WINNING THROUGH CHANGE IN THE DIGITAL ECONOMY
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TIVIT expande atuação na América Latina e abre filiais no México, Bolívia e Paraguai
A multinacional brasileira de soluções digitais passa a ter presença em dez países A TIVIT, multinacional brasileira, líder em soluções digitais, amplia sua atuação na América Latina com a abertura de mais três escritórios. A empresa, que já estava presente no Brasil, Chile, Colômbia, Peru, Argentina, Equador e Panamá, agora passa a ter operações no México, Bolívia e Paraguai, totalizando dez países. Com esse movimento, a companhia garantirá maior agilidade e flexibilidade aos contratos existentes e aos novos clientes na região, que atualmente corresponde a 15% das operações. A inclusão desses novos mercados faz parte do plano de expansão da TIVIT na região, que, desde 2014, vem promovendo investimentos, como a aquisição da Synapsis, empresa de tecnologia do Chile, que hoje já ocorre sob uma marca totalmente unificada. Dois anos depois, em 2016, a companhia investiu 32 milhões de reais no lançamento da sua nuvem própria na região, o TIVIT On Demand Cloud. “A América Latina tem um potencial de crescimento enorme e a TIVIT acredita que todo o conhecimento adquirido no mercado brasileiro, com um portfólio completo de soluções de digital business, pode suprir uma demanda importante em toda a região”, diz André Frederico, Chief Strategy Officer (CSO) da TIVIT. Em 2017, a TIVIT criou sua área de negócio 100% dedicada a Digital Business e focada em tecnologias emergentes como IoT, Analytics e Smart Systems. Os investimentos da TIVIT na América Latina também vão ao encontro do momento positivo da empresa que, mesmo após um ano de situação econômica adversa, a cresceu 10% em seu faturamento e 30% no valor total de contratos assinados em relação aos anos anteriores. “Temos boas expectativas e estamos preparados para apoiar marcas com potencial de expansão. Nossa atuação local fortalece nosso atendimento adequado a realidade de cada região”, acrescenta o CSO.
Projetos brasileiros de Blockchain Privada
Comunidade Hyperledger do Brasil foi criada em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília Encontro na última terça-feira , 20, à noite reuniu desenvolvedores e executivos de empresas para divulgar e desenvolver projetos de blockchain privada no país São Paulo, 23 de fevereiro de 2018 – Por volta de 140 executivos de negócios e desenvolvedores, divididos em São Paulo (90), Rio de Janeiro (30) e Brasília (21), reuniram-se nos auditórios da Oracle, no último dia 20 de fevereiro, para fundar a comunidade Hyperledger do Brasil no desenvolvimento de projetos de blockchain privada. O projeto é tornar o comunidade brasileira uma das três maiores do mundo em um ano. A abertura foi realizada, através de via videoconferência desde Los Angeles (EUA), para os três pólos brasileiros por David Huseby, security maven da comunidade Hyperledger, da Fundação Linux. Ele fez uma apresentação do consórcio Hyperledger que conta com 130 empresas parceiras, entre elas, a Sempre IT, primeira empresa parceira do consórcio no país. Huseby explicou o funcionamento da comunidade aberta no Meetup- hoje são 98 em 45 países – sobre os grupos de pesquisa, de educação, de desenvolvimento colaborativo e apresentou os diferentes frameworks e ferramentas, como Fabric, Iroha, Sawtooth, Burrow, Indy, Cello. Aproveitou para dizer que os projetos de finanças, saúde e supply chain têm se destacado com o uso da plataforma Hyperledger. O primeiro painel teve moderação de Bernardo Madeira, da Smartchains e participação de Gabriel Aleixo do ITS/Rio e A StarLabs; Percival Lucena, da IBM Research Brasil; Courtney Guimarães, Mar Ventures e Fernando Lemos, da Oracle. Os participantes destacaram que a tecnologia blockchain terá o mesmo impacto que a internet teve no mundo e muitos deles falaram sobre a importância da formação dos desenvolvedores para atuarem no mercado de trabalho de blockchain, pois esta tecnologia deve gerar uma forte demanda nos próximos três anos para desenvolvimento de redes permissionadas na transformação digital das empresas. Depois do debate, veio o painel técnico, muito aguardado pelos participantes. Os executivos da Sempre IT, Thiago Azevedo, CTO, e Evandro Franco, líder técnico de blockchain, apresentaram na prática como construir um blockchain em Fabric, simulando ao vivo para a plateia como construir uma blockchain privada e o desenvolvimento de um smart contract, baseada no Hyperledger Fabric e quais são os desafios e considerações durante o desenho da solução. A Sempre IT fez um tutorial básico Hyperledger no YouTube. Após os painéis, houve um momento de networking entre os participantes e painelistas. As apresentações e vídeo da aula serão disponibilizadas no MeetUp da Hyperledger. Sobre a Sempre IT Consultoria brasileira de tecnologias disruptivas, focada em Transformação Digital. Com sede em São Paulo, a Sempre IT foi criada por especialistas em TI do setor financeiro e seguros. É a parceira pioneira no Brasil da Hyperledger no desenvolvimento de soluções de blockchain privada. Atua na habilitação e aceleração no processo de adoção de TI Bimodal, guia e implantação de soluções Cloud Services e práticas de DevOps. Para saber mais, visite Sempreit.com.br Sobre Hyperledger A Hyperledger é um esforço colaborativo de código aberto criado para o avanço das tecnologias de blockchain das inter-indústrias. É uma colaboração global, incluindo líderes de finanças, bancos, Internet das Coisas, cadeia de suprimentos, manufatura e Tecnologia. A Fundação Linux hospeda a Hyperledger. Para saber mais, visite: https://www.hyperledger.org/.
Para diretor do MCTIC, investimentos em banda larga impulsionaram acesso à internet
O Brasil registrou 116 milhões de pessoas conectadas à internet em 2016, o que equivale a 64,7% da população. Em 2015, os brasileiros com acesso à internet somavam 102,1 milhões ou 57,5% da população. Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgados nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O levantamento apurou o uso da internet pelo menos uma vez nos 90 dias que antecederam a data de entrevista ao longo do último trimestre de 2016. Desse total, 94,6% acessaram a rede por telefone celular e 63,7% por computador. Entre os usuários, 94,4% usaram a internet para trocar mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos. “O alcance de 95% do celular é reflexo do forte investimento das operadoras nas redes 3G e 4G e de uma série de políticas regulatórias executadas pela Anatel, que permitiram ao Brasil ter um nível de concorrência no mercado de telecom entre os mais altos do mundo”, avaliou o diretor do Departamento de Banda Larga do MCTIC, Artur Coimbra, que participou da divulgação no Rio de Janeiro. A pesquisa revela ainda que o acesso à internet foi menor nas regiões Nordeste (52,3%) e Norte (54,3%), e que a proporção de mulheres conectadas (65,5%) era superior a dos homens (63,8%). “Na região Norte, boa parte da falta de acesso à rede em casa se dá pela falta de cobertura. É um problema da região, que possui grandes distâncias, densidade demográfica baixa, dificuldades de construção de rede. Daí a importância do Satélite Geoestacionário da Telebras, que permite levar a internet a regiões isoladas”, explicou Coimbra. “No Nordeste, a principal barreira apontada para a falta de acesso é o custo. Esse é um reflexo da renda média e também da carga tributária, que no Brasil chega a 40% a 50% do preço do serviço. A alíquota média do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é de 28%, percentual que é descolado da realidade dos outros países do mundo. Esses fatores encarecem e dificultam o acesso ao serviço.” Em relação à faixa etária, o acesso cresce com o aumento da idade. Segundo o levantamento, quem tem entre 18 e 24 anos realizou mais conexões (85%) em 2016. Já as pessoas com mais de 60 anos conectaram menos a rede (24,7%). Finalidade Além do uso para troca de mensagens, a Pnad apurou que 76,4% dos usuários acessaram a internet para assistir a vídeos, programas, séries e filmes e 73,3% para realizar chamadas de voz ou vídeo. O envio de e-mails foi a finalidade de 69,3% dos que acessaram a rede de 2016. Banda larga A banda larga foi utilizada por 99,6% dos entrevistados para acessar a internet, enquanto apenas 0,9% usaram conexão discada. A banda fixa apareceu em 81% das respostas, e a móvel em 76,9%. Dos acessos únicos, 21,5% fizeram apenas por banda larga fixa e 17,4% somente por banda larga móvel.
Microsoft estuda DIDs – Identificadores descentralizados e ID Hubs na Blockchain
Aex Simons, diretor de gerenciamento de programas, Microsoft Identity Division escreveu essa semana um artigo sobre o futuro das identidades digitais publicado no Blog da Microsoft. A Divisão de Identidade da Microsoft acredita que a blockchain é a solução correta para armazenar, manter, proteger e distribuir a informação de identificação dos usuários em um ambiente inviolável e descentralizado Com o objetivo de melhorar a privacidade, segurança e controle de dados pessoais a Microsoft vem ao longo dos últimos 12 meses, investimos na incubação de um conjunto de ideias para o uso do Blockchain (e de outras tecnologias de razão distribuída) para criar novos tipos de identidades digitais, identidades projetadas desde sua criação. Estamos bastante entusiasmados com o que aprendemos e com as novas parcerias que formamos no processo. Hoje estamos aproveitando a oportunidade para compartilhar nosso pensamento e direção”, escreveu Alex Simosn Veja a seguir algumas das principais conclusões da Microsoft e alguns dos princípios utilizados para impulsionar os investimentos da Cia nesta área. O mundo está passando por uma transformação digital global onde a realidade digital e física pertence a um único modo de vida moderno e integrado. Este novo mundo precisa de um novo modelo de identidade digital, que melhore a privacidade e a segurança individuais em todo o mundo físico e digital. A Microsoft já possui sistemas de identidade na nuvem, mas a Cia busca agora identificadores descentralizados (DIDs). Algumas blockchains públicas (Bitcoin, Ethereum, Litecoin) fornecem uma base sólida para rootear DIDs, registrar operações DPKI e atestados de ancoragem”, afirma Ankur Patel, da Divisão de Identidade da Microsoft. A Microsoft acredita que é essencial para os indivíduos possuírem e controlarem todos os elementos de sua identidade digital. Ao invés de conceder amplo consentimento a inúmeras aplicações e serviços, e terem seus dados de identidade espalhados por vários provedores. Os indivíduos precisam de um hub digital criptografado e seguro, onde possam armazenar seus dados de identidade e facilmente controlar o acesso a ele. A incubação de identidade descentralizada da Microsoft é um esforço que visa possibilitar experiências mais ricas, aumentar a confiança e reduzir riscos ao mesmo tempo em que habilita cada pessoa a possuir e controlar sua Identidade Digital. Aprendizado 1. Possuir e controlar sua Identidade Os usuários precisam se apropriar de sua identidade. Depois de examinar sistemas de armazenamento descentralizados, protocolos de consenso, Blockchains e uma variedade de padrões emergentes, a Microsoft acredita que a tecnologia e os protocolos de blocos são adequados para habilitar IDs descentralizados (DID). 2. Privacidade por design, construído desde o início Precisamos de um hub digital criptografado seguro (ID Hubs) que possa interagir com os dados do usuário, ao mesmo tempo em que honra a privacidade e o controle do usuário. 3. A confiança é obtida por indivíduos, construídos pela comunidade Os sistemas de identidade tradicionais são principalmente voltados para a autenticação e gerenciamento de acesso. Um sistema autônomo de identidade tem seu foco na autenticidade e pode estabelecer a confiança com a comunidade. Em um sistema descentralizado, a confiança é baseada em atestados: reivindicações que outras entidades endossam – o que ajuda a provar as particularidades da identidade de alguém. 4. Aplicativos e serviços criados com o usuário no centro Os aplicativos e serviços mais populares hoje são aqueles que oferecem experiências personalizadas para seus usuários, obtendo acesso à informação de identificação pessoal do usuário. DIDs e ID Hubs podem permitir que os desenvolvedores tenham acesso a um conjunto de atestados mais precisos, ao mesmo tempo em que reduzem os riscos legais e de conformidade processando essas informações, em vez de controlá-las em nome do usuário. 5. Fundação aberta e interoperável Um ecossistema de identidade descentralizado robusto que seja acessível a todos deve ser construído em tecnologias padrão de código aberto, protocolos e implementações de referência. A Fundação de Identidade Descentralizada (DIF) desenvolveu, de forma colaborativa, os seguintes componentes: – Identificadores descentralizados (DIDs) – uma especificação W3C que define um formato de documento comum para descrever o estado de um Identificador Descentralizado – Hubs de Identidade – um armazenamento de dados de identidade criptografado que possui relé de mensagem / intenção, gerenciamento de atestados e pontos finais de computação específicos da identidade. – Universal DID Resolver – um servidor que resolve DIDs em Blockchain – Credenciais verificáveis – uma especificação W3C que define um formato de documento para codificação de atestados baseados em DID. Segundo ainda o Blog da Microsoft, a rede Blockchain é formada predominantemente por iniciantes que investem seu tempo, esforço e energia gerenciando chaves e dispositivos de proteção. Porém, gerenciar identidades não é algo que pessoas comuns possam lidar, ressalta a Microsoft em seu artigo. Precisamos fazer desafios de gerenciamento de chave, como recuperação, rotação e acesso seguro, intuitivos e à prova de falsidade. Hoje, o aplicativo Microsoft Authenticator já é usado por milhões de pessoas para provar sua identidade todos os dias. Na próxima etapa, a Cia pretende adicionar a funcionalidade para gerenciamento de Identidades descentralizadas. A ideia é que após o consentimento do indivíduo, o Microsoft Authenticator poderá atuar como seu “Agente de Usuário” para gerenciar dados de identidade e chaves criptográficas. Neste projeto, apenas o ID está enraizado na cadeia. Os dados de identidade são armazenados em um Hub de identificação fora da cadeia (que a Microsoft não pode ver) criptografado usando essas chaves criptográficas. Uma vez adicionada essa capacidade ao Microsoft Authenticator, os aplicativos e serviços poderão interagir com os dados do usuário por meio de um canal de mensagens comum solicitando o consentimento em etapas. A Microsoft diz que, inicialmente, vão apoiar um grupo seleto de implementações DID em blocos e provavelmente adicionarão mais no futuro. *Alex Simons é diretor de gerenciamento de programas, Microsoft Identity Division no Azure Active Directory , Gestão de Identidade e Acesso , Anúncios , Tendências da Indústria , Liderança do Pensamento escreveu essa semana um artigo sobre o futuro das identidades digitais publicado no Blog da Microsoft. Fonte: Com informações de Microsoft
Governo do Estado de São Paulo utiliza Blockchain
Governo do Estado de São Paulo utiliza Blockchain como espinha dorsal no projeto batizado de “Ilumina SP” Por Marcelo Creimer Marcelo Creimer Criptomoedas costumam ser imediatamente associadas a uma imagem de ganhos exorbitantes, bolha, temor ou amor. Entretanto, além do aspecto de investimento, elas tem o nobre propósito de fornecer o “gas” (literalmente, no caso do Ethereum) para a sustentação de diversos tipos de projetos. Para se utilizar a rede Ethereum há um custo por transação, pago na moeda Ether. O custo varia diretamente com a complexidade do seu smart contract. Para se fazer uma simples remessa de valores, a taxa é pequena; já para executar complexas regras de negócio de um supply chain, por exemplo, o custo é maior. A unidade de medida “gas” é utilizada para o cálculo da quantidade de Ethers necessários. Caso você envie a mais, você receberá o troco pela rede. Sua existência impede o abuso da rede Ethereum, assim como ataques de negação de serviços (DoS), já que qualquer transação é paga. IOTA – IOTA, blockchain voltado à IoT (Internet of Things) Outro exemplo é o IOTA. Sua finalidade é formar uma rede de dados, gerados por dispositivos eletrônicos, disponíveis para quem tenha interesse em consumí-los. Se você tem um sensor de temperatura informando periodicamente valores na sua região, estes dados podem interessar a uma empresa de previsão de tempo; esta empresa, então, pagaria você em IOTAs pelos dados por você disponibilizados. Telegram O Telegram, app concorrente do WhatsApp, anunciou sua própria plataforma blockchain e criptomoeda. A rede, que se chamará TON, usará a criptomoeda “Gram”. O Telegram foi criado na Rússia, e possui criptografia de ponta a ponta, tornando-se extremante útil para quem vive sob regimes opressivos, com a Rússia e o Irã (onde representa 40% de tráfego de toda a internet). Podendo-se agora transferir dinheiro pelo aplicativo, via Gram, o cidadão consegue driblar o controle do Estado. Governo do Estado de São Paulo Quer um exemplo mais perto da sua realidade? O governador do do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou em 14/12/2017 uma parceria com a empresa norte-americana CG/LA Infrastructure para modernizar a iluminação pública nos municípios paulistas. O projeto, batizado de “Ilumina SP”, terá como espinha dorsal um blockchain. A empresa irá estudar a estrutura de iluminação de algumas cidades para então propor melhorias. Uma entidade suíça criará em 2018 a criptomoeda BuildCoin para as atividades de desenvolvimento das soluções, financiamento de obras e construção de um meio de pagamento para o setor. Usando smart contracts entre os elos da cadeia, serão reduzidos os custos transacionais e será promovido um fundo de financiamento para as empreitadas registradas na plataforma sem a cobrança de juros. Entretanto, nem tudo são flores no mercado de criptomoedas Como em qualquer mercado, os golpistas estão agindo. Uma grande parte dos ICOs são referentes à embustes, já que investidores ávidos por embolsar lucros astronômicos – já obtido por seus colegas – compram criptomoedas sem a devida análise necessária. É um mercado que veio pra ficar, viabilizar projetos, pode funcionar como um bom investimento, mas é preciso saber aonde está se pisando. Mais que tudo, através dele, você pode apoiar uma causa ou projeto em que você acredita. *Marcelo Creimer eZly Tecnologia – Blockchain | IoT | Cognitive
TIVIT e Liga Ventures selecionam quatro startups para novo programa de aceleração focado em tecnologias emergentes
DataHolics, NeoMove, Hondana e Klooks foram as startups selecionadas para participar do Liga Emerging Technologies São Paulo, fevereiro de 2018 – A TIVIT, líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina, em parceria com a Liga Ventures, aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações, selecionou quatro startups dentre 200 para o Liga Emerging Technologies. O novo programa tem como objetivo prospectar, selecionar e acelerar startups focadas em tecnologias emergentes como Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Realidade Aumentada, Blockchain, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial aplicadas a diversos mercados. A escolha das startups aceleradas teve início em setembro de 2017. Cada uma delas passou por diversas avaliações e as ideias que possuíam mais sinergia com a TIVIT foram selecionadas para a última fase da seleção. Agora, as finalistas passarão por um processo de aceleração de quatro meses em São Paulo, e terão o apoio da rede de mentores da Liga Ventures, podendo utilizar a infraestrutura da aceleradora, além do contato direto com executivos da TIVIT, com o objetivo de explorar sinergias, buscar parcerias e oportunidades de negócios. As quatro startups selecionadas são DataHolics, focada em inteligência artificial e dados alternativos para diversas indústrias; NeoMove, data marketing company focada em estruturação e visualização de dados para o varejo; Hondana, que visa aumentar a performance de equipes comerciais e operacionais por meio de chatbot de treinamento aprimorado com inteligência artificial e Klooks, que estrutura dados com apoio de Data Mining e Machine Learning. Por meio da parceria com a Liga Ventures, a TIVIT busca startups com soluções que já tenham um protótipo funcional. “A TIVIT tem muito interesse neste mercado e está acompanhando de perto toda a movimentação. Muitas startups já nascem voltadas para tecnologias emergentes, e ao nos aproximarmos delas, temos a oportunidade de trocar experiências e aprendizado a fim de fomentar inovação e oferecer novas soluções para nossos clientes”, acrescenta Norberto Tomasini, diretor de Digital & Business Solutions Sales. Estudo pioneiro realizado pela Liga Ventures com apoio da TIVIT indica que o Brasil possui startups capacitadas a oferecerem soluções tecnológicas emergentes que irão impactar e revolucionar os modelos de negócios e sociedade no prazo de 5 a 10 anos. Dentre as startups analisadas: 25% investem na área de Internet das Coisas, 20% em Big Data e Analytics, 10% em Realidade Aumentada. O estudo ainda aponta que outras 9% das startups analisadas apostam no Blockchain e Criptomoedas, ficando Drones, Cleantechs & Smart Cities e Inteligência Artificial com 6%, 16% e 14% – respectivamente. Regionalmente, os estados de Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina concentram juntos mais de 50% das iniciativas. As tecnologias emergentes ou Emerging Technologies são inovações tecnológicas com potencial de transformação para a sociedade e os negócios em pouco tempo. “Essas inovações tecnológicas serão essenciais nos próximos anos, e um dos grandes objetivos do programa é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que as tecnologias emergentes estão trazendo para diversos setores”, conta Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures. Outras startups aceleradas Em 2017, a TIVIT também em parceria com a Liga Ventures acelerou outras cinco startups no programa Liga IoT, focado em startups voltadas a Internet das Coisas. Ao todo, foram inscritas 201 startups, sendo que 50 delas já realizaram entrevistas presenciais. Como critério de avaliação, além da capacidade de escalabilidade da solução, quesitos como estágio do produto e sinergia com a TIVIT, foram decisivos para a escolha das cinco startups aceleradas, sendo elas: Audio alerta, DEV Tecnologia, LoopKey, Nexxto e Ubivis. Sobre a Liga Ventures A Liga Ventures (liga.ventures) é uma aceleradora corporativa focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações. Possui programas de acelaração em parceria com empresas, como a TIVIT, Brink’s, GPA, Porto Seguro (Oxigênio Aceleradora), AES Brasil, EMBRAER, Cisco, Intel, Mercedes Benz, Eaton, Ticket Log, Sascar e Webmotors. Sobre a TIVIT A TIVIT é líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina. Com presença em sete países da região, a partir dos quais presta serviços para mais 35 países do mundo, a empresa é reconhecida por fazer a gestão de operações críticas para seus clientes com agilidade e flexibilidade. Todos os serviços da TIVIT – que incluem IT Services, Cloud Computing e Digital Business – atuam com base nos mais elevados padrões mundiais de qualidade, segurança e confiabilidade de processos e são suportados por 9 data centers, sendo 2 com 99,999% de disponibilidade. A TIVIT busca as melhores opções de tecnologia disponíveis no mercado para compor a melhor oferta de serviço de tecnologia para cada cliente, e atualmente suporta com excelência grandes bancos, seguradoras, empresas de cartões de crédito, indústrias, concessionárias de serviços públicos e varejo. Informações para a imprensa sobre a TIVIT Ideal H+K Strategies – (11) 4873-7900 – www.idealhks.com Milly Furquim – milly.furquim@idealhks.com – ramal 7956 ou (11) 98918.2955 Fernanda Vigna – fernanda.vigna@idealhks.com – ramal 7913 ou (11) 99649-5997 Tatiana Americano – tatiana.americano@idealhks.com.br – ramal 7926
Accenture lidera pesquisa do Everest Group em terceirização de processos financeiros e contabilidade
Baseada em crescimento anual de faturamento e novos contratos, companhia obtém classificação Star Performance SÃO PAULO, 19 de janeiro de 2018 – A Accenture (NYSE: ACN) está em primeiro lugar no ranking, realizado em 2017, da consultoria Everest Group, denominado PEAK Matrix™ Assessment for Finance & Accounting Outsourcing (FAO) (em português, Matriz PEAK para Avaliação de Terceirização de Processos Financeiros e Contabilidade). A Accenture posiciona-se à frente de todos os seus concorrentes graças ao sucesso no mercado, medido por meio de seu faturamento, clientes e crescimento. A empresa também foi reconhecida como líder por conta de sua capacidade de entrega, incluindo escala, escopo, inovação, entrega e satisfação dos clientes. Segundo o estudo, a Accenture lidera o ranking há seis anos consecutivos em FAO por conta de melhorias contínuas em suas capacidades de entrega e inovação tecnológica. O estudo destaca as soluções baseadas em IA da Accenture para percepções mais aprofundadas como uma característica de destaque da proposta da empresa. Everest Group reconhece Accenture como Star Performer no mercado de FAO pelo forte crescimento ano a ano Ainda, o Everest Group aponta o bom desempenho da Accenture no fechamento do maior número de novos contratos e maior crescimento de faturamento entre as empresas líderes de FAO para sua classificação no ranking. A garantia de forte crescimento anual também rendeu à Accenture a classificação ‘Star Performer’ no estudo para o mercado de FAO. Para Rajesh Ranjan, sócio do Everest Group, “em um mercado altamente competitivo como este, a capacidade de se diferenciar por meio de soluções transformadoras de ponta a ponta, conhecimentos de domínio e da indústria e ofertas de próxima geração com base em inovações, como automação avançada, analytics e soluções baseadas em IA, são cada vez mais importantes. A Accenture construiu seu conjunto de capacidades por meio de aquisições, tecnologia, ferramentas e parcerias e, como resultado, vive um sucesso de mercado significativo.” Os pontos fortes da Accenture destacados pelo estudo incluem: O comprometimento da empresa em levar valor aprimorado para seus clientes por meio de um conjunto de ferramentas e painéis analíticos, tecnologias avançadas de automação e IA, várias soluções pontuais e ferramentas de fluxo de trabalho. A oferta muito equilibrada de capacidades da Accenture em todas as suas funções, além de sua ampla experiência em uma série de ferramentas e plataformas ERP. A sua lista de clientes importantes em mercados de grande e médio porte da América do Norte e da Europa, bem como em mercados emergentes como Ásia-Pacífico (APAC) e América Latina. O profundo conhecimento da Accenture de diversos mercados, modelo de entrega global e retorno consistente de seus clientes. A sua abordagem flexível e baseada em parcerias, seu conhecimento em processos financeiros e contabilidade e sua habilidade de adaptação às necessidades dos clientes. “A Accenture concentra seus esforços em fornecer aos clientes soluções de negócios eficazes por meio de dados, IA, analytics e tecnologias digitais, incluindo blockchain e automação, trazendo novos níveis de visão, controle e agilidade”, diz Debbie Polishook, Group Chief Executive da Accenture Operations. “O estudo do Everest Group mostra que a abordagem da Accenture entrega o que promete e que nossos clientes valorizam a melhora na produtividade, experiência e desempenho de negócios que ajudamos a entregar. Futuramente, continuaremos a oferecer aos clientes o conhecimento em processos de negócios, domínio e indústria, tecnologias digitais, inteligência aplicada e capacidades de dados que eles precisam para garantir seu crescimento futuro enquanto buscamos manter nossa posição ímpar de liderança”, conclui Polishook. O estudo avaliou 25 empresas líderes no segmento de FAO com capacidades múltiplas, avaliando seu impacto, visão e capacidade de acordo com a matriz PEAK (em inglês – Desempenho, Experiência, Habilidade e Conhecimento) do Everest Group. Sobre a Accenture A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, serviços digitais, tecnologia e operações. Combinando experiência incomparável nestas áreas e habilidades especificas em mais de 40 indústrias e em todas as funções corporativas – apoiada pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na junção de negócios e tecnologia para ajudar as empresas a otimizar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders. Com aproximadamente 435 mil profissionais, atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha. Visite www.accenture.com.br . Informações para a imprensa: Accenture Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com Burson-Marsteller Viviane Laubé – (11) 3040-2397 | viviane.laube@bm.com Isabel Kopschitz – (11) 3040-2418 I isabel.kopschitz@bm.com Ligia Carvalho – (11) 3040-2403| ligia.carvalho@bm.com
ERP: os benefícios para os principais processos empresarias
Diretor de Mercado da Senior detalha vantagens da adoção de um sistema de gestão automatizado Blumenau, 30 de janeiro de 2018 – Empresas de todos os portes não medem esforços para encontrar a melhor escolha para alavancar os seus negócios. Uma das opções de investimento em tecnologia mais conhecidas – e que traz grandes resultados – é a contratação de uma solução de ERP, que promove mudanças processuais profundas e eficientes, garantindo muito mais segurança, agilidade e produtividade às suas rotinas. “A grande vantagem em implementar um ERP é possibilitar mais eficiência e rapidez nos processos de coleta, armazenagem, transferência e processamento das informações, o que permite o melhor gerenciamento das operações em tempo real para todos os agentes tomadores de decisões”, afirma Hermínio Gastaldi, Diretor de Mercado da Senior, uma das maiores desenvolvedoras especializadas em tecnologia para gestão do país. De acordo com o executivo, a companhia conta com uma solução totalmente em compliance com a legislação brasileira e que permite aos clientes integração com a transformação digital. Confira quais são as áreas mais beneficiadas com a adoção de um sistema de gestão automatizado, segundo o especialista: Administrativo Planilhas não padronizadas ou sistemas não integrados podem fazer com que a organização perca informações cruciais. O ERP elimina o problema, integrando departamentos com a unificação dos principais processos. O ERP ainda facilita o amadurecimento do negócio, facilitando a implementação de novas metodologias de produção. Financeiro Coração vital de uma organização, o setor financeiro é responsável pelos investimentos, pagamentos, cobranças e riscos financeiros. O ERP permite a integração de dados fundamentais e conecta os principais departamentos da empresa, permitindo um melhor planejamento financeiro. Além disso, a partir do uso da ferramenta é possível realizar maior controle e desenvolver estratégicas financeiras mais eficientes no momento em que as adversidades aparecem. Logístico A área de logística é fundamental para qualquer empresa, independente do segmento. O ERP, integrado a sistemas de WMS e TMS, garante total controle da gestão de armazenagem, fretes e frotas, simplificando operações e gerando agilidade e visibilidade em todas as etapas do fluxo logístico, evitando erros e consequentes prejuízos. Contábil Diariamente, as empresas lidam com os desafios de se adequar a regimes tributários cada vez mais complexos. Um sistema de ERP pode fornecer auxílio organizacional valioso no cumprimento de requisitos obrigatórios como encargos sociais, trabalhistas, emissão de NFC-e, entre outros. Sobre a Senior A SENIOR é referência nacional em tecnologias para gestão. Com um dos mais completos portfólios para alta performance, oferece às empresas de diversos portes e segmentos soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, Relacionamento de Clientes, Gestão de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. Fundada em 1988 em Blumenau/SC, atua em todo o Brasil com filiais, escritórios, unidades de negócios e canais de distribuição, oferecendo tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. Fotos institucionais: https://www.flickr.com/photos/seniorsistemas/albums/72157622081563093 Visite nossa sala de imprensa: senior.com.br/imprensa
Cognizant integra lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a “Fortune”
A publicação americana, uma das principais sobre negócios do mundo, elege a Cognizant pelo oitavo ano consecutivo São Paulo, janeiro de 2018 – A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, integra, pelo oitavo ano consecutivo, o ranking da revista Fortune, que elege as companhias mais admiradas do mundo. A lista classifica as empresas, com base em sua reputação, entre 3.900 líderes empresariais. As categorias analisadas são: Inovação, Qualidade de Gestão, Responsabilidade Social, Uso de Ativos Corporativos, Solidez Financeira, Qualidade de Produtos e Serviços, Investimentos em Longo Prazo e Competitividade Global. “Estamos muito honrados em fazer parte de uma classificação tão prestigiada no mundo todo. Dedicamos esse título a todos os nossos colaboradores, clientes e parceiros, que confiam em nosso trabalho e que nos ajudam a desenvolvê-lo com ética e transparência rumo à transformação digital”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant Brasil. Sobre a Cognizant A Cognizant (NASDAQ-100: CTSH) é uma das empresas líderes mundiais em serviços profissionais que transporta os modelos de negócios, operacional e de tecnologia de seus clientes para a era digital. Nossa abordagem consultiva única, baseada em profundos conhecimentos das indústrias em que atuamos, auxilia clientes a visualizar, construir e administrar negócios cada vez mais inovadores e eficientes. Com sede nos Estados Unidos, a Cognizant ocupa a 205ª colocação no ranking da Fortune 500 e é consistentemente listada entre as empresas mais admiradas do mundo. Veja como a Cognizant ajuda clientes a ser líderes no mundo digital em www.cognizant.com, ou siga-nos: @Cognizant. Informações para a imprensa – Cognizant Diana Carvalho – dianacarvalho@rp1.com.br Luciana Lima – lucianalima@rp1.com.br RP1 Comunicação Tel.: 11 5501-4655 www.rp1.com.br
CI&T completa mais de 10 anos de adoção do Lean
Maturidade na filosofia Lean tem sido o diferencial para que a CI&T, somado às suas competências digitais, torne as empresas 10 vezes melhores e mantenha seu crescimento acelerado, rumo ao R$ 1 bilhão de faturamento em 2020. A Fundação Dom Cabral citou a CI&T em seu recente ranking como destaque entre as dez empresas que mais se internacionalizaram em 2017. A oferta de Transformação Lean Digital da CI&T para companhias globais também foi evidenciada pela FDC como diferencial de negócios. Desde que inaugurou o Prisma, sua nova sede e espaço de criação de experiências digitais, a CI&T, parceira na transformação digital das marcas mais valiosas do mundo, tem recebido presidentes e alta liderança de empresas que buscam saber como é possível promover, na prática, a transformação digital em grandes corporações e como o Lean pode ajudá-los nessa jornada desafiadora. A própria história de transformação da CI&T é case na adoção do Lean no contexto digital. Os visitantes, C-levels, têm buscado entender como a multinacional brasileira vem mantendo seu ritmo de crescimento acelerado e seu ambiente de trabalho inovador e recorrentemente premiado (11 vezes consecutivos no ranking das Melhores Empresas para Trabalhar, GPTW). A CI&T tem obtido uma média de expansão de 30% ao ano, dobrando de tamanho a cada três anos, com meta de atingir a receita de R$ 1 bilhão em 2020. A companhia está presente em doze países e exporta cerca de 40% do seu faturamento. De acordo com Mauro Oliveira, vice-presidente LATAM da CI&T, as tendências tecnológicas e o contexto de disrupção de diversas indústrias são a grande preocupação para os C-leves. “Os consumidores mudaram. Estão mais exigentes quanto às experiências de interação com as marcas, pois sabem que podem ter melhores serviços e produtos ao vivenciarem isso com empresas que já nasceram digitais”, comentou. Mauro também ressaltou a existência de uma infinidade de empresas que ainda não estão preparadas para este novo mercado. “São organizações de sucesso, com resultados expressivos até aqui, mas são ‘slow by design’. Como estamos migrando, cada vez mais, para um mundo digital no qual a agilidade é enorme, é preciso trabalhar com bases estratégicas fundamentadas em design, experiências e velocidade para que essas organizações – consideradas “lentas como caracóis” -, possam competir com a agilidade dos “esquilos”, que são as empresas amadas pelos clientes pela qualidade de experiência que entregam”, completou. O foco dos líderes é entender como turbinar os negócios, firmando uma cultura voltada ao aprendizado rápido. Muitos C-Levels questionam a razão do modelo de gestão do século XX não funcionar. O fato é que quando há novas ideias e projetos, embora eles sejam compartilhados entre as áreas da empresa, apenas uma pequena fração da sua proporção idealizada chega até a ponta, ou seja, o consumidor. Isto ocorre porque existe um enorme legado, com canais que não interagem entre si de forma eficiente. Neste caso, a solução é a adoção de um modelo Lean de liderança, com o objetivo de engajar times e contaminar com exemplos para gerar aprendizado e valor ao longo dessas áreas, principalmente em toda a jornada do cliente. A cultura do século XX, de comando e controle – em que os líderes sabiam mais do que seus subordinados -, não funciona no novo século. Para essa nova era, é preciso uma imersão em uma cultura onde o líderes sabem trabalhar com pessoas que sabem mais do que eles, engajados em um espírito de colaboração para resolver problemas de negócios. “As oportunidades para criar uma cultura de aprendizado são enormes e pensando de forma Lean, planos que levariam de 7 a 10 meses podem consumir apenas duas a três semanas, provando que é possível obter resultados significativos durante a jornada de transformação. A adoção de um “Core Lean”, com competências baseadas em data-driven para o mundo digital, pode trazer valor capaz de tornar as empresas 10 vezes melhores, enterrando de vez o “achismo” nas corporações”, finalizou Oliveira. Sobre a CI&T CI&T é a parceira na transformação digital das marcas mais valiosas do mundo. É pioneira na aplicação de Design e tecnologias avançadas como Machine Learning, Inteligência Artificial (AI), Analytics, Cloud e Mobility. Ao longo dos últimos 20 anos, a multinacional brasileira tem sido eleita para resolver desafios complexos, acumulando expertise para acelerar a Transformação Digital de grandes líderes do mercado por meio do Lean Digital – que torna consistente as mudanças culturais e de processos. Também reúne competências que combinam estratégias de marketing digital às de tecnologia. Possui mais de 2.500 colaboradores, incluindo estrategistas de negócios digitais, designers e engenheiros nos Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Austrália, Japão e China. Para mais informações sobre a CI&T, acesse: www.ciandt.com. Informações para a imprensa CI&T • Collaborate • Innovate • Transform Claudia Lima | (19) 99779-0040 | imprensa@ciandt.com ciandt.com
eSocial já é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões por ano
Multas para informações enviadas ao eSocial de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos serão aplicadas conforme o caso e o número de funcionários A Senior, uma das maiores desenvolvedoras especializadas em tecnologia para gestão do país, oferece soluções, treinamentos e dá suporte para que as empresas se adequem ao eSocial, sistema de escrituração digital do Governo Federal das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que tem como objetivo unificar a prestação de informações pelo empregador em relação aos seus trabalhadores (como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, entre outros), gerido pela CAIXA, INSS, Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego e Receita Federal do Brasil. Existem multas para informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos, com valores que variam conforme o caso e o número de funcionários. Outro ponto de atenção é que, uma vez identificada a infração, as autuações podem retroagir em até cinco anos, se houver falhas no registro e/ou envio de informações. “O grande desafio para as empresas é revisar vários processos envolvidos na geração das informações necessárias para o envio dos eventos no prazo, contando com a fiscalização mais rigorosa e a mudança de práticas”, explica Andreia Adami, analista de Negócios da solução Gestão de Pessoas | HCM da Senior que trata exclusivamente de assuntos do eSocial. Confira as fases de implementação do eSocial para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões Fase 1: Janeiro/2018 – Cadastros do empregador e tabelas. Fase 2: Março/2018: Nesta fase, as empresas são obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos empregatícios (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos. Fase 3: Maio/2018: O envio das folhas de pagamento passa a ser obrigatório. Fase 4: Julho/2018: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada. Fase 5: Janeiro/2019: Devem ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador. A obrigatoriedade para as demais empresas tem início em julho de 2018 e término em janeiro de 2019. Já os órgãos públicos precisam aderir ao eSocial em janeiro de 2019, tendo seis meses para se adequar. A Senior disponibiliza, ainda, um Portal de Documentação com perguntas frequentes, processos que terão mudanças com a adoção do sistema e o cronograma das obrigações, além de webinars.
Desafios e tendências de TI, na visão da TCS
Inteligência artificial, big data, coinovação e agile são os pontos destacados por Tushar Parikh, Country Head do Brasil Desde 2016, o Brasil vive um dos piores momentos econômicos. A crise assolou o país, o desemprego aumentou, algumas empresas fecharam, outras reduziram bastante o lucro, produções e vendas. O setor de tecnologia da informação (TI), entretanto, foi pouco impactado pela crise e continuou crescendo, contratando e recebendo demandas. Exemplo disso é que ainda em 2016, de acordo com relatório da Brasscom, o Brasil passou a ocupar a nona posição no ranking dos maiores produtores de TIC. Para 2017, as expectativas para o mercado de TI e telecomunicações foram otimistas, com o IDC prevendo 2,5% de crescimento e o Gartner estimando um aumento de 2,9% no setor e gastos de R$ 236,1 bilhões. Segundo a 28ª Pesquisa Anual do Uso de TI da FGV (2017), o ano deve fechar com crescimento de 8,1% da relação investimento/receita. As apostas para 2018 são ainda mais expressivas e de acordo com o Gartner, os investimentos globais devem atingir os US$ 3,7 trilhões. Isso porque, hoje, é impossível imaginar o mundo sem tecnologia. ‘Ser digital’ deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade de toda empresa que deseja ter sucesso, com todas as gerações, principalmente os Millennials que são os mais exigentes. Além disso, em períodos como esse as companhias de TI ajudam outras empresas a melhorar seus resultados, reduzir custos, economizar e investir mais. A crise ainda está presente no Brasil, porém os analistas econômicos estão mais otimistas com o retorno de crescimento do país. Até julho deste ano foi possível observar uma recuperação de 0,4% nos empregos do setor e, de acordo com o IDC, a transformação digital deverá dar o tom do mercado, o que representa uma ótima oportunidade para as empresas de outsourcing e TI crescerem. O próximo ano será marcado por iniciativas inteligentes, inovadoras e avançadas. Diante disso, cada vez mais as empresas estão em busca de valor agregado por menos custos e as companhias de TI estão seguindo e adotando novos modelos de negócios que serão tendência em 2018 e daqui para frente. São eles: Inteligência Artificial A TCS realizou um estudo que identificou que 84% das empresas consideram o uso da IA “essencial” para a competitividade, com mais 50% vendo a tecnologia como “transformadora”. A pesquisa entrevistou 835 executivos, de 13 setores da indústria, em quatro regiões do mundo. É fato que a IA está se espalhando por quase todas as áreas das empresas. Os que mais adotam a IA hoje são, como já se esperava, os departamentos de TI. No entanto, a expectativa é que o maior impacto da IA até 2020 será em vendas, marketing ou atendimento ao cliente. Big Data Na indústria e no varejo cresce o uso de relatórios analíticos que auxiliam as empresas no desenvolvimento e oferta de produtos e serviços especializados e que o consumidor realmente precisa e quer. Por exemplo, antigamente as pessoas iam a alfaiates/costureiras para ter uma camisa ou vestido de acordo com suas medidas. Com o crescimento da indústria, aconteceu a generalização e surgiram os grandes varejistas, que passaram a ofertar roupas em tamanho P, M, G, entre outros. Os novos consumidores são mais exigentes e voltaram a procurar por produtos personalizados. Por outro lado, eles não têm tempo ou vontade de visitar um alfaiate/costureira. E é neste tipo de cenário que entra o Big Data. As lojas já possuem as informações dos seus clientes e produzem roupas e outros produtos a partir dos dados armazenados. Para se ter uma ideia de quanto as empresas estão olhando para este ponto, a previsão é de que o mercado de Business Analytics Software cresça 4,8% em 2017, chegando a US$ 848M, segundo estudo do IDC. Coinovação Toda grande empresa de TI precisa entender que coinovação é essencial para o surgimento de novas ideias para criar um ecossistema. Os modelos fechados de criação de novas soluções estão mudando. Cada vez mais é preciso reunir instituições acadêmicas, startups, organizações multilaterais e clientes para originar verdadeiras sinergias e desenvolver tecnologias holísticas e processos flexíveis. Agile As organizações estão adotando o método Agile para acelerar o desenvolvimento, aumentar a colaboração entre os envolvidos nos projetos e garantir resultados. Quando a velocidade é essencial e a qualidade precisa ser de primeira, a metodologia Agile se mostra como uma das melhores opções. No entanto, a implementação não é simples, são necessárias mudanças na estrutura organizacional, mindset colaborativo, novas métricas, novas habilidades e novas ferramentas. De acordo com pesquisa da TCS, essa metodologia representa 33% dos projetos e a expectativa é que, em breve, ultrapasse os 50%. Para finalizar, o setor de TI está caminhando para ser o mais compartilhado e colaborativo possível e as empresas têm uma infinidade de possibilidades e modelos. Porém, aqueles que quiserem obter sucesso devem em especial investir em cinco importantes áreas: Mobilidade, Big Data, Mídias Sociais, Nuvem e Inteligência Artificial. São essas áreas que estão forçando os clientes a mudar suas visões de negócios e inovar cada dia mais e mais rápido. *Tushar Parikh é Country Head do Brasil da Tata Consultancy Services (TCS)
TCS Global Trend Study: Part I
Getting Smarter by the Day: How AI is Elevating the Performance of Global Companies [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/01/TCS-GTS-how-AI-elevating-performance-BOOK.pdf”]
TCS – Key Finding
Measuring the Impact of All TCS Global Trends Study
TCS Global Trend Study – Overview for Marketing & Communications
Getting Smarter by the Day: How Artificial Intelligence is Elevating the Performance of Global Companies TCS Global Trend Study – Overview for Marketing & Communications [gview file=”https://brasscom.org.br/wp-content/uploads/2018/01/TSC-PPT-TCS-Global-Trend-Study-AI-Overview-for-MKT-Comm.pdf”]
Instituto Stefanini completa 17 anos em 2018 com mais de 80 mil pessoas atendidas
Cursos e workshops buscam a inclusão digital e social de jovens e adultos em São Paulo e Minas Gerais São Paulo, Janeiro de 2018 – O Instituto Stefanini, criado como braço social da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, completa 17 anos com a meta de preparar os jovens e profissionais que buscam uma de suas unidades – Francisco Morato (SP), Jaguariúna (SP), Poços de Caldas (MG) e São Paulo (SP) – para o processo de transformação digital que começa a se intensificar nas organizações. Ao longo de sua existência, a instituição atendeu mais de 80 mil pessoas em cursos regulares, complementares, workshops e campanhas solidárias. Por meio do Programa Educar para Crescer, o Instituto utiliza a linguagem tecnológica para preparar o adolescente e o adulto para o mercado de trabalho. “O programa tem como foco central o ensino de informática para promover a inclusão social e digital como elemento básico para formação integral e exercício da cidadania”, destaca Maria José Paredes Machado, diretora do Instituto Stefanini. Para a equipe que atua no desenvolvimento das atividades oferecidas pela instituição, a tecnologia é um meio de transformação, especialmente para quem se encontra em situação de vulnerabilidade. Com as pessoas cada vez mais conectadas, a meta é criar cursos que despertem o interesse de jovens e adultos para que possam acompanhar este movimento digital, além de gerar oportunidades para que possam concorrer a vagas de emprego na área de tecnologia. “Vamos oferecer cursos de robótica para incentivar os jovens na busca por uma profissão na área de Exatas, contribuindo, também, para que os adultos utilizem os conhecimentos em seus locais de trabalho ou em atividades complementares”, enfatiza Maria José. Em 2017, o Instituto Stefanini ofereceu os seguintes cursos regulares em suas unidades em São Paulo e Minas Gerais: Introdução à Informática, Pacote Office, Excel Avançado, HTML, Hardware, Software, Linux, Redes e Windows. Para este ano, a previsão é que o Instituto Stefanini inaugure uma nova unidade no CEU Uirapuru, localizado no Jardim Paulo VI, em São Paulo. “A tecnologia permite ao jovem conhecer o mundo, novas culturas e hábitos. É um universo novo que se abre. Ele pode estudar, tirar dúvidas e ter informações não oferecidas pela escola formal. O grande desafio é apresentar a esses jovens uma maneira construtiva de usar essa ferramenta de forma produtiva”, complementa a diretora. Sobre a Stefanini: A Stefanini (www.stefanini.com) é uma multinacional brasileira com 30 anos de atuação no mercado, que investe em um completo ecossistema de inovação para atender as principais verticais e auxiliar os clientes no processo de transformação digital. Com ofertas robustas e alinhadas às tendências de mercado como automação, cloud, Internet das Coisas (IoT) e User Experience (UX), a empresa vem sendo reconhecida com várias premiações na área de inovação. Atualmente, a multinacional brasileira conta com um amplo portfólio, que mescla soluções inovadoras de consultoria e marketing, mobilidade, campanhas personalizadas e inteligência artificial a soluções tradicionais como Service Desk, Field Service e outsourcing (BPO). Presente em 40 países, a Stefanini foi apontada, pelo terceiro ano consecutivo, como a quinta empresa transnacional mais internacionalizada, segundo ranking da Fundação Dom Cabral de 2017. Informações para Imprensa: DFREIRE Comunicação e Negócios Tel: (11) 5105-7171 Contatos: Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br Eline Menezes – eline@dfreire.com.br Beatriz Silva – beatriz@dfreire.com.br
eSocial já é obrigatório para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões por ano
Multas para informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos serão aplicadas conforme o caso e o número de funcionários; Senior oferece soluções, treinamentos e suporte para empresas se adequarem à exigência do Governo Blumenau, 15 de janeiro de 2018 –A Senior, uma das maiores desenvolvedoras especializadas em tecnologia para gestão do país, oferece soluções, treinamentos e dá suporte para que as empresas se adequem ao eSocial, sistema de escrituração digital do Governo Federal das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, que tem como objetivo unificar a prestação de informações pelo empregador em relação aos seus trabalhadores (como cadastramento, vínculos, contribuições previdenciárias e folha de pagamento, entre outros), gerido pela CAIXA, INSS, Ministério da Previdência Social, Ministério do Trabalho e Emprego e Receita Federal do Brasil. Existem multas para informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos, com valores que variam conforme o caso e o número de funcionários. Outro ponto de atenção é que, uma vez identificada a infração, as autuações podem retroagir em até cinco anos, se houver falhas no registro e/ou envio de informações. “O grande desafio para as empresas é revisar vários processos envolvidos na geração das informações necessárias para o envio dos eventos no prazo, contando com a fiscalização mais rigorosa e a mudança de práticas”, explica Andreia Adami, analista de Negócios da solução Gestão de Pessoas | HCM da Senior que trata exclusivamente de assuntos do eSocial. Confira as fases de implementação do eSocial para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões: Fase 1: Janeiro/2018 – Cadastros do empregador e tabelas. Fase 2: Março/2018: Nesta fase, as empresas são obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos empregatícios (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos. Fase 3: Maio/2018: O envio das folhas de pagamento passa a ser obrigatório. Fase 4: Julho/2018: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada. Fase 5: Janeiro/2019: Devem ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador. A obrigatoriedade para as demais empresas tem início em julho de 2018 e término em janeiro de 2019. Já os órgãos públicos precisam aderir ao eSocial em janeiro de 2019, tendo seis meses para se adequar. A Senior disponibiliza, ainda, um Portal de Documentação com perguntas frequentes, processos que terão mudanças com a adoção do sistema e o cronograma das obrigações, além de webinars. + senior.com.br A SENIOR é referência nacional em tecnologias para gestão. Com um dos mais completos portfólios para alta performance, oferece às empresas de diversos portes e segmentos soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, Relacionamento de Clientes, Gestão de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. Fundada em 1988 em Blumenau/SC, atua em todo o Brasil com filiais, escritórios, unidades de negócios e canais de distribuição, oferecendo tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. Fotos institucionais: https://www.flickr.com/photos/seniorsistemas/albums/72157622081563093 Visite nossa sala de imprensa: senior.com.br/imprensa
Estudo da Cognizant apresenta as profissões do futuro
Empresa mostra as 21 carreiras mais promissoras para os próximos dez anos São Paulo, janeiro de 2018 – A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta um estudo inédito, no qual aponta as 21 profissões promissoras para os próximos dez anos. De acordo com a pesquisa, alguns empregos serão extintos pela tecnologia, mas outros serão criados, gerando oportunidades em mercados ainda não explorados. “Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação. Essa tendência evidencia que a força de trabalho humana ficará responsável por atividades que tenham como objetivo analisar e tomar decisões de risco, que um software, por exemplo, não é capaz de realizar”, afirma Ben Pring, vice-presidente da Cognizant e um dos responsáveis pelo estudo. No varejo, por exemplo, é notável o quanto estão sendo trabalhadas as tecnologias que garantem uma experiência de consumo diferenciada, que impactam diretamente o consumidor e geram emoções únicas. Já na área da saúde, exames feitos por softwares e raios X, com resultados muito mais rápidos e assertivos, já são possíveis graças à utilização da inteligência artificial para resolver problemas e gerar resultados precisos. O setor financeiro é outro que busca diferentes meios tecnológicos para ganhar produtividade, desburocratizar processos e aumentar a eficiência operacional. “No futuro, o trabalho continuará sendo fundamental para nossas identidades, nossa natureza, nossos sonhos e nossas realidades, mas não será necessariamente o trabalho que conhecemos ou fazemos agora”, ressalta o executivo. Os 21 empregos apresentados a seguir são aqueles que se tornarão proeminentes em curto prazo. Ademais, esses empregos criarão novas oportunidades, que proporcionarão trabalho para muitas pessoas em diversos segmentos da economia. Confira a lista dos 21 empregos do futuro: Nos próximos cinco anos: Data Detective Investigador de dados. O candidato deve ser um assíduo analista de dados e interpretá-los da melhor maneira possível. Além disso, deve ser curioso, analítico e multitarefa. Bring Your Own IT Facilitator O profissional vai gerar flexibilidade para os usuários com o uso de aplicativos e infraestrutura, desenvolvidos dentro da empresa ou em ambientes de nuvem. Ethical Sourcing Manager Esse profissional vai investigar, acompanhar, negociar e fazer acordos sobre o fornecimento de produtos e serviços, para garantir o alinhamento nos contratos relacionados a questões éticas de um público estratégico. AI Business Development Manager Um gerente de desenvolvimento de negócios. O trabalho será próximo a áreas de vendas, marketing e sócios. Master of Edge Computing A computação em nuvem está gradualmente abrindo caminho para a próxima grande evolução. A edge computing desencadeia o potencial de dispositivos de hardware conectados e os descentraliza, para se tornar o próprio data center. Nesse modelo, que descentraliza o armazenamento ou o processamento de dados, o profissional atuará de forma abrangente. Walker/Talker O profissional será responsável por passar um tempo com os clientes, e sua principal atividade vai ser prestar atenção no que eles dizem. Fitness Commitment Counselor No futuro, esse profissional será imprescindível. A epidemia de obesidade é responsável por 300 mil mortes por ano, em média, nos EUA. Desse modo, o profissional será responsável por motivar a atividade física, melhorar a nutrição e fazer com que o indivíduo adote um estilo de vida mais saudável. AI-Assisted Healthcare Technician No futuro, esse profissional terá a função de examinar, diagnosticar, administrar e prescrever tratamentos para pacientes com o auxílio da inteligência artificial e de médicos acessíveis remotamente, em um sistema de hospitais mais eficiente, que cuidará de seus pacientes utilizando a tecnologia como aliada. Cyber City Analyst Esse profissional deverá trabalhar com informações que incluam dados dos cidadãos e dos recursos dos municípios. Genomic Portfolio Director O profissional vai criar e executar uma estratégia para aumentar o portfólio de produtos que envolvam a ciência da vida. Man-Machine Teaming Manager A colaboração entre homem e a máquina será uma realidade. Esse cargo exigirá do profissional a identificação de tarefas, processos, sistemas e experiências que possam ser melhorados com a tecnologia. Financial Wellness Coach O profissional terá a função de um coach, e vai orientar sobre questões financeiras, os melhores investimentos e aplicações. Digital Tailor Com o avanço crescente do e-commerce, será necessário um profissional que vá até a casa do usuário, pegue suas medidas com um sistema digital e faça os ajustes necessários em suas roupas e sapatos comprados via e-commerce. Chief Trust Officer O profissional nessa função trabalhará ao lado de equipes internas de finanças e relações públicas. Vai gerenciar e aumentar a presença pública e privada em toda a esfera financeira, e sempre trabalhar com transparência nas finanças de uma organização. Quantum Machine Learning Analyst O profissional atuará na área de machine learning (“aprendizado de máquina”, em inglês), principalmente com a integração com o aspecto quântico. Nos próximos dez anos: Virtual Store Sherpa Os sherpas pertencem a uma etnia que ajuda quem quer escalar montanhas. Indicam o caminho e seguram os equipamentos dos viajantes. No futuro, esses sherpas do consumo vão ajudar os clientes a navegar nas lojas e, com a realidade aumentada, a fazer compras em cenários mais complexos. Personal Data Broker Monitorar e comercializar dados pessoais é a grande atividade desse profissional. Além disso, precisará rastrear e consolidar novos dados e auxiliar os clientes a interpretá-los. Personal Memory Curator O profissional consultará uma série de públicos específicos, a mídia e fontes históricas para refazer e formular experiências do passado, para reduzir o estresse ou a ansiedade que a perda de memória provoca. Augmented Reality Journey Builder O profissional vai projetar, escrever, criar, calibrar, construir e personalizar viagens em realidade aumentada para as pessoas. Highway Controller O aumento dos veículos autônomos e de drones levou as cidades a repensar a forma como o espaço rodoviário e aéreo é gerenciado. O profissional será essencial para auxiliar na regulação da estrada e do espaço aéreo no centro da cidade. O candidato ideal deve ser apto para lidar com ferramentas de IA sofisticadas. Genetic Diversity Officer O profissional vai facilitar a rentabilidade e a produtividade de uma
Evento celebra formatura da primeira turma do Instituto TIVIT
Projeto promove cursos em escolas públicas em temas como Transformação Digital e Marketing Pessoal São Paulo, janeiro de 2018 – A fim de preparar alunos do ensino público para o mercado de trabalho, a TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina, criou o Instituto TIVIT. O projeto de voluntariado acaba de celebrar a formatura de sua primeira turma, de 162 alunos de 4 escolas públicas da cidade de São Paulo. “É com muita satisfação que concluímos esta primeira etapa do projeto. O retorno que tivemos dos alunos e dos nossos profissionais envolvidos na capacitação foi muito positivo, o que nos motiva a continuar, e até ampliar, as atividades para o próximo ano”, ressalta Luiz Mattar, CEO da TIVIT. O Instituto TIVIT conta atualmente com cerca de 90 voluntários da própria companhia, capacitados para ministrar cursos compostos por 15 módulos de 3 horas cada. Entre os temas abordados estão Empregabilidade, O poder da comunicação, Educação Financeira, Transformação digital, Cloud Computing, entre outros. Em 2018, o projeto será levado para mais 8 escolas de São Paulo, e a expectativa é que até 2019, chegue ao Rio de Janeiro e outros países da América Latina em que a TIVIT está presente. O Instituto TIVIT foi um dos 10 projetos escolhidos como os mais representativos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e terá sua história e fotos divulgadas no livro digital “Adoção Afetiva: Escola e Comunidade Unidas!”. A publicação reúne ao todo as 711 ações em andamento até hoje. Sobre a TIVIT A TIVIT é líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina. Com presença em sete países da região, a partir dos quais presta serviços para mais 35 países do mundo, a empresa é reconhecida por fazer a gestão de operações críticas para seus clientes com agilidade e flexibilidade. Todos os serviços da TIVIT – que incluem IT Services, Cloud Computing e Digital Business – atuam com base nos mais elevados padrões mundiais de qualidade, segurança e confiabilidade de processos e são suportados por 9 data centers, sendo 2 com 99,999% de disponibilidade. A TIVIT busca as melhores opções de tecnologia disponíveis no mercado para compor a melhor oferta de serviço de tecnologia para cada cliente, e atualmente suporta com excelência grandes bancos, seguradoras, empresas de cartões de crédito, indústrias, concessionárias de serviços públicos e varejo. Informações TIVIT para a Imprensa: Agência Ideal – (11) 4873-7900 – www.agenciaideal.com.br Milly Furquim – milly.furquim@idealhks.com – ramal 7956 ou (11) 98918.2955 Fernanda Vigna – fernanda.vigna@idealhks.com – ramal 7913 ou (11) 99649-5997 Tatiana Americano – tatiana.americano@idealhks.com.br – ramal 7926
eSocial entrará em operação para grandes empresas na próxima segunda
Sistema entrará em operação para empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões no dia 08 de janeiro Brasília, 05 de janeiro de 2018 – O eSocial. sistema integrado do Governo Federal que facilitará a prestação e administração de dados dos trabalhadores sobre obrigações fiscais e trabalhistas para os órgãos públicos, entrará em operação na próxima segunda, 8 de janeiro de 2018. De acordo com resolução publicada em novembro pelo Comitê Diretivo, empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016 serão as primeiras que terão a obrigatoriedade de utilização do sistema. As micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs), deverão se cadastrar a partir de 16 de julho de 2018 e os órgãos e entidades públicas apenas em 14 de janeiro de 2019. Segundo levantamento feito pelo Sindicato das Empresas de Contabilidade e de Assessoramento do Estado de São Paulo (Sescon/SP), mais de 70% das organizações de médio e pequeno porte (PMEs) não estão prontas para o eSocial até o momento, e somente 7% concluíram as adaptações necessárias para entrarem no sistema em julho. A entrada do eSocial em etapas é o resultado de uma demanda do setor produtivo, que foi feita desde as primeiras reuniões do GT Confederativo do eSocial, que reúne os órgãos públicos do Comitê Diretivo e Confederações e Associações de diversos setores da economia. A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa o setor no grupo e contribui com propostas estruturantes para uma entrada segura do eSocial, considerando os testes necessários e as possíveis dificuldades de adaptação que empresas de diversos portes e tamanhos no Brasil encontrariam. As empresas de tecnologia desenvolvedoras de sistemas corporativos para o envio de informações no eSocial comemoram o faseamento de entrada do sistema. Segundo Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, trata-se de uma conquista que gera segurança jurídica para as empresas e fortalece o diálogo entre o setor público e produtivo. “Esta é mais uma etapa alcançada, em que a conjunção de esforços foi fundamental para atingirmos este objetivo”. Para José Alberto Maia, Auditor-Fiscal do Trabalho e representante do Ministério do Trabalho no Comitê Diretivo do eSocial, esta articulação entre empresas e Governo é fundamental. Ao enfatizar que a construção coletiva é uma das premissas do eSocial, “o engajamento gerado a partir desta interação entre empresas e Governo elevou o nível do projeto, sobretudo com o engajamento das empresas de TI, através da Brasscom, e de Contabilidade, pela FENACON”, afirma Maia. Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, exerce papel de articulação entre os setores público e privado nas esferas federal, estadual e municipal, discutindo temas estratégicos, como relações laborais, tributação, internacionalização, educação e governo digital, entre outros. Representando 50 empresas e 19 instituições, a Brasscom promove o setor de TIC de forma propositiva, propagando novas tendências e inovações, a exemplo de Internet das Coisas, Mobilidade, Segurança e Privacidade. Atua para intensificar as relações com o mercado de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, incentivando a transformação digital do Brasil. Site: www.brasscom.org.br