CESAR School lança formação pioneira em Computação Quântica para Negócios

Curso de curta duração é projetado para alavancar o entendimento e aplicação da tecnologia quântica no cenário empresarial atual Em um cenário onde a Inteligência Artificial (IA) já remodela setores inteiros, o próximo grande salto tecnológico que líderes e inovadores devem se preparar é a Computação Quântica (CQ). Reconhecida como a nova fronteira do processamento de dados, a CQ promete superar limitações atuais e abrir portas para um universo de possibilidades inexploradas em diversos setores, incluindo aqueles representados pela Brasscom. A Computação Quântica, que já saiu dos laboratórios para ganhar investimentos de gigantes como Google, IBM, Amazon e Microsoft, está posicionada como uma das mais disruptivas tecnologias do século. Estimativas da McKinsey & Company apontam que a CQ poderá gerar até US$1,3 trilhão em receita para indústrias chave até 2035. É uma onda de inovação que nenhum líder empresarial pode se dar ao luxo de ignorar. Entendendo a urgência e a relevância desta transformação, a CESAR School, vertical de educação do CESAR, um dos maiores centros de inovação do país, criou a formação executiva “Computação Quântica Aplicada aos Negócios”. Este programa é uma resposta direta às necessidades dos profissionais de tecnologia e negócios que buscam compreender e se posicionar à frente nesta nova era da inovação digital. O curso oferece um mergulho nos princípios, aplicações e impactos da CQ, capacitando os participantes a serem protagonistas na transformação digital de suas organizações. Dividido em três módulos, o curso cobre desde os fundamentos da Computação Quântica até sua aplicação em negócios, fornecendo uma visão abrangente de como esta tecnologia pode ser integrada para solucionar desafios complexos e gerar oportunidades inéditas no ambiente empresarial. A 1ª turma terá início no dia 9 de abril de 2024. Não fique para trás na corrida da inovação quântica. Inscreva-se hoje mesmo e prepare-se para liderar na nova onda da transformação digital.   Formação Executiva Computação Quântica Aplicada aos Negócios Início do curso: 09/04 Carga horária total: 20 horas Saiba mais em: https://www.cesar.school/computacao-quantica/  

Macrossetor de TIC mostrou variação de 1,4% em 2023

Segundo relatório divulgado pela Brasscom, o setor de TIC obteve mais de 29 mil novas contratações em 2023 No novo relatório “Monitor de Empregos e Salários”, divulgado pela Brasscom, observou-se que em 2023 o Macrossetor de TIC (TIC, TI In House e Telecom) teve uma variação de 1,4% em relação ao estoque de 2022, o que representou um acréscimo de 29.205 empregos, atingindo um total de 2.050.728 profissionais. Somente o mês de dezembro de 2023 obteve perda de 5.304 profissionais, 29% a menos que no mesmo período no ano passado em que se registrou uma queda de 7.476 profissionais. Em resumo, os números continuam a mostrar avanço na demanda de empregos no Macrossetor de TIC, mas com uma desaceleração, sem a euforia observada nos dois anos anterior, resultando em um ajuste no mercado de trabalho. Entre as razões, está a indefinição do Governo com relação à desoneração da folha de pagamentos, podendo causar um maior índice de informalidade laboral – que já vem sendo combatida pela Brasscom com a criação da Carta de Princípios do Movimento Trabalho Ético. O destaque do relatório também fica para os setores de Serviços de TIC, Software e TI In House (os setores intensivos em mão-de-obra), que obtiveram um crescimento de 2,3%, alcançando um estoque de 1.393.679 postos de trabalho. O setor TIC teve variação 0,9% (inferior à variação nacional de 2,8%), o que representou um acréscimo de 11.007 empregos, atingindo um total de 1.184.140 profissionais. Visite brasscom܂org܂br e acesse o relatório completo do Monitor de Empregos e Salários com os dados referentes a 2023.   Fonte: CryptoID https://cryptoid.com.br/brasscom-2/contribuicoes-da-brasscom-para-a-estrategia-nacional-de-governo-digital/

Brasscom discute Plano de Tecnologias Digitais com MCTI

Telesíntese: Por REDAÇÃO Documento está em construção, segundo entidade. Entre pilares da proposta estão medidas de inclusão social e ambiente de negócios. A Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom) está reunindo demandas do setor para subsidiar uma proposta de Plano Estratégico de Tecnologias Digitais a ser apresentado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O tema foi discutido em reunião com a ministra Luciana Santos, nesta semana, em Brasília. Em nota, o MCTI divulgou que o plano deve abarcar seis pilares: “infraestrutura para transformação digital”, “tecnologias estratégicas”, “pesquisa e inovação” “educação e capacitação digital”, “inclusão social e digital” e ”ambiente de negócios”. Há espectativa de lançamento durante a 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que acontece em junho, em Brasília. A Brasscom afirma que o documento ainda está sendo finalizado.  “Essa é uma proposta que vai ser construída em conjunto e está circulando nas entidades”, disse o presidente da Brasscom, Affonso Parga Nina, ao ministério. Reuniões com setor Ainda nesta semana, a ministra Luciana Santos de reuniu com representantes da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) e a Softex Pernambuco para falar sobre possível parceria para o programa Residência em TICs. As entidades apresentaram proposta para ampliar o número de beneficiados. De acordo com a o ministério, “a ideia é que um acordo de cooperação técnica entre as instituições e o ministério possa expandir a capacitação para alcançar até 10 mil jovens em diferentes estados com participação das mais de 2,5 mil empresas que fazem parte da base de associados da federação”. Em comunicado publicado pelo MCTI, a ministra Luciana Santos afirmou que vai estudar a colaboração e que o ministério analisa como usar recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para que o programa seja ampliado (saiba mais neste link). Com informações do MCTI*   Fonte: Brasscom discute Plano de Tecnologias Digitais com MCTI

Nota de apoio da Brasscom a Nova Indústria Brasil

Participei hoje da reunião do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial) com o Presidente Lula, na qual foi apresentada a proposta de uma nova política industrial para o Brasil (“Nova Indústria Brasil”). Como membro do CNDI, a Brasscom participou do processo de discussão e construção desse plano, envolvendo governo e sociedade (setor privado, trabalhadores, terceiro setor, academia etc.). O plano tem uma abrangência bem ampla, que inclui setores e atividades definidos como estratégicos para o Brasil: segurança alimentar; acesso à saúde; infraestrutura para os cidadãos (saneamento, moradia, mobilidade); transformação digital; bioeconomia e descarbonização; tecnologias de defesa. Um ponto em comum entre todos esses setores é o uso cada vez mais intensivo das Tecnologias Digitais no desenvolvimento de soluções e produtos, atingindo melhores resultados, com maior produtividade. Assim, a Brasscom defende que o Brasil precisa urgentemente ter uma “estratégia digital” de longo prazo, um plano com visão de Estado, que impulsione o desenvolvimento e o uso intensivo das Tecnologias Digitais nos diversos setores de atividade econômica, gerando maior crescimento sustentável, com maior inclusão social e com maior relevância do país no mercado global. Essa é uma das nossas pautas principais para 2024! Nota do Afonso Nina, presidente executivo da BRASSCOM Categoria Empresa, Indústria e Comércio Fonte: Gov.br https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/nota-de-apoio-da-brasscom-a-nova-industria-brasil

Sindicatos farão manifestação para que Lula sancione desoneração da folha de pagamento

Por:  Laísa Lopes, do R7, em Brasília O ato será em 8 de novembro, às 10h, na avenida Paulista, em São Paulo; o Senado aprovou o texto nesta quarta-feira A União Geral dos Trabalhadores (UGT) vai realizar junto de outros sindicatos uma manifestação para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancione a desoneração da folha de pagamento, aprovada nesta quarta-feira (25) pelo Senado. A manifestação está marcada para 8 de novembro, às 10h, na avenida Paulista, em São Paulo. De acordo com a UGT, “esse ato político é a forma mais eficaz para mostrar ao governo quão necessária é a aprovação da desoneração”. O projeto de lei aprovado pelo Senado prorroga a desoneração da folha de pagamento até dezembro de 2027. O benefício vale para 17 setores da economia, entre eles construção civil, indústria têxtil e tecnologia da informação. Pelo texto, a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha salarial pode ser substituída por uma contribuição com alíquota entre 1% e 4,5% da receita bruta das empresas. O benefício já está em vigor, mas tem validade até 31 de dezembro deste ano.   Entenda o que é a desoneração da folha de pagamento • O que diz o texto Pelo projeto, a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pode ser substituída por uma contribuição incidente sobre a receita bruta do empregador. A contribuição patronal é paga por empregadores para financiar a seguridade social. Então, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor. A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. Quais são os setores beneficiados • Confecção e vestuário • Calçados • Construção civil • Call center • Comunicação • Construção e obras de infraestrutura • Couro • Fabricação de veículos e carroçarias • Máquinas e equipamentos • Proteína animal • Têxtil • Tecnologia da informação (TI) • Tecnologia da informação e comunicação (TIC) • Projeto de circuitos integrados • Transporte metroferroviário de passageiros • Transporte rodoviário coletivo • Transporte rodoviário de cargas • Empregos e salários Juntos, esses segmentos geram cerca de 9 milhões de empregos formais. Segundo os dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), a iniciativa garantiu, em 2022, um aumento de 19,5% na remuneração dos trabalhadores dos setores beneficiados. Se a folha não tivesse sido desonerada, o salário médio desses segmentos seria de R$ 2.033. Com a desoneração, a média salarial desses trabalhadores subiu para R$ 2.430.

Reforma Tributária: Empregos em TI, software e internet são chave para alíquota reduzida

Convergência Digital | Luís Osvaldo Grossmann As principais entidades que representam interesses das empresas de software, tecnologia da informação e provimento de internet foram ao Senado Federal nesta terça, 9/10, buscar apoio para as emendas que incluem os segmentos na alíquota reduzida do novo IVA, na Reforma Tributária. Abes, Abranet, Assespro, Brasscom e Fenainfo apontaram para a transversalidade dos serviços de TICs e para os impactos do aumento de impostos, a manter-se o desenho atual da PEC 45/19. “A reforma vai significar um aumento para o consumidor final. Se não tivermos sucesso com a aprovação das emendas, a população será penalizada. Em um país onde pequenos provedores internet são capazes de garantir conectividade a R$ 50, quantos vão ficar de fora se forem obrigados a aumentar para R$ 60”, ressaltou o diretor da Abranet, Eduardo Parajo. Números apresentados aos senadores indicam que, caso seja definida uma alíquota de 25% para o IVA brasileiro (IBS+CBS), a carga tributária aumenta entre 10,5% e 15%, a depender se a empresa contribui por lucro real ou presumido – ou de 13,7% a 18,6%, no caso da alíquota ficar em 27%. A atual reforma tributária é centrada no aproveitamento de créditos ao longo da cadeia. O governo sustenta que isso vai evitar a cobrança de impostos em cascata, como acontece hoje. Mas para setores intensivos em mão de obra, esse “benefício” é restrito. Como mostram números da Abranet, os insumos elegíveis aos créditos de IBS/CBS representam somente 24,3%. O restante é mão de obra, que não gera créditos. Não por menos, a capacidade de geração de empregos é apontada como chave para o convencimento dos parlamentares. “O tema é complexo e pouquíssimos são os parlamentares que conhecem. A mensagem tem que focar no emprego. O relator está conversando com muitos segmentos, mas sabemos que a intenção é retirar setores da alíquota reduzida, não incluir. Então a geração de empregos se torna importante. E como demonstrou a política de desoneração da folha, isso é algo que o setor tem para mostrar”, afirmou o senador Izalci Lucas (PSDB-DF). O recado ecoou. “O uso da tecnologia é uma máquina de geração de empregos qualificados, que recebem duas vezes e meia a remuneração média do Brasil. Somos grandes geradores de empregos qualificados”, disse o presidente da Brasscom, Afonso Nina. Até aqui, pelo menos cinco emendas foram apresentadas para atender os pleitos do setor de TICs no Senado, especialmente com a inclusão na alíquota reduzida, ou seja, com um desconto de 60% sobre a alíquota geral (aquela que deve ficar entre 25% e 27%, a julgar pelos números do Ministério da Fazenda). Mas, como lembrado, o governo trabalha para encolher o rol aprovado na Câmara. Havia a perspectiva de que o relator, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentaria um texto até 18/10. Mas esse prazo já foi adiado. Uma votação não é esperada antes de novembro. O setor de TICs insiste que a transversalidade precisa ser levada em conta, visto ser insumo essencial a todos os demais segmentos econômicos. E, mais do que isso, envolve diretamente a perspectiva de inserção efetiva do Brasil na economia digital. “Essa discussão implica em pensarmos qual o projeto de nação que queremos. Outros países adotam mecanismos de redução, isenção e fomento para tecnologia. E não fazem isso porque acham bonito, mas porque tecnologia é o motor de soberania e poder”, destacou o presidente da Fenainfo, Gerino Xavier. Até aqui, o texto da PEC 45/19 aprovado na Câmara passou com oito setores beneficiados com a alíquota reduzida: educação; saúde: dispositivos médicos e de acessibilidade;  medicamentos e cuidados menstruais; transporte coletivo de passageiros; agro; insumos agropecuários; produções artísticas, culturais, jornalísticas, audiovisuais e desportivas; e bens e serviços relacionados a segurança e soberania nacional, segurança da informação e segurança cibernética. Fonte: Convergência Digital  https://www.convergenciadigital.com.br/Governo/Legislacao/Reforma-Tributaria%3A-Empregos-em-TI%2C-software-e-internet-sao-chave-para-aliquota-reduzida-64460.html?UserActiveTemplate=mobile

Aprovar desoneração da folha é indispensável ao Brasil

Benefício fiscal aumentou contratações e tornou empresas mais competitivas e com mercado mais amplo, escreve Sergio Sgobbi Leia mais no texto original no site Poder 360: (https://www.poder360.com.br/opiniao/aprovar-desoneracao-da-folha-e-indispensavel-ao-brasil/)

Deputados aprovam regime de urgência para projeto de desoneração da folha

O projeto de lei prevê aliviar parcialmente a carga tributária imposta sob a folha de pagamento de 17 setores da economia BRASÍLIA | Camila Costa e Hellen Leite, do R7, em Brasília A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (29) o regime de urgência para o projeto que estende a desoneração da folha de pagamento até 2027. Com isso, o mérito do projeto vai à votação diretamente no plenário nas próximas sessões, sem a necessidade de ser discutido em comissões. A urgência foi aprovada com 390 votos favoráveis e 15 contrários. A intenção da matéria é aliviar parcialmente a carga tributária imposta sob a folha de pagamento de 17 setores da economia. Entre eles, tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center — setores que empregam quase 9 milhões de trabalhadores. A medida está em vigor desde 2011 e perderia a validade no fim de 2023. A desoneração da folha de pagamento possibilita substituir a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta do empregador. A contribuição patronal é paga por empregadores para financiar a seguridade social. Então, em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado aplicando-se um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia de 1% a 4,5%, conforme o setor. A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. Mais emprego A desoneração da folha de pagamento dos 17 setores garantiu em 2022 um aumento de 19,5%  na remuneração dos trabalhadores desse grupo. Se a folha não tivesse sido desonerada, os salários médios desses segmentos seriam de R$ 2.033. Com a desoneração, a média salarial desses trabalhadores foi de R$ 2.430. O cálculo do impacto da desoneração nos setores contemplados foi feito pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os setores desonerados respondem por 8,93 milhões de vagas de trabalho, o que representa 17,1% do total de empregos formais no Brasil.  Confira todos os setores que serão beneficiados: • calçados; • call center; • comunicação; • confecção; • construção civil; • construção de obras de infraestrutura; • couro; • fabricação de veículos e carrocerias; • máquinas e equipamentos; • proteína animal; • têxtil; • tecnologia da informação; • tecnologia de comunicação; • projeto de circuitos integrados; • transporte metroferroviário de passageiros; • transporte rodoviário coletivo; e • transporte rodoviário de cargas. Municípios Os líderes partidiários ainda debatem um consenso sobre a emenda proposta pelo líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), que amplia a desoneração a todos os municípios, com escalonamento na contribuição conforme o tamanho. Inicialmente, a proposta previa apenas que municípios com população inferior a 142,6 mil habitantes teriam redução na contribuição previdenciária. O trecho tinha sido incluído pelo relator no Senado, o senador Angelo Coronel (PSD-BA), e criou divergência com a relatora do projeto na Câmara, a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS), que queria a aprovação sem a inclusão dos municípios. Antes do início da votação, o deputado Felipe Carreras (PSB-PE), líder do bloco governista, afirmou que a inclusão dos municípios na regra da desoneração impacta as contas da União. Segundo o líder, está em discussão uma alternativa, de a sugestão tramitar por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), caso o governo dê sinais de que a inclusão dos municípios na regra é inconstitucional.   Fonte: Repórter: R7 https://noticias.r7.com/brasilia/deputados-aprovam-regime-de-urgencia-para-projeto-de-desoneracao-da-folha-de-pagamento-29082023

Sem desoneração, país teria perdido R$ 34,3 bi em contribuição previdenciária patronal em 5 anos

Imposto é pago pelos empregadores para bancar previdência dos empregados; prorrogação da desoneração está na Câmara BRASÍLIA | Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília Sem a desoneração da folha de pagamento dos 17 setores que mais empregam na economia brasileira, o país teria perdido R$ 34,3 bilhões de Contribuição Previdenciária Patronal (CPP) entre 2018 e 2022. O imposto é pago pelas empresas para bancar os direitos previdenciários dos empregados. A desoneração está prevista para acabar no fim deste ano, mas um projeto de lei — já aprovado pelo Senado e em tramitação na Câmara — pode prorrogar a isenção até 2027. O cálculo do impacto na arrecadação foi feito pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Veja o impacto ano a ano: 2018: R$ 111 milhões 2019: R$ 3,3 bilhões 2020: R$ 6,4 bilhões 2021: R$ 11,1 bilhões 2022: R$ 13,2 bilhões Os 17 setores desonerados respondem por 8,93 milhões de vagas de trabalho, o que representa 17,1% do total de empregos formais no Brasil. A desoneração da folha de pagamento possibilita ao contribuinte optar por substituir a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta do empregador. Em vez de o empresário recolher 20% sobre a folha de pagamento do funcionário, o tributo pode ser calculado aplicando-se um percentual sobre a receita bruta da empresa que varia de 1% a 4,5%, de acordo com o setor. A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carrocerias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. Votação O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), confirmou na quinta-feira (24) que as votações da urgência e do mérito do projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento devem ocorrer nesta terça-feira (29). A declaração foi dada após reunião com líderes partidários. Entenda Criada pela lei nº 12.546/2011 para estimular a geração e a manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagar alíquotas sobre a receita bruta e não sobre as folhas de pagamento. Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Manifesto Em maio, representantes de 17 setores da economia lançaram um documento em favor da continuidade da desoneração. O grupo se chama Desonera Brasil. “A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto. Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores. “Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados, em relação ao grupo não contemplado pela política, e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, destaca o manifesto.   Fonte: R7 https://noticias.r7.com/brasilia/sem-desoneracao-pais-teria-perdido-r-343-bi-em-contribuicao-previdenciaria-patronal-em-5-anos-27082023

Fake News: Brasscom, Abinee e ABES saem em defesa da ANPD como autoridade autônoma da Internet

As entidades setoriais de TIC –  ABES, Abinee e Brasscom – assinaram um posicionamento, divulgado neste domingo, dia 30 de abril, sobre o PL 2630, que tem votação prevista para a próxima semana. E o recado foi claro: elas querem a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, ANPD, como responsável pela proteção dos dados pessoais, como define a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).   Fonte: Convergência Digital https://www.convergenciadigital.com.br/Internet/Fake-News%3A-Brasscom%2C-Abinee-e-ABES-saem-em-defesa-da-ANPD-como-autoridade-autonoma-da-Internet-63098.html

Quantas mulheres vêm à sua mente quando você ouve falar em tecnologia?

No Dia Internacional da Mulher, Sofia Esteves escreve sobre a importância de aumentar a representatividade feminina na área tech Quero propor um exercício de imaginação — você pode fazer essa atividade pensando na realidade da sua empresa ou até propor a dinâmica na sua equipe. Vamos lá: feche os olhos e pense em alguém especialista em Inteligência Artificial (IA). Uma pessoa que seja referência no assunto! Qual rosto apareceu na sua mente? Essa pessoa tem cabelo longo ou curto? O que ela veste? É bem jovem ou acumula anos de estrada? Tem a voz mais fina ou mais grossa? Onde ela nasceu? Agora, como fica esse retrato se eu disser que tal especialista se graduou em Engenharia Mecânica em uma instituição nos Estados Unidos? E se eu der outras pistas e contar que esse talento ocupa o cargo de Chief Technology Officer (CTO) em uma empresa de tecnologia e está por trás de uma das inovações mais comentadas nos últimos tempos? No que você pensaria se soubesse que essa pessoa tem a Tesla no currículo e que dá entrevistas para explicar conceitos complexos de IA? Com todas essas informações em mãos, pare e pense mais uma vez. Qual imagem apareceu na sua cabeça: a de um homem ou a de uma mulher? Se foi a de um homem, sinto informar que você pintou o retrato errado. É que as características que eu descrevi são da profissional Mira Murati, CTO da OpenIA e uma das mentes por trás do tão comentado ChatGPT. Apesar da fama de sua criação, nem todo mundo conhece o nome ou o rosto da “criadora”. Isso, por si só, não seria um problema, afinal muitas personalidades do mundo dos negócios ficaram famosas depois do lançamento de um produto ou serviço. A questão é o quanto a descrição de Mira parece ser mais uma exceção do que uma regra, principalmente no meio da tecnologia. Afinal, quantas mulheres vêm a sua mente quando você ouve falar em tecnologia? Quantas CTOs você conhece? Não é de hoje que os talentos femininos aparecem em menor número neste mercado, situação que só piorou com as demissões recentes no setor de tecnologia. Segundo um relatório do Layoffs Brasil, movimento que tem acompanhado as demissões em massa nas empresas de tecnologia por aqui, as mulheres foram as mais afetadas. Antes dessa onda mais forte de demissão, em 2021, as profissionais representavam apenas 32,6% do total de quem trabalha no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC), segundo um relatório da Brasscom. Considerando o recorte de raça, o resultado era ainda pior: só 11,6% das pessoas que atuavam na área eram mulheres negras. Isso acontece não pela falta de competência dessas pessoas em seguir uma carreira STEM (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática), mas por inúmeros fatores que a minha e a sua empresa podem ajudar a combater. Uma das formas de fazer isso tem a ver com o exercício no começo deste artigo: precisamos imaginar novos rostos quando falamos em tecnologia. Na verdade, mais do que imaginar, precisamos ter mais referências no mercado, mulheres que ocupam a liderança em empresas do setor. E não é só ter essas pessoas dentro da sua organização. Estou falando de contratar tais profissionais e de colocá-las como porta-vozes de assuntos sobre tecnologia — outra prática que a sua empresa pode adotar para reverter o quadro de desigualdade de gênero. A ideia é, por meio de entrevistas, eventos e palestras, dar espaço para que essas especialistas compartilhem seus conhecimentos técnicos sobre determinada inovação, em vez de limitar a participação delas em debates sobre “mulheres na tecnologia”. Nada contra o tema, claro, a questão é que os talentos femininos têm muito mais a dizer sobre vários outros assuntos, elas só precisam de oportunidades para isso. Quando isso acontece, ou seja, quando enxergamos mais rostos, percebemos também um impacto importante na base da empresa. As profissionais que estão no começo de carreira olham para cima, veem outras pessoas como elas e, finalmente, conseguem se enxergar naquela posição. Existe uma mensagem inconsciente de que aquele caminho é possível. Mensagem que pode extrapolar os portões (físicos ou virtuais) das empresas e chegar até as estudantes. Jovens que vão começar a ver nas Ciências, Engenharias, Matemática e Tecnologia uma carreira possível, que vão se interessar por áreas até então tidas como “masculinas”. Quando talentos femininos enxergam outras como ela em lugares diferentes, novas possibilidades se abrem para a carreira delas e para o negócio das empresas. Aquela figura padrão associada ao mundo da tecnologia é substituída por outra imagem: a que as próprias mulheres enxergam no espelho. E a sua organização pode desempenhar um papel importante para mudar esse reflexo!   Fonte: https://exame.com/colunistas/sofia-esteves/quantas-mulheres-vem-a-sua-mente-quando-voce-ouve-falar-em-tecnologia/