Parecia Transformação, mas era silada (sic)

Por Marcelo Trevisani* “A transformação digital sem o impacto de negócios é paralisia seguida de irrelevância, seguida de um declínio doloroso e lancinante, seguido de morte”. Essa frase do Cesar Gon, fundador e CEO da empresa em que trabalho, tem martelado – on and on – na minha cabeça. Pois ela diz, em apenas três linhas, muito, ou tudo, do que tem feito grandes – e relevantes – empresas falharem em seus processos de transformação, todos os dias. Áreas de inovação, departamento de inteligência de negócio, investimento em P&D, time de Transformação Digital… muitas das iniciativas de TD começam assim: como iniciativas. Em salas fechadas. Com pessoas pré-determinadas. Todas escolhidas a dedo por terem o ‘tal-do-mindset-digital-que-tanto-precisamos’. Esses profissionais se dedicam, montam processos, apontam dedos, reconhecem os erros, levantam bandeiras, engajam os demais. Mas nada acontece. A iniciativa perde força, perde sponsor, perde significado dentro da corporação. Pois é, parecia mesmo ser transformação, mas era só silada (sic). Eram apenas iniciativas isoladas em silos, sem grande conexão com o negócio, sem grande engajamento top-down da liderança e, principalmente, sem qualquer clareza de qual era o impacto que era esperado. Tudo isso se deve, em grande parte, em focar – quase exclusivamente – na mudança de práticas e introdução de novas tecnologias, mas sem haver previsão de geração de impactos positivos, a curto prazo. É, impacto de negócios agora é o nome do jogo da transformação digital. Recentemente, fizemos uma pesquisa com mais de 150 executivos, todos em cargo de liderança, e constatamos que para 80% dos C-Levels, a transformação digital já impacta seu mercado de atuação. E, para 70% deles, colocar e sustentar de pé uma operação digital efetiva é, justamente, seu maior desafio. Ou seja, já não estamos falando de uma onda que está longe no horizonte. Ela está aqui, chacoalhando tudo e todos. Quando voltamos à questão dos silos, a pesquisa traz mais algumas pistas de onde – de forma prática – estamos errando: as 3 principais barreiras para a transformação são apontadas como sendo cultura da empresa, burocracia interna e áreas muito departamentalizadas. Nessa esteira, ainda, mais de 76% afirma que encontra grandes dificuldades em convencer as demais lideranças da empresa da importância da realização do processo; e quase 70% concorda com a afirmação de que a empresa não tem condições financeiras e/ou de agenda para dedicar-se à transformação digital. Esses números corroboram com um outro achado desse levantamento – o gap entre “eu” estar preparado e “minha empresa” estar preparada: apesar de 84% dos respondentes acreditarem estar pessoalmente prontos para enfrentar o desafio, apenas 71%, considera que suas empresas também estejam. É, a extinção desse gap e a construção de uma TD efetiva é um desafio especialmente maior para as grandes empresas, construídas historicamente em estruturas robustas e, por consequência, mais lentas por natureza. Mas a boa notícia – sempre tem! – é que é possível, ao subverter a ordem do raciocínio, conquistar sucesso. Muitas já fizeram, ou estão fazendo, essa travessia e, como somos participantes e testemunhas, posso dar uma pista. Qual? Comece pelo fim. Comece pelo impacto. E, se não entendeu porque, releia a frase com a qual inicio esse artigo e olhe para dentro da sua companhia. Ela está mais perto da transformação ou da irrelevância? *Marcelo Trevisani é CMO da CI&T Sobre a CI&T A CI&T é agente de transformação digital para as marcas mais valiosas do mundo, gerando impacto de negócios comprovado em todos os projetos que lidera. Ao longo de toda sua trajetória, a multinacional brasileira – com presença nos Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Canadá, Japão e China – tem sido eleita para resolver desafios complexos, acumulando expertise para acelerar a transformação de grandes líderes do mercado e fazê-las crescer. Por meio do Lean Digital, a CI&T desbloqueia todo o potencial das pessoas, da tecnologia e dos negócios em si. A companhia soma mais de 2.500 colaboradores, especialistas e pioneiros na aplicação de design e tecnologias avançadas, que trabalham em conjunto com os clientes para promover mudanças profundas e duradouras. Informações para imprensa: Claudia Lima – (19) 99779-0040 – imprensa@ciandt.com Cecília Ferrarezzi – (11) 2244-596- cecilia.ferrarezzi@rpmacomunicacao.com.br Giovanna Angelini – (11) 2244-5989 – giovanna.angelini@rpmacomunicacao.com.br

Stefanini participa do PetroTIC 2019

São Paulo, maio de 2019 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, participa do 9º Seminário PetroTIC, que terá como tema central “Perspectivas para 2020-2030”, com previsões sobre transformação digital, tecnologias e diversidade na indústria de petróleo. O evento é organizado pela Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro – RJ) e tem como objetivo a inserção de empresas do setor TIC na cadeia produtiva de óleo e gás. Na ocasião, Breno Barros, diretor global de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini, apresentará às 16h30, o tema “Como fazer uma organização ágil e influenciar pessoas para a transformação digital”. A ideia é abordar como as organizações podem transformar as competências técnicas, comportamentais e de gestão para criar cultura de trabalho ágil e proporcionando a criação de soluções inovadoras. O diretor comenta que precisamos ressignificar o mindset e transformar a cultura das pessoas para um modelo mais ágil. “Por mais que as tecnologias sejam importantes para a evolução da sociedade, a transformação digital é uma transformação cultural, que deve começar pela alta liderança e se estender por todas as pessoas dentro de uma organização”, explica Breno Barros. Breno Barros tem mais de 15 anos de experiência em adoções tecnológicas para modernização e ganhos de eficiência. Na Stefanini, o executivo acumula cases bem-sucedidos de transformação digital internos e externos. “Estamos nos transformando de maneira contínua para ajudar na transformação de nossos clientes”, ressalta Barros. 9º Seminário PetroTIC Data: 22 de maio de 2019 Horário: 09h às 17h30 Local: Casa Firjan Endereço: R. Guilhermina Guinle, 211 – Botafogo, Rio de Janeiro (RJ) Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 31 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Lançamento do projeto Glória

Plataforma de inteligência artificial voltada para o combate à violência contra a mulher pretende ampliar a coleta de dados e disseminar informação sobre o tema A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher lançou em Brasília o Projeto Glória, uma plataforma de inteligência artificial voltada para o combate à violência contra a mulher, idealizada pela professora Cristina Castro-Lucas, da UNB. A professora conseguiu reunir empresas das áreas social e de tecnologia para se associarem, criando a robô Glória por meio de interfaces inteligentes e de autoaprendizagem a partir de um conjunto de algoritmos capazes de evoluir com interações em linguagem natural com o usuário. Através de experiências de interação com uso de inteligência artificial, os usuários poderão vivenciar comportamentos e atitudes de uma pessoa real. A robô Glória entenderá os fatos abordados e identificará soluções para a quebra do ciclo de violência contra mulheres e meninas.O projeto tem o objetivo de alcançar mais de 20 milhões de pessoas, além de gerar relatórios com segmentação por faixa etária, local, dados socioeconômicos e padrão de ocorrências. A plataforma também permite identificar,apoiar e educar na questão da violência contra mulheres e meninas. “Nós acreditamos num mundo onde as mulheres possam se sentir respeitadas e seguras. A Gloria nasce em busca de soluções que passem pela transformação da sociedade frente aos problemas atuais e para deixar um legado para as próximas gerações”, afirma Cristina.“Precisamos ir além da punição aos agressores. E para impedir que esse tipo de crime aconteça, é importante saber como e quanto ele ocorre. Os relatórios poderão auxiliar o poder público na formação de políticas, projetos e ações para combater a violência contra a mulher”, afirma a presidente da Comissão e deputada federal Luísa Canziani. De acordo com os Relógios da Violência, desenvolvido pelo Instituto Maria da Penha, uma mulher é vítima de violência física ou verbal a cada 2 segundos no Brasil. A maior parte dos casos é reincidência. Foram registradas 221.238 denúncias de violência doméstica em 2017. Mais de 606 casos por dia. Os estupros tiveram um crescimento de 10,1% de 2016 para 2017. Ao todo, 61.032 casos foram denunciados. Mortes consideradas feminicídio somaram 1.133 casos.” Veja a apresentação do Projeto Glória ♥ clicando aqui.   Fonte: Câmara dos Deputados https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/comissao-de-defesa-dos-direitos-da-mulher-cmulher/noticias/lancamento-do-projeto-gloria  

Brasscom TecFórum

Assista as palestras na integra.     Confira a cobertura completa no site da Convergência Digital. Clique aqui     Principal evento da entidade é o espaço de diálogo entre os setores público e privado para a reflexão sobre políticas na busca por um Brasil digital, conectado e inovador. Brasília, 01 de abril de 2019 – A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, realizará a 4ª edição do seu principal evento anual em Brasília nos dias 24 e 25 de abril de 2019. O Brasscom TecFórum é o novo nome do antigo Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, e se consolida nesta edição como o espaço de diálogo e reflexão sobre tecnologia e políticas públicas. O evento tem como objetivo estreitar o diálogo entre os setores público e privado, debater as principais políticas públicas destinadas ao setor de TIC, e demonstrar como as novas tecnologias podem impulsionar a qualidade da gestão pública e dos serviços ao cidadão, contribuindo para a impulsão do crescimento econômico do País. O evento está repaginado e a abordagem dos temas será em formato de entrevistas. Os convidados irão expor suas visões sobre políticas e tecnologias relevantes para a transformação digital do Brasil, bem como ressaltar as mudanças e reformas estruturantes necessárias para a competitividade econômica e a inclusão social. Entre os temas abordados, estão a questão de (i)Conectividade e inclusão digital, (ii)Governo Digital, (iii)Empreendedorismo e Inovação, (iv)Reforma da Previdência, (v)Reforma Tributária, (vi)Produtividade na Economia digital e (vii)Futuro do trabalho. O evento reunirá um público de 250 participantes, sendo estes os principais líderes do Governo, nos âmbitos Legislativo, Executivo e Judiciário interessados na pauta de tecnologia da informação e comunicação, além de empresários, pesquisadores, formadores de opinião e outras entidades do setor. Brasscom TecFórum Data: 24 e 25 de abril Horário: 14h00 às 18h00, seguido de Happy Hour Local: Centro de Convenções Brasil 21 Contato: comunicacao@brasscom.org.br   Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa 66 grupos empresariais presentes em todos as unidades federativas do Brasil, e reúne 25 instituições que proveem insumos enriquecedores ao setor de TIC. A Brasscom exerce papel de articulação entre os setores público e privado, nas esferas federal, estadual e municipal, propondo e participando da construção de políticas públicas que consolidem o Brasil como um país digital e conectado. Além disso, a entidade atua na conscientização da importância da transformação digital e inovação, na busca pela inclusão de computação no ensino médio e na valorização das diversidades.

A Transformação Digital: Novos e velhos empregos!

A Transformação digital: novos e velhos empregos! Não há muito dúvida de que o momento de uma grande mudança do patamar tecnológico traz uma grande consequência no trabalho humano e por consequência nos empregos. Foi assim com a Revolução Industrial, na informatização nos anos 80 e será agora com o vem sendo denominado como a Transformação Digital. Nos momentos anteriores a reposição de postos de trabalho aconteceu pelo surgimento de novas posições que nem sequer existiam alguns anos antes. E outras sumiram completamente. O caminho para o ser humano foi a reinvenção, a busca por uma nova atividade. De motorneiro ou condutor de bonde a motorista de ônibus. De estivador a operador de guindaste. De datilógrafo a programador de sistemas. No entanto, profissão não é como uma camisa, que se muda de um uma hora para outra e obviamente não são todos que conseguem fazer esse movimento. Mesmo quando a mudança está baseada na troca de habilidades físicas, ela pode ser desafiadora em função de expectativas e contextos pessoais. Mas quando são requeridos mais cérebros e menos braços, o desafio é bem maior, pois são necessários novos conhecimentos e experiências! É preciso tempo e esforço para esse desenvolvimento de novas competências, pelas próprias pessoas ou até pelas organizações! Deixando mais complexo o desafio de saber qual direção tomar para esse desenvolvimento de competências, em qualquer momento de transição, surgem posições igualmente transitórias que funcionam como uma preparação para a nova realidade. São posições que tem valor somente enquanto a nova tecnologia resolve seus próprios desafios evolutivos. Um bom exemplo nas décadas de 50 a 70 do século passado era o cargo de “perfurador de cartões”¹. Hoje a imagem de uma perfuradora de cartões parece algo absolutamente insólito. Mas fazia sentido, numa época em que a melhor interface entre máquina e homens era exatamente esses cartões perfurados. Pensa Outras posições parecem já estar totalmente alinhadas a nova realidade que está chegando, como por exemplo o “gestor de comunidade”! Este é um profissional que tem como objetivo interagir nas redes sociais assegurando a presença de uma marca de forma alinhada ao posicionamento desejado. É um misto de assessor de imprensa, mediador, porta-voz e influenciador. O desafio não é somente de desenvolver a interação em si, que poderia ser confundido simplesmente com um mediador de discussões ou ainda uma tradicional Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). Mas na verdade são vários os atributos que efetivamente apoiam a construção de uma comunidade virtual e que reforçam o posicionamento de uma marca. Entre eles estão: a velocidade de resposta, a coerência de interesses, oferta de apoio e suporte, e até incremento do próprio senso comunitário, criando experiências além do mundo virtual, como eventos ou encontros presenciais. A complexidade do trabalho ainda aumenta, quando consideramos três diferentes redes sociais, como Instagram, Facebook e Linkedin. Tratam-se de canais diferentes com públicos específicos, com expectativas diferentes. Mesmo quando um mesmo indivíduo use as três redes sociais, a dinâmica de interação em cada rede social pode ser completamente diversa e portanto as respostas e tratamentos também diferem. Para mais informações sobre os desafios do gestor de comunidades, recomendo ler o excelente artigo de Colleen Young², sobre “Gestão de Comunidades” no segmento de saúde, publicado em 2013. Mesmo depois de mais de 5 anos a publicação, o cargo ainda apresenta-se “não tão trivial” de ser preenchido. Isso por que papeis e responsabilidades ainda estão em adaptação a uma realidade que ainda não atingiu maturidade. A dispersão da remuneração de um cargo como esse ainda é enorme, de quase 12 vezes entre o menor e o maior salário pago³. Mas o “gestor de comunidade” é somente um exemplo de como novas posições devem surgir no mercado, não necessariamente definidos, ainda em adaptação ao contexto e a própria tecnologia. O desafio comentado nos primeiros parágrafos, se apresenta, tanto para contratante, quanto para contratado: como estar preparado para essas novas posições? Que competências de hoje podem ser a alavanca para essas novas posições? Será essa uma posição perene ou sumirá com a próxima start-up a caminho de ser um unicórnio?   Publicado em: https://itforum365.com.br/a-transformacao-digital-e-os-novos-empregos/ http://tiinside.com.br/tiinside/services/24/03/2019/a-transformacao-digital-e-os-novos-empregos/ Todas as referências pesquisadas em 16/02/2019. 1 – Sobre perfurador de cartões: https://memoriainfo.furg.br/acervo/cartoes https://pt.wikipedia.org/wiki/Perfurador_de_cart%C3%A3o 2 – Sobre gestor de comunidades: Colleen Young https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3713910/ 3 – Sobre remuneração de um “gestor de comunidades” https://www.lovemondays.com.br/salarios/cargo/salario-community-manager   [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2019/04/TD-e-os-novos-empregos-v2.pdf”]

Mais da metade dos executivos das áreas de negócios e tecnologia subestimam o poder de transformação do 5G, mostra estudo da Accenture

SÃO PAULO, 25 de fevereiro de 2019 – Executivos de diferentes setores do mundo todo subestimam o poder disruptivo da tecnologia 5G, revela estudo da Accenture (NYSE: ACN). O relatório, feito com base em respostas de mais de 1.800 executivos de empresas de médio e grande porte em 10 países, mostra que a maioria (53%) acredita que o 5G possibilitará “bem poucas” coisas além do que já se pode fazer com as redes 4G. Apenas 37% esperam que o 5G traga mudanças “revolucionárias” em termos de velocidade e capacidade. Ao mesmo tempo, os executivos reconhecem que a tecnologia tem implicações competitivas importantes. Ao todo, 60% dos executivos acreditam que o 5G irá atingir praticamente todas as pessoas até o ano de 2022, e 70% esperam ter uma margem competitiva maior com seus clientes por causa das aplicações 5G.  Quando o assunto é velocidade, 46% dos entrevistados esperam que o 5G tenha um impacto “significativo”, enquanto 42% esperam o mesmo impacto na capacidade de suas redes. “Na verdade, o 5G trará uma onda relevante de conectividade, que abrirá novas dimensões para inovação e desenvolvimento comercial e econômico”, explica George Nazi, líder global da prática de Network da Accenture. “Revoluções em vídeos 3D, televisão imersiva, carros autônomos e infraestrutura para cidades inteligentes trarão oportunidades difíceis de imaginar hoje em dia, mas que, em pouco tempo, serão transformadoras. As empresas de telecom terão um papel central na hora de transformar essas perspectivas em realidade.” O papel das empresas de Telecom Entre os executivos entrevistados, 72% precisam de ajuda para imaginar as possibilidades futuras e os diferentes usos do 5G. Já 40% citaram que as empresas de telecom estão entre os principais prestadores de serviços com quem planejam fechar parcerias em suas jornadas 5G. Ainda assim, 60% dos entrevistados admitem falta de conhecimento entre os prestadores de serviços de comunicação sobre os desafios que seus setores terão que enfrentar, como por exemplo as diferentes formas de aplicação da tecnologia 5G para inovar em cada um deles. Os executivos também citaram uma série de barreiras percebidas para a adoção do 5G, incluindo o investimento inicial (mencionado por 36% dos entrevistados), segurança (32%) e apoio dos funcionários (29%). Se para 78% dos executivos o uso do 5G no ambiente de trabalho tornará seus negócios mais seguros, 32% têm dúvidas sobre os riscos da nova tecnologia. Para Anders Lindblad, líder da Accenture para as indústrias de Comunicação e Mídia na Europa, “apesar da lacuna de conhecimento, líderes de negócios estão empolgados em relação aos ganhos de valor que o 5G poderá proporcionar às suas empresas. No momento, esse valor está retido por conta da percepção de riscos e inseguranças em torno do 5G, mas poderá ser acessado pelas empresas que compreenderem as necessidades de seus clientes, puderem vencer as barreiras de adoção e alavancarem a colaboração entre os prestadores de serviços”. Outros dados do estudo: As percepções sobre o 5G variam de acordo com o setor, com mais da metade (53%) dos executivos do setor de energia afirmando que o 5G terá um impacto revolucionário por causa da capacidade de chegar a novos lugares – como áreas remotas e inóspitas -, contra apenas 41% de todos os executivos entrevistados. O setor público/governamental tem o menor índice de percepção do 5G. Para 59% dos entrevistados, ele será 10 vezes mais rápido do que o 4G, contra 67% dos outros entrevistados. Além disso, apenas 66% dos executivos da área governamental, contra 78% no geral, acreditam que o uso do 5G para conectividade no local de trabalho tornará as empresas mais seguras. Para saber mais sobre a prática de Communications & Media da Accenture, bem como sobre nossas capacidades em 5G, acesse: https://www.accenture.com/telecoms e http://accenture.com/accelerate5G.   Metodologia A Loudhouse Research conduziu uma pesquisa online, a pedido da Accenture, com 915 tomadores de decisão da área de TI e 913 tomadores de decisão da área de negócios em 12 setores da indústria nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Alemanha, França, Itália, Japão, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Austrália. A pesquisa e modelagem de dados relacionada quantificam as percepções sobre o conhecimento da indústria e dos funcionários sobre o 5G e o impacto potencial em seus negócios e suas vidas, respectivamente. As entrevistas online foram realizadas entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019.   Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações.  Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 469 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha.  Visite www.accenture.com. Informações para a imprensa:  bcw | burson cohn & wolfe Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bcw-global.com  Mônica Baldani – (11) 3040-2390| monica.baldani@bcw-global.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bcw-global.com

Brasil e Israel anunciam acordo com foco em tecnologia e inovação

Um dos objetivos da parceria entre os países é o desenvolvimento de startups, conforme a Agência Brasil Da Redação 01/04/2019 às 11h00 Os governos do Brasil e de Israel anunciaram neste domingo, 31/3, um total de cinco de acordos de cooperação em diferentes áreas, incluindo ciência e tecnologias. As informações são da Agência Brasil. Conforme o site, as parcerias foram anunciadas durante uma cerimônia realizada no primeiro dia de vista do presidente brasileiro Jair Bolsonaro à Israel, em que foi recebido pelo presidente e o primeiro-ministro israelense, Benajmin Netanyahu (foto acima). A parceria na área de ciência, tecnologia e inovação tem foco no desenvolvimento de startups. Segundo os políticos, os intercâmbios entre os países nessas áreas sustentam as “sinergias existentes em diversas áreas” que deverão ter investimentos recíprocos. Além disso, aponta a Agência Brasil, os governos também anunciaram um acordo de cooperação no setor de energia e mineração, em que destacaram o “papel transformador da inovação, da robótica e da segurança cibernética”. Com previsão de retornar ao Braisl na quarta-feira, ¾, Bolsonaro deverá visitar a Unidade de Contra-Terrorismo da Polícia israelense nesta segunda, 1/04, e se reunir com empresários dos dois países na terça-feira, 2/4.   Fontes: COMPUTERWORLD https://computerworld.com.br/2019/04/01/brasil-e-israel-anunciam-acordo-com-foco-em-tecnologia-e-inovacao/ Agencia Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-03/brasil-e-israel-firmam-cinco-acordos-e-um-memorando-de-entendimento  

CI&T anuncia expansão da sua unidade em Belo Horizonte, com foco em negócios internacionais

CI&T inaugura, em Belo Horizonte, um novo Prisma – estrutura inspirada em sua sede de Campinas (SP), com ambientes para cocriação de projetos de transformação digital e inovação para grandes marcas. A nova expansão da CI&T vai gerar oportunidades para o polo tecnológico emergente de Minas Gerais e apoiar os negócios internacionais da multinacional brasileira, especialmente da América do Norte e Europa. A CI&T, multinacional brasileira com presença global e especializada na transformação digital de grandes marcas, está expandindo suas operações em Belo Horizonte (MG). A capital mineira já abriga uma filial que, desde o ano passado, passou a ser o hub de exportações de serviços remotos da companhia. Para apoiar o crescimento dos negócios internacionais, especialmente para a América do Norte e Europa, a CI&T expandiu sua unidade na cidade e inaugurou um Prisma – uma estrutura, inspirada em sua sede de Campinas (SP), com ambientes que estimulam a cocriação de projetos de transformação digital e inovação para grandes empresas. O resultado é fruto do crescimento global acelerado da CI&T e vai apoiar a meta da companhia de chegar ao faturamento de R$ 1 bilhão em 2020. Na lista dos fatores que contribuíram para esse cenário, está a ampliação de escopos de projetos de países da América do Norte e Europa, aliado a maior demanda de serviços da Google nos EUA (já que a CI&T é parceira da Google para sua plataforma na nuvem, com maior número de certificações). Internacionalmente, outras marcas atendidas pela CI&T são: Cola-Cola, Investco, Bank of the West, Charles Schwab, iHeartMedia, Kohl’s e Konica Minolta. “Com a inauguração há dois anos da nossa sede em Campinas (SP), batizada de Prisma, a CI&T escreveu mais um capítulo importante da sua história. De lá para cá, mais de uma centena de C-levels de empresas líderes nos visitaram para conhecer os nossos ambientes totalmente desenhados para cocriar projetos de transformação digital, apoiar processos de mudanças de mindset e de cultura para gerar crescimento exponencial e impacto nos negócios”, disse Cesar Gon, CEO e fundador da CI&T. Gon destacou ainda a relevância da participação de Belo Horizonte na estratégia de crescimento mundial da CI&T, a médio e a longo prazo. Neste primeiro semestre de 2019, além de BH, a CI&T também vai inaugurar um Prisma no Vale do Silício onde está presente desde 2017. “Estamos entusiasmados com a abertura do Prisma da CI&T em Belo Horizonte, uma cidade já reconhecida como polo tecnológico emergente ao reunir marcas como Google e ser um celeiro potencial de novas startups. Nossa filial mineira terá conexão direta com nossas operações internacionais, como as da Califórnia, nos Estados Unidos. Somado à proposta de elevar a excelência do atendimento de nossos clientes no exterior, levaremos novas oportunidades de trabalho para a região de Minas Gerais, rica em talentos”, completou Gon. Com a abertura do novo Prisma da CI&T em Belo Horizonte, ao longo do ano, novas vagas vão ser abertas na capital mineira pela multinacional brasileira para profissionais de engenharia de dados, infraestrutura/DevOps, tester, desenvolvedores full-stack e front-end nas mais diversas tecnologias (incluindo Java, Drupal, GCP e AWS), além das áreas administrativas. As oportunidades vão ser para trabalhar em serviços remotos para projetos internacionais, por isso, é essencial que o candidato tenha domínio do inglês. O profissional que ingressar na CI&T poderá se beneficiar do ambiente multicultural e favorável para acelerar o seu crescimento na empresa. Atualmente a CI&T possui mais de 2.500 colaboradores, trabalhando nas filiais da companhia em 12 localidades no mundo. A expansão internacional abre ainda oportunidades de expatriação, para os colaboradores que se destacam na CI&T no Brasil. “É muito importante que os nossos talentos no Brasil tenham oportunidades de vivenciar uma carreira internacional, levando a nossa cultura de transformação digital para formar novas equipes multidisciplinares e impactar grandes marcas em outros países. Mais do que isso, que apoiem a missão da CI&T de construir ambientes de trabalho multiculturais e que respeitam a diversidade em nossas localidades internacionais”, concluiu Cesar Gon. Arte de grafiteiras traduz importância da diversidade no trabalho A CI&T também trouxe para seu Prisma de BH, mais uma iniciativa que reforça a importância do empoderamento e a contribuição do talento feminino na jornada de transformação das grandes empresas. A CI&T convidou a crew Minas de Minas, formada por quatro grafiteiras de Belo Horizonte (MG), para levar sua arte, comum nas ruas, para dentro do seu escritório na capital mineira. “A arte em grafite dessas mulheres tão talentosas nos ajuda a levar a mensagem de respeito à diversidade de gênero, idade, deficiência, raça e religião. Reforça uma cultura em defesa a essas diferenças e ao empoderamento das mulheres em nossos ambientes de trabalho”, disse Carla Borges, Head de RH da CI&T. “Quando o tema é diversidade, temos que carregar a bandeira do respeito. Na CI&T, vivemos isso na prática, o que envolve uma discussão aberta sobre o tema, e assim podemos transformar as pessoas, naturalmente. Acreditamos que a vivência gera aprendizado contínuo e educa”, comentou Carla. Clique aqui e conheça a arte em grafite das mulheres da crew Minas de Minas, feita especialmente para o escritório da CI&T em Belo Horizonte. Sobre a CI&T CI&T é a parceira na transformação digital das marcas mais valiosas do mundo. É pioneira na aplicação de design e tecnologias avançadas como machine learning, inteligência artificial (AI), analytics, cloud e mobility. Ao longo dos últimos 20 anos, a multinacional brasileira tem sido eleita para resolver desafios complexos, acumulando expertise para acelerar a Transformação Digital de grandes líderes do mercado por meio do Lean Digital – que torna consistente as mudanças culturais e de processos. Também reúne competências que combinam estratégias de marketing digital às de tecnologia. Possui mais de 2.500 colaboradores, incluindo estrategistas de negócios digitais, designers e engenheiros nos Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Canadá, Japão e China. Para mais informações sobre a CI&T, acesse: www.ciandt.com. Informações para imprensa Claudia Lima – (19) 99779-0040 – imprensa@ciandt.com

Educação: Como a tecnologia pode estimular o conhecimento e a criatividade para superar limites

O tempo parece muito mais curto quando observamos a velocidade de transformação das novas tecnologias. O que surgiu há seis meses pode se tornar ultrapassado num piscar de olhos, especialmente com a disseminação de soluções disruptivas como Analytics, Blockchain, Inteligência Artificial, IoT e Machine Learning. Imagine o que será quando tivermos acesso à computação quântica. O que as pessoas poderão criar? Qual será o limite? Haverá limite? Confesso que não tenho respostas, mas me sinto como se tivesse que descobrir tudo de novo, como aconteceu com os grandes navegadores. A transformação digital nos levou a um patamar maior de exigência em que é preciso pensar além das fronteiras. Mas como preparar profissionais para que atuem dessa forma e adotem um mindset de crescimento? Neste caso, sugiro um caminho que priorize a educação. Com as transformações tecnológicas e surgimento de novas profissões, a tendência é que a carreira agregue, cada vez mais, novas habilidades. Mesmo que a pessoa seja formada em uma área, ela deverá ter uma visão do todo, se preparar para desenvolver projetos diferentes, simultaneamente. O futuro da educação está em sua continuidade durante toda a vida. A colaboração será outra tônica presente na sala de aula e nos ambientes profissionais, por meio de coworking, para agregar conhecimentos e solucionar problemas. Na era da digitalização, criar mais, propor e se expor mais farão a diferença. E todo esse preparo deve começar no ensino básico, valorizando a pesquisa e a descoberta desde cedo. A educação para o mundo 4.0 prevê a nossa (des)formatação, ou seja, nos libertar de padrões que limitam a criatividade. Para fazer esta roda girar, o professor deve estimular o debate para que as crianças aprendam umas com as outras e, ao mesmo tempo, sejam desafiadas a questionar e encontrar novas respostas. Neste cenário, a conectividade terá um papel imprescindível para levar informação às localidades mais remotas do Brasil. Com os dispositivos de IoT, é possível preparar professores, compartilhar conhecimento e qualificar os profissionais das mais diversas áreas em tempo integral. . Mais do que consolidar informações, a educação intensifica o diálogo e oferece mais oportunidades para o desenvolvimento de habilidades que poderão transformar o futuro do trabalho. Com as plataformas digitais disponíveis e com o crescimento econômico estimado nos próximos anos, novos empregos deverão ser criados, mesmo que alguns desapareçam em função da automação. É o momento para que todos se preparem para profundas mudanças, que não necessariamente significam algo ruim ou ameaçador, apenas diferente e com mais desafios educacionais pela frente. A cultura da inovação, do empreendedorismo e da segurança – inclusive para proteger o seu próprio ambiente doméstico e profissional – deve se tornar mais frequente. Vivemos a era do crescimento exponencial em que a força de trabalho e o conhecimento tendem a se reinventar pela tecnologia. (*) Ailtom Nascimento é vice-presidente da Stefanini, 5ª empresa mais internacionalizada segundo o Ranking da Fundação Dom Cabral (FDC) 2018

Startups curitibanas serão destaque na área expositiva do Smart City Expo Curitiba 2019, que tem entrada gratuita

Adam Robô, impressora 3D Stella 2 e VRGlass são algumas das atrações da Smart Plaza Vale do Pinhão. Evento acontece nos dias 21 e 22 de março no Expo Barigui Laboratório “de bolso” que faz exames remotos com apenas algumas gotas de sangue. Horta automatizada de apartamento programada via smartphone para se autoirrigar. Óculos de realidade virtual que permite “aulas de campo” sem sair da sala da escola.  A empresa da capital que está “democratizando” o comércio online por oferecer tecnologias para facilitar compras e pagamentos em sites estrangeiros. “Coração” da área expositiva do Smart City Expo Curitiba 2019, que ocorre nos dias 21 e 22 de março no Expo Barigüi, o Smart Plaza Vale do Pinhão irá reunir startups da capital que estão criando tecnologias e soluções para a chamada “revolução cotidiana”, aquela que muda o dia a dia das pessoas e também ajuda a rever a dinâmica e o planejamento das cidades, tornando-as ainda mais inteligentes. O acesso à área de exposição será gratuito mediante inscrição prévia pelo site (www.smartcityexpocuritiba.com). O preço dos ingressos para o congresso até o dia 20 de março é de R$ 1.350, enquanto nos dois dias de evento será de R$ 1.500. Estudantes, professores, deficientes, idosos e pessoas que se enquadram na Lei nº 12.933 têm direito à meia-entrada, mediante comprovação. O evento é chancelado pela FIRA Barcelona, consórcio público formado pela Prefeitura de Barcelona, Governo da Catalunha e Câmara de Comércio de Barcelona, e que é o organizador do Smart City Expo World Congress, maior evento do mundo sobre cidades inteligentes, realizado anualmente em Barcelona. O iCities, empresa curitibana especializada em soluções para smart cities, é a responsável pela organização do evento no Brasil, em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba e Vale do Pinhão. Tecnologias interativas Durante os dois dias do maior evento de cidades inteligentes do mundo, o Smart Plaza Vale do Pinhão terá exposição (de produtos, serviços e soluções) e pitchs (palestras rápidas de, no máximo, 15 minutos) de representantes de startups, empresas da capital e de órgãos do município. “Será uma espécie de praça central para mostrar as propostas pioneiras do ecossistema de inovação da capital e como o município as apoia”, antecipa Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba, sobre a participação da capital no Smart City Expo Curitiba 2019. O evento internacional faz parte das programações do aniversário de 326 anos de Curitiba. Startups do Vale do Pinhão serão destaque no Smart City Expo Curitiba. – Na imagem, Óculos de realidade virtual da VRGlass. Foto: Divulgação Também estão previstas várias tecnologias interativas que irão passar informações sobre o Vale do Pinhão para os cerca de seis mil visitantes previstos no fórum internacional. “O Smart City Expo será uma grande vitrine para nossa empresa, que busca disseminar práticas de agricultura urbana com uma nova tecnologia”, avalia Marcelo Pinhel, diretor executivo da Favo Tecnologia, startup da capital que irá expor suas hortas automatizadas para pequenos espaços, programadas via smartphone para se autoirrigar. A VRGlass vai apresentar no Smart Plaza seus óculos de realidade virtual, aplicativos, games e filmes VR/AR (realidade virtual e aumentada) que podem ser usados em salas de aula e em treinamentos. “No caso da educação, a nossa tecnologia permite verdadeiras ‘aulas de campo’ sem sair da sala da aula, oferecendo experiências enriquecedoras que trazem benefícios ao processo de aprendizagem dos alunos”, conta Ohmar Tacla, CEO da VRGlass. Para Nayana Rogal, coordenadora de Cultura do Ebanx, startup que facilita as compras de brasileiros em sites estrangeiros como Spotify e AliExpress, a participação da empresa no SCECWB será uma forma de contribuir com o debate sobre inovação e como está acontecendo nas cidades. “Queremos fazer parte desse momento, contar sobre como o Ebanx está inovando todos os dias, movimentando o jeito de fazer as coisas, e saber de outras empresas, iniciativas e pessoas como elas estão fazendo o mesmo. Essa troca de conhecimento gera um ciclo muito virtuoso, que beneficia as cidades como um todo e os indivíduos também”, avalia. Conheça algumas startups que vão estar no Smart Plaza Vale do Pinhão: Ebanx No Brasil, 40% dos correntistas têm acesso limitado a produtos financeiros, incluindo cartão de crédito internacional. É esse espaço que a startup curitibana Ebanx ocupa, ao oferecer um serviço que permite a qualquer pessoa, mesmo se ela não tiver conta bancária, fazer uma compra on-line internacional. Criada em 2012, em seu primeiro ano, o Ebanx processou R$ 3,3 milhões em vendas on-line. Em 2013, R$ 87,5 milhões. Em 2018, chegou a R$ 5,8 bilhões (valores consideram todos os países em que a empresa opera). Entre os clientes mais conhecidos do Ebanx estão Airbnb, AliExpress, Gearbest, Spotify e Wish. Prevention O Adam Robô é a segunda geração de um equipamento de pré-teste de visão criado pela startup curitibana Prevention, que ficou entre as 15 melhores do mundo na Imagine Cup 2018, da Microsoft, a maior competição internacional de inovação. O equipamento é leve, conta com softwares de última geração e usa a inteligência artificial para identificar, em no máximo cinco minutos, problemas oftalmológicos como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia (vista cansada). VRGlass Além de produzir óculos de realidade virtual para smartphones, a VRGlass desenvolve conteúdos educacionais, de treinamento e promocionais para serem utilizados por meio da realidade virtual, aumentada e mista. Uma equipe de desenvolvedores é responsável por criar games e captar imagens de ambientes reais por meio de câmeras que filmam em 360 graus e transformá-las em vídeos interativos, inclusive, com temas educacionais para serem usados nas salas de aula. A startup já tem como clientes o Grupo Positivo, Faber-Castell, Hershey’s, Samsung, 3M e Rede Globo. Favo Tecnologia A Favo Tecnologia é uma startup da capital que surgiu, há dois anos, e comercializa hortas verticais automatizadas para pequenos espaços com auto irrigação via aplicativo de smartphone. Denominada Apis, a horta vertical pode ser instalada na parede das casas. O morador pode plantar verduras e temperos de ciclo curto em uma mistura de terra especial também fornecida pela startup. 4vants Voltada a empresas e

Stefanini promove Hackathon em Belo Horizonte (MG) para maior inserção de mulheres na TI

Dia 30 de março será a vez da capital mineira receber a maratona de inovação para capacitação feminina em tecnologia Java São Paulo, março de 2019 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, realizará no próximo dia 30 de março, em Belo Horizonte (MG), uma maratona de inovação baseada em Java apenas para participação de profissionais mulheres, batizada de Code Like a Girl. Em homenagem ao mês dedicado à mulher, a companhia promove o Hackathon Java com o objetivo de oferecer oportunidades de vagas para desenvolvedoras e programadoras em TI, de capacitar mulheres profissionais em tecnologia e acrescentar conceitos e práticas que envolvam a Transformação Digital para o ecossistema de inovação da Stefanini. A multinacional brasileira tem realizado um trabalho constante e efetivo para transformar e ampliar a conquista de um espaço cada vez maior para as mulheres no mercado de tecnologia. Hoje, a Stefanini conta com mais de 12 mil colaboradores no Brasil, dos quais mais de 4.700 são mulheres, tendo 410 colaboradoras em posição de liderança. As inscrições para esta edição do Hackathon Code Like a Girl vão até o dia 15 de março. As candidatas devem ter conhecimento na tecnologia Java Web, sendo destinado a profissionais Java júnior, pleno e sênior. Também deverão estar cursando ou já ter concluído o curso superior na área de TI, além de manter-se atualizadas no desenvolvimento de sistemas na linguagem Java. Durante a maratona, as participantes receberão instruções detalhadas sobre o tema do desafio e os meios que poderão ser utilizados para desenvolver a solução. Um júri técnico do curso analisará as soluções propostas pelas candidatas a partir de critérios de alinhamento do desafio, inovação, design e usabilidade. As profissionais participantes que se destacarem receberão treinamento e possibilidade de contratação nas vagas indicadas. A Stefanini promove regularmente hackathons, onde os participantes passam por uma dinâmica de convivência, interação técnica, desenvolvimento de trabalho em equipe e atividades para desenvolver a liderança. O objetivo é selecionar profissionais em tecnologia. Este ano, já foram realizados dois desafios em Brasília (DF) e, dia 16 de março, acontecerá mais um na sede da Stefanini na Capital Federal.  Em 2017 e 2018, o departamento de Recursos Humanos da empresa promoveu 16 desses encontros. Em março do ano passado, a Stefanini também organizou um hackathon exclusivo para mulheres, realizado na sede da empresa, em São Paulo. O Hackathon – Code Like a Girl 2018 reuniu 40 mulheres. Candidatas interessadas nessa edição do hackathon na capital mineira devem realizar as inscrições pelo site da Stefanini. Agenda: Hackathon Code Like a Girl 30 de março (sábado) | Das 8h30 às 13 horas Inscrições: até 15 de março Local: Stefanini Belo Horizonte Endereço: Av. Deputado Cristovam Chiaradia, 670, Buritis, Belo Horizonte (MG) Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 31 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Finep, MCTIC e Prefeitura de São Paulo lançam Programa Empreendedoras Digitais em 8/3

O presidente da Finep – Financiadora de Inovação e Pesquisa -, General Waldemar Barroso, o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Astronauta Marcos Pontes, e o prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, participam, nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, da solenidade de assinatura de acordo de cooperação que marca o lançamento do Programa Empreendedoras Digitais, às 10h, no Auditório da Prefeitura de São Paulo. O Programa, que é uma iniciativa do MCTIC e da Finep, em parceria com a Prefeitura Municipal de São Paulo, com execução da Softex e da Ade Sampa, irá capacitar 300 mulheres e gerar cerca de 30 startups que serão acompanhadas em um processo de pré-aceleração, que acontecerá na capital paulista. Na evento, serão apresentados os resultados do estudo da Softex que mapeou a participação das mulheres no setor de TI e que serviu de base para a criação do programa. Também participarão do evento: •Aline Cardoso, Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho •Frederico Celentano, Presidente da Ade Sampa •Ruben Delgado e Diônes Lima, respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Softex Serviço: Lançamento Programa Empreendedoras Digitais Data: 8 de março, sexta-feira Horário: 10h Local: Auditório da Prefeitura de São Paulo – 7º andar Endereço: Viaduto do Chá, 15 – Centro – São Paulo

Diversidade de ideias para transformar as empresas

Monica Herrero (*) Quando iniciei minha vida escolar, sempre tive preferência pelas aulas de Exatas. Isto me levou a cursar uma faculdade de Matemática, onde a maioria da turma era formada por homens. Desde então, tento buscar formas de incentivar jovens a experimentarem os cursos que fazem parte da sigla em inglês STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).  No contexto educacional, o objetivo é interligar todas essas áreas para que os alunos tenham um aprendizado prático interdisciplinar, possibilitando assumir profissões que estão surgindo nesta nova era digital e tantas outras que ainda serão criadas nos próximos anos. Neste cenário cada vez mais dinâmico e conectado, as mulheres têm conquistado oportunidades interessantes em áreas que ainda são majoritariamente masculinas, como é o caso do setor de tecnologia.  Nosso desafio é ampliar esta participação feminina para que tenhamos cada vez mais ambientes diversos e integrados. Acreditamos que a transformação digital que tanto falamos está diretamente relacionada à mudança de mindset, que contemple a diversidade. Pessoas diferentes agregam novos olhares, promovem a discussão e uma forma mais aberta, geram modelos de negócios disruptivos e se complementam. Por isso, precisamos incentivar a participação de todos e promover iniciativas que permitam qualificar os profissionais para cargos de liderança, independente do gênero. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a participação das mulheres em cargos gerenciais no Brasil está em torno de 39%. Porém, esse número se torna ainda menor quando observado sob a perspectiva da intersecção racial. Para alavancar esses números é fundamental que as empresas, especialmente aquelas lideradas por mulheres, invistam em projetos de seleção, qualificação, mentoria e debates que priorizem o diálogo sobre inovação e diversidade, se aproximando das Universidades e das startups para atrair talentos, independente do gênero, da idade, da raça ou da orientação sexual. O mundo é diverso e as corporações devem se preparar para aceitar cada vez mais as diferenças, sejam de pensamento, de cultura, de experiências de vida. Cada um de nós tem o desafio e a oportunidade de definir estratégias colaborativas e enriquecedoras no ambiente corporativo para que seus funcionários possam trilhar uma jornada de crescimento, que combine habilidades e bons resultados de projetos, alinhando, assim, condições igualitárias para concorrer aos diversos cargos. (*) Monica Herrero é CEO da Stefanini Brasil

Presidente Jair Bolsonaro sanciona Cadastro Positivo

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Banco de dados reunirá informações de todos os consumidores brasileiros O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou nesta segunda-feira (8), a lei que torna automática a adesão dos brasileiros ao cadastro positivo. Até então, a inclusão era voluntária. A intenção da medida é facilitar a concessão de crédito e, consequentemente, diminuir juros. Na cerimônia de sanção, o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Costa, afirmou que o novo cadastro pode beneficiar “130 milhões de pessoas, inclusive 22 milhões de brasileiros que estão hoje fora do mercado de crédito, embora já apresentem bons históricos de adimplência”. Da Costa afirmou que, com o Cadastro Positivo, o Governo estima que haverá redução em até 45% na inadimplência no Brasil, que hoje atinge mais de 60 milhões de pessoas. E, ainda, “que se espera uma injeção de recursos da ordem de R$ 1 trilhão na economia brasileira, com impacto de aproximadamente 19% na relação crédito/PIB (de 47% para 66%)”. Segundo o secretário, o aumento da oferta e da competição no mercado de crédito diminuirá as taxas de juros e potencializará as possibilidades de consumo e investimento, ampliando e facilitando o empreendedorismo dos brasileiros e gerando empregos. “O cadastro positivo vai melhorar a vida dos brasileiros que querem investir e empreender”. O Banco Central avalia que o Cadastro Positivo é uma iniciativa importante, que colabora diretamente para a redução do spread bancário, uma vez que permite que os provedores de crédito definam melhor o risco de cada tomador, reduzindo a inadimplência e a necessidade de cobrar juros altos de bons e maus pagadores. Outro ponto favorável é a prevenção do endividamento excessivo, o que protege cidadãos e credores. A iniciativa ainda tem o viés de incentivar a livre concorrência, já que facilita a atuação de outros provedores de crédito como fintechs e crediários, contribuindo ainda mais para a redução do spread bancário. O que é o Cadastro Positivo É um serviço prestado por empresas especializadas, que avaliam o risco de crédito pessoas físicas e jurídicas, baseado em históricos financeiros e comerciais. É a utilização da informação de bom pagador no cálculo da nota de crédito. As informações são sintetizadas numa nota de crédito (escore), que é disponibilizada a bancos, financeiras e ao comércio (os chamados consulentes), para definir limites de crédito ou de venda para cada cliente e a taxa de juros a ser cobrada. Fonte: Planalto http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/noticias/2019/04/presidente-jair-bolsonaro-sanciona-cadastro-positivo   Senado aprova Cadastro Positivo; texto segue para sanção do Presidente O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei complementar que torna automática a adesão de consumidores e empresas aos cadastros positivos de crédito, de acordo com informações da Agência Senado. O texto segue agora para sanção presidencial e, se aprovado como está, as mudanças devem ser implementadas num prazo de seis meses. (Por Aluísio Alves) Fonte: DCI https://www.dci.com.br/economia/senado-aprova-cadastro-positivo-texto-segue-para-sanc-o-de-bolsonaro-1.786221 [/vc_column_text][vc_separator][vc_column_text] Câmara conclui votação sobre cadastro positivo; projeto vai ao Senado Proposta torna compulsória a participação inicial no cadastro. Os dados captados serão usados para se encontrar uma nota de crédito do consumidor, que poderá ser consultada por interessados O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (20) a votação do projeto que torna compulsória a participação de pessoas físicas e jurídicas no chamado cadastro positivo. Devido às mudanças, a proposta retorna ao Senado para nova votação. O cadastro positivo é um banco de dados gerido por empresas especializadas para reunir informações sobre bons pagadores. Os deputados já haviam aprovado o texto principal do Projeto de Lei Complementar (PLP) 441/17 em maio do ano passado, mas faltava votar os destaques apresentados pelos partidos. Nesta quarta, todos os destaques foram rejeitados. Segundo o substitutivo aprovado, de autoria do ex-deputado Walter Ihoshi, tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas passarão a ter um cadastro aberto por gestoras de dados, que poderão receber informações das empresas em geral com as quais foram feitas transações comerciais, além das instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central (bancos, corretoras, financeiras, etc.) e as concessionárias de água, luz, gás, telecomunicações e assemelhados. A regra atual, prevista na Lei 12.414/11, não permite a anotação de informação sobre serviço de telefonia móvel na modalidade pós-paga mesmo com autorização do cadastrado. Com o projeto, essa restrição acaba e todos os serviços poderão ser anotados. Os deputados contrários ao projeto argumentam que a abertura fragiliza a proteção de dados do consumidor, tornando mais possível o vazamento de informações usadas pelos gestores desses bancos de dados para encontrar uma nota de crédito que poderá ser consultada pelos interessados. Já os defensores dizem que a mudança facilitará a queda média de juros no mercado devido ao maior acesso a informações sobre os bons pagadores. Autorização Atualmente, o registro de dados sobre pessoas e empresas nesse tipo de banco de dados somente pode ocorrer a partir de uma autorização expressa e assinada pelo cadastrado. Com a mudança, o sistema de registro passa a ter o mesmo mecanismo dos serviços de informações sobre maus pagadores, ou seja, não depende de autorização. As novas regras valerão a partir de 90 dias após a publicação da futura lei. Segundo o texto aprovado, a quebra de sigilo por parte dos gestores de banco de dados, como no caso de permitir o vazamento de informações sobre o cadastrado, será punida com reclusão de 1 a 4 anos e multa, conforme prevê a lei do sigilo (Lei Complementar 105/01). Regulamento definirá os procedimentos aplicáveis aos gestores na hipótese de vazamento, inclusive quanto à forma de comunicação aos órgãos responsáveis pela sua fiscalização. Deverá prever ainda o que ocorrerá no caso de desobediência dos pedidos de cancelamento e da proibição de uso de dados não permitidos. A única autorização expressa mantida pelo projeto é aquela exigida para o fornecimento, a outros consulentes, do histórico de crédito do cadastrado, formado por dados relacionados aos empréstimos e financiamentos. Após dois anos da vigência da futura lei, o Banco Central deverá encaminhar ao Congresso Nacional relatório sobre os resultados alcançados com as alterações no cadastro positivo para fins de reavaliação. A intenção é verificar se

Stefanini destaca-se por engajar mais mulheres na TI

Multinacional brasileira mantém um trabalho constante para ampliar a presença feminina no mercado de trabalho e em cargos de liderança em TI São Paulo, março de 2019 – A Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, conhecida como ONU Mulheres, definiu como tema do Dia Internacional da Mulher deste ano, celebrado em 8 de março, o mote “Pensemos em Igualdade, Construção com Inteligência e Inovação para a Mudança“. A nota da entidade acrescenta ainda que “a inovação e a tecnologia trazem oportunidades sem precedentes. No entanto, as tendências atuais indicam que as lacunas digitais estão se ampliando e que as mulheres estão representadas de maneira insuficiente nos campos da ciência, tecnologia, engenharia, matemática e design”. É também o que pensa a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia. Diante deste fato, a multinacional brasileira tem realizado um trabalho constante e efetivo para transformar esse cenário estimulando a conquista de um espaço cada vez maior para as mulheres no mercado de tecnologia. Não apenas para incluir a mulher, a Stefanini também trabalha fortemente na questão da diversidade para aumentar de maneira significativa o número de pessoas no universo da Tecnologia da Informação. Para tanto, promove a discussão de novas ideias dentro da organização; além de realizar parcerias tanto nas Universidades e em escolas de ensino médio, quanto com startups de tecnologia. A companhia mantém também a realização periódica de hackathons (maratonas de inovação), que têm sido um grande aliado na capacitação de profissionais de tecnologia como forma de agregar conceitos e práticas que envolvem a Transformação Digital. Estabelecer o equilíbrio entre homens e mulheres em cargos de chefia é outro passo importante para gerar oportunidades que qualifiquem os profissionais, independente de gênero. É preciso incentivar a diversidade de pensamento, de cultura, de perfil, e conciliar a experiência de todos os envolvidos, consolidado em um ecossistema em que todos ganham e revertam em êxito. É isso que a Stefanini tem como diretriz. “Considero muito relevante buscarmos a diversidade dentro da companhia. Trabalho com equipes e vejo que em grupos de alta performance, ter perfis diferentes, que se complementam, só agrega e os resultados aparecem naturalmente.  Incentivamos muito essa troca de experiências. Precisamos ter diversidade na liderança para que as mulheres também conquistem um espaço cada vez maior nas empresas”, defende Monica Herrero, CEO da Stefanini Brasil, que assumiu o cargo em 2012. Na Stefanini, esse tema recebe atenção contínua. Hoje, a multinacional conta com mais de 12 mil colaboradores no Brasil, dos quais mais de 4.700 são mulheres, tendo 410 colaboradoras em posição de liderança. Neste cenário cada vez mais dinâmico e conectado, as mulheres têm conquistado oportunidades interessantes em áreas que ainda são majoritariamente masculinas, como é o caso do setor de tecnologia.  “Nosso desafio é ampliar a participação feminina para que tenhamos cada vez mais ambientes diversos e integrados. Acreditamos que a transformação digital está diretamente relacionada à mudança de mindset, que contemple a diversidade. Pessoas diferentes agregam novos olhares, promovem a discussão e uma forma mais aberta, gerando modelos de negócios disruptivos e que se complementam”, finaliza Monica Herrero. Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 31 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Apdata mira no mercado americano e prioriza excelência no atendimento às empresas da América Central

Estratégia está alinhada à inauguração da nova sede própria da empresa em Orlando (EUA) Em fevereiro de 2018 a Apdata, empresa de tecnologia, serviços de terceirização e consultoria em RH, conquistou mais um grande marco em sua história, a inauguração de mais uma sede própria, agora localizada na região da Flórida, em Orlando (EUA). A estratégia de aquisição do próprio espaço em solo norte americano vem reforçar a forte movimentação de internacionalização da empresa. Atualmente, as soluções da Apdata já estão presentes em 13 países, entre eles Angola, Peru, Bolívia, Venezuela, Equador, Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, México, Panamá e USA, além do Brasil, onde já tem uma sólida presença desde 1984. O sucesso se deve às necessidades das empresas, principalmente das multinacionais, em incorporarem um sistema de RH global, totalmente integrado, com processos de automação nativos e flexíveis para absorverem as mais diversas particularidades legais e específicas. “As empresas hoje em dia têm necessidades de tecnologias globais, de simples utilização, com processos automatizados, descentralizados e flexíveis, que processem legislação de qualquer país e com a disponibilidade e performance necessárias para garantirem produtividade e assertividade. A nossa tecnologia, o GA – Global Antares, tem essas características e é por isso que estamos conquistando clientes com presença e operações internacionais”, explica Manoel Rocha, VP de Tecnologia e sócio-fundador da Apdata. Com o fortalecimento da presença nos EUA, a companhia também pretende conquistar novos clientes americanos, por meio da estratégia de atuação de parceiros e projeta intensificar a atuação em países que já atua como Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. “Um dos nossos objetivos será priorizar a excelência do atendimento aos clientes que já temos na América Central. Fechamos recentemente um contrato com uma importante empresa do ramo de materiais hidráulicos e estamos expandindo nossos serviços também para atender as necessidades de suas operações nesses países.”, explica Roberto Bertolo, diretor de negócios internacionais da Apdata. Sobre a Apdata A Apdata é uma empresa especialista em Recursos Humanos e que se diferencia por apresentar soluções integradas, flexíveis e automatizadas em tecnologia, terceirização e consultoria para a gestão completa do capital humano. Atende organizações de pequeno, médio e grande porte dos mais diversos segmentos e com uma carteira expressiva de 730 clientes. A empresa tem como foco superar as expectativas dos profissionais de RH e Tecnologia, proporcionar resultados eficazes, respeitar a cultura interna, mantendo sempre um relacionamento transparente e valorizando o ser humano. Possui alcance internacional, pois suas soluções globais estão preparadas para atender empresas multinacionais. Possuí sedes próprias no Brasil (São Paulo) e EUA (Orlando) e ainda conta com unidades comerciais em Campinas/SP e Rio de Janeiro/RJ. A Apdata também se destaca com pioneirismo em políticas aplicadas a humanização nas relações com os seus colaboradores por meio de investimentos dedicados ao bem-estar de toda a equipe.

Stefanini abre inscrições para novo Hackathon em Brasília (DF)

Maratona de inovação acontece no dia 9 de março, com a finalidade de capacitar profissionais na tecnologia Java Web São Paulo, fevereiro de 2019 – Os hackathons ganham cada vez mais espaço e aderência na Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia. Diante disso, a multinacional brasileira promove mais uma edição, que acontecerá no dia 9 de março, em sua filial de Brasília (DF). O objetivo da maratona é capacitar profissionais de tecnologia e agregar conceitos e práticas que envolvem a Transformação Digital para o ecossistema de inovação da Stefanini. Os candidatos devem ter conhecimento na tecnologia Java Web, estar cursando ou já ter concluído o curso superior na área de TI, além de manter o interesse em atuar com desenvolvimento de sistemas na linguagem Java. Durante o evento, os participantes receberão instruções detalhadas sobre o tema do desafio e os meios que poderão ser utilizados para desenvolver a solução. As soluções apresentadas pelos candidatos serão analisadas pelo júri técnico do evento, que avaliará critérios como alinhamento ao desafio, inovação, design e usabilidade. Entre as etapas de seleção estão adesão à maratona a partir da inscrição e participação do hackathon. Os participantes que se destacarem receberão treinamento de 32 horas e possibilidade de contratação. O hackathon mais recente, realizado pela companhia em janeiro deste ano, em Brasília, contou com a participação de 48 candidatos, tendo sido aprovados 16 participantes. A edição abordou o tema Inteligência Artificial (IA) com uma apresentação da Sophie, plataforma de inteligência cognitiva da Stefanini, que já está em sua versão 3.2. A plataforma Sophie utiliza um modelo híbrido (simbólica e conexionista), com redes semânticas capazes de representar conceitos e relações, com alto nível para as tarefas de linguagem, e atende em 44 idiomas e já foi implementada em segmentos diversos como indústria, varejo, seguradoras e governo. A Sophie pode se agregar a todas as ofertas de atendimento da Stefanini em Information Technology Outsourcing (ITO), Business Process Outsourcing (BPO) e call center, como à maioria dos grandes sistemas de IT Service Management (ITMS) e Customer Relationship Management (CRM) disponíveis no mercado. Os interessados na maratona de março devem realizar as inscrições pelo site da Stefanini. Agenda: Hackathon Java Júnior 09 de março (sábado) | Das 8h30 às 12h30 e das 14h às 18h (Duas turmas) Local: Stefanini Brasília | Edifício Number One Endereço: Setor comercial Norte, Quadra 1, Asa Norte, Brasília (DF) Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 31 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Uso de alto-falantes inteligentes cresce no mundo todo, mostra novo estudo da Accenture

Relevância e confiança são fatores essenciais para adoção contínua de assistentes digitais de voz  São Paulo, 20 de fevereiro de 2019 – Metade dos consumidores online do mundo já usa assistentes digitais de voz e países emergentes lideram a adoção dos mesmos, de acordo com novo relatório da Accenture, que contou com a participação de 22.500 consumidores de 21 países. Além disso, assistentes de voz independentes – ou alto-falantes inteligentes – são uma das tecnologias mais rapidamente adotadas na história dos EUA e já contam com 98% de satisfação entre os consumidores norte-americanos. “Adoção e satisfação com a tecnologia de alto-falantes inteligentes está em alta”, explica Robin Murdoch, coautor do estudo e diretor geral da prática global de Indústria de Software e Plataformas da Accenture. “Conveniência e preços acessíveis são os principais fatores para o aumento do uso, mas manter essa lealdade exigirá que as empresas permaneçam alinhadas com as necessidades do consumidor, criando e renovando constantemente essa confiança”. O estudo “Reshape to Relevance” mostra que os alto-falantes inteligentes estão revolucionando a tecnologia de consumo e ecossistemas de serviços. Ao todo, 93% dos consumidores globais esperam que as compras feitas por equipamentos como smart-TVs e computadores sejam baseadas na facilidade de integração com seus alto-falantes independentes. A relevância dos alto-falantes inteligentes fica clara quando se analisa as expectativas dos consumidores, que querem usar esses dispositivos para tarefas mais avançadas, além de atividades rotineiras como chamadas de voz, ouvir música e eBooks ou ler as últimas notícias. Para eles, o valor dos assistentes de voz está na gestão de segurança doméstica (61%), automação residencial conectada (59%), pagamento de contas e envio de alertas de pagamento (55%) – até mesmo na realização de reservas em restaurantes (53%) e acesso a conselhos médicos virtuais (52%). Contudo, a confiança é um empecilho potencial para a adoção de alto-falantes em larga escala, com 41% dos consumidores citando preocupações com privacidade e 40%, preocupações de segurança com a tecnologia. Já 46% dos consumidores acreditam não ter controle sobre os dados usados pelos assistentes de voz e 58% têm mais chances de reavaliar sua confiança com o serviço por meio da verificação contínua do uso de suas informações. Greg Roberts, outro coautor do estudo e diretor geral da prática de alta tecnologia para América do Norte da Accenture, afirma: “Os consumidores esperam que seus alto-falantes inteligentes lidem com cargas de trabalho complexas e as integrem com outros produtos. Marcas que oferecem capacidades avançadas de inteligência artificial têm mais chances de sucesso. Mas, para que possam atrair mais consumidores, terão que ser transparentes sobre o modo como armazenam, usam e compartilham dados. Estabelecer um padrão de confiança único com os consumidores é essencial.” Para mais informações sobre a Accenture Communications, Media and Technology, acesse https://www.accenture.com/us-en/cmt.  Metodologia A Accenture Research conduziu uma pesquisa online com 22.500 consumidores em 21 países. África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Emirados Árabes Unidos, Espanha, EUA, França, Holanda, Índia, Itália, Japão, México, Polônia, Portugal, Reino Unido, Singapura, Suíça e Suécia. A amostra de cada país reflete sua população online. A idade dos entrevistados varia entre 14 e 55 anos. A pesquisa e modelagem de dados relacionada quantificam as percepções dos consumidores em relação a equipamentos, conteúdo e serviços digitais, padrões de compra, preferência e confiança em provedores de serviço e o futuro de seus estilos de vida conectados. As pesquisas online foram conduzidas entre outubro e novembro de 2018.   Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 469 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com.   Informações para a imprensa: bcw | burson cohn & wolfe Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Mônica Baldani – (11) 3040-2390 | monica.baldani@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403 | ligia.carvalho@bm.com  

Câmara dos Deputados aprova novo Cadastro Positivo que deve estimular a economia e gerar empregos

São Paulo, 21 de fevereiro de 2019 – A aprovação, na noite de ontem, pela Câmara Federal, do PLP 441/2017, que institui o Cadastro Positivo com inclusão automática dos consumidores e empresas, conhecido como opt-out, e utilizado internacionalmente, deve gerar inúmeros benefícios para o tomador de crédito e para a economia. Estudo da LCA Consultores indica que esse instrumento pode aumentar o PIB em 0,54% a.a., e análises realizadas pelos birôs de crédito apontam que o novo modelo de Cadastro Positivo pode injetar até R$ 1,1 trilhão na economia, além de possibilitar o ingresso de 22 milhões de pessoas no mercado de crédito. Paralelamente, a previsão é de aumento de R$ 550 bilhões no crédito às PMEs (Pequenas e Médias Empresas) e de uma redução de mais de 20% no nível de inadimplência dessas empresas. Elias Sfeir, presidente da ANBC – Associação Nacional dos Bureaus de Crédito, observa que as alterações aprovadas são um estímulo ao credor, que pode ter mais garantia de recebimento, e ao tomador de crédito, que pode ter crédito mais acessível e mais controle sobre suas informações. “Quanto mais informações disponíveis sobre o tomador de crédito, mais eficiente é a avaliação de risco e, por consequência, mais negócios podem ser realizados pelo credor, que pode identificar com mais assertividade o perfil dos seus clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas”, diz ele. A aprovação do PLP 441/2017, que ainda retornará ao Senado para avaliação final, atende integralmente aos requisitos do Código de Defesa do Consumidor. Na opinião de Sfeir, outro benefício da mudança no Cadastro Positivo é a desburocratização no processo. “Em mais de seis anos de vigência do modelo anterior, apenas 5% da população economicamente ativa aderiu ao Cadastro Positivo devido à burocracia que o  o modelo opt-in exigia”, diz ele. Com as mudanças também haverá o empoderamento do tomador de crédito, que deverá ter acesso a taxas de juros mais reduzidas, decorrentes da potencial redução da inadimplência em até 45%, segundo dados da International Finance Corporation (IFC). Essas condições criadas pela nova sistemática do Cadastro Positivo devem impulsionar a economia do país e gerar mais emprego.   Sobre a ANBC A Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) é uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentável do crédito no Brasil. A entidade congrega os birôs de proteção ao crédito que atuam no território brasileiro e mantém relacionamento com associações internacionais para promover as melhores práticas do setor. A ANBC é membro da Associação de Fornecedores de Informação de Crédito ao Consumidor (ACCIS), entidade internacional que reúne 39 birôs de crédito e da Associação Latino Americana de Birôs de Crédito (ALACRED). Relações com a Imprensa Regina Pimenta 55 11 98136.6835/2858.9180 regina@pimenta.com Samanta Rezende 55 11 ​98674.0290/2858.9157 samanta@pimenta.com  

Brasil evolui para nova geração de outsourcing

Para executivo da Wipro, País vive fase atualizada do modelo, em uma jornada essencialmente digital e em cloud Déborah Oliveira A evolução da estratégia das empresas faz com que elas procurem parceiros para acelerar projetos de terceirização, deixando a gestão interna focada no coração dos negócios e na inovação. Assim, a adoção do outsourcing tem crescido e está na mira a expansão da nuvem. Relatório de dezembro de 2018 da consultoria ISG indica que potenciais economias e redução de incidentes estão levando mais empresas brasileiras a migrar cargas de trabalho para a nuvem. Em razão desse quadro, o Brasil vive hoje nova onda da terceirização, avalia Makund Seetharaman, vice-presidente e head de negócios da Wipro América Latina. Em 21 anos d9.8563**/-*e Wipro, o executivo atuou em cinco regiões e faz um comparativo sobre essa nova fase por aqui e na Europa, onde atuou mais recentemente, antes de mudar para o México. “O mercado europeu passou por talvez dois ou três níveis de outsourcing. A transformação, que era a escolha mais certa para redução de custo migra agora para impactar os negócios”, conta. Em sua visão, a América Latina caminha, como um todo, para ampliar a busca por outsourcing, ainda mantendo o custo como prioridade, mas de olho em automação, cloud computing e em busca de benefícios futuros. “No Brasil, vejo diferentes níveis de maturidade dessas ondas em alguns segmentos. Os bancos, por exemplo, estão muito além da segunda geração”, observa. O setor financeiro, inclusive, é forte alvo de investimento da Wipro, indica o executivo. Tanto que a empresa montou uma unidade digital no InovaBra, ecossistema criado pelo Bradesco para promover coinovações. “Trabalhamos com startups e bancos para levar inovação ao mercado.” A Wipro também mantém um fundo de US$ 1 bilhão anual para investir em inovações e gerar mais novidades ao mercado.   Localização é a chave Apesar de ser uma empresa internacional, nascida na Índia, Seetharaman assegura que a Wipro entende as necessidades locais e um dos seus diferenciais de atuação por aqui é a localização. “Somos uma empresa local, com talentos locais e investimento global.” A companhia entende o desafio de desenvolver profissionais no Brasil, mas investe pesado no tema, revela o executivo. A todo o momento, a companhia contrata colaboradores e os capacita. “O crescimento sustentável só acontece por meio de um time alinhado e treinado”, completa.   Aposta na nuvem Seetharaman contou à Computerworld Brasil que uma das grandes apostas da Wipro neste ano é a nuvem. Ele acredita que o portfólio da empresa é parrudo, mas o reforço em cloud é necessário por uma demanda do próprio mercado, que inicia agora uma nova fase de adoção de soluções em data centers espalhados pelo mundo. “É uma estratégia-chave para nós”, finalizou.   Fonte: Computerworld Brasil https://computerworld.com.br/2019/02/18/brasil-evolui-para-nova-geracao-de-outsourcing/  

Stefanini apresenta nova marca para a plataforma de Core Bancário TOPAZ

Com foco na transformação digital, concepção da marca representa a flexibilidade e o dinamismo que compõem a plataforma São Paulo, fevereiro de 2019 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de sol uções de negócios baseadas em tecnologia, apresenta a nova marca para a plataforma Topaz, focada no desenvolvimento de todas as etapas do gerenciamento do banco, permitindo que empresas financeiras de qualquer porte transformem seus processos de Core Banking com maior agilidade, facilidade, segurança e redução de custos. Totalmente conectada com o propósito da marca do Grupo Stefanini – Cocriando soluções para um futuro melhor -, a logomarca Topaz (co-created with Stefanini) insere a flexibilidade e o dinamismo, representados pelos círculos que se movimentam constantemente e se entrelaçam entre si. A concepção foi idealizada como uma moeda digital, associando ao core bancário. Desenvolvida pela equipe de Marketing da multinacional brasileira, a nova marca traduz a transformação digital que permeia todo o ambiente dinâmico de negócios bancários e é endereçada pela Topaz para auxiliar os clientes na era digital, oferecendo um produto escalável e facilmente adaptável. “A nova marca expressa com exatidão o formato de processos ágeis implementados pela plataforma nas três categorias de atuação com Topaz Banking, Topaz Trace e Topaz Microfinance”, destaca Jorge Iglesias, diretor da Stefanini. A Stefanini conta com experiência de mais de 31 anos e possui uma oferta completa de banco digital para impulsionar e direcionar os negócios de seus clientes no segmento financeiro. Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 31 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo quarto ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2018. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br