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Tecnologia digital reduz tempo de produção de petróleo e gás em empresas upstream, diz estudo de Accenture e Microsoft

Quase dois terços delas enxergam o valor que tecnologias digitais fornecem, enquanto preços baixos do petróleo se mantêm e alto risco da falta de investimento digital afeta competitividade

São Paulo, 1° de novembro de 2017 — Tomadas de decisão mais rápidas e melhores e menos tempo para o início de produção estão no topo da lista dos benefícios que as tecnologias digitais podem gerar para empresas upstream de petróleo e gás, revela novo estudo da Accenture (NYSE: ACN) e da Microsoft Corp. (NASDAQ: MSFT). Respondentes do estudo “Accenture and Microsoft 2017 Upstream Oil and Gas Digital Trends Survey” também avaliaram o valor monetário das tecnologias digitais e perceberam o potencial da próxima onda para transformar ainda mais seus negócios, apesar dos baixos preços do petróleo.

Convidados a identificar as principais formas com que digital beneficia seus negócios, uma tomada de decisão melhor e mais rápida manteve a posição de destaque para 30% dos entrevistados, assim como na edição 2016 do estudo. Contudo, um tempo menor para o início da produção de petróleo e gás subiu do quinto para segundo lugar, com 19% das respostas. A redução de risco possibilitado pelo suporte de decisão em tempo real foi o terceiro ponto mais importante (12%).

Já em sua sexta edição, a pesquisa global mostrou que as áreas upstream com maior potencial de se beneficiar com digital são produção (28%), geológica e geofísica (27%) e perfuração e terminação (19%). Quase dois terços (62%) dos mais de 300 profissionais entrevistados percebe o valor de negócio das tecnologias digitais, com 27% estimando-o entre US$ 50 e 100 milhões, ou mais, para suas empresas. Contudo, 14% dos entrevistados em empresas upstream não sabe qual valor monetário digital está sendo entregue, 20% não o medem e 4% acredita que digital está adicionando valor a seus negócios hoje em dia.

A maioria dos entrevistados espera que suas empresas percebam o valor das tecnologias digitais e 73% afirmam que a maioria de seus campos de petróleo e gás estará totalmente automatizada usando essas tecnologias em três a cinco anos.

UMA TOMADA DE DECISÃO MELHOR E MAIS RÁPIDA AINDA É O MAIOR BENEFÍCIO DE DIGITAL, E…
Tempo menor para o início da produção de petróleo e gás subiu de quinto para segundo lugar 73% veem maioria dos campos de petróleo e gás totalmente automatizados com tecnologias digitais entre 3 e 5 anos >60% planeja investir mais ou significativamente mais em tecnologias digitais no mesmo período (3 a 5 anos)

Por outro lado, 39% dos entrevistados disseram que o maior risco da falta de investimento digital é a perda de competitividade; mais do que o dobro do próximo grupo (19%), que citou a incapacidade de transição para um novo cenário energético. Surpreendentemente, apesar do aumento de dispositivos conectados em campos de petróleo que pode expôr empresas upstream a riscos de segurança cibernética, o medo do aumento de ataques cibernéticos ficou em um distante terceiro lugar (18%).

“A aplicação de tecnologias digitais em empresas upstream de petróleo e gás está aumentando, passando do uso isolado em silos para novas formas de trabalho, transformando áreas de negócios inteiras”, afirma Rich Holsman, líder de Digital para Recursos Naturais da Accenture. “Para os entrevistados do nosso estudo, big data e analytics, computação em nuvem, a Internet das Coisas (IoT), mobilidade, computação de alto desempenho (HPC) e cibersegurança têm o maior potencial de transformação para seus negócios. Ao longo dos próximos três a cinco anos, 70% planejam investir mais ou significativamente mais em tecnologias digitais, e a próxima onda inclui HPC, wearables, robótica, inteligência artificial e blockchain.”

Empresas upstream estão concentrando seus investimentos nas seguintes tecnologias digitais: dispositivos móveis (56%), computação em nuvem (45%), big data e analytics (43%) e IoT (42%). As áreas com prioridade de investimento nessas áreas são gestão de recursos e manutenção, gerenciamento de projetos de capital e otimização de produção.

“Nem sempre se trata de petabytes de dados. Trata-se de um conjunto de soluções e tecnologias que não conseguíamos alcançar há apenas cinco anos,” diz Egbert Schroeer, Worldwide Managing Director e Process Manufacturing da Microsoft Corp. “O digital está fazendo mais do que apenas ajudando a reduzir custos operacionais com o aumento de produtividade dos trabalhadores por meio da mobilidade. A computação em nuvem, uma melhor gestão de recursos e monitoramento remoto por meio de analytics e inteligência artificial (IA) estão impulsionando a excelência operacional e gestão de dados de subsuperfície para o setor de petróleo e gás. No entanto, será essencial que as empresas upstream desenvolvam rapidamente capacidades internas e tragam talentos externos para análise de dados e outras tecnologias líderes para seguirem liderando a revolução digital.”

As empresas upstream já estão incluindo desafios da mão-de-obra digital às suas preocupações atuais com talentos.

Nesse quesito, o recrutamento é o maior desafio, especialmente a criação de habilidades para trabalho contingencial, freelancers e novas contratações. O mais provável é que levará entre três e cinco anos para formar a base necessária de talentos digitais. Por exemplo: a maioria dos entrevistados (85%) sente que suas empresas ainda não contam com habilidades de analytics totalmente maduras. Ao mesmo tempo em que planejam desenvolver essa área, o prazo estimado de três a cinco anos pode ser longo demais – em termos de competitividade – por conta do rápido avanço das tecnologias. Esse é um dado bastante relevante, conforme mostrado pelo estudo da Accenture Strategy, The Talent Well Has Run Dry, de que o setor de petróleo e gás pode enfrentar uma escassez de 10 a 40 mil profissionais técnicos até 2025.

Sobre o estudo

O estudo Upstream Oil and Gas Digital Trends, patrocinado pela Accenture e pela Microsoft, e conduzido pelo PennEnergy Research em parceria com o Oil & Gas Journal, ouviu mais de 300 líderes de empresas upstream em 18 países. Entre os entrevistados, estavam gestores executivos e de nível médio, chefes de unidades de negócios, engenheiros e gerentes de projetos de uma seção transversal de Empresas Petrolíferas Nacionais, Companhias de Petróleo Internacionais e Empresas Petrolíferas Independentes.

Sobre a Microsoft

A Microsoft (Nasdaq “MSFT” @microsoft) é a plataforma líder em produtividade para um mundo mobile-first, cloud-first e sua missão é capacitar todas as pessoas e organizações do planeta a alcançarem mais.

Sobre a Accenture

A Accenture é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação e oferta de soluções em estratégia de negócios, consultoria, digital, tecnologia e operações. Combinando experiência ímpar e competências especializadas em mais de 40 indústrias e todas as funções corporativas – e fortalecida pela maior rede de prestação de serviços no mundo – a Accenture trabalha na interseção de negócio e tecnologia para ajudar companhias a melhorar seu desempenho e criar valor sustentável para seus stakeholders.  Com mais de 425 mil profissionais atendendo a clientes em mais de 120 países, a Accenture impulsiona a inovação para aprimorar a maneira como o mundo vive e trabalha.  Visite www.accenture.com.


Accenture Digital, formada por Accenture Analytics, Accenture Interactive e Accenture Mobility, oferece uma seleção completa de serviços de negócios e tecnologia em marketing digital, mobilidade e analytics. Acesse www.accenture.com/digital e saiba mais sobre Accenture Digital.

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Informações para a imprensa:

Accenture

Sergio Pedroso – (11) 5188-0688 | sergio.pedroso@accenture.com

 

Burson-Marsteller
Viviane Laubé – (11) 3040-1162 | viviane.laube@bm.com

Isabel Kopschitz – (11) 3040-2418 I isabel.kopschitz@bm.com

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