Câmara de IoT avalia iniciativas e políticas públicas para o desenvolvimento do setor

Compartilhe:

Governo, universidades, centros de pesquisa e empresas analisaram um levantamento feito em 12 países com as principais estratégias adotadas para o desenvolvimento da Internet das Coisas, modelos de governança, ações de estímulo à inovação, infraestrutura e regulamentação. Próximo passo é definir setores que terão prioridade no Plano Nacional de Internet das Coisas.

Governo, universidades, centros de pesquisa e empresas analisaram um levantamento feito
em 12 países com as principais estratégias adotadas para o desenvolvimento da Internet das Coisas,
modelos de governança, ações de estímulo à inovação, infraestrutura e regulamentação.
Próximo passo é definir setores que terão prioridade no Plano Nacional de Internet das Coisas.

Representantes da Câmara de Internet das Coisas (IoT) se reuniram nesta terça-feira (9), em Brasília, para avaliar iniciativas e políticas públicas em IoT desenvolvidas em outros países e as tendências tecnológicas mundiais. Os levantamentos fazem parte do estudo solicitado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para nortear a elaboração do Plano Nacional de Internet das Coisas.
Segundo o secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, a partir do estudo, serão definidos os setores que terão prioridade dentro do plano. “Vamos analisar como a Internet das Coisas impacta a cadeia de valor desses setores e apontar onde existe oportunidade de uma política pública que beneficie o país em termos de desenvolvimento econômico, geração de emprego e melhoria da competitividade dentro de um cenário global.”
Durante a reunião, realizada no CNPq, representantes da consultoria McKinsey Global Institute apresentaram o benchmark feito em 12 países sobre iniciativas e políticas públicas em IoT. O documento detalha as principais estratégias adotadas para o desenvolvimento da Internet das Coisas em diferentes países, como Estados Unidos, Coreia do Sul, Índia, Alemanha e China. O estudo aponta os principais modelos de governança, as ações de estímulo à inovação, infraestrutura e regulamentação.
A câmara também analisou o roadmap tecnológico, um mapeamento de iniciativas em Internet das Coisas no mundo. O documento descreve as tendências tecnológicas que podem potencializar o florescimento de IoT no Brasil. Maximiliano Martinhão destacou que o roadmap tecnológico é o primeiro passo do processo de elaboração do mapa brasileiro de Internet das Coisas, que vai abranger toda a cadeia de valor de IoT existente no país, desde semicondutores até as aplicações e oferta de serviços. “Vamos lançar uma consulta pública em que as empresas poderão apresentar o que está sendo feito em cada um dos segmentos de toda a cadeia.”
A apreciação dos documentos pela Câmara de Internet das Coisas marca a segunda fase do estudo “Internet das Coisas: um Plano de Ação para o Brasil”. A previsão é que o trabalho seja finalizado até setembro deste ano. A Câmara de IoT é um fórum multissetorial composto de representantes do governo, da iniciativa privada, da academia e de centros de pesquisa.
MCTIC

Compartilhe:

Leia também

58% dos jovens veem IA como aliada para o ingresso no mercado de tecnologia, indica pesquisa 

Setor TIC acelera a inclusão e tem avanço salarial das mulheres acima do dos homens, aponta Relatório de Diversidade da Brasscom 

Evento promovido pela Brasscom em Brasília apresenta Agenda Legislativa da entidade, discute competitividade global, exportação de tecnologias e desafios regulatórios 

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Sua Participação Fortalece a Liderança da Brasscom!

Dias
Horas
Min
Seg

Assembleia em: