Consumidor multifacetado: experiências diferentes em vários momentos

Marco Stefanini (*) Se antes as empresas segmentavam o seu público-alvo por sexo, idade e renda, hoje atender bem o consumidor está muito além das respostas a essas questões, afinal uma mesma pessoa pode querer experiências diferentes a cada etapa do dia ou da vida. Não existem mais modelos únicos, mas vários que podem ser vivenciados pelo mesmo cliente ao longo de uma ou várias jornadas. Isso mostra como o consumidor está cada vez mais multifacetado. Durante o CONAREC, um dos principais eventos da América Latina que discutem as relações entre empresas e clientes, tivemos a oportunidade de acompanhar vários painéis que abordaram como as marcas tiveram que ajustar o discurso para se comunicar melhor com seus consumidores. Segundo Joe Pine, cofundador da Strategic Horizons LLP, os pós-consumidores querem muito mais do que experiências, esperam grandes transformações. “Por isso, as empresas precisam oferecer o produto certo, na hora certa e no preço certo, em vez de empurrar um produto padronizado por meio do marketing. O ideal são as companhias obterem informações sobre o que os pós-consumidores querem e, assim, fazerem o que chama de ‘customering’”, um neologismo que une as palavras, em inglês, consumidor e marketing. Para ele, customizar a experiência é oferecê-la de acordo com a necessidade ou anseio do consumidor. Ou seja, disponibilizar exatamente aquilo que o cliente deseja. Segundo Pine, o pós-consumidor está disposto a abrir informações para as marcas desde que tenha uma experiência completa, que valorize e contemple suas aspirações. Outro aspecto bastante discutido durante o evento foi a importância da transparência e da autenticidade. É preciso ter clareza nas informações, inclusive nas situações de crise. Uma das frases marcantes foi: “A relação de uma marca com o consumidor é uma ponte que se chama confiança”. Sem lastro de confiança, qualquer problema pode afetar o relacionamento cliente-empresa ou até mesmo abalar a reputação de uma marca. Quando a questão é autenticidade, a dica é que as empresas realmente entreguem o que prometem. O pós-consumidor quer veracidade na interação, mesmo que seja para ouvir um não. A autenticidade não pode ser “forjada”, mas construída a partir de uma mudança de mindset, que valoriza múltiplas experiências e se fortalece pelos laços de confiança. (*) Marco Stefanini é fundador e CEO global da Stefanini

Resource anuncia solução para armazenamento de sistemas de ERP em Nuvem

Durante o SAP Forum Brasil, companhia apresenta novas funcionalidades da ferramenta e construção de centro de competência em parceria com a Taxweb A Resource, uma das principais multinacionais brasileiras de integração de sistemas e transformação digital, apresentará a solução de ERP (Enterprise Resource Planning) inteligente em Nuvem da SAP. As novidades serão anunciadas durante sua participação na 22ª edição do SAP Forum Brasil, maior evento da fornecedora alemã de software na América Latina e que acontece nos dias 11 e 12 de setembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo. “Somos uma das principais empresas parceiras da SAP no Brasil atuando com o portfólio completo de soluções da companhia. Como pioneiros na comercialização da solução inteligente de ERP em Nuvem na América Latina, estamos orgulhosos em levar para o mercado uma tecnologia segura, de rápida implementação e com ótimo retorno de investimento”, explica Jorge Sellmer, Vice-Presidente de Enterprise Application – SAP da Resource.  Segundo o executivo, a ferramenta já integra Aprendizagem de Máquina (ML) para automação de processos, aplicativos móveis, solução fiscal e funções analíticas preditivas totalmente conectadas. Também oferece cobertura completa, hospedando dados em servidores de primeira linha que possuem equipes globais dedicadas à segurança de todo o processo. Além da comercialização da solução, a Resource anuncia uma parceria estratégica com a Taxweb para a construção de um centro de competência pioneiro no Brasil. O projeto Digital Business Experience irá simplificar e inovar o processo de adoção de soluções inteligentes de ERP, desenvolvendo as integrações necessárias para o funcionamento de modelos de negócios conectados, inteligentes e totalmente em Nuvem. Durante o SAP Forum Brasil, a Resource e a Taxweb apresentarão o case “Reduza os riscos fiscais da sua empresa com a solução completa de ERP no modelo de serviço”. O painel vai abordar os desafios enfrentados pelas empresas por causa das constantes mudanças na legislação brasileira. Especialistas também analisam as melhores práticas para otimizar a gestão tributária dos negócios. Outra novidade da Resource no evento será uma atração interativa. Por meio do SAP Leonardo (sistema digital de inovação que integra e executa tecnologias revolucionárias em Nuvem), um totem automatizado irá reconhecer a expressão facial dos visitantes e transformá-la em emoticons correspondentes. Durante os dois dias de programação, executivos da Resource apresentarão três palestras: “Pharma by Resource: agilidade e otimização de processos para a indústria farmacêutica/química”; “SAP Leonardo no agronegócio: saiba como aumentar a performance no campo” e “SAP S/4 HANA Public e Private Cloud e SAP Cloud Platform em benefício do seu negócio”. Todos os temas vão abordar soluções de tecnologia de ponta desenvolvidas pela organização e demonstrar os benefícios que oferecem para o mercado. Case pioneiro na administração pública do País                 Em um dos painéis que compõem a programação, a Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) irá apresentar o case RH Bahia, um dos maiores e mais importantes projetos já realizados pela Resource. Implementado em 2017, o programa é responsável pela automação de mais de 90% dos processos de Recursos Humanos de empresas públicas e sociedades de economia mista do Governo do Estado da Bahia. Dessa forma, garantiu mais agilidade, segurança e transparência aos procedimentos realizados pelo Estado, beneficiando aproximadamente 250 mil servidores públicos.                 O módulo implementado é o HCM (Human Capital Management) da SAP, que facilita o acompanhamento da trajetória do servidor em relação a admissões, promoções, capacitações e aposentadorias, identificando e corrigindo eventuais erros e inconsistências que podem resultar em ganhos indevidos de remuneração, por exemplo. Com as melhorias proporcionadas pelo HCM, o Governo do Estado da Bahia economizou R$ 1,35 milhão em sua folha de pagamento nos nove primeiros meses de implantação.   Acompanhe as palestras da Resource:   Tema: SAP Leonardo no agronegócio: saiba como aumentar a performance no campo Dia: 11/09 Horário: 16h00 às 16h30 Sala: Miniauditório 15   Tema: SAP S/4 HANA Public e Private Cloud e SAP Sessão Paralela Cloud Platform em benefício do seu negócio Dia: 12/09 Horário: 11h00 às 11h30 Sala: Auditório 1   Tema: Pharma by Resource: agilidade e otimização de processos para a indústria farmacêutica/química Dia: 12/09 Horário: 12h30 às 13h00 Sala: Miniauditório 13   Tema: Reduza os riscos fiscais da sua empresa com a solução completa de ERP no modelo de serviço Dia: 12/09 Horário: 13h15 às 13h45 Sala: Auditório 4 Painel RH Bahia: Debate sobre o maior caso de automação de folha de pagamento em instituição pública do País Dia: 12/09 Horário: 15h30 às 16h00 Sala: SAP SuccessFactors   Sobre a Resource A Resource é uma das principais multinacionais brasileiras de serviços de consultoria, TI e Integração Digital. Com 27 anos experiência, atua em projetos no Brasil, na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados, moderna estrutura com 21 escritórios e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA). A excelência de seus serviços faz com que as ofertas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais da Resource sejam amplamente reconhecidas pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria. A Resource utiliza tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a empresas que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Para mais informações, acesse: www.resourceit.com.   PLANIN – Assessoria de Imprensa da Resource Angélica Consiglio, Beatriz Imenes e equipe – www.planin.com Contato: Fabiele Fortaleza, Laís Araújo e Thelma Kai – Tel.: (11) 2138-8906 E-mail: resource@planin.com

Stefanini apresenta resultados de soluções de Inteligência Artificial no Expo Fórum de Negócios Digitais

Companhia debate a Transformação Digital nas empresas em evento que acontece dia 4 e 5 de setembro, em São Paulo São Paulo, Agosto de 2018 – A aplicação de Inteligência Artificial e Computação Cognitiva apoiando o desenvolvimento de uma proposta de valor ao mercado e a Transformação Digital no ambiente corporativo marcarão a participação da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, no Expo Fórum Digitalks. A 9ª edição de um dos mais importantes eventos de negócios digitais acontece dias 4 e 5 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A Stefanini estará presente em duas etapas da programação, no dia 4 de setembro.  Às 16h10, no painel “Quais as reais mudanças nas empresas na Nova Economia?”, que acontece no palco “Digital Transformation”, Breno Barros, diretor de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini, debaterá com outros convidados os caminhos e a experiência das consultorias para a transformação digital nas empresas. No Auditório Experience, às 17h30, o head Digital & Innovation da companhia, Wagner Kojo, participará como moderador do talkshow “Inteligência Artificial e Computação Cognitiva: Desafios da Transformação Digital no Marketing e Negócios”. Na ocasião, Kojo dará uma visão de como a Transformação Digital está impactando nos modelos de negócios e no marketing, destacando o bem-sucedido caso da Saint Paul Escola de Negócios que, em parceria com a Stefanini, oferece uma plataforma disruptiva que permite que o estudante esclareça dúvidas, a qualquer hora do dia, e em qualquer lugar, com ajuda da inteligência artificial (IA). A partir do case Saint Paul, será demonstrado como a IA e Computação Cognitiva estão apoiando o desenvolvimento de uma proposta de valor ao mercado. No talkshow, Filipe Cotait, diretor da Stefanini Scala, e José Cláudio Securato, CEO da Saint Paul Escola de Negócios, irão discutir a visão do negócio e o entendimento técnico deste exemplo, em um bate-papo moderado por Wagner Kojo. O projeto da Saint Paul teve início há pouco mais de um ano, em cursos com o tutor virtual Paul, como Contabilidade, Inovação e Criatividade e Administração e Demonstrativos Financeiros. Por meio do chat, o aluno pode tirar dúvidas com o ‘Paul’. É a tecnologia auxiliando o professor e trazendo informações complementares aos estudantes. Com um portfólio robusto, que inclui soluções de cloud, analytics, plataformas de inteligência cognitiva e fidelização, segurança cibernética, Internet das Coisas e Indústria 4.0, a Stefanini conta com ofertas inovadoras e resultados mais ágeis e eficientes para todas as áreas de negócios. INFORMAÇÔES EXPO FÓRUM DIGITALKS | Dias 4 e 5 de setembro | Das 8 às 18h Local: Transamérica Expo Center Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo (SP) Painel | “Quais as reais mudanças nas empresas na Nova Economia?” Breno Barros, Diretor Innovation & Digital Business da Stefanini Local: Palco “Digital Transformation” Data: 4 de setembro | 16h10 às 16h50 Talkshow | “Inteligência Artificial e Computação Cognitiva: Desafios da Transformação Digital no Marketing e Negócios” + Case Saint Paul Wagner Kojo, head Digital & Innovation da Stefanini (Moderador) Filipe Cotait, diretor da Stefanini Scala José Cláudio Securato, CEO da Saint Paul Escola de Negócios Local: Auditório Experience Data: 4 de setembro | 17h30 às 18h Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

O pós-consumidor no centro do debate

Stefanini discutirá no CONAREC o mindset do pós-consumidor São Paulo, setembro de 2018 – O pós-consumidor tem uma caractetísitca peculiar: é exigente e não está disposto a desculpar uma empresa em caso de falhas. Se houver algum atrito durante uma interação, seja por telefone, chat ou redes sociais, saiba que a empresa caiu no conceito deste cliente, que provavelmente a trocará por outra marca. Portanto, encantar este pós-consumidor demandará das empresas um trabalho contínuo para identificar suas reais necessidades e atendê-las com agilidade. De olho nesta mudança de comportamento e com foco no cliente, a Stefanini participará desse debate que será a tônica do CONAREC 2018, maior evento de relacionamento entre clientes e empresas, que será promovido nos dias 4 e 5 de setembro no Hotel Transamérica, em São Paulo. Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participará no dia 4, das 11h15 às 12h15, do painel “O pós-consumidor está aqui entre nós. E pode ser você.”, mediado pelo jornalista Caio Blinder. O fundador da Stefanini abordará a mudança de mindset do cliente e quais são as melhores estratégias para lidar com o pós-consumidor. O painel será realizado na sala 1 (Teatro Alfa) e contará também com a presença de CEOs de outras grandes marcas como C&A, Mastercard, Pepsico Brasil, Facebook & Instagram, Banco do Brasil e Mapfre. O público também poderá saber mais sobre o Grupo Stefanini no estande de nº 15, onde terá acesso a muitas novidades que ilustram o atendimento do futuro, em que o cliente escolhe o canal de sua preferência para realizar a interação com a empresa que, por sua vez, fará todo o acompanhamento da jornada. ANOTE EM SUA AGENDA STEFANINI NO CONAREC 2018 Painel sobre pós-consumidor com participação de Marco Stefanini Dia: 04/09 Local: Teatro Alfa (Sala 1) Horário: De 11h15 às 12h15 Sobre a Stefanini A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Senior lança curso de computação em nuvem para desenvolvedores

Inscrições para DEV na Prática vão de até o dia 13 de setembro. Em três meses, profissionais serão capacitados a atuar com tecnologias exponenciais e os melhores serão contratados pela Senior De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem no país mais de 50 mil vagas de TI abertas. As oportunidades não param de crescer, entretanto, a formação de mão de obra qualificada não evolui na mesma proporção, criando um déficit de profissionais preparados. “Nosso objetivo é diminuir esse gap”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Senior, Carlos Valle. Com a expansão da computação em nuvem e dos serviços cognitivos, o desenvolvimento de sistemas também está passando por uma grande transformação. “Estamos vivendo a Era Digital e da Nuvem. Nesse cenário, características como escalabilidade, altos volumes de informações, milhões de usuários conectados a um único sistema, serviços independentes e distribuídos já são realidade e essenciais para sistemas modernos”, detalha o executivo, preocupado com a preparação profissional dos desenvolvedores do atual mercado de trabalho de SC, diante desta nova jornada. Comprometida com o desafio da transformação digital, a Senior acaba de lançar, por meio de sua Universidade Corporativa, um treinamento para desenvolvedores com o objetivo de capacitá-los nessas novas tecnologias. “Dessa forma, acreditamos que poderemos contribuir para que essas pessoas possam aproveitar ao máximo essas novas oportunidades”, continua Valle. Oferecido em formato presencial, o treinamento envolve conceitos e, principalmente, práticas de computação em nuvem e sistemas distribuídos com micro serviços, utilizando tecnologias como Java, Angular, Docker, Kubernates e Mensageria, permitindo ao profissional atuação como Full Stack Developer. “Buscamos profissionais que já possuam conhecimento em Java básico, SQL e Web”, pontua Valle, explicando que aqueles que se destacarem serão contratados pela Senior. “A Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Somos uma das maiores desenvolvedoras do país e estamos sempre em busca de profissionais que possam contribuir com o ecossistema no qual estamos inseridos, seja trabalhando conosco, formando uma parceria estratégica, atuando em nossos canais de distribuição ou sendo contratados por nossos clientes”, afirma. São 70 horas de atividades práticas que visam escalar a carreira dos desenvolvedores com as mais modernas práticas e tecnologias de desenvolvimento de sistemas. “Queremos disseminar o conhecimento prático dos instrutores – que são todos colaboradores da Senior com vasta experiência e que estão liderando tecnicamente o desenvolvimento desta nova geração – juntamente com o know how e a experiência da Senior aos seus participantes. Além de formar pessoas e reforçar conceitos, vamos dar chance aos alunos demonstrarem suas competências de maneira completa”, entusiasma-se Valle. Qualificação profissional Além do curso DEV na Prática, a Senior está lançando treinamentos no formato EAD voltados a quem atua na área de recursos humanos e busca qualificação profissional no uso da solução Gestão de Pessoas|HCM. O grande diferencial está no aprendizado por meio de um case que permitirá estudo e prática real na solução da Senior via nuvem. “Oferecer ao mercado cursos de aperfeiçoamento profissional é uma iniciativa que nos posiciona como protagonistas do conhecimento, aquecendo o mercado de trabalho”, diz Valle. 30 anos de transformação digital Referência em tecnologia para gestão no Brasil, a Senior comemora em 2018 30 anos de mercado com grandes realizações. A companhia credita seu sucesso aos investimentos em inovação, gestão colaborativa, governança e em muita pesquisa e desenvolvimento. Do primeiro produto criado às soluções integradas de alto valor agregado, a Senior segue na vanguarda da tecnologia. Só para se ter uma ideia, a companhia estreou no mercado com um sistema de RH que hoje é responsável pelo processamento de 6 milhões de Folhas de Pagamento em um universo de 40 a 45 milhões de brasileiros CLT, representando entre 15 e 20% de toda a folha de pagamento do País. “Nosso olhar está voltado à experiência, à indústria 4.0, à produtividade por meio das fábricas inteligentes e às boas práticas de gestão de pessoas apoiadas em soluções tecnológicas que promovem a transformação digital desde recursos humanos até os negócios”, afirma o Diretor Carlos Valle. A companhia tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. São mais de 100 mil contratos ativos em empresas de diversos portes e segmentos. A Senior oferece tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. senior X e softwares sob medida Totalmente alinhada à metodologia design thinking, a Senior tem uma das mais modernas soluções para auxiliar as empresas em seus processos de transformação digital. A plataforma, chamada de senior X, serve de base para todos os produtos da companhia, potencializando ao máximo a experiência do usuário e fornecendo aumento de produtividade, agilidade e competividade. Em seu desenvolvimento foram investidos mais de R$ 80 milhões em P&D, houve o envolvimento de aproximadamente 400 colaboradores e, além disso, os próprios clientes contribuíram com a construção da solução. “A senior X platform integra sistemas de uma forma bastante rápida e simples, permitindo a criação de um ecossistema autossustentável de desenvolvimento de soluções onde clientes, parceiros e desenvolvedores independentes podem acoplar novos componentes e oferecê-los ao mercado”, afirma o Diretor de Desenvolvimento da Senior, Carlos Valle. No início desse ano, a Senior foi premiada internacionalmente por integrar sua assistente virtual Sara (em inglês Senior Automated and Responsive Agent) na senior X platform. Desenvolvida por meio da plataforma de computação cognitiva da IBM (IBM Watson), a Sara representa um importante passo para reforçar o pioneirismo e a inovação da Senior no mercado de tecnologias para gestão, oferecendo às empresas soluções que aumentam a eficiência e a produtividade dos negócios. Premiado na categoria ‘Oustanding IBM Services Solution’, o projeto foi considerado inovador e de alto valor agregado. “Este reconhecimento destaca o excepcional trabalho da Senior em gerar valor de negócios ao entregar uma solução com tecnologia mundial incorporada a

Resource abre 300 vagas de emprego em várias regiões do Brasil

Scrum Masters, Agile Coach e Desenvolvedores Mobile são alguns dos perfis buscados A Resource, uma das principais multinacionais brasileiras de integração de sistemas e transformação digital, está com 300 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação. As oportunidades são para São Paulo (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Porto Alegre (RS). A empresa está à procura dos seguintes perfis: Scrum Masters, Agile Coach, Desenvolvedores Mobile (iOS e Android), Arquitetos de Software, Java, dotNet, entre outros. As vagas também incluem oportunidades para pessoas com deficiência. Para se candidatar às vagas, basta enviar currículo para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. O processo de seleção já começou e as contratações serão feitas ao longo dos próximos meses. Com 27 anos de atuação no mercado, a Resource possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados para atuar em projetos no Brasil e em outros cinco países. A região da América Latina e os Estados Unidos estão entre os principais mercados da companhia, que atende por meio de uma moderna estrutura com 21 unidades e o Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA). A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Sobre a Resource IT Com 27 anos de atuação no mercado, a Resource possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados para atuar em projetos no Brasil e em outros cinco países. A região da América Latina e os Estados Unidos estão entre os principais mercados da companhia, que atende por meio de uma moderna estrutura com 21 unidades e o Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA). A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. PLANIN – Assessoria de Imprensa da Resource IT Angélica Consiglio, Beatriz Imenes e equipe – www.planin.com Tel.: (11) 2138-8900 – E-mail: resource@planin.com Contatos: Fabiele Fortaleza, Mariana Elias e Thelma Kai – Tel.: (11) 2138-8906

Guia eSocial: Senior cria manual de A a Z sobre a obrigação

Guia esclarece os principais termos sobre a obrigação, que passa a valer para empresas de todos os portes a partir de janeiro de 2019 Novo sistema de prestação de informações ao Governo Federal que visa tornar os processos dentro das empresas mais transparentes e menos complicados, o eSocial é um projeto que unifica os dados de todos os trabalhadores do Brasil. Apesar de vir para facilitar, até que todas as empresas estejam adequadas, o caminho para o entendimento é longo e um tanto quanto sinuoso. As mudanças são grandes e é preciso compreender todos os impactos para ficar em dia com a legislação, de multas até alterações no dia a dia do profissional de RH. Para tornar essa jornada mais simples, a Senior – empresa referência em tecnologia para gestão e responsável pelo processamento de cerca de 6 milhões de folhas de pagamento em um universo de 40 a 45 milhões de brasileiros CLT, o que representa entre 15 e 20% de toda a folha de pagamento do Brasil, – resolveu elaborar um Guia do eSocial completo. “Incluímos questões de A a Z para esclarecer os principais termos que têm povoado o dia a dia dos gestores de RH”, afirma o Gerente de Produto HCM da Senior, Ricardo Kremer. No material, termos como DAE, consulta de qualificação cadastral, RET e CGE são conceituados de forma objetiva, facilitando a compreensão e servindo como fonte de consulta para os que ainda precisam de informações. Só para se ter uma ideia, antes da implantação do eSocial, as empresas precisavam prestar as informações de seus trabalhadores em 15 obrigações diferentes. A partir de agora, por meio de apenas uma declaração, todas as 5 entidades do governo que antes recebiam em inúmeras obrigações diferentes os mesmos dados, recebem tudo de uma só vez. Confira o Guia na íntegra:  https://www.senior.com.br/solucoes/esocial/ + senior.com.br Certificada Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia potencializa pessoas e impulsiona negócios com um dos mais completos portfólios para alta performance. A Senior oferece soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança para empresas de diversos portes e segmentos. São mais de 100 mil contratos ativos em todo o Brasil em consultorias e sistemas integrados apoiando clientes em seus processos de transformação digital, otimizando processos e modelos de negócios com inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e acelerando a gestão. A Senior conta com aproximadamente 1300 colaboradores distribuídos entre 20 operações próprias, considerando a sede (Blumenau/SC), filiais, escritórios e unidades de negócios, além de mais de 150 consultores e cerca de 100 canais de distribuição em todo o País. Fotos institucionais: http://bit.ly/Senior-fotos Sala de imprensa: senior.com.br/imprensa . Sobre     Facebook Twitter YouTube Linkedin Flickr  Google+ RSS Instagram Slideshare Google Maps      Chaian Raiad Silva Assistente de Comunicação – Assistant 55 11 5090.8919 Ketchum Most-Awarded PR Firm at Cannes 2017 & 2018 Six-Time Winner PRWeek Campaign of the Year A proud partner of Room to Read. World Change Starts with Educated Children®

Como o SAP Business One beneficiou a Wilvale De Rigo

Saiba como o SAP Business One beneficiou a Wilvale De Rigo, cliente Okser, e ajudou a conquistar eficiência em gestão e qualidade nas informações. A De Rigo Vision, grupo italiano e 3º maior fabricante de óculos solares e armações do mundo, aderiu ao SAP Business ao lado da Okser através da Wilvale De Rigo S/A. Um dos desafios era melhorar a agilidade de entrega dos produtos bem como acelerar o processo de faturamento dos pedidos e obter informações consolidadas e mais precisas facilitando a troca de dados entre os que necessitam. A Okser apresentou o projeto de estudo das necessidades e apontou como o SAP B1, desenhado especialmente para empresas em desenvolvimento, evoluiria com uma comunicação transparente entre todos os departamentos, conectando pessoas e processos, até a melhor sincronia e agilidade no despacho das mercadorias. Com o suporte da Okser, como sua consultoria de negócios e especialista em soluções de gerenciamento empresarial, com o SAP Business One, a Wilvale De Rigo S/A começou a vivenciar as melhorias após as adaptações no sistema voltadas ao seu modelo de negócio. Segundo o Decimar Ferreira de Souza, Diretor Financeiro, os principais benefícios que o SAP Business One trouxe para a empresa foram a eficiência na gestão do estoque (seu maior ativo) e a implantação do faturamento em lote, já que antes era realizado manualmente o composto de 1.500 peças/dia, passando para até 10.000. Adicionalmente, o departamento comercial e de marketing puderem identificar e avaliar claramente quais produtos possuíam mais saída nos pontos de vendas, quais tipos de campanhas necessitavam ser endereçados e materiais produzidos. Além disso, com o SAP Business One foi possível presenciar ganhos ainda mais significativos, como a redução de custos, velocidade nos processos e ganho em produtividade, gerando assim, melhor performance. O processo logístico também evoluiu tendo como base dados inteligentes e em tempo real, possibilitando o aumento no giro da empresa. A garantia da segurança e credibilidade nas informações para auxiliar nas tomadas de decisões, atreladas a facilidade para emissão de relatórios, trouxe sinergia integral para o negócio. Sobre a Okser A Okser é uma consultoria de negócios que, em parceria com a SAP, oferece soluções integradas para gestão empresarial e de projetos, voltadas a empresas de pequeno e médio porte. Como especialista no mercado de ERP, atua com um modelo de negócios que proporciona uma estrutura completa em tecnologia, suporte, educação e desenvolvimento – acompanhando a evolução de cada cliente. Com sede em São Paulo e escritório em Campinas, possui mais de 3.000 usuários e clientes distribuídos por todo o território nacional. E, ainda, conta com certificações e prêmios nas áreas de tecnologia & inovação, entrega & qualidade e especialização & competência.

Transformação cultural: o primeiro grande passo para a jornada de digitalização

Quando se fala em transformação digital, muitas pessoas pensam apenas nas tecnologias disruptivas que irão acelerar processos, gerar mais eficiência e reduzir custos. Não há nada de errado em pensar nesses pontos como consequência das mudanças da nova revolução que vivenciamos, porém a transformação digital depende muito mais de uma transformação cultural das organizações, que deve ser “abraçada” pelas lideranças. Não há dúvidas de que a transformação digital é uma questão de tempo e que as empresas deverão adotá-la para acompanhar as mudanças que serão decisivas para a sobrevivência num mercado cada vez mais dinâmico e competitivo. Para trilhar a transformação digital de maneira bem-sucedida e exponencial, as corporações precisam entender o papel da cultura organizacional neste contexto, valorizando a mudança de mindset. Para que o mercado as reconheça como inovadoras, é preciso que a mudança seja percebida internamente. Os colaboradores precisam se inspirar – muitas vezes, a partir do exemplo do líder – para se tornarem mais criativos, engajados e colaborativos. Acreditamos que a transformação digital só exista por causa das pessoas. Por mais que as tecnologias sejam importantes para a evolução da sociedade, elas são apenas um meio. A transformação digital, de fato, é uma transformação cultural, que começa na cabeça dos líderes e se estende por todas as pessoas da organização. Uma pesquisa elaborada pela Mckinsey mostra que o principal gargalo nas transformações digitais é a falta de uma cultura forte. Segundo o levantamento, um quarto das empresas pesquisadas relatou que o maior desafio é o medo de correr riscos, enquanto outros 20% acreditam que a falta de compreensão comum à cultura da empresa é um limitador de mudanças. Para que as empresas possam se transformar digitalmente, é importante que os novos modelos de negócios estejam alinhados com a estratégia geral da empresa, que pode ser definida a partir de um novo propósito, criado de maneira colaborativa, para traduzir a essência do que a organização de propõe a realizar neste momento, seja junto aos colaboradores, clientes e sociedade. O início da jornada digital é como um grande mergulho no desconhecido, pois é impossível prever todos os passos e resultados. Embora o CEO não saiba exatamente onde chegará, ele tem consciência de que precisa iniciar a mudança, mesmo que não tenha 100% de certeza de que tudo dará certo.  Essa é a grande virada de mindset e o grande motor de transformação de uma empresa, que deseja se posicionar de maneira diferenciada na construção de um futuro inspirador. A transformação cultural que conduzirá à transformação digital necessita de uma liderança ativa, em todas as áreas da corporação, que instigue o time a se transformar constantemente com foco na experiência do cliente. As novas tecnologias revelam um mundo repleto de possibilidades, onde as pessoas podem criar mais, explorar mais e realizar mais. É um ecossistema abundante, onde as conexões e integrações permitem pensar, testar e implementar projetos transformadores, a partir da cocriação de soluções para um futuro melhor. (*) Marco Stefanini é fundador e CEO global da Stefanini, quinta empresa brasileira mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral (FDC).

Para atender eSocial, HCM da Senior agora se integra ao SOC

Maior software de gestão ocupacional do Brasil, SOC é utilizado por cerca de 70% do mercado dos prestadores de serviço de Segurança e Saúde no Trabalho. Integração facilita implantação do eSocial em empresas do segmento  Referência em tecnologia para gestão do País e responsável pelo processamento 6 milhões de folhas de pagamento em um universo de 40 a 45 milhões de brasileiros CLT – o que representa entre 15 e 20% de toda a folha de pagamento do Brasil – a Senior anuncia a integração da sua solução Gestão de Pessoas | HCM com o SOC, maior software de gestão ocupacional do Brasil. A iniciativa facilita a implantação do eSocial em empresas das áreas de Segurança e Saúde no Trabalho. Com mais de 200 mil empresas gerenciadas em seu portfólio, a Age Technology, empresa que desenvolve o SOC, estima que cerca de 70% do mercado dos prestadores de serviço de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) utilizam o sistema. “Entre os clientes da Senior, aproximadamente o mesmo percentual ou fazem uso do sistema ou mantém relacionamento com prestadores de serviços que o utilizam”, afirma Ricardo Kremer, Gerente de Produto HCM da Senior. De acordo com o executivo, eventos de SST do eSocial estão relacionados à movimentação dos trabalhadores em termos trabalhistas e previdenciários – desde a admissão até o desligamento – e envolve milhares ou até milhões de registros de dados do empregador e trabalhadores. “Com as duas soluções integradas, os clientes ganham agilidade, produtividade, gestão da informação sobre SST pelos prestadores e compliance sobre exigências legais trabalhistas e previdenciárias”, detalha Kremer. Oferecidas em nuvem, ambas as soluções fazem uso dos mais modernos conceitos de desenvolvimento de softwares, fazendo uso de metodologias ágeis, design thinking e inteligência artificial para apoiar as empresas em seus processos de transformação digital, potencializando pessoas e impulsionando negócios. “A recepção dos eventos de SST do eSocial está prevista para janeiro de 2019 e as empresas que se prepararem com antecedência certamente enfrentarão menos dificuldades na hora de adequar seus processos”, alerta Ricardo Kremer. “Esta parceria combina as forças do SOC, que possui a maior rede credenciada de serviços ocupacionais do Brasil, e da Senior, empresa referência nacional no desenvolvimento de softwares para gestão alinhados às melhores práticas do mercado há mais de 30 anos, contribuindo para que as empresas do segmento de Segurança e Saúde no Trabalho executem com mais eficiência seus processos, gestão e obrigações legais”, conclui. Apesar de vir para facilitar, até que todas as empresas estejam adequadas, o caminho para o entendimento do eSocial é longo e um tanto quanto sinuoso. As mudanças são grandes e é preciso compreender todos os impactos para ficar em dia com a legislação, de multas até alterações no dia a dia do profissional de RH. Para tornar essa jornada mais simples, a Senior resolveu elaborar um Guia completo. No material, termos como DAE, consulta de qualificação cadastral, RET e CGE são conceituados de forma objetiva, facilitando a compreensão e servindo como fonte de consulta para os que ainda precisam de informações. Para acessar o Guia, clique neste link.   + senior.com.br  Certificada Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia potencializa pessoas e impulsiona negócios com um dos mais completos portfólios para alta performance. A Senior oferece soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança para empresas de diversos portes e segmentos. São mais de 100 mil contratos ativos em todo o Brasil em consultorias e sistemas integrados apoiando clientes em seus processos de transformação digital, otimizando processos e modelos de negócios com inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e acelerando a gestão. A Senior conta com aproximadamente 1300 colaboradores distribuídos entre 20 operações próprias, considerando a sede (Blumenau/SC), filiais, escritórios e unidades de negócios, além de mais de 150 consultores e cerca de 100 canais de distribuição em todo o País. Fotos institucionais: http://bit.ly/Senior-fotos Sala de imprensa: senior.com.br/imprensa Sobre     Facebook Twitter YouTube Linkedin Flickr  Google+ RSS Instagram Slideshare Google Maps     Chaian Raiad Silva Assistente de Comunicação – Assistant 55 11 5090.8919 Ketchum Most-Awarded PR Firm at Cannes 2017 & 2018 Six-Time Winner PRWeek Campaign of the Year A proud partner of Room to Read. World Change Starts with Educated Children®

Stefanini apresenta armário inteligente no evento LATAM Retail 2018

Ideal para grandes redes varejistas, a solução Smart Locker permite que o cliente retire sua compra no local de preferência, a partir da utilização de um aplicativo específico São Paulo, agosto de 2018 – A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará no LATAM Retail Show, evento para fomentar o crescimento do varejo, que acontece de 28 a 30 de agosto, no Expo Center Norte (SP). Na ocasião, a multinacional brasileira fará uma série de demonstrações de soluções avançadas para o segmento. O tema central do evento será ‘A Transformação do Ecossistema de Negócios com Resultados’, e tem como finalidade abordar todas as variações pelas quais a cadeia de negócios vem passando, alterações no perfil do consumidor e a necessidade de um equilíbrio nas relações, tanto no varejo, como na indústria, shopping centers, e-commerce, food service e franquias. No estande será apresentado o Smart Locker, “armário inteligente” da Stefanini, que pode ser incorporado por grandes varejistas. Por meio de um aplicativo específico, o cliente final poderá, após fazer sua compra via e-commerce ou aplicativo, retirar os produtos em um lugar e momento de sua preferência, por exemplo, uma padaria, posto de gasolina, entre outros. “É uma tecnologia de fácil aplicação. O cliente utiliza a solução, comanda a abertura da porta e retira sua encomenda, de forma segura, rápida e prática”, explica Nelson Duarte Soares, Head of Digital Retail and Logistics da Stefanini. Os visitantes também serão recepcionados por um robô, que foi treinado com a tecnologia de inteligência cognitiva da Stefanini. Ele poderá interagir com as pessoas e oferecer, por comando de voz, opções diferenciadas de café. Cada pedido será enviado, de maneira personalizada, para o barista. No estande da Stefanini, os visitantes poderão também conferir soluções de aferição remota de planogramas (desenho gráfico que orienta o posicionamento de um produto na gôndula, no ponto de venda) e de aprendizado virtual, baseadas em realidade virtual e realidade aumentada. Utilizando os óculos de realidade virtual (VR), disponíveis no estande da empresa, a Stefanini também explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a solução Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente. “A transformação digital está impactando o varejo, com o consumidor no centro das decisões. Temos como finalidade oferecer aos nossos clientes equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade, que permita modernizar os processos e promover uma experiência diferenciada ao consumidor final”, complementa Soares. Além das novas soluções direcionadas ao varejo, a Stefanini levará para o estande outras ofertas que poderão compor toda a cadeia de negócios: backoffice digital, processo automático de digitalização de documentos para originação de crédito, automação dos centros de distribuição com soluções do portfólio de Indústria 4.0, performance de marca, entre outras. “O segmento varejista é um mercado potencial, pois tende a ampliar investimentos em inovação para manter a competitividade. A digitalização assume um papel de relevância para atender consumidores cada vez mais exigentes e será, com certeza, uma tendência inevitável”, finaliza. Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. ANOTE EM SUA AGENDA Stefanini no LATAM Retail 2018 Estande: F11 Dias: 28 a 30 de agosto Horário: 12h às 20h Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Vera Aranha – vera@dfreire.com.br

Investimentos no setor de insurtech cresceram significativamente, com Europa como principal polo, afirmam analistas da Accenture

Consumidores não terão acesso a esses benefícios até que as seguradoras repensem suas estratégias de inovação São Paulo, 13 de agosto de 2018 – Os investimentos globais no setor de tecnologia de seguros (insurtech) tiveram um crescimento significativo em 2017, com a Europa se firmando como novo polo fora dos EUA, revela estudo da Accenture. De acordo com o relatório, o número de negociações em insurtech aumentou 39% no mundo todo em 2017, com valor total de contratos 32% maior, chegando a US$ 2,3 bilhões. A pesquisa, que inclui análises de dados das negociações na área de insurtech ao longo do último ano pela CB Insights, faz parte do estudo da Accenture chamado “Inovação destemida: Insurtechs como catalisadores da mudança no setor de Seguros”. A América do Norte ainda lidera o setor quando se trata de valor total e número de contratos – responsável por US$ 1,24 bilhões ou 46% das negociações do ano passado – mas esse número cresceu apenas 6% em 2017. Por outro lado, o número de contratos aumentou 118% na Europa, o que corresponde a um terço de todos os contratos em insurtech do mundo, e o valor total aumentou impressionantes 385%, chegando a US$ 679 milhões. A região Ásia-Pacífico viu um aumento significativo em financiamentos, com crescimento de 169% no valor dos contratos, que chegou a USD 385 milhões, e crescimento de 27% no número de negócios. Número de transações insurtech por região Apesar das incertezas em relação à decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, a nação segue crescendo como a capital europeia de insurtech, com 41 acordos em 2017, o que representa um crescimento total de 117% ao longo dos últimos dois anos. O valor das transações cresceu enormemente em 2017, com US$ 364 milhões investidos nas insurtechs baseadas no Reino Unido, comparado a US$ 19 milhões no ano anterior. O principal argumento do estudo é que insurtech deveria servir como catalisador da inovação no setor de seguros, mas seguradoras tradicionais precisam reconhecer que a colaboração com as start-ups em insurtech é apenas uma parte desse processo. Por fim, a inovação precisa se tornar intrínseca a todas as empresas. “O rápido crescimento do setor de insurtech reflete a resposta do investidor ao desejo dos consumidores por mudanças em uma área que tem muito valor retido”, diz Roy Jubraj, líder de Insurance Strategy and Innovation da Accenture para Reino Unido e Irlanda. “Ao mesmo tempo, as seguradoras precisam reconhecer que os investimentos em insurtech sozinhos não poderão entregar os níveis de mudança e inovação que o setor exige ou que o consumidor espera. A chave é contar com uma estratégia de inovação que abranja a empresa como um todo, transforme seu negócio principal e faça com que a empresa impulsione o crescimento”. O estudo revela que os segmentos patrimoniais e de acidentes foram os mais populares para investimentos em insurtech ao longo de 2017, respondendo a 42% dos investimentos globais, seguidos por seguros multilinha (26%) e saúde (18%). Os seguros pessoais foram responsáveis por mais de dois terços (68%) dos investimentos insurtech, com linhas comerciais e de aplicação mista respondendo por 26% e 6%, respectivamente. Do ponto de vista da cadeia de valor, marketing e distribuição lideraram em todas as áreas em termos de investimento insurtech, chegando a mais da metade (53%) dos negócios globais. Isso fica ainda mais claro com o número de start-ups mirando experiências de vendas e distribuição concisas e baseadas em aplicativos, bem como as que melhoraram a jornada de pedidos de clientes por meio do envio de fotos de evidências e informações de perda via chatbot. A pesquisa também mostra que as seguradoras tradicionais estão correndo atrás de empresas de tecnologia emergentes, com um aumento de 63% na participação dessas seguradoras em investimentos de venture capital ao longo dos últimos cinco anos. Os setores mais comuns para esse tipo de investimento foram os de saúde e saúde digital (14%), IoT (13%) e big data e analytics (9%). “Insurtech não é mais um simples alvo para capitais privados e de risco – é um fenômeno global”, diz Michael Costonis, líder global da prática de Insurance na Accenture. “As seguradoras desempenham um papel importante na reformulação do cenário de tecnologia em todo o setor, com investimentos além dos wearables e serviços telemáticos que buscam oportunidades na distribuição para fortalecer as experiências dos consumidores. O próximo passo para as seguradoras é usar insurtech como trampolim para inovar nas empresas como um todo. Afinal, US$ 2,3 bilhões são uma fatia pequena quando se pensa que o valor total do setor de seguros chega a US$ 4,2 trilhões”.   Metodologia A Accenture analisou dados sobre investimentos em insurtech cedidos pela CB Insights, empresa global especializada em dados sobre investimentos financeiros e analytics. A análise incluiu as atividades globais de financiamento de empresas de capital de risco e capital privado, corporações e divisões corporativas de capital de risco, fundos hedge, aceleradoras e fundos do governo. Os dados de investimentos abrangem o período de 2010 a 2017, incluindo financiamentos com capital próprio ou externo. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 449 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Informações para a imprensa: Accenture Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com Burson-Marsteller Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Mônica Baldani – (11) 3040-2390 | monica.baldani@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bm.com

Brasil sem peso em TI

Uol entrevista Marco Stefanini  Tecnologia a construir Ser brasileira não dá vantagem nenhuma para a marca da gigante de TI Stefanini, presente em 40 países, com mais de 24 mil funcionários pelo mundo. “O Brasil ainda, infelizmente, não é conhecido como um país de tecnologia. Temos orgulho de ser brasileiros. O Brasil é um país muito querido, mas não muito associado a business”, diz Marco Stefanini, fundador e CEO global da empresa. Ele deu entrevista exclusiva na série UOL Líderes, falou que aqui é um dos lugares mais difíceis do mundo para fazer negócios, avaliou as mudanças no mercado de trabalho, impactado por tecnologia, crise e transformação digital.   Ser brasileiro, do ponto de vista de marca, não agrega nada  UOL – Como é para uma empresa brasileira firmar o nome em um país reconhecido pela sua importância na tecnologia, como os Estados Unidos?  Marco Stefanini – Nós nos posicionamos com uma marca, que é a empresa Stefanini. “Temos uma origem, que é brasileira, e obviamente temos orgulho de ser brasileiros, mas na verdade o destaque que temos que dar é ser uma empresa global, com deliveries [entregas] distribuídos no mundo inteiro. Temos quase 2.000 funcionários na Romênia; 1.200 nas Filipinas; 1.100 na Colômbia; 2.500 nos EUA; quer dizer, somos uma empresa global e nos posicionamos como um delivery global.   Qual a vantagem de ter uma empresa brasileira de tecnologia, com atuação global? “Ser uma empresa latina de tecnologia não há grandes vantagens. O Brasil ainda, infelizmente, não é conhecido como um país de tecnologia mundialmente. Do ponto de vista de marca, não agrega nada. Pelo menos o Brasil é um país neutro. É um país muito querido, do ponto de vista pessoa física, mas do ponto de vista pessoa jurídica é bem ignorado, ainda não é muito associado a business (negócios). A grande vantagem é o DNA de competitividade, de resiliência. Como a gente vem de um país de muita turbulência econômica, um ambiente difícil de fazer negócios, você acaba desenvolvendo uma capacidade de fazer gestão, de crescer em um ambiente mais hostil. Isso é um ativo nosso. Então, eu diria que a grande oportunidade nossa é justamente quando aparecem esses momentos de crise, ou mesmo de grandes transformações digitais que vivemos hoje, é o ativo da Stefanini que foi criado no Brasil. Nós temos 30 anos, já passamos por todo tipo de crise, isso é um ativo, é uma grande vantagem competitiva. País não é ligado a business Tecnologia nacional: país está ficando para trás UOL – Quais são os investimentos previstos para este ano no Brasil? Marco Stefanini – Nós somos bastante flexíveis quando falamos em investimento. Há uma parte que é mais interna, envolve produto, pesquisa e desenvolvimento (P&D), treinamento e novas ofertas. Para isso, temos um orçamento que está na faixa de R$ 40 milhões. Agora, se somarmos toda a parte de aquisição, o total de investimentos para este ano seria uma média de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões, entre aquisição e investimento nas áreas internas. Mas pode chegar facilmente até R$ 300 milhões, dependendo do valor da aquisição. Para adquirir empresas, nós temos, normalmente, dois focos. Empresas que fazem exatamente o que nós fazemos, serviços de TI, que, em geral, compramos mais no exterior, e empresas que agregam ao nosso portfólio, com novas soluções. Ultimamente temos investido mais nesse segundo perfil. Quais são as características das empresas brasileiras que contratam os produtos da Stefanini? O nosso perfil de clientes é mais ou menos igual no Brasil e fora. Em geral, nós somos uma empresa B2B (business to business), ou seja, trabalhamos com o mercado corporativo. A maioria são grandes e médias empresas. Porém, agora com toda essa movimentação de transformação digital, vemos pequenas empresas precisando investir onde a tecnologia é o diferencial. Um grupo de empresas menores, mas muito interessantes, muito dinâmicas, que também dá gosto de trabalhar e são boas oportunidades de negócio. Como é fazer negócios no Brasil, quando comparado a outros países? Existem necessidades específicas? “Na verdade, o Brasil hoje, até pelo resultado das crises, é muito mais difícil de trabalhar do que o global. O questionamento de preço, de concorrência, o poder da área de compras é muito maior aqui no Brasil do que fora. Hoje, eu diria que o nível de pressão que sofremos por custos é muito maior aqui no Brasil. Isso representa uma rotatividade maior de contratos. Hoje, dos 40 países em que a Stefanini opera, [o Brasil] certamente é um dos países mais difíceis de operar. Há o segundo ponto, que é o ambiente econômico não muito favorável. Como avalia o setor de tecnologia no Brasil? “O Brasil ainda não enxerga como sociedade, como país, as grandes oportunidades e ameaças que a movimentação tecnológica está trazendo. Se analisar a liderança da maioria dos países, o discurso está muito mais atualizado. O Brasil não só não apoia as transformações, como o discurso é fraco. E não é só do governo atual, o anterior também, e a gente percebe nos próprios candidatos [à próxima eleição]. Até pelo movimento político, há uma certa distração, não está se percebendo a grande movimentação. Na verdade, é o contrário [de outras nações]. Aqui se aumentam impostos, por exemplo, inclusive no setor de tecnologia. O direcionamento está muito aquém dos outros países. Estamos ficando para trás. Brasil não apoia tecnologia Tecnologia sofre crise há mais tempo  UOL – A empresa tem 30 anos. Como avalia a evolução digital pela qual o Brasil e o mundo passaram durante todo esse tempo?  Marco Stefanini – Em 30 anos, passamos por muitas crises e momentos difíceis na economia brasileira e, um ponto que às vezes as pessoas esquecem, que foram as grandes transformações tecnológicas. Nós já passamos por várias. Quando a empresa começou, nós éramos focados naqueles grandes computadores, os mainframes. Depois veio o que se chamava arquitetura cliente/servidor, que eram as estações de trabalho, os microcomputadores, houve uma democratização da área de TI. Depois, veio o mundo da internet, também houve um novo movimento muito forte de sistema de gestão, que

Para 85% dos profissionais, reuniões remotas já oferecem experiência tão positiva quanto presenciais, revela pesquisa

Estudo encomendado pela Microsoft ao IBOPE Conecta mostra que 90% dos profissionais consideram que um ambiente de trabalho moderno influenciaria decisão ao analisar uma proposta de emprego  Flexibilidade de horário, áreas de trabalho compartilhadas e possibilidade de home office estão entre os principais elementos que definem um ambiente de trabalho moderno  São Paulo, 27 de julho de 2018 – Um estudo inédito encomendado pela Microsoft ao IBOPE Conecta revela que para 85% dos profissionais brasileiros a experiência de realizar uma reunião remotamente já não deixa nada a desejar em relação a encontros presenciais. Segundo a pesquisa, realizada com internautas, profissionais que têm entre 25 e 34 anos são os que mais fazem reuniões à distância (52%). Na análise geral, 47% dos respondentes dizem participar de reuniões de trabalho remotamente.  Com o objetivo de analisar a percepção do brasileiro em relação à transformação do ambiente de trabalho a partir do uso de novas tecnologias, o estudo ouviu durante os meses de maio e junho 1.500 profissionais de diferentes níveis hierárquicos, mercados e profissões. Foram entrevistados homens e mulheres, de 18 a 55 anos, das classes ABC, que trabalham no setor público e privado, em todas as regiões do país. Os dados foram divulgados hoje, em evento realizado em um dos escritórios da WeWork em São Paulo. De acordo com a pesquisa da Microsoft, a flexibilidade de horário e a possibilidade de fazer home office e/ou trabalhar a partir de outros ambientes que não necessariamente o escritório figuram no topo da lista de elementos que mais caracterizam um ambiente de trabalho moderno para os profissionais brasileiros. O primeiro item é mencionado por 68% dos entrevistados, enquanto o segundo aparece em 62% das respostas. O estudo ainda indica que 41% dos profissionais acreditam que suas empresas poderiam melhorar o uso da tecnologia para trazer mais flexibilidade à rotina de trabalho e permitir a prática de home office. Apesar de enxergarem espaço para melhorias nesses aspectos, praticamente metade das pessoas entrevistadas diz trabalhar remotamente pelo menos uma vez por semana, sendo que os homens (50%) são mais adeptos da prática do que as mulheres (44%). “Um ambiente de trabalho moderno é aquele que de fato permite que cada colaborador possa ter o melhor desempenho em seu trabalho, sendo mais produtivo e interagindo de forma mais rápida e eficiente no seu time e com outras equipes na empresa. É o que temos em mente ao desenvolver nossas soluções e a tecnologia hoje já é capaz de remover uma série de barreiras, permitindo não apenas que cada profissional possa trabalhar independentemente de onde estiver, como também compartilhando informações em tempo real com sua equipe ou como parte de um time multifuncional em projetos com toda segurança”, diz Loredane Feltrin, diretora de produtividade da Microsoft Brasil. Diante dessa nova realidade possibilitada pelo uso de tecnologia, o estudo indica que 90% dos profissionais entrevistados consideram que um ambiente de trabalho moderno influenciaria a sua decisão ao analisar uma proposta de emprego.  A maior facilidade na comunicação com colegas e gestores é o benefício mais citado pelos entrevistados no que diz respeito ao impacto da tecnologia na rotina profissional (70%). Já o acesso e compartilhamento de informações importantes, que possibilitem a tomada de decisão de forma mais assertiva, é citado por 62% das pessoas. Para 67% dos profissionais ouvidos pelo IBOPE Conecta, a forma de obter informações para realizar bem o seu trabalho está ficando mais fácil graças ao uso de recursos tecnológicos. No dia a dia de trabalho, a sala de reunião ainda se mostra como o local onde mais ocorre trabalho em equipe, especialmente entre entrevistados de 25 a 34 anos (65%). A pesquisa evidencia, entretanto, que novos espaços começam a ser utilizados pelos profissionais para essas interações: 16% dizem que o local onde o trabalho em equipe e a colaboração mais acontecem é na cozinha/copa das empresas. Os diretores são os que mais acreditam que a colaboração ocorre em trânsito (no carro, a caminho do aeroporto, por exemplo), com esse local tendo sido citado por 18% dos profissionais que ocupam o cargo. “Assim como o modelo de negócios das empresas, a forma de trabalhar também passa por uma grande transformação, criando novas formas de interação entre pessoas e equipes, sobretudo considerando o convívio cada vez mais intenso entre diferentes gerações que preferem se comunicar de formas distintas, com recursos que vão desde um e-mail até o Teams (hub de colaboração entre times), por exemplo. Outro ponto fundamental é como a tecnologia permite que as pessoas tenham mais flexibilidade, podendo trabalhar remotamente”, diz Loredane.   Inteligência Artificial no escritório A pesquisa também verificou como os profissionais interagem com recursos de Inteligência Artificial (IA) no dia a dia de trabalho. Segundo o estudo, 25% afirmam usar IA ao trabalhar, enquanto aproximadamente 40% dos profissionais dizem não ter certeza se utilizam. A faixa etária que mais afirma adotar a tecnologia é a de profissionais de 25 a 34 anos (30%), bem como profissionais de Tecnologia da Informação (45%), seguido por entrevistados que atuam na área financeira (39%). O levantamento aponta que o uso de IA aparece de forma mais latente para os cargos de alto escalão, como CEOs, VPs e diretores. Recursos de tradução automática de texto/áudio em outros idiomas, transcrição de áudio para texto, assistentes virtuais, ferramentas para priorizar seus e-mails mais importantes e outras que ajudam, por exemplo, a criar o design de uma apresentação a partir de ideias iniciais são alguns casos de uso de Inteligência Artificial que hoje já estão disponíveis para muitos profissionais que utilizam um computador para executar suas atividades, mas muitas vezes não têm total clareza em relação à conexão entre esses recursos e a IA.   Público versus Privado De um modo geral, a pesquisa mostra que profissionais do setor público têm sido menos impactados pelo uso de tecnologia para a criação de um ambiente de trabalho mais moderno. Entre os profissionais do serviço público ouvidos, 68% afirmam nunca fazer home office. Somente 13% dizem usar algum recurso de Inteligência Artificial no dia a

A Associação Brasileira de Internet das Coisas comenta a a nova Lei de Proteção de Dados

Empresas precisam começar a se mover desde já para se adaptar a nova Lei de Proteção de Dados A Associação Brasileira de Internet das Coisas comenta a lei, fala sobre os seus benefícios e a importância de se adaptar para não perder mercado O Projeto de Lei 53/2018, que disciplina a proteção dos dados pessoais e define as situações em que estes podem ser coletados e tratados por empresas e pelo Poder Público, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal na última terça-feira, 10 de julho. No aguardo da sanção do Presidente Michel Temer, que deve acontecer nos próximos dias, empresários e representantes de entidades que colhem dados pessoais e dependem deles para operar e expandir os seus negócios começam a se movimentar para entender as novas regras e adaptar o seu negócio à esta nova realidade. Márcio Cots Para Márcio Cots, Diretor Jurídico da ABINC e Sócio do Cots Advogados, é imprescindível que o Brasil entre nesta tendência mundial de garantir a segurança dos dados. Caso contrário empresas nacionais podem perder oportunidades de negócios com o exterior, sobretudo com a União Europeia, que já está bem à frente do assunto, com a GDPR. Confira abaixo uma entrevista com Cots para entender a visão da ABINC sobre o assunto. Crypto ID: O que você acha da Lei e do texto aprovado pelo Senado? Márcio Cots: A criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados é essencial para manter o Brasil em harmonia com uma tendência mundial. Não fazia sentido empresas brasileiras perderem oportunidades de negócios por conta de o Brasil constar no mapa de risco da UE e de outros países que já possuem legislação específica. Se sancionada pelo Presidente Michel Temer, como esperamos que seja, a lei vai aliar dois aspectos que vemos com muito bons olhos: ela não cria apenas regras pontuais que poderiam, no futuro, se tornar inadequadas ou ultrapassadas; e o projeto estabelece princípios e fundamentos do tratamento de dados no Brasil que a tornará atual, mesmo diante de maiores avanços tecnológicos. Dessa forma, entendemos que a nova lei está bastante adequada ao fim a que se destina, mesmo que sofra, como é natural, adaptações legislativas futuras, de acordo com as dificuldades que surgirão. Crypto ID: Como a Internet das Coisas precisa de dados pessoais para inovar e crescer? Márcio Cots: É importante, primeiro, entender que dado pessoal é toda informação que identifique uma pessoa natural ou a torne identificável por meios razoáveis. A alma da IoT é a comunicação entre dispositivos, com processamento de dados dos mais variáveis, incluindo os pessoais. Ela é vista pelo mercado como um personagem importante na captação de dados, mas para se manter regular, a empresa precisará observar a nova legislação. Só assim poderá crescer. Ainda que uma determinada empresa tente evitar de manter consigo dados flagrantemente pessoais, como nome e CPF, para não precisar se preocupar em se adaptar à lei, ainda assim poderá estar a ela submetida se os dados processados puderem, com aplicação razoável de técnica, identificar uma pessoa. O endereço IP, por exemplo, pode identificar uma pessoa quando aliado a outras informações, como idade, sexo, características físicas, etc. Outro exemplo são os dados biométricos, que além de serem dados pessoais, ainda são destacados como dados sensíveis, ou seja, precisam de maior cuidado ao serem tratados. A IoT é vista pelo mercado como um personagem importante na captação de dados, mas para se manter regular, a empresa precisará observar a nova legislação. Só assim poderá crescer. Crypto ID: O quinto Índice Anual de Confiança na Segurança de Dados, feito pela Gemalto, concluiu que duas em cada três empresas (65%) não estão preparadas para analisar todos os dados que coletam e apenas metade (54%) das empresas sabem onde todos seus dados sensíveis estão armazenados, o que aumenta as chances de invasão. Na sua opinião, onde as empresas devem investir para otimizar o uso de dados coletados e garantir a segurança das informações de forma mais efetiva? Márcio Cots: As empresas deverão agir em duas frentes: regularizar, quando possível, o banco de dados existentes, e passar a tratar os novos dados e acordo com a legislação. Entendemos que a primeira frente é a mais problemática, tendo em vista que há empresas com dados pessoais que não conhecem a origem ou tenham origem irregular do ponto de vista da nova legislação. Se a empresa passar a coletar dados pessoais de forma correta, mas incluí-lo no banco de dados “viciado”, todo o banco pode ser perdido. Por isso, investir nas duas frentes é essencial para manter a regularidade do tratamento de dados. Crypto ID: Ainda segundo esse mesmo estudo, mais de dois terços das organizações (68%) admitem que não estão realizando todos os procedimentos necessários para estar em conformidade com as leis de proteção de dados, como o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados). Qual orientação você daria para as empresas brasileiras sobre esta nova lei? A proteção de dados pessoais é uma tendência mundial irreversível e as empresas que resistirem a se adaptar poderão ser colocadas de lado pelo mercado. A PLC 53 não é o fim do mundo para as empresas, pelo contrário. Fazendo um paralelo com o Código de Defesa do Consumidor, por exemplo, quando o ele foi criado o comércio em geral pensou que seria o caos e que a legislação iria acabar com muitas empresas. Ocorre que, agora, o CDC não é um empecilho que impede a livre iniciativa, mas uma forma de praticar uma atividade com segurança jurídica quanto ao que se pode e não se pode fazer. O mesmo ocorrerá, a nosso ver, com a lei de proteção de dados. Crypto ID: Qual a vantagem que as empresas podem aproveitar com esta lei? Márcio Cots: Há duas formas de ver uma legislação nova que regula um tema que até então não havia sido regulamento. Existe a visão de que aquilo é uma barreira e a visão de que aquilo é uma segurança para o seu negócio. Não gostamos muito de tratar a questão como se

Estudo da Accenture alerta marcas sobre aumento da lacuna entre as expectativas do consumidor e a realidade da personalização

Levantamento revela que empresas precisam migrar da comunicação para a conversação, a fim de oferecer experiências mais personalizadas aos clientes São Paulo, 12 de julho de 2018 – Consumidores consideram as experiências digitais aquém do esperado e preferem consumir marcas que lançam mão da personalização. Esse é um dos resultados do estudo 2018 Personalization Pulse Check, realizado pela Accenture Interactive. Segundo o levantamento, 91% dos consumidores têm maior propensão a consumir marcas que os reconheçam e se lembrem deles, oferecendo propostas e indicações relevantes. A versão 2017 do Personalization Pulse Check havia concluído que o maior desafio das empresas era o “peso da escolha” – ou seja, aprender como atender cada cliente de forma única. Os dados deste ano mostram que não houve alívio no peso da escolha – a verdade é que as experiências estão piores. O relatório afirma que quase metade (48%) dos consumidores já saiu de um site e decidiu comprar de outro fornecedor por conta da baixa qualidade da experiência de compra, comparado a 40% ano passado. O estudo indica soluções práticas que ajudam a melhorar o desempenho das marcas quando se trata de personalização, incluindo uma comunicação aberta e de duas vias, confiança e transparência na gestão de dados pessoais e uma abordagem mais descolada e menos intimidadora quando se trata de experiências.  Marcas devem possibilitar um diálogo aberto  O estudo conclui que os consumidores não estão atrás de marcas que definam suas jornadas; eles querem marcas que desenvolvam experiências que os ajudem a criar suas próprias jornadas. A mudança fundamental dos meios tradicionais de comunicação para conversas interativas possibilitará aos profissionais da área atingir novos níveis de personalização, confiança e experiências significativas. A maioria das marcas tenta prever a jornada do cliente para então criar experiências personalizadas, quando esse tipo de abordagem é difícil de escalonar. O estudo também descobriu que 75% dos consumidores gostariam de criar e gerir um “perfil de estilo” ou um perfil de vida e que esses dados poderiam ser usados pelas marcas para uma curadoria melhor de experiências e recomendações. “Muitas vezes os clientes se sentem sobrecarregados de escolhas, para depois se desiludirem com a oferta de experiências pouco personalizadas em suas interações com as marcas. Mas existe uma solução simples, que é a criação de um diálogo digital contínuo e aberto”, informa Jeriad Zoghby, líder global de Personalização da Accenture Interactive. “Assim, o controle da experiência passa para as mãos do consumidor, possibilitando às marcas uma escuta mais efetiva e possibilitando aos clientes o acesso ao que eles querem, seguindo suas próprias condições. Isto não resulta apenas numa experiência significativamente melhor para o indivíduo, mas é a forma mais efetiva para as marcas que desejam multiplicar experiências individuais cada vez mais personalizadas”. Quando se trata de dados, transparência e confiança são essenciais  O estudo também mostra que os consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados e raramente têm a sensação de que a abordagem das empresas seja invasiva – mas eles perdem a confiança assim que as marcas ultrapassam os limites desse relacionamento. Entre os pesquisados, 73% dos consumidores afirmam que nunca foram abordados por nenhum varejista ou prestador de serviço de forma excessivamente personalizada. E entre os 27% que afirmam ter passado por experiências invasivas, 64% se sentiram desconfortáveis porque não estavam cientes do uso que as marcas fariam de suas informações. A conclusão? Transparência é essencial. “É natural que as marcas exagerem na obtenção de dados e, mesmo que eles sejam essenciais para a personalização das experiências, seria melhor se focassem o desenvolvimento de experiências incríveis e a alavancagem dos dados fornecidos diretamente pelo consumidor”, explica Zoghby.  Seja descolado, não seja estranho O estudo perguntou aos consumidores se eles acham certas abordagens estranhas ou descoladas, como e-mails com pedidos de desculpas por conta de uma experiência on-line negativa ou vendedores munidos de todo o histórico das suas compras recentes. Os dados revelam que o uso dos dados de localização do consumidor para ofertas personalizadas é considerado invasivo. Entre os consumidores, 41% acham estranho receber uma mensagem de uma marca ou varejista quando estão passando em frente à loja física. 40% dos consumidores acham estranho receber uma mensagem ao passar em frente a uma loja E 35% se incomodam ao receber anúncios de itens pesquisados no site de alguma marca em suas redes sociais. Os entrevistados gostam de receber e-mails das marcas pedindo desculpas por uma experiência ruim em uma de suas lojas físicas ou online (45%) ou de ver mensagens de desculpas publicadas no site da marca (41%).  Metodologia A Accenture Interactive entrevistou 8 mil consumidores na Alemanha, Canadá, Espanha, EUA, França, Itália, Suécia e Reino Unidos sobre suas preferências e expectativas em relação à interação com marcas, varejistas e prestadores de serviços. A pesquisa foi aplicada em novembro de 2017.  Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com 449 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Informações para a imprensa: Accenture Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com Burson-Marsteller Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Mônica Baldani – (11) 3040-2390 | monica.baldani@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bm.com

Cognizant inaugura Delivery Center em São Paulo

Novo espaço vai impulsionar a geração de empregos, visto que há oportunidade para 400 vagas São Paulo, julho de 2018 – A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, anuncia a expansão de suas operações na América Latina com a abertura de um novo Delivery Center em São Paulo. Com espaço para mais 400 novas posições de trabalho, o Delivery Center será responsável pela entrega de projetos no Brasil e na América Latina das três grandes linhas de serviços que a Cognizant possui: Digital Business, Digital Operations e Digital Systems and Technologies. O objetivo desse investimento é oferecer o suporte adequado à crescente demanda por negócios digitais da empresa, provenientes da expertise da Cognizant em prover serviços tecnológicos e consultoria de alto valor agregado para diversos setores da economia. “O investimento no novo centro de entregas, um espaço moderno, com arquitetura despojada, reafirma o compromisso da Cognizant com nossos clientes, colaboradores e com o País, no que diz respeito à geração de empregos”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil. A Cognizant Brazil oferece soluções para clientes dos setores financeiro, de seguros, saúde, farmacêutico, manufatura, varejo, bens de consumo e tecnologia, ajudando a transformar os negócios, os modelos operacionais e de tecnologia desses clientes na era digital. Sobre a Cognizant A Cognizant (NASDAQ-100: CTSH) é uma das empresas líderes mundiais em serviços profissionais que transporta os modelos de negócios, operacional e de tecnologia de seus clientes para a era digital. Nossa abordagem consultiva única, baseada em profundos conhecimentos das indústrias em que atuamos, auxilia clientes a visualizar, construir e administrar negócios cada vez mais inovadores e eficientes. Com sede nos Estados Unidos, a Cognizant ocupa a 195ª colocação no ranking da Fortune 200 e é consistentemente listada entre as empresas mais admiradas do mundo. Veja como a Cognizant ajuda clientes a ser líderes no mundo digital em www.cognizant.com, ou siga-nos: @Cognizant. Informações para a imprensa – Cognizant Diana Carvalho – dianacarvalho@rp1.com.br Luciana Lima – lucianalima@rp1.com.br Amanda Geroldo – amandageroldo@rp1.com.br RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br

Accenture Interactive leva para casa o Grand Prix de Cannes na categoria Creative Data por “JFK Unsilenced”

Rothco ganhou sete Leões por sua campanha de inteligência artificial que deu voz a John Kennedy São Paulo, 25 de junho de 2018 – Durante a cerimônia do Festival Internacional de Criatividade de Cannes do último dia 21, a Accenture Interactive conquistou o Creative Data Grand Prix por sua campanha baseada em inteligência artificial ‘JFK Unsilenced’, criada para o The Times / News Reino Unido & Irlanda. Trata-se do sétimo Leão da semana, em quatro categorias. Criada pela Rothco, pertencente à Accenture Interactive, a campanha lançou mão de tecnologia especial de IA para criar o discurso que o 35º presidente dos EUA deveria ter feito em Dallas no dia de seu assassinato – o discurso do Trade Mart de Dallas. O Leão em Creative Data celebra a interação de ideias e informações – mostrando como a execução de uma campanha foi melhorada ou impulsionada pelo uso, interpretação, análise ou aplicação criativa de dados. “Receber o Grand Prix por ‘JFK Unsilenced’ reforça a influência crescente da IA na produção de grandes experiências hoje, não apenas no futuro”, afirma Brian Whipple, CEO da Accenture Interactive. “Ele representa uma nova era para os criativos, na medida em que eles buscam a melhor forma de trabalhar lado a lado com a tecnologia, dando vida a histórias e redefinindo o significado da criatividade”. “’JFK Unsilenced’ celebra a agregação de dados como uma forma de arte e ciência”, completa Patrick Hickey, CEO da Rothco. “Na maioria dos casos, dados aprimoram as histórias; aqui, eles tornaram a história possível. Com o uso de tecnologia avançada de áudio, o discurso nunca feito por JFK cativa uma nova geração, 55 anos depois. Esse trabalho combinou dados, criatividade e tecnologia com grande impacto humano, e estamos felizes com o reconhecimento desse trabalho pelo Grand Prix”. Ao todo, a campanha ganhou sete Leões ao longo da semana, nas seguintes categorias: Grand Prix: categoria Creative Data Ouro, categoria Radio & Audio: Innovation – Use of Audio Technology Prata, categoria Radio & Audio: Área: Media/Entertainment Prata: categoria Digital Craft – Technological Achievement Prata: categoria Film Craft – Sound Design Bronze: categoria Radio & Audio – Sound Design Bronze: categoria Digital Craft — Music / Sound Design A equipe da Rothco sobe ao palco durante a cerimônia de Creative Data do Festival de Cannes em reconhecimento à campanha ‘JFK Unsilenced’ Lançada em março passado, a peça ‘JFK Unsilenced’ gerou mais de 4.500 inscrições nos veículos The Times & The Sunday Times, além de alcançar 51 milhões de usuários do Twitter e um bilhão em impressões de mídia globais. Muitos concorrentes do The Times cobriram a campanha, incluindo os veículos The Guardian, Daily Mail, The Sun, The Daily Mirror, The Washington Post, The Independent, The Evening Standard, e muitos outros. A técnica de áudio inovadora da campanha foi adotada por empresas do mundo todo, ajudando portadores de esclerose lateral amiotrófica (ELA) a redescobrirem suas vozes. Ao longo de oito semanas, a Rothco (com apoio de seus parceiros no The Times / News Reino Unido & Irlanda e CereProc), analisou 831 discursos e entrevistas de John F. Kennedy e, por meio de um processo complexo de engenharia de som, o mundo pode ouvir o discurso que seria proferido no Trade Mart de Dallas – na voz do ex-presidente, pela primeira vez Os prestigiados Leões de Cannes marcam os primeiros prêmios da Accenture Interactive nas categorias Grand Prix, Ouro e Prata, reforçando estrategicamente suas capacidades criativas como parte de sua oferta de experiências do cliente de ponta a ponta. “Estamos muito felizes por esse novo reconhecimento das nossas contribuições pelo júri de Cannes como parte de um novo momento da indústria”, afirma Anatoly Roytman, diretor executivo da Accenture Interactive. “Os prêmios conquistados na última semana comprovam que nosso novo modelo de agência – que combina criatividade com consultoria de negócios e tecnologia – já chegou ao mercado entregando experiências de clientes inovadoras. Esperamos comemorar muitas outras conquistas em toda a família Accenture Interactive”. Os Leões conquistados em Cannes são os últimos em uma lista de reconhecimentos por ‘JFK Unsilenced’. Em maio, a Rothco ganhou dois Lápis de Ouro no One Show em Nova York e, em abril, a campanha levou três Lápis no D&AD em Londres. Celebrando a criatividade desde 1954, o Festival Internacional de Criatividade de Cannes é considerado a vitrine mais importante para as áreas de publicidade e criatividade do mundo. A 65a edição anual recebeu mais de 32 mil inscrições do mundo todo. Nota à Imprensa: Assista ao vídeo: https://youtu.be/PvbdnTIzM4Q Para baixar arquivos de vídeo e imagens, acesse: https://wetransfer.com/downloads/2facecee478e051af7e1c8ece4d796f920180620083848/b78268   Sobre a Rothco Ao longo dos últimos 23 anos, a Rothco tornou-se a agência criativa líder na Irlanda, mas ela sempre teve o desejo de conquistar o mundo. Prova disso são as campanhas produzidas para 23 mercados, para marcas como Heineken, Aon, Unilever, AIB, Hailo/MyTaxi, Rory McIlroy Inc., Kodak e Tesco. O trabalho da agência foi reconhecido mundialmente por prêmios como Cannes Lions, D&AD, Clio Sports, New York Festivals, EPICA, The Marketing Society (Reino Unido), The Webbies, The Mashies, MIDAS, ICAD, The FAB Awards, IMC’s, Sharks Awards e o cobiçado AdFx Grand Prix. No início de 2018, a agência foi adquirida pela Accenture Interactive e seus planos ganharam horizontes mais amplos. Para mais informações, acesse www.rothco.ie ou siga @rothco. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders.  Com mais de 442 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com. Sobre a Accenture Interactive A Accenture Interactive ajuda as principais marcas mundiais a transformar suas

Assistente Virtual Inteligente para Vendas: sua empresa precisa adotar essa estratégia!

Por Marildo Matta, Diretor de Inteligência Artificial da Plusoft Você já imaginou se seus clientes não precisassem mais enfrentar filas para comprar algo? Ou, melhor, já cogitou a ideia do atendimento do e-commerce de sua empresa ser totalmente automatizado por meio de um Assistente Virtual Inteligente (AVI) para Vendas? Embora ainda pouco adotado pelas corporações, a tecnologia está sendo muito usado no comércio online. Diante da rotina atribulada e da falta de tempo, os consumidores optam a cada dia mais por realizar suas compras via internet. Segundo dados do relatório da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro deve crescer 15% em 2018, comparado ao ano passado. Com previsão de faturamento de R$ 69 bilhões, a ABComm estima que podem ser registrados mais de 220 milhões de pedidos nas lojas virtuais neste ano, com um tíquete médio de R$ 310. Aumentando em três vezes a taxa de conversão das vendas em comparação com o atendimento realizado por humanos, o AVI direcionado para o e-commerce tem inteligência para realizar desde uma venda direta até a finalização de uma negociação, ao analisar que o score de crédito do consumidor é positivo. Além disso, a tecnologia também faz cross selling e up selling, oferecendo opções personalizadas aos clientes, baseadas nas informações de consumo e preferências de cada consumidor. O Assistente Virtual Inteligente ainda é capaz de atender um grande volume de solicitações, interagir com os clientes de forma ativa e receptiva e ainda realizar diversas funções ao mesmo tempo. E as vantagens vão além, ao identificar que o cliente está com histórico de crédito negativo, o AVI está apto para negociar a dívida ou, se for necessário, transferir para um operador humano dar continuidade ao atendimento. A automação de processos tem trazido mais agilidade e assertividade para as empresas na hora da venda, além de estar sempre à disposição dos consumidores, não tendo mais a questão do horário comercial como entrave na comunicação empresa-público. De acordo com um estudo da Forrester Research, 65% dos consumidores preferem ser atendidos por um Assistente Virtual Inteligente, também chamado de chatbot avançado, ao invés de ter que aguardar em uma fila de espera. A pesquisa também aponta que 23% dos clientes desistem de efetuar uma compra se o canal estiver ocupado. Em termos de relacionamento com o público, com o programa implementado, as companhias têm uma redução de custos na operação estimada em até 80% e diminuem em até 15% o Tempo Médio de Atendimento (TMA). Então, os operadores de atendimento passam a ser acionados somente em casos estratégicos, complexos ou imprevistos. Diante dessas vantagens, é notório que as empresas que implementam o software tanto na área de vendas quanto na de atendimento melhoraram sua imagem perante os consumidores, principalmente pelo fato de reduzirem o tempo de andamento das demandas – seja para concluir uma venda ou para esclarecer uma dúvida. Quem aproveitar o início dessa tendência terá grande vantagem competitiva e se destacará no mercado. Afinal, a possibilidade de ter o seu melhor vendedor disponível 24 x7 já é uma realidade.   PLANIN – Assessoria de Imprensa da Plusoft Angélica Consiglio, Beatriz Imenes e equipe – www.planin.com Contato: Caroline Belleze – (11) 2138-8920 E-mail: plusoft@planin.com

Agro sem tecnologia e gestão não é negócio

Anaías Hafemann* Blumenau, 20 de junho de 2018 – A palavra “agronegócio” vem do inglês agrobusiness. E, como um negócio, engloba todo o conjunto produtivo da cadeia agrícola, desde o plantio até a comercialização, desde as grandes indústrias ao pequeno agricultor – aquele que planta para uso familiar e para vender o excedente na feira-livre da cidade, por exemplo. Todos estão inseridos na cadeia do agronegócio, mesmo que seja em apenas uma de suas muitas etapas. Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade. A redução de custos pode ser considerada uma das mais importantes pois impacta diretamente o fluxo de trabalho do produtor rural. Hoje, por exemplo, um agricultor investe cerca de 15 a 30% do custo total de combustível apenas para deslocar equipamentos – ou seja, se ele paga mil reais de combustível, poderá gastar até R$ 300 só em deslocamento. O agronegócio ainda tem outra particularidade: a sazonalidade. Como um todo, o cenário da agricultura muda a cada sete anos, aumentando ou diminuindo a sua lucratividade. Em alguns anos culturas específicas como o café ou o milho estão muito boas, porém no ano seguinte esse quadro pode mudar completamente. Sem uma gestão adequada, essa oscilação pode ser muito prejudicial ao agricultor, uma vez que ele precisa saber como e quanto poupar durante as safras positivas, para que o período de baixa não traga tanto prejuízo. Quando as boas safras retornam ele consegue se recuperar mais rápido, em um negócio verdadeiramente sustentável. Por isso, os programas de gestão voltados ao campo tem de ser práticos, intuitivos, fáceis e englobar tudo isso, para que o produtor possa reduzir os custos e maximizar o lucro. Para falar de produtividade, precisamos ainda olhar para a evolução da tecnologia no agronegócio. Hoje, o produtor rural investe em drones para fazer leituras de campo, em máquinas que fazem a colheita de forma automática e em uma série de outras inovações, mas muitas vezes ainda lhe falta a gestão e o controle de toda essa produção. Não adianta ter máquinas coletando informações e mandando tudo para a nuvem, se não há quem ou algo que transforme esses dados em subsídios a serem usados no campo. Recentemente, um cliente da Senior nos procurou e pediu uma solução de gestão por metro quadrado. Ouvimos esse conceito pela primeira vez em junho do ano passado e ficamos boquiabertos. Estamos falando de um grande produtor, com 140 mil hectares, que pediu diretamente “uma gestão do espaço por metro quadrado”. Aí você pensa no tamanho de um hectare, que equivale a uma quadra em uma cidade. Então ele tem 140 mil quadras de propriedade e fala em administrar cada metro quadrado. Como isso é possível? Com tecnologia e gestão. É a única forma de conseguir fazê-lo. Um bicho de muitas cabeças chamado agronegócio Nós sabemos que lidar com o agronegócio não é fácil. Além das distâncias serem muito grandes, temos os desafios do dia a dia que fogem ao controle, como fenômenos climáticos, pestes e parasitas que podem comprometer toda uma safra, então tudo tem de estar muito bem controlado, do ponto de vista do negócio, e a administração gerencial deve ser minuciosa em cada etapa da cadeia. Por consequência, a tecnologia deve refletir essa demanda. Hoje, ao utilizar aplicativos e programas de gestão, um produtor consegue visualizar o total de hectares plantados, sua produtividade por fazenda e/ou por área plantada, a média de sacas por hectare e os mapas com as áreas separadas por atividade, entre outras funções, visualizando onde estão os problemas, onde a produtividade está maior ou menor, e o que precisa ser feito. Outro fator muito importante – e que muitas vezes é negligenciado – é a gestão multimoeda. Por exemplo, se o cliente tem muitas compras em dólar e poucas vendas na mesma moeda, o programa de gestão deve avisar a probabilidade de déficit, a fim de que o produtor tenha tempo de rever contratos e atividades, para não ficar exposto e suscetível àquela moeda. Por mais tecnológico que seja seu produto, não se pode esquecer que o agricultor ainda preza muito a parceria, confiança e o aperto de mão com “olho no olho”. Então é necessário conhecer o cenário e o histórico de cada empresa com que se faz negócios – novos ou já existentes. Uma breve história do agro no Brasil O agronegócio evoluiu muito nos últimos 40 anos. Tudo começou quando os imigrantes vieram para o Brasil e trouxeram todo o conhecimento europeu de agricultura. Então ele surgiu no Sul do país e seguiu para outros Estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Se você colocar toda essa trajetória no papel, a evolução do campo deu um salto desde os anos 80. Apenas nos últimos vinte anos, o agronegócio cresceu 37% em área e 176% em produção. Nos próximos dez anos, a projeção de crescimento é de cerca de 15% em área e 30% em produção. Ou seja, o agro consegue usar cada vez menos área e aumentar cada vez mais a produtividade. Isso que ainda temos dezenas de milhões de hectares a serem explorados no Brasil. Em 2050, seremos 9,6 bilhões de pessoas e o Brasil será responsável por 40% do mercado de agronegócio do mundo. Seremos o celeiro do mundo. Então sempre haverá investimento nesse negócio. Não importa qual é a sua linha dentro do agro: pode investir nesse segmento que as oportunidades certamente chegarão. *Anaias Hafemann é especialista de Agronegócios da Senior, uma das maiores empresas especializadas em tecnologia para gestão do País. + senior.com.br  Certificada como Great Place to Work® 2018, a Senior acredita na inovação, na colaboração, no conhecimento e na diversidade de talentos. Referência nacional em tecnologia para gestão, a companhia tem um dos mais completos portfólios para alta performance, oferecendo soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, de Relacionamento com Clientes, de Supermercados e Gestão de Acesso

SAP e Accenture vão desenvolver soluções de planejamento para manufatura baseadas em SAP S/4HANA

Empresas querem ajudar a viabilizar cadeias digitais de suprimentos e reduzir custos  São Paulo, 20 junho de 2018 – A SAP e a Accenture anunciaram que vão coinovar, desenvolver e comercializar em conjunto soluções ampliadas de planejamento baseadas no SAP S/4HANA para o setor de manufatura. Essa cooperação vai expandir os recursos do SAP S/4HANA e ajudar as empresas a otimizar o retorno sobre o investimento (ROI) por meio de cadeias digitais de suprimentos em tempo real mais ágeis. Jaime Muller, COO da SAP Brasil, destaca que essa parceria vai expandir o portfólio de soluções cooperadas desenvolvidas sobre SAP S/4HANA. “Trabalhando com a Accenture, pretendemos oferecer aos clientes novas capacidades de planejamento interessantes, com capacidade para dar respostas e garantir a visibilidade sobre cadeia de suprimentos em tempo real, de ponta a ponta”. Os softwares desenvolvidos em conjunto vão aumentar a oferta da SAP para cadeias digitais de suprimentos e planejamento. Eles estenderão os recursos de planejamento Demand Driven MRP com funcionalidades de planejamento de requisitos de materiais (Materials Requirements Planning – MRP) no SAP S/4HANA. Isso ajudará a gerar simulações MRP rápidas e simples para análises e previsões, incluindo questões relacionadas à capacidade, demandas de componentes para negociações com fornecedores, gestão de mudanças e avaliação do impacto de alterações na demanda ou interrupções de fornecimento. A equipe de especialistas da Accenture fornecerá as melhores práticas, análises de casos de negócios e recursos de suporte para implantação para acelerar a adoção do Demand Driven MRP no espaço de gestão de cadeias de suprimentos. “Como os consumidores de hoje esperam contar com prazos de espera cada vez mais curtos e maior flexibilidade ao encomendar produtos, é hora de as empresas mudarem o status quo”, afirma Eric Schaeffer, diretor administrativo sênior e chefe da prática Industrial da Accenture. “Trabalhando com a SAP em iniciativas de desenvolvimento e combinando o poder do SAP S4/HANA com o conhecimento de mercado e as melhores práticas da Accenture, podemos ajudar os clientes a se transformarem em empresas inteligentes, enxutas e ágeis que terão mais controle e clareza sobre suas operações”. Para Carlos Eduardo Zeidler, diretor executivo da Accenture Technology para a América Latina, “a iniciativa ajuda as empresas a atenderem às novas e complexas expectativas dos clientes, que se tornam cada vez mais exigentes”. Segundo ele, a combinação de tecnologia de ponta com visão estratégica diminuirá a pressão que os principais executivos enfrentam hoje, permitindo que as ações sejam voltadas para o aprimoramento dos negócios e a geração de valor. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders.  Com mais de 442 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com.    Sobre a SAP Como líder do mercado mundial de aplicações de software empresarial, a SAP (NYSE: SAP) ajuda organizações de todos os tamanhos e setores do mercado a funcionar melhor. Ao abranger desde a operação à análise executiva e desde desktops até dispositivos móveis, a SAP capacita pessoas e empresas a trabalharem juntas e a explorarem negócios com mais eficiência para se manterem à frente da concorrência. Os serviços e aplicações da SAP dão a mais de 388 mil clientes no mundo condições para operar, decidir, adaptar-se continuamente e crescer de forma sustentável. Para obter mais informações, acesse www.sap.com. Visite a Central de Notícias da SAP. Siga a SAP no Twitter usando @sapnews.