DCRJ recebe certificação Operational Sustentability, a última do sistema Tier III

O Data Center Rio de Janeiro, da Dataprev, conquistou a certificação Operational Sustentability no nível ouro em dezembro. Esta é a mais alta certificação do sistema de classificação Tier III. A Dataprev é a primeira empresa pública do país a receber o selo Operational Sustentability e completar o ciclo Tier III. Em novembro, o Data Center São Paulo já havia recebido o reconhecimento da organização internacional Uptime Institute, a entidade máxima em certificação de data center e a única que pode emitir o certificado usando o padrão Tier. “Fechamos o ciclo Tier III para os ambientes do Rio de Janeiro e de São Paulo. Esta era uma das nossas metas mais importantes para 2017, conquistada graças ao comprometimento dos nossos empregados. Em 2018, o nosso foco é manter os altos padrões exigidos pelo Uptime Institute e avançar na questão das certificações para o Data Center Distrito Federal”, ressaltou o presidente André Leandro Magalhães. O sistema Tier Classification é um padrão global reconhecido pela confiabilidade e o desempenho de data centers. O processo de certificação garante que as operações estão alinhadas com os objetivos de negócios e com as expectativas de disponibilidade dos ambientes. Juntos, os data centers do RJ, SP e Brasília sustentam os serviços prestados pela Dataprev a clientes como o INSS, a Receita Federal e o Ministério do Trabalho. Conectados por circuitos de alta velocidade, eles funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana e contam com parque tecnológico atualizado e salas-cofres certificadas e blindadas. DCRJ – O Rio de Janeiro é o maior entre os três data centers da Dataprev. São 352 empregados, 1.000 m² de área, 1.200 kva instalados e mais de 3.600 servidores virtuais. Após a modernização do ambiente, concluída em 2014, o ambiente ganhou uma nova sala-cofre, de 488 m². Além do aumento de capacidade energética e de refrigeração, imprescindíveis para futuras expansões, a operação ininterrupta é um dos ganhos resultantes das obras. Em relação a processamento e memória, as máquinas que estão dentro do data center correspondem a mais de 4.800 estações de trabalho.

Internet para Todos deve contemplar 50 municípios goianos no início de 2018

Cinquenta dos primeiros 300 municípios contemplados pelo programa Internet para Todos devem ser goianos. O anúncio foi feito pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que apresentou a iniciativa nesta quarta-feira (27), em Goiânia (GO), ao lado do governador de Goiás, Marconi Perillo. A ação de inclusão social do MCTIC tem objetivo de levar conectividade para 40 mil localidades de todo o Brasil a partir de janeiro. “O que o governo federal traz aqui é hoje o maior programa de inclusão social do país”, disse Kassab. “Nós estamos falando de um trabalho que será iniciado, junto a cada prefeito, como resultado do lançamento do primeiro satélite de propriedade do governo brasileiro. Visitamos agora o quinto estado. Vamos fazer uma solenidade em janeiro, no mais tardar no início de fevereiro, para homologar parcerias do MCTIC com 300 prefeituras de todo o Brasil, nesta primeira etapa, e Goiás vai ter 50 cidades, um número bastante significativo. Esses 50 municípios terão neste convênio com o ministério a oportunidade de identificar cerca de 400 pontos que não tenham conectividade.” Perillo apontou necessidades de banda larga em 800 localidades de 99 municípios goianos. De acordo com o ministro, o segundo ciclo do programa não deve demorar. A conexão será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio e com previsão de 18 anos de vida útil, e pelo programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac). “A capacidade do SGDC é muito grande, 30% dela disponível ao nosso primeiro convênio, junto ao Ministério da Defesa, para monitorar 100% das nossas fronteiras. Isso significa melhor qualidade no enfrentamento do contrabando e do tráfico de drogas”, destacou o ministro. Além das prefeituras e das Forças Armadas, a capacidade do SGDC será distribuída por convênios do MCTIC com os ministérios da Educação (MEC) e da Saúde, para levar banda larga a espaços municipais, estaduais e federais. “São 7 mil escolas dentro da parceria inicial, 1,5 mil delas já cadastradas. E assim será nos próximos três ou quatro anos, até dotarmos de banda larga toda a rede pública. Portanto, os prefeitos podem procurar o MEC”, explicou o ministro. “Na Saúde, o programa vai melhorar diagnóstico remoto e prontuário eletrônico e dar eficiência aos serviços de atendimento. Mesmo antes de formalizar esse acordo, começamos um projeto para conectar mil equipamentos em comunidades indígenas. São dezenas instaladas nos últimos dois meses.” O diretor técnico-operacional da Telebras, Jarbas Valente, expôs fundamentos técnicos dos convênios municipais. Nas palavras dele, para ingressar no programa, as prefeituras têm que se cadastrar e oferecer um terreno para a instalação da antena, fornecida gratuitamente pelo governo federal. Cada município deve garantir, ainda, a segurança do equipamento e o custo da energia da transmissão do sinal. A operação precisa ser isenta de Imposto Sobre Serviços (ISS), mudança sob responsabilidade da Câmara de Vereadores.  

Ministro apresenta programa Internet para Todos em Goiânia (GO)

Gilberto Kassab participa de solenidade ao lado do governador Marconi Perillo. Ação de inclusão social do MCTIC tem início previsto para janeiro de 2018 O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, apresenta nesta quarta-feira (27), em Goiânia (GO), o programa Internet para Todos, que tem objetivo de levar conectividade para 40 mil localidades de todo o país. A ação de inclusão social tem início previsto para janeiro de 2018. O governador de Goiás, Marconi Perillo, será o anfitrião da solenidade. A conexão será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio deste ano, e pelo programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac). O Gesac é uma iniciativa do MCTIC que oferece gratuitamente conexão à internet em banda larga – por via terrestre e satelital – a telecentros, escolas, hospitais e postos de saúde, aldeias indígenas, postos de fronteira e quilombos. É direcionado, prioritariamente, para regiões remotas e em situação de vulnerabilidade social. Já o SGDC é parte do esforço do governo federal para ampliar o acesso à internet banda larga no país. Lançado em maio deste ano, é o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e miliar. O projeto recebeu R$ 2,7 bilhões de investimentos do governo federal, em parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa. A previsão é que o SGDC seja operacional por 18 anos. Serviço Evento: Apresentação do programa Internet para Todos Data: 27 de dezembro de 2017 Horário: 11h Local: Palácio Pedro Ludovico Teixeira – Auditório Mauro Borges Endereço: Rua 82, 400, Setor Central Cidade: Goiânia (GO)

Quantas aplicações sua empresa já tem em Cloud? Por Susana Taboas

Soluções Cloud e IoT  estão entre os mais importantes ativadores da transformação digital. Sua empresa ao menos já estuda essas tecnologias? Segundo estudo realizado pela Frost & Sullivan os serviços que são considerados como ativadores da Transformação Digital movimentou no Brasil em 2016 USD 13,5 Bilhões. O estudo intitulado An End User Perspective on Navigating Digital Transformation, Latin America 2017 foi realizado nos meses de julho e agosto de 2017. A amostra do estudo é formada por decisores de adoção de tecnologia em organizações de Tecnologia e Comunicações nas regiões da América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico e América Latina. Os investimentos estão distribuídos da seguinte forma: IT Outsourcing $6.68 B; Data center Services 2,88 B; Big Data and Analytics $2.48 B; Cloud – IaaS $1.13 B; Managed Security Services $0.45 B; IoT $96.40M e MDM $51 M. Para que a transformação digital ocorra são necessários alguns recursos. Os recursos variam deste aplicações e novas tecnologias à serviços como gerenciamento de aplicativos, gerenciamento de infraestrutura, suporte de desktop, serviços de consultoria, desenvolvimento de aplicativos e integração e serviços de implantação. Neste cenário brasileiro os investimentos em Cloud ($1.13 B) representam cerca de 10%. A IoT –  considerada pelos analistas como um dos principais fatores de ativação da Transformação Digital –  não passou de ($96.40M). Isso aponta que ainda temos um longo caminho até que o Brasil se posicione como um país que impulsionará a Transformação Digital nos próximos anos. Na opinião dos analistas, o mercado Brasileiro entende a Transformação Digital  apenas como a digitalização de processos. Ainda são poucas as organizações que já assimilaram o conceito de que Transformação Digital só se dará por meio do repensar modelos de serviços e produtos a exemplo do que já experimentamos em nosso dia dia como: UBER, Spotfy, Netflix etc. Serviços em cloud já são utilizados em escala, mas o mercado corporativo ainda tem certa resistência por falta de entendimento do serviço o que gera desconfiança em relação a vários itens que vai desde a segurança de dados, perda de informações, receio de indisponibilidade etc. Arthur Furlan | CEO da Configr Para entender um pouco mais de perto a percepção do mercado brasileiro de empresas de pequeno e médio portes em relação a cloud, conversamos com Arthur Furlan, CEO da Configr que é uma startup brasileira de automação de infraestrutura em cloud. A Configr tem 4 anos e foi criada como a missão de democratizar o acesso a nuvem. Seu foco são empresas de todos os portes que não possuem equipe especializada de TI com capacitação para atuar em cloud. Segundo Furlan, ao contratarem suas soluções de cloud, os clientes buscam principalmente, melhor desempenho em suas operações, segurança no tratamento, manipulação e armazenamento de dados sem que seja necessário dispor de  investimentos em infraestrutura e em contratações de profissionais especialistas nessa tecnologia. Benefícios Na percepção dos entrevistados no estudo da Frost & Sullivan 2017, os principais benefícios do uso de Cloud são: Armazena grande quantidade de dados; possibilita a realocação da equipe internas de TI para tarefas mais estratégicas; permite flexibilidade em momentos de aumento ou redução de dados e elimina o trabalho de integração de múltiplas plataformas e sistemas. No Brasil o item referente a implementação foi citado como o terceiro benefício mais importante. Fonte: Frost & Sullivan “A Vantagem de uma solução como a nossa é que ao preencher os formulários de cadastro, o usuário já  está automaticamente configurando seu serviço sem necessidade de tutoriais ou acompanhamento de um especialista. Todas as decisões técnicas são tomadas pela nossa aplicação. No final o cliente já recebe o acesso ao um servidor configurado, com protocolos de segurança e com todas as aplicações instaladas, esclarece Furlan. Segurança Um dos itens de preocupação por parte dos que estudam a adoção à nuvem é justamente a segurança das informações e quanto a isso Furlan esclarece que, assim como outros fornecedores de solução em nuvem, a  Configr utiliza todos os recursos necessários e disponíveis para a segurança dos servidores. “Ambientes Clouds, são muito seguros. Na Configr ao invés do protocolo tradicional de transferência de arquivos FTP (File Transfer Protocol), utilizamos apenas o protocolo SFTP (Secure File Transfer Protocol) que é uma extensão do protocolo SSH (Secure Shell) utilizado para comunicação segura entre servidores remotos e baseado no conceito de criptografia de chaves públicas. Celeridade A Nuvem garante sites mais seguros e mais rápidos uma vez que os provedores de soluções trabalham com gerenciadores de SSL, que criptografam toda comunicação entre usuário e servidor tornando mais segura a comunicação, e balanceamento de carga, que distribuem a demanda de acessos e usuários entre várias máquinas de forma automática, conferindo mais desempenho e estabilidade para essas aplicações. Antes de se transformar é preciso ser digital Pensar e tratar o meio eletrônico é o oxigeno para sobrevivência das empresas de todos os segmentos de atuação e de todos os portes. É obrigatório que as empresas já apliquem e utilizem recursos digitais como: – Recursos tecnológicos que garantem confidencialidade, disponibilidade, autenticidade, integridade no mundo eletrônico – Serviços eletrônicos seguros e confiáveis – Proporcione mobilidade e autonomia aos usuários –  Documentos eletrônicos. Documentos eletrônicos ou digitais são aqueles que já nascem no meio eletrônico. Documentos digitalizados são aqueles que da mídia impressa sofrem a transformação para o meio eletrônico. Utilizar documentos eletrônicos reduz custos, contribui para governança corporativa, evita deslocamentos desnecessários de  documentos e de pessoas.   Além dos documentos eletrônicos poderem ser gerados e armazenados em nuvem ao  invés dos velhos galpões. Se faz necessário que indivíduos e empresas façam o beabá em relação ao digital para só então pensarem na transformação dos seus negócios, de suas entregas e da forma que vão interagir com seus clientes e usuários. E então você já está preparado para essa transformação?  

Empresas brasileiras se destacam com games no mercado internacional

Mariana Branco, Agência Brasil, 26 de dezembro de 2017, às 14h30 Segundo dados da agência de fomento, em 2015 os estúdios brasileiros desenvolvedores de games que recebem assistência do projeto fecharam US$ 11 milhões em negócios internacionais   Responsável por movimentar bilhões no mundo, a produção de games começa a se estruturar e cresce a passo seguro no Brasil. Dados do Global Games Market Report 2017, da Newzoo, empresa que realiza pesquisas sobre a indústria de games, mostram que o Brasil ocupa o 13° lugar no ranking de países que mais geraram receita no setor, com estimativa de US$ 1,3 bilhão para este ano. No mundo, é esperado que o mercado movimente US$ 108,9 bilhões em 2017. De olho no potencial desse filão, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) firmou parceria com a Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Games (Abragames). As duas entidades criaram o projeto Brazilian Game Developers, com o objetivo de desenvolver e promover a indústria local de games no exterior. “Em 2013 a Apex começou a parceria com esse setor. Aconteceu um mapeamento estratégico dos pólos criadores de games no país. Foi quando a gente começou a entender quem eram as empresas, onde elas estavam”, relata Mariana Gomes, gestora de Projetos da Apex Brasil. Segundo dados da agência de fomento, em 2015 os estúdios brasileiros desenvolvedores de games que recebem assistência do projeto fecharam US$ 11 milhões em negócios internacionais. Em 2016 esse número aumentou para US$ 17,4 milhões, um incremento de 58%. Os resultados de 2017 ainda estão sendo consolidados e só serão divulgados em março de 2018. Editais Mariana Gomes afirma que a expectativa é que a cifra deste ano supere os resultados do anterior. Ela vê 2017 como “o ano dos games brasileiros”. “Muito do que aconteceu de 2013 até aqui foi produção e desenvolvimento de jogos. A gente está entrando agora na fase de lançamento deles”, explica. Mariana informa que, também neste ano, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou dois editais totalizando R$ 20 milhões em recursos para empresas criadoras de games. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública destinada a estimular a ciência, também lançou um edital no valor de R$ 15 milhões. Segundo Mariana Gomes, são os primeiros editais específicos para estúdios desenvolvedores de games. “O primeiro edital [da Ancine] totalizou R$ 10 milhões apoiou 25 jogos em três categorias diferentes: ao custo de R$ 250 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão para serem desenvolvidos. Com o outro edital que está rodando, no mesmo valor, vêm mais 25 jogos nessas três categorias. O dinheiro da Ancine entrou pra desenvolvimento do jogo e o da Finep para a empresa se fortalecer”, destacou. Tipos de games O Brasil não tem estúdios com orçamento e estrutura para produzir os chamados games Triple A, categoria utilizada para se referir aos jogos com muito dinheiro envolvido na produção e que se tornam grandes sucessos. Segundo Mariana Gomes, os jogos brasileiros se enquadram na classificação indie games, com recursos mais modestos para o desenvolvimento. Ainda assim, de acordo com ela, os games do Brasil têm tido um bom desempenho. “A gente tem alguns exemplos clássicos de cases de sucesso internacional. Um estúdio de Porto Alegre, o Aquiris Game Studio, lançou o Horizon Chase, um jogo de corrida de carros vintage [antigos]. Outro jogo deles, chamado Ballistic Overkill, é um jogo em primeira pessoa online”, cita. Há também os jogos educacionais, como o Enem Game. Desenvolvido pela empresa capixaba Mito Games, o jogo funciona fornecendo recompensas aos jogadores que acertarem perguntas sobre o conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Marcelo Herzog, sócio-fundador e diretor administrativo da empresa, explica que o projeto foi apresentado pela primeira vez a uma incubadora de empresas visando o mercado nacional. O modelo, no entanto, já despertou o interesse de investidores no exterior. “Demorou a dar rentabilidade. Começou com uma versão gratuita, que a gente monetizava através de publicidade. Então a gente desenvolveu a versão premium, que hoje a gente vende para as escolas. Todos os alunos do ensino médio têm a versão premium e a escola tem um painel administrativo de onde consegue extrair dados sobre o desempenho no jogo”, explica Herzog. Segundo ele, o objetivo dos desenvolvedores é que o jogo educacional não fique restrito ao Enem. “Independentemente de existir ou não uma prova de acesso, o Enem Game é uma boa ferramenta de estudo. Agora para o ano que vem, durante o período de férias, a gente vai focar no desenvolvimento da versão para o ensino fundamental. Mais para o futuro, a gente pensa em inserir conteúdo para concursos”, informa. Ganhar o mercado internacional também está nos planos da empresa. A Mito Games já participou de viagens para divulgação do produto em encontros de negócios. “Houve uma procura de um instituto na Alemanha e meu sócio já esteve um evento em Bruxelas em que o pessoal se interessou”, disse ele, ressaltando que a companhia também desenvolve jogos de tabuleiros. “A gente está se preparando para ficar internacional, nos jogos digitais e físicos”, destacou. Negócios Mariana Gomes, da Apex Brasil, explica que os modelos de negócio que desenvolvedores de games podem fechar no mercado internacional são variados. É possível firmar um contrato para disponibilizar o jogo em lojas de aplicativos para celular, por exemplo. Nesse caso, é possível cobrar pelo download ou lançar uma versão grátis mas com conteúdos periódicos pagos. Outra alternativa, geralmente usada no caso de games para plataforma externa (videogames), é um contrato de distribuição com uma empresa internacional, que fará a publicidade do jogo no exterior. Por fim, alguns grandes estúdios subcontratam parte do desenvolvimento do game: uma empresa brasileira pode ser responsável pela música, por exemplo.  

TIVIT fornece serviços para suportar plano da Alelo de ampliar operações até 2020

A parceria tem garantido evolução da infraestrutura tecnológica, com mais robustez, segurança e aprimoramento dos processos São Paulo, 19 de dezembro de 2017 – A TIVIT – empresa líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina – tem apoiado a Alelo, empresa líder no setor de benefícios e gestão de despesas corporativas, a promover uma grande transformação na infraestrutura tecnológica. “A TIVIT é um parceiro estratégico que vem acompanhando essa evolução da Alelo” afirma Danilo Zimmermann, diretor executivo de TI e Operações da Alelo. “Nos últimos anos, a Companhia nos apoiou na evolução da infraestrutura de TI, com mais robustez, segurança e aprimoramento dos processos”, complementa. A parceria entre as duas companhias teve início há mais de seis anos e, atualmente a Alelo conta com um escopo completo de gestão de infraestrutura de tecnologia. Dentre os principais serviços prestados pela TIVIT estão o gerenciamento de ambientes, Governança, Cloud Services, Cyber Security, soluções de armazenamento e backup, hospedagem dos servidores da Alelo, além de serviços voltados ao usuário final. O contrato com a TIVIT teve início quando a Alelo buscava um fornecedor que pudesse migrar todo seu ambiente de TI, em um curto prazo, e que suportasse melhor sua expectativa de crescimento do negócio. Os principais atributos que pesaram na decisão por contratar os serviços foram a flexibilidade, agilidade e confiança. Após a migração completa do ambiente de TI, a Alelo conquistou com a TIVIT a maturidade que buscava para suas operações, com alta qualidade de entrega e otimização dos recursos utilizados. Além disso, a operação está toda adaptada às necessidades do cliente, para que possa ser reestruturada de acordo com as demandas e crescimento. “Para a TIVIT esse projeto com a Alelo reforça nossa capacidade de entregar serviços diferenciados aos clientes e que contribuam, de forma eficiente, para os resultados dos negócios. É uma satisfação saber que estamos contribuindo, a partir de melhorias na infraestrutura tecnológica e de processos, com o crescimento da empresa.”, afirma Carlos Gazaffi, COO da TIVIT. Sobre a TIVIT  A TIVIT é líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina. Com presença em sete países da região, a partir dos quais presta serviços para mais 35 países do mundo, a empresa é reconhecida por fazer a gestão de operações críticas para seus clientes com agilidade e flexibilidade. Todos os serviços da TIVIT – que incluem IT Services, Cloud Computing e Digital Business – atuam com base nos mais elevados padrões mundiais de qualidade, segurança e confiabilidade de processos e são suportados por 9 data centers, sendo 2 com 99,999% de disponibilidade. A TIVIT busca as melhores opções de tecnologia disponíveis no mercado para compor a melhor oferta de serviço de tecnologia para cada cliente, e atualmente suporta com excelência grandes bancos, seguradoras, empresas de cartões de crédito, indústrias, concessionárias de serviços públicos e varejo.   Informações para a imprensa Ideal H+K Strategies – (11) 4873-7900 – www.idealhks.com Milly Furquim – milly.furquim@idealhks.com – ramal 7956 ou (11) 98918.2955 Fernanda Vigna – fernanda.vigna@idealhks.com – ramal 7913 ou (11) 99649-5997 Tatiana Americano – tatiana.americano@idealhks.com.br – ramal 7926  

Carteira de Trabalho ganha versão digital desenvolvida pela Dataprev

A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ganhou uma versão digital desenvolvida pela Dataprev. Lançado nesta terça-feira (21) pelo governo, o aplicativo do Ministério do Trabalho permite ao trabalhador acessar todos os dados disponíveis no documento impresso, como informações da identificação civil e dos contratos de trabalho. O novo aplicativo faz parte do conjunto de soluções desenvolvidas pela Dataprev para levar mais comodidade e conveniência no acesso aos serviços prestados pelo governo. “Acredito que esta cerimônia acontece em uma hora muito boa. Estamos reunidos aqui para tratar da maior prioridade do nosso governo, que é a criação de empregos, que é o que temos feito desde o início em diversas frentes do nosso governo. A regra do nosso governo é colocar o Brasil no século XXI”, destacou o presidente da República, Michel Temer. A nova plataforma foi lançada no Palácio do Planalto, em Brasília, e contou também com a participação dos ministros do Trabalho, Ronaldo Nogueira, da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, do Tribunal Superior de Trabalho, Ives Gandra, do presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, do secretário de Políticas Públicas de Emprego, Leonardo Arantes, entre outras autoridades. “O Ministério do Trabalho lança hoje uma revolucionária plataforma tecnológica de prestação de serviços ao trabalhador por meio digital, desenvolvimento especialmente para as necessidades do trabalhador brasileiro: o Emprega Brasil. É certamente um dos mais audaciosos programas na área de empregabilidade já lançado no Brasil, com o uso intensivo de tecnologia de ponta e, assim, privilegiando a queda vertiginosa dos custos e o aumento exponencial de acessibilidade”, destacou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Já o presidente da Dataprev destacou a questão da mobilidade para facilitar o acesso a serviços públicos. “Passamos por uma revolução com o autoatendimento e com a conectividade e agora estamos investindo na mobilidade, que é a forma mais rápida e eficaz dos nossos clientes oferecerem seus serviços e do cidadão acessar os serviços públicos”, explicou André Leandro. O aplicativo está disponível nas versões Android e IOS e funcionará como uma extensão da versão impressa, que não deixará de existir. A vantagem é que o trabalhador terá as informações à mão sempre que precisar fazer uma consulta. Pela ferramenta, também é possível solicitar a 1ª e 2ª via do documento. A Dataprev deu início ao processo de internalização dos sistemas de gestão e emissão da CTPS no início de novembro. O compromisso foi firmado pelo presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, e o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em julho deste ano e prevê ainda a informatização da carteira em locais onde a emissão é feita manualmente, como no caso do estado de São Paulo. Com a internalização, os sistemas que eram operados pelo Ministério do Trabalho passaram a ser sustentados pela Dataprev. Trata-se de uma operação de grande complexidade, que envolve um banco de dados de mais de 100 milhões de registros, sendo 39 milhões só de carteiras informatizadas, além de todas as carteiras manuais existentes. A operação contou com o envolvimento direto das equipes técnicas das áreas de desenvolvimento, infraestrutura, banco de dados, atendimento e negócios da Dataprev. Como baixar a CTPS Digital Para acessar, o trabalhador deve entrar na loja de aplicativos do seu celular e procurar por “CTPS Digital” e baixar. Após, o usuário poderá acessar uma das quatro opções (entrar, solicitar 1ª via, solicitar 2ª via e perguntas frequentes). Quem tiver a senha cadastrada no Cidadão.br e Sine Fácil, precisará apenas colocar essa senha, que é a mesma para os dois aplicativos. Em seguida, será necessário digitar o CPF, a senha e clicar novamente em entrar. Quem não tiver senha ainda, precisará criar uma, clicando em Primeiro Acesso no Cidadão.Br ou em Cadastre-se. Basta informar dados pessoais (CPF, nome, data de nascimento, nome da mãe, local de nascimento), que serão validados no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). A partir daí, se as informações estiverem corretas, o usuário será direcionado a responder um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico laboral. É preciso acertar pelo menos quatro das cinco perguntas para receber uma senha provisória. Caso o usuário não consiga acertar as respostas, terá que aguardar 24h para uma nova tentativa ou entrar em contato com a central 135 para auxílio. Sine Fácil 2.0 Uma das vantagens dos aplicativos é a possibilidade de inclusão de novas funcionalidades para o usuário. Com mais de 680 mil downloads desde o lançamento, o Sine Fácil – aplicativo que permite ao trabalhador procurar vagas de emprego pelo celular ou tablet conectados à internet – está disponível agora na versão iOS e ganhou novos recursos. O cidadão poderá fazer seu cadastro diretamente no aplicativo, sem a necessidade de usar um computador ou de ir até uma rede atendimento. Entre as novidades, estão a possibilidade de o trabalhador alterar dados do seu cadastro pelo celular e incluir ou remover pretensões profissionais, garantindo mais flexibilidade na busca por vagas de emprego e sem a necessidade de comparecer a um posto de atendimento. Na primeira versão era necessário um código de acesso (QR Code) para conseguir usar o aplicativo. Agora, o acesso pode ser feito também pela plataforma de autenticação da Dataprev, Cidadao.br. Pelo Sine Fácil, o cidadão tem os serviços oferecidos pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) ao alcance das mãos. É possível se candidatar a vagas, agendar entrevistas com empregadores e acompanhar a situação do seguro-desemprego. Desde o lançamento, já foram realizadas mais de 20 milhões de consultas por vagas de emprego – só em outubro foram 5 milhões – e 180 mil entrevistas de emprego agendadas. Além disso, cerca de 50 mil trabalhadores consultam a ferramenta diariamente. Seguro-Desemprego pela internet Também com o objetivo de garantir mais eficiência na prestação de serviços públicos, reduzir custos e dar mais comodidade ao trabalhador, é possível agora fazer a solicitação do seguro-desemprego pela internet. Os postos de atendimento estão aptos a fazer, em média, 700 mil requerimentos por mês. A iniciativa, desenvolvida pela Dataprev, está disponível pelo portal Emprega Brasil. O trabalhador poderá preencher

MCTIC lança Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lança nesta quinta-feira (14), às 10h, o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada no Brasil. Batizado de ProFuturo – Produção do Futuro, o plano define ações e setores prioritários para o desenvolvimento da indústria 4.0 no país.   O lançamento terá a participação do ministro Gilberto Kassab e do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata.   Entre as áreas tecnológicas prioritárias para o Brasil em manufatura avançada, estão a automação, Big Data, Computação em Nuvem, energias renováveis, Internet das Coisas, nanotecnologia, segurança cibernética e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).   Construído a partir da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti), o plano expressa a visão do MCTIC sobre o futuro da manufatura avançada no país.   Serviço Evento: Lançamento do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada no Brasil Data: 14 de dezembro de 2017 Horário: 10h Local: Auditório do MCTIC Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco E Cidade: Brasília (DF) Informações à imprensa Assessoria de Comunicação do MCTIC (61) 2033-7515 / imprensa@mctic.gov.br

Dataprev é a 1ª empresa pública a obter o selo Tier III Operational Sustentability

A Dataprev conquistou em novembro a certificação Operational Sustentability no nível ouro para o Data Center São Paulo, a última do sistema de classificação Tier III. Com este reconhecimento, a Dataprev se torna a primeira empresa pública do país a receber este selo e completar o ciclo Tier III. O ambiente possui também os selos Design e Facility. A certificação é conferida pela organização internacional Uptime Institute, a entidade máxima em certificação de data center e única que pode emitir o certificado usando o padrão Tier. “Este reconhecimento é fruto de todo o trabalho e dedicação da nossa equipe. E também dos investimentos realizados para manter data centers do mais alto padrão, que atendam às demandas dos nossos clientes, proporcionando uma experiência segura e confiável. Parabenizo todos os empregados da Dataprev por mais essa conquista”, destacou o presidente André Leandro Magalhães. O sistema Tier Classification é o padrão global reconhecido pela confiabilidade e o desempenho de data centers. O processo de certificação garante que as operações estão em alinhamento com os objetivos dos negócios e com as expectativas de disponibilidade. “Nossa preocupação é oferecer um diferencial competitivo na prestação de serviços para os nossos clientes. É bom saber que a nossa infraestrutura atende aos altos padrões exigidos pelo Uptime Institute e é reconhecida internacionalmente perante o mercado”, afirmou o diretor de Tecnologia e Operações, Matheus Belin. A certificação Tier III é um dos resultados do Plano de Ação 2017, que traz as ações indispensáveis para que a Dataprev consiga atingir seus objetivos estratégicos. O Data Center Rio de Janeiro já passou pela auditoria do Uptime Institute e também deve receber em breve o selo Operational Sustentability. Juntos, os data centers localizados no RJ, em SP e em Brasília da sustentam os serviços prestados pela Dataprev a clientes como o INSS, a Receita Federal e o Ministério do Trabalho. Conectados por circuitos de alta velocidade, os eles contam com parque tecnológico atualizado e salas-cofres certificadas e blindadas. Funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. DCSP – Com a conclusão da reforma, o Data Center São Paulo passou a operar, em 2014, com uma nova sala-cofre de 209 m², além da anterior, de 75 m². Conta ainda com sala de telecomunicações, fitoteca, nova central de monitoramento, geradores e sistemas de refrigeração avançados. O local tem quase 140 empregados, mais de 240 servidores físicos e 940 virtuais. O ambiente já havia recebido os selos Tier III Design e Facility, que garantem que, dentro dos data centers, indisponibilidades relacionadas à parte elétrica ou térmica (ar-condicionado) serão resolvidas com outro sistema assumindo a função. Em termos práticos, isso quer dizer que qualquer item de energia é contingenciado e qualquer máquina tem duas fontes de energia diferentes, de dois circuitos distintos, o que elimina a necessidade de desligar o data center inteiro para realizar manutenção. Com essa estrutura, a Dataprev garante que o atendimento diário a 200 mil pessoas não seja interrompido. Depois da reforma, o data center de São Paulo não teve qualquer tipo de indisponibilidade de infraestrutura em mais de 1.461dias. DCD Global Awards 2017 O presidente aproveitou a oportunidade para também parabenizar toda a empresa, que foi uma das finalistas do DCD Global Awards, principal prêmio do setor de infraestrutura de data centers do mundo. A Dataprev concorreu na categoria Data Center Operation Team of the Year – Enterprise, ou Melhor Equipe de Gestão de Data Centers – Empresa, em português. E apesar de não ter vencido a categoria, está entre os quatro melhores times de 2017. “Temos muito que nos orgulhar. Chegamos a um seleto grupo e isso é também motivo de comemoração. A indicação ao prêmio reconhece que a Dataprev tem um dos melhores times de data centers no mundo. É muito bom saber que atingimos esse patamar”, afirmou o presidente André Leandro. O diretor Matheus Belin e coordenador de Gestão de Facilities, Eduardo Costa (na foto ao lado), estiveram na cerimônia de premiação, que aconteceu no dia 7/12 em Londres. O DCD Global Awards é uma premiação mundial promovida pela empresa Datacenter Dynamics para destacar iniciativas de inovação e eficiência em data centers. Os finalistas concorreram em 15 categorias e a edição deste ano incluiu projetos de vários países, entre eles, India, Indonesia, Japão, China, Austrália, Argentina, Brasil, México, Peru, Chile, Espanha, Alemanha, Suíça, Turquia Itália e Estados Unidos.

Dos 4 aos 104 anos: iniciativa mostra que qualquer pessoa pode aprender programação

Participe gratuitamente da Hora do Código na USP em São Carlos e descubra o quanto a computação pode ser acessível e divertida, especialmente se você contar com a ajuda dos robôs Crianças, adultos e idosos são muito bem-vindos no evento (crédito: Denise Casatti) Um evento criado para desmistificar a programação e mostrar que qualquer pessoa pode aprender os fundamentos básicos da computação, realizando atividades simples e divertidas durante 60 minutos. Essa é a proposta da Hora do Código, um movimento global que já atingiu 468 milhões de pessoas em mais de 180 países. Em São Carlos, a iniciativa acontecerá no sábado, 9 de dezembro, a partir das 14 horas, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP. O objetivo não é ensinar as pessoas a serem especialistas em computação em uma hora, mas sim mostrar que a área é acessível a todas as pessoas, de todas as idades, independentemente do conhecimento prévio que tenham. Por isso, para participar da Hora do Código, não é necessário ter nenhuma experiência em programação. “Como a tecnologia está presente em todos os setores, o conhecimento em computação se tornou fundamental. Todas as pessoas deveriam ter a oportunidade de aprender um pouco sobre programação, pois esse conhecimento pode nos ajudar a desenvolver habilidades lógicas, resolver problemas e estimular nossa criatividade”, explica o professor Seiji Isotani, presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC, que é responsável pela realização da iniciativa em São Carlos. Robôs humanoides estão entre as atrações da Hora do Código no ICMC Robôs são atração – O evento é gratuito e começará às 14 horas com demonstrações de diversos robôs. Logo depois, o público entenderá melhor as relações entre robótica e programação no bate-papo com o doutorando Adam Moreira, do ICMC. A seguir, todos serão convidados a ir aos laboratórios do Instituto, que já estarão preparados para que os participantes possam realizar os exercícios de programação. “Nos exercícios, há um passo a passo explicando o que deve ser realizado e nós também disponibilizaremos monitores para ajudar quem tiver qualquer dificuldade”, explica o professor Fernando Osório. Quem completar todas as atividades propostas receberá um certificado digital. Crianças menores de 10 anos poderão participar, desde que venham acompanhadas por um responsável. Recomenda-se apenas que os participantes tragam seus próprios fones de ouvido. Quem desejar também poderá trazer seu notebook ou tablet. As inscrições podem ser realizadas, até as 80 vagas disponíveis se esgotarem, por meio do formulário disponível neste link: www.icmc.usp.br/e/b8e1d. Este ano, mais de 100 mil eventos ao redor do mundo já foram cadastrados na plataforma global da Hora do Código, sendo que 253 deles serão no Brasil. A iniciativa sempre acontece durante a Semana da Educação em Ciência da Computação, realizada anualmente em reconhecimento ao aniversário da pioneira da computação, a almirante Grace Murray Hopper, que nasceu em 9 de dezembro de 1906 em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Ela foi uma das primeiras programadoras da história. Crianças menores de 10 anos podem participar, basta virem acompanhadas por um responsável Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC/USP Hora do Código no ICMC Página do evento no Facebook: www.facebook.com/events/1037093763099514 Formulário para inscrições: www.icmc.usp.br/e/b8e1d Onde: auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no bloco 6 do ICMC (Av. Trabalhador São Carlense, 400, na área I do campus da USP, no centro de São Carlos) Quando: sábado, 9 de dezembro Horário: a partir das 14 horas Mais informações: (16) 3373-9622 / eventos@icmc.usp.br Fonte: http://www.icmc.usp.br/noticias/3435-dos-4-aos-104-anos-iniciativa-mostra-que-qualquer-pessoa-pode-aprender-programacao 

Cronograma de entrada do eSocial terá início em janeiro de 2018 e será realizada em etapas

Diálogo entre Governo Federal e instituições foi fundamental para a definição do faseamento Brasília, 30 de novembro de 2017 – O Comitê Diretivo do eSocial publicou hoje, 30, no Diário Oficial da União (DOU) resolução que define o cronograma de implantação do eSocial, sistema integrado do Governo Federal que facilitará a prestação e administração de dados dos trabalhadores sobre obrigações fiscais e trabalhistas para os órgãos públicos envolvidos no projeto: Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e Ministério do Trabalho – MTb. A entrada do eSocial terá início em 8 de janeiro de 2018 e será faseada, de acordo com a resolução. Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016 serão as primeiras que terão a obrigatoriedade de utilização do sistema. As micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs), deverão se cadastrar a partir de 16 de julho de 2018 e os órgãos e entidades públicas apenas em 14 de janeiro de 2019. De acordo com informações divulgadas pelo Comitê Diretivo em coletiva de imprensa realizada ontem, 29, em Brasília, o eSocial já está preparado para receber os eventos adequados às regras da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro deste ano. A entrada do eSocial em etapas é o resultado de uma demanda do setor produtivo, que foi feita desde as primeiras reuniões do GT Confederativo do eSocial, que reúne os órgãos públicos do Comitê Diretivo e Confederações e Associações de diversos setores da economia. A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa o setor no grupo e contribui com propostas estruturantes para uma entrada segura do eSocial, considerando os testes necessários e as possíveis dificuldades de adaptação que empresas de diversos portes e tamanhos no Brasil encontrariam. As empresas de tecnologia desenvolvedoras de sistemas corporativos para o envio de informações no eSocial comemoram o faseamento de entrada do sistema. Segundo Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, trata-se de uma conquista que gera segurança jurídica para as empresas e fortalece o diálogo entre o setor público e produtivo. “Esta é mais uma etapa alcançada, em que a conjunção de esforços foi fundamental para atingirmos este objetivo”. Para José Alberto Maia, Auditor-Fiscal do Trabalho e representante do Ministério do Trabalho no Comitê Diretivo do eSocial, esta articulação entre empresas e Governo é fundamental. Ao enfatizar que a construção coletiva é uma das premissas do eSocial, “o engajamento gerado a partir desta interação entre empresas e Governo elevou o nível do projeto, sobretudo com o engajamento das empresas de TI, através da Brasscom, e de Contabilidade, pela FENACON”, afirma Maia. Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, exerce papel de articulação entre os setores público e privado nas esferas federal, estadual e municipal, discutindo temas estratégicos, como relações laborais, tributação, internacionalização, educação e governo digital, entre outros. Representando 50 empresas e 19 instituições, a Brasscom promove o setor de TIC de forma propositiva, propagando novas tendências e inovações, a exemplo de Internet das Coisas, Mobilidade, Segurança e Privacidade. Atua para intensificar as relações com o mercado de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, incentivando a transformação digital do Brasil. Site: www.brasscom.org.br

CI&T está com 100 vagas abertas

Multinacional brasileira está em busca de 100 novos talentos. As oportunidades são para a sua sede em Campinas (SP) e para um de seus centros de desenvolvimento, situado na cidade de Belo Horizonte (MG).   A CI&T, parceira na transformação digital das marcas mais valiosas do mundo, anuncia a abertura de 100 vagas. As oportunidades são para a sua sede em Campinas (SP) e para um de seus centros de desenvolvimento, situado na cidade de Belo Horizonte (MG). A maioria das vagas requer conhecimento em inglês e dentre as posições oferecidas estão desenvolvedores e arquitetos de softwares em JAVA, .Net, Cloud e outras tecnologias, além de vagas para UX designers, engenheiros e cientistas de dados, e testers. Os interessados podem obter mais informações e se inscrever para as posições disponíveis no vempra.ciandt.com.   “Procuramos por pessoas que tenham o espírito de colaboração, impulsionem a inovação e transformem os negócios dos nossos clientes. Buscamos por profissionais que trabalham em equipe, para resolver questões críticas e gerar experiências diferenciadas na jornada dos consumidores no mundo online”, destacou Patricia Delsoto, gerente de Recursos Humanos. “Apoiamos a construção de um ambiente de trabalho multicultural, onde todos são respeitados independentemente da expressão de gênero, idade, deficiência, raça e religião. Por isso, todas as pessoas com os conhecimentos que buscamos são consideradas aptas para o nosso processo seletivo”, completou Patricia.   Delsoto ainda dá uma dica importante para quem busca por uma oportunidade na CI&T. “É essencial que a pessoa mantenha seu perfil do Linkedin atualizado, pois é uma das ferramentas que utilizamos como parte do processo de avaliação”, completou.   Com foco em “desenvolver pessoas, antes de desenvolver software” e o menor turnover da indústria (retention de 94%), a CI&T possui mais de 2,5 mil colaboradores, atualmente. Há 11 anos consecutivos, a CI&T figura na lista das Melhores Empresas para Trabalhar do GPTW (Great Place to Work) – sendo a única empresa de tecnologia a conquistar esse feito. Até mesmo na China, a CI&T entrou no ranking GPTW pela primeira vez no último ano, sendo uma das 30 Melhores Empresas para Trabalhar dentre as 137 inscritas. Nos EUA, a companhia é certificada como um Great Workplace desde 2016. Ambos os reconhecimentos dados pelo mesmo GPTW Institute.   Reunindo frentes multidisciplinares e a filosofia Lean para o contexto Digital (Lean Digital), a CI&T atende projetos para importantes companhias, mantendo operações não apenas no mercado brasileiro mas em localidades estratégicas dos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e China. Fundada há mais de duas décadas, ao longo da sua história, a companhia vem registrando crescimento contínuo (média anual de 30%) e mantendo como meta dobrar de tamanho a cada três anos. Em 2016, mesmo em meio à recessão econômica, a CI&T obteve aumento de 18% da sua receita. Em 2015, registrou 46% de crescimento no seu faturamento global. A CI&T segue firme, rumo à meta de R$ 500 milhões de receita em 2017 e de R$ 1 bilhão para 2020.   Sobre a CI&T CI&T é a parceira na transformação digital das marcas mais valiosas do mundo. É pioneira na aplicação de Design Thinking e tecnologias avançadas como Machine Learning, Inteligência Artificial (AI), Analytics, Cloud e Mobility. Ao longo dos últimos 20 anos, a multinacional brasileira tem sido eleita para resolver desafios complexos, acumulando expertise para acelerar a Transformação Digital de grandes líderes do mercado por meio do LEAN DIGITAL – que torna consistentes as mudanças culturais e de processos. Também reúne competências que combinam estratégias de marketing digital às de tecnologia. Possui mais de 2.500 colaboradores, incluindo estrategistas de negócios digitais, designers e engenheiros nos Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Austrália, Japão e China. Para mais informações sobre a CI&T, acesse: www.ciandt.com.   Informações para a imprensa CI&T • Collaborate •  Innovate • Transform Claudia Lima | (19) 99779-0040 | imprensa@ciandt.com ciandt.com

Carteira de Trabalho ganha versão digital desenvolvida pela Dataprev

A Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ganhou uma versão digital desenvolvida pela Dataprev. Lançado nesta terça-feira (21) pelo governo, o aplicativo do Ministério do Trabalho permite ao trabalhador acessar todos os dados disponíveis no documento impresso, como informações da identificação civil e dos contratos de trabalho. O novo aplicativo faz parte do conjunto de soluções desenvolvidas pela Dataprev para levar mais comodidade e conveniência no acesso aos serviços prestados pelo governo. “Acredito que esta cerimônia acontece em uma hora muito boa. Estamos reunidos aqui para tratar da maior prioridade do nosso governo, que é a criação de empregos, que é o que temos feito desde o início em diversas frentes do nosso governo. A regra do nosso governo é colocar o Brasil no século XXI”, destacou o presidente da República, Michel Temer. A nova plataforma foi lançada no Palácio do Planalto, em Brasília, e contou também com a participação dos ministros do Trabalho, Ronaldo Nogueira, da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, do Tribunal Superior de Trabalho, Ives Gandra, do presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, do secretário de Políticas Públicas de Emprego, Leonardo Arantes, entre outras autoridades. “O Ministério do Trabalho lança hoje uma revolucionária plataforma tecnológica de prestação de serviços ao trabalhador por meio digital, desenvolvimento especialmente para as necessidades do trabalhador brasileiro: o Emprega Brasil. É certamente um dos mais audaciosos programas na área de empregabilidade já lançado no Brasil, com o uso intensivo de tecnologia de ponta e, assim, privilegiando a queda vertiginosa dos custos e o aumento exponencial de acessibilidade”, destacou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Já o presidente da Dataprev destacou a questão da mobilidade para facilitar o acesso a serviços públicos. “Passamos por uma revolução com o autoatendimento e com a conectividade e agora estamos investindo na mobilidade, que é a forma mais rápida e eficaz dos nossos clientes oferecerem seus serviços e do cidadão acessar os serviços públicos”, explicou André Leandro. O aplicativo está disponível nas versões Android e IOS e funcionará como uma extensão da versão impressa, que não deixará de existir. A vantagem é que o trabalhador terá as informações à mão sempre que precisar fazer uma consulta. Pela ferramenta, também é possível solicitar a 1ª e 2ª via do documento. A Dataprev deu início ao processo de internalização dos sistemas de gestão e emissão da CTPS no início de novembro. O compromisso foi firmado pelo presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, e o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em julho deste ano e prevê ainda a informatização da carteira em locais onde a emissão é feita manualmente, como no caso do estado de São Paulo. Com a internalização, os sistemas que eram operados pelo Ministério do Trabalho passaram a ser sustentados pela Dataprev. Trata-se de uma operação de grande complexidade, que envolve um banco de dados de mais de 100 milhões de registros, sendo 39 milhões só de carteiras informatizadas, além de todas as carteiras manuais existentes. A operação contou com o envolvimento direto das equipes técnicas das áreas de desenvolvimento, infraestrutura, banco de dados, atendimento e negócios da Dataprev. Como baixar a CTPS Digital Para acessar, o trabalhador deve entrar na loja de aplicativos do seu celular e procurar por “CTPS Digital” e baixar. Após, o usuário poderá acessar uma das quatro opções (entrar, solicitar 1ª via, solicitar 2ª via e perguntas frequentes). Quem tiver a senha cadastrada no Cidadão.br e Sine Fácil, precisará apenas colocar essa senha, que é a mesma para os dois aplicativos. Em seguida, será necessário digitar o CPF, a senha e clicar novamente em entrar. Quem não tiver senha ainda, precisará criar uma, clicando em Primeiro Acesso no Cidadão.Br ou em Cadastre-se. Basta informar dados pessoais (CPF, nome, data de nascimento, nome da mãe, local de nascimento), que serão validados no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). A partir daí, se as informações estiverem corretas, o usuário será direcionado a responder um questionário com cinco perguntas sobre seu histórico laboral. É preciso acertar pelo menos quatro das cinco perguntas para receber uma senha provisória. Caso o usuário não consiga acertar as respostas, terá que aguardar 24h para uma nova tentativa ou entrar em contato com a central 135 para auxílio. Sine Fácil 2.0 Uma das vantagens dos aplicativos é a possibilidade de inclusão de novas funcionalidades para o usuário. Com mais de 680 mil downloads desde o lançamento, o Sine Fácil – aplicativo que permite ao trabalhador procurar vagas de emprego pelo celular ou tablet conectados à internet – está disponível agora na versão iOS e ganhou novos recursos. O cidadão poderá fazer seu cadastro diretamente no aplicativo, sem a necessidade de usar um computador ou de ir até uma rede atendimento. Entre as novidades, estão a possibilidade de o trabalhador alterar dados do seu cadastro pelo celular e incluir ou remover pretensões profissionais, garantindo mais flexibilidade na busca por vagas de emprego e sem a necessidade de comparecer a um posto de atendimento. Na primeira versão era necessário um código de acesso (QR Code) para conseguir usar o aplicativo. Agora, o acesso pode ser feito também pela plataforma de autenticação da Dataprev, Cidadao.br. Pelo Sine Fácil, o cidadão tem os serviços oferecidos pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) ao alcance das mãos. É possível se candidatar a vagas, agendar entrevistas com empregadores e acompanhar a situação do seguro-desemprego. Desde o lançamento, já foram realizadas mais de 20 milhões de consultas por vagas de emprego – só em outubro foram 5 milhões – e 180 mil entrevistas de emprego agendadas. Além disso, cerca de 50 mil trabalhadores consultam a ferramenta diariamente. Seguro-Desemprego pela internet Também com o objetivo de garantir mais eficiência na prestação de serviços públicos, reduzir custos e dar mais comodidade ao trabalhador, é possível agora fazer a solicitação do seguro-desemprego pela internet. Os postos de atendimento estão aptos a fazer, em média, 700 mil requerimentos por mês. A iniciativa, desenvolvida pela Dataprev, está disponível pelo portal Emprega Brasil. O trabalhador poderá preencher

Serpro lança plataforma Blockchain

Para provocar uma disrupção e trazer desafios para todos nós que somos gestores e responsáveis pelo setor público”. Com essas palavras a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães, abriu no dia 9 de novembro, o evento que reuniu clientes para apresentação da plataforma Blockchain. Blockchain é uma tecnologia de validação inviolável que tem a descentralização como medida de segurança. Cria consenso e confiança na comunicação direta entre duas partes, sem o intermédio de terceiros. O protocolo é adequado para cenários que requerem privacidade e controle de identidade e permissões. A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é parceira no uso da tecnologia na solução Tesouro Direto (TD). “Ao mesmo tempo que a STN tem uma necessidade de negócio identificada, o Serpro tem capacidade de produção e de construção de ferramenta que ‘casa’ com que o estado precisa. Existe uma lacuna que é preenchida com o blockchain”, declara o coordenador-geral de Sistemas e Tecnologia da Informação da STN, Lincoln Moreira Jorge Junior. Automatizar o processo é apenas uma etapa de modernização do serviço público. A segunda etapa é agregar capacidade de análise e de resposta e agilidade que uma simples automação não consegue. A disrupção vem daí: o uso de uma tecnologia inovadora para fazer algo que até então não se fazia. “O uso do blockchain no TD, vai muito além do aumento da segurança. A tecnologia vem para facilitar o cadastro e o acesso do investidor ao produto”, explica Lincoln. O TD concorre com a poupança, mas o acesso aos títulos públicos é, hoje, o um dos desafios que limitam o aumento da base de investidores. Entenda o futuro O TD transforma o cidadão em investidor, e como investidor é preciso ter além de uma conta em banco, um intermediário, como corretoras ou bancos públicos para realização do investimento. Hoje, um investidor que não tenha conta bancária não acessa o TD. A partir do momento que a nova tecnologia estiver funcionando, seria permitida a autenticação utilizando-se as bases do governo para conferência de reputação do investidor. Com R$ 30 e um celular qualquer cidadão poderá investir em títulos públicos. “O mercado financeiro é conservador, como deve ser. A plataforma está pronta. A tecnologia é constantemente testada e atestada em conformidade com as melhores práticas do governo, do estado e internacionais para que não se coloque em risco o nosso investidor”, explica Lincoln. Ainda é preciso ajustar os aspectos legais para lançamento do protótipo.  VEJA A APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA BLOCKCHAIN DO SERPRO.  ENTREVISTAS Presidente do Serpro fala sobre Certificação Digital, CNH Digital, Blockchain, Apps e outros projetos O Serpro, em breve, vai lançar o projeto Neo ID. Que é Certificação Digital em nuvem e que pode ser acessada por meio de aplicativo.     ACESSE AQUI NOSSA COLUNA SOBRE BLOCKCHAIN!  

Bancos brasileiros são os que mais valorizam estrategicamente a Inteligência Artificial, aponta estudo global da GFT

Estudo da GFT revela o estágio da adoção da Transformação Digital pelos bancos do Brasil e do mundo Novembro de 2017 – O Estudo Global sobre Digital Banking da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, aponta que 94% das instituições financeiras de grande porte enxergam valor em soluções de IA (Inteligência Artificial). Em nível global, a Inteligência Artificial (AI) pode ser vista como um dos tópicos de maior interesse no setor bancário hoje. A pesquisa revela ainda que a abordagem de “Bank as a Plataform” (BaaP), para criar um modelo aberto de negócios usando APIs, é considerada um elemento relevante que irá moldar o banco digital futuro.     Realizado com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo – com dois participantes no máximo por instituição financeira, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre Transformação Digital, Inteligência Artificial e Bank as a Platform (BaaP). Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência em bancos de varejo, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países: Brasil, Alemanha, Itália, México, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA.     Dentre os principais desafios apontados sobre a implementação de uma estratégia digital estão: a integração de sistemas legados com novas tecnologias (59%), as questões de segurança e privacidade (57%) e a falta de competências internas (51%). O motivador principal para a digitalização, especialmente para grandes bancos de atuação global, é satisfazer ou exceder as expectativas dos clientes. Inteligência artificial a caminho     A IA está preparada para transformar o setor bancário ao longo da próxima década. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados veem a importância da IA. O Brasil, o Reino Unido e o México lideram o caminho em termos de reconhecimento da importância da IA, enquanto na Alemanha e na Suíça, países tradicionalmente mais cautelosos, apenas alguns percebem a IA como estratégica.     Com a implementação da IA, os especialistas questionados esperam obter avanços em uma ampla gama de funções empresariais, desde o back office até o contact center, passando pelo planejamento financeiro pessoal e as funções de vendas. Como resultado da aplicação dessas tecnologias, espera-se a redução de custos operacionais (71%) e o maior engajamento do cliente (64%).     “A indústria de banco de varejo, em especial, tem acesso a uma grande quantidade de dados multi estruturados que, atualmente, não está sendo utilizada na sua totalidade. Ao utilizar algoritmos cognitivos, esses dados podem ser processados e organizados para gerar modelos de apoio à tomada de decisão para atender melhor os clientes e se diferenciar competitivamente”, afirma o managing director Latam da GFT, Marco Santos. Status da transformação digital no Brasil     Atualmente, quase metade (47%) dos bancos no Brasil estão desenvolvendo estratégias de transformação digital, enquanto que 36% consideram já ter concluído esse processo, elevando o total de bancos brasileiros que dispõem de uma estratégia de transformação digital para 83%.     Em comparação com outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática. Somente 3% não acreditam em sua importância.     As três principais soluções de IA a serem adotadas no País compreendem: assistente virtual para clientes, com 52% de intenção de adesão, similar ao observado em outros países, com tecnologias de reconhecimento de linguagem natural; RPA – Robot Process Automation, com foco em eficiência do back office, com 38%; e Robot Advisory com  31%.     Os três principais benefícios da implementação de IA percebidos são:  maior engajamento do cliente (66%), seguido de custos operacionais mais baixos (55%) – benefício número um citado mundialmente e, por fim, redução de riscos (28%).     Embora o Brasil seja o país mais empolgado em relação à IA, a pesquisa mostra que os níveis de preparo dos sistemas de TI estão abaixo da média mundial. Os principais desafios no País são infraestrutura técnica escalável (interna versus nuvem), a disponibilidade de especialistas para preparar e fazer curadoria do sistema cognitivo, a infraestrutura capaz de alimentar os algoritmos e as parcerias com fintechs e fornecedores de IA.     Em relação ao BaaP, cerca de 20% dos bancos brasileiros possuem uma estratégia em andamento, embora somente 13% começaram a implementá-la. Entre os países pesquisados, o Brasil ainda está em um nível intermediário de maturidade em relação a adoção da estratégia Bank as a Platform. Os três principais benefícios do BaaP esperados no Brasil são: redução dos custos operacionais (47%), capacidade de desenvolver novos aplicativos (47%) e maior engajamento dos clientes (43%).     Já os três principais desafios enfrentados pelos bancos brasileiros são similares aos dados mundiais: 63% antecipam dificuldades com a complexidade dos sistemas existentes na organização, 57% em questões de segurança e 43% em falta de experiência e habilidades adequadas.     Entre os entrevistados com conhecimento em BaaP, a modernização de aplicativos é a mudança citada com mais frequência (50%), seguida da migração de dados para a nuvem (38%) e a aquisição de uma nova plataforma bancária centralizada (25%). Principais motivadores para a transformação digital     Os resultados mostram que o motivador número um para avançar na transformação digital dentro das organizações financeiras é satisfazer as expectativas dos clientes, segundo as respostas de 60% dos participantes. Em seguida, vem o aumento de receitas a partir de novos serviços ou produtos (51%) e a redução de custos operacionais (47%).     Um número considerável de bancos já tem uma estratégia definida de transformação digital sendo implementada ou desenvolvida. Cerca de 34% dos entrevistados afirmam ter uma estratégia de transformação digital definida, já 53% possuem uma estratégia em fase de desenvolvimento. O Reino Unido e a Suíça estão na vanguarda desta área: 100% das instituições de todos os tamanhos afirmam que já definiram ou estão desenvolvendo sua estratégia de transformação digital. A abordagem Bank as a Platform como um passo importante na agenda da transformação digital     Bank as a Platform é uma abordagem de negócios

Digital Dexterity no coração da estratégia

Por Paulo Marcelo, CEO da Resource O termo “Digital Dexterity” (na livre tradução “destreza digital”) pode parecer estranho ou novo, mas, na verdade, já foi bastante discutido. Em 2015, despertou grande interesse no Gartner Digital Workplace Summit, realizado em Orlando (EUA). Na visão do evento, o Digital Dexterity começou a evoluir na esteira de um ambiente de trabalho em transformação. Portais, redes sociais corporativas, sistemas de gestão de conteúdo, Nuvem, aplicativos móveis orientados por voz e muito mais vêm desenhando um ambiente corporativo digital, em um movimento natural de empresa e de colaboradores (usuários digitais), inseridos em um mundo conectado e móvel. Mas essa arquitetura caminhou para um objetivo maior: a Digital Dexterity. Segundo o instituto de pesquisas global Gartner, para chegar lá, a empresa tem de ser ágil e contar com pessoas capacitadas para lidar eficazmente com “trabalho dinâmico e não rotineiro”. No início deste mês, o termo Digital Dexterity ressurgiu com força em mais um evento da companhia do qual participei, o Gartner Symposium /ITxpo 2017, também em Orlando (EUA). As apresentações enfatizaram que o principal papel das pessoas na transformação digital é ajudar as organizações a alcançarem a destreza digital e competir efetivamente. No entanto, para isso, é necessário compor times que tenham destreza digital – profissionais colaborativos, ágeis, analíticos, inovadores e criativos. “Pessoas com capacidade e desejo de explorar tecnologias existentes e emergentes para obter melhores resultados comerciais”, disse a analista do Gartner Tina Nunno. Mas o que significa destreza digital? Segundo o Gartner, é uma estratégia de negócios projetada para incentivar a agilidade e o engajamento da força de trabalho, promovendo a autonomia dos colaboradores e construindo um ambiente de trabalho consolidado. Nesse cenário, os líderes digitais devem avaliar a destreza digital de sua organização para implementar uma estratégia com o objetivo de atrair a melhor combinação de talentos. A Digital Dexterity, portanto, não é um jargão interessante e curioso – é o pilar de um moderno ambiente de trabalho digital. Sendo assim, é altamente estratégico construir um ambiente corporativo flexível e ágil, que abrigue força de trabalho flexível e igualmente ágil para o sucesso da organização. Muito além do digital A estratégia de construção do digital nas empresas envolve variadas análises para que a transformação aconteça de maneira clara e efetiva, alinhada à evolução e à cultura do negócio. Mas, sem dúvida, a Digital Dexterity é um grande aditivo para a criação de uma nova cultura, que deve residir em um novo design organizacional, contemplando um mix de talentos. É preciso mudar internamente para mudar externamente. A cultura de Digital Dexterity, segundo o Gartner, deve ser sustentada por três blocos nessa construção: tecnologia, engajamento e diversidade. Para se tornar uma empresa digital, é vital ter capacidade para usar com assertividade a tecnologia e habilidade para criar valor por meio dela. Dominar a tecnologia não terá valor algum se a sua aplicação não estiver alinhada aos objetivos do negócio. Empresas que investem fortemente em tecnologia e na organização do seu desenho de atuação estão mais preparadas para superar seus competidores. Mas entendo que a “destreza” é chave e deve existir independentemente da tecnologia porque é uma questão de perspicácia, talento para pensar além do lugar comum, agilidade, capacitação e inteligência coletiva. Assim, certamente, o digital pode ficar mais simples.

Edital Elas nas Exatas visa aumentar participação de meninas em ciência e tecnologia

PUBLICADO POR GIFE EM 06/11/2017 Com o objetivo de fornecer possibilidades para que mulheres se insiram em realidades ainda voltadas majoritariamente aos homens, como é o caso de cursos, faculdades e carreiras que envolvam ciências exatas e tecnologia,  o Fundo ELAS, em parceria com o Instituto Unibanco, Fundação Carlos Chagas e a ONU Mulheres, lança a segunda edição do edital Gestão para Equidade: Elas nas Exatas. Segundo Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, unir organizações diferentes em prol da mesma causa contribui com a multiplicidade de olhares sobre a questão. “São diversos olhares e atores preocupados com o mesmo tema, mas a partir de repertórios diferentes. Com isso, cria-se um campo de compromisso, compartilhado por esses vários atores, o que aumenta a probabilidade de incidir de forma efetiva para fazer a mudança social necessária”, defende. A primeira chamada de projetos, realizada em 2015, recebeu mais de 170 propostas. Dessas, foram selecionadas 10 iniciativas, localizadas em Florianópolis (SC); Itacoatiara (AM); São Paulo (SP); Rio de Janeiro (RJ); São João Del-Rei (MG); Salvador (BA); Cachoeira (BA); Iracema (CE); Campina Grande (PB); e Natal (RN). Ao todo, o desenvolvimento dos projetos atingiu mais de mil jovens do Ensino Médio. Nessa segunda edição, a ideia é ampliar a iniciativa e selecionar mais 10 ações que aprofundem a discussão sobre a equidade de gênero. Segundo um levantamento realizado pela Folha de S.Paulo em 2016, a participação de mulheres nos cursos de ciências exatas não chega a um em cada cinco estudantes. Dos calouros da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), 18% são mulheres. Esses números precisam de grandes avanços, uma vez que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 e 5 visam, respectivamente, assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos e a busca pela igualdade de gênero. KK Verdade, coordenadora executiva do Fundo ELAS, defende que existe uma ideia de que as meninas estudam mais tempo que os meninos e, logo, são melhores na questão educacional, não havendo desigualdade nesse campo. “Na verdade, existem desigualdades sim, porque existem carreiras que são de meninas, outras que são de meninos. Aquelas que os salários são maiores são carreiras de meninos, relacionadas às exatas. No primeiro edital, nós tínhamos o seguinte dado: as meninas entravam no ensino médio com a mesma nota dos meninos em exatas, mas saiam com notas inferiores”, argumenta. A ideia do edital, portanto, é apoiar iniciativas diversas que contribuam para inserir mulheres em áreas onde os homens são maioria. Começar a mudar o pensamento, ainda no ensino médio, de que ciências exatas são carreiras voltadas para eles é de extrema importância. KK ressalta que é possível impactar positivamente a escolha das alunas por um curso superior em ciências e tecnologia se elas tiverem acesso a cursos, a discussões sobre meninas nas exatas e a conversas com outras mulheres que estão fazendo carreira nessas áreas. Iniciativas que envolvem essas e outras ações a partir da promoção da equidade de gênero podem realizar a inscrição de projetos até o dia 28 de novembro. Ricardo Henriques, por sua vez, defende que além de estimular as escolhas profissionais das jovens, o edital também tem impacto sobre o plano de ensino e aprendizagem das escolas. “É fundamental que as escolhas individuais das meninas sejam ativas em direção ao campo das ciências. Mas, o edital também visa a criação de um espaço de ensino e aprendizagem onde os estigmas tradicionais sejam não só descortinados como criticados, e que as escolhas [das meninas] se deem de forma soberana de acordo com as preferências não enviesadas que tradicionalmente a escola produz”, ressalta. Critérios de participação Podem participar do edital qualquer organização que se dedique à promoção da educação, à defesa dos direitos das mulheres e/ou aos direitos humanos; associações legalmente constituídas representativas de escolas públicas (como associações de pais e mestres, caixa escolar, etc.); organizações legalmente constituídas de mulheres ou mistas ou grupos e coletivos de mulheres ou mistos. Entretanto, é necessário que os projetos sejam realizados em parceria com uma escola pública de Ensino Médio, com envolvimento da gestão escolar e sejam coordenados por uma ou mais mulheres. Essa participação da comunidade é um ponto de destaque do edital. Segundo KK, o simples fato de não haver uma avaliação crítica de como que as meninas estão sendo tratadas nessas áreas ou se há algum tipo de estímulo a elas, já demonstra que a escola está contribuindo com a desigualdade de gênero. O envolvimento da gestão escolar, portanto, serve como uma conscientização. “Outro ponto é o envolvimento de familiares. Muitas meninas contaram pra gente ao longo do ano passado que os próprios pais e mães não incentivam elas a entrarem nas exatas, dizendo que ‘isso não é carreira de menina’ e que ‘elas vão ter muita dificuldade’. A ideia do edital é envolver a gestão escolar para pensar criticamente, e ver como que ela pode investir em um melhoramento e envolver as alunas e seus familiares, para que elas tenham um apoio na família, ao invés de ter um obstáculo a mais”, ressalta KK. Serão considerados projetos desenvolvidos de acordo com três linhas de apoio. Em “Boas práticas escolares e parcerias”, podem ser inscritas iniciativas que considerem a escola como um espaço para a construção de novas possibilidades com relação à equidade de gênero e de estímulo às meninas na área de tecnologias, ciências exatas e naturais; ações de parceria da escola (com universidades, empresas de tecnologia, laboratórios, centros de pesquisa, etc) que promovam inserção das alunas em áreas de exatas e tecnologias, entre outras. Já em “Capacitação e formação”, alguns exemplos de iniciativas são: elaboração de aulas complementares para alunas com foco em tecnologia e ciências exatas e naturais; fornecimento de cursos para meninas de desenvolvimento de games, jogos, aplicativos educativos; oferta de formação para professoras e professores, sobretudo das áreas de ciências exatas, visando à construção de uma prática pedagógica atenta às desigualdades de gênero, entre outras. Por fim, em “Informação e comunicação”, serão consideradas ações que estimulem o diálogo e aumentem o entendimento sobre o tema; que desenvolvam campanhas educativas ou informativas que estimulem a

MCTIC vai apresentar proposta da Estratégia para Transformação Digital este ano

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) vai encaminhar até o fim do ano à Presidência da República uma proposta para a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento, resultado de discussões interministeriais e consulta pública, vai conter orientações para criar uma política de Estado voltada à digitalização de diversos setores do país e capacitação da sociedade para o ambiente digital. “A ideia do governo não é obrigar as pessoas a se digitalizarem, mas criar um ambiente favorável para que isso aconteça da melhor forma possível. A partir da consulta pública, nós chegamos a 91 ações concretas levando em conta a economia baseada em dados, um mundo de dispositivos conectados, novos modelos de negócio e transformação digital da cidadania e governo. Esses são os eixos habilitadores que podem, ligados entre si, mudar o país”, afirmou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC, José Gontijo. Ele participou nesta terça-feira (7) do 3º Fórum IBGP (Instituto Brasileiro de Governança Pública) de Tecnologias da Informação, em Brasília. Segundo Gontijo, o setor público também pode ser muito beneficiado pela transformação digital. “Naturalmente, quando digitalizamos os processos produtivos e a gestão pública, conseguimos prover serviços de qualidade melhor, atender a população de forma mais adequada e pegar a burocracia de que todo mundo reclama e tornar em algo mais simples e eficiente”, explicou. A elaboração da Estratégia Brasileira começou em fevereiro, com a instituição de um grupo de trabalho interministerial encarregado de elaborar o material colocado em consulta pública entre agosto e setembro. O objetivo é criar um ambiente habilitador para impactos transformadores em agricultura, comércio, educação, finanças, indústria e serviços de transportes e logística, por meio da digitalização dos processos produtivos e da capacitação do país para as tecnologias digitais.

Tecnologia digital reduz tempo de produção de petróleo e gás em empresas upstream, diz estudo de Accenture e Microsoft

Quase dois terços delas enxergam o valor que tecnologias digitais fornecem, enquanto preços baixos do petróleo se mantêm e alto risco da falta de investimento digital afeta competitividade São Paulo, 1° de novembro de 2017 — Tomadas de decisão mais rápidas e melhores e menos tempo para o início de produção estão no topo da lista dos benefícios que as tecnologias digitais podem gerar para empresas upstream de petróleo e gás, revela novo estudo da Accenture (NYSE: ACN) e da Microsoft Corp. (NASDAQ: MSFT). Respondentes do estudo “Accenture and Microsoft 2017 Upstream Oil and Gas Digital Trends Survey” também avaliaram o valor monetário das tecnologias digitais e perceberam o potencial da próxima onda para transformar ainda mais seus negócios, apesar dos baixos preços do petróleo. Convidados a identificar as principais formas com que digital beneficia seus negócios, uma tomada de decisão melhor e mais rápida manteve a posição de destaque para 30% dos entrevistados, assim como na edição 2016 do estudo. Contudo, um tempo menor para o início da produção de petróleo e gás subiu do quinto para segundo lugar, com 19% das respostas. A redução de risco possibilitado pelo suporte de decisão em tempo real foi o terceiro ponto mais importante (12%). Já em sua sexta edição, a pesquisa global mostrou que as áreas upstream com maior potencial de se beneficiar com digital são produção (28%), geológica e geofísica (27%) e perfuração e terminação (19%). Quase dois terços (62%) dos mais de 300 profissionais entrevistados percebe o valor de negócio das tecnologias digitais, com 27% estimando-o entre US$ 50 e 100 milhões, ou mais, para suas empresas. Contudo, 14% dos entrevistados em empresas upstream não sabe qual valor monetário digital está sendo entregue, 20% não o medem e 4% acredita que digital está adicionando valor a seus negócios hoje em dia. A maioria dos entrevistados espera que suas empresas percebam o valor das tecnologias digitais e 73% afirmam que a maioria de seus campos de petróleo e gás estará totalmente automatizada usando essas tecnologias em três a cinco anos. UMA TOMADA DE DECISÃO MELHOR E MAIS RÁPIDA AINDA É O MAIOR BENEFÍCIO DE DIGITAL, E… Tempo menor para o início da produção de petróleo e gás subiu de quinto para segundo lugar 73% veem maioria dos campos de petróleo e gás totalmente automatizados com tecnologias digitais entre 3 e 5 anos >60% planeja investir mais ou significativamente mais em tecnologias digitais no mesmo período (3 a 5 anos) Por outro lado, 39% dos entrevistados disseram que o maior risco da falta de investimento digital é a perda de competitividade; mais do que o dobro do próximo grupo (19%), que citou a incapacidade de transição para um novo cenário energético. Surpreendentemente, apesar do aumento de dispositivos conectados em campos de petróleo que pode expôr empresas upstream a riscos de segurança cibernética, o medo do aumento de ataques cibernéticos ficou em um distante terceiro lugar (18%). “A aplicação de tecnologias digitais em empresas upstream de petróleo e gás está aumentando, passando do uso isolado em silos para novas formas de trabalho, transformando áreas de negócios inteiras”, afirma Rich Holsman, líder de Digital para Recursos Naturais da Accenture. “Para os entrevistados do nosso estudo, big data e analytics, computação em nuvem, a Internet das Coisas (IoT), mobilidade, computação de alto desempenho (HPC) e cibersegurança têm o maior potencial de transformação para seus negócios. Ao longo dos próximos três a cinco anos, 70% planejam investir mais ou significativamente mais em tecnologias digitais, e a próxima onda inclui HPC, wearables, robótica, inteligência artificial e blockchain.” Empresas upstream estão concentrando seus investimentos nas seguintes tecnologias digitais: dispositivos móveis (56%), computação em nuvem (45%), big data e analytics (43%) e IoT (42%). As áreas com prioridade de investimento nessas áreas são gestão de recursos e manutenção, gerenciamento de projetos de capital e otimização de produção. “Nem sempre se trata de petabytes de dados. Trata-se de um conjunto de soluções e tecnologias que não conseguíamos alcançar há apenas cinco anos,” diz Egbert Schroeer, Worldwide Managing Director e Process Manufacturing da Microsoft Corp. “O digital está fazendo mais do que apenas ajudando a reduzir custos operacionais com o aumento de produtividade dos trabalhadores por meio da mobilidade. A computação em nuvem, uma melhor gestão de recursos e monitoramento remoto por meio de analytics e inteligência artificial (IA) estão impulsionando a excelência operacional e gestão de dados de subsuperfície para o setor de petróleo e gás. No entanto, será essencial que as empresas upstream desenvolvam rapidamente capacidades internas e tragam talentos externos para análise de dados e outras tecnologias líderes para seguirem liderando a revolução digital.” As empresas upstream já estão incluindo desafios da mão-de-obra digital às suas preocupações atuais com talentos. Nesse quesito, o recrutamento é o maior desafio, especialmente a criação de habilidades para trabalho contingencial, freelancers e novas contratações. O mais provável é que levará entre três e cinco anos para formar a base necessária de talentos digitais. Por exemplo: a maioria dos entrevistados (85%) sente que suas empresas ainda não contam com habilidades de analytics totalmente maduras. Ao mesmo tempo em que planejam desenvolver essa área, o prazo estimado de três a cinco anos pode ser longo demais – em termos de competitividade – por conta do rápido avanço das tecnologias. Esse é um dado bastante relevante, conforme mostrado pelo estudo da Accenture Strategy, The Talent Well Has Run Dry, de que o setor de petróleo e gás pode enfrentar uma escassez de 10 a 40 mil profissionais técnicos até 2025. Sobre o estudo O estudo Upstream Oil and Gas Digital Trends, patrocinado pela Accenture e pela Microsoft, e conduzido pelo PennEnergy Research em parceria com o Oil & Gas Journal, ouviu mais de 300 líderes de empresas upstream em 18 países. Entre os entrevistados, estavam gestores executivos e de nível médio, chefes de unidades de negócios, engenheiros e gerentes de projetos de uma seção transversal de Empresas Petrolíferas Nacionais, Companhias de Petróleo Internacionais e Empresas Petrolíferas Independentes. Sobre a Microsoft A Microsoft (Nasdaq

Blockchain: tecnologia revolucionária que vai muito além das criptomoedas

Blockchain View, promovido pela Cantarino Brasileiro, discutirá como a nova tecnologia dominará a cena nos próximos anos São Paulo, setembro de 2017 – As tecnologias disruptivas como Bitcoin e Blockchain desafiam até os investidores mais experientes. Embora essa ainda seja uma fase de experimentação, as previsões são positivas em relação ao crescimento deste mercado. Considerada uma das tecnologias mais disruptivas desde o advento da Internet, o Blockchain deverá movimentar cerca de 1 trilhão de dólares somente neste ano, mais de 15 vezes o valor movimentado em 2016. Segundo estudo recente da Juniper Research, os negócios diários envolvendo criptomoedas já ultrapassam a casa dos 2 bilhões de dólares. Por acreditar na importância de debater o tema e seus principais impactos para o mercado, a Cantarino Brasileiro promoverá no dia 19 de outubro, no Hotel Meliá Paulista, o Blockchain View, segunda edição do maior evento sobre o assunto, ideal para quem está pensando em investir em Bitcoin e outras criptomoedas, atuando ou desenvolvendo em Blockchain. As palestras abordarão o surgimento e adoção de criptomedas, ICO, token, smart contracts, projetos, estudos e aplicações da tecnologia que, embora seja a mais falada no mercado financeiro, conta com uma série de aplicações para outras indústrias, como educação, energia, infraestrutura entre outras. “O Blockchain é a tecnologia mais disruptiva e revolucionária da era digital. O evento reunirá uma série de startups, grandes empresas de tecnologia, advogados, bancos, governo e evangelizadores para fomentar o debate sobre novos modelos de negócios que poderão ser criados a partir da tecnologia”, afirma Regina Crespo, curadora de conteúdo do Blockchain View. Atualmente, o Blockchain está entre as top 10 nas áreas de segurança corporativa, armazenamento de dados e compartilhamento de arquivos. Um recente relatório do Fórum Econômico Mundial prevê que, em 2025, 10% do PIB será armazenado em tecnologias relacionadas com blockchain. Muitos especialistas acreditam que a tecnologia, que cresceu em popularidade por ser a base para a criptografia e segurança da plataforma de Bitcoin, revolucione a armazenagem de dados digitais. Aliado ao uso de big data, o blockchain pode ser a alternativa para reunir dados que se encontram desconectados, de forma a ampliar a eficiência e assegurar mais transparência em cada etapa do processo produtivo. No Brasil, a tecnologia é nova e está sendo desenvolvida principalmente para soluções bancárias. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou uma comissão e um grupo de trabalho específico para tratar do assunto, devido à sua importância como ferramenta disruptiva e de segurança. O que chama bastante atenção no Blockchain é a maneira como rompe com o padrão usado atualmente por bancos de dados para armazenar informações de seus clientes. Embora o blockchain esteja muito associado à moeda digital, a segunda geração, Blockchain 2.0, permite estender a tecnologia a outras indústrias. No negócio da música, vídeo e publicações, por exemplo, o Blockchain 2.0 poder ser utilizado na gestão de direitos autorais e coleta de royalties a partir de streaming digital e downloads. Esse modelo será apresentado pela Paratii (vídeos) e pela Prospera (publicações) na rodada de apresentações de projetos do Blockchain View, que mostrará soluções para diversos mercados. A tendência é que todas as áreas em que há necessidade de certificação sejam beneficiadas pelo blockchain. Nesse sentido, qualquer tipo de valor mobiliário ou certificado que hoje é expedido em papel poderá ser convertido em uma informação no blockchain. Os exemplos são inúmeros: carteiras de identidade, apólices de seguro, ingressos, diplomas, cédulas monetárias em papel, certificados de autenticidade de obras de arte e patentes. De acordo com Rocelo Lopes, fundador da CoinBR, o blockchain garante mais transparência às transações, podendo ser utilizado em obras públicas e doações a partidos políticos. “A tecnologia é realmente disruptiva e pode contribuir para inibir a corrupção”, destaca. Para Lopes, o Blockchain View será uma oportunidade para debater formas de implementar a tecnologia no Brasil, de maneira que ela seja segura e conte com a aceitação da sociedade, do governo, dos bancos e das corretoras de bitcoins. “O evento se propõe a ser um espaço de troca de informações, aprendizado e de geração de oportunidades, que permitam às empresas de diversos segmentos se tornarem mais eficientes com a implementação de Blockchain”, complementa Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro. Saiba mais sobre a programação: http://blockchainview.com.br/ ANOTE EM SUA AGENDA Blockchain View Data: 19 de outubro Horário: 8h30 às 18h Local: Hotel Meliá Paulista Endereço: Avenida Paulista, 2181, Consolação, São Paulo Sobre a Cantarino Brasileiro Com 12 anos de experiência no mercado, a Cantarino Brasileiro é uma tradicional empresa de marketing e comunicação focada nos mercados financeiro e de meios de pagamento. Seu objetivo é promover a aproximação entre as empresas e seu público alvo através ações criativas e dinâmicas por meio de eventos, treinamentos, seminários, publicações, consultoria e relatórios setoriais. A empresa também é responsável pelas publicações: Anuário Brasileiro de Bancos; de Canais de Pagamento e de Cobrança. Além disso, realizou este ano eventos relacionados à revolução digital no segmento de finanças, a segunda edição do Fintech View com 2 dias de conteúdo e mais de 40 palestrantes e painelistas, e o Fintech Show e Fintech Awards Latam, ambos com as segundas edições já confirmadas para 2018. Informações para a Imprensa: DFreire Comunicação e Negócios Beatriz Silva – beatriz@dfreire.com.br Debora Freire – debora@dfreire.com.br Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br

eSocial: 6 situações críticas que geram multas pesadas

Penalidades são aplicadas quando ocorre envio de informações tardio ou em desacordo com os órgãos envolvidos. Saiba como evitar as multas e prejudicar o orçamento da empresa.   Por Andreia Adami* Com a definição, por parte do governo, do início da transmissão dos dados do eSocial para 8 de janeiro, as empresas começam a se deparar com necessidade urgente de revisar vários processos envolvidos na geração das informações necessárias para o envio dos eventos. Com a fiscalização mais rigorosa e a mudança de práticas, um dos grandes desafios é em relação ao prazo do envio dos eventos e, quem não cumprir, sofrerá penalidades. As primeiras obrigações (evento S1000 e as tabelas) deverão ser enviadas pelas empresas nos dois primeiros meses e entregues até o dia 28 de fevereiro. O segundo grupo de eventos, voltados aos eventos trabalhistas, poderão ser enviados nos meses de março e abril. A entrada do SST (Saúde e Segurança do Trabalhado) ainda não foi definida. O Comitê Gestor do eSocial publicará nos próximos dias uma Nota Técnica para explicar detalhadamente o modelo de implantação e o cronograma específico das entradas das obrigações. É importante registrar que não existe uma multa específica pelo ‘não envio’ do eSocial – elas referem-se às informações enviadas de forma tardia ou em desacordo com o esperado pelos órgãos envolvidos. Para ajudar as empresas, a Senior preparou uma lista com as situações mais críticas, passíveis de erros por parte das empresas, que poderão sofrer com multas altas, caso não cumpram plenamente essas situações. Confira: Não informar a admissão do funcionário: com o eSocial, o envio das informações relacionadas a admissão de novos colaboradores deverá ocorrer um dia antes do início das atividades laborais desse colaborador. Atualmente, a multa varia de R$ 402,53 a 805,06 por funcionário, e pode dobrar em caso de reincidência. Com o início da validade da Reforma Trabalhista, esses valores serão alterados para R$ 3.000,00 para grandes empresas e R$ 800,00 pra microempresas – dobrando em caso de reincidência e sendo corrigidos pelo IPCA. Não informar alterações contratuais ou cadastrais: uma vez que cabe ao empregador a responsabilidade de manter os dados atualizados, a multa por falta de saneamento dos dados dos funcionários varia de R$ 201,27 a R$ 402,54. Não informar afastamento temporário: independente do motivo, a empresa tem a obrigação de informar os afastamentos ocorridos com seus funcionários e, a falta de comunicação poderá custar à empresa de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63 em multa. Não informar o atestado de saúde ocupacional (ASO): conforme determinado pela Norma Regulamentadora nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego, o funcionário deve realizar exames médicos em várias situações. Caso contrário, a empresa terá de arcar com uma multa que varia entre R$ 402,53 e R$ 4.025,33. Não informar acidente de trabalho: a empresa é obrigada a informar ao governo qualquer situação de acidente de trabalho com seus funcionários em até um dia útil subsequente à ocorrência – exceto em caso de óbito, quando o envio da informação se torna imediato. Não cumprindo a empresa o prazo previsto, a multa poderá variar entre o limite mínimo e máximo do salário de contribuição, podendo dobrar em caso de reincidência. Não informar sobre riscos: funcionários expostos a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, devem ser claramente informados sobre tais riscos uma vez que, em alguns casos, podem ter direito à aposentadoria especial. As empresas que descumprirem essa determinação poderão receber multas que variam entre R$ 1.812,87 e R$ 181.284,63, determinadas com base na gravidade de cada situação. Atenção: uma vez identificada uma infração, as autuações podem retroagir em até cinco anos, caso sejam identificadas falhas no registro e/ou envio de informações. *Andreia Adami é Analista de Negócios da solução Gestão de Pessoas | HCM da Senior e trata exclusivamente de assuntos do eSocial + senior.com.br  A SENIOR é referência nacional em tecnologias para gestão. Com um dos mais completos portfólios para alta performance, oferece às empresas de diversos portes e segmentos soluções em Gestão Empresarial, Logística, Gestão de Pessoas, Relacionamento de Clientes, Gestão de Supermercados e Gestão de Acesso e Segurança. Fundada em 1988 em Blumenau/SC, atua em todo o Brasil com filiais, escritórios, unidades de negócios e canais de distribuição, oferecendo tanto consultorias como sistemas integrados que apoiam seus clientes na otimização de processos e modelos de negócios, inovação e produtividade, simplificando a tomada de decisão e impulsionando a gestão. Fotos institucionais: https://www.flickr.com/photos/seniorsistemas/albums/72157622081563093 Visite nossa sala de imprensa: senior.com.br/imprensa Sobre   Facebook Twitter YouTube Linkedin Flickr  Google+ RSS Instagram Slideshare Google Maps         Guilherme Lopes 55 11 5090.8909 Ramal: 2941 Ketchum break through         Awards Most-Awarded PR Firm at Cannes 2017 – 26 Lions Five-Time Winner PRWeek Campaign of the Year A proud partner of Room to Read. World Change Starts with Educated Children®