Empresa vai formar jovens sem experiência como desenvolvedores

Em sua primeira edição, foram selecionadas três pessoas e para a segunda, a fintech quer aumentar o número de vagas para, pelo menos, dez A fintech Paketá Crédito criou um programa para formar jovens profissionais na área de desenvolvimento de aplicações. A iniciativa é voltada para quem tem pouca ou nenhuma experiência. Durante seis meses do programa, os jovens serão remunerados e, ao seu final, os participantes serão efetivados pela empresa. Um diferencial do Paketá Academy, nome do programa, é dar oportunidade de qualificação, preferencialmente, para jovens que residem fora dos grandes centros urbanos. Em sua primeira edição, foram selecionadas três pessoas e para a segunda, a fintech quer aumentar o número de vagas para, pelo menos, dez. Os primeiros participantes são das cidades de Uberaba (MG) e Araras (SP). A intenção é dar oportunidades para jovens talentos e permitir que eles desenvolvam uma carreira técnica de sucesso, sem necessariamente precisar se mudar para um grande centro como São Paulo. “Nossa intenção é formar pelo menos 200 pessoas nos próximos cinco anos. Vamos fomentar a formação de jovens para o mercado de trabalho, contribuindo também para o sucesso profissional dos participantes”, comenta Bruno Carneiro, arquiteto de software e líder do Paketá Academy. Com carga horária de 40 horas semanais, além da parte teórica, os participantes trabalharão, na prática, em um projeto real da Paketá. Além de botarem a mão na massa, eles serão assistidos pelos profissionais da empresa. Rafael Cunha Neri é um dos participantes da primeira edição do programa. Ele mora em Uberaba e conta que está animado com a chance de aprender. “Entrar no mercado de trabalho com pouca experiência acaba sendo uma barreira para nós, jovens. Esta é uma ótima oportunidade para eu me preparar e conseguir seguir carreira naquilo que gosto”, diz. Profissionais em alta Segundo Bruno Nunes, CTO da fintech, as oportunidades de trabalho para desenvolvedores, que já eram muitas, se intensificaram ainda mais nos últimos meses, com a necessidade de as empresas digitalizarem seus negócios. Este fato, aliado à dificuldade de os jovens conseguirem emprego na atual conjuntura econômica, despertou a ideia da criação de uma iniciativa para formar jovens profissionais. Um recente levantamento da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) aponta que o segmento de TI possui 1,56 milhão de vagas em aberto e o déficit de profissionais qualificados, até 2024, pode chegar a cerca de 24 mil funcionários por ano. Já um estudo da Catho mostra que, mesmo com a pandemia, entre março e agosto deste ano houve um aumento da demanda por profissionais de tecnologia no mercado de trabalho. Só para programadores Web, esse crescimento foi de 107%, comparando com o mesmo período de 2019. “Como atuamos com tecnologia, sabemos da dificuldade das empresas em encontrar profissionais capacitados. Existem milhares de vagas abertas nesta área e há muitos jovens que estão desempregados. Vamos fazer a nossa parte e capacitá-los para entrarem no mercado de trabalho em uma área que está muito aquecida”, enfatiza Nunes. Fabian Valverde, empreendedor em sua terceira empresa e CEO da Paketá, comemora o início do Paketá Academy como uma forma de retribuir para a sociedade os conhecimentos e experiência que sua formação em Computação lhe proporcionou. “Essa primeira turma é um experimento. Queremos escalar e ampliar as oportunidades para jovens talentos”, conclui. Os participantes serão treinados em várias das principais tecnologias do mercado, metodologias e como trabalhar em equipe e ao final do programa, os jovens talentos estarão aptos a trabalharem com aplicações Web, utilizando as principais linguagens e ferramentas de programação, como JavaScript, NodeJS, React, MongoDB, entre outras.     Fonte: Infor Channel https://inforchannel.com.br/empresa-vai-formar-jovens-sem-experiencia-como-desenvolvedores/

Expansão internacional do CESAR já representa 8% do faturamento do centro de inovação

A forte desvalorização do real frente ao dólar não tem conseguido, sozinha, sustentar as exportações brasileiras e garantir mais competitividade comercial ao país, cuja matriz de crescimento ainda segue colada da demanda mundial por commodities de baixo valor agregado. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, no acumulado de janeiro a julho, as vendas para o exterior encolheram 6,4% frente ao mesmo período do ano passado, ano em que as exportações já haviam registrado queda de 7,5%. Na contramão deste cenário, porém, o mercado de tecnologia tem performado acima da média, trajetória natural de um setor que vive de encontrar soluções na adversidade. E não faltam indicadores que apontam para a urgência do país em investir mais e massivamente em inovação. O Brasil já é o 7º maior produtor de tecnologia da informação (TI) do mundo – no ranking global, Estados Unidos, China e Japão lideram nas primeiras posições. Levantamento da Brasscom, divulgado em abril deste ano, aponta que as exportações de softwares desenvolvidos por empresas brasileiras cresceram 9,5% em 2019, em comparação ao ano anterior, atingindo R$ 10 bilhões em faturamento. O setor de TI representa 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 494,7 bilhões, e emprega 1,56 milhão de pessoas atualmente – somente em 2019 gerou mais de 42,3 mil novos postos de trabalho. O CESAR, um dos maiores centros de inovação e transformação digital do país, sediado no Porto Digital, em Recife, é uma das organizações que vêm se destacando no mercado internacional e reforçou apostas na expansão de seus negócios para além das fronteiras geográficas. Este ano, a companhia buscou novas estratégias de aproximação com empresas dos Estados Unidos e promoveu a gestora de negócios Flávia Nascimento ao cargo de Head of Growth North America. Ela mudou-se para Tampa, na Flórida, com a missão de gerar oportunidades para o CESAR diretamente de matrizes americanas. Segundo explica Flávia, a estratégia inicial é aproveitar o relacionamento que o CESAR já tem com subsidiárias de companhias norte-americanas no Brasil para chegar até suas sedes nos Estados Unidos e, eventualmente, ingressar em novos negócios com um portfólio já consolidado no exterior. “Apesar de terem sido contratados pelas filiais brasileiras, os projetos que desenvolvemos no passado ganharam visibilidade nas matrizes, o que tem aberto muitas portas para nós”, conta. A expectativa é encerrar este ano com R$ 12 milhões com exportação de software para o mercado norte-americano – o equivalente a 8% do faturamento total do CESAR estimado para 2020. O foco nos Estados Unidos para esta primeira etapa do projeto de internacionalização tem bases sólidas. De acordo com um estudo da Unesco, o país é responsável por um quarto dos investimentos em inovação no mundo todo, o equivalente a US$ 476,5 bilhões. “O mercado americano é muito grande e promissor, mas também muito exigente. Existe uma prática de importação de software bem estabelecida. Claro que a desvalorização do real traz um ganho de competitividade para o Brasil no segmento, mas estamos concorrendo com diversos outros países que também se destacam em tecnologia e tiveram suas moedas desvalorizadas”, pondera Flávia. A tendência, porém, é que o outsourcing de software para os Estados Unidos cresça ainda mais. Desde a gestão de Donald Trump, as regras para imigração foram enrijecidas, o que dificulta a contratação de mão de obra capacitada para atuar no mercado de TI norte-americano e leva as empresas a apostar no modelo de parceria. “A demanda por software é muito grande e não existem profissionais para atendê-la internamente”, complementa. Atualmente, o CESAR está desenvolvendo soluções no Brasil para cinco empresas americanas, contratos advindos desta nova estratégia. Os clientes são de segmentos variados, como indústria de tecnologia para mineração e de bens de consumo eletrônicos, até startups de saúde. “Temos produzido para os clientes internacionais plataformas do tipo ‘taylormade’, criadas especificamente para atender às especificidades do negócio de cada um. No caso de startups, desenvolvemos todo o produto, a solução que elas oferecerão para o mercado”, destaca. “A própria transformação digital vem sendo impulsionada pela pandemia. Então muitas empresas vão buscar uma solução no digital. E se não conseguem uma pronta de prateleira, recorrem ao software customizado”. Fundado em 1996 por professores do centro de informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o CESAR, hoje um dos maiores centros de inovação do país, nasceu em Recife com o objetivo de estreitar os laços entre as demandas reais do mercado e o ambiente de pesquisa e produção intelectual da academia. Há mais de duas décadas, a instituição levanta a bandeira da transformação digital e ajudar a implementar esta cultura nas organizações. Ao longo dessa trajetória, lançou uma escola de inovação, a CESAR School, , inaugurou regionais em outros estados, nas cidades de Curitiba, Manaus e Sorocaba, firmou parcerias com diversos entes públicos, ajudou a fundar e consolidar o Porto Digital, polo tecnológico de Recife e, mais recentemente, o Polo Digital de Manaus. Fonte: Canal Executivo https://canalexecutivoblog.wordpress.com/2020/09/28/expansao-internacional-do-cesar-ja-representa-8-do-faturamento-do-centro-de-inovacao/

Transformação digital pode impactar as micro e pequenas empresas

A mudança no comportamento das MPEs para plataformas digitais são necessárias para que o negócio sobreviva em um mercado competitivo Nunca se ouviu falar tanto em transformação digital como o que vem ocorrendo este ano. Tudo isso está atrelado ao fato da pandemia do novo coronavírus ter acelerado esse processo para que as empresas continuassem faturando durante o isolamento social. Dados apontados pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelam que esse fenômeno movimentará R$465,6 bilhões até 2023, tendo como tendência tecnológica com mais previsão de aporte a Inteligência Artificial, Big Data, IoT e Analytics. A necessidade “urgente” de migrar para o digital pegou muitos empresários de surpresa, principalmente os com micro e pequenos negócios. Porém, a maior dúvida deles é: Essa transformação digital é para todo tipo de negócio? César Marcondes, diretor executivo da franquia Distrito Digital, uma agência digital especializada em marketing digital, acredita que sim! “É necessário ter uma mudança de comportamento, já que por cultura, quando o assunto é digital o Brasil está muito atrás de outros países mais desenvolvidos. Muitos empresários sentiram na pele que caso queira sobreviver a essa crise é necessário ter um posicionamento digital para atrair mais clientes. A forma com que as empresas vendem seus produtos e serviços já vinha mudando há algum tempo. Mas com a pandemia, o uso de tecnologia no negócio acelerou essa mudança para se manter vivo no mercado e ganhar produtividade”, diz. O executivo reforça ainda que os micro e pequenos negócios que não aderirem a transformação digital e se reinventarem correm o risco de serem esquecidos, tendo em vista que a tecnologia está presente no cotidiano da maioria das pessoas. É necessário planejamento estratégico! Claro que essa adaptação não acontece do dia para a noite. O primeiro passo é planejamento. Saber entender como as ferramentas digitais poderão gerar negócios. Daí a necessidade de contar com o apoio de um profissional e empresa capacitada nessa área que saberá avaliar as melhores estratégias. Principalmente, para minimizar os riscos e impactos no negócio. “A presença digital aumenta a competitividade do seu negócio no mercado. Seja para otimizar o atendimento ao cliente pela internet; estar presente digitalmente; segmentar o seu público com possibilidade de oferecer ofertas bem direcionadas; ter feedback dos clientes para fazer melhorias no negócio… Enfim, é uma realidade que veio para ficar e para facilitar a vida do consumidor e das empresas. Já é perceptível como essa mudança digital vem impactando positivamente os negócios”, avalia o diretor executivo da franquia Distrito Digital. Para auxiliar os empresários nessa transição, os franqueados Distrito Digital oferecem uma consultoria e ensinam como usar corretamente os meios digitais para divulgação e aumento de vendas por meio de anúncios on-line, redes sociais, uso correto de mensagens instantâneas, estratégias para a geração de leads e vendas on-line. “Oferecemos ao mercado um atendimento personalizado e com resultados rápidos e eficientes, principalmente nesse momento em que se precisa de agilidade para acompanhar as mudanças do novo normal nos negócios”, salienta Marcondes. Mercado aquecido Investir em um segmento que está em alta e que continuará em evidência é muito atrativo para quem busca um negócio próprio. A franquia Distrito Digital é uma agência digital especializada em marketing digital local e vendas on-line como anúncios on-line, criação de sites padrão, landing page, loja virtual, anúncios no Google e nas redes sociais direcionado para micro e pequenas empresas. A marca que está no mercado de franchising desde o ano passado oferece ainda solução especializada em publicidade local através de um guia comercial – on-line, aplicativo e modelos pré-prontos. Com baixo valor de investimento e flexibilidade do horário, a rede Distrito Digital conta com três modelos de negócios: home office, loja física e store in store, com investimento inicial a partir de R$13.500 (para regiões até 90 mil habitantes). O faturamento varia entre R$9 mil a R$20 mil, tendo prazo de retorno estimado entre 3 a 10 meses. Também há oportunidade para quem busca atuar em regiões maiores, até 250 mil habitantes. Nesse caso, a rede solicita investimento de R$18.500 (incluso taxa de franquia + capital de giro + taxa de instalação), com exclusividade de atuação na área. A estimativa de faturamento médio mensal é de R$10 mil a R$30 mil, e lucro líquido de R$4 mil a R$10 mil. “Investir em uma franquia já traz uma segurança de começar algo que já foi testado no mercado, diferente de começar um negócio do zero. E o Distrito Digital tem essa vantagem de poder atuar de uma maneira profissional e segura, tendo o suporte da franqueadora”, conclui Marcondes Com apenas um ano no mercado de franchising, o Distrito Digital já conta com quatro unidades localizadas nos estados de Goiás, São Paulo, Maranhão e Paraná. Sobre o Distrito Digital Nascida em São José do Rio Preto (SP), a Distrito Digital é uma franquia especializada em marketing digital que entrou para o franchising em 2019. A rede oferece solução especializada em publicidade local através de um guia comercial – on-line, aplicativo e modelos pré-prontos – direcionados as micro e pequenas empresas. Com quatro modelos de negócios, o investimento inicial é de R$13.500 (home office), e prazo de retorno estimado entre 3 a 10 meses. Fonte: Segs https://www.segs.com.br/info-ti/256361-transformacao-digital-pode-impactar-as-micro-e-pequenas-empresas

Como a tecnologia pode transformar a gestão do seu negócio em tempos de incerteza

Por Sankhya Na adaptação à nova realidade das empresas, por conta da pandemia do coronavírus, a transformação digital é a maior aliada para atender expectativas do cenário econômico atual Os reflexos no cenário econômico da pandemia do novo coronavírus mostram redução nas perspectivas de investimento de diversas empresas, no entanto as transformações profundas vivenciadas pelo mercado neste período podem ser diferentes do que se espera de um cenário de incertezas. As palavras de ordem na atualidade são adaptação e flexibilidade. Apesar dos tempos excepcionalmente difíceis, com lojas fechadas, funcionários demitidos e saldos negativos, as empresas estão dinamizando suas estratégias de negócios para atender as expectativas impostas pelo mercado, manter sua estabilidade financeira e, ainda assim, buscar caminhos para seguir crescendo. A Covid-19 tem obrigado a saída da zona de conforto, as orientações de isolamento social afetaram a circulação econômica e o planejamento de receita da maioria das empresas. Nunca se falou tanto em transformação digital como agora. A tecnologia vem mudando a gestão de negócios e, hoje soluções que integram e automatizam processos dão agilidade ao dia a dia das empresas e fornecem informações importantes para análises e momentos de decisão. Luiz Henrique Andrade – executivo da Sankhya Zona da Mata — Foto: Divulgação Sankhya Um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e parceiros mostra que, até 2022, os investimentos na chamada Transformação Digital deverão chegar a R$ 345,5 bilhões no Brasil, com taxa de crescimento na casa dos 19,3% ao ano. O cenário é animador também internacionalmente, já que os dados mostram que uma imensa maioria de empresas de mais de 16 países afirmam ter uma política de investimentos destinada à Transformação Digital. Entre as tecnologias prioritárias estão Sistemas de Gestão, Big Data e Analytics e Internet das Coisas. Isto porque, segundo o levantamento, a noção geral é de que um novo modelo de mercado está instaurado, e será preciso remodelar os formatos de administração e execução de negócios para se manter a competitividade neste cenário. De acordo com o gestor da Sankhya, fornecedora brasileira de sistemas de gestão (ERP), Luiz Henrique Andrade de Deus, a automatização não substitui totalmente a atividade humana, mas otimiza os recursos disponíveis e facilita o trabalho da equipe. Para as empresas, representa a base da Transformação Digital, que é a aplicação da tecnologia nos meios convencionais de produção, seja no segmento de serviços, indústria, agronegócio etc. Ele explica que a chegada da Sankhya, empresa pioneira ao lançar o conceito de EIP (Enterprise Intelligence Platform), à Juiz de Fora promoverá uma transformação na realidade de muitas empresas de mais de 70 cidades da Zona da Mata e do Campo das Vertentes de Minas Gerais. “Traremos para a região não apenas o que há de melhor em sistemas de gestão, mas também uma forte cultura de administração, mais madura, integrada e transparente, que é a marca de nossa empresa. Temos como compromisso ajudar as companhias locais a alcançar um novo patamar de gestão dos negócios, baseado nas melhores práticas e fundamentos da administração de forma progressiva e única,” afirma o executivo. Por meio de intensa análise, conhecimento e identificação da real necessidade do cliente, é possível dimensionar o conjunto de sistemas e serviços ideais para a gestão de cada empresa. O diretor administrativo da Centerfrio, Lucas Rodrigues Silveira, conta que foi a necessidade de um sistema mais robusto para suportar a expansão dos negócios que levou sua a empresa a buscar soluções mais assertivas de um novo sistema de gestão. “O que nos fez escolher a Sankhya foi a implantação da plataforma em um novo modelo, mais ágil e inovador. A implantação ocorreu no início de 2020 e tem sido um sucesso. Mas outros diferenciais também contribuíram, como o atendimento direto da própria direção de inovação, a opção de não ficar preso a um único fornecedor do ERP, pois a plataforma ‘Sankhya Om’, permite a integração com outros sistemas, seja de logística, estoque e outros, além de ter um sistema que já vem com modelos das melhores práticas de administração, para colocar em prática nos negócios”, pontua. Ele explica que o sistema antigo não permitia o acesso a dados de diferentes fontes, como matriz e filial, o que era uma demanda da empresa. “A nova plataforma convergiu os dados permitindo a visualização das informações como se fosse uma empresa só, facilitando o entendimento e tomadas de decisão. Nossa contabilidade passou a operar dentro do próprio sistema, concentrando todos os dados em único lugar. Nesta nova plataforma, o acesso a informações é mais ágil e fácil, e a empresa traz mais inovações ao seu sistema para facilitar o nosso dia a dia, enquanto os concorrentes são muito engessados,” finaliza Lucas Rodrigues. A gestão de negócios no novo normal Para Luiz Henrique não se pode afirmar que o mundo no ‘novo normal’ tem a tecnologia como protagonista na condução das organizações, porque isso já é uma realidade. No entanto, segundo ele, aqueles que ainda não se atentaram ou, até mesmo acreditam que as coisas voltarão a ser como antes, perderão espaço e é muito difícil que consigam sobreviver aos novos tempos. “Ao acompanhar de perto a evolução dos negócios de seus players, em todas as etapas administrativas e produtivas, somos capazes de orientar sobre as melhores práticas de gestão que podem fazer a diferença, frente às oscilações do mercado”, explica. Na adaptação à nova realidade vivida pelas empresas nacionais a tecnologia passa a ser a maior aliada em quase tudo. Seja na continuidade do trabalho, que antes era feito nos centros corporativos e, agora, já está se moldando para ser realizado de casa, até às pequenas coisas, como fazer compras e pedidos para se manter em casa, de quarentena, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde. A orientação de Luiz Henrique é que se a empresa tem a possibilidade de oferecer aos seus profissionais a possibilidade de trabalho remoto, que o faça. Mesmo que os processos precisem se adequar e adaptar por um tempo, é preciso usar essa flexibilidade para

Ascensão do mercado de TI e a profissão de desenvolvedor

Por  Colaboradores  A chegada da pandemia acelerou o processo de digitalização de muitas empresas. Com isso, o mercado de Tecnologia da Informação (TI) ganhou ainda mais destaque no processo de transformação digital, exigindo a figura de um profissional imprescindível para a criação de soluções em diferentes áreas de negócios, o desenvolvedor. Dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – revelam que o mercado de TI deve criar 420 mil novas vagas até 2024, porém, estima-se que, até lá, 150 mil vagas não sejam preenchidas por falta de pessoas qualificadas. Segundo a entidade, as instituições formam, por ano, 46 mil pessoas com perfil tecnológico, o que ainda é insuficiente, gerando um déficit de 24 mil especialistas anualmente. O resultado do trabalho de um desenvolvedor está em plataformas que utilizamos no dia a dia, como sites, e-commerces, aplicativos, jogos, aulas online, entre outras. Para o desenvolvimento de todas essas tecnologias e recursos de software existentes, há um profissional envolvido, qualificado, que se dedicou horas escrevendo códigos que podem ser lidos por um computador, para chegar no resultado que conhecemos como o ideal. Isso porque, a profissão requer horas de prática, de alinhamento de projetos, resolução de problemas para, enfim, realizar essa entrega. Esse profissional deve estar em constante aprimoramento, pois o mercado de TI muda constantemente, com atualizações de programas, novas linguagens e recursos, exigindo uma soft skill – habilidade comportamental – que eu costumo recomendar o tempo todo, que é ‘aprender a aprender’. Essa disposição voltada para a aprendizagem é fundamental ao ‘dev’ [sigla do inglês ‘developer’], para que ele consiga se diferenciar no mercado. Além dessa, vale aprimorar a comunicação, para repassar informações relevantes com clareza. É importante também saber trabalhar em equipe, atuando de forma colaborativa e integrada. Quando essas habilidades são bem desenvolvidas, certamente o profissional apresentará uma boa performance. Além da demanda do mercado com previsão de vagas nos próximos anos, aceleração da transformação digital e a gama de oportunidades em diversos nichos de negócios para os devs, o salário, que está entre os mais altos do mercado de trabalho como um todo, é outro grande atrativo para seguir carreira nessa profissão. Para 2020, a faixa salarial no Brasil está entre R$ 4 e R$ 15 mil, dependendo do nível de conhecimento do profissional, segundo levantamento realizado pela Geekhunter, plataforma de vagas para programadores e desenvolvedores. A pesquisa, que também considerou outros buscadores de emprego como referência, descobriu que, mesmo com a pandemia, o setor de TI foi considerado um dos menos afetados. Daniel Kriger, cofundador e CEO da Kenzie Academy Brasil. Fonte: TI Inside https://tiinside.com.br/05/10/2020/ascensao-do-mercado-de-ti-e-a-profissao-de-desenvolvedor/?amp

Há vagas: Mercado de TI encontra dificuldades para contratar profissionais

Samantha Fukuyoshi Dados apontam que até 2024, o mercado de tecnologia precisará de cerca de 70 mil profissionais por ano. Em Goiânia, empresa de TI Memora Processos Inovadores abre mais de 73 novos postos de trabalho O mercado de trabalho passa por turbulências para se recuperar em meio ao cenário de pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Após uma sequência de resultados negativos de março a junho deste ano, em agosto, o saldo foi de 249.388 vagas de trabalho formal foram gerados no Brasil, resultado decorrente de 1,2 milhões de admissões e 990 mil desligamentos. Este é o segundo mês consecutivo de recuperação, entretanto, o saldo ainda é negativo no acumulado do ano. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (30/09). De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Novo Caged, no acumulado de 2020, registrou-se saldo de -849.387, resultado da diferença entre  9,1 milhões de admissões e 10,03 desligamentos. O salário médio de admissões foi de R$1.725,62 e o estoque (quantidade de vínculos celetistas ativos) foi de 37,9 mil – variação de 0,66% em relação a julho. Em Goiás, no período,  foram feitas 42.022 admissões e 34.306 desligamentos resultando em um saldo de 7.716 e variação de 0,63%. Se por um lado, a retomada do emprego parece tímida para vários segmentos, por outro, no levantamento apresentado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – Brasscom – apontam que até 2024, o mercado de TI brasileiro precisará de cerca de 70 mil novos profissionais por ano. A pesquisa indica que mesmo no cenário atual, as vagas de emprego para TI registraram aumento de 1,18% o que representa 14 mil novos postos de trabalho. O segmento representa uma fatia de mais de 1,5 milhão de vagas, cerca de 6,8% do PIB brasileiro e do montante de R$494 milhões/ano. Além disso, há perspectivas de investimentos positivas de R$466 milhões até 2023. Se os números demonstram o crescimento do setor, há um cenário que preocupa as empresas que estão contratando: a  falta de qualificação. “Há um aquecimento do mercado de trabalho em TI frente ao surgimento de novas tecnologias, opções por trabalho remoto, rompimento de fronteiras de contratação (busca por profissionais em outros “mercados”) e regiões com falta de profissionais qualificados.”, explica o CEO da Memora, Marcos Paiva. No primeiro semestre de 2020, a empresa aferiu 41% de crescimento nas contratações se comparado ao ano anterior.  Além disso, está com processo seletivo para mais de 73 vagas abertas em Goiânia e outras 16 em Rondônia. “A pandemia exigiu resposta rápida e a tecnologia foi uma grande aliada. Estamos otimistas que a partir de outubro haverá um crescimento ainda mais significativo no segmento de TIC.”, explica o presidente. A empresa, especializada em gestão de processos com foco na experiência do cliente, está em franca expansão pelo País. Atualmente, a Memora conta com filiais em 5 estados brasileiros: Distrito Federal, Goiás, Ceará, Rondônia, Porto Velho e uma na Europa em Portugal. O novo “normal” e os profissionais A tecnologia virou a tendência do momento, tanto entre empresas de pequeno ou grande porte à organizações governamentais. Assim, o novo profissional que o mercado de TI busca são: multidisciplinares, capazes de se adaptar aos desafios relativos à inovação, de diagnosticar e resolver problemas de forma assertiva, de se adaptar a novas plataformas de trabalho e com ganhos de produtividade em qualquer lugar. “Com a pandemia, priorizaram-se formas mais flexíveis de trabalho (remoto ou híbrido – presencial/remoto), pessoas e organizações precisaram se adaptar de forma brusca. Houve aquecimento do mercado frente ao momento, ao surgimento de novas tecnologias de trabalho. Surgiu grande demanda por opções de trabalho remoto, há um rompimento de fronteiras físicas de contratação (busca de profissionais em outras cidades). Estamos vivenciando uma nova era”, defende Paiva. Entre os novos contratados da Memora está o gerente de projetos, Sérgio Muniz, de 33 anos. Ele foi contratado a cerca de dois meses para atender o projeto da empresa em Rondônia, mesmo morando atualmente no Maranhão. “Eu já atuo na área de Tecnologia da Informação há 15 anos e na função de gerente de projetos a cerca de 8.Estou trabalhando na modalidade home office.”, explica. Há vagas Os detalhes sobre cada uma das vagas presenciais estão disponíveis nos canais oficiais da Memora, no site e no LinkedIn. A faixa salarial para as vagas podem variar de R$2,5 mil a R$11 mil, conforme experiência e certificações exigidas. Entre as oportunidades disponíveis estão: Desenvolvedor Java, Analista de Processos, Arquiteto de Software, Analistas de Testes. Entre os requisitos básicos para todas as vagas, estão: Curso Superior Completo em área de Tecnologia da Informação.   Fonte: Patricia Finotti http://www.patriciafinotti.com.br/ha-vagas-mercado-de-ti-encontra-dificuldades-para-contratar-profissionais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ha-vagas-mercado-de-ti-encontra-dificuldades-para-contratar-profissionais

Sem acordo, Governo consegue adiar votação da retirada dos vetos à desoneração da folha

Convergência Digital O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), cancelou a sessão marcada para esta quarta-feira, 30/09, para apreciar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à manutenção da desoneração da folha para 17 setores, entre eles TI e Call Center, até o final de 2021. Em nota, Alcolumbre informou que a decisão foi tomada porque não há ainda entendimento suficiente para análise dos vetos, o que é necessário para apreciação no formato remoto, e também porque até o momento não havia quórum para a sessão. “Diante da inexistência de entendimento suficiente por parte das lideranças do Congresso Nacional sobre as matérias a serem deliberadas na sessão do Congresso Nacional convocada para hoje… decide cancelar as sessões deliberativas remotas do Congresso Nacional convocadas para esta quarta-feira”, disse o presidente do Senado. O Executivo havia inicialmente decidido apoiar a derrubada dos vetos. No entanto, o governo não conseguiu ainda garantir uma fonte de recursos para bancar a extensão da desoneração, já que não há acordo para criação da nova CPMF, como gostaria o ministro da Economia, Paulo Guedes. É percepção que o Congresso Nacional vai derrubar os vetos impostos à desoneração da folha. O Governo tenta negociar- a ampliação do benefício para todos os setores produtivos, mas quer contrapartidas como o uso dos precatórios ou a criação de um imposto sobre transação digital, batizada de nova CPMF. O imposto, aliás, tem o endosso da Brasscom, entidade de TI, para assegurar a desoneração da folha. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), está negociando, com aval do Ministério da Economia, a viabilidade de se apresentar uma proposta que prorrogue a desoneração da folha de pagamento por mais um ano, mas, ampliando a quantidade de setores da economia a serem beneficiados, a partir do uso dos recursos do não pagamento dos precatórios e de recursos do Fundep, voltado à educação, o que está criando reações negativas entre os parlamentares. Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=55031&sid=11

Desafios do comércio eletrônico crescem com aumento das vendas pela internet na pandemia

Por Jornal Nacional Desde o início da pandemia, o número de consumidores que reclamaram de atraso nas entregas saltou de 73 mil para quase 190 mil por mês. O aumento das vendas pela internet na pandemia deixou à mostra os maiores desafios do comércio eletrônico no Brasil. É a quarta reportagem do Fábio Turci na série especial sobre a vida online. A compra tem a velocidade de um clique. Já a entrega da compra… As vendas pela internet mais do que dobraram na quarentena. Isso ajudou muita gente a ficar em casa e deixou os problemas do comércio eletrônico mais visíveis. Desde o início da pandemia, o número de consumidores que reclamaram de atraso nas entregas saltou de 73 mil para quase 190 mil por mês. As empresas que armazenam e transportam os produtos afirmam que três problemas principais atrapalham a distribuição: roubo de cargas, congestionamentos e falta de vagas para carga e descarga. “Em países mais desenvolvidos, onde você tem um transporte mais eficiente, você tem rodovias melhores, você tem uma malha aérea melhor etc, o que acontece é que os estoques são menores, porque você pode entregar com mais rapidez, usufruindo desse sistema bom de transporte. Não é o caso do Brasil. No Brasil, nós temos que formar estoques porque não podemos confiar no nosso sistema de transporte ainda”, avalia Paulo Resende, professor da Fundação Dom Cabral. E sabe quem paga por isso? “Fica bem mais caro, porque o preço dos estoques é inserido no preço do transporte, então aqui nós temos a chamada logística integrada onde o consumidor final paga pelos estoques e pelo transporte”, diz Paulo Resende. Os produtos que a gente compra pela internet costumam ficar estocados em grandes centros de distribuição. Dali, os caminhões saem para rodar, às vezes, centenas de quilômetros até o consumidor final. Na pandemia, com o aumento nas vendas de uma hora para outra, uma rede de lojas teve que reorganizar a distribuição. Passou a montar estoques nos fundos de algumas lojas. “Hoje, a gente está com mais de 700 lojas na empresa como minicentro de distribuição. Então o cliente, agora, quando ele compra no site, a primeira busca de estoque é a loja próxima da região dele”, explica Luís Fernando Kfouri, diretor de logística do Magalu. Em alguns casos, não é que a compra demora. Ela simplesmente não chega. “Eu me senti muito lesada. Primeiro pelo prejuízo de não ter recebido o produto e depois também por não ter recebido nenhuma resposta do anunciante, que eu acho que esse é um dos piores motivos aí para essa frustração”, conta Thaís França, publicitária. Durante a pandemia, Thaís fez duas compras que nunca chegaram. “Eu tive um prejuízo aí de R$ 320”, lamenta. Não há um levantamento nacional sobre golpes aplicados em compras pela internet, o chamado e-commerce. Mas as tentativas de fraude que foram evitadas somaram mais de R$ 700 milhões de janeiro a junho. Esse número é 63% maior do que o do mesmo período de 2019. “Nunca se comprou tanto pela internet e nunca se vendeu tanto pela internet. Relativamente, a gente pode dizer até que o e-commerce se tornou mais seguro nesse momento de pandemia, não porque houve menos fraudes, mas porque o crescimento de fraudes foi inferior ao crescimento de vendas boas”, analisa Bernardo Lustosa, presidente da ClearSale. “Isso não é de graça, tem talentos por trás disso para programar, para garantir, para monitorar e para reagir a qualquer tentativa de causar insegurança para os consumidores”, afirma Sérgio Gallindo, presidente-executivo da Brasscom. A segurança nas compras pela internet depende de profissionais de tecnologia da informação. Também são eles que desenvolvem sites e aplicativos de compra que ajudam a tornar a logística mais inteligente. Mas, há anos, o Brasil sofre com a falta desses profissionais. “O sistema de ensino brasileiro forma 42 mil profissionais por ano. E a demanda que nós estimamos para os próximos cinco anos é de 70 mil profissionais por ano. O Brasil vai começar a sentir que a falta de profissionais qualificados vai ser um grande dilema, um grande desafio para o país superar”, avalia Sérgio Gallindo. A pandemia acabou empurrando a gente para uma vida mais conectada, mais dependente de internet, computador, dispositivos móveis como o celular. Mas quanto cada um de nós vai viver conectado é uma decisão pessoal. A gente avalia os problemas, os custos, avalia os benefícios e, aí, escolhe o quê e quando fazer de forma eletrônica. Agora, esse processo não é assim tão democrático, porque milhões de brasileiros não têm essa escolha para fazer. Vinte e oito por cento dos domicílios do país ainda não têm internet. E, entre os brasileiros que acessam a rede, 58% só têm o celular para navegar. “Como você fala de tecnologia se nem mesmo na favela, muitas vezes, nem uma fibra ótica tem? Ou nem mesmo a internet de qualidade tem? Porque, muitas vezes, as antenas estão longe da favela, então o sinal chega fraco, chega ruim”, questiona Marcivan Barreto, presidente da CUFA-SP. Na casa onde Marcia mora com os três filhos, além de o sinal ser ruim, é apenas um celular para todo mundo. Como pensar em compras pela internet se ela não consegue nem garantir que os filhos assistam às aulas? “No momento, eu não me sinto incluída. A minha família, incluída? Dá até aquela sensação de que você não pode fazer nada, de estar de mãos atadas”, conta Marcia Leite Varjão, auxiliar de cozinha desempregada.   Fonte: Jornal Nacional https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/10/01/desafios-do-comercio-eletronico-crescem-com-aumento-das-vendas-pela-internet-na-pandemia.ghtml

Sem acordo, Governo consegue adiar votação da retirada dos vetos à desoneração da folha

Convergência Digital … 30/09/2020   O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), cancelou a sessão marcada para esta quarta-feira, 30/09, para apreciar os vetos do presidente Jair Bolsonaro à manutenção da desoneração da folha para 17 setores, entre eles TI e Call Center, até o final de 2021. Em nota, Alcolumbre informou que a decisão foi tomada porque não há ainda entendimento suficiente para análise dos vetos, o que é necessário para apreciação no formato remoto, e também porque até o momento não havia quórum para a sessão. “Diante da inexistência de entendimento suficiente por parte das lideranças do Congresso Nacional sobre as matérias a serem deliberadas na sessão do Congresso Nacional convocada para hoje… decide cancelar as sessões deliberativas remotas do Congresso Nacional convocadas para esta quarta-feira”, disse o presidente do Senado. O Executivo havia inicialmente decidido apoiar a derrubada dos vetos. No entanto, o governo não conseguiu ainda garantir uma fonte de recursos para bancar a extensão da desoneração, já que não há acordo para criação da nova CPMF, como gostaria o ministro da Economia, Paulo Guedes. É percepção que o Congresso Nacional vai derrubar os vetos impostos à desoneração da folha. O Governo tenta negociar- a ampliação do benefício para todos os setores produtivos, mas quer contrapartidas como o uso dos precatórios ou a criação de um imposto sobre transação digital, batizada de nova CPMF. O imposto, aliás, tem o endosso da Brasscom, entidade de TI, para assegurar a desoneração da folha. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), está negociando, com aval do Ministério da Economia, a viabilidade de se apresentar uma proposta que prorrogue a desoneração da folha de pagamento por mais um ano, mas, ampliando a quantidade de setores da economia a serem beneficiados, a partir do uso dos recursos do não pagamento dos precatórios e de recursos do Fundep, voltado à educação, o que está criando reações negativas entre os parlamentares.   Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=55031&sid=11

As áreas tecnológicas mais demandadas no mercado de trabalho

Foi-se o tempo em que Engenharia e Medicina eram as profissões mais promissoras do mundo. Embora sejam áreas ainda bastante cobiçadas e rentáveis, é no setor de tecnologia que se concentram as melhores oportunidades de trabalho atualmente. E a tendência é seguir crescendo, especialmente, no cenário pós-pandêmico em que a mediação tecnológica tomou lugar de destaque nas relações pessoais, corporativas e comerciais. De acordo com dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), há um déficit de cerca de 24 mil profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação) no Brasil. Ainda segundo a instituição, seriam necessários 70 mil profissionais por ano para atenderem à demanda atual do setor. E até 2024, a expectativa é de que a procura por profissionais capacitados seja de 420 mil. Diante disso, não é difícil entender o porquê de, entre as 15 profissões mais promissoras apontadas pelo LinkedIn em 2020, nove sejam da área de tecnologia. Veja lista completa: Gestor de mídias sociais Engenheiro de cibersegurança Representante de vendas Especialista em sucesso do cliente Cientista de dados Engenheiro de dados Especialista em Inteligência Artificial Programador de Java Script Investidor de Day Trade Motorista Consultor de investimentos Assistente de mídias sociais Desenvolvedor de plataforma Salesforce Recrutador especialista em Tecnologia da Informação Coach de metodologia Agile   De acordo com Felipe Lodur, professor de Data Science da Code Dojo, praticamente todos os setores precisam de cientistas de dados para tornar seus processos e produtos mais inteligentes. “A inteligência é necessária para conseguir analisar grandes volumes de dados e, assim, extrair valor deles. Nesse cenário, empresas grandes montam equipes com múltiplos cientistas de dados e empresas menores procuram cientistas de dados que ajudem a resolver seus problemas. A demanda é tanta que algumas empresas adotaram o acqui-hiring (comprar outras empresas para incorporar seus cientistas de dados).”, comentou. Com esse cenário, a capacitação é fundamental para entrar no setor em condições de competitividade. Para isso, existem diversos cursos de tecnologia disponíveis no mercado. Há desde a faculdade de ciência da computação e sistemas de informação, até cursos de capacitação em temas específicos como react, data science, desenvolvimento web entre outros. Áreas defasadas A Brasscom divulgou uma lista com as áreas nas quais há maior déficit de profissionais com as capacitações necessárias, de acordo com seus associados. Desenvolvedores de Web Mobile São os profissionais que lideram a lista desenvolvida pela Brasscom e associados. Esta é a área responsável pelo desenvolvimento de aplicativos ou sistemas para dispositivos móveis como celulares e tablets. Para atender essa demanda, o profissional deve ter conhecimento em: Linguagem Java (programação básica e avançada) Desenvolvimento Android e IOS Full Stack, UX, Design Thinking, Agile Computação na nuvem Um especialista em computação em nuvem é o responsável por analisar os indicadores, como capacidade de armazenamento, condições de segurança para a transmissão de dados do cliente e o processamento das informações. Para essa função é necessário se familiarizar com alguma plataforma cloud, como AWS, Google Cloud, Azure e outras. Ciência de dados e Inteligência Artificial A ciência de dados é usada, por exemplo, em mecanismos de pesquisas na internet, reconhecimento de imagens, desenvolvimento de games e publicidade digital. Para isso, além da Análise de Dados, utilizam-se técnicas de Inteligência Artificial, muito presente em filmes de ficção científica, que toma cada vez mais espaços na sociedade.   Baseado nas técnicas de I.A. e nas análises realizadas, é possível balizar as decisões dos próximos passos da empresa, ou criar soluções que tomem decisões automaticamente, como sugerir a melhor rota para ir de um lugar à outro, ou disponibilizar os melhores resultados para um usuário em sua busca no Google. Para isso, é necessário saber: Aprendizado de Máquina Técnicas de Estatística Computação Segurança cibernética É uma área que vem ganhando bastante destaque desde a criação da lei de proteção de dados. Trata-se de um conjunto de práticas necessárias para a proteção de pessoas, sistemas e dispositivos móveis. Ou seja, é a garantia de que as informações trocadas via computadores e celulares não serão tornadas públicas ou sujeitas a ataques maldosos que possam ferir o moral ou colocar a vida de usuários em risco. Para chegar ao mercado em condições de competitividade, o profissional de segurança cibernética precisa ter nível de conhecimento mais avançado em relação a como diferentes aplicações funcionam e quais são as boas práticas do setor. Vale lembrar que o mercado de tecnologia da informação oferece salários bastante atrativos, podendo chegar aos R$ 45 mil dependendo da área escolhida. Conteúdo desenvolvido pela Experta media   Fonte: IP News https://ipnews.com.br/as-areas-tecnologicas-mais-demandadas-no-mercado-de-trabalho/

Setor sugere tributo de 0,37% sobre movimentações

Da Redação / redacao@diarioam.com.br A volta de uma tributação sobre movimentações financeiras semelhante à CPMF foi sugerida pelo setor de serviços de informação e comunicação em audiência da Comissão Mista da Reforma Tributária Brasília – A volta de uma tributação sobre movimentações financeiras semelhante à CPMF para poder desonerar a folha de pagamento de todas as empresas foi sugerida pelo setor de fol e comunicação em audiência da Comissão Mista da Reforma Tributária. Em reunião virtual, o relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), pediu detalhes sobre qual seria o custo total e a alíquota necessária para compensar a desoneração. O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Paulo Gallindo, afirmou que o custo é de R$ 240 bilhões por ano e poderia ser financiado com uma tributação sobre movimentações financeiras de 0,37% sobre saques e créditos. Gallindo disse que o setor estuda como diferenciar ricos e pobres nesse tipo de tributação. Parlamentares reclamaram que o governo federal estaria negociando com alguns deputados e senadores a aprovação da PEC 45/19, que trata da reforma tributária, em troca do apoio à volta da CPMF sem discutir com a comissão. Reajuste A Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado (CDC/ALE) solicitou uma reunião técnica virtual com a direção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o dia 30 de setembro, com o propósito de retomar a discussão sobre o reajuste na conta de luz proposto pela concessionária Amazonas Energia.   Fonte: D24am Setor sugere tributo de 0,37% sobre movimentações    

Semana decisiva sobre desoneração da folha movimenta setor de TIC

Por  Henrique Julião Prevista para esta quarta-feira, 30, a análise pelo Congresso do veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores está sendo acompanhada de perto pela cadeia de TICs – que teme efeitos “desastrosos” caso a política não seja mantida. “Nossa expectativa é de que o Congresso Nacional derrube o veto e mantenha a desoneração, cuja extinção neste momento seria inoportuna e desastrosa para numerosos setores, empresas e trabalhadores”, afirmou a presidente da Federação Nacional de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática (Feninfra), Vivien Suruagy. “Entendemos que uma solução definitiva para essa questão possa ser incluída na reforma tributária, mas vivemos agora uma situação de absoluta urgência”, prosseguiu a dirigente. Segundo ela, a manutenção do veto à prorrogação aumentaria a tributação do setor em 7,5%. O Congresso deve avaliar o tema em sessão conjunta marcada para esta quarta-feira. Com a desoneração, empresas podem substituir a contribuição previdenciária de 20% sobre os salários por uma alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta. Os setores de tecnologia da comunicação, tecnologia da informação e call center estão entre os 17 que deixariam de gozar do benefício no fim do ano. A prorrogação da política até o fim de 2021 foi aprovada pelo Congresso, mas vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. Empregos Há diferentes estimativas sobre o impacto nos empregos caso o veto seja mantido. A Feninfra avalia que 500 mil trabalhadores estariam em risco. Outra entidade do setor de TICs, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) já chegou a estimar 97 mil postos perdidos até 2025. Nesta segunda-feira, a própria Brasscom publicou um vídeo com argumentos pela defesa da política. Entre as 37 entidades que assinaram a mensagem estão Abinee (da indústria eletroeletrônica), Abes (de empresas de software), Abert (das radiodifusoras), Abratel, Contic, Febratel e Feninfra. Ao longo da última semana, sindicatos também têm realizado manifestações em cidades como Brasília e São Paulo em defesa da derrubada do veto. Presidente do Senado, Davi Alcolumbre chegou a sinalizar na semana passada que há “um sentimento” pela prorrogação da desoneração. Já a Economia entende que para o regime ser mantido, uma compensação precisa ocorrer – como na forma de um novo imposto sobre transações digitais.   Fonte: TeleTime Semana decisiva sobre desoneração da folha movimenta setor de TIC

Grupo de sindicalistas realiza protesto contra veto de Bolsonaro

Em junho, o Congresso Nacional aprovou prorrogar a desoneração que terminaria no fim do ano. No entanto, o presidente decidiu vetar o trecho Um grupo de 200 sindicalistas realizou um protesto na República, região central de São Paulo, por volta das 10h20 desta segunda-feira (28). Eles pedem a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à desoneração da folha de pagamento de empresas, segundo o Sindicato dos Comerciários de São Paulo. Representantes de sindicatos e centrais sindicais de diversas atividades econômicas, sobretudo das áreas de comunicação e telecomunicação, estavam presentes no protesto, que ocorre em frente à sede da associação, de acordo com um dos sindicalistas ouvidos. Em junho, o Congresso Nacional aprovou prorrogar a desoneração, que atinge 17 setores da economia e terminaria no fim do ano. No entanto, o presidente decidiu vetar esse trecho. Esse veto deve ser analisado pelos parlamentares na semana que vem. Deputados e senadores têm o poder de derrubar a decisão. Os sindicalistas argumentam que os setores afetados estão entre os que mais empregam no Brasil e que o fim da desoneração geraria milhares de demissões em um momento em que o desemprego está em alta no país devido à pandemia do novo coronavírus. Eles pedem a permanência da desoneração por mais um ano. Uma pesquisa da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) estima que o fim da desoneração da folha de pagamentos pode gerar cerca de 97 mil demissões formais no setor de tecnologia até 2025. O grupo afirmou ainda que pretende ir a Brasília nesta terça-feira (29) para pressionar o governo federal. *Estagiário da Agência Record sob supervisão de Isabelle Gandolphi   Fonte: R7 https://noticias.r7.com/sao-paulo/grupo-de-sindicalistas-realiza-protesto-contra-veto-de-bolsonaro-28092020

Impasse em nova CPMF atrasa segunda fase da reforma tributária do governo

Por Fabio Pupo e Iara Lemos da Folhapress Com isso, foi adiada mais uma vez a entrega da segunda fase da proposta de reforma tributária do governo A criação de um novo imposto sobre pagamentos nos moldes da antiga CPMF não recebeu o apoio necessário da base parlamentar do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Com isso, foi adiada mais uma vez a entrega da segunda fase da proposta de reforma tributária do governo. O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), agora diz que o Executivo só deve apresentar o texto caso haja 340 votos favoráveis. “Não houve ainda um acordo com os senhores líderes sobre um texto possível e continuaremos trabalhado para que ela [reforma] possa avançar”, disse. O ministro Paulo Guedes (Economia) insiste na proposta como forma de desonerar empresas ao pagarem salários, principalmente devido à situação do que chama de 40 milhões de invisíveis identificados durante a pandemia. “Vamos ter que pensar em carteira verde e amarela, em desoneração da folha”, afirmou Guedes. “São vários capítulos [na reforma tributária]. Um desses capítulos é a desoneração da folha”, disse Guedes. A proposta de desenhada pelo ministro demanda a criação do tributo, mas ele defende que apenas para substituir os encargos trabalhistas. “Não vamos aumentar impostos, estamos substituindo”, defendeu. Guedes disse que o restante da reforma está praticamente pronto, mas que agora o avanço depende do alinhamento com a política. “Estamos ultimando a reforma tributária. Temos nossa proposta praticamente pronta e agora é a política que dá o timing”, afirmou. A própria equipe econômica chegou a mencionar que a nova proposta de reforma tributária iria ao Congresso ainda em agosto. Até agora, só foi apresentada a proposta de fusão de PIS e Cofins na nova CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Líderes partidários esperavam a proposta do governo também para oferecer um texto ao Congresso que evitasse a derrubada de dois vetos de Bolsonaro, a proteção tributária de igrejas e a prorrogação da desoneração de 17 setores. O próprio Guedes vinha oferecendo como alternativa à derrubada de vetos sua proposta de reforma tributária, para defender uma desoneração ampla da folha a todos os setores, em conjunto com o novo imposto. Parlamentares que integram a comissão mista que analisa a proposta já acreditam que o projeto dificilmente seja votado neste ano. Instalada no final de julho, a comissão mista tinha por objetivo votar o relatório até a segunda semana de outubro. Contudo, as dificuldades de articulação do governo e o fatiamento dos temas encaminhados levaram o projeto a entrar em estado de paralisia. Uma reunião que estava marcada para a tarde desta segunda-feira (28) foi cancelada após o governo não chegar a uma proposta. “Estou extremamente preocupada com os trabalhos dessa comissão. Precisamos de um freio de arrumação. Perdemos a perspectiva do todo, o governo polui a reforma tributária com uma série de outros elementos”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS). A senadora, que preside a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça do Senado), tem cobrado constantemente do governo as complementações ao projeto. Mas não obteve retorno. “A sensação que eu tenho é que o governo apostou todas as fichas no novo imposto digital, que é a CPMF disfarçada, e ao fazê-lo, contrariando falas dos líderes que disseram que um novo imposto não passa, ele ficou sem reforma nenhuma. Não tinha plano B, não tem plano C em relação à reforma tributária”. A falta de dados e de complementação em relação ao texto da reforma tributária tem irritado até mesmo os aliados mais próximos do governo. O vice-líder do governo no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF), reforçou o coro, sem deixar de cobrar do governo a falta de dados em relação ao projeto. Segundo ele, o atraso na votação da reforma deve ser de responsabilidade do governo. “O governo deveria ter apresentado os dados completos para que a gente possa fazer uma análise. Fatiada como está, não tem condições de ser aprovada”, afirmou. Há expectativa para que o veto à desoneração seja colocado em votação pelo Congresso nesta quarta-feira (30). Sem acordo, a probabilidade é que ele seja derrubado. Nem mesmo o relator da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), sabe os números do governo em relação à desoneração e impacto que causaria na economia. Na sexta-feira (25), em uma audiência pública da comissão, Ribeiro chegou a pedir dados sobre impacto financeiro ao presidente executivo da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), Sério Paulo Gallindo, que participava do debate. “Qual seria o custo dessa desoneração do emprego, se vocês têm isso quantificado, já que essa proposta de vocês diz respeito à desoneração total do emprego. Então, quanto custaria isso?”, questionou o relator. A ideia inicial do deputado é que o relatório da reforma tributária fosse entregue até o dia 7 de outubro na comissão. A falta de acordo e de dados deve atrasar o plano.   Fonte: Folha Pernambuco https://www.folhape.com.br/economia/impasse-em-nova-cpmf-atrasa-segunda-fase-da-reforma-tributaria-do/156368/

Comissão da reforma tributária discute educação e economia digital

A Comissão Mista da Reforma Tributária promove audiência, nesta tarde, destinada a receber contribuições dos segmentos “Educação” e “Economia Digital”. Foram convidados: – a conselheira do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pacios; – o presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Edgar Serrano; – a presidente da Associação Nacional das Universidade Particulares (Anup) e representante do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Elizabeth Guedes; – o presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.Net), Ludovino Lopes; – o engenheiro responsável pelo desenvolvimento do modelo tecnológico para viabilizar a cobrança do IBS, Miguel Abuhab; e – o presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sérgio Paulo Gallindo. O evento será realizado às 14 horas e terá transmissão interativa. Propostas Há três principais propostas de reforma tributária no Congresso: – a PEC 110/19, do Senado, que acaba com nove tributos e cria dois impostos, um sobre bens e serviços (IBS), nos moldes dos impostos sobre valor agregado cobrados na maioria dos países desenvolvidos; e um imposto específico sobre alguns bens e serviços. A matéria está em análise pelos senadores; – a PEC 45/19, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que acaba com cinco tributos e também cria os impostos sobre bens e serviço, como a proposta dos senadores. Esse texto está na Câmara; e – o Projeto de Lei 3887/20, do Poder Executivo, que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%, em substituição ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Essa proposta também se encontra na Câmara.     Fonte: Agência Câmara de Notícias https://www.camara.leg.br/noticias/695449-comissao-da-reforma-tributaria-discute-educacao-e-economia-digital/

Setor de tecnologia da informação sugere tributo de 0,37% sobre movimentações financeiras

Empresas sugeriram a tributação para possibilitar a desoneração da folha de pagamento A volta de uma tributação sobre movimentações financeiras semelhante à CPMF para poder desonerar a folha de pagamento de todas as empresas foi sugerida pelo setor de serviços de informação e comunicação em audiência da Comissão Mista da Reforma Tributária nesta sexta-feira (25). Na reunião virtual, o relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), pediu detalhes sobre qual seria o custo total e a alíquota necessária para compensar a desoneração. O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sergio Paulo Gallindo, afirmou que o custo é de R$ 240 bilhões por ano e poderia ser financiado com uma tributação sobre movimentações financeiras de 0,37% sobre saques e créditos. Gallindo disse que o setor estuda como diferenciar ricos e pobres nesse tipo de tributação. Volta da CPMF Vários parlamentares reclamaram que o governo federal estaria negociando com alguns deputados e senadores a aprovação da PEC 45/19, que trata da reforma tributária, em troca do apoio à volta da CPMF sem discutir com a comissão. Segundo a PEC 45, o IBS reunirá em uma única alíquota o IPI, o PIS, a Cofins, o ICMS e o ISS. O setor de serviços teria aumento de carga porque o IBS foi calculado de forma a não ser cumulativo, ou seja, para que setores industriais, por exemplo, possam descontar o imposto pago em fases anteriores da produção. Para o setor de serviços, o que pesa é a folha de salários e não a cumulatividade. Reprodução TV Senado Edgar Serrano defendeu emenda que desonera folha de salários com acréscimo no IBS Desoneração da folha O presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática, Edgar Serrano, lembrou que o setor de serviços responde por 70% do Produto Interno Bruto (PIB), com tendência de alta. “Não tem como fazer uma reforma tributária sem considerar a folha de pagamento”, afirmou. Serrano defendeu uma emenda apresentada pelo deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) à PEC 45. A emenda prevê a desoneração da folha de salários com acréscimo na alíquota do IBS. Já o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, disse que, nesse caso, a alíquota do IBS teria que passar de 25% para 33%. Também na reunião, o representante da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Rodrigo Petry, procurou rebater a ideia de que o setor não paga impostos. Segundo ele, isso vale mais para empresas com sede em um país e que prestam serviços em outros países. Mas ele disse que as grandes empresas digitais já têm representação no Brasil.   Reportagem – Silvia Mugnatto Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias https://www.camara.leg.br/noticias/695960-setor-de-tecnologia-da-informacao-sugere-tributo-de-037-sobre-movimentacoes-financeiras/

Radar Assespro RJ – Debate sobre a Desoneração da Folha – 29/09/2020 às 17hrs

DESCRIÇÃO DO EVENTO SOBRE O RADAR ASSESPRO O Radar Assespro é um programa ao vivo que acontece sempre terça e quinta-feira, de 17h às 18h, onde debatemos os mais diversos temas que sejam do interesse das empresas de tecnologia. Neste programa, falaremos sobre a Desoneração da Folha, que será votada na quarta-feira, dia 30 de setembro. PARTICIPANTES Maria Luiza Reis – Presidente da Assespro-RJ Sergio Paulo Gallindo – Presidente da BRASSCOM Benito Paret – Presidente do TI RIO LOCAL O evento será online e ao vivo. Você receberá o link para acessar a transmissão por e-mail de confirmação. *Inscrições sujeitas à lotação. Link: https://www.sympla.com.br/debate-sobre-a-desoneracao-da-folha__993322

Setores de educação e economia digital alertam para aumento da carga tributária

A Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária promoveu, na tarde desta sexta-feira (25), uma audiência remota para debater questões relacionadas à educação e à economia digital. Representantes dessas áreas se mostraram preocupados com o aumento de tributos que pode vir com a reforma, fizeram sugestões e pediram um olhar diferenciado sobre esses setores. A comissão discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, do Senado, que acaba com nove tributos e cria dois impostos. Também estão em debate outras duas matérias que tramitam na Câmara dos Deputados: a PEC 45/2019, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que acaba com cinco tributos e também cria impostos sobre bens e serviços (IBS); e o Projeto de Lei (PL) 3.887/2020, do Poder Executivo, que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%, em substituição ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Educação A presidente da Associação Nacional das Universidade Particulares (Anup) e representante do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Elizabeth Guedes, afirmou que a preocupação principal do setor agora é com a sobrevivência das escolas privadas. Ela disse que o aumento das alíquotas sobre o setor vai ocasionar uma grande migração de alunos para as escolas públicas, pressionando ainda mais o aparato estatal. Na visão da presidente da Anup, a reforma tributária é importante, mas o aumento de tributos no setor de educação pode impactar negativamente a inclusão social no país. Elizabeth Guedes também fez uma defesa do Programa Universidade para Todos (ProUni) e destacou que os alunos beneficiados pelo programa costumam levar mais renda e cultura para suas famílias. Ela disse que, com a possível retirada de PIS e Cofins, a tendência é esse programa desaparecer. — O aumento de alíquota impacta um conjunto de pessoas na sociedade. Essa medida vai aumentar o fosso entre a qualidade de ensino do Brasil e a de outros países. Pedimos um olhar diferenciado — afirmou. A conselheira do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pácios, defendeu um tratamento diferenciado para o setor de educação. Ela apresentou dados que colocam a escola particular brasileira em boa posição em rankings mundiais de educação e disse que mesmo famílias com baixa renda têm filhos matriculados em escolas privadas. Segundo a conselheira, no caso da CBS, a maior carga será na área educacional.  Já no caso do IBS, acrescentou, a expectativa é ter uma alíquota diferenciada para a educação. Ela apontou, no entanto, que a PEC 45 pode trazer um aumento de até 25% nas mensalidades. Amábilie Pácios registrou também que as escolas particulares estão enfrentando muita dificuldade neste momento de pandemia. — Estamos defendendo o direito de o aluno estudar em uma escola particular. A escola particular modifica a qualidade de ensino no país — afirmou a conselheira, que também defendeu a manutenção do ProUni. Tecnologia Presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Edgar Serrano apontou que o setor de informática é um grande gerador de empregos, que normalmente paga melhores salários. Ele disse que a reforma pode aumentar muito o peso dos tributos no setor de tecnologia e ressaltou que o governo ainda não fez as estimativas de impacto em relação ao PL 3.887. Segundo Serrano, o setor que mais gera empregos do país não pode ser penalizado. Ele ainda defendeu a desoneração da folha de pagamento como fundamental dentro da reforma. — O setor de serviços é o presente e o futuro dos empregos no mundo. Onerar o setor de serviços só pode trazer problema — alertou Serrano, que também apontou que a proposta do governo pode aumentar os tributos federais do setor em quase 230%. Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sérgio Paulo Gallindo, o país precisar focar em uma tributação inteligente, que incentive a competitividade no país. Gallindo citou como exemplo o acesso à internet, fundamental para todos os setores hoje em dia. Segundo o presidente da Brasscom, a PEC 45 pode provocar aumento de preços tanto na área de softwares como no setor de construção civil. Ele defendeu também a desoneração total do emprego, a redução do custo de insumos essenciais, a redução do Estado e a ampliação de bases tributáveis. O engenheiro Miguel Abuhab, responsável pelo desenvolvimento do modelo tecnológico para viabilizar a cobrança do IBS, disse que a simplificação é fundamental para uma reforma tributária eficiente. Segundo Abuhad, a integração tecnológica é uma aliada para evitar a sonegação e diminuir o custo da arrecadação. O advogado Rodrigo Petry, representante da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.Net), destacou que o setor de tecnologia é um dos mais importantes da economia brasileira. Ele alertou que cada país tem uma realidade e uma experiência de sucesso em outro país pode não dar certo no Brasil. — A reforma tributária é um instrumento essencial para estimular o desenvolvimento do país. Também fazemos coro na desoneração da folha de pagamento — defendeu Petry. Justiça fiscal O relator da comissão, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), reconheceu que a educação faz toda a diferença para um país que quer crescer. Ele registrou que a comissão vai procurar trabalhar na progressividade e na justiça fiscal e reconheceu que a solução da tributação passa pelo uso da tecnologia. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) lamentou o fato de o governo ter enviado ao Congresso Nacional uma proposta “fatiada” e defendeu a importância do setor de educação. Para o senador Major Olimpio (PSL-SP), a reforma tributária não poderá onerar ainda mais a o setor de educação. Segundo o senador, a tendência dos países mais desenvolvidos é proteger tributariamente tanto a educação quanto a saúde. O deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) afirmou que o atual sistema tributário empobrece a população brasileira. Ele apontou que os tributos sobre o consumo não representam justiça e vão contra o desenvolvimento econômico. — Temos o pior sistema tributário do mundo. A gente não pode ter uma diferença tão grande de escala.

Reforma tributária pode migrar aluno de escola privada para a pública

Setores de educação e economia digital alertam para aumento da carga tributária “O aumento das alíquotas sobre o setor (educação) vai ocasionar uma grande migração de alunos para as escolas públicas, pressionando ainda mais o aparato estatal”. A afirmação é da presidente da Associação Nacional das Universidade Particulares (Anup) e representante do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), Elizabeth Guedes, que participou de audiência remota para debater questões relacionadas à educação e à economia digital da Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária, do Senado. A comissão discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, que acaba com nove tributos e cria dois impostos. Também estão em debate outras duas matérias que tramitam na Câmara dos Deputados: a PEC 45/2019, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que acaba com cinco tributos e também cria impostos sobre bens e serviços (IBS); e o Projeto de Lei (PL) 3.887/2020, do Poder Executivo, que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%, em substituição ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Elizabeth Guedes e outros representantes da Educação, Ciência e Tecnologia se mostraram preocupados com o aumento de tributos que pode vir com a reforma. Para a dirigente, a preocupação principal da educação agora é com a sobrevivência das escolas privadas. Ela afirmou ainda que a reforma tributária é importante, mas o aumento de tributos no setor de educação pode impactar negativamente a inclusão social no país. Elizabeth Guedes também fez uma defesa do Programa Universidade para Todos (ProUni) e destacou que os alunos beneficiados pelo programa costumam levar mais renda e cultura para suas famílias. Ela disse que, com a possível retirada de PIS e Cofins, a tendência é esse programa desaparecer. “O aumento de alíquota impacta um conjunto de pessoas na sociedade. Essa medida vai aumentar o fosso entre a qualidade de ensino do Brasil e a de outros países. Pedimos um olhar diferenciado”, afirmou. A conselheira do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Amábile Pácios, defendeu um tratamento diferenciado para o setor de educação. Ela apresentou dados que colocam a escola particular brasileira em boa posição em rankings mundiais de educação e disse que mesmo famílias com baixa renda têm filhos matriculados em escolas privadas. Segundo a conselheira, no caso da CBS, a maior carga será na área educacional. Já no caso do IBS, acrescentou, a expectativa é ter uma alíquota diferenciada para a educação. Ela apontou, no entanto, que a PEC 45 pode trazer um aumento de até 25% nas mensalidades. Amábilie Pácios registrou também que as escolas particulares estão enfrentando muita dificuldade neste momento de pandemia. “Estamos defendendo o direito de o aluno estudar em uma escola particular. A escola particular modifica a qualidade de ensino no país”, afirmou a conselheira, que também defendeu a manutenção do ProUni. Tecnologia O presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo), Edgar Serrano apontou que o setor de informática é um grande gerador de empregos, que normalmente paga melhores salários. Ele disse que a reforma pode aumentar muito o peso dos tributos no setor de tecnologia e ressaltou que o governo ainda não fez as estimativas de impacto em relação ao PL 3.887. Segundo Serrano, o setor que mais gera empregos do país não pode ser penalizado. Ele ainda defendeu a desoneração da folha de pagamento como fundamental dentro da reforma. “O setor de serviços é o presente e o futuro dos empregos no mundo. Onerar o setor de serviços só pode trazer problema”, disse Serrano, que também apontou que a proposta do governo pode aumentar os tributos federais do setor em quase 230%. Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Sérgio Paulo Gallindo, o país precisa focar em uma tributação inteligente, que incentive a competitividade no país. Gallindo citou como exemplo o acesso à internet, fundamental para todos os setores hoje em dia. Segundo o presidente da Brasscom, a PEC 45 pode provocar aumento de preços tanto na área de softwares como no setor de construção civil. Ele defendeu também a desoneração total do emprego, a redução do custo de insumos essenciais, a redução do Estado e a ampliação de bases tributáveis. O engenheiro Miguel Abuhab, responsável pelo desenvolvimento do modelo tecnológico para viabilizar a cobrança do IBS, disse que a simplificação é fundamental para uma reforma tributária eficiente. Segundo Abuhad, a integração tecnológica é uma aliada para evitar a sonegação e diminuir o custo da arrecadação. O advogado Rodrigo Petry, representante da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.Net), destacou que o setor de tecnologia é um dos mais importantes da economia brasileira. Ele alertou que cada país tem uma realidade e uma experiência de sucesso em outro país pode não dar certo no Brasil. “A reforma tributária é um instrumento essencial para estimular o desenvolvimento do país. Também fazemos coro na desoneração da folha de pagamento”, defendeu Petry. O relator da comissão, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), reconheceu que a educação faz toda a diferença para um país que quer crescer. Ele registrou que a comissão vai procurar trabalhar na progressividade e na justiça fiscal e reconheceu que a solução da tributação passa pelo uso da tecnologia. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) lamentou o fato de o governo ter enviado ao Congresso Nacional uma proposta “fatiada” e defendeu a importância do setor de educação. Para o senador Major Olimpio (PSL-SP), a reforma tributária não poderá onerar ainda mais o setor de educação. Segundo o senador, a tendência dos países mais desenvolvidos é proteger tributariamente tanto a educação quanto a saúde. O deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) afirmou que o atual sistema tributário empobrece a população brasileira. Ele apontou que os tributos sobre o consumo não representam justiça e vão contra o desenvolvimento econômico. “Temos o pior sistema tributário do mundo. A gente não pode ter uma diferença tão grande de escala. Precisamos ter mais equilíbrio”, opinou o deputado.

Desoneração só até salário mínimo não atende pleito de competitividade, diz Brasscom

Por Marta Watanabe, Valor Para setor de tecnologia da informação e comunicação, proposta da equipe econômica não atende à redução de carga de que o setor precisa O setor de tecnologia da informação e comunicação mantém o pleito de derrubada do veto presidencial à prorrogação da desoneração de folha aos 17 setores até dezembro de 2021. O setor avalia ainda que a proposta em estudo pela equipe econômica do governo federal de desoneração integral até um salário mínimo não atende à redução de carga sobre salários que o setor precisa para tornar-se mais competitivo. Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, que reúne empresas do setor, diz que é preciso “uma reforma tributária digna do nome e está muito claro que não avançaremos para aprovar isso este ano”. Por isso, aponta, o setor mantém o pleito da pauta considerada emergencial pelos 17 setores. “Não há tempo para alguma discussão técnica sobre alternativa de financiamento da folha e as empresas precisam fazer pela hora da morte o planejamento para o ano que vem”, diz ele, acrescentando que as definições para o ano seguinte costumam começar já no início do segundo semestre. Gallindo se refere a benefício que já existe hoje, pelo qual empresas de 17 setores podem pagar a contribuição previdenciária calculada por um percentual do faturamento em vez de 20% da folha de salários. O benefício será extinto ao fim deste ano, caso não seja prorrogado. “Esperamos que os parlamentares sejam sensíveis. Caso contrário teremos séria destruição de postos de trabalho justamente no início de retomada da economia.” A votação de análise do veto pelo Congresso está pautada para o próximo dia 30. Em relação à proposta em estudo pelo governo federal, de desoneração integral até um salário mínimo e, acima desse valor, uma redução na alíquota da contribuição previdenciária, Gallindo diz que não atende ao pleito do setor por maior competitividade laboral. A Brasscom, lembra Gallindo tem uma proposta que contempla desoneração total de folha para todos os setores e extinção de todas as Cides. Isso poderia, diz ele, ser financiado ao todo ou em parte, por uma tributação sobre movimentação financeira. Ele destaca, porém, que o setor entende que essa tributação é uma das possíveis ferramentas a serem usadas, e de forma provisória, enquanto acontecem os efeitos de uma mudança na tributação sobre consumo via Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) nos moldes da PEC 45. A ideia é que essa tributação seja acompanhada da mudança proposta pela PEC 45 e que, passado a transição do IBS, num período seguinte de até dez anos a carga tributária total do país caia dos atuais 34% do PIB para 28% do PIB. A alíquota da tributação sobre transações financeiras cairia gradativamente, de forma simultânea à redução de carga tributária. Isso, lembra, demanda também, além de um sistema tributário mais eficiente, da redução do custo da máquina pública, o que poderia ser alcançado via reforma administrativa. A Brasscom também aponta que poderia haver um caminho híbrido, com a desoneração de folha e extinção das Cides financiada em parte por tributação sobre transações e em parte por uma alíquota maior do IBS. (Com conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, o serviço de notícias em tempo real do Valor)