementar 441, que está tramitando na Câmara dos Deputados, é uma oportunidade única para aprovar um avanço relevante na economia. O novo Cadastro Positivo é positivo para o Brasil. João Manoel Pinho de Mello e Maurício Costa de Moura João Manoel Pinho de Mello é secretário de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência do Ministério da Fazenda, e Maurício Costa de Moura é diretor de Relações Institucionais e Cidadania do Banco Central Fonte: Banco Central do Brasil http://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/c/noticias/254 [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/03/flyer_lei_V2.pdf”]
Rediscussão da reoneração da folha perpetua a insegurança jurídica
Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos A rediscussão da reoneração da folha de pagamento, que atingiria o setor de Tecnologia da Informação e Comunicações – colocada na Agenda 15, divulgaa pelo Governo Temer, como prioritária para 2018 nas ações governamentais – perpetua a insegurança jurídica e afeta a confiança nos investimentos, lamenta o presidente-executivo da Brasscom, Sérgio Paulo Gallindo. “Não deveríamos mais estar discutindo sobre reoneração da folha de pagamentos para TICs. Nós demos resultados com geração de empregos e aumento de arrecadação de impostos”, afirma o executivo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital. Sobre PIS/Cofins, também um item da Agenda 15, Gallindo diz que a unificação não é ruim, mas não pode implicar aumento de tributo, principalmente, para o setor de serviços. “O caminho para o Brasil é uma reforma tributária, com TICs como prioridade nacional”, reforçou. Como 2018 é um ano eleitoral, o setor mais uma vez vai buscar os candidatos para mostrar a relevância da TICs para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. “TICs permite um Governo, um Estado mais eficiente para o cidadão. Pode parecer tecniquês falar em big data, inteligência artificial, impressão 3D, realidade aumentada, mas essas tecnologias estão cada vez mais próximas de nós. O Brasil não pode perder essa onda”. TICs como prioridade nacional e Reforma Tributária para uma Economia Digital são temas de painéis no 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece nos dias 14 e 15 de março, em Brasília, e que reunirá autoridades e empresários. Assista a entrevista com o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=47373&sid=9
Projetos brasileiros de Blockchain Privada
Comunidade Hyperledger do Brasil foi criada em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília Encontro na última terça-feira , 20, à noite reuniu desenvolvedores e executivos de empresas para divulgar e desenvolver projetos de blockchain privada no país São Paulo, 23 de fevereiro de 2018 – Por volta de 140 executivos de negócios e desenvolvedores, divididos em São Paulo (90), Rio de Janeiro (30) e Brasília (21), reuniram-se nos auditórios da Oracle, no último dia 20 de fevereiro, para fundar a comunidade Hyperledger do Brasil no desenvolvimento de projetos de blockchain privada. O projeto é tornar o comunidade brasileira uma das três maiores do mundo em um ano. A abertura foi realizada, através de via videoconferência desde Los Angeles (EUA), para os três pólos brasileiros por David Huseby, security maven da comunidade Hyperledger, da Fundação Linux. Ele fez uma apresentação do consórcio Hyperledger que conta com 130 empresas parceiras, entre elas, a Sempre IT, primeira empresa parceira do consórcio no país. Huseby explicou o funcionamento da comunidade aberta no Meetup- hoje são 98 em 45 países – sobre os grupos de pesquisa, de educação, de desenvolvimento colaborativo e apresentou os diferentes frameworks e ferramentas, como Fabric, Iroha, Sawtooth, Burrow, Indy, Cello. Aproveitou para dizer que os projetos de finanças, saúde e supply chain têm se destacado com o uso da plataforma Hyperledger. O primeiro painel teve moderação de Bernardo Madeira, da Smartchains e participação de Gabriel Aleixo do ITS/Rio e A StarLabs; Percival Lucena, da IBM Research Brasil; Courtney Guimarães, Mar Ventures e Fernando Lemos, da Oracle. Os participantes destacaram que a tecnologia blockchain terá o mesmo impacto que a internet teve no mundo e muitos deles falaram sobre a importância da formação dos desenvolvedores para atuarem no mercado de trabalho de blockchain, pois esta tecnologia deve gerar uma forte demanda nos próximos três anos para desenvolvimento de redes permissionadas na transformação digital das empresas. Depois do debate, veio o painel técnico, muito aguardado pelos participantes. Os executivos da Sempre IT, Thiago Azevedo, CTO, e Evandro Franco, líder técnico de blockchain, apresentaram na prática como construir um blockchain em Fabric, simulando ao vivo para a plateia como construir uma blockchain privada e o desenvolvimento de um smart contract, baseada no Hyperledger Fabric e quais são os desafios e considerações durante o desenho da solução. A Sempre IT fez um tutorial básico Hyperledger no YouTube. Após os painéis, houve um momento de networking entre os participantes e painelistas. As apresentações e vídeo da aula serão disponibilizadas no MeetUp da Hyperledger. Sobre a Sempre IT Consultoria brasileira de tecnologias disruptivas, focada em Transformação Digital. Com sede em São Paulo, a Sempre IT foi criada por especialistas em TI do setor financeiro e seguros. É a parceira pioneira no Brasil da Hyperledger no desenvolvimento de soluções de blockchain privada. Atua na habilitação e aceleração no processo de adoção de TI Bimodal, guia e implantação de soluções Cloud Services e práticas de DevOps. Para saber mais, visite Sempreit.com.br Sobre Hyperledger A Hyperledger é um esforço colaborativo de código aberto criado para o avanço das tecnologias de blockchain das inter-indústrias. É uma colaboração global, incluindo líderes de finanças, bancos, Internet das Coisas, cadeia de suprimentos, manufatura e Tecnologia. A Fundação Linux hospeda a Hyperledger. Para saber mais, visite: https://www.hyperledger.org/.
Para diretor do MCTIC, investimentos em banda larga impulsionaram acesso à internet
O Brasil registrou 116 milhões de pessoas conectadas à internet em 2016, o que equivale a 64,7% da população. Em 2015, os brasileiros com acesso à internet somavam 102,1 milhões ou 57,5% da população. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O levantamento apurou o uso da internet pelo menos uma vez nos 90 dias que antecederam a data de entrevista ao longo do último trimestre de 2016. Desse total, 94,6% acessaram a rede por telefone celular e 63,7% por computador. Entre os usuários, 94,4% usaram a internet para trocar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos. “O alcance de 95% do celular é reflexo do forte investimento das operadoras nas redes 3G e 4G e de uma série de políticas regulatórias executadas pela Anatel, que permitiram ao Brasil ter um nível de concorrência no mercado de telecom entre os mais altos do mundo”, avaliou o diretor do Departamento de Banda Larga do MCTIC, Artur Coimbra, que participou da divulgação no Rio de Janeiro. A pesquisa revela ainda que o acesso à internet foi menor nas regiões Nordeste (52,3%) e Norte (54,3%), e que a proporção de mulheres conectadas (65,5%) era superior a dos homens (63,8%). “Na região Norte, boa parte da falta de acesso à rede em casa se dá pela falta de cobertura. É um problema da região, que possui grandes distâncias, densidade demográfica baixa, dificuldades de construção de rede. Daí a importância do Satélite Geoestacionário da Telebras, que permite levar a internet a regiões isoladas”, explicou Coimbra. “No Nordeste, a principal barreira apontada para a falta de acesso é o custo. Esse é um reflexo da renda média e também da carga tributária, que no Brasil chega a 40% a 50% do preço do serviço. A alíquota média do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é de 28%, percentual que é descolado da realidade dos outros países do mundo. Esses fatores encarecem e dificultam o acesso ao serviço.” Em relação à faixa etária, o acesso cresce com o aumento da idade. Segundo o levantamento, quem tem entre 18 e 24 anos realizou mais conexões (85%) em 2016. Já as pessoas com mais de 60 anos conectaram menos a rede (24,7%). Finalidade Além do uso para troca de mensagens, a Pnad apurou que 76,4% dos usuários acessaram a internet para assistir a vídeos, programas, séries e filmes e 73,3% para realizar chamadas de voz ou vídeo. O envio de e-mails foi a finalidade de 69,3% dos que acessaram a rede de 2016. Banda larga A banda larga foi utilizada por 99,6% dos entrevistados para acessar a internet, enquanto apenas 0,9% usaram conexão discada. A banda fixa apareceu em 81% das respostas, e a móvel em 76,9%. Dos acessos únicos, 21,5% fizeram apenas por banda larga fixa e 17,4% somente por banda larga móvel.
eSocial já é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões por ano
Multas para informações enviadas ao eSocial de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos serão aplicadas conforme o caso e o número de funcionários A Senior, uma das maiores desenvolvedoras especializadas em tecnologia para gestão do país, oferece soluções, treinamentos e dá suporte para que as empresas se adequem ao eSocial, sistema de escrituração digital do Governo Federal das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que tem como objetivo unificar a prestação de informações pelo empregador em relação aos seus trabalhadores (como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, entre outros), gerido pela CAIXA, INSS, Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego e Receita Federal do Brasil. Existem multas para informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos, com valores que variam conforme o caso e o número de funcionários. Outro ponto de atenção é que, uma vez identificada a infração, as autuações podem retroagir em até cinco anos, se houver falhas no registro e/ou envio de informações. “O grande desafio para as empresas é revisar vários processos envolvidos na geração das informações necessárias para o envio dos eventos no prazo, contando com a fiscalização mais rigorosa e a mudança de práticas”, explica Andreia Adami, analista de Negócios da solução Gestão de Pessoas | HCM da Senior que trata exclusivamente de assuntos do eSocial. Confira as fases de implementação do eSocial para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões Fase 1: Janeiro/2018 – Cadastros do empregador e tabelas. Fase 2: Março/2018: Nesta fase, as empresas são obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos empregatícios (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos. Fase 3: Maio/2018: O envio das folhas de pagamento passa a ser obrigatório. Fase 4: Julho/2018: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada. Fase 5: Janeiro/2019: Devem ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador. A obrigatoriedade para as demais empresas tem início em julho de 2018 e término em janeiro de 2019. Já os órgãos públicos precisam aderir ao eSocial em janeiro de 2019, tendo seis meses para se adequar. A Senior disponibiliza, ainda, um Portal de Documentação com perguntas frequentes, processos que terão mudanças com a adoção do sistema e o cronograma das obrigações, além de webinars.
eSocial entrará em operação para grandes empresas na próxima segunda
Sistema entrará em operação para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões no dia 08 de janeiro Brasília, 05 de janeiro de 2018 – O eSocial. sistema integrado do Governo Federal que facilitará a prestação e administração de dados dos trabalhadores sobre obrigações fiscais e trabalhistas para os órgãos públicos, entrará em operação na próxima segunda, 8 de janeiro de 2018. De acordo com resolução publicada em novembro pelo Comitê Diretivo, empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016 serão as primeiras que terão a obrigatoriedade de utilização do sistema. As micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs), deverão se cadastrar a partir de 16 de julho de 2018 e os órgãos e entidades públicas apenas em 14 de janeiro de 2019. Segundo levantamento feito pelo Sindicato das Empresas de Contabilidade e de Assessoramento do Estado de São Paulo (Sescon/SP), mais de 70% das organizações de médio e pequeno porte (PMEs) não estão prontas para o eSocial até o momento, e somente 7% concluíram as adaptações necessárias para entrarem no sistema em julho. A entrada do eSocial em etapas é o resultado de uma demanda do setor produtivo, que foi feita desde as primeiras reuniões do GT Confederativo do eSocial, que reúne os órgãos públicos do Comitê Diretivo e Confederações e Associações de diversos setores da economia. A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa o setor no grupo e contribui com propostas estruturantes para uma entrada segura do eSocial, considerando os testes necessários e as possíveis dificuldades de adaptação que empresas de diversos portes e tamanhos no Brasil encontrariam. As empresas de tecnologia desenvolvedoras de sistemas corporativos para o envio de informações no eSocial comemoram o faseamento de entrada do sistema. Segundo Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, trata-se de uma conquista que gera segurança jurídica para as empresas e fortalece o diálogo entre o setor público e produtivo. “Esta é mais uma etapa alcançada, em que a conjunção de esforços foi fundamental para atingirmos este objetivo”. Para José Alberto Maia, Auditor-Fiscal do Trabalho e representante do Ministério do Trabalho no Comitê Diretivo do eSocial, esta articulação entre empresas e Governo é fundamental. Ao enfatizar que a construção coletiva é uma das premissas do eSocial, “o engajamento gerado a partir desta interação entre empresas e Governo elevou o nível do projeto, sobretudo com o engajamento das empresas de TI, através da Brasscom, e de Contabilidade, pela FENACON”, afirma Maia. Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, exerce papel de articulação entre os setores público e privado nas esferas federal, estadual e municipal, discutindo temas estratégicos, como relações laborais, tributação, internacionalização, educação e governo digital, entre outros. Representando 50 empresas e 19 instituições, a Brasscom promove o setor de TIC de forma propositiva, propagando novas tendências e inovações, a exemplo de Internet das Coisas, Mobilidade, Segurança e Privacidade. Atua para intensificar as relações com o mercado de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, incentivando a transformação digital do Brasil. Site: www.brasscom.org.br