Internet para Todos deve contemplar 50 municípios goianos no início de 2018
Cinquenta dos primeiros 300 municípios contemplados pelo programa Internet para Todos devem ser goianos. O anúncio foi feito pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que apresentou a iniciativa nesta quarta-feira (27), em Goiânia (GO), ao lado do governador de Goiás, Marconi Perillo. A ação de inclusão social do MCTIC tem objetivo de levar conectividade para 40 mil localidades de todo o Brasil a partir de janeiro. “O que o governo federal traz aqui é hoje o maior programa de inclusão social do país”, disse Kassab. “Nós estamos falando de um trabalho que será iniciado, junto a cada prefeito, como resultado do lançamento do primeiro satélite de propriedade do governo brasileiro. Visitamos agora o quinto estado. Vamos fazer uma solenidade em janeiro, no mais tardar no início de fevereiro, para homologar parcerias do MCTIC com 300 prefeituras de todo o Brasil, nesta primeira etapa, e Goiás vai ter 50 cidades, um número bastante significativo. Esses 50 municípios terão neste convênio com o ministério a oportunidade de identificar cerca de 400 pontos que não tenham conectividade.” Perillo apontou necessidades de banda larga em 800 localidades de 99 municípios goianos. De acordo com o ministro, o segundo ciclo do programa não deve demorar. A conexão será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio e com previsão de 18 anos de vida útil, e pelo programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac). “A capacidade do SGDC é muito grande, 30% dela disponível ao nosso primeiro convênio, junto ao Ministério da Defesa, para monitorar 100% das nossas fronteiras. Isso significa melhor qualidade no enfrentamento do contrabando e do tráfico de drogas”, destacou o ministro. Além das prefeituras e das Forças Armadas, a capacidade do SGDC será distribuída por convênios do MCTIC com os ministérios da Educação (MEC) e da Saúde, para levar banda larga a espaços municipais, estaduais e federais. “São 7 mil escolas dentro da parceria inicial, 1,5 mil delas já cadastradas. E assim será nos próximos três ou quatro anos, até dotarmos de banda larga toda a rede pública. Portanto, os prefeitos podem procurar o MEC”, explicou o ministro. “Na Saúde, o programa vai melhorar diagnóstico remoto e prontuário eletrônico e dar eficiência aos serviços de atendimento. Mesmo antes de formalizar esse acordo, começamos um projeto para conectar mil equipamentos em comunidades indígenas. São dezenas instaladas nos últimos dois meses.” O diretor técnico-operacional da Telebras, Jarbas Valente, expôs fundamentos técnicos dos convênios municipais. Nas palavras dele, para ingressar no programa, as prefeituras têm que se cadastrar e oferecer um terreno para a instalação da antena, fornecida gratuitamente pelo governo federal. Cada município deve garantir, ainda, a segurança do equipamento e o custo da energia da transmissão do sinal. A operação precisa ser isenta de Imposto Sobre Serviços (ISS), mudança sob responsabilidade da Câmara de Vereadores.
Ministro apresenta programa Internet para Todos em Goiânia (GO)
Gilberto Kassab participa de solenidade ao lado do governador Marconi Perillo. Ação de inclusão social do MCTIC tem início previsto para janeiro de 2018 O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, apresenta nesta quarta-feira (27), em Goiânia (GO), o programa Internet para Todos, que tem objetivo de levar conectividade para 40 mil localidades de todo o país. A ação de inclusão social tem início previsto para janeiro de 2018. O governador de Goiás, Marconi Perillo, será o anfitrião da solenidade. A conexão será feita por meio do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio deste ano, e pelo programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac). O Gesac é uma iniciativa do MCTIC que oferece gratuitamente conexão à internet em banda larga – por via terrestre e satelital – a telecentros, escolas, hospitais e postos de saúde, aldeias indígenas, postos de fronteira e quilombos. É direcionado, prioritariamente, para regiões remotas e em situação de vulnerabilidade social. Já o SGDC é parte do esforço do governo federal para ampliar o acesso à internet banda larga no país. Lançado em maio deste ano, é o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e miliar. O projeto recebeu R$ 2,7 bilhões de investimentos do governo federal, em parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa. A previsão é que o SGDC seja operacional por 18 anos. Serviço Evento: Apresentação do programa Internet para Todos Data: 27 de dezembro de 2017 Horário: 11h Local: Palácio Pedro Ludovico Teixeira – Auditório Mauro Borges Endereço: Rua 82, 400, Setor Central Cidade: Goiânia (GO)
Empresas brasileiras se destacam com games no mercado internacional
Mariana Branco, Agência Brasil, 26 de dezembro de 2017, às 14h30 Segundo dados da agência de fomento, em 2015 os estúdios brasileiros desenvolvedores de games que recebem assistência do projeto fecharam US$ 11 milhões em negócios internacionais Responsável por movimentar bilhões no mundo, a produção de games começa a se estruturar e cresce a passo seguro no Brasil. Dados do Global Games Market Report 2017, da Newzoo, empresa que realiza pesquisas sobre a indústria de games, mostram que o Brasil ocupa o 13° lugar no ranking de países que mais geraram receita no setor, com estimativa de US$ 1,3 bilhão para este ano. No mundo, é esperado que o mercado movimente US$ 108,9 bilhões em 2017. De olho no potencial desse filão, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) firmou parceria com a Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Games (Abragames). As duas entidades criaram o projeto Brazilian Game Developers, com o objetivo de desenvolver e promover a indústria local de games no exterior. “Em 2013 a Apex começou a parceria com esse setor. Aconteceu um mapeamento estratégico dos pólos criadores de games no país. Foi quando a gente começou a entender quem eram as empresas, onde elas estavam”, relata Mariana Gomes, gestora de Projetos da Apex Brasil. Segundo dados da agência de fomento, em 2015 os estúdios brasileiros desenvolvedores de games que recebem assistência do projeto fecharam US$ 11 milhões em negócios internacionais. Em 2016 esse número aumentou para US$ 17,4 milhões, um incremento de 58%. Os resultados de 2017 ainda estão sendo consolidados e só serão divulgados em março de 2018. Editais Mariana Gomes afirma que a expectativa é que a cifra deste ano supere os resultados do anterior. Ela vê 2017 como “o ano dos games brasileiros”. “Muito do que aconteceu de 2013 até aqui foi produção e desenvolvimento de jogos. A gente está entrando agora na fase de lançamento deles”, explica. Mariana informa que, também neste ano, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou dois editais totalizando R$ 20 milhões em recursos para empresas criadoras de games. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública destinada a estimular a ciência, também lançou um edital no valor de R$ 15 milhões. Segundo Mariana Gomes, são os primeiros editais específicos para estúdios desenvolvedores de games. “O primeiro edital [da Ancine] totalizou R$ 10 milhões apoiou 25 jogos em três categorias diferentes: ao custo de R$ 250 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão para serem desenvolvidos. Com o outro edital que está rodando, no mesmo valor, vêm mais 25 jogos nessas três categorias. O dinheiro da Ancine entrou pra desenvolvimento do jogo e o da Finep para a empresa se fortalecer”, destacou. Tipos de games O Brasil não tem estúdios com orçamento e estrutura para produzir os chamados games Triple A, categoria utilizada para se referir aos jogos com muito dinheiro envolvido na produção e que se tornam grandes sucessos. Segundo Mariana Gomes, os jogos brasileiros se enquadram na classificação indie games, com recursos mais modestos para o desenvolvimento. Ainda assim, de acordo com ela, os games do Brasil têm tido um bom desempenho. “A gente tem alguns exemplos clássicos de cases de sucesso internacional. Um estúdio de Porto Alegre, o Aquiris Game Studio, lançou o Horizon Chase, um jogo de corrida de carros vintage [antigos]. Outro jogo deles, chamado Ballistic Overkill, é um jogo em primeira pessoa online”, cita. Há também os jogos educacionais, como o Enem Game. Desenvolvido pela empresa capixaba Mito Games, o jogo funciona fornecendo recompensas aos jogadores que acertarem perguntas sobre o conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Marcelo Herzog, sócio-fundador e diretor administrativo da empresa, explica que o projeto foi apresentado pela primeira vez a uma incubadora de empresas visando o mercado nacional. O modelo, no entanto, já despertou o interesse de investidores no exterior. “Demorou a dar rentabilidade. Começou com uma versão gratuita, que a gente monetizava através de publicidade. Então a gente desenvolveu a versão premium, que hoje a gente vende para as escolas. Todos os alunos do ensino médio têm a versão premium e a escola tem um painel administrativo de onde consegue extrair dados sobre o desempenho no jogo”, explica Herzog. Segundo ele, o objetivo dos desenvolvedores é que o jogo educacional não fique restrito ao Enem. “Independentemente de existir ou não uma prova de acesso, o Enem Game é uma boa ferramenta de estudo. Agora para o ano que vem, durante o período de férias, a gente vai focar no desenvolvimento da versão para o ensino fundamental. Mais para o futuro, a gente pensa em inserir conteúdo para concursos”, informa. Ganhar o mercado internacional também está nos planos da empresa. A Mito Games já participou de viagens para divulgação do produto em encontros de negócios. “Houve uma procura de um instituto na Alemanha e meu sócio já esteve um evento em Bruxelas em que o pessoal se interessou”, disse ele, ressaltando que a companhia também desenvolve jogos de tabuleiros. “A gente está se preparando para ficar internacional, nos jogos digitais e físicos”, destacou. Negócios Mariana Gomes, da Apex Brasil, explica que os modelos de negócio que desenvolvedores de games podem fechar no mercado internacional são variados. É possível firmar um contrato para disponibilizar o jogo em lojas de aplicativos para celular, por exemplo. Nesse caso, é possível cobrar pelo download ou lançar uma versão grátis mas com conteúdos periódicos pagos. Outra alternativa, geralmente usada no caso de games para plataforma externa (videogames), é um contrato de distribuição com uma empresa internacional, que fará a publicidade do jogo no exterior. Por fim, alguns grandes estúdios subcontratam parte do desenvolvimento do game: uma empresa brasileira pode ser responsável pela música, por exemplo.
MCTIC lança Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lança nesta quinta-feira (14), às 10h, o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada no Brasil. Batizado de ProFuturo – Produção do Futuro, o plano define ações e setores prioritários para o desenvolvimento da indústria 4.0 no país. O lançamento terá a participação do ministro Gilberto Kassab e do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata. Entre as áreas tecnológicas prioritárias para o Brasil em manufatura avançada, estão a automação, Big Data, Computação em Nuvem, energias renováveis, Internet das Coisas, nanotecnologia, segurança cibernética e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Construído a partir da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti), o plano expressa a visão do MCTIC sobre o futuro da manufatura avançada no país. Serviço Evento: Lançamento do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para Manufatura Avançada no Brasil Data: 14 de dezembro de 2017 Horário: 10h Local: Auditório do MCTIC Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco E Cidade: Brasília (DF) Informações à imprensa Assessoria de Comunicação do MCTIC (61) 2033-7515 / imprensa@mctic.gov.br
Dos 4 aos 104 anos: iniciativa mostra que qualquer pessoa pode aprender programação
Participe gratuitamente da Hora do Código na USP em São Carlos e descubra o quanto a computação pode ser acessível e divertida, especialmente se você contar com a ajuda dos robôs Crianças, adultos e idosos são muito bem-vindos no evento (crédito: Denise Casatti) Um evento criado para desmistificar a programação e mostrar que qualquer pessoa pode aprender os fundamentos básicos da computação, realizando atividades simples e divertidas durante 60 minutos. Essa é a proposta da Hora do Código, um movimento global que já atingiu 468 milhões de pessoas em mais de 180 países. Em São Carlos, a iniciativa acontecerá no sábado, 9 de dezembro, a partir das 14 horas, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP. O objetivo não é ensinar as pessoas a serem especialistas em computação em uma hora, mas sim mostrar que a área é acessível a todas as pessoas, de todas as idades, independentemente do conhecimento prévio que tenham. Por isso, para participar da Hora do Código, não é necessário ter nenhuma experiência em programação. “Como a tecnologia está presente em todos os setores, o conhecimento em computação se tornou fundamental. Todas as pessoas deveriam ter a oportunidade de aprender um pouco sobre programação, pois esse conhecimento pode nos ajudar a desenvolver habilidades lógicas, resolver problemas e estimular nossa criatividade”, explica o professor Seiji Isotani, presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC, que é responsável pela realização da iniciativa em São Carlos. Robôs humanoides estão entre as atrações da Hora do Código no ICMC Robôs são atração – O evento é gratuito e começará às 14 horas com demonstrações de diversos robôs. Logo depois, o público entenderá melhor as relações entre robótica e programação no bate-papo com o doutorando Adam Moreira, do ICMC. A seguir, todos serão convidados a ir aos laboratórios do Instituto, que já estarão preparados para que os participantes possam realizar os exercícios de programação. “Nos exercícios, há um passo a passo explicando o que deve ser realizado e nós também disponibilizaremos monitores para ajudar quem tiver qualquer dificuldade”, explica o professor Fernando Osório. Quem completar todas as atividades propostas receberá um certificado digital. Crianças menores de 10 anos poderão participar, desde que venham acompanhadas por um responsável. Recomenda-se apenas que os participantes tragam seus próprios fones de ouvido. Quem desejar também poderá trazer seu notebook ou tablet. As inscrições podem ser realizadas, até as 80 vagas disponíveis se esgotarem, por meio do formulário disponível neste link: www.icmc.usp.br/e/b8e1d. Este ano, mais de 100 mil eventos ao redor do mundo já foram cadastrados na plataforma global da Hora do Código, sendo que 253 deles serão no Brasil. A iniciativa sempre acontece durante a Semana da Educação em Ciência da Computação, realizada anualmente em reconhecimento ao aniversário da pioneira da computação, a almirante Grace Murray Hopper, que nasceu em 9 de dezembro de 1906 em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Ela foi uma das primeiras programadoras da história. Crianças menores de 10 anos podem participar, basta virem acompanhadas por um responsável Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC/USP Hora do Código no ICMC Página do evento no Facebook: www.facebook.com/events/1037093763099514 Formulário para inscrições: www.icmc.usp.br/e/b8e1d Onde: auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no bloco 6 do ICMC (Av. Trabalhador São Carlense, 400, na área I do campus da USP, no centro de São Carlos) Quando: sábado, 9 de dezembro Horário: a partir das 14 horas Mais informações: (16) 3373-9622 / eventos@icmc.usp.br Fonte: http://www.icmc.usp.br/noticias/3435-dos-4-aos-104-anos-iniciativa-mostra-que-qualquer-pessoa-pode-aprender-programacao
Cronograma de entrada do eSocial terá início em janeiro de 2018 e será realizada em etapas
Diálogo entre Governo Federal e instituições foi fundamental para a definição do faseamento Brasília, 30 de novembro de 2017 – O Comitê Diretivo do eSocial publicou hoje, 30, no Diário Oficial da União (DOU) resolução que define o cronograma de implantação do eSocial, sistema integrado do Governo Federal que facilitará a prestação e administração de dados dos trabalhadores sobre obrigações fiscais e trabalhistas para os órgãos públicos envolvidos no projeto: Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e Ministério do Trabalho – MTb. A entrada do eSocial terá início em 8 de janeiro de 2018 e será faseada, de acordo com a resolução. Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016 serão as primeiras que terão a obrigatoriedade de utilização do sistema. As micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs), deverão se cadastrar a partir de 16 de julho de 2018 e os órgãos e entidades públicas apenas em 14 de janeiro de 2019. De acordo com informações divulgadas pelo Comitê Diretivo em coletiva de imprensa realizada ontem, 29, em Brasília, o eSocial já está preparado para receber os eventos adequados às regras da reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro deste ano. A entrada do eSocial em etapas é o resultado de uma demanda do setor produtivo, que foi feita desde as primeiras reuniões do GT Confederativo do eSocial, que reúne os órgãos públicos do Comitê Diretivo e Confederações e Associações de diversos setores da economia. A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, representa o setor no grupo e contribui com propostas estruturantes para uma entrada segura do eSocial, considerando os testes necessários e as possíveis dificuldades de adaptação que empresas de diversos portes e tamanhos no Brasil encontrariam. As empresas de tecnologia desenvolvedoras de sistemas corporativos para o envio de informações no eSocial comemoram o faseamento de entrada do sistema. Segundo Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, trata-se de uma conquista que gera segurança jurídica para as empresas e fortalece o diálogo entre o setor público e produtivo. “Esta é mais uma etapa alcançada, em que a conjunção de esforços foi fundamental para atingirmos este objetivo”. Para José Alberto Maia, Auditor-Fiscal do Trabalho e representante do Ministério do Trabalho no Comitê Diretivo do eSocial, esta articulação entre empresas e Governo é fundamental. Ao enfatizar que a construção coletiva é uma das premissas do eSocial, “o engajamento gerado a partir desta interação entre empresas e Governo elevou o nível do projeto, sobretudo com o engajamento das empresas de TI, através da Brasscom, e de Contabilidade, pela FENACON”, afirma Maia. Sobre a Brasscom A Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, exerce papel de articulação entre os setores público e privado nas esferas federal, estadual e municipal, discutindo temas estratégicos, como relações laborais, tributação, internacionalização, educação e governo digital, entre outros. Representando 50 empresas e 19 instituições, a Brasscom promove o setor de TIC de forma propositiva, propagando novas tendências e inovações, a exemplo de Internet das Coisas, Mobilidade, Segurança e Privacidade. Atua para intensificar as relações com o mercado de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, incentivando a transformação digital do Brasil. Site: www.brasscom.org.br
Serpro lança plataforma Blockchain
Para provocar uma disrupção e trazer desafios para todos nós que somos gestores e responsáveis pelo setor público”. Com essas palavras a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães, abriu no dia 9 de novembro, o evento que reuniu clientes para apresentação da plataforma Blockchain. Blockchain é uma tecnologia de validação inviolável que tem a descentralização como medida de segurança. Cria consenso e confiança na comunicação direta entre duas partes, sem o intermédio de terceiros. O protocolo é adequado para cenários que requerem privacidade e controle de identidade e permissões. A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) é parceira no uso da tecnologia na solução Tesouro Direto (TD). “Ao mesmo tempo que a STN tem uma necessidade de negócio identificada, o Serpro tem capacidade de produção e de construção de ferramenta que ‘casa’ com que o estado precisa. Existe uma lacuna que é preenchida com o blockchain”, declara o coordenador-geral de Sistemas e Tecnologia da Informação da STN, Lincoln Moreira Jorge Junior. Automatizar o processo é apenas uma etapa de modernização do serviço público. A segunda etapa é agregar capacidade de análise e de resposta e agilidade que uma simples automação não consegue. A disrupção vem daí: o uso de uma tecnologia inovadora para fazer algo que até então não se fazia. “O uso do blockchain no TD, vai muito além do aumento da segurança. A tecnologia vem para facilitar o cadastro e o acesso do investidor ao produto”, explica Lincoln. O TD concorre com a poupança, mas o acesso aos títulos públicos é, hoje, o um dos desafios que limitam o aumento da base de investidores. Entenda o futuro O TD transforma o cidadão em investidor, e como investidor é preciso ter além de uma conta em banco, um intermediário, como corretoras ou bancos públicos para realização do investimento. Hoje, um investidor que não tenha conta bancária não acessa o TD. A partir do momento que a nova tecnologia estiver funcionando, seria permitida a autenticação utilizando-se as bases do governo para conferência de reputação do investidor. Com R$ 30 e um celular qualquer cidadão poderá investir em títulos públicos. “O mercado financeiro é conservador, como deve ser. A plataforma está pronta. A tecnologia é constantemente testada e atestada em conformidade com as melhores práticas do governo, do estado e internacionais para que não se coloque em risco o nosso investidor”, explica Lincoln. Ainda é preciso ajustar os aspectos legais para lançamento do protótipo. VEJA A APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA BLOCKCHAIN DO SERPRO. ENTREVISTAS Presidente do Serpro fala sobre Certificação Digital, CNH Digital, Blockchain, Apps e outros projetos O Serpro, em breve, vai lançar o projeto Neo ID. Que é Certificação Digital em nuvem e que pode ser acessada por meio de aplicativo. ACESSE AQUI NOSSA COLUNA SOBRE BLOCKCHAIN!
Edital Elas nas Exatas visa aumentar participação de meninas em ciência e tecnologia
PUBLICADO POR GIFE EM 06/11/2017 Com o objetivo de fornecer possibilidades para que mulheres se insiram em realidades ainda voltadas majoritariamente aos homens, como é o caso de cursos, faculdades e carreiras que envolvam ciências exatas e tecnologia, o Fundo ELAS, em parceria com o Instituto Unibanco, Fundação Carlos Chagas e a ONU Mulheres, lança a segunda edição do edital Gestão para Equidade: Elas nas Exatas. Segundo Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, unir organizações diferentes em prol da mesma causa contribui com a multiplicidade de olhares sobre a questão. “São diversos olhares e atores preocupados com o mesmo tema, mas a partir de repertórios diferentes. Com isso, cria-se um campo de compromisso, compartilhado por esses vários atores, o que aumenta a probabilidade de incidir de forma efetiva para fazer a mudança social necessária”, defende. A primeira chamada de projetos, realizada em 2015, recebeu mais de 170 propostas. Dessas, foram selecionadas 10 iniciativas, localizadas em Florianópolis (SC); Itacoatiara (AM); São Paulo (SP); Rio de Janeiro (RJ); São João Del-Rei (MG); Salvador (BA); Cachoeira (BA); Iracema (CE); Campina Grande (PB); e Natal (RN). Ao todo, o desenvolvimento dos projetos atingiu mais de mil jovens do Ensino Médio. Nessa segunda edição, a ideia é ampliar a iniciativa e selecionar mais 10 ações que aprofundem a discussão sobre a equidade de gênero. Segundo um levantamento realizado pela Folha de S.Paulo em 2016, a participação de mulheres nos cursos de ciências exatas não chega a um em cada cinco estudantes. Dos calouros da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), 18% são mulheres. Esses números precisam de grandes avanços, uma vez que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 e 5 visam, respectivamente, assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos e a busca pela igualdade de gênero. KK Verdade, coordenadora executiva do Fundo ELAS, defende que existe uma ideia de que as meninas estudam mais tempo que os meninos e, logo, são melhores na questão educacional, não havendo desigualdade nesse campo. “Na verdade, existem desigualdades sim, porque existem carreiras que são de meninas, outras que são de meninos. Aquelas que os salários são maiores são carreiras de meninos, relacionadas às exatas. No primeiro edital, nós tínhamos o seguinte dado: as meninas entravam no ensino médio com a mesma nota dos meninos em exatas, mas saiam com notas inferiores”, argumenta. A ideia do edital, portanto, é apoiar iniciativas diversas que contribuam para inserir mulheres em áreas onde os homens são maioria. Começar a mudar o pensamento, ainda no ensino médio, de que ciências exatas são carreiras voltadas para eles é de extrema importância. KK ressalta que é possível impactar positivamente a escolha das alunas por um curso superior em ciências e tecnologia se elas tiverem acesso a cursos, a discussões sobre meninas nas exatas e a conversas com outras mulheres que estão fazendo carreira nessas áreas. Iniciativas que envolvem essas e outras ações a partir da promoção da equidade de gênero podem realizar a inscrição de projetos até o dia 28 de novembro. Ricardo Henriques, por sua vez, defende que além de estimular as escolhas profissionais das jovens, o edital também tem impacto sobre o plano de ensino e aprendizagem das escolas. “É fundamental que as escolhas individuais das meninas sejam ativas em direção ao campo das ciências. Mas, o edital também visa a criação de um espaço de ensino e aprendizagem onde os estigmas tradicionais sejam não só descortinados como criticados, e que as escolhas [das meninas] se deem de forma soberana de acordo com as preferências não enviesadas que tradicionalmente a escola produz”, ressalta. Critérios de participação Podem participar do edital qualquer organização que se dedique à promoção da educação, à defesa dos direitos das mulheres e/ou aos direitos humanos; associações legalmente constituídas representativas de escolas públicas (como associações de pais e mestres, caixa escolar, etc.); organizações legalmente constituídas de mulheres ou mistas ou grupos e coletivos de mulheres ou mistos. Entretanto, é necessário que os projetos sejam realizados em parceria com uma escola pública de Ensino Médio, com envolvimento da gestão escolar e sejam coordenados por uma ou mais mulheres. Essa participação da comunidade é um ponto de destaque do edital. Segundo KK, o simples fato de não haver uma avaliação crítica de como que as meninas estão sendo tratadas nessas áreas ou se há algum tipo de estímulo a elas, já demonstra que a escola está contribuindo com a desigualdade de gênero. O envolvimento da gestão escolar, portanto, serve como uma conscientização. “Outro ponto é o envolvimento de familiares. Muitas meninas contaram pra gente ao longo do ano passado que os próprios pais e mães não incentivam elas a entrarem nas exatas, dizendo que ‘isso não é carreira de menina’ e que ‘elas vão ter muita dificuldade’. A ideia do edital é envolver a gestão escolar para pensar criticamente, e ver como que ela pode investir em um melhoramento e envolver as alunas e seus familiares, para que elas tenham um apoio na família, ao invés de ter um obstáculo a mais”, ressalta KK. Serão considerados projetos desenvolvidos de acordo com três linhas de apoio. Em “Boas práticas escolares e parcerias”, podem ser inscritas iniciativas que considerem a escola como um espaço para a construção de novas possibilidades com relação à equidade de gênero e de estímulo às meninas na área de tecnologias, ciências exatas e naturais; ações de parceria da escola (com universidades, empresas de tecnologia, laboratórios, centros de pesquisa, etc) que promovam inserção das alunas em áreas de exatas e tecnologias, entre outras. Já em “Capacitação e formação”, alguns exemplos de iniciativas são: elaboração de aulas complementares para alunas com foco em tecnologia e ciências exatas e naturais; fornecimento de cursos para meninas de desenvolvimento de games, jogos, aplicativos educativos; oferta de formação para professoras e professores, sobretudo das áreas de ciências exatas, visando à construção de uma prática pedagógica atenta às desigualdades de gênero, entre outras. Por fim, em “Informação e comunicação”, serão consideradas ações que estimulem o diálogo e aumentem o entendimento sobre o tema; que desenvolvam campanhas educativas ou informativas que estimulem a
MCTIC vai apresentar proposta da Estratégia para Transformação Digital este ano
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) vai encaminhar até o fim do ano à Presidência da República uma proposta para a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital. O documento, resultado de discussões interministeriais e consulta pública, vai conter orientações para criar uma política de Estado voltada à digitalização de diversos setores do país e capacitação da sociedade para o ambiente digital. “A ideia do governo não é obrigar as pessoas a se digitalizarem, mas criar um ambiente favorável para que isso aconteça da melhor forma possível. A partir da consulta pública, nós chegamos a 91 ações concretas levando em conta a economia baseada em dados, um mundo de dispositivos conectados, novos modelos de negócio e transformação digital da cidadania e governo. Esses são os eixos habilitadores que podem, ligados entre si, mudar o país”, afirmou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC, José Gontijo. Ele participou nesta terça-feira (7) do 3º Fórum IBGP (Instituto Brasileiro de Governança Pública) de Tecnologias da Informação, em Brasília. Segundo Gontijo, o setor público também pode ser muito beneficiado pela transformação digital. “Naturalmente, quando digitalizamos os processos produtivos e a gestão pública, conseguimos prover serviços de qualidade melhor, atender a população de forma mais adequada e pegar a burocracia de que todo mundo reclama e tornar em algo mais simples e eficiente”, explicou. A elaboração da Estratégia Brasileira começou em fevereiro, com a instituição de um grupo de trabalho interministerial encarregado de elaborar o material colocado em consulta pública entre agosto e setembro. O objetivo é criar um ambiente habilitador para impactos transformadores em agricultura, comércio, educação, finanças, indústria e serviços de transportes e logística, por meio da digitalização dos processos produtivos e da capacitação do país para as tecnologias digitais.
Blockchain: tecnologia revolucionária que vai muito além das criptomoedas
Blockchain View, promovido pela Cantarino Brasileiro, discutirá como a nova tecnologia dominará a cena nos próximos anos São Paulo, setembro de 2017 – As tecnologias disruptivas como Bitcoin e Blockchain desafiam até os investidores mais experientes. Embora essa ainda seja uma fase de experimentação, as previsões são positivas em relação ao crescimento deste mercado. Considerada uma das tecnologias mais disruptivas desde o advento da Internet, o Blockchain deverá movimentar cerca de 1 trilhão de dólares somente neste ano, mais de 15 vezes o valor movimentado em 2016. Segundo estudo recente da Juniper Research, os negócios diários envolvendo criptomoedas já ultrapassam a casa dos 2 bilhões de dólares. Por acreditar na importância de debater o tema e seus principais impactos para o mercado, a Cantarino Brasileiro promoverá no dia 19 de outubro, no Hotel Meliá Paulista, o Blockchain View, segunda edição do maior evento sobre o assunto, ideal para quem está pensando em investir em Bitcoin e outras criptomoedas, atuando ou desenvolvendo em Blockchain. As palestras abordarão o surgimento e adoção de criptomedas, ICO, token, smart contracts, projetos, estudos e aplicações da tecnologia que, embora seja a mais falada no mercado financeiro, conta com uma série de aplicações para outras indústrias, como educação, energia, infraestrutura entre outras. “O Blockchain é a tecnologia mais disruptiva e revolucionária da era digital. O evento reunirá uma série de startups, grandes empresas de tecnologia, advogados, bancos, governo e evangelizadores para fomentar o debate sobre novos modelos de negócios que poderão ser criados a partir da tecnologia”, afirma Regina Crespo, curadora de conteúdo do Blockchain View. Atualmente, o Blockchain está entre as top 10 nas áreas de segurança corporativa, armazenamento de dados e compartilhamento de arquivos. Um recente relatório do Fórum Econômico Mundial prevê que, em 2025, 10% do PIB será armazenado em tecnologias relacionadas com blockchain. Muitos especialistas acreditam que a tecnologia, que cresceu em popularidade por ser a base para a criptografia e segurança da plataforma de Bitcoin, revolucione a armazenagem de dados digitais. Aliado ao uso de big data, o blockchain pode ser a alternativa para reunir dados que se encontram desconectados, de forma a ampliar a eficiência e assegurar mais transparência em cada etapa do processo produtivo. No Brasil, a tecnologia é nova e está sendo desenvolvida principalmente para soluções bancárias. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou uma comissão e um grupo de trabalho específico para tratar do assunto, devido à sua importância como ferramenta disruptiva e de segurança. O que chama bastante atenção no Blockchain é a maneira como rompe com o padrão usado atualmente por bancos de dados para armazenar informações de seus clientes. Embora o blockchain esteja muito associado à moeda digital, a segunda geração, Blockchain 2.0, permite estender a tecnologia a outras indústrias. No negócio da música, vídeo e publicações, por exemplo, o Blockchain 2.0 poder ser utilizado na gestão de direitos autorais e coleta de royalties a partir de streaming digital e downloads. Esse modelo será apresentado pela Paratii (vídeos) e pela Prospera (publicações) na rodada de apresentações de projetos do Blockchain View, que mostrará soluções para diversos mercados. A tendência é que todas as áreas em que há necessidade de certificação sejam beneficiadas pelo blockchain. Nesse sentido, qualquer tipo de valor mobiliário ou certificado que hoje é expedido em papel poderá ser convertido em uma informação no blockchain. Os exemplos são inúmeros: carteiras de identidade, apólices de seguro, ingressos, diplomas, cédulas monetárias em papel, certificados de autenticidade de obras de arte e patentes. De acordo com Rocelo Lopes, fundador da CoinBR, o blockchain garante mais transparência às transações, podendo ser utilizado em obras públicas e doações a partidos políticos. “A tecnologia é realmente disruptiva e pode contribuir para inibir a corrupção”, destaca. Para Lopes, o Blockchain View será uma oportunidade para debater formas de implementar a tecnologia no Brasil, de maneira que ela seja segura e conte com a aceitação da sociedade, do governo, dos bancos e das corretoras de bitcoins. “O evento se propõe a ser um espaço de troca de informações, aprendizado e de geração de oportunidades, que permitam às empresas de diversos segmentos se tornarem mais eficientes com a implementação de Blockchain”, complementa Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro. Saiba mais sobre a programação: http://blockchainview.com.br/ ANOTE EM SUA AGENDA Blockchain View Data: 19 de outubro Horário: 8h30 às 18h Local: Hotel Meliá Paulista Endereço: Avenida Paulista, 2181, Consolação, São Paulo Sobre a Cantarino Brasileiro Com 12 anos de experiência no mercado, a Cantarino Brasileiro é uma tradicional empresa de marketing e comunicação focada nos mercados financeiro e de meios de pagamento. Seu objetivo é promover a aproximação entre as empresas e seu público alvo através ações criativas e dinâmicas por meio de eventos, treinamentos, seminários, publicações, consultoria e relatórios setoriais. A empresa também é responsável pelas publicações: Anuário Brasileiro de Bancos; de Canais de Pagamento e de Cobrança. Além disso, realizou este ano eventos relacionados à revolução digital no segmento de finanças, a segunda edição do Fintech View com 2 dias de conteúdo e mais de 40 palestrantes e painelistas, e o Fintech Show e Fintech Awards Latam, ambos com as segundas edições já confirmadas para 2018. Informações para a Imprensa: DFreire Comunicação e Negócios Beatriz Silva – beatriz@dfreire.com.br Debora Freire – debora@dfreire.com.br Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br
eSocial terá entrada em janeiro de 2018
Entrada do Sistema será faseado e a obrigatoriedade do envio dos eventos será distribuída pelo tempo Brasília, 30 de outubro de 2017 Foi realizada hoje, 30, em Brasília, a 21ª Reunião do GT Confederativo do eSocial, grupo formado por representantes de órgãos públicos federais (Caixa Econômica Federal, Previdência Social, INSS, Receita Federal e Ministério do Trabalho) junto às maiores confederações empresarias do país (CNC, CNA, CNI, dentre outras), além da Brasscom, que reúne as empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação desenvolvedoras de sistemas corporativos que se comunicam com o eSocial para enviar informações dos trabalhadores ao Governo. Na reunião, o Comitê Gestor do eSocial (composto pelos órgãos do Governo) informou que o sistema terá entrada no dia 08 de janeiro de 2018. As primeiras obrigações (evento S1000 e as tabelas) deverão ser enviadas pelas empresas nos dois primeiros meses e entregues até o dia 28 de fevereiro. O segundo grupo de eventos, voltados aos eventos trabalhistas, poderão ser enviados nos meses de março e abril. A entrada do SST ainda não foi definida. O Comitê Gestor publicará nos próximos dias uma Nota Técnica para explicar detalhadamente o modelo de implantação e o cronograma específico das entradas das obrigações. A Brasscom e as empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação estão satisfeitas com a repactuação do cronograma. Para Sergio Sgobbi, Diretor de Relações Institucionais da Brasscom, o Comitê Gestor exprimiu sensibilidade, prudência e acertada decisão de fasear a entrada do projeto eSocial. “Esta decisão diminuirá substancialmente as intercorrências oriundas de um projeto desta magnitude”, afirma.
Com novo formato, VII Fórum da Internet no Brasil tem inscrições abertas
Sessão plenária, workshops e audiência pública compõem a programação do evento, que será realizado de 14 a 17/11 no Rio de Janeiro O Fórum da Internet no Brasil, evento promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) desde 2011, apresenta este ano uma programação construída de forma colaborativa. Workshops propostos pela comunidade brasileira sobre inclusão digital, criptografia, privacidade e proteção de dados pessoais, direito ao esquecimento, blockchain, entre outros tópicos, integram a programação do evento, que será realizado entre os dias 14 e 17 de novembro na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os interessados em participar já podem inscrever-se gratuitamente em http://forumdainternet.cgi.br/. Sob o tema “Moldando seu futuro digital”, a 7ª edição do Fórum da Internet no Brasil adotou novo formato inspirado no Fórum de Governança da Internet (IGF) e terá na programação, além de um “dia zero” com atividades auto organizadas pelos diferentes setores, uma sessão plenária, 21 workshops e uma audiência pública que discutirá a estrutura de governança da Internet no Brasil. “O Fórum consagrou-se como um espaço de diálogo multissetorial, que reúne representantes dos setores governamental, empresarial, acadêmico, da sociedade civil, técnicos, estudantes e usuários da Internet. Por meio dele, o CGI.br incentiva que todos opinem sobre as questões mais relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil”, declara Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br. Seleção de workshops A programação de workshops do 7o Fórum da Internet no Brasil foi definida a partir de uma chamada pública promovida pelo CGI.br que recebeu, entre 24 de julho e 3 de setembro, um total de 78 propostas da comunidade científica e tecnológica (40%), terceiro setor (38%), setor empresarial (12%) e governamental (10%) e das cinco regiões do País (veja mais estatísticas sobre as propostas recebidas em http://forumdainternet.cgi.br/propostas-workshop/). As propostas foram analisadas por uma comissão externa de 24 especialistas a partir de critérios de seleção previamente definidos na chamada. Cada uma delas foi avaliada por quatro avaliadores, representando os quatro diferentes setores que compõem o CGI. As notas atribuídas a cada proposta procuraram capturar a diversidade das percepções dos diferentes setores sobre o seu mérito. Os workshops selecionados podem ser acessados em http://forumdainternet.cgi.br/workshop-aprovados/. “Com este novo formato, pretendemos manter e aprofundar o modelo multissetorial e pluriparticipativo de governança da Internet no Brasil, além de aproximar ainda mais o evento do modelo do IGF global, promovendo maior participação da comunidade brasileira na identificação dos temas relevantes ao debate”, esclarece Flávio Wagner, coordenador do programa do Fórum. O VII Fórum é uma atividade preparatória para a participação brasileira no IGF, que acontece de 18 a 21 de dezembro em Genebra, na Suíça. Agenda As atividades começam no dia 14 de novembro com o “dia zero” que terá atividades auto organizadas por membros dos setores governamental, empresarial, terceiro setor e comunidade científica e tecnológica e terminará com a abertura oficial do evento. Nos dias 15 e 16 de novembro, a programação avança com a realização dos workshops e da sessão plenária com tema ainda a ser definido. O dia 17 de novembro, por sua vez, será dedicado à audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil. O resultado da consulta será a elaboração de um documento final pelo CGI.br, contendo informações, diretrizes e recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. O documento, que sistematizará e levará em consideração todas as contribuições recebidas via plataforma on-line e na audiência pública, será encaminhado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no dia 3 de dezembro de 2017. Acesse a programação completa do VII Fórum da Internet no Brasil: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao Anote na Agenda VII Fórum da Internet no Brasil Data: 14 a 17 de novembro Hotel Prodigy Santos Dumont Endereço: Avenida Almirante Silvio de Noronha, 365 – Centro Rio de Janeiro – RJ Inscrições gratuitas: http://forumdainternet.cgi.br/ Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (http://www.nic.br/) é uma entidade civil, de direito privado e sem fins de lucro, que além de implementar as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil, tem entre suas atribuições: coordenar o registro de nomes de domínio — Registro.br (http://www.registro.br/), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil — CERT.br (http://www.cert.br/), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações — Ceptro.br (http://www.ceptro.br/), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação — Cetic.br (http://www.cetic.br/), implementar e operar os Pontos de Troca de Tráfego — IX.br (http://ix.br/), viabilizar a participação da comunidade brasileira no desenvolvimento global da Web e subsidiar a formulação de políticas públicas — Ceweb.br (http://www.ceweb.br), e abrigar o escritório do W3C no Brasil (http://www.w3c.br/). Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br O Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por estabelecer diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil, coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no País, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados. Com base nos princípios de multilateralidade, transparência e democracia, o CGI.br representa um modelo de governança multissetorial da Internet com efetiva participação de todos os setores da sociedade nas suas decisões. Uma de suas formulações são os 10 Princípios para a Governança e Uso da Internet (http://www.cgi.br/principios). Mais informações em http://www.cgi.br/. Contatos para a Imprensa: Weber Shandwick http://www.webershandwick.com.br/ PABX: (11) 3027-0200 / 3531-4950 Carolina Carvalho – ccarvalho@webershandwick.com – (11) 3027-0226 Assessoria de Comunicação – NIC.br Caroline D’Avo – Gerente de Comunicação – caroline@nic.br Everton Teles Rodrigues – Coordenador de Comunicação – everton@nic.br Soraia Marino – Assistente de Comunicação – soraia@nic.br Flickr: http://www.flickr.com/NICbr/ Twitter: http://www.twitter.com/comuNICbr/ YouTube: http://www.youtube.com/nicbrvideos Facebook: https://www.facebook.com/nic.br Telegram: https://telegram.me/nicbr
Comitê de Fomento à Inovação lança Guia Lei do Bem em parceria com MCTIC durante a 16ª Conferência Anpei de Inovação
Em ação conjunta, a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançam a primeira edição do Guia Lei do Bem no próximo dia 31 de outubro às 14h no Palco Seed, durante a 16ª Conferência Anpei de Inovação, que acontece em 31 de outubro e 1º de novembro em Belo Horizonte – MG. O lançamento do Guia contará com a participação de Álvaro Prata, Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, da líder do GT Lei do Bem do Comitê de Fomento à Inovação da Anpei e especialista de relações institucionais e oportunidade social da Totvs, Isabela Dias, e do vice-líder do GT Lei do Bem e engenheiro da Vale, Geraldo Barbosa. Segundo Isabela Dias, o objetivo da publicação é orientar as empresas que se beneficiam da Lei do Bem sobre regras e formas de avaliação técnica, com intenção de uniformizar conceitos e conceder maior segurança jurídica aos envolvidos. Outro propósito da iniciativa é o de aumentar a confiança e a previsibilidade no processo de utilização da Lei. O Guia apresenta conceitos utilizados na área de PD&I, boas práticas aplicadas por empresas, exemplos e orientações para preenchimento do formulário para informações sobre as atividades de pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica nas empresas (FORMP&D). De acordo com pesquisas realizadas pelo MCTIC e analisadas pela Anpei, nos últimos cinco anos, a Lei do Bem tornou possível a implementação de 15 novos centros de pesquisa e desenvolvimento no Brasil, propiciando o surgimento de mais de 20 mil novos produtos ou inovações incrementais. No entanto, apenas pouco mais de mil empresas (tendo em vista as 17 milhões de empresas ativas no país) aproveitam este incentivo, o que corresponde a 0,007% das empresas registradas. Para os líderes do GT Lei do Bem, o dado mais alarmante é que apenas 2,5% do índice de empresas com perfil inovador se utilizam deste benefício. Ou seja, apenas uma em cada 40 companhias com potencial utiliza o incentivo. “Trata-se de uma iniciativa que carrega grande responsabilidade, já que também tem o objetivo de elevar o número de empresas que se utilizam deste benefício”, ressaltou Isabela. “O Guia Lei do Bem incorpora as contextualizações legais, teóricas e práticas, e apresenta exemplos de projetos que se enquadram como atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação e que são passiveis de atendimento aos requisitos para usufruto dos benefícios previsto na Lei do Bem”, afirmou o Secretário Álvaro Prata. “Este trabalho foi elaborado pela Anpei em parceria com o MCTIC e contou com a colaboração coletiva de representantes de empresas de diferentes portes, consultorias, agências de fomento e órgãos do governo”, finalizou Geraldo. Dinâmica da 16ª Conferência Anpei de Inovação Com o tema central “Vivendo a inovação em um mundo em transformação”, a Conferência Anpei 2017 irá discutir novos caminhos para a inovação em um mundo em constante e rápida transformação nas relações e nos modelos de negócio usualmente conhecidos. Nos dias 31/10 e 01/11, palestras, workshops e vivências ocorrerão simultaneamente nas estações e salas. Estação conhecimento: Apresentações simultâneas em três palcos diferentes. O público estará equipado com rádios receptores e fones de ouvido que sintonizarão os canais específicos de cada palco. Estação Experiência: Composto por cinco palcos, sendo quatro laterais e um central, a Área Maker, que contará com workshops práticos, vivências, palestras, etc. Salas: Serão utilizadas para a realização de cursos específicos, de rodadas de negócios e da Assembleia Ordinária do Associados da Anpei. Confira a programação completa: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/ As inscrições estão abertas. Participe: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/inscricoes/ No dia 30/10 serão realizadas as visitas técnicas. Importantes centros de inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico de Minas Gerais poderão ser visitados pelos inscritos na 16ª Conferência Anpei de Inovação, como a sede do Google, o Espaço Seed, o Museu de Ciência e Técnica da UFOP, a Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto, o Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI, a Universidade Corporativa da Fiat e o Instituto Tecnológico Vale. Trata-se de uma ótima oportunidade de conhecer um novo ecossistema de inovação e de fazer networking com líderes empresariais de diferentes regiões do Brasil. Veja os roteiros e faça a sua inscrição: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/visitas-tecnicas/ Sobre a Conferência Anpei de Inovação Realizada desde 2001, a Conferência Anpei tem se consolidado como fórum privilegiado para o encontro de representantes de empresas, agências do governo e instituições de C,T&I para discussão e encaminhamentos de políticas e práticas voltadas à inovação nas empresas e no país. Em sua última edição, ocorrida em agosto de 2015 em Recife – PE, o tema trabalhado foi “Inovação e competitividade globais”. O evento reuniu 1.175 participantes em três dias. Deste público, 44% vieram de empresas, 27% de instituições científicas e tecnológicas (ICTs), 9% de consultorias e 6% de agências governamentais. Os demais eram empreendedores e representantes de entidades de classe. Parceria com a FINIT Nesse ano, a Conferência Anpei de Inovação será realizada durante a Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT). Organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SEDECTES), a FINIT se destaca como um grande hub, reunindo importantes e consolidados eventos em um só local, tendo como público-alvo startups, grandes empresas, pesquisadores e profissionais das áreas de tecnologia e inovação. A missão da Anpei A Anpei atua há mais de 30 anos com o ecossistema de inovação e possui expertise nesta nova dinâmica mundial de modelos de interação entre os principais atores, destacando-se como uma rica fonte de aprendizado, networking e articulação. Dentre suas ações, estão o estímulo a debates com a iniciativa privada, o governo e instituições científicas e tecnológicas para traçar melhores políticas e práticas para fomentar a inovação no país. Serviço 16ª Conferência Anpei de Inovação Data: 31 de outubro e 1º de novembro de 2017 Visita Técnica: 30 de outubro Local: Expominas. Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte – MG, 30510-000. Saiba mais: www.conferenciaanpei.org.br Atendimento à imprensa: Leila Bonfietti Lima leila@letraseartes.jor.br Luciano Valente luciano@letraseartes.jor.br 19.3291.4494 | 3291.4484 www.letraseartes.jor.br
Celso Pansera solicita audiência pública para debater a desoneração na área de TIC’s
O deputado federal Celso Pansera (PMDB-RJ) solicitou a Comissão Especial PL 8456/2017 – Altera a Carga Tributária a realização de audiência pública para debater, no âmbito do PL 8456/17, a desoneração na área de TIC’s. O presidente do TI Rio, Benito Paret, foi convidado para participar do debate que deverá acontecer em breve na capital do País, Brasília. De acordo com a justificativa do requerimento, no período em que o regime de desoneração foi obrigatório, o setor de TI experimentou os efeitos benéficos da referida política, na medida em que, comprovadamente, houve aumento da massa de trabalhadores contratados pelas empresas “desoneradas”. O deputado do PMDB-RJ destacou que entre 2010 e 2014, foram gerados 195 mil empregos na prestação de serviços de tecnologia da informação, tendo a força de trabalho do setor saltado de 682 mil para 877 mil trabalhadores. O documento aponta ainda um crescimento na folha salarial de 16,6% ao ano, de R$ 15,2 bilhões para R$ 28,2 bilhões. A receita bruta, por seu turno, cresceu exponencialmente, de R$ 40 bilhões para R$ 64,8 bilhões, experimentando um crescimento anual de 13,3%. Tal incremento nos valores de folha salarial e nos postos de trabalho significou maior recolhimento de contribuições previdenciárias e tributos em geral. Com a imposição de menores ônus para os empregadores do Setor, a desoneração representou importante e fundamental incentivo à formalização do trabalho e propiciou a realização de investimentos em inovação e produtividade, com a consequente melhoria da competitividade do país em âmbito internacional. Por sua natureza, o setor de TI é intenso em capital humano, de melhor qualificação e, por consequência, melhor remuneração (dados de 2016 mostram que o setor TIC apresentou um salário médio 51,2% maior que o salário médio nacional), de tal sorte que o retorno ao regime geral de contribuição patronal sobre folha de salários coloca em risco os investimentos realizados, postos de trabalho criados nos últimos anos, além de contribuir para a retomada da ‘pejotização’. Pansera acredita que a reoneração total, além de demissões e outros efeitos deletérios para o setor e para o País, trará também insegurança jurídica decorrente de mudança tão abrupta com o ano fiscal em curso. Nesse sentido, a reinclusão da obrigatoriedade de contribuição pelo regime da contribuição previdenciária incidente sobre a receita bruta atende a um pleito setorial, prestigiando a isonomia e equalizando a competitividade do Setor como um todo. A audiência aguarda aprovação da “Comissão Especial PL 8456/2017 – Altera a Carga Tributária”. Assim que a data for definida divulgaremos em nosso informativo.
Estadão realiza terceira edição do Summit Agronegócio com debates sobre tendências, tecnologias e oportunidades
Sob o tema Inovação, a nova fronteira, o Estadão realizará, em 27 de novembro, a terceira edição do Summit Agronegócio. Os debates, que contarão com diversos especialistas, abordarão temas como tendências dentro do agronegócio, tecnologias, novos mercados, oportunidades e sustentabilidade no setor. O evento terá início às 8h00 e será realizado no Sheraton São Paulo WTC Hotel, na capital paulista. Entre os palestrantes confirmados estão Tarcísio Hübner (VP de agronegócios do Banco do Brasil), Evaristo Eduardo de Miranda (chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite), Odilson Ribeiro e Silva (secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa). Também participarão do evento Roberto Rodrigues (coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP, Presidente do Conselho do Agronegócio da FIESP e da Academia Nacional de Agricultura), Reinhold Stephanes (deputado federal pelo PSD-PR), Marcos da Rosa (presidente da Aprosoja Brasil) e Marcelo Boechat Morando (pesquisador da Embrapa Meio Ambiente. Os temas em debate incluirão: Tendências: o futuro do agro, Agrotech: tecnologia e resultados, Novos mercados, novas oportunidades, Sustentabilidade dá dinheiro e As oportunidades do mercado verde. As inscrições para o evento já estão disponíveis por meio do site www.summitagronegocio.com.br (preços a partir de R$ 600,00 no período de pré-venda, até 10 de novembro) Serviço: Summit Agronegócio 27 de novembro de 2017 – das 8h00 às 18h SHERATON WTC HOTEL DAS NAÇÕES UNIDAS, 12559 Inscrições a partir de R$ 600,00 por meio do site www.summitagronegocio.com.br
Mapeamento aponta 87 grandes empresas com programas de inovação aberta no Brasil
Maior parte das iniciativas de corporate venture identificadas em estudo da Altivia Ventures atua no setor de serviços e envolve capital estrangeiro SÃO PAULO – Há 87 grandes empresas no Brasil com programas de corporate venture, ou seja, ações de inovação aberta para o desenvolvimento de novos negócios, seja em parceria com startups ou por meio de iniciativas internas. A conclusão é de um levantamento da assessoria de negócios Altivia Ventures. Entre as empresas com esse tipo de ação, a maior parte (56%) é de capital estrangeiro. Há gigantes de setores que tradicionalmente investem em pesquisa e desenvolvimento, como Basf, Bayer e Dow, além de empresas de tecnologia, como IBM e Intel, e de internet, como Facebook e Google. Mas há também grupos brasileiros de tecnologia, como Stefanini e Positivo, e dos mais variados setores: bancos (BB, BMG, Bradesco, Itaú, Santander), indústria (Gerdau, O Boticário, Natura, Citrosuco, Braskem e Votorantim, entre outros) e varejo (Magazine Luiza e Pão de Açúcar), por exemplo. No total, o segmento que predomina é o de serviços, com 53%, seguido por indústria (37%) e comércio (10%). A Altivia destaca que, diferentemente do venture capital, que tem como foco o retorno financeiro dos investimentos, o corporate venture busca também o objetivo estratégico de gerar inovações para o negócio da empresa investidora. O mapeamento identifica três linhas de ação: o corporate venture capital (CVC), no qual as empresas investem nas novatas por meio de fundos; as fusões e aquisições, por meio das quais as grandes incorporam novas tecnologias ou garantem seu acesso a outros mercados; e o intraempreendedorismo, quando as companhias estimulam os próprios funcionários a criar novos negócios. O CVC, modelo mais tradicional de venture capital e que já contabiliza mais de 975 iniciativas no mundo, não é muito difundido no Brasil. O estudo mostra que apenas 18 empresas investem em startups no Brasil por meio de fundos, ou seja, menos de 2% do volume global de companhias que atuam com esse método. Raphael Ferreira
Como aderir a Transformação Digital?
A transformação digital tem sido uma excelente oportunidade para que as empresas alcancem maior eficiência e se projetem em um cenário inovador e promissor. Por VALID CERTIFICADORA Ao contrário do que se pensa, ela não se dá apenas ao adotar novas tecnologias, mas sim ao reinventar o modelo de negócio de acordo com as demandas atuais de mercado e as experiências dos clientes. Plataformas inteligentes, mobilidade, integração de processos, enfim, inúmeras ferramentas começaram a se fazer presentes em toda a cadeia de valor dos negócios, de forma que possam impulsionar a produtividade, melhorar o desempenho e, consequentemente, alcançar resultados satisfatórios. Para exemplificar, imagine uma empresa que precise se comunicar com suas diversas filiais, espalhadas por várias cidades e estados, onde a troca de informações e a comunicação ocorrem de maneira constante e o acesso aos dados acontece em tempo real. Com a mobilidade, tudo isso é possível! Você pode enviar e assinar documentos por meios eletrônicos, fechar contratos remotamente, liberar pedidos em tempo real e tantos outros benefícios que garantem uma maior agilidade e processos mais certeiros. No post de hoje, veremos com detalhes o que é a tão falada transformação digital e quais são os requisitos para passar por esse desenvolvimento. Acompanhe! Entenda o conceito de transformação digital As mudanças estão acontecendo em uma velocidade muito rápida e empresas que resistem em utilizar novas aplicações aos processos correm o risco de ficar para trás. O que antes levava horas ou até mesmo dias para ser concluído, hoje pode ser resolvido em minutos e com poucos cliques. Mas qual é o conceito de transformação digital? Palavras da moda como Big Data, redes sociais, acesso remoto e outros termos fazem parte do dia a dia de muitos gestores que desejam transformar seus negócios e levar tecnologia aos processos. No entanto, essa ideia envolve muito mais que um conjunto de novas palavras. Se você acha que basta usar ferramentas em nuvem ou instalar programas de alta tecnologia, está na hora de repensar sua estratégia. A transformação digital envolve uma reestruturação de métodos e a absorção de uma cultura pela organização, voltada para utilizar de forma racional os recursos e gerar ganhos de produtividade de várias maneiras. Por exemplo: otimização da cadeia de atividades; melhoria da experiência do cliente; auxílio na tomada de decisão; integração de departamentos e dados. Assim, podemos conceituar transformação digital como uma reestruturação de processos, no qual a tecnologia é utilizada como aliada na estratégia do negócio, automatizando atividades e operações e procurando melhorar a relação com o cliente e sua experiência de uso. A transformação digital é um diferencial competitivo, uma possibilidade de inovação que coloca o negócio em um nível acima dos seus concorrentes. Gestores que ignoram essa evolução ficarão para trás e serão forçados a mudar — do contrário, vão sentenciar suas empresas ao fechamento. Transformação digital e a performance dos negócios O conceito de transformação digital é aproveitar a tecnologia a favor dos negócios. Como assim? A utilização de novas ferramentas não gera por si só essa mudança, ela deve começar no mindset dos gestores e na forma de pensar o negócio. Assim, a transformação digital deve fazer parte da estratégia da empresa a fim de que ela possa gerar efeitos na cultura organizacional. Um bom exemplo é a aplicação da mobilidade na rotina operacional. O uso de celulares, tablets e smartphones possibilita abrir um fluxo automatizado de trabalho, agilizar a tomada de decisão e gerar métodos mais acertados. A partir da inclusão da tecnologia, é possível repensar a estratégia digital, de forma a melhorar os processos operacionais e o engajamento dos clientes no ciclo de vida da experiência de compra. Por muito tempo a tecnologia foi considerada uma mera ferramenta de redução de custos, mas nos últimos anos passou a ser vista como uma importante estratégia para alavancar a produtividade e agregar valor aos produtos e/ou serviços. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Grupo Altimeter, empresas que estão adotando a transformação digital puderam destacar como benefícios: 41% tiveram aumento no market share; 37% aumentaram o engajamento do consumidor em canais digitais; 30% revelaram que houve aumento do faturamento do consumidor; 32% revelaram um aumento no volume de tráfego na web/mobile; 37% disseram que houve um impacto positivo no comportamento dos funcionários. A adoção da tecnologia reflete na automatização dos processos, na gestão das pessoas e na geração de valor aos negócios, por meio de operações mais enxutas e com retorno de investimento. Transformação digital: como aderir? Você já está convencido de que a transformação digital é uma importante etapa para alavancar os negócios, porém não sabe por onde começar? Espere! Apesar de ser um tema que está na cabeça de empresários, gestores e empreendedores em geral, é preciso entender que esse desenvolvimento não acontecerá do dia para a noite. Assim como todo caminho que exige mudanças profundas, com a transformações digital não é diferente. O ritmo deve ser gradual, em etapas — e isso significa que nada pode ser feito às pressas. Pensando nisso, levantamos alguns requisitos que devem ser previamente estabelecidos no processo de transformação digital. Fique atento: 1. Comece pelo planejamento estratégico É comum encontrar empresas buscando soluções a fim de acelerar processos internos. No entanto, a maioria se limita a poucas iniciativas que aparentemente trarão resultados de forma mais rápida, o que deixa tudo muito superficial e sem grandes mudanças. A transformação digital tem efeito apenas se antes for criado um forte alicerce, o que impõe mudanças na cultura da organização, o rompimento de paradigmas e preparação por parte da equipe para repetir isso o tempo todo. Ao conduzir a empresa, o empreendedor deve conhecer os procedimentos e saber quais pontos precisam ser melhorados e/ou eliminados. Por exemplo, substituir atividades realizadas manualmente por fluxos de trabalho automatizados garante um maior controle sobre as práticas realizadas, o que reduz os atritos na produção. Assim, ao promover a transformação digital, o gestor precisa entender que as mudanças devem romper o “status quo” e promover uma cultura corporativa capaz de redefinir valores e fomentar modelos de negócio que se adaptem a um mercado em constante evolução. O
Ação iTec reúne empresas, ICTs e agências do governo em apresentações de desafios e oportunidades tecnológicas durante a 16ª Conferência Anpei de Inovação
O Programa iTec, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com execução da Anpei em prol do desenvolvimento da inovação aberta com transferência de tecnologia entre empresas de todos portes, instituições de pesquisa e agências do governo, realizará a Ação iTec nos dias 31 de outubro e 1° de novembro no Palco Ouro Preto Valley da Estação Experiência, durante a 16ª Conferência Anpei de Inovação, no ExpoMinas, em Belo Horizonte – MG. 31 de outubro A iniciativa tem início às 14h do dia 31 de outubro com a palestra “Inovação Aberta: oportunidades e desafios do ecossistema brasileiro de inovação”, com a participação de Jorge Mário Campagnolo, Secretário Substituto de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, e Luiz Mello, vice-presidente da Anpei. Logo em seguida, o painel “Oferta e demanda tecnológica: aprendizados e evolução” reunirá palestrantes da Techmall e Vale para apresentar suas experiências com inovação aberta O Comitê de Negociação e Relacionamento Institucional (CORI) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) apresentará seus programas de parcerias estratégicas, assim como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) irá falar sobre recursos para parcerias e novas tecnologias. A Saint Gobain do Brasil irá apresentar alguns de seus desafios tecnológicos em inovação aberta. E as oportunidades ficarão por conta da Embrapa, que falará sobre inovação aberta no agronegócio; do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, que irá expor sobre inovação aberta no IPT e o novo modelo Embrapii-Sebrae; e da Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto, que apresentará o IOT 4 Mining, centro de tecnologias de Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (AI) para a indústria de mineração em Minas Gerais. 1º de novembro No segundo dia de evento, a Ação iTec tem início com o “Workshop como estruturar sua estratégia de inovação aberta: do tema a seleção de parceiros”, ministrado pela Techmall. Em seguida acontece o painel “Contratos Sebrae/Senai e Sebrae/Embrapii: aproximando startups de grandes empresas”, que também falará sobre a parceria da Embrapa Agorenergia com a Embrapii. Nesse dia também acontecerão palestras de facilitadores. Às 11h será debatido o “Uso de informações tecnológicas na identificação de oportunidades e áreas a desenvolver iniciativas de inovação aberta”, ministrada pela Clarivate. E às 14h, o BNDES falará sobre soluções tecnológicas. No fim do dia, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) apresentará sua demanda tecnológica no setor automotivo e o Sebrae irá expor uma oferta tecnológica para a mesma área. Programa iTEc O Programa iTec conta com um Comitê Técnico composto pelas seguintes organizações: MCTIC, Anpei, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Senai, Sebrae, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), BNDES e Finep. São parceiros da iniciativa: Unesco Brasil, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Embrapa, Embrapii, INPI e CNPq. Visite o site da Plataforma iTec: www.plataformaitec.com.br, conheça os desafios postados, proponha soluções tecnológicas a eles e utilize a ferramenta de inovação aberta para fomentar a inovação na sua empresa ou instituição. Dinâmica da 16ª Conferência Anpei de Inovação Com o tema central “Vivendo a inovação em um mundo em transformação”, a Conferência Anpei 2017 irá discutir novos caminhos para a inovação em um mundo em constante e rápida transformação nas relações e nos modelos de negócio usualmente conhecidos. Nos dias 31/10 e 01/11, palestras, workshops e vivências ocorrerão simultaneamente nas estações e salas. Estação conhecimento: Apresentações simultâneas em três palcos diferentes. O público estará equipado com rádios receptores e fones de ouvido que sintonizarão os canais específicos de cada palco. Estação Experiência: Composto por cinco palcos, sendo quatro laterais e um central, a Área Maker, que contará com workshops práticos, vivências, palestras, etc. Salas: Serão utilizadas para a realização de cursos específicos, de rodadas de negócios e da Assembleia Ordinária do Associados da Anpei. Confira a programação completa: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/ As inscrições estão abertas. Participe: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/inscricoes/ No dia 30/10 serão realizadas as visitas técnicas. Importantes centros de inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico de Minas Gerais poderão ser visitados pelos inscritos na 16ª Conferência Anpei de Inovação, como a sede do Google, o Espaço Seed, o Museu de Ciência e Técnica da UFOP, a Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto, o Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI, a Universidade Corporativa da Fiat e o Instituto Tecnológico Vale. Trata-se de uma ótima oportunidade de conhecer um novo ecossistema de inovação e de fazer networking com líderes empresariais de diferentes regiões do Brasil. Veja os roteiros e faça a sua inscrição: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/visitas-tecnicas/ Sobre a Conferência Anpei de Inovação Realizada desde 2001, a Conferência Anpei tem se consolidado como fórum privilegiado para o encontro de representantes de empresas, agências do governo e instituições de C,T&I para discussão e encaminhamentos de políticas e práticas voltadas à inovação nas empresas e no país. Em sua última edição, ocorrida em agosto de 2015 em Recife – PE, o tema trabalhado foi “Inovação e competitividade globais”. O evento reuniu 1.175 participantes em três dias. Deste público, 44% vieram de empresas, 27% de instituições científicas e tecnológicas (ICTs), 9% de consultorias e 6% de agências governamentais. Os demais eram empreendedores e representantes de entidades de classe. Parceria com a FINIT Nesse ano, a Conferência Anpei de Inovação será realizada durante a Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT). Organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SEDECTES), a FINIT se destaca como um grande hub, reunindo importantes e consolidados eventos em um só local, tendo como público-alvo startups, grandes empresas, pesquisadores e profissionais das áreas de tecnologia e inovação. A missão da Anpei A Anpei atua há mais de 30 anos com o ecossistema de inovação e possui expertise nesta nova dinâmica mundial de modelos de interação entre os principais atores, destacando-se como uma rica fonte de aprendizado, networking e articulação. Dentre suas ações, estão o estímulo a debates com a iniciativa privada, o governo e instituições científicas e tecnológicas para traçar melhores políticas e
Grande empresa, empreendedor e agência do Governo debatem inovação baseada em novos negócios na 16ª Conferência Anpei de Inovação
Cada dia mais, cresce a busca de empresas por startups para criar novos negócios que impulsionem a inovação. Essa prática permite a formação de um ecossistema empreendedor, que muda totalmente a forma como as empresas investem em tecnologia e inovação. Frente à essa nova questão, a 16ª Conferência Anpei de Inovação, que acontece nos dias 31 de outubro e 1º de novembro em Belo Horizonte – MG, realizará um painel para debater a prática de corporate venture. O debate será mediado pelo Gerente de Inovação da Braskem e Diretor da Anpei, Rafael Navarro, e tem o objetivo de expor o funcionamento da prática de corporate venture, que cresce de forma exponencial por ser diferente dos modelos de capital de risco tradicionais, nos quais os investidores financiam o crescimento de novos negócios. Neste modelo, é investido mais do que capital, ou seja, as empresas oferecem profissionais, conhecimento de mercado, estrutura operacional e canais de distribuição, que também têm grande valor para as startups. Com a mudança de perspectiva sobre a inovação, as startups estão ganhando espaço ao propor soluções que também são de interesse das grandes empresas. Esse é o caso da Virturian, que desenvolveu um software, a partir do conceito de Indústria 4.0, que analisa e prevê quando algum motor elétrico apresentará problemas. “A tecnologia diminui o risco de paradas na produção devido à quebra de equipamentos, que pode gerar um grande prejuízo para à indústria”, conta João Marinheiro, Diretor de Vendas da Virturian, que se tornou aliada de grandes empresas que utilizam seus produtos. Propor soluções para empresas de grande porte é um dos caminhos para os negócios nascentes. E é essa visão do empreendedor que Marinheiro mostrará durante o Painel Inovação Baseada em Novos Negócios, que acontece no dia 31 de outubro das 14h às 15h no palco Meu Primeiro Negócio durante a 16ª Conferência Anpei em Belo Horizonte. Para apresentar diferentes perspectivas desse tipo de inovação, o painel reunirá representantes de uma grande empresa, do empreendedorismo e de uma instituição do governo que fomenta a relação entre startups e grandes corporações, representada pela Gerente de Inovação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Elisa Carlos, que falará sobre o programa Startup-Indústria e a visão do governo na promoção dessa relação. De acordo com pesquisa realizada pela ABDI, com 408 empresas da indústria de transformação, 21% delas já realizam negócios com startups; 45% ainda não sabem como proceder, mas estão se preparando para uma futura conexão com empresas novas; e 21% ainda não têm interesse. Junto de Marinho e Elisa, estará presente também o Vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, que contará sobre a experiência da empresa em inovar através de novos negócios, desde as iniciativas até os aprendizados. Esta é uma das poucas empresas brasileiras a criar um fundo de investimento para inovação. Confira a programação da 16ª Conferência Anpei de Inovação Buscando propiciar aos seus participantes uma experiência do ecossistema de inovação, através de visitas técnicas especialmente programadas, e com um layout integrador, painéis, debates, experimentações práticas, networking e vivências acontecerão em ambientes integrados. Com o tema central “Vivendo a inovação em um mundo em transformação”, o evento irá discutir novos caminhos para a inovação em um mundo em constante e rápida transformação nas relações e nos modelos de negócio usualmente conhecidos. As palestras com especialistas nacionais e internacionais abordarão tendências e movimentos no Brasil e no mundo que podem auxiliar o país nas políticas e práticas para o setor de P,D&I. Confira a programação completa: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/ Participe As inscrições estão abertas. Faça a sua: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/inscricoes/ Dinâmica do evento Nos dias 31/10 e 01/11, palestras, workshops e vivências acontecerão simultaneamente nas estações e salas. Estação conhecimento: Apresentações simultâneas em três palcos diferentes. O público estará equipado com rádios receptores e fones de ouvido que sintonizarão os canais específicos de cada palco. Estação Experiência: Composto por cinco palcos, sendo quatro laterais e um central, a Área Maker, que contará com workshops práticos, vivências, palestras, etc. Salas: Serão utilizadas para a realização de cursos específicos, de rodadas de negócios e da Assembleia Ordinária do Associados da Anpei. No dia 30/10 serão realizadas as visitas técnicas: Importantes centros de inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico de Minas Gerais poderão ser visitados pelos inscritos na 16ª Conferência Anpei de Inovação, como a sede do Google, o Espaço Seed, o Museu de Ciência e Técnica da UFOP, a Fundação Educativa de Rádio e Televisão Ouro Preto, o Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI, a Universidade Corporativa da Fiat e o Instituto Tecnológico Vale. Trata-se de uma ótima oportunidade de conhecer um novo ecossistema de inovação e de fazer networking com líderes empresariais de diferentes regiões do Brasil. Veja os roteiros e faça a sua inscrição: http://www.anpei.org.br/conferencia2017/programacao/visitas-tecnicas/ Sobre a Conferência Anpei de Inovação Realizada desde 2001, a Conferência Anpei tem se consolidado como fórum privilegiado para o encontro de representantes de empresas, agências do governo e instituições de C,T&I para discussão e encaminhamentos de políticas e práticas voltadas à inovação nas empresas e no país. Em sua última edição, ocorrida em agosto de 2015 em Recife – PE, o tema trabalhado foi “Inovação e competitividade globais”. O evento reuniu 1.175 participantes em três dias. Deste público, 44% vieram de empresas, 27% de instituições científicas e tecnológicas (ICTs), 9% de consultorias e 6% de agências governamentais. Os demais eram empreendedores e representantes de entidades de classe. Parceria com a FINIT Nesse ano, a Conferência Anpei de Inovação será realizada durante a Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT). Organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SEDECTES), a FINIT se destaca como um grande hub, reunindo importantes e consolidados eventos em um só local, tendo como público-alvo startups, grandes empresas, pesquisadores e profissionais das áreas de tecnologia e inovação. A missão da Anpei A Anpei atua há mais de 30 anos com o ecossistema de inovação e possui expertise nesta nova dinâmica mundial de modelos de interação entre os principais atores, destacando-se
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ocupa o maior espaço da história no DF
Uma grande feira de ciências ocupará o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília, de segunda-feira (23) a domingo (29). A expectativa é que 100 mil pessoas visitem a 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), realizada anualmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) desde 2004 em todo o país. São 70 mil metros quadrados, o que equivale a 10 campos de futebol, totalmente dedicados a atividades de popularização e divulgação científica. Mais de 70 instituições participam da 14ª SNCT, além de 92 escolas públicas do Distrito Federal. A escolha do tema “A matemática está em tudo” está ligada ao Biênio da Matemática 2017-2018, quando o Brasil dois grandes eventos da área. Em 2017, o país sediou, pela primeira vez, a Olimpíada Internacional de Matemática, uma competição que reúne os melhores estudantes do mundo. Em 2018, é a vez do Congresso Internacional de Matemáticos trazer ao país pesquisadores de alto nível, também pela primeira vez. Uma das grandes atrações da 14ª SNCT é um protótipo em tamanho real do avião de combate Gripen NG, futuro caça da Força Aérea Brasileira (FAB). O público poderá subir na cabine da aeronave e conhecer seu funcionamento em um simulador de voo. A Marinha oferece uma experiência similar, mas de navegação, e o Exército expõe o tanque blindado Guarani. O público infantil também terá à disposição uma pista de circulação para carros elétricos em meio a placas, semáforos e faixas de pedestre. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) organiza o espaço, batizado de Cidadania no Trânsito. Já o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) apresentará uma minicidade para ações educativas. O MCTIC levará estandes das suas entidades vinculadas: CNPq, Agência Espacial Brasileira (AEB), Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), e Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep). Haverá ainda uma quadra poliesportiva dos Correios e atividades da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industria (Embrapii), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Telebras. O Ministério da Educação (MEC) promoverá jogos de matemática, rodas de conversa e uma aula show preparatória de professores youtubers para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no anfiteatro principal, com capacidade para 1,2 mil pessoas. O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC, Jailson de Andrade, destaca a colaboração de empresas e órgãos públicos, escolas, fundações de apoio, institutos de pesquisa, museus, universidades e secretarias estaduais e municipais para viabilizar a SNCT em todo o país. “Uma semana dessa envergadura não acontece sem parcerias. A ideia é mobilizar a comunidade científica e estudantil, em especial crianças e jovens, para que a população possa conhecer e discutir a ciência e suas aplicações, a fim de estimular curiosidade e criatividade.” A 14ª SNCT estará aberta, com entrada franca, das 8h30 às 18h. Na terça-feira (24), as feira ficará aberta até 22h para receber 40 ônibus de alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A programação também inclui uma homenagem ao matemático Jacob Palis na segunda-feira (23), às 11h, por sua contribuição à ciência brasileira. Serviço Evento: 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia Data: 23 a 30 de outubro de 2017 Horário: das 8h30 às 18h (terça-feira: até 22h) Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Cidade: Brasília (DF) Informações à imprensa Assessoria de Comunicação do MCTIC (61) 2033-7515 / imprensa@mctic.gov.br
Gestão de informação e uso de dados é de tema de painel no Healthcare Innovation Show
By Assessoria Oficial O Head of Monetization do GuiaBolso, aplicativo que auxilia o usuário no controle financeiro, Marcio Reis, é o keynote que abordará o tema; evento acontece nos dias 25 e 26 de outubro, em São Paulo São Paulo, outubro de 2017 – A 3ª edição do HIS – Healthcare Innovation Show 2017, um dos eventos mais importantes na área de saúde e medicina da América Latina, vai contar também com discussões que abarcam temas ligados à tecnologia. Um dos keynote speakers do evento, o Head of Monetization do GuiaBolso, aplicativo que ajuda o usuário a organizar suas finanças e a estipular metas de gastos e de economia, Marcio Reis, promete aprofundar-se no tema da gestão de dados. “Minha ideia é ajudar as empresas da área da saúde a extrair dos dados o máximo de valor possível”, explicou ele, que falará no painel Gestão de Informação. De acordo com Reis, o grande diferencial das empresas não é a tecnologia de ponta, mas, sim, a forma como elas utilizam a cultura de geração de dados para tomar decisões. “Os dados têm de fazer parte do dia a dia das equipes, e o time tem que criar o hábito de provar quais as melhores decisões a serem tomadas com base nos dados. Pra isso, os dados tem que ser acessíveis a todos na empresa. Depois disso, sim, vem a tecnologia pra ajudar a tomar decisões cada vez mais complexas.”, completou ele. O HIS 2017 vai oferecer quatro arenas simultâneas, onde mais de dez congressos serão ministrados. O evento, que acontece nos dias 25 e 26 de outubro no São Paulo Expo, contará com a participação de 200 palestrantes. Espera-se um público de 5 mil pessoas, entre profissionais e executivos da área. Além do painel sobre Gestão de Informação, outros temas relacionados à gestão da saúde também serão destaques nos Congressos, tais como: Liderança: preparar para ambientes de transformação e performance, por Luiz de Luca – CEO do Americas Serviços Médicos; Formação de Ecossistema Empreendedor, por Flávio Pripas – Managing Director Cubo; Gestão de Informação, por Márcio Reis – Head of Monetization Guia Bolso; Brainstorming Session: o que podemos esperar? AI, Quantum, Blockchain, Smart robots, Connected home, por Henrique von Atzingen – Head of Thinklab IBM; Agenda macro: o desafio da atenção primária, por Henrique Sutton de Sousa Neves – CEO Hospital Israelita Albert Einstein, e por Márcio Atalla – diretor Bem Star; De obstáculo a oportunidade: trazendo inovação para a mudança do setor, por Denise Soares dos Santos – CEO BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Sobre o HIS O HIS – Healthcare Innovation Show é o primeiro trade show de tecnologia e inovação em um espaço de mais de 4.000 m² voltado ao mercado de saúde na América Latina. São 4 arenas simultâneas onde acontecem mais de 10 congressos, cada qual especialmente organizado para oferecer conteúdo de qualidade para os diferentes cargos e funções das organizações de saúde. O evento deverá contar este ano com números que ultrapassam os 5.000 participantes, os 200 palestrantes e as 75 empresas expositoras, além de premiações de reconhecimento das experiências inovadoras do setor. Além das discussões executivas e estratégicas, grandes empresas e startups apresentam o que há de mais inovador e tecnológico no mercado. Nomes de peso do setor lideram os conteúdos ao lado das principais associações e institutos. O HIS 2017 é ainda constituído por quatro grandes eixos de atividades especiais: o Startup Lounge, com a exposição de serviços tecnológicos; o hackathon hack4health, maratona de desenvolvimento em busca de soluções para problemas da saúde e de gestão; e os prêmios Referência da Saúde/2017, Top Hospitalar/2017 e Great Place to Work. Serviço HIS – Healthcare Innovation Show 2017 Data: 25 e 26 de outubro de 2017 Horário: das 8h30 às 19h00 Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo http://saudebusiness.com/his/ Credenciamento Imprensa – o credenciamento poderá ser feito diretamente pelo link: goo.gl/vXRoLr Contato para imprensa (HIS 2017): 2PRÓ Comunicação e-mail equipe: his17@2pro.com.br Teresa Silva – (11) 3030-9463 Luciano Somenzari (11) 3030-9435 Myrian Vallone – (11) 3030-9404 Paula Giffoni – (11) 3030-9402 www.2pro.com.br